Index: head/pt_BR.ISO8859-1/books/faq/book.xml =================================================================== --- head/pt_BR.ISO8859-1/books/faq/book.xml (revision 52208) +++ head/pt_BR.ISO8859-1/books/faq/book.xml (revision 52209) @@ -1,15425 +1,4368 @@ - - + + + +12-CURRENT"> +X"> +head/"> +X"> +11-STABLE"> +stable/11/"> + +X"> +10-STABLE"> +stable/10/"> + ]> - - - Perguntas mais freqüentes sobre FreeBSD 2.X, 3.X e - 4.X + 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 Projeto de Documentação do FreeBSD + + + Copyright - Projeto de Documentação do FreeBSD + Redistribution and use in source (XML DocBook) and 'compiled' forms (XML, HTML, PDF, PostScript, RTF and so forth) with or without modification, are permitted provided that the following conditions are met: - - 1995 - 1996 - 1997 - 1998 - 1999 - 2000 - 2001 - 2002 - Projeto de Documentação do FreeBSD - + + + Redistributions of source code (XML DocBook) must retain the above copyright notice, this list of conditions and the following disclaimer as the first lines of this file unmodified. + - &legalnotice; + + Redistributions in compiled form (transformed to other DTDs, converted to PDF, PostScript, RTF and other formats) must reproduce the above copyright notice, this list of conditions and the following disclaimer in the documentation and/or other materials provided with the distribution. + + - $FreeBSD$ + + THIS DOCUMENTATION IS PROVIDED BY THE FREEBSD DOCUMENTATION PROJECT "AS IS" AND ANY EXPRESS OR IMPLIED WARRANTIES, INCLUDING, BUT NOT LIMITED TO, THE IMPLIED WARRANTIES OF MERCHANTABILITY AND FITNESS FOR A PARTICULAR PURPOSE ARE DISCLAIMED. IN NO EVENT SHALL THE FREEBSD DOCUMENTATION PROJECT BE LIABLE FOR ANY DIRECT, INDIRECT, INCIDENTAL, SPECIAL, EXEMPLARY, OR CONSEQUENTIAL DAMAGES (INCLUDING, BUT NOT LIMITED TO, PROCUREMENT OF SUBSTITUTE GOODS OR SERVICES; LOSS OF USE, DATA, OR PROFITS; OR BUSINESS INTERRUPTION) HOWEVER CAUSED AND ON ANY THEORY OF LIABILITY, WHETHER IN CONTRACT, STRICT LIABILITY, OR TORT (INCLUDING NEGLIGENCE OR OTHERWISE) ARISING IN ANY WAY OUT OF THE USE OF THIS DOCUMENTATION, EVEN IF ADVISED OF THE POSSIBILITY OF SUCH DAMAGE. + + + + + FreeBSD is a registered trademark of the FreeBSD Foundation. + Adobe, Acrobat, Acrobat Reader, Flash and PostScript are either registered trademarks or trademarks of Adobe Systems Incorporated in the United States and/or other countries. + IBM, AIX, OS/2, PowerPC, PS/2, S/390, and ThinkPad are trademarks of International Business Machines Corporation in the United States, other countries, or both. + IEEE, POSIX, and 802 are registered trademarks of Institute of Electrical and Electronics Engineers, Inc. in the United States. + Intel, Celeron, Centrino, Core, EtherExpress, i386, i486, Itanium, Pentium, and Xeon are trademarks or registered trademarks of Intel Corporation or its subsidiaries in the United States and other countries. + Linux is a registered trademark of Linus Torvalds. + Microsoft, IntelliMouse, MS-DOS, Outlook, Windows, Windows Media and Windows NT are either registered trademarks or trademarks of Microsoft Corporation in the United States and/or other countries. + NetBSD is a registered trademark of the NetBSD Foundation. + Motif, OSF/1, and UNIX are registered trademarks and IT DialTone and The Open Group are trademarks of The Open Group in the United States and other countries. + Silicon Graphics, SGI, and OpenGL are registered trademarks of Silicon Graphics, Inc., in the United States and/or other countries worldwide. + Sun, Sun Microsystems, Java, Java Virtual Machine, JDK, JRE, JSP, JVM, Netra, OpenJDK, Solaris, StarOffice, SunOS and VirtualBox are trademarks or registered trademarks of Sun Microsystems, Inc. in the United States and other countries. + Many of the designations used by manufacturers and sellers to distinguish their products are claimed as trademarks. Where those designations appear in this document, and the FreeBSD Project was aware of the trademark claim, the designations have been followed by the â„¢ or the ® symbol. + + + $FreeBSD$ + - Estas são as Perguntas Mais Freqüentes - (FAQ) para as versões 2.X, 3.X e 4.X - do FreeBSD. Deve-se assumir que todos os assuntos aqui - tratados são relevantes para FreeBSD 2.0.5 ou - posterior, a não ser que o contrário esteja - explicitamente denotado. Todos os assuntos assinalados com - <XXX> estão em processo de desenvolvimento. Se - você estiver interessado em ajudar este projeto, envie - e-mail para &a.doc;. A versão mais atualizada deste - documento está sempre disponível no servidor WWW do - FreeBSD. Também pode ser obtida como um - único grande arquivo HTML via HTTP; ou, como texto puro, - ou nos formatos postscript, PDF, etc. no servidor FTP do - FreeBSD. Você também pode querer - realizar uma busca - nas Perguntas Mais Freqüentes - (FAQ). + Estas são as Perguntas Mais Frequentes (FAQ) para as versões do FreeBSD 10.X e 11.X. Todos os esforços foram feitos para tornar este FAQ o mais informativo possível; Se você tiver alguma sugestão de como ele pode ser melhorado, envie-a para a lista de discussão do projeto de documentação do FreeBSD. + + A versão mais recente deste documento está sempre disponível no website do FreeBSD. Ela também pode ser baixada como um grande arquivo HTML por HTTP ou em uma grande variedade de outros formatos a partir do servidor de FTP do projeto FreeBSD. - Introdução + Introdução - Bem vindo às Perguntas Mais Freqüentes - (FAQ) para as versões 2.X à 4.X - do FreeBSD! - - Como é de costume em Perguntas Mais Freqüentes - (FAQ) da Usenet, este documento pretende - cobrir as perguntas mais freqüentes relacionadas ao sistema - operacional FreeBSD (e claro, respondê-las todas!). - Embora originalmente tais documentos tivessem apenas a - finalidade de reduzir a utilização da largura de - banda da rede ao evitar que o mesmo tipo de pergunta antiga - fosse sempre repetida, FAQs tornaram-se - reconhecidamente uma fonte valiosa de - informações. - - Inúmeros esforços foram feitos para tornar - este FAQ o mais informativo possível; - se você tiver alguma sugestão de como esse - documento pode ser melhorado, sinta-se a vontade para enviar - suas sugestões por e-mail para o &a.faq;. - - O que é FreeBSD? + O que é o FreeBSD? - Em síntese, FreeBSD é um sistema - operacional UN*X-like para - plataformas i386 e Alpha/AXP, baseado no - 4.4BSD-Lite da Universidade da - Califórnia em Berkeley, com alguns aprimoramentos - adotados do 4.4BSD-Lite2. O FreeBSD - também é baseado, indiretamente, na - conversão de William Jolitz conhecida como - 386BSD para a plataforma i386 do - Net/2 da Universidade da Califórnia, - em Berkeley; apesar que pouquíssimo código - originado do 386BSD ainda exista no FreeBSD. Uma - descrição mais abrangente do que é - FreeBSD e como o sistema funciona, pode ser encontrada na - página - principal do FreeBSD. + O FreeBSD é um sistema operacional moderno para desktops, laptops, servidores e sistemas embarcados, com suporte para um grande número de plataformas. - O FreeBSD é amplamente utilizado por empresas, - Provedores de Serviço Internet, pesquisadores, - profissionais de informática, estudantes e - usuários domésticos no mundo todo, para - trabalho, educação e - recreação. Alguns destes exemplos podem ser - observados na Galeria - FreeBSD,. + Ele é baseado no sistema 4.4BSD-Lite da U.C. de Berkeley, com algumas melhorias oriundas do 4.4BSD-Lite2. Ele também se baseia indiretamente no port para i386 feito por William Jolitz do sistema Net/2 da U.C. Berkeley, conhecido como 386BSD, embora muito pouco do código original do 386BSD ainda esteja presente. - Para informações mais detalhadas sobre o - FreeBSD, por favor, leia o &a.ptbr.p.handbook;. + O FreeBSD é usado por empresas, provedores de serviços de Internet, pesquisadores, profissionais da computação, estudantes e usuários domésticos em todo o mundo em seu trabalho, educação e recreação. + + Para informações mais detalhadas sobre o FreeBSD, consulte o Manual do FreeBSD. - Qual o objetivo do Projeto FreeBSD? + Qual é o objetivo do projeto FreeBSD? - O objetivo do Projeto FreeBSD é oferecer - software que possa ser - utilizado para qualquer finalidade e sem - obrigações anexadas à esse - código. Muitos de nós investimos - significantemente no código (e no projeto como um - todo), e com certeza não nos importaríamos - em receber algum tipo de compensação - financeira neste momento ou qualquer outro no futuro, mas - ninguém no projeto insistirá nisso. - Acreditamos que a nossa primeira e mais importante - missão é oferecer código para toda e - qualquer pessoa, que possa ser utilizado para qualquer - propósito, de forma que esse código - ofereça o maior número possível de - benefícios e formas de uso. Nós acreditamos - que este é um dos objetivos fundamentais do - Software Livre, e é - um dos quais nós apoiamos com entusiasmo. - - O código fonte em nossa árvore que - é distribuído sob a Licença - Pública Geral GNU (GPL) ou sob a - Licença Pública Geral de Bibliotecas GNU - (LGPL) inclue, pode-se dizer, algumas - obrigações anexadas a ele; contudo tais - restrições visam garantir o acesso livre a - esse código, e não o contrário. - Devido à complexidades adicionais que envolvem a - utilização comercial de software licenciado - sob GPL, nós procuramos substituir tais softwares - sob a mais relaxada licença - de direito autoral FreeBSD sempre que - possível;. + O objetivo do Projeto FreeBSD é fornecer um sistema operacional de propósito geral estável e rápido que possa ser usado para qualquer propósito sem restrições. - A licença FreeBSD tem alguma - restrição? + A licença do FreeBSD tem alguma restrição? - Sim. Entrentanto, essas restrições - não definem regras a respeito de como o - código deve ser utilizado, mas de como você - deve tratar o Projeto FreeBSD ao utilizar código - distribuído pelo mesmo. Se você tem - sérias dúvidas sobre o licençiamento, - sinta-se a vontade para ler a - licença. Para os meramente curiosos, a - licença pode ser resumida em: + Sim. Essas restrições não controlam como o código é usado, mas como tratar o próprio projeto FreeBSD. A licença em si está disponível em licença e pode ser resumida da seguinte forma: - Não alegue que o código foi escrito - por você. + Não reivindique que você escreveu o sistema. - Não nos processe se o código - falhar. + Não nos processe se ele quebrar. + + + Não remova ou modifique a licença. + + + Muitos de nós têm um investimento significativo no projeto e certamente não nos importaríamos com uma pequena compensação financeira de vez em quando, mas nós definitivamente não insistimos nisso. Acreditamos que a nossa primeira e principal missão é fornecer código a todos os participantes, e para qualquer finalidade, para que o código obtenha o maior uso possível e forneça o maior benefício possível. Este, acreditamos, é um dos objetivos mais fundamentais do Software Livre e um dos que apoiamos entusiasticamente. + + O código em nosso repositório de código-fonte que se enquadra na Licença Pública Geral GNU (GPL) ou na Licença Pública Geral da Biblioteca GNU (LGPL) vem com algumas restrições adicionais, ainda que sejam no sentido de forçar o acesso, em vez do habitual oposto. Devido às complexidades adicionais que podem surgir no uso comercial de um software GPL, nós nos esforçamos para substituir tais softwares por outros sob a Licença FreeBSD que é menos restritiva, sempre que possível. - O FreeBSD pode substituir meu sistema operacional - atual? + O FreeBSD pode substituir meu sistema operacional atual? - Para maioria das pessoas, sim. Mas essa não - é uma pergunta tão simples assim. + Para a maioria das pessoas, sim. Mas esta questão não é assim tão simples. - A maioria das pessoas, na verdade, não utiliza - um sistema operacional. As aplicações - utilizadas pelos usuários é que realmente - usam o sistema operacional. O FreeBSD é projetado - de forma a oferecer um ambiente robusto e completo para as - aplicações. Suporta uma enorme variedade de - navegadores internet, de suítes de - escritório, clientes de e-mail, programas de - manipulação gráfica, ambientes de - programação, servidores e serviços de - rede, e praticamente tudo mais que você pode - desejar. A maioria destas aplicações podem - ainda ser gerenciadas através da Coleção - de Ports. + A maioria das pessoas não usa um sistema operacional. Elas usam aplicativos. São os aplicativos que realmente usam o sistema operacional. O FreeBSD é projetado para fornecer um ambiente robusto e completo para aplicativos. Ele suporta uma grande variedade de navegadores da web, pacotes de escritório, leitores de e-mail, programas gráficos, ambientes de programação, servidores de rede e muito mais. A maioria destes aplicativos pode ser gerenciada através da Coleção de Ports. - Em circunstâncias nas quais precise usar uma - aplicação disponível apenas para um - determinado sistema operacional, não é - possível substituir aquele sistema operacional. - Entretanto, há uma boa chance que alguma - aplicação similar à que você - precisa, exista para FreeBSD. Se você quer ter, - desde um sólido conjunto de - aplicações para escritório, - até um robusto e altamente escalável - servidor Internet, ou simplesmente uma - estação de trabalho confiável, onde - você possa realizar seu trabalho sem - interrupções, FreeBSD provavelmente vai - suprir todas as suas necessidades. Inúmeras - pessoas pelo mundo todo, desde usuários novatos - à administradores de sistemas UNIX experientes usam - FreeBSD como seu único sistema operacional para - desktop. + Se um aplicativo estiver disponível apenas para um determinado sistema operacional, esse sistema operacional não poderá ser substituído. No entanto é provável que exista um aplicativo muito semelhante no FreeBSD. Seja como um sólido servidor corporativo, um servidor de Internet ou ainda uma confiável estação de trabalho, o FreeBSD quase certamente fará tudo o que você precisa. Muitos usuários de computador ao redor do mundo, incluindo novatos e experientes administradores UNIX, usam o FreeBSD como seu único sistema operacional de desktop. - Se você está migrando para FreeBSD a - partir de algum outro ambiente UNIX, provavelmente - já sabe quase tudo o que precisa pra começar - a se envolver com o sistema. Entretanto, se o seu - histórico em computação envolveu - somente sistemas operacionais baseados em ambientes - gráficos como Windows e antigos Mac OS, será - necessário investir algum tempo a mais aprendendo a - maneira UNIX de fazer as coisas. Este - FAQ e o &a.ptbr.p.handbook; - são excelentes formas de começar sua - jornada. + Os usuários que migrarem para o FreeBSD vindos de outro ambiente UNIX-like irão achar o FreeBSD bastante similar. Os usuários de Windows e do Mac OS podem se interessar em usar o TrueOS, uma distribuição de desktop baseada no FreeBSD. Os usuários que não estão habituados ao uso de sistemas UNIX devem investir algum tempo adicional aprendendo a maneira de fazer as coisas no UNIX. Este FAQ e o Manual do FreeBSD são excelentes lugares para iniciar. - Por que o sistema se chama FreeBSD? + Por que ele é chamado de FreeBSD? - Pode ser utilizado sem nenhum encargo - monetário, inclusive para uso comercial. + Pode ser usado gratuitamente, até mesmo por usuários comerciais. - O código fonte completo do sistema - operacional é livremente distribuído, e - pode ser adquirido gratuitamente. O menor - número possível de - restrições foram colocadas sobre o uso - do sistema, sua distribuição e sua - incorporação à outro projeto - (comercial ou não). + O código fonte completo do sistema operacional está disponível gratuitamente, e foram colocadas restrições mínimas sobre seu uso, distribuição e incorporação em outro trabalho (comercial ou não comercial). - Qualquer pessoa que tiver feito alguma - correção ou aprimoramento do - código do sistema pode livremente enviar suas - alterações e ter seu código - adicionado à árvore de código - fonte do sistema (obviamente sujeito a prévias - análises). + Qualquer pessoa que tenha uma melhoria ou correção de bug está livre para enviar seu código e para adicioná-lo ao repositório de código-fonte (sujeito a uma ou duas provisões óbvias). - É importante ressaltar que a palavra de origem - inglesa free em português pode ser - traduzida como livre e - gratuito. Além disso, a palavra - free está sendo usada aqui com dois - significados: sem custo e você - pode fazer o que quiser. Free no - nome do sistema operacional remete aos dois significados - da palavra. O sistema pode ser utilizado sem - nenhum custo, e pode ser utilizado da - forma que você quiser. Exceto por algumas - poucas coisinhas que você não pode fazer com - o FreeBSD (por exemplo, fingir que foi você quem o - escreveu), você pode realmente fazer o que bem - entender com o sistema. + Vale ressaltar que a palavra free está sendo usada de duas formas aqui: uma que significa sem custo (grátis) e a outra que significa faça o que quiser (Livre). Fora uma ou duas coisas que você não pode fazer com o código do FreeBSD, por exemplo, fingir que você o escreveu, você pode realmente fazer o que quiser com ele. + + Quais são as diferenças entre o FreeBSD, o NetBSD, o OpenBSD e os outros sistemas operacionais BSD de código aberto? + + + + O James Howard escreveu uma boa explicação da história e das diferenças entre os vários projetos BSD, chamada A árvore genealógica do BSD, a qual é uma boa forma de responder a esta pergunta. Algumas das informações estão desatualizadas, mas a parte da história em particular permanece precisa. + + A maioria dos BSDs compartilha patches e códigos, até hoje. Todos os BSDs descendem dos mesmos ancestrais. + + Os objetivos de design do FreeBSD estão descritos em , acima. Os objetivos de design dos outros BSDs mais populares podem ser resumidos da seguinte forma: + + + + O OpenBSD visa a segurança do sistema operacional acima de tudo. A equipe do OpenBSD escreveu o ssh1 e o pf4, os quais foram portados para o FreeBSD. + + + + O NetBSD pretende ser facilmente portado para outras plataformas de hardware. + + + + O DragonFly BSD é um fork do FreeBSD 4.8 o qual desenvolveu muitas características interessantes ao longo dos anos, incluindo o sistema de arquivos HAMMER e o suporte para vkernels no modo de usuário. + + + + + + - Qual a versão mais recente do FreeBSD? + Qual é a última versão do FreeBSD? - A versão &rel.current; - é a versão RELEASE mais - recente; lançada em &rel.current.date;. Esta - também é a versão - STABLE mais recente. + A qualquer momento no desenvolvimento do FreeBSD, podem existir vários branches paralelos. As releases 11.X são geradas a partir da branch 11-STABLE e as releases 10.X são geradas a partir do branch 10-STABLE. - Resumidamente, -STABLE é a - série voltada para Provedores de Serviço de - Internet, usuários corporativos, ou qualquer - usuário que deseje estabilidade e um número - mínimo de alterações e novas - características adotadas do - snapshot - -CURRENT. Lançamentos podem - vir de qualquer um dos ramos de desenvolvimento; a - série -CURRENT, todavia, - deveria ser utilizada apenas por usuários - preparados para um ambiente em constante - modificação, instável em muitas de - suas características e extremamente sem garantias - (ao menos, quando comparado ao - -STABLE). + Até o lançamento da versão 9.0, a série 10.X era a conhecida como -STABLE. No entanto, a partir da 12.X, a branch 10.X será designada para um status de suporte estendido e passará a receber apenas correções para problemas maiores, como as correções relacionadas à segurança. - Lançamentos são realizados de alguns em alguns meses. - Muitos usuários mantém o código fonte - de seus sistemas em mais sincronia com a árvore de - desenvolvimento do FreeBSD (veja as perguntas sobre FreeBSD-CURRENT e FreeBSD-STABLE) que isto, fazer - isto é uma demonstração de interesse - e compromisso visto que o código fonte sofre - constantes modificações. + A versão 11.2 é a última release da branch 11-STABLE; ela foi lançada em junho de 2018. A versão 10.4 é a release mais recente da branch 10-STABLE; e foi lançada em outubro de 2017. + + As releases são liberadas a cada poucos meses. Embora muitas pessoas se mantenham mais que isso por meio do código fonte do FreeBSD (veja as perguntas em FreeBSD-CURRENT e FreeBSD-STABLE ), esta periodicidade está mais para um compromisso, já que o código fonte é um alvo em movimento. + + Mais informações sobre as releases do FreeBSD podem ser encontradas na página de Engenharia de Releases e em release7. - O que é FreeBSD-CURRENT? + O que é o FreeBSD-CURRENT? - FreeBSD-CURRENT - é a versão de desenvolvimento do sistema - operacional, que brevemente se tornará a - série 5.0-RELEASE. Exatamente - por ser uma série de desenvolvimento, e portanto - sem garantias de estabilidade, o uso desse sistema - operacional é de interesse exclusivo de - desenvolvedores que trabalham no sistema, usuários - extremamente experientes que acompanham e analisam - (testam) o novo sistema ou daqueles que o fazem por - hobby. Veja a seção - relevante no &a.ptbr.p.handbook;. + O FreeBSD-CURRENT é a versão de desenvolvimento do sistema operacional, que no devido tempo se tornará o novo branch FreeBSD-STABLE. Como tal, ele é recomendado apenas para os desenvolvedores que trabalham no sistema e usuários amadores obstinados. Consulte a seção relevante no Handbook para detalhes sobre como executar o -CURRENT. - Se você não tem familiaridade com o - sistema operacional, não é um usuário - experiente ou não consegue distinguir a - diferença entre um problema de verdade e um - problema temporário, então é - desaconselhável que você use o - FreeBSD-CURRENT. Essa série, as vezes, evolui de - forma extremamente rápida, e pode se tornar - extremamente instável e subutilizável por - vários dias seguidos. Usuários do - FreeBSD-CURRENT devem ser capazes de analisar qualquer - problema no sistema, e apenas relatar a falha se o - problema tratar-se de um erro ou um engano no - desenvolvimento do mesmo ao invés de - pequenos problemas temporários de - instabilidade - (glitches). - Perguntas sobre o porquê de make world - produzir erros a respeito de grupos são - devidamente ignoradas ou escrachadas na lista de - discussão da série -CURRENT. + Usuários não familiarizados com o FreeBSD não devem usar o FreeBSD-CURRENT. Este branch às vezes evolui muito rapidamente e, devido a um erro, pode ser difícil de compilá-lo às vezes. Espera-se que as pessoas que usam o FreeBSD-CURRENT possam analisar, depurar e reportar problemas. - Diariamente, snapshots - são lançados baseados no estado atual de - desenvolvimento dos ramos -CURRENT e -STABLE. Atualmente, - distribuições ocasionais de - snapshots estão - sendo disponibilizadas. Os objetivos por trás do - lançamento de cada - snapshot são: + As snapshot releases do FreeBSD são disponibilizadas com base no estado atual das branchs -CURRENT e -STABLE. Os objetivos por trás de cada release de snapshot são: - Testar a versão mais recente do programa de - instalação. + Testar a versão mais recente do software de instalação. - Dar a oportunidade para aqueles que querem usar o - -CURRENT ou o -STABLE - mas não tem tempo ou - não tem uma conexão Internet - rápida o suficiente para estarem diariamente - sincronizados com a versão mais atualizada do - código no projeto. + Para que as pessoas que gostariam de executar o -CURRENT ou o -STABLE mas que não têm tempo ou largura de banda para acompanhá-lo no dia-a-dia tenham uma maneira fácil de instalá-las em seus sistemas. - Manter um ponto de referência fixo, em - relação ao código em - desenvolvimento e o código disponível - até então, para o caso de nós - seriamente quebrarmos alguma coisa. - (Embora CVS normalmente previna que desastres - horríveis como este aconteçam :) + Para preservar um ponto de referência fixo para o código em questão, apenas no caso de quebrarmos algo de forma muito seria depois. (Embora o Subversion normalmente previna que uma coisa horrível como esta ocorra). - Garantir que todas as novas características - e funções do sistema que precisem ser - testadas, tenham o maior número possível - de pessoas potencialmente testando-as. + Para garantir que todos os novos recursos e correções que precisam de testes tenham contato o maior número possível de testadores em potencial. - Sob nenhuma circunstância, nenhum - snapshot -CURRENT pode ser - considerado software de qualidade de - produção para qualquer que seja o - propósito, e por mais maduro que o código - -CURRENT atual possa parecer. Se a intenção - é usar um sistema estável e completamente - testado, você deverá usar apenas - lançamentos, ou - snapshots do ramo - -STABLE. + Não temos a pretensão de que qualquer snapshot -CURRENT possa ser considerado com qualidade de produção para qualquer finalidade. Se você necessita de um sistema estável e totalmente testado, limite-se ao uso das releases completas. - Os snapshots - lançados podem ser diretamente acessados em - ftp://current.FreeBSD.org/pub/FreeBSD/ para a - série 5.0-CURRENT e em - releng4.FreeBSD.org para - snapshots da série - 4-STABLE. Snapshots para a - série 3-STABLE não estão sendo - produzidos na data em que este documento foi escrito (Maio - de 2000). + As snapshots releases estão disponíveis em snapshot. - Normalmente, os snapshots são gerados uma vez - ao dia, para todas as séries em desenvolvimento - ativo. + Os snapshots oficiais são gerados regularmente para todas as branchs ativamente desenvolvidas. - Qual o conceito por trás do - FreeBSD-STABLE? + Qual é o conceito do FreeBSD-STABLE? - Nos primórdios do projeto quando o FreeBSD - 2.0.5 foi lançado, a árvore de - desenvolvimento do sistema foi dividida em dois ramos. Um - ramo foi chamado -STABLE - e o outro -CURRENT. - O FreeBSD-STABLE é direcionado para Provedores de - Serviços de Internet e para outros empreendimentos - comerciais que não pretendem conviver com - mudanças bruscas ou testar novas - características experimentais do sistema. Ele - recebe apenas código que tenha sido totalmente - testado, correções de problemas e outras - pequenas inovações incrementais. O - FreeBSD-CURRENT, por outro lado, tem sido uma linha sem - interrupções visando ao 5.0-RELEASE (e - além) desde o lançamento 2.0. Se uma - pequena ilustração em arte ASCII ajudasse, - isto seria o que pareceria: + De volta quando o FreeBSD 2.0.5 foi lançado, o desenvolvimento do FreeBSD se ramificou em dois. Um ramo (branch) foi nomeado -STABLE, um -CURRENT. O FreeBSD-STABLE é o branch de desenvolvimento a partir do qual os releases principais são feitos. Mudanças entram nesta branch em um ritmo mais lento e com a suposição geral de que eles foram testados primeiro no FreeBSD-CURRENT. No entanto, a qualquer momento, o código fonte para o FreeBSD-STABLE pode ou não ser adequado para uso geral, devido a descoberta de bugs e/ou outros casos específicos que ainda não foram encontrados no FreeBSD-CURRENT. Usuários que não possuem recursos para realizar testes devem, ao invés disso, executar a release mais recente do FreeBSD. O FreeBSD-CURRENT, por outro lado, tem sido uma linha continua desde que o 2.0 foi lançado, levando em direção ao 11.2-RELEASE e além. Para obter informações mais detalhadas sobre branchs, consulte Engenharia de Releases do FreeBSD: Criando uma Release Branch, o status dos branches e o cronograma para releases futuros podem ser encontrados na página de informações da Engenharia de Release. + A 11.2-STABLE é a branch -STABLE desenvolvida ativamente. O último release na branch 11.2-STABLE é a 11.2-RELEASE, lançado em junho de 2018. - 2.0 - | - | - | [2.1-STABLE] - *BRANCH* 2.0.5 -> 2.1 -> 2.1.5 -> 2.1.6 -> 2.1.7.1 [2.1-STABLE termina] - | (Mar 1997) - | - | - | [2.2-STABLE] - *BRANCH* 2.2.1 -> 2.2.2-RELEASE -> 2.2.5 -> 2.2.6 -> 2.2.7 -> 2.2.8 [fim] - | (Mar 1997) (Out 97) (Abr 98) (Jul 98) (Dez 98) - | - | - 3.0-SNAPs (inicio Q1 1997) - | - | - 3.0-RELEASE (Out 1998) - | - | [3.0-STABLE] - *BRANCH* 3.1-RELEASE (Fev 1999) -> 3.2 -> 3.3 -> 3.4 -> 3.5 -> 3.5.1 - | (Mai 1999) (Set 1999) (Dez 1999) (Jun 2000) (Jul 2000) - | - | [4.0-STABLE] - *BRANCH* 4.0 (Mar 2000) -> 4.1 -> 4.1.1 -> 4.2 -> 4.3 -> 4.4 -> ... Lançamentos 4.x futuro ... - | - | (Jul 2000) (Set 2000) (Nov 2000) - \|/ - + - [5.0-CURRENT continua] - - - O ramo 2.2-STABLE saiu de produção com o - lançamento 2.2.8. O ramo 3-STABLE saiu de - produção com o lançamento 3.5.1, que - foi também o último -RELEASE 3.X. As - únicas modificações ainda realizadas - em quaisquer destes ramos são praticamente - relacionados apenas à correções de - segurança. - - O 4-STABLE é o ramo -STABLE em desenvolvimento - ativo. A versão mais recente da série - 4-STABLE é &rel.current;-RELEASE, lançada em - &rel.current.date;. - - O ramo 5-CURRENT está lentamente progredindo - para o que se tornará o FreeBSD 5.0-RELEASE e - além. Veja O que é - FreeBSD-CURRENT? para obter mais - informações sobre este ramo. + O 12-CURRENT é a branch -CURRENT desenvolvida ativamente para a próxima geração do FreeBSD. Veja O que é o FreeBSD-CURRENT? para mais informações sobre esta branch. - Quando são realizados lançamentos - FreeBSD? + Quando são realizados os lançamentos de novas versões do FreeBSD? - O &a.re; lança uma nova versão do - FreeBSD, em média, a cada 4 meses. As datas de - lançamento são anunciadas com uma certa - antecedência, de forma que os desenvolvedores - trabalhando no sistema saibam quando seus projetos - precisam estar terminados e testados. Um período - de testes antecede cada novo lançamento, de forma a - garantir que a adição de novas - características não comprometa a - estabilidade do lançamento. Muitos usuários - consideram tais precauções uma das - principais vantagens do projeto FreeBSD, mesmo admitindo - que, as vezes, esperar que as novidades sejam adotadas - pelo ramo -STABLE possa ser um pouco frustante. + A Equipe de Engenharia de Releases (Release Engineering Team) re@FreeBSD.org lança uma nova versão principal do FreeBSD a cada 18 meses e uma nova versão secundária a cada 8 meses, em média. As datas de lançamento são anunciadas com bastante antecedência, para que as pessoas que trabalham no sistema saibam quando seus projetos precisam ser finalizados e testados. Um período de teste precede cada lançamento, para garantir que a adição de novos recursos não comprometa a estabilidade do lançamento. Muitos usuários consideram este cuidado como uma das melhores coisas do FreeBSD, apesar de que a espera para que todas as novidades mais recentes sejam disponibilizadas no -STABLE possa ser um pouco frustrante. - Mais informações sobre o processo de - engenharia de lançamento (incluindo a - programação de novos lançamentos) - podem ser obtidas nas páginas de engenharia - de lançamento no sítio WWW do - FreeBSD. + Maiores informações sobre o processo de engenharia de releases (incluindo a programação das releases futuros) podem ser encontradas na página engenharia de release no site do FreeBSD. - Para as pessoas que precisam, ou desejam um pouco mais - de emoção, - snapshots binários - são feitos diariamente como discutido acima. + Para aquelas pessoas que precisam ou querem um pouco mais de emoção, os snapshots binários são disponibilizados semanalmente, como discutido acima. - Quem é responsável pelo FreeBSD? + Quem é responsável pelo FreeBSD? - As principais decisões relacionadas ao Projeto - FreeBSD, como os objetivos e direção geral - do projeto, e quem tem permissão para adicionar - código à árvore de código, - são tomadas por um grupo - central (core team) composto - de 9 pessoas. Existe um grupo muito maior, composto de - mais de 200 desenvolvedores, denominados committers, - que tem autorização para fazer - alterações diretamente na árvore de - código do FreeBSD. + As principais decisões relativas ao projeto FreeBSD, tais como a direção geral do projeto e quem tem permissão para adicionar código ao repositório de código fonte, são feitas por meio de um core team de 9 pessoas. Existe uma equipe muito maior, com mais de 350 committers que estão autorizados a fazer alterações diretamente na árvore de fontes do FreeBSD. - Entretanto, a maioria das alterações - não triviais são previamente discutidas nas - listas de - discussões, e não existe - restrição quanto a quem pode participar das - discussões. + No entanto, a maioria das alterações não-triviais é discutida com antecedência nas listas de discussão, e não há restrições sobre quem pode participar da discussão. Onde posso obter o FreeBSD? - Todo lançamento significativo do FreeBSD - está disponível via FTP anônimo no - sítio - FTP do Projeto FreeBSD: + Every significant release of FreeBSD is available via + anonymous FTP from the FreeBSD + FTP site: - Para obter o lançamento 3.X-STABLE - corrente, 3.5.1-RELEASE, veja diretório - 3.5.1-RELEASE. + O último release da série 11-STABLE, o 11.2-RELEASE, pode ser encontrado no diretório 11.2-RELEASE. - O lançamento 4-STABLE corrente, - &rel.current;-RELEASE pode ser encontrado no diretório - &rel.current;-RELEASE. + Mensalmente são produzidos snapshot releases para as branchs -CURRENT e -STABLE, as quais destinam-se primariamente ao uso por parte dos desenvolvedores e testadores. - Snapshots - 4.X são normalmente criados uma vez - ao dia. + O último release da série 10-STABLE, o 10.4-RELEASE, pode ser encontrado no diretório 10.4-RELEASE. - - - Lançamentos Snapshot - 5.0 são feitos uma vez ao dia no ramo - -CURRENT, útil - apenas tanto para aqueles que gostam de viver no - limite quanto para aqueles que precisam usar a - versão mais recente possível com todas - as últimas características; sejam pessoas - conduzindo testes ou desenvolvedores. - - Informação sobre como obter o FreeBSD em - CD, DVD, e outras mídias, pode ser encontrada no - &a.ptbr.p.handbook;. + Informações sobre como obter o FreeBSD em CD, DVD e outras mídias podem ser encontradas no Handbook. - Como eu acesso o banco de dados de Relatórios - de Problemas? + Como acesso o banco de dados dos Relatórios de Problemas? - A base de dados de Relatórios de Problemas - é um banco de pedidos de alterações - realizados pelos usuários. Todos os pedidos de - alteração já realizados podem ser - consultados (ou novos submetidos) através de - nossas interfaces PR WWW para submeter - (novos pedidos) e consultar - (já submetidos). - O comando &man.send-pr.1; também pode ser usado - para submeter relatórios de problema e pedidos - de alteração por meio de correio - eletrônico. + O banco de dados com os Relatórios de Problemas contendo todas as solicitações de mudança enviadas pelos nossos usuários pode ser consultado usando nossa interface web de consulta de PRs. - Antes de enviar um relatório de problema, por - favor, leia o artigo Escrevendo - Relatórios de Problemas para o FreeBSD, - que dá boas dicas de como escrever um bom - relatório de problema. - - + A interface web de envio de relatórios de problemas pode ser usada para enviar relatórios de problemas através de um navegador. - - - Como eu me torno um espelho do sítio WWW - FreeBSD? - - - - Existam várias formas de espelhar o - sítio WWW do FreeBSD. - - - - Você pode obter os arquivos já - formatados a partir de um servidor CVSup FreeBSD - usando o aplicativo net/cvsup. O arquivo - /usr/share/examples/cvsup/www-supfile - oferece um exemplo de configuração do - CVSup para espelhar o servidor WWW do projeto - FreeBSD. - - - - Você pode obter o código fonte do - sítio WWW do projeto FreeBSD a partir de - qualquer servidor FTP do projeto usando sua ferramento - de espelhamento ftp favorita. Considere que estes - fontes devem ser processados para publicá-los - em formato WWW tradicional. Você pode - começar a espelhar o projeto a partir de ftp://ftp.FreeBSD.org/pub/FreeBSD/FreeBSD-current/www. - - + Antes de enviar um relatório de problema, leia Escrevendo Relatórios de Problemas do FreeBSD, um artigo sobre como escrever bons relatórios de problemas. - - - - Que outras fontes de informações sobre o - FreeBSD existem? - - - - Por gentileza, queira verificar a lista de Documentação - no sítio WWW principal FreeBSD. - - - Documentação e Suporte + Documentação e Suporte - Quais bons livros existem sobre FreeBSD? + Quais os livros existentes sobre o FreeBSD? - O projeto FreeBSD produz um grande número de - documentos disponíveis em http://www.FreeBSD.org/docs.html. - Além destes, outros livros recomendados são - referenciados nas Bibliografias disponíveis ao - final deste FAQ e do - &a.ptbr.p.handbook;. + O projeto produz uma ampla gama de documentação, disponível on-line a partir deste link: https://www.FreeBSD.org/docs.html. Além disso, a referência bibliográfica no Handbook referencia outros livros recomendados. - A documentação está - disponível em outros formatos, como texto puro - (ASCII) ou Postscript? + A documentação está disponível em outros formatos, tais como texto simples (ASCII) ou PostScript? - Claro. A documentação pode ser obtida - em uma variedade de formatos e opções de - compressão no servidor FTP do FreeBSD, sob o - diretório /pub/FreeBSD/doc/. + Sim. A documentação está disponível em vários formatos diferentes e esquemas de compressão no site FTP do FreeBSD, no diretório /pub/FreeBSD/doc/. - A documentação é organizada em - diversas categorias, como: + A documentação é categorizada de várias maneiras diferentes. Que incluem: - O nome do documento, como faq - ou &a.ptbr.p.handbook;. + O nome do documento, tais como como faq ou handbook. - A codificação e língua do - conteúdo do documento. Tal - categorização é baseada nos nomes - de localização, que podem ser - encontrados sob /usr/share/locale - no seu FreeBSD. Atualmente existem documentos nas - seguintes línguas e - codificações: + A linguagem e codificação do documento. Estes são baseados nos nomes de local encontrados sob o diretório /usr/share/locale em um sistema FreeBSD. Os idiomas e codificações atuais são os seguintes: - + Nome Significado - en_US.ISO8859-1 - Inglês Americano + Inglês (Estados Unidos) + bn_BD.ISO10646-1 + + Bengali ou Bangla (Bangladesh) + + + + da_DK.ISO8859-1 + + Dinamarquês (Dinamarca) + + + de_DE.ISO8859-1 - Alemão + Alemão (Alemanha) - es_ES.ISO8859-1 + el_GR.ISO8859-7 - Espanhol + Grego (Grécia) + + es_ES.ISO8859-1 + Espanhol (Espanha) + + fr_FR.ISO8859-1 - Francês + Francês (França) + hu_HU.ISO8859-2 + + Húngaro (Hungria) + + + + it_IT.ISO8859-15 + + Italiano (Itália) + + + ja_JP.eucJP - Japonês (codificação - EUC) + Japonês (Japão, codificação EUC) + ko_KR.UTF-8 + + Coreano (Coreia, codificação UTF-8) + + + + mn_MN.UTF-8 + + Mongol (Mongólia, codificação UTF-8) + + + + nl_NL.ISO8859-1 + + Holandês (Holanda) + + + + pl_PL.ISO8859-2 + + Polonês (Polônia) + + + + pt_BR.ISO8859-1 + + Português (Brasil) + + + ru_RU.KOI8-R - Russo (codificação - KOI8-R) + Russo (Rússia, codificação KOI8-R) + - zh_TW.Big5 + tr_TR.ISO8859-9 - Chinês (codificação - Big5) + Turco (Turquia) + + + zh_CN.UTF-8 + + Chinês Simplificado (China, codificação UTF-8) + + + + zh_TW.UTF-8 + + Chinês Tradicional (Taiwan, codificação UTF-8) + - Alguns documentos podem não estar - disponíveis em todas as - línguas. + Alguns documentos podem não estar disponíveis em todos os idiomas. - Formato da documentação. A - documentação é produzida em - vários formatos. Cada qual com suas vantagens - e desvantagens. Alguns formatos são mais - apropriados para leitura on-line, enquanto outros - são mais agradéveis estéticamente - em formato impresso. Disponibilizar a - documentação em todos estes formatos, - garante que os leitores poderão sempre ler os - trechos de seu interesse, tanto no monitor do seu - computador quanto em papel impresso. Atualmente os - formatos disponíveis são: + O formato do documento. Produzimos a documentação em vários formatos de saída diferentes. Cada formato tem suas próprias vantagens e desvantagens. Alguns formatos são mais adequados para leitura on-line, enquanto outros estão formatados para serem,esteticamente agradáveis ​​quando impressos em papel. A disponibilização da documentação em diversos formatos garante que os nossos leitores possam ler as partes nas quais estão interessados, seja em seu monitor ou em papel após imprimi-los documentos. Os formatos disponíveis atualmente são: - + Formato Significado html-split - Uma série de pequenos documentos - HTML, devidamente ligados. + Uma coleção de pequenos arquivos HTML vinculados. html - Um único grande arquivo HTML - contendo todo o documento. + Um grande arquivo HTML contendo o documento inteiro - pdb - - Formato de banco de dados pra Palm Pilot, - para ser usado com o visualizador iSilo. - - - pdf - PDF (Formato de Documento - Portável) da Adobe + Formato de documento portátil da Adobe ps - Postscript + PostScript rtf - RTF (Formato de Texto Enriquecido) da - Microsoft - A númeração de - página não é - automaticamente atualizada quando este - tipo de arquivo é aberto no Word. - Digite CTRLA, - CTRLEND, - F9 depois de abrir o - documento no Word, para atualizar a - numeração das - páginas. - - + Rich Text Format da Microsoft txt - Texto puro + Texto simples + + + Números de página não são atualizados automaticamente ao carregar o formato Rich Text no Word. Pressione CtrlA, CtrlEnd , F9 após carregar o documento, para atualizar os números das páginas. + - As técnicas de compressão e - empacotamento dos arquivos. Atualmente, 3 destes - formatos estão em uso: + O esquema de compactação e empacotamento. - Para o formato html-split, - os arquivos são todos empacotados com - &man.tar.1;. O resultado é um arquivo - .tar que é - posteriormente comprimido usando as - técnicas de compressão detalhadas a - seguir. + Where the format is + html-split, the files are + bundled up using tar1. The resulting + .tar is then compressed + using the compression schemes detailed in the next + point. - Todos os outros formatos geram apenas um - arquivo, nomeado - book.formato - (por exemplo, book.pdb, - book.html, e outros). + Todos os outros formatos geram um único arquivo. Por exemplo, article.pdf, book.html e assim por diante. - Estes arquivos são, então - comprimidos utilizando três técnicas - de compressão: + Esses arquivos são então compactados usando os esquemas de compactação zip ou bz2. O comando tar1 pode ser usado para descompactar esses arquivos. - - - - - Tipo - - Descrição - - - - - - zip - - Formato Zip. Se você quiser - descomprimir este formato no FreeBSD, - será necessário instalar o - port archivers/unzip - antes. - - - - gz - - Formato GNU Zip. Para descomprimir - estes arquivos, use o comando - &man.gunzip.1; que faz parte do - FreeBSD. - - - - bz2 - - Formato BZip2. Esse formato é - menos popular que os outros, mas - geralmente produz arquivos menores. - Instale o port - archivers/bzip2 - para descomprimir arquivos deste - formato. - - - - - - Portanto, o &a.ptbr.p.handbook; em formato - Postscript comprimido com o BZip2 será - armazenado como book.ps.bz2 - sob o diretório - handbook/. + Portanto, a versão PostScript do Handbook, compactada usando bzip2 será armazenada em um arquivo chamado book.ps.bz2 no diretório handbook/. - - - A documentação formatada - está disponível ainda como um pacote - FreeBSD. - - Após escolher o formato e o mecanismo de - compressão, você deve decidir se vai ou - não pegar o documento em formato de - pacote FreeBSD. + Depois de escolher o formato e o mecanismo de compactação, baixe os arquivos compactados, descompacte-os e copie os documentos para um lugar apropriado. - A vantagem de baixar e instalar os pacotes é - que a documentação pode então ser - gerenciada usando os comandos de gerenciamento de pacotes - FreeBSD, como &man.pkg.add.1; e &man.pkg.delete.1;. + Por exemplo, a versão split HTML do FAQ, compactada usando bzip2 1, pode ser encontrada em doc/en_US.ISO8859-1/books/faq/book.html-split.tar.bz2 Para baixar e descompactar esse arquivo, digite: - Se decidir baixar e instalar o pacote, então - você deve conhecer o nome do arquivo antes de - começar. Os arquivos de - documentação-como-pacotes estão - estocados em um diretório chamado - packages. Cada arquivo de pacote - segue o padrão de nome - document-name.lang.encoding.format.tgz. + # fetch https://download.freebsd.org/ftp/doc/en_US.ISO8859-1/books/faq/book.html-split.tar.bz2 +# tar xvf book.html-split.tar.bz2 - Por exemplo, o FAQ, em - língua Inglesa e formato PDF, estará no - pacote de nome - faq.en_US.ISO8859-1.pdf.tgz. - - Sabendo isto, você pode usar o seguinte comando - pra instalar o pacote contendo o FAQ na - língua Inglesa e formato PDF: - - &prompt.root; pkg_add - ftp://ftp.FreeBSD.org/pub/FreeBSD/doc/packages/faq.en_US.ISO8859-1.pdf.tgz - - Depois disso, você pode usar o &man.pkg.info.1; - pra determinar onde o documento foi instalado. - - &prompt.root; pkg_info -f faq.en_US.ISO8859-1.pdf -Information for faq.en_US.ISO8859-1.pdf: - -Packing list: - Package name: faq.en_US.ISO8859-1.pdf - CWD to /usr/share/doc/en_US.ISO8859-1/books/faq -File: book.pdf - CWD to . -File: +COMMENT (ignored) -File: +DESC (ignored) - - Como pode ver, book.pdf - terá sido instalado sob - /usr/share/doc/en_US.ISO8859-1/books/faq. - - Se você preferir não usar pacotes, - será necessário baixar os arquivos - comprimidos, depois descomprimí-los e copiar os - documentos apropriados para os lugares corretos. - - Por exemplo, a versão do FAQ - dividido em vários arquivos HTML, comprimido usando - &man.gzip.1;, pode ser encontrado no arquivo - doc/en_US.ISO8859-1/books/faq/book.html-split.tar.gz. - Para baixar e descomprimir aquele arquivo, você - deveria fazer o seguinte. - - &prompt.root; fetch ftp://ftp.FreeBSD.org/pub/FreeBSD/doc/en_US.ISO8859-1/books/faq/book.html-split.tar.gz -&prompt.root; gzip -d book.html-split.tar.gz -&prompt.root; tar xvf book.html-split.tar - - Será criada, então, uma série de - arquivos .html. O principal arquivo - é chamado index.html contendo - o índice, material introdutório e links para - outras partes do documento. Posteriormente, você - pode copiar ou mover esses arquivos pra onde você - quiser. + Se o arquivo estiver compactado, o tar detectará automaticamente o formato apropriado e o descompactará corretamente, resultando em uma coleção de arquivos .html. O principal deles é chamado index.html, que conterá o sumário, o material introdutório e os links para as outras partes do documento. - Onde posso obter informações sobre as - listas de discussão FreeBSD? + Onde encontro informações sobre as listas de discussão do FreeBSD? Quais grupos de notícias do FreeBSD estão disponíveis? - Você pode encontrar uma vasta gama de - informações na seção - do &a.ptbr.p.handbook; sobre listas de - discussão. + Consulte as seções do Handbook sobre as listas de discussão e sobre os grupos de notícias. - - Que grupos de notícias (news - groups) existem sobre o FreeBSD? - - - - Informações completas podem ser - encontradas na seção - do &a.ptbr.p.handbook; sobre grupos de notícias - (newsgroups). - - - - - Existem canais de bate-papo retransmitido via Internet - (IRC) FreeBSD? + Existem canais de IRC (Internet Relay Chat) sobre o FreeBSD? - Sim, a maioria das grandes redes de bate-papo - retransmitido via Internet (IRC) tem um - canal de bate-papo sobre FreeBSD: + Sim, a maioria das redes de IRC hospedam um canal de chat do FreeBSD: - O canal #FreeBSD na EFNet - é essencialmente um fórum sobre FreeBSD, - mas não entre no canal se você procura - suporte técnico, nem se você está - procurando uma maneira de evitar a leitura de - páginas de manual ou fazer suas próprias - pesquisas. Este é essencialmente um canal de - bate-papo geral. Assuntos como sexo, esportes ou - armas nucleares são tão comuns quanto - FreeBSD no canal. Lembre-se, Você Foi Avisado! - Para conectar-se, use o servidor - irc.chat.org. + Canal #FreeBSDhelp na EFNet é um canal dedicado a ajudar usuários do FreeBSD. - O canal #FreeBSDhelp na EFNet - é dedicado a suporte e auxilio de - usuários de FreeBSD. Os participantes neste - canal são bem mais receptivos a perguntas que - os do canal #FreeBSD. + Canal #FreeBSD na Freenode é um canal de ajuda geral com muitos usuários a qualquer horário. É de conhecimento que conversas off-topic acontecem em alguns momentos, mas a prioridade é dada aos usuários com perguntas sobre o FreeBSD. Outros usuários podem ajudar com o básico, consultando o Handbook sempre que possível e fornecendo links para ajudá-lo a aprender mais sobre um determinado tópico. Este é um canal em que a comunicação ocorre primariamente em inglês, embora seja frequentado por usuários de todo o mundo. As pessoas que não são falantes nativas do inglês devem tentar fazer as suas perguntas primeiro em inglês e, em seguida, tentar nos canais ## freebsd-lang conforme apropriado. - O canal #FreeBSD na DALNET pode ser - acessado em irc.dal.net nos Estados - Unidos, e irc.eu.dal.net na - Europa. + Canal #FreeBSD na DALNET está disponível em irc.dal.net nos EUA e irc.eu.dal.net na Europa. - O canal #FreeBSD na UNDERNET pode - ser acessado em us.undernet.org nos - Estados Unidos, e eu.undernet.org - na Europa. Partindo do princípio que esse - é um canal de ajuda, esteja preparado para ler - todos os documentos a que for referido. + O canal #FreeBSD na UNDERNET está disponível em us.undernet.org nos EUA e eu.undernet.org na Europa. Como é um canal de ajuda, prepare-se para ler os documentos aos quais você for direcionado. - O canal #FreeBSD na HybNet - é um canal de ajuda. Uma - lista de servidores pode ser encontrada no sítio WWW da - HybNet. + O canal #FreeBSD na RUSNET é um canal de língua russa dedicado a ajudar os usuários do FreeBSD. Este também é um bom lugar para discussões não técnicas. - - Cada um destes canais é independente, e - exatamente por estarem em redes distintas, não - é conectada ou relacionada entre si. Os estilos de - bate-papo em cada um dos canais são bastante - distintos, pode ser necessário testar cada um para - descobrir qual á mais adequado ao seu estilo - pessoal de bate-papo. Como em toda rede de bate-papo - retransmitido via Internet (IRC), nem - considere acessar os canais se você ofende-se - facilmente ou se você não se dá bem - com muita gente jovem (e alguns bem velhos) que usam as - mais irregulares formas de escrita e - conversação possível, quase sempre - assassinando sem o menor pudor todos os princípios - verbais - de qualquer língua que seja. - - - - - - Onde eu consigo treinamento em e suporte comercial ao - FreeBSD? - - - - DaemonNews oferece treinamento em e suporte comercial - ao FreeBSD. Mais informações podem ser - obtidas no sítio WWW BSD Mall. - - FreeBSD Services oferece suporte comercial ao FreeBSD - no Reino Unido (além de vender o FreeBSD em - mídia DVD). Veja o sítio - WWW deles para maiores - informações. - - A FreeBSD Mall oferece suporte comercial ao FreeBSD. - Maiores informações podem ser obtidas no - sítio - WWW deles. - - Qualquer outra organização que - ofereça treinamento em ou suporte ao FreeBSD deve - entrar em contato com o projeto para serem listadas - aqui. - - - - - - - Instalação - NikClayton -
nik@FreeBSD.org
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- - - - - - - De qual arquivo eu devo baixar o FreeBSD da - rede? - - - - Até a versão 3.1 era necessário - apenas um disquete para instalação do - FreeBSD, o disco era o - floppies/boot.flp. Contudo, depois - que o 3.1 foi lançado, o Projeto adicionou ao - kernel genérico o - suporte a uma grande variedade de dispositivos, de forma - que ele passou a consumir mais espaço. Por este - motivo, desde a série 3.X são - necessários dois disquetes, o - floppies/kernel.flp e o - floppies/mfsroot.flp. Essas imagens - precisam ser copiadas para disquetes, usando ferramentas - como o fdimage ou o &man.dd.1;. - - Caso seja necessário baixar da rede a - distribuição do sistema (por exemplo, para - uma instalação por meio de um sistema de - arquivos DOS), você terá que obter as - seguintes estruturas da distribuição - padrão: - - - bin/ + O canal #bsdchat na Freenode é um canal de idioma chinês tradicional (codificação UTF-8) dedicado a ajudar os usuários do FreeBSD. Este também é um bom lugar para discussões não técnicas. - - - manpages/ - - - - compat*/ - - - - doc/ - - - - src/ssys.* - - Para obter instruções completas sobre o - procedimento de instalação do FreeBSD e - maiores detalhes sobre os meios de - instalação, por gentileza, consulte a seção de - instalação no - &a.ptbr.p.handbook;. - - + A wiki do FreeBSD tem uma boa lista dos canais de IRC. - - - O que eu devo fazer se as imagens de disquete - não couberem em um único disco? - - - - Um disquete de 3.5 polegadas (1,44 MB) armazena - até 1474560 bytes de dados. O tamanho da imagem de - inicialização é de exatamente 1474560 - bytes. - - Erros comuns, cometidos na - preparação dos discos de - inicialização, são: - - - - Baixar a imagem de disco via - FTP sem utilizar o modo de - transferência - binário. - - Alguns clientes de FTP - especialmente navegadores - de Internet - costumam usar por padrão o modo - de transferência ascii nas - sessões FTP, e para normalizar o arquivo de - acordo com o sistema, eles tentam alterar os - caracteres finais de cada linha do arquivo. - Invariavelmente esse comportamento resulta em baixar - uma imagem de inicialização - (boot) corrompida. - Verifique o tamanho da imagem que você tem em - mãos, se é exatamente do mesmo tamanho - da imagem no servidor. Caso o tamanho não seja - exatamente o mesmo, você - pode suspeitar do arquivo que você - baixou. - - Para garantir que esse problema não ocorra, - digite binary na prompt de - comando do seu cliente FTP, ou defina as - preferências do programa para utilizar o modo - binário. Aí sim, faça baixe da - rede a imagem de inicialização. - - - - Usar o comando copy do DOS (ou - simplesmente copiar, por meio da Interface - Gráfica do sistema) para transferir a imagem de - inicialização para o disquete. - - Programas como o copy - não vão funcionar para copiar a imagem - de inicialização direto para o disquete, - exatamente porque a imagem foi criada de forma que ela - seja carregada diretamente. A imagem tem o - conteúdo completo que o disquete deve ter, com - seus dados alocados trilha-a-trilha, e portanto - não pode ser copiado para o disquete como um - simples arquivo. Você tem que copiar a imagem - para o disquete usando alguma ferramenta de - cópia crua (raw copy, como o - fdimage ou o - rawrite) como descrito no guia de - instalação do FreeBSD. - - + Cada um destes canais são distintos e não estão conectados entre si. Como os estilos de bate-papo diferem, experimente cada um deles para encontrar um adequado ao seu estilo de bate-papo. - - Onde estão as instruções para - instalar o FreeBSD? + + Existem fóruns na web para discutir o FreeBSD? - - As instruções de - instalação do FreeBSD podem ser encontradas - na seção de - instalação do FreeBSD no - &a.ptbr.p.handbook;. + Os fóruns oficiais do FreeBSD estão localizados em https://forums.FreeBSD.org/. - - O que é preciso para usar o FreeBSD? + + Onde posso obter treinamento e suporte comercial para o FreeBSD? - Você vai precisar, no mínimo de um PC 386 - com 5MB de memória RAM e no mínimo 60 MB em - disco. Essa configuração permite o uso de - uma placa de vídeo MDA simples, mas para usar o - X11R6 é necessário uma placa de vídeo - VGA ou mais avançada. + A iXsystems, Inc. , empresa controladora do FreeBSD Mall, fornece supporte comercial para o FreeBSD e TrueOS, e também soluções de desenvolvimento e customização para o FreeBSD. - Para mais informações consulte - - + A BSD Certification Group, Inc. fornece certificações de administração do sistema para o DragonFly BSD, FreeBSD, NetBSD e OpenBSD. Consulte seu site para maiores informações. - - - Eu tenho apenas 4 MB de memória RAM. Posso - usar o FreeBSD? - - - - O FreeBSD 2.1.7 foi a última versão do - sistema que rodava com apenas 4MB de memória. A - partir do FreeBSD 2.2, é necessário no - mínimo 5MB de memória para usar o - sistema. - - Praticamente todas as versões do FreeBSD podem - rodar com 4MB de memória RAM, - contudo, a instalação do sistema operacional - não pode ser feita com apenas 4MB. Você pode - colocar mais memória para o processo de - instalação do sistema, e depois de - instalado, voltar a máquina para apenas 4MB de - memória, ou como alternativa, instale o seu disco - rígido em uma máquina com mais de 4MB, - efetue a instalação do sistema, e depois - instale o seu disco de volta na máquina com apenas - 4MB. - - O FreeBSD 2.1.7 não irá instalar em - sistemas que usam 640 Kb de memória base + 3 MB de - memória extendida. Se sua placa mãe pode - fazer o remapeamento da memória - subutilizada que vai sobrar dos 640kB da - região de 1MB, ai sim, você vai conseguir - usar o FreeBSD 2.1.7. Entre no Setup da sua BIOS, procure - a opção ``remap'' e habilite-a. Talvez - você tenha que desabilitar a opção de - ROM shadowing. Com certeza é mais fácil - você conseguir mais 4MB apenas para a - instalação, compilar um - kernel customizado e - portanto menor, e ai sim, tirar esses 4MB sobresalentes e - usar o sistema com apenas os 4MB originais. Também - é possível instalar o FreeBSD 2.0.5 e depois - atualizá-lo para o 2.1.7 com a - opção ``upgrade'' disponível no - programa de instalação do FreeBSD - 2.1.7. - - Depois de instalado o sistema, você pode - compilar um kernel - personalizado, que provavelmente irá permitir que o - sistema seja usado com 4MB de memória apenas. - Existem relatos de sucesso na utilização do - sistema com apenas 2MB de memória, contudo, nesse - caso é praticamente impossível usar alguma - outra aplicação junto ao sistema - operacional. + Quaisquer outras organizações que forneçam treinamento e suporte devem entrar em contato com o Projeto FreeBSD para serem listadas aqui. + +
- - - Como eu crio meu próprio disquete de - instalação? - + + + Instalação - - Atualmente não existe uma forma de - simplesmente criar um disco de - instalação personalizado. Para criar um - disquete personalizado você terá que preparar - todo um novo release, o qual, aí - sim, teria instruções de - instalação. + Nik Clayton
+ nik@FreeBSD.org +
+
- Para montar um release - personalizado siga as instruções do artigo - de Engenharia de - Release article. - -
+ - - O Windows 95/98 pode co-existir com o FreeBSD? + + Qual plataforma devo baixar? Eu tenho uma CPU compatível com 64 bits Intel, mas eu só encontro amd64. - Sim. Primeiro você deve instalar o seu Windows, - e depois instalar o FreeBSD. O gerenciador de - inicialização - (boot) do FreeBSD vai ser - instalado na MBR do seu disco, e vai conseguir controlar o - inicialização entre o FreeBSD e seu Windows. - Se você instalar o Windows depois do FreeBSD, a - instalação dele irá sobrescrever o - setor de inicialização - (boot) do seu disco, e - conseqüentemente seu gerenciador de - inicialização - (boot), sem avisar ou pedir - qualquer confirmação. Se esse for o caso, - leia a próxima seção. + amd64 é o termo que o FreeBSD usa para arquiteturas x86 compatíveis com 64 bits (também conhecidas como "x86-64" ou "x64"). Para a maioria dos computadores modernos você deve usar a opção amd64. Para hardware mais antigo você deve usar o i386. Ao instalar em uma arquitetura não compatível com x86, selecione a plataforma que melhor corresponda ao hardware. - - O Windows 95/98 sobrescreveu meu gerenciador de - inicialização - (boot)! Como eu instalo ele - de volta? + + Qual arquivo eu baixo para ter o FreeBSD? - Você pode reinstalar o gerenciador de - inicialização - (boot) do FreeBSD de uma - das 3 maneiras: + Na página Como obter o FreeBSD, selecione [iso] ao lado da arquitetura que corresponde ao seu hardware. - - - Sob o DOS, entre no diretório tools/ da sua - distribuição do FreeBSD (seu CDROM por - exemplo) e procure o programa - bootinst.exe. Depois, execute-o - da seguinte forma: + Qualquer um dos itens a seguir pode ser usado: - ...\TOOLS> bootinst.exe boot.bin - - e o gerenciador de inicialização - (boot) será - reinstalado. - - - - Faça a inicialização do - FreeBSD pelos disquetes de instalação ou - pelo CDROM novamente. Entre na opção - "Custom" do menu de - instalação, escolha a o ítem de - partições (Partition), selecione o drive - do disco que continha o seu gerenciador de - inicialização - (boot) (normalmente, se - trata do primeiro disco) e então você - entra no editor de partições. Não - faça nenhuma alteração, apenas - aperte a tecla W (Write). O programa de - instalação irá pedir a - confirmação, se você quer gravar - suas informações mesmo sem ter feito - nenhuma alteração. Escolha Sim. O - programa irá perguntar se você deseja - instalar o gerenciador de inicialização - (boot) do FreeBSD ou se - você deseja deixar o setor de - inicialização - (boot) intacto (ou - instalar um setor de inicialização - (boot) padrão) - exatamente como no instante da primeira - instalação do FreeBSD. Escolha - Boot Manager. Agora o gerenciador de - inicialização - (boot) será - reinstalado no disco. Saia do programa de - instalação e reinicie o processo de - inicialização pelo HD - normalmente. - - - - Inicie o FreeBSD com o disquete (ou CD) de - inicialização tradicional, escolha a - opção Fixit no menu do - sysinstall. Escolha entre o disquete de - correção ou o segundo CDROM (a - opção live na - distribuição padrão do FreeBSD) - no menu a seguir, e entre na shell de - correção do sistema. Em seguida execute - o comando: - - Fixit# fdisk -B -b /boot/boot0 bootdevice - - substituindo bootdevice - pela device controladora do seu disco, como por - exemplo, ad0 (para o primeiro - disco IDE),ad4 (para o - primeiro disco IDE na controladora secundária), - da0 (para o primeiro disco - SCSI), etc. - - - - - - - - O meu IBM Thinkpad série A, T ou X trava - sempre, quando eu tento inicializar - (boot) o FreeBSD. Como eu - resolvo isso? - - - - Um bug nas primeiras versões da BIOS da IBM - nessas máquinas, erroneamente identifica as - partições FreeBSD como - partições FAT especiais. Quando a BIOS - tenta reconhecer a partição FreeBSD, o - sistema trava. - - De acordo com a IBMEm um e-mail - enviado por Keith Frechettei - kfrechet@us.ibm.com., - os seguintes modelos/BIOS tem esse problema - corrigido: - - + - Modelo - - Revisão da BIOS + arquivo + descrição - T20 - - IYET49WW ou posterior + disc1.iso + Contém o suficiente para instalar o FreeBSD e um conjunto mínimo de pacotes. - T21 - - KZET22WW ou posterior + dvd1.iso + Semelhante ao disc1.iso, mas com pacotes adicionais. - A20p - - IVET62WW ou posterior + memstick.img + Uma imagem inicializável para se gravar em um pendrive. - A20m - - IWET54WW ou posterior + bootonly.iso + Uma imagem mínima e que requer acesso à rede durante a instalação para que possa instalar completamente o FreeBSD. - - - A21p - - KYET27WW ou posterior - - - - A21m - - KXET24WW ou posterior - - - - A21e - - KUET30WW - - Existem relatos de que as revisões posteriores - das BIOS IBM re-introduziram esse bug. Essa - mensagem enviada por Jacques Vidrine para a - &a.mobile; descreve uma série de procedimentos que - podem funcionar no seu laptop IBM, caso seja uma - versão um pouco mais nova, e que não consiga - inicializar (boot) o - FreeBSD corretamente. Você pode ainda fazer uma - atualização ou desatualização - (upgrade ou downgrade) da BIOS. - - Se a BIOS é mais antiga, e você - não considera sua atualização, existe - uma opção que pode sanar seu problema. A - instalação do FreeBSD pode ser feita - alterando-se a identificação da - partição (partition ID) do sistema, e depois - instalar novos setores de inicialização - (boot) que podem controlar - uma partition ID diferente. - - O primeiro passo é restaurar o seu laptop ao - ponto onde ele pode fazer os auto-testes, ou seja, os - testes básicos de I/O da BIOS. Para fazer isso, - basta ligar o computador de forma que ele não - consiga encontrar a partição primária - do FreeBSD. A maneira mais simples de faze-lo, é - retirando o disco rígido do seu laptop, e - temporariamente ligando-o em um ThinkPad mais antigo (como - oThinkPad 600) ou em um PC comum, com um cabo de - conversão apropriado. Uma vez feito isso, basta - apagar a partição FreeBSD e colocar o disco - de volta no laptop. Agora sim, o ThinkPad deve estar de - volta ao estado onde ele pode reconhecer o disco. - - Com a máquina funcionando, basta seguir as - próximas instruções para fazer o seu - FreeBSD instalar: - - - - Baixe da rede os arquivos - boot1 e - boot2 no site http://people.FreeBSD.org/~bmah/ThinkPad/. - Coloque esses arquivos em algum lugar onde você - possa acessá-los posteriormente. - - - - Instale o FreeBSD normalmente no ThinkPad. - Não use o modo - Dangerously Dedicated. - Não reinicie o sistema - quando o processo de instalação for - concluído. - - - - Vá para a Shell Holográfica - de Emergência (ALT - F4) ou inicie uma shell - de recuperação - - fixit - - - - Use o &man.fdisk.8; para alterar a partition ID de - 165 para 166 - (166 é o ID usado pelo OpenBSD). - - - - Coloque os arquivos boot1 e - boot2 no sistema de arquivos - local. - - - - Use o &man.disklabel.8; para escrever o - boot1 e o - boot2 na sua - partição FreeBSD. - - &prompt.root; disklabel -B -b boot1 -s boot2 ad0sn - - n é o - número da partição onde o FreeBSD - está instalado. - - - - Reinicie o sistema. O gerenciador de - inicialização - (boot) - oferecerá a opção de iniciar o - OpenBSD, mas na verdade essa - opção estará iniciando o - FreeBSD. - - - - Agora, se você quer manter os sistemas - operacionais OpenBSD e FreeBSD no mesmo laptop ThinkPad, - pode considerar isso um exercício prático - que fica a critério do leitor. + Instruções completas sobre este procedimento e um pouco mais sobre problemas de instalação em geral podem ser encontradas na seção do Handbook sobre instalação do FreeBSD. - - Posso instalar o FreeBSD em um disco com bad - blocks? + + O que eu faço se a imagem de instalação não inicializar? - Até a versão 3.0, o FreeBSD tinha um - utilitário chamado bad144, que - automaticamente remapeava os bad blocks. Atualmente, os - discos IDE modernos são capazes de fazer isso - sozinhos, portanto o bad144 foi - retirado da árvore do FreeBSD. Se sua - intenção é instalar o FreeBSD 3.0 ou - alguma versão mais recente, nós sinceramente - aconselhamos que você compre um novo disco. Se - você não quer comprar um disco novo, - então use o FreeBSD 2.X. + Isso pode ocorrer caso você não tenha baixado a imagem no modo binário ao usar o FTP. - Se você esta tendo problemas de bad block com - algum disco IDE moderno, provavelmente o disco será - perdido em breve, já que ele está tão - corrompido que a controladora interna não - está conseguindo corrigir e remapear os bad blocks. - Sugerimos que você compre um disco novo logo, e - realize cópia de segurança - (backup) dos dados, - enquanto o disco ainda funciona. + Alguns clientes FTP padronizam seu modo de transferência para ascii e tentam alterar quaisquer caracteres de end-of-line recebidos para corresponder às convenções usadas pelo sistema do cliente. Isso quase invariavelmente corromperá a imagem de inicialização. Verifique checksum SHA-256 da imagem de inicialização baixada: se não estiverexatamente como no servidor, o processo de download pode ter corrompido o arquivo. - Se o drive de disco é SCSI e está - apresentando bad blocks, leia essa - resposta. + Ao usar um cliente FTP de linha de comando, digite binary no prompt de comando FTP depois de se conectar ao servidor e antes de iniciar o download da imagem. - - Eu acabei de atualizar o sistema da série 3.X - para 4.X, e a minha primeira inicialização - (boot) falhou com a - mensagem bad sector table not - supported + + Onde estão as instruções para instalar o FreeBSD? - O FreeBSD 3.X e anteriores suportavam o programa - bad144, que automaticamente remapeava - bad blocks. O FreeBSD 4.X e posteriores não - suportam mais esse programa, devido ao fato que os - controladores de discos IDE atuais conseguem remapear bad - blocks automaticamente. Leia essa pergunta para - mais informações. - - Para corrigir esse problema depois de uma - atualização, é necessário - mover fisicamente o disco com problemas para um outro - sistema FreeBSD funcional e usar o &man.disklabel.8; da - forma discutida a seguir. + As instruções para instalação podem ser encontradas na seção do Handbook sobre instalação do FreeBSD. - - Como eu faço se um disco tem - informações criadas pelo - bad144 antes de atualizar o sistema, e - depois de atualizado para o FreeBSD 4.0 ou posterior, a - inicialização falha? + + Quais são os requisitos mínimos para executar o FreeBSD? - Use o &man.disklabel.8; para identificar esse ambiente. - disklabel -r drive - device vai te mostrar o - conteúdo do disco. Procure o campo - flags. Se encontrar a - informação flags: badsect - é porque esse disco está usando o bad144. - Por exemplo, o disco a seguir tem o - bad144 habilitado: - - &prompt.root; disklabel -r wd0 -# /dev/rwd0c: -type: ESDI -disk: wd0s1 -label: -flags: badsect -bytes/sector: 512 -sectors/track: 63 + O FreeBSD requer um PC 486 ou melhor, 64 MB ou mais de RAM e pelo menos 1.1 GB de espaço em disco. - - Como eu removo o bad144 do meu - sistema anterior ao 4.X de forma que eu possa - atualizá-lo com segurança? + + Como posso criar minha própria versão personalizada ou disco de instalação? - Use o comando disklabel -e -rwd0 - para editar as informações do seu disco. - Basta retirar a palavra badsect do seu - campo flags, salvar a alteração e sair do - programa. O bad144 ainda estará ocupando algum - espaço no seu disco, mas ele estará - funcional para série 4.X e posteriores. - - Caso seu disco tenha um número muito alto de - bad blocks, é recomendado a troca do disco. + Uma mídia customizada de instalação do FreeBSD pode ser criada através da construção de uma release personalizada. Siga as instruções do artigo Release Engineering. - - Coisas estranhas acontecem quando inicio o sistema com - o disco de instalação! O que está - acontecendo? + + O Windows pode coexistir com o FreeBSD? - Se sua máquina está desligando ou - espontâneamente reiniciando sempre que você - tenta iniciar o sistema com o disco de - instalação, aqui vão algumas - perguntas que você deveria fazer a si mesmo: - - - - O disco de instalação foi feito a - partir de um disquete novo, recém formatado e - completamente livre de erros (de preferência - algum disco que acabou de sair da caixa, ao - contrário desse seu disco que estava perdido - há quase 3 anos debaixo da cama)? - - - - Você baixou da rede a imagem em modo - binário? (não se envergonhe, até - o melhor de nós já baixou um arquivo - binário em modo ASCII ao menos uma vez na - vida!) - - - - No Windows 95 ou 98, você usou o - fdimage ou o - rawrite em modo DOS? Esses sistemas - operacionais as vezes interferem na forma com que os - programas escrevem dados diretamente no hardware, - exatamente o que o processo de criação - da imagem de disco faz, mesmo que você execute - um prompt do DOS no ambiente gráfico o problema - pode ocorrer. - - - - Ainda existem notícias de arquivos de imagens - sendo corrompidos pelo Netscape, durante o - download, por isso é - mais seguro utilizar um cliente de FTP diferente. + Se o Windows for instalado primeiro, então sim. O gerenciador de boot do FreeBSD irá então inicializar o Windows e o FreeBSD. Se o Windows for instalado posteriormente, ela sobrescreverá o gerenciador de inicialização. Se isso acontecer, veja a próxima seção. - - Eu inicializei o FreeBSD a partir do meu CDROM ATAPI, - mas o programa de instalação diz que o CDROM - não foi encontrado. Para onde ele foi? + + Outro sistema operacional destruiu meu gerenciador de inicialização. Como faço para recuperá-lo? - A causa desse problema curioso é a - configuração errada do seu drive de CDROM. - Hoje em dia muitos PCs vem com o CDROM instalado como - escravo na segunda controladora IDE, sem nenhum disco ou - drive óptico do tipo mestre na mesma controladora. - De acordo com as especificações ATAPI esse - tipo de configuração é incorreta e - ilegal. Alguns sistemas, como o Windows, simplesmente - ignoram uma série de especificações - legais na arquitetura de computadores pessoais, e acabam - oferecendo suporte a essa configuração - errônea - o que mais tarde pode causar outros - conflitos. Depois que o sistema inicia, a BIOS passa a - ignorar esse drive, e por isso o FreeBSD não - consegue encontrá-lo, para completar a - instalação. + Isso depende do gerenciador de inicialização. O menu de seleção de inicialização do FreeBSD pode ser reinstalado usando boot0cfg8 . Por exemplo, para restaurar o menu de inicialização no disco ada0: - Reconfigure o seu computador de forma que o CDROM - esteja como mestre na sua controladora IDE, ou que exista - um outro periférico como mestre na controladora - onde o CD estiver como escravo. - - + # boot0cfg -B ada0 - - - Posso instalar o FreeBSD no meu laptop via PLIP (IP em - Linha Paralela)? - + O gerenciador de inicialização MBR não interativo pode ser instalado usando gpart8: - - Claro. Use o cabo laplink padrão. Caso - necessário, verifique a seção de - PLIP do &a.ptbr.p.handbook; para obter detalhes - sobre a instalação do FreeBSD via rede em - porta paralela. + # gpart bootcode -b /boot/mbr ada0 - Se você está usando o FreeBSD 3.X ou - anterior, dê uma olhada na página de Computação - Móvel. + Para situações mais complexas, incluindo discos GPT, consulte gpart8. - - Qual geometria eu devo utilizar para um disco? + + Preciso instalar o código fonte? - - Por geometria, nós entendemos - o número de cilindros, cabeças e - setores/trilhas de um disco. Por conveniência, - vamos nos referir à esses dados como C/H/S - (Cylinders/Heads/Sectores). É a partir dessa - informação que a BIOS dos PCs definem - quais áreas de um disco podem ser usadas para - leitura/escrita. - - - A geometria de disco costuma causar uma série - de confusões entre administradores de sistemas - menos experientes. Para começar, a geometria - física de um disco SCSI - é totalmente irrelevante, pois o FreeBSD trabalha - com blocos de discos. Na verdade, não existe - exatamente a geometria física de um - disco, visto que a densidade de um setor varia de acordo - com os discos. Os fabricantes chamam de geometria - física as especificações - que eles definem para que o menor espaço - possível em disco seja desperdiçado. Em - discos IDE, o FreeBSD trabalha com as - informações de C/H/S, mas todos os - dispositivos modernos, internamente convertem essa - informações em referências a blocos de - disco. - - O que importa, portanto, é a geometria - lógica. O valor lógico - é a resposta que a BIOS obtém quando - pergunto qual sua geometria? ao disco. - É esse valor, então, que é usado para - definir a forma de acesso ao dispositivo de armazenamento. - O FreeBSD usa as informações da BIOS quando - inicializa (boot), e por - isso é extremamente importante obter essa - informação de maneira correta. No geral, se - você tem mais de um sistema operacional no mesmo - disco, eles devem concordar no valor lógico da - geometria do disco, caso contrário você - terá sérios problemas ao iniciar o - sistema. - - Em discos SCSI, a geometria à ser utilizada - depende do suporte à tradução - extendida definido na sua controladora de disco - (normalmente esse suporte é chamado de - support for DOS disks >1GB, que - identifica o suporte à discos DOS cuja capacidade - de armazenamento é maior que 1GB - ou alguma - identificação similar.). Se essa - opção está desabilitada, então - o C/H/S do disco será de - N cilindros, 64 cabeças - e 32 setores/trilhas, onde o valor - N equivale a capacidade (em MB) - do disco. Por exemplo, um disco de 2GB teria 2048 - cilindros, 64 cabeças e 32 setores/trilhas. - - Se a opção estiver - habilitada (normalmente ela é habilitada por - padrão, para sanar algumas limitações - de sistemas baseados em MSDOS), e a capacidade do disco - forma maior que 1GB, os valores C/H/S do disco - serão M cilindros, 63 setores por trilha - (não 64) e 255 cabeças, - sendo 'M' a capacidade do disco, em MB, dividido por - 7.844238 (!). Então, por exemplo, o mesmo disco de - 2GB nessa situação teria 261 cilindros, 63 - setores por trilha e 255 cabeças. - - Se você não entendeu o porque disso, ou - se o seu FreeBSD falha no momento de reconhecer a - geometria correta do seu disco durante a - instalação, existe uma forma de tentar - resolver esse problema. Crie uma pequena - partição do tipo DOS no seu disco, e - verifique se a BIOS consegue identificar corretamente a - geometria do mesmo. Caso consiga, a - instalação vai se completar com - tranqüilidade, e a pequena partição DOS - pode sempre ser deletada, com o editor de - partições do FreeBSD. - - Como alternativa, existe uma aplicação - gratuitamente disponível com a - distribuição do FreeBSD, chamada de - pfdisk.exe. Ela pode ser encontrada - sob o diretório tools no CDROM - do FreeBSD ou nos servidores FTP do projeto. Esse - programa serve para descobrir qual a geometria usada por - outros sistemas operacionais no disco local. Nesse caso, - esse valor pode ser definido no editor de - partições do FreeBSD. + Em geral, não. Não há nada no sistema base que exija a presença do código fonte para operar. Alguns ports, como o sysutils/lsof, não serão compilados a menos que o código fonte esteja instalado. Em particular, se o port compila um módulo de kernel ou opera diretamente em estruturas de kernel, o código fonte deve ser instalado. - - Existem restrições quanto ao - particionamento de discos? + + Eu preciso compilar um kernel? - Sim, existem. A principal delas, é que a - partição root não pode - ter mais de 1024 cilindros, senão a BIOS não - consegue iniciar o kernel - do sistema a partir dessa partição. (Note - que essa é uma limitação das BIOS dos - computadores pessoais, e não do FreeBSD). - - Em um disco SCSI, essa limitação implica - que a partição raiz (root) deve estar - alocada nos primeiros 1024MB do disco (ou nos primeiros - 4096MB, caso o suporte a tradução extendida - esteja habilitada - veja pergunta anterior). Em discos - IDE, o valor correspondente equivale a 504MB para - partição raiz (root). + Geralmente não. O kernel GENERIC fornecido contém todos os drivers que um computador comum precisará. O freebsd-update8, a ferramenta de atualização binária do FreeBSD, não pode atualizar kernels customizados, o que é uma outra razão para se manter com o kernel GENERIC sempre que possível. Para computadores com uma quantidade de memória RAM muito limitada, como sistemas embarcados, pode valer a pena compilar um kernel customizado menor contendo apenas os drivers necessários. - - O FreeBSD suporta programas gerenciadores de - discos? + + Devo usar senhas DES, Blowfish ou MD5 e como eu específico qual tipo meus usuários irão receber? - O FreeBSD reconhece apenas o Ontrack Disk - Manager. Outros gerenciadores de discos - não são suportados. - - Se sua intenção é usar o disco - com FreeBSD, você não precisa de um - gerenciador de discos. Basta configurar o disco para o - total de espaço que a BIOS reconhece (normalmente - 504MB) e o FreeBSD vai conseguir identificar o tamanho - real do disco. Se você estiver usando um disco - antigo com uma controladora MFM, será - necessário avisar ao FreeBSD quantos cilindros o - disco tem. - - Caso queira usar o disco com FreeBSD e algum outro - sistema operacional, provavelmente também - não será necessário um gerenciador de - discos. Certifique-se apenas que a partição - de inicialização - (boot) do FreeBSD e a - partição do outro sistema operacional - estejam nos primeiros 1024 cilindros do disco. - Normalmente, para administradores de sistemas que tomam - decisões racionais, 20MB de espaço em uma - partição de inicialização - (boot) é mais que o - suficiente. + O FreeBSD usa SHA512 por padrão. Senhas DES ainda estão disponíveis para compatibilidade com sistemas operacionais que ainda usam um formato de senha menos seguro. O FreeBSD também suporta os formatos de senha Blowfish e MD5. O formato de senha que será usado para novas senhas é controlado pelo recurso de login passwd_format no arquivo /etc/login.conf, que recebe valores de des, blf (se estiverem disponíveis) ou md5. Veja a página de manual login.conf5 para maiores informações sobre as capacidades de login. - - Quando eu inicio o FreeBSD, eu obtenho a mensagem - Missing Operating System. O que - está acontecendo? + + Quais são os limites para sistemas de arquivos FFS? - Esse é um caso tópico do FreeBSD e o DOS - ou qualquer outro sistema operacional discordando de suas - definições em relação a geometria do disco. - Provavelmente você terá que reinstalar o - FreeBSD, mas se seguir as instruções citadas - nas perguntas anteriores, raramente esse problema vai - acontecer. - - + Para os sistemas de arquivos FFS, o tamanho máximo é praticamente limitado pela quantidade de memória necessária para executar o fsck8 no sistema de arquivo. O fsck8 requer um bit por fragmento, que com o tamanho de fragmento padrão de 4 KB equivale a 32 MB de memória por TB de disco. Isso significa que nas arquiteturas que limitam os processos userland a 2 GB (por exemplo, i386), o tamanho máximo do sistema de arquivos que o fsck8 permite operar é de ~ 60 TB. - - - Porque eu não consigo passar da tela - F? do gerenciador de - inicialização - (boot)? - + Se não houvesse um limite de memória para o fsck8, o tamanho máximo do sistema de arquivos seria 2 ^ 64 (blocks) * 32 KB => 16 Exa * 32 KB => 512 ZettaBytes. - - Esse é mais um sintoma do problema descrito na - pergunta anterior. A geometria que a sua BIOS reconhece - não equivale ao valor definido no FreeBSD! Se a sua - controladora de disco ou sua BIOS suportam o modo de - tradução de cilindros (normalmente chamado - de >1GB drive support), tente alterar - essa opção e reinstalar o FreeBSD. + O tamanho máximo de um único arquivo FFS é de aproximadamente 2 PB com o tamanho de bloco padrão de 32 KB. Cada bloco de 32 KB pode apontar para 4096 blocos. Com blocos triplo indiretos, o cálculo é 32 KB * 12 + 32 KB * 4096 + 32 KB * 4096 ^ 2 + 32 KB * 4096 ^ 3. Aumentar o tamanho do bloco para 64 KB aumentará o tamanho máximo do arquivo por um fator de 16. - - Eu preciso instalar todos os fontes do sistema - operacional? + + Por que recebo uma mensagem de erro, readin failed depois de compilar e inicializar um novo kernel? - Geralmente não, mas é altamente - recomendável que você instale ao menos os - fontes base, que incluem - inúmeros arquivos mencionados ao longo desse - documento, como as fontes do sistema, - sys que inclui as fontes do - kernel do FreeBSD, sem os - quais não se pode criar um - kernel personalizado. - Não existe qualquer dependência do sistema - operacional em relação aos seus fontes; com - a única exceção do programa - &man.config.8;, o resto do sistema operacional não - precisa dos fontes para funcionar. Os outros fontes do - sistema operacional - exceto os fontes do - kernel - podem ser montados - remotamente (via NFS, por exemplo) em qualquer lugar, e - ainda assim novos binários podem ser compilados a - partir dos mesmos. Devido a restrição - única dos fontes do - kernel, é - recomendável que os outros fontes não sejam - diretamente montados sob /usr/src mas - sim, que sejam montados separadamente e depois - interligados com links simbólicos - apropriados. + O world (aplicativos e bicliotecas do userland)e o kernel estão fora de sincronia. Isso não é suportado. Certifique-se de usar make buildworld e make build-kernel para atualizar o kernel. - Tendo todos os fontes disponíveis, e sabendo - reconstruir o sistema a partir dos mesmos, será - muito mais fácil manter o FreeBSD sincronizado e - atualizado com futuros releases. - - Para escolher um subconjunto dos fontes do sistema, - escolha a opção Custom - quando estiver na opção - Distributions do programa de - instalação do sistema. + Inicialize o sistema especificando o kernel diretamente no segundo estágio, pressionando qualquer tecla quando o | aparecer antes que o utilitário de carga (loader) seja iniciado. - - Eu preciso criar um - kernel - personalizado? + + Existe uma ferramenta para realizar tarefas de configuração pós-instalação? - Construir um novo - kernel costumava ser uma - obrigação na instalação do - FreeBSD, mas hoje em dia existe uma interface de - configuração do - kernel muito mais - amigável, que permite a redefinição - de recursos do sistema. Para acessar essa ferramenta, - basta inicializar (boot) o - sistema com a opção no - prompt de (boot:). Em especial, os - principais periféricos ISA - normalmente os mais - problemáticos - podem ser facilmente configurados - com essa opção. - - Ainda é recomendável que se construa um - kernel personalizado, - apenas com suporte aos equipamentos e - características do sistema que você precisa, - de forma a economizar recursos no sistema (especialmente - memória RAM), mas essa recompilação - não é mais uma obrigação na - maioria dos sistemas - mas é sem dúvida um - hábito saudável. + Sim. O bsdconfig fornece uma boa interface para configurar o FreeBSD na pós-instalação. + + - - - Eu devo usar criptografia DES, Blowfish, ou MD5 para - senhas do sistema? Como eu defino qual delas o - usuário deve usar? - + + Compatibilidade de Hardware - - O formato padrão para senhas no FreeBSD - é a criptografia MD5. Esse - padrão é considerado mais seguro do que os - formatos tradicionais de senhas Unix, que normalmente eram - baseados no algorítimo DES. O - FreeBSD ainda pode trabalhar com senhas em formato DES - caso você precise compartilhá-las com - sistemas que ainda armazenam suas senhas no formato antigo - - e menos seguro - dos sistemas Unix originais (para isso - você terá que instalar a - distribuição crypto via - sysinstall ou apartir do código fonte). Instalando - as bibliotecas crypto será possivel utilizar outros - tipos de criptografia, como o formato Blowfish, que - é ainda mais seguro do que o MD5. A - definição de qual codificação - utilizar é definida no campo - passwd_format do arquivo de - configurações de login, o - /etc/login.conf. Esse campo deve ter - o valor des, blf (caso suas - bibliotecas estejam disponíveis) ou - md5. Veja a página de manuais do - &man.login.conf.5; para maiores - informações. - - + + Geral - - - Por que o disco de inicialização - (boot) inicia, mas trava na - tela Probing Devices...? - + + + + Eu quero obter um componente de hardware para o meu sistema FreeBSD. Qual modelo/marca/tipo é o melhor? + - + + Isso é discutido continuamente nas listas de discussão do FreeBSD, mas isto é de se esperar, já que o hardware muda tão rapidamente. Leia as Notas de Hardware do FreeBSD 11.2 ou 10.4 e pesquise os arquivos da lista de discussão antes de perguntar sobre o hardware mais recente e melhor. As chances são de que uma discussão sobre esse tipo de hardware tenha acontecido na semana passada. - Se você tem um drive Zip IDE ou um Jaz conectado - ao seu computador, remova-o e tente de novo. A - inicialização - (boot) de - instalação do sistema se confunde as vezes - quando esses dispositivos estão disponíveis - no computador. Depois da instalação os - drives são reconhecidos e controlados normalmente. - Provavelmente - esperamos - esse problema será - corrigido nas próximas versões. - - + Antes de comprar um laptop, verifique os arquivos da lista de discussão sobre computadores portáteis FreeBSD e da lista de discussão de questões gerais do FreeBSD, ou possivelmente uma lista de discussão específica para um tipo específico de hardware. + + - - - Por que ocorre o erro panic: can't mount - root, quando eu reinicio o sistema, depois - de tê-lo instalado. - + + + Quais são os limites para a memória? O FreeBSD suporta mais de 4 GB de memória (RAM)? Mais de 16 GB? Mais de 48 GB? + - - Esse problema costuma ocorrer por conta de uma pequena - confusão entre os blocos do setor de - inicialização - (boot) do disco, e as - definições de disco no - kernel. É um erro - típico apenas de sistemas com dois discos IDE, - quando os mesmos estão definidos como disco mestre - e escravo, mas em controladoras distintas, e com o FreeBSD - instalado na controladora secundária. Os blocos de - inicialização - (boot) acham que o sistema - está instalado no segundo disco IDE (o segundo - disco reconhecido pela BIOS) enquanto o - kernel assume o primeiro - disco na segunda controladora IDE. Depois do - reconhecimento dos equipamentos do sistema o - kernel tenta montar a - partição raiz no disco que o bloco de - inicialização - (boot) acredita ser o disco - de inicialização - (boot), wd1, ao - invés do disco correto na segunda controladora, - wd2, e por isso o processo de inicialização - falha. + + O FreeBSD como sistema operacional geralmente suporta tanta memória física (RAM) quanto a disponível na plataforma em que está rodando. Tenha em mente que plataformas diferentes têm limites diferentes para a memória; por exemplo i386 sem PAE suporta no máximo 4 GB de memória (e geralmente menos que isso por causa do espaço de endereçamento PCI) e i386 com PAE suporta no máximo 64 GB de memória. A partir do FreeBSD 10, as plataformas AMD64 suportam até 4 TB de memória física. + + - Para corrigir esse problema, você tem três - opções: + + + Por que o FreeBSD reporta menos de 4 GB de memória quando instalado em uma máquina i386? + - - - No FreeBSD 3.3 e posteriores, reincie o sistema e - aperte Enter na tela Booting - kernel in 10 seconds; hit [Enter] to - interrupt. Você será - direcionado ao boot loader. + + O espaço total de endereços nas máquinas i386 é de 32 bits, o que significa que no máximo 4 GB de memória são endereçáveis ​​(podem ser acessados). Além disso, alguns endereços nesse intervalo são reservados por hardware para diferentes finalidades, por exemplo, para usar e controlar dispositivos PCI, para acessar a memória de vídeo e assim por diante. Portanto, a quantidade total de memória utilizável pelo sistema operacional para o seu kernel e aplicativos é limitada a significativamente menos de 4 GB. Normalmente, temos de 3,2 GB a 3,7 GB de memória física máxima utilizável nessa configuração. - Depois, digite set - root_disk_unit="disk_number". - disk_number deverá - ser 0 se o FreeBSD estiver - instalado como mestre na primeira controladora IDE, - 1 se for o escravo na primeira - controladora, 2 se for o mestre da - segunda controladora IDE, e 3 se - for o escravo na segunda controladora. + Para acessar mais de 3,2 GB a 3,7 GB de memória instalada (ou seja, até 4 GB, mas também mais de 4 GB), um ajuste especial chamado PAE deve ser usado. PAE significa Physical Address Extension e é uma maneira das CPUs x86 de 32 bits endereçarem mais de 4 GB de memória. Ele remapeia a memória que de outra forma seria sobreposta pelas reservas de endereço para dispositivos de hardware acima do intervalo de 4 GB e a usa como memória física adicional (veja pae4). Usar o PAE tem alguns inconvenientes; este modo de acesso à memória é um pouco mais lento que o modo normal (sem PAE) e módulos carregáveis ​​(veja kld4 ) não são suportados. Isso significa que todos os drivers devem ser compilados estaticamente no kernel. - Depois digite boot, e seu sistema deve ser iniciado corretamente. + A maneira mais comum de ativar o PAE é compilar um novo kernel com o arquivo especial de configuração do kernel, chamado PAE, que já está configurado para compilar um kernel seguro. Observe que algumas entradas neste arquivo de configuração do kernel são muito conservadoras e alguns drivers marcados como não prontos para serem usados ​​com o PAE na verdade são possíveis de serem utilizados. Uma regra básica é que, se o driver for utilizável em arquiteturas de 64 bits (como o AMD64), ele também poderá ser usado com o PAE. Ao criar um arquivo de configuração de kernel personalizado, o suporte ao PAE pode ser ativada adicionando a seguinte linha: - Para tornar essa alteração - permanente, (para que você não tenha que - digitar isso na mão toda vez que seu FreeBSD - tiver que reiniciar) basta colocar a linha - root_disk_unit="disk_number" - no arquivo - /boot/loader.conf.local. - + options PAE - - Se você estiver usando o FreeBSD 3.2 ou - alguma versão anterior, digite - 1:wd(2,a)kernel na prompt de - inicialização do sistema e aperte - Enter. Se o sistema iniciar - normalmente, execute o comando echo - "1:wd(2,a)kernel" > /boot.config para - tornar essa alteração permanente. - + O PAE não é muito usado atualmente porque a maioria dos novos hardwares x86 também suporta a execução no modo de 64 bits, conhecido como AMD64 ou Intel64. Ele tem um espaço de endereçamento muito maior e não precisa tais ajustes. O FreeBSD suporta o AMD64 e é recomendado que esta versão do FreeBSD seja usada no lugar da versão i386 se forem necessários 4 GB ou mais de memória. + + + + - - Mude o disco com o FreeBSD para primeira - controladora IDE. - + + Arquiteturas e Processadores - - Recompile o - kernel, - altere as linhas de configuração wd - para: + + + + O FreeBSD suporta arquiteturas diferentes do x86? + - controller wdc0 at isa? port "IO_WD1" bio irq 14 vector wdintr -disk wd0 at wdc0 drive 0 -# disk wd1 at wdc0 drive 1 # comment out this line + + Sim. O FreeBSD divide o suporte em vários níveis. Arquiteturas de Tier 1, como i386 ou amd64; são totalmente suportados. Tiers 2 e 3 são suportados com base no melhor esforço. Uma explicação completa do sistema de tiers está disponível no Guia dos Committers. -controller wdc1 at isa? port "IO_WD2" bio irq 15 vector wdintr -disk wd1 at wdc1 drive 0 # change from wd2 to wd1 -disk wd2 at wdc1 drive 1 # change from wd3 to wd2 + Uma lista completa de arquiteturas suportadas pode ser encontrada na páginas de plataformas. + + - E instale o novo - kernel. Se você - mudou seu disco e quer voltar ele para - configuração original, mude a ordem - deles no PC e reinicie o sistema. Seu sistema deve - iniciar com sucesso. - - - - + + + O FreeBSD suporta o Multiprocessamento Simétrico (SMP)? + - - - Quais são as limitações de - memória? - + + O FreeBSD suporta multiprocessadores simétricos (SMP) em todas as plataformas não-embarcadas (por exemplo, i386, amd64, etc.). O SMP também é suportado em kernels arm e MIPS, embora algumas CPUs possam não suportar isso. A implementação do SMP do FreeBSD usa o bloqueio refinado, e o desempenho escala quase linearmente com o número de CPUs. - - A limitação de memória é - de 4 gigabytes. Essa definição foi testada, - veja a configuração - do wcarchive para obter mais detalhes. Se - você pretende instalar essa quantidade de - memória no FreeBSD, seja cuidadoso. Dê - preferência para memórias ECC e reduza a - capacidade de carga usando modules de memória de 9 - chips, ai invés dos módulos de 18 - chips. - - + A página de manual do smp4 tem maiores detalhes. + + - - - Qual a limitação para o sistema de - arquivos FFS? - + + + O que é microcódigo? Como eu instalo as atualizações de microcódigo da Intel? + - - Para o sistema de arquivos FFS, o limite - máximo, na teoria é de 8 terabytes (para - blocos de 2K), ou 16TB para o tamanho padrão dos - blocos, que é de 8K. Na prática os limites - variam de 1TB a 4TB de acordo com algumas - modificações no sistema de arquivos. + + Microcódigo é um método de implementar programaticamente instruções de nível de hardware. Isso permite que os bugs da CPU sejam corrigidos sem a necessidade de substituir fisicamente o chip. - O tamanho máximo para um arquivo no sistema FFS - é de 1G de blocos (4TB) caso os blocos sejam de - 4K. + Instale o sysutils/devcpu-data e adicione: - - Tamanho máximo dos arquivos. + microcode_update_enable="YES" - - - - Tamanho do bloco + no /etc/rc.conf + + + + - 2.2.7-stable + + Discos, Unidades de Fita e Unidades de CD e DVD - 3.0-current + + + + Que tipo de disco o FreeBSD suporta? + - Funciona com + + O FreeBSD suporta unidades EIDE, SATA, SCSI e SAS (com um controlador compatível; veja a próxima seção), e todas as unidades usando a interface original da Western Digital (MFM, RLL, ESDI e, é claro, IDE). Alguns controladores ESDI que usam interfaces proprietárias podem não funcionar: use interfaces e clones WD1002/3/6/7. + + - Deve funcionar - - + + + Quais controladores SCSI ou SAS são suportados? + - - - 4K + + Veja a lista completa em Notas de Hardware para o FreeBSD 11.2 ou 10.4. + + - 4T-1 + + + Quais tipos de unidades de fita são suportados? + - 4T-1 + + O FreeBSD suporta todas as interfaces de fita SCSI padrão. + + - 4T-1 + + + O FreeBSD suporta trocadores de fita (tape changers)? + - >4T - + + O FreeBSD suporta trocadores SCSI usando o dispositivo ch4 e o comando chio1. Os detalhes de como controlar o trocador podem ser encontrados em chio1. - - 8K + Embora o AMANDA e alguns outros produtos já entendam os trocadores, outros aplicativos só sabem como mover uma fita de um ponto para outro. Nesse caso, rastreie em qual slot uma fita está e para qual slot a fita que está atualmente na unidade precisa voltar. + + - >32G + + + Quais drives de CD-ROM e CD-RW são suportados pelo FreeBSD? + - 8T-1 + + Qualquer unidade SCSI conectada a um controlador suportado é suportada. A maioria dos CD-ROMs IDE compatíveis com ATAPI é suportada. - >32G + O FreeBSD suporta qualquer drive IDE CD-R ou CD-RW compatível com ATAPI. - 32T-1 - + O FreeBSD também suporta qualquer unidade de CD-R ou CD-RW SCSI. Instale o port ou pacote do sysutils/cdrtools e, em seguida, use o cdrecord . + + + + - - 16K + + Teclados e Mouses - >128G + + + + É possível usar um mouse fora do sistema X Window? + - 16T-1 + + O driver de console padrão, syscons4, fornece a capacidade de usar um ponteiro de mouse em consoles de texto para cortar & colar o texto. Execute o daemon do mouse, moused8 e ative o ponteiro do mouse no console virtual: - >128G + # moused -p /dev/xxxx -t yyyy +# vidcontrol -m on - 32T-1 - + No qual xxxx é o nome do dispositivo de mouse e yyyy é o tipo de protocolo para o mouse. O daemon do mouse pode determinar automaticamente o tipo de protocolo da maioria dos mouses, exceto antigos mouses seriais. Especifique o protocolo auto para invocar a detecção automática. Se a detecção automática não funcionar, consulte a página de manual moused8 para obter uma lista dos tipos de protocolos suportados. - - 32K + Para um mouse PS/2, adicione moused_enable="YES" ao arquivo /etc/rc.conf para iniciar o daemon do mouse no momento da inicialização. Além disso, para usar o daemon do mouse em todos os terminais virtuais em vez de apenas no console, adicione allscreens_flags="-m on" ao arquivo /etc/rc.conf. - >512G + Quando o daemon do mouse está em execução, o acesso ao mouse deve ser coordenado entre o daemon do mouse e outros programas, tais como o X Windows. Consulte o FAQ Por que meu mouse não funciona com o X? para obter mais detalhes sobre esse problema. + + - 32T-1 + + + Como faço para cortar e colar texto com um mouse no console de texto? + - >512G + + Não é possível remover (cortar) dados usando o mouse. No entanto, é possível copiar e colar. Quando o daemon do mouse estiver em execução, conforme descrito na pergunta anterior, mantenha pressionado o botão 1 (botão esquerdo) e mova o mouse para selecionar uma região do texto. Em seguida, pressione o botão 2 (botão do meio) para colar no cursor de texto. Pressionar o botão 3 (botão direito) irá estender a região selecionada do texto. - 64T-1 - + Se o mouse não tiver um botão do meio, é possível emular um ou remapear os botões usando as opções do daemon do mouse. Consulte a página de manual moused8 para obter detalhes. + + - - 64K + + + Meu mouse tem uma roda e botões extravagantes. Posso usá-los no FreeBSD? + - >2048G + + A resposta é, infelizmente, Depende. Esses mouses com recursos adicionais exigem um driver especializado na maioria dos casos. A menos que o driver do dispositivo do mouse ou o programa do usuário tenha suporte específico para o mouse, ele funcionará exatamente como um mouse padrão de dois ou três botões. - 64T-1 + Para o possível uso de rodas do mouse no ambiente X Window, consulte essa seção. + + - >2048G + + + Como eu uso a minha tecla de delete no sh e csh? + - 128T-1 - - - -
+ + Para o Bourne Shell, inclua as seguintes linhas no arquivo ~/.shrc. Veja sh1 e editrc5. - Quando o sistema de arquivos possui blocos de 4K, o - triplo de blocos indiretores funcionam, e o limite - máximo do sistema de arquivos deveria ser atingido, - mas a triplicação dos blocos indiretores - (representados aproximadamente pelo resultado de 1K^3 + - 1K^2 + 1K) se limita ao valor (errôneo) de 1G-1 no - número de blocos do sistema de arquivos. O limite - do número de blocos deveria ser 2G-1. Mas por - causa de alguns problemas com o número dos blocos - no sistema de arquivos, esse valor não pode ser - alcançado quando o tamanho dos blocos no sistema de - arquivos é 4K. + bind ^? ed-delete-next-char # para o console +bind ^[[3~ ed-delete-next-char # para o xterm - Em blocos com tamanho de 8K ou maiores, o limite geral - é de 2G-1 no número de blocos do sistema de - arquivos, exceto no FreeBSD -STABLE onde o triplo indireto - do número de blocos pode ser alcançado, de - forma que o limite máximo do sistema de arquivos - seja representado pela equação - ((blocksize/4)^2 + (blocksize/4)), e sob o -CURRENT onde a - exceção desse limite pode causar - problemas. - -
+ Para o C Shell, adicione as seguintes linhas ao ~/.cshrc. Veja csh1. - - - Por que a mensagem de erro - archsw.readin.failed me perturba - sempre, depois que eu recompilo e carrego um - kernel novo? - + bindkey ^? delete-char # para o console +bindkey ^[[3~ delete-char # para o xterm - - Você pode carregar um novo - kernel ao especifica-lo - diretamente no segundo estágio do processo de - inicialização, simplesmente apertando - qualquer tecla quando o pipe ( | ) aparecer, antes que o - loader seja carregado. Provavelmente você atualizou - todo o sistema operacional, mas recompilou apenas o - kernel, sem dar - um make world. Essa ação - é arriscada e não é suportada. - Faça um Make World!!!! - - + Para maiores informações, consulte esta página . + +
+ +
- - - Como eu atualizo meu sistema da série 3.X para 4.X? - + + Outro hardware - - É altamente - recomendável que você use - snapshots binários - para fazer isso. Snapshots - binário do 4-STABLE podem ser encontrados em ftp://releng4.FreeBSD.org/. + + + + Algum workaround para o problema de não sair nenhum som da minha placa de som pcm4? + - Devido às inúmeras - alterações da série 3.X para - série 4-STABLE, uma atualização - direta, a partir dos fontes, corre grande riscos de - falhar. A atualização dos fontes pode ser - feita, inclusive desde as primórdias versões - 2.X até as mais recentes 4-STABLE ou até - mesmo 5-CURRENT, mas essa atualização deve - ser realizada em vários estágios. Primeiro, - atualize a sua série 3.X pra versão mais - recente, a 3-STABLE (RELENG_3). Depois - atualize para o 4.1.1-RELEASE - (RELENG_4_1_1_RELEASE). Finalmente, - tente atualizar para o 4-STABLE - (RELENG_4). + + Algumas placas de som definem seu volume de saída como 0 em cada inicialização. Execute o seguinte comando toda vez que a máquina inicializar: - Se você pretende atualizar seu sistema a partir - dos fontes, por gentileza, refira-se ao &a.ptbr.p.handbook; - para maiores informações. + # mixer pcm 100 vol 100 cd 100 + + - - A atualização direta por meio dos - fontes nunca é aconselhável para - usuários inexperientes, a - atualização da série 3.X para 4.X - portanto é menos aconselhável ainda, - portanto, caso você não tenha - experiências com esse processo de - atualização, leia todas as - instruções disponíveis no - &a.ptbr.p.handbook; com cuidado. - - - + + + O FreeBSD suporta o gerenciamento de energia no meu laptop? + - - - Onde estão essas - especificações de - segurança? - - - - Uma especificação de - segurança se refere a um conjunto de - configurações e de opções no - sistema, que tendem a garantir um nível - desejável de segurança, por meio de definir - ou desabilitar algumas opções e programas no - FreeBSD. Para maiores detalhes, veja a - seção de - Especificação de Segurança - no capítulo de - pós-instalação do - &a.ptbr.p.handbook;. - - - + + O FreeBSD suporta os recursos ACPI encontrados em componentes modernos de hardware. Maiores informações podem ser encontradas em acpi4. + + + + - - Compatibilidade de Hardware + + Solução de problemas - - O FreeBSD suporta outras arquiteturas além da - x86? + + Por que o FreeBSD está encontrando a quantidade errada de memória no hardware i386? - Sim. Atualmente o FreeBSD tem suporte para - arquiteturas Intel x86 e DEC (agora Compaq) Alpha. - Também existe um interesse conhecido no - port FreeBSD para plataforma SPARC. - Caso exista interesse em participar desse projeto ou saber - mais informações sobre - port para esta arquitetura, queira - juntar-se à lista de discussão do &a.sparc;. - As plataformas IA-64 e Power-PC foram recentemente - adicionadas à lista de arquiteturas que - serão futuramente suportadas; entre na lista do - &a.ia64; e/ou &a.ppc; para mais informações - sobre tais arquiteturas. Para discussões gerais - sobre outras arquiteturas, entre na lista de - discussão &a.platforms;. + O motivo mais provável é a diferença entre endereços de memória física e endereços virtuais. - Caso seu computador seja de uma arquitetura não - suportada pelo FreeBSD e precise de uma - solução imediata, nós sugerimos uma - olhada no NetBSD ou OpenBSD. - - + A convenção para a maioria dos hardwares de PC é usar a área de memória entre 3,5 GB e 4 GB para uma finalidade especial (geralmente para PCI). Este espaço de endereço é usado para acessar o hardware PCI. Como resultado real, a memória física não pode ser acessada por esse espaço de endereço. - - - Preciso adquirir um novo hardware para um sistema com - FreeBSD. Qual o melhor modelo/marca/tipo? - + O que acontece com a memória que deveria aparecer nesse local depende do hardware. Infelizmente, alguns hardwares não fazem nada e a capacidade de usar estes últimos 500 MB de RAM é totalmente perdida. - - Essa é uma discussão tradicional nas - listas do FreeBSD. Partindo do princípio que os - tipos de equipamentos e suas características - alteram-se de forma muita rápida, e que nós - tentamos suportar essas mudanças e torná-las - suportadas, é fortemente - recomendado que você sempre leia as - Notas de - Hardware e faça uma busca nos histórico - das listas de discussão antes de - perguntar sobre os melhores e mais novos equipamentos - disponíveis. É muito provável que as - informações que você quer sobre - determinado equipamento tenham sido discutidas há - menos de uma semana. + Felizmente, a maioria dos hardwares faz o remapeamento da memória para um local mais alto, para que ela ainda possa ser usada. No entanto, isso pode causar alguma confusão ao observar as mensagens de inicialização. - Caso você esteja procurando - informações sobre - laptops, verifique o - histórico da lista FreeBSD-mobile. Do - contrário, o histórico da FreeBSD-questions - será o mais indicado, ou de alguma lista - específica sobre o tipo de hardware em - questão. + Em uma versão de 32 bits do FreeBSD, a memória parece perdida, uma vez que ela será remapeada acima de 4 GB, uma área a qual um kernel de 32 bits não consegue acessar. Neste caso, a solução é construir um kernel habilitado para PAE. Veja a seção sobre os limites de memória para mais informações. + + Em uma versão de 64 bits do FreeBSD, ou quando o kernel estiver habilitado para PAE, o FreeBSD irá corretamente detectar e remapear a memória para que ela seja utilizável. Durante a inicialização, no entanto, pode parecer que o FreeBSD está detectando mais memória do que o sistema realmente possui, devido ao remapeamento descrito. Isso é normal e a memória disponível será corrigida conforme o processo de inicialização for concluído. - - Que tipos de discos rígido o FreeBSD - suporta? + + Por que meus programas morrem ocasionalmente com erros Signal 11 ? - O FreeBSD suporta discos EIDE e SCSI (com alguma - controladora compatível; veja a próxima - pergunta) e todos os outros discos que usam a interface de - controle original da Western Digital (MFM, - RLL, ESDI, e é claro IDE). Algumas controladoras - ESDI que usam interfaces de controle proprietária - não funcionarão no FreeBSD: mude para - controladoras do tipo WD1002/3/6/7 ou algum clone dessa - interface. - - + Os erros de sinal 11 são causados ​​quando um processo tentou acessar a memória à qual o sistema operacional não concedeu acesso. Se algo assim está acontecendo em intervalos aparentemente aleatórios, comece a investigar a causa. - - - Quais controladoras SCSI são suportadas pelo - FreeBSD? - + Esses problemas geralmente podem ser atribuídos a: - - Veja a lista completa de equipamentos suportados nas - Notas de - Hardware atuais. - - + + + Se o problema está ocorrendo apenas em um aplicativo customizado específico, é provavelmente um bug no código. + - - - Quais drives de CDROM são suportados pelo - FreeBSD? - + + Se é um problema com parte do sistema base do FreeBSD, também pode ser resultado de um código com bugs, mas na maioria das vezes esses problemas são encontrados e corrigidos muito antes que o publico em geral e que normalmente lê o FAQ usem essas partes do código (é para isso que -CURRENT existe). + + - - Quaisquer drives SCSI ligados à controladoras - suportadas são controladas pelo FreeBSD. + Provavelmente não é um erro do FreeBSD se o problema ocorrer na compilação de um programa, mas sim da atividade que o compilador está realizando e que muda a cada vez. - As seguintes interfaces proprietárias de CDROM - também são suportadas: + Por exemplo, se make buildworld falhar ao tentar compilar ls.c para ls.o e, quando executado novamente, ele falhar no mesmo lugar, significa que o código está quebrado. Tente atualizar o código fonte e tente compilar novamente. Se a compilação falhar em outro lugar, é quase certo que a causa é um problema de hardware. - + No primeiro caso, use um depurador como o gdb1 para localizar o ponto no programa que está tentando acessar um endereço falso e corrija-o. + + No segundo caso, verifique qual peça de hardware está com defeito. + + As causas comuns disso incluem: + + - Mitsumi LU002 (8bits), LU005 (16bits) e FX001D - (16bits velocidade 2x (2x Speed)). + Os discos rígidos podem estar superaquecidos: Verifique se os ventiladores ainda estão funcionando, pois o disco e outros componentes de hardware podem estar superaquecendo. - Sony CDU 31/33A. + O processador está superaquecendo: pode ser porque o processador sofreu overclock ou o ventilador do processador pode ter parado de funcionar. Em ambos os casos, certifique-se de que o hardware esteja sendo utilizado de acordo com as condições especificadas pelo fabricante, pelo menos ao tentar resolver esse problema. Se não estiver, volte o clock para as configurações padrão.) + + Em relação ao overclocking, é muito mais barato ter um sistema lento do que um sistema frito que precisa ser substituído! Além disso, a comunidade não é simpática a problemas em sistemas com overclock. - CDROM Sound Blaster não-SCSI. + Memória Errática: se vários módulos de memórias SIMMS/DIMMS estiverem instalados, retire-os e tente executar a máquina instalando cada SIMM ou DIMM individualmente para encontrar o modulo DIMM/SIMM problemático ou até mesmo encontrar uma combinação de módulos com problema. - CDROM Matsushita/Panasonic. + Configurações over-otimizadas da placa-mãe: as configurações da BIOS e alguns jumpers da placa-mãe oferecem opções para definir vários intervalos de tempo. Os valores padrões geralmente são suficientes, mas, às vezes, a configuração dos estados de espera na RAM para valores muito baixos, ou a configuração da opção RAM Speed: Turbo causará um comportamento estranho. Uma ideia válida é restaurar a configuração padrão da BIOS, depois é claro de anotar as configurações atuais. - CDROMs IDE compatíveis com o padrão - ATAPI. + Fonte com potência insuficiente para energizar a placa-mãe: Remova qualquer placa de I/O não utilizada, discos rígidos ou CD-ROMs, desconectando o cabo de alimentação deles para ver se a fonte de alimentação pode gerenciar uma carga menor. Ou utilize outra fonte de alimentação, de preferência uma com um pouco mais de potência. Por exemplo, se a fonte de alimentação atual é recomendada para uma carga de 250 Watts, tente uma que seja recomendada para uma carga de 300 Watts. - + - Todo equipamento não-SCSI é - reconhecidamente mais lento do que os SCSI, e alguns - drives de CDROM ATAPI podem não funcionar - corretamente. + Leia a seção sobre o Signal 11 para obter maiores explicações e a discussão sobre como um software ou hardware de teste de memória ainda pode deixar passar uma memória defeituosa. Existe uma extensa FAQ sobre o problema do SIG11 disponível neste link. - A partir da versão 2.2, todos os CDROM do - FreeBSD distribuídos pela FreeBSD Mall podem ser - iniciados (booting) diretamente pela unidade de CD. + Por fim, se nada disso ajudou, trata-se possivelmente de um bug no FreeBSD. Siga estas instruções para enviar um relatório de problemas. - - Quais drives de CD-RW são suportados pelo - FreeBSD? + + Meu sistema trava com Fatal trap 12: page fault in kernel mode ou panic:, e mostra um monte de informações. O que devo fazer? - O FreeBSD suporta qualquer tipo de unidade CD-RW ou - CD-R IDE compatíveis com o padrão ATAPI. No - FreeBSD 4.0 e posteriores, leia a página de manual - do &man.burncd.8;.Em versões anteriores, veja os - exemplos de utilização desses equipamentos - em /usr/share/examples/atapi. - - O FreeBSD também suporta qualquer drive de CD-R - ou CD-RW do tipo SCSI. Instale o aplicativo - cdrecord a partir da - coleção de ports ou como - pacote, e tenha certeza de ter o device - pass compilado no seu - kernel. + Os desenvolvedores do FreeBSD estão interessados ​​nesses erros, mas precisam de mais informações do que apenas a mensagem de erro. Copie a mensagem completa da falha. Em seguida, consulte a seção FAQ em kernel panics, compile um kernel de depuração e obtenha um backtrace. Isso pode parecer difícil, mas não requer nenhuma habilidade de programação. Apenas siga as instruções. - - O FreeBSD suporta ZIP Drives? + + Qual é o significado do erro maxproc limit exceeded by uid %i, please see tuning(7) and login.conf(5)? - O FreeBSD suporta ZIP Drives do tipo SCSI, é - claro. Essa unidade deve ser configurada apenas nos SCSI - ID números 5 ou 6, mas se a sua BIOS tem suporte - à inicializãço(boot) pela unidade - SCSI, essa característica pode ser usada sem - problemas. Não está claro exatamente quais - adaptadores SCSI suportam a característica de - inicializãço(boot) em IDs diferentes de 0 ou - 1, portanto será necessário consultar o - manual do seu equipamento para obter - informações mais precisas sobre esse - recurso. + O kernel do FreeBSD permitirá que apenas um certo número de processos exista ao mesmo tempo. O número é baseado na variável kern.maxusers do sysctl8. O valor da variável kern.maxusers também afeta vários outros limites dentro do kernel, como por exemplo os buffers de rede. Se a máquina estiver muito carregada, aumente o kern.maxusers. Isso aumentará esses outros limites do sistema além do número máximo de processos. - Os ZIP Drives padrão ATAPI (IDE) são - suportados pelo FreeBSD desde a versão 2.2.6 e em - todas as posteriores. + Para ajustar o valor da variável kern.maxusers , consulte a seção Limites de Arquivos / Processos do Handbook. Apesar desta seção se referir a arquivos abertos, os mesmos limites se aplicam aos processos. - O FreeBSD tem suporte ainda a ZIP Drives de Porta - Paralela desde a versão 3.0. Caso seu sistema seja - dessa versão ou superior, verifique o suporte a - scbus0, - da0, - ppbus0, - vp0 no seu - kernel (o - kernel GENERIC tem todos - esses suportes, exceto à device - vp0). Com esses suportes - presentes no kernel, o - drive de Porta Paralela deve estar disponível em - /dev/da0s4. Os discos ZIP podem - ser montados usando o comando mount /dev/da0s4 - /mnt OU (discos formatados como DOS) - mount_msdos /dev/da0s4 /mnt, como - é de costume. - - Verifique também o FAQ sobre discos - removíveis disponível ainda nesse - capítulo, e as notas - sobre formatação no - capítulo de Administração. + Se a máquina estiver levemente carregada, mas executando um número muito grande de processos, ajuste o valor do kern.maxproc definindo-o no arquivo /boot/loader.conf. O ajuste não terá efeito até que o sistema seja reinicializado. Para mais informações sobre o tuning de variáveis, consulte o manual do loader.conf5. Se esses processos estiverem sendo executados por um único usuário, ajuste o kern.maxprocperuid para que fique menor em 1 unidade do novo valor do kern.maxproc. Ele deve ser pelo menos uma unidade menor porque o programa do sistema, init8, deve estar sempre em execução. - - O FreeBSD suporta discos JAZ, EZ ou outras unidades - removíveis? + + Por que aplicativos de tela cheia em máquinas remotas se comportam de forma errática? - Fora a versão IDE dos discos EZ, os outros - discos são todos do tipo SCSI, e portanto devem - todos ser reconhecidos como discos SCSI no FreeBSD. O - drive EZ tipo IDE deve ser reconhecido como disco - IDE. + A máquina remota pode estar configurando o tipo de terminal para algo diferente de xterm , que é o tipo requerido pelo console do FreeBSD. Alternativamente, o kernel pode ter valores errados para a largura e a altura do terminal. - Não há uma certeza - quanto à forma que o FreeBSD trata uma - alteração de mídia enquanto o sistema - está em pleno uso, então é - necessário desmontar a unidade antes de trocar de - disco e garantir que qualquer unidade externa esteja - ligada quando o sistema for bootado, de forma que o - FreeBSD possa reconhecê-las. + Verifique se o valor da variável de ambiente TERM é xterm. Se a máquina remota não suportar isso, tentevt100. - Veja essa nota sobre - formatação. - - + Execute o stty -a para verificar o que o kernel acha que são as dimensões do terminal. Se estiverem incorretos, eles podem ser alterados executando stty rowsRRcolsCC. - - - Que dispositivos seriais de múltiplas portas - são suportados pelo FreeBSD? - - - - Existe uma lista dessas unidades na - seção de Dispositivos - Diversos do &a.ptbr.p.handbook;. - - Alguns dispositivos clones parecem também - funcionar normalmente no sistema, em especial equipamentos - que se dizem ser AST compatíveis. - - Verifique a página de manual do &man.sio.4; para - obter mais informações quanto à - configuração desses dispositivos. + Alternativamente, se a máquina do cliente tiver o x11/xterm instalado, a execução do resize consultará o terminal para as dimensões corretas e as definirá. - - O FreeBSD suporta meu teclado USB? + + Por que demora tanto para conectar ao meu computador via ssh ou telnet? - O suporte a dispositivos USB foi adicionado no FreeBSD - desde a versão 3.1. Contudo, na versão 3.1, - o suporte ainda é muito preliminar, e alguns - equipamentos podem não funcionar antes da - versão 3.2. Caso você queira usar o suporte - a teclados USB, tente o seguinte. + O sintoma: há um longo atraso entre o momento em que a conexão TCP é estabelecida e a hora em que o software cliente solicita uma senha (ou, no caso do telnet1, quando um prompt de login aparece). - - - No FreeBSD 3.2 ou posterior. - + O problema: mais provável do que não, o atraso é causado pelo software do servidor tentando resolver o endereço IP do cliente em um nome de host. Muitos servidores, incluindo os servidores Telnet e SSH que vêm com o FreeBSD, fazem isso para armazenar o nome do host em um arquivo de log para referência futura pelo administrador. - - Adicione as seguintes linhas no arquivo de - configuração do seu - kernel, e - recompile-o. + A solução: se o problema ocorrer sempre, independente do servidor ao que o computador cliente se conecta, o problema está no cliente. Se o problema ocorrer apenas quando o computador cliente se conecta a um determinado servidor, o problema está no servidor. - device uhci -device ohci -device usb -device ukbd -options KBD_INSTALL_CDEV + Se o problema for com o cliente, a única solução é corrigir o DNS para que o servidor possa resolvê-lo. Se isso estiver ocorrendo em uma rede local, considere um problema no servidor e continue lendo. Se isso estiver ocorrendo na Internet, entre em contato com seu ISP. - Em versões anteriores à 4.0, - use: + Se o problema for com um servidor em uma rede local, configure o servidor para resolver as consultas de endereço para nome de host para o intervalo de endereços da rede local. Veja as páginas de manual para o hosts5 e o named8 para maiores informações. Se o problema for com um servidor na Internet, o problema pode ser que o resolver local do servidor não está funcionando corretamente. Para verificar se é isto, tente procurar outro host, como www.yahoo.com. Se isso não funcionar, este é o problema. - controller uhci0 -controller ohci0 -controller usb0 -controller ukbd0 -options KBD_INSTALL_CDEV - - - - No diretório /dev, - crie os seguintes devices: - - &prompt.root; cd /dev -&prompt.root; ./MAKEDEV kbd0 kbd1 - - - - Edite o /etc/rc.conf e - adicione as seguintes linhas: - - usbd_enable="YES" -usbd_flags="" - - - - Depois de reiniciado(rebooting) o sistema, o teclado - AT aparece como /dev/kbd0i e o - teclado USB aparece como - /dev/kbd1 , se ambos estiverem - conectados ao sistema. Se estiver somente o teclado USB, - ele estará como - /dev/ukbd0. - - Caso queira usar o teclado USB no console, é - necessário informar explicitamente ao driver do - console que ele deve usar esse teclado. Isso pode ser - feito com o seguinte comando em tempo de - inicialização do sistema: - - &prompt.root; kbdcontrol -k /dev/kbd1 < /dev/ttyv0 > /dev/null - - Note que se o teclado USB for o único teclado - disponível, ele será acessado via - /dev/kbd0, portanto a linha de - comando deve-se parecer com: - - &prompt.root; kbdcontrol -k /dev/kbd0 < /dev/ttyv0 > /dev/null - - O arquivo /etc/rc.i386 é - um bom lugar para colocar o comando acima. - - Depois de configurado, o teclado USB deve funcionar - também no ambiente X, sem nenhuma outra - configuração especial. - - Conectar e desconectar o teclado USB com o sistema - ligado ainda não é um comportamento - completamente suportado, portando é - aconselhável ligar o teclado antes de iniciar o - sistema e apenas desligá-lo depois que o computador - estiver desligado, para evitar possíveis - problemas. - - Veja a página de manual do &man.ukbd.4; para - maiores informações. + Após uma nova instalação do FreeBSD, também é possível que as informações do domínio e do servidor de nomes estejam faltando no /etc/resolv.conf. Isso geralmente causará um atraso no SSH, já que a opção UseDNS é definida como yes por padrão no /etc/ssh/sshd_config. Se isso estiver causando o problema, preencha as informações ausentes no arquivo /etc/resolv.conf ou configure a opção UseDNS para no no arquivo sshd_config como uma solução temporária. - - Eu tenho um mouse de barramento não tradicional. - Como o configuro? + + Por que a mensagem file: table is full aparece repetidamente no dmesg8? - O FreeBSD suporta o barramento de mouse tradicional do - tipo InPort fabricados pela Microsoft, Logitech e ATI. O - suporte a esse periférico é compilado por - padrão no kernel - GENERIC do FreeBSD na versão 2.X, mas não - é suportado por padrão na versão 3.0 - e posteriores. Se você quer recompilar um - kernel com suporte ao - barramento de mouse, adicionando a linha ao seu arquivo de - configuração: - - No FreeBSD 3.0 e anteriores, adicione: - - device mse0 at isa? port 0x23c tty irq5 vector mseintr - - Na série 3.X do FreeBSD, a linha deve - ser: - - device mse0 at isa? port 0x23c tty irq5 - - E na série 4.X e posteriores, a linha deve - ser: - - device mse0 at isa? port 0x23c irq5 - - Barramentos de mouse costumam ter uma interface - dedicada que permite definir o endereço de - memória e a IRQ que a placa vai funcionar. Nesse - caso, refira-se ao manual do seu equipamento e à - página de manual do &man.mse.4; para maiores - informações. + Essa mensagem de erro indica que o número de file descriptors disponíveis no sistema esgotaram. Consulte a informação sobre a variável kern.maxfiles na seção Ajustando os Limites do Kernel do Handbook para uma discussão e solução. - - Como eu uso o meu mouse (mouse port ou - keyboard) PS/2? + + Por que o relógio do meu computador mantém-se com o horário incorreto? - Em versões posteriores ao 2.2.5, o - kernel do FreeBSD inclui - por padrão o suporte ao device - psm, que controlará seu - mouse PS/2 desde o momento de inicialização - do sistema. + O computador tem dois ou mais relógios e o FreeBSD escolheu usar o errado. - Caso seu FreeBSD seja 2.1.X ou similar, o suporte a - PS/2 pode ser incluído no - kernel, no momento da - instalação, ou mesmo depois desse processo, - com a opção na tela de - boot: do sistema. O suporte nesse caso - é desabilitado por padrão e por isso deve - ser explicitamente habilitado. + Execute o comando dmesg8 e verifique as linhas que contêm a palavra Timecounter. Aquele com o maior valor de quality é o que o FreeBSD escolheu. - Caso sua versão de FreeBSD seja antiga, - adicione a seguinte linha ao seu - kernel e - recompile-o: + # dmesg | grep Timecounter +Timecounter "i8254" frequency 1193182 Hz quality 0 +Timecounter "ACPI-fast" frequency 3579545 Hz quality 1000 +Timecounter "TSC" frequency 2998570050 Hz quality 800 +Timecounters tick every 1.000 msec - No FreeBSD 3.0 e anteriores, a linha é: + Confirme isso verificando o valor da variável kern.timecounter.hardware no sysctl3. - device psm0 at isa? port "IO_KBD" conflicts tty irq 12 vector psmintr + # sysctl kern.timecounter.hardware +kern.timecounter.hardware: ACPI-fast - No FreeBSD 3.1 e posteriores da mesma série, a - linha deve ser: + Pode ser um timer ACPI quebrado. A solução mais simples é desabilitar o timer ACPI no arquivo /boot/loader.conf: - device psm0 at isa? tty irq 12 + debug.acpi.disabled="timer" - No FreeBSD 4.0 e posteriores, a linha é: + Ou a BIOS poderá modificar o relógio TSC - talvez para mudar a velocidade do processador quando estiver funcionando a partir de baterias, ou quando estiver entrando em modo de economia de energia, mas o FreeBSD não tem conhecimento desses ajustes e parece ganhar ou perder tempo. - device psm0 at atkbdc? irq 12 + Neste exemplo, o relógio i8254 também está disponível e pode ser selecionado alterando-se a variável kern.timecounter.hardware do sysctl3. - Veja a seção de configuração - do kernel no - &a.ptbr.p.handbook; caso você não tenha - experiência com a compilação do - kernel. + # sysctl kern.timecounter.hardware=i8254 +kern.timecounter.hardware: TSC -> i8254 - Uma vez detectado o psm0 - durante a inicialização - (boot) do seu sistema, - tenha certeza de que existe uma entrada - psm0 no - /dev. Faça o seguinte: + O computador agora deve começar a manter seu relógio mais preciso. - &prompt.root; cd /dev; sh MAKEDEV psm0 + Para que essa mudança seja executada automaticamente no momento da inicialização, adicione a seguinte linha ao arquivo /etc/sysctl.conf: - logado como usuário - root. + kern.timecounter.hardware=i8254 - - É possível usar mouse de alguma forma, - fora do sistema X Windows? + + O que significa o erro swap_pager: indefinite wait buffer:? - Se estiver utilizando o driver padrão de - console, o syscons, pode-se usar o mouse para copiar & - colar texto. Execute o mouse daemon, - moused, para habilitar o mouse nos - consoles virtuais da seguinte forma: - - &prompt.root; moused -p /dev/xxxx -t yyyy -&prompt.root; vidcontrol -m on - - Onde xxxx deve ser - substituído pelo nome de device do seu mouse e - yyyy pelo tipo de protocolo do - mesmo. Veja a página de manual do &man.moused.8; - para maiores informações quanto aos tipos de - protocolos suportados. - - É provável que você queira usar o - mouse daemon automaticamente, sempre que o FreeBSD for - iniciado. Na versão 2.2.1, defina as seguintes - variáveis, no arquivo - /etc/sysconfig. - - mousedtype="yyyy" -mousedport="xxxx" -mousedflags="" - - Da versão 2.2.2 até a 3.0, defina as - seguintes variáveis no - /etc/rc.conf. - - moused_type="yyyy" -moused_port="xxxx" -moused_flags="" - - Da versão 3.1 em diante, caso você tenha - um mouse PS/2 é necessário apenas adicionar - a opção - moused_enable="YES" no - arquivo /etc/rc.conf. - - E se a intenção é usar o mouse em - todos os terminais virtuais ao invés de apenas no - console, insira a seguinte linha no - /etc/rc.conf. - - allscreens_flags="-m on" - - Desde a versão 2.2.6 do FreeBSD, o mouse daemon - é capaz de detectar o tipo de protocolo do mouse - automaticamente, a não ser que o dispositivo em - questão seja um mouse serial muito velho. Defina - auto para que o programa identifique o - protocolo do mouse automaticamente. - - Quando o daemon está rodando, o acesso ao - dispositivo deve ser coordenado entre ele e qualquer outra - aplicação, como o X-Windows, por exemplo. - Leia uma outra - pergunta sobre esse assunto. + Isso significa que um processo está tentando armazenar em memória RAM a memória do disco (swap), e que o processo foi interrompido depois de tentar sem sucesso acessar o disco por mais de 20 segundos. Isso pode ser causado por blocos defeituosos na unidade de disco, fiação de disco defeituosa, cabos ou qualquer outro hardware relacionado a I/O de disco. Se a própria unidade estiver com problemas, erros de disco aparecerão em /var/log/messages e na saída do comando dmesg. Caso contrário, verifique os cabos e conexões. - - Como eu copio e colo com o mouse em um console modo - texto? + + O que é um lock order reversal (inversão de ordem de bloqueio)? - Uma vez configurado o mouse (veja a pergunta anterior), - aperte o botão 1 (botão esquerdo) do mouse e - mova o cursor por toda a região desejada, - selecionando o texto em questão. Depois, basta - apertar o botão 2 (do meio) ou o botão 3 - (direito) para colar o conteúdo selecionado - anteriormente. + O kernel do FreeBSD usa vários locks de recursos para arbitrar a contenção de certos recursos. Quando várias threads do kernel tentam obter vários locks de recursos, há sempre o potencial para um impasse (deadlock), em que duas threads obtiveram cada uma um dos locks e trava para sempre esperando que a outra thread libere um dos outros locks. Esse tipo de problema de locking pode ser evitado se todas as threads obtiverem os locks na mesma ordem. - A partir da versão 2.2.6 o botão 2 cola - o texto copiado, enquanto o botão 3 ``extende'' a - região selecionada. Caso seu mouse não - tenha o botão do meio, é possível - remapear (ou emular) os botões do periférico - usando algumas opções específicas do - mouse daemon. Veja a página de manual do - &man.moused.8; para maiores detalhes. - - + Um sistema de diagnóstico lock em tempo de execução chamado witness4, ativado no FreeBSD-CURRENT e desabilitado por padrão para a branch stable e releases, detecta o potencial para deadlocks devido a erros de locking, incluindo erros causados ​​pela obtenção de vários locks de recursos com uma ordem diferente de partes diferentes do kernel. O framework witness4 tenta detectar esse problema quando ele ocorre e relata isso imprimindo uma mensagem no console do sistema sobre um lock order reversal (geralmente também chamado de LOR). - - - O FreeBSD suporta mouse USB? - + É possível obter falsos positivos, uma vez que o witness4 é conservador. Um relatório positivo verdadeiro não significa que um sistema está travado; em vez disso, deve ser entendido como um aviso de que um deadlock poderia ter acontecido. - - No FreeBSD 3.1 existe um suporte preliminar à - recursos USB que não funciona muito bem dependendo - da situação. A partir da versão 4.0 - o FreeBSD suporta dispositivos USB por padrão. Caso - queira usar um mouse USB no FreeBSD 3.X, siga as seguintes - instruções. - - - - Atualize seu sistema para FreeBSD 3.2 ou - posterior. - - - - Adicione o seguinte suporte ao seu - kernel, e - recompile-o: - - device uhci -device ohci -device usb -device ums - - Em versões anteriores à 4.0 o - suporte à ser adicionado é: - - controller uhci0 -controller ohci0 -controller usb0 -device ums0 - - - - Entre no diretório - /dev e crie os devices - necessários: - - &prompt.root; cd /dev -&prompt.root; ./MAKEDEV ums0 - - - - Edite o /etc/rc.conf e - adicione as linhas: - - moused_enable="YES" -moused_type="auto" -moused_port="/dev/ums0" -moused_flags="" -usbd_enable="YES" -usbd_flags="" - - Veja a seção - anterior para uma discussão mais - detalhada sobre o moused. - - - - Para configurar o mouse USB no X, edite o - XF86Config e, caso esteja usando - o XFree86 3.3.2 ou posterior, adicione as seguintes - linhas na seção - Pointer: - - Device "/dev/sysmouse" -Protocol "Auto" - - Caso esteja usando uma versão anterior do - Xfree86, adicione também na seção - Pointer as seguintes - linhas: - - Device "/dev/sysmouse" -Protocol "SysMouse" - - - - Leia também uma outra pergunta sobre o uso - do mouse em ambiente X. - - Conectar e desconectar o teclado USB com o sistema - ligado ainda não é um comportamento - completamente suportado, portando é - aconselhável ligar o teclado antes de iniciar o - sistema e apenas desligá-lo depois que o computador - estiver desligado, para evitar possíveis - problemas. - - - - - - Eu tenho um mouse do tipo Wheel com uma rodinha e - botões adicionais. Posso usá-lo no - FreeBSD? - - - - A resposta, infelizmente é, - Depende. Esse tipo de mouse tem algumas - características especiais que requerem o uso de - drivers especiais na - maioria dos casos. A não ser que o device do seu - mouse tenha suporte específico, ou se a - aplicação em questão reconhecer esse - tipo de equipamento, ele irá funcionar simplesmente - como um mouse tradicional de dois ou três - botões. - - Mais informações sobre o uso de mouse do - tipo Wheel em ambiente X Windows, refira-se a essa seção. - - - - - - Por que meu mouse PS/2 do tipo Wheel fica louco, - pulando pela tela? - - - - O suporte ao mouse PS/2 no FreeBSD 3.2 e anteriores - é falho quanto a mouses do tipo Wheel, incluindo o - modelo M-S48 da Logitech e seus similares OEM. Aplique o - seguinte patch no arquivo - /sys/i386/isa/psm.c e recompile seu - kernel: - - Index: psm.c -=================================================================== -RCS file: /src/CVS/src/sys/i386/isa/Attic/psm.c,v -retrieving revision 1.60.2.1 -retrieving revision 1.60.2.2 -diff -u -r1.60.2.1 -r1.60.2.2 ---- psm.c 1999/06/03 12:41:13 1.60.2.1 -+++ psm.c 1999/07/12 13:40:52 1.60.2.2 -@@ -959,14 +959,28 @@ - sc->mode.packetsize = vendortype[i].packetsize; - - /* set mouse parameters */ -+#if 0 -+ /* -+ * A version of Logitech FirstMouse+ won't report wheel movement, -+ * if SET_DEFAULTS is sent... Don't use this command. -+ * This fix was found by Takashi Nishida. -+ */ - i = send_aux_command(sc->kbdc, PSMC_SET_DEFAULTS); - if (verbose >= 2) - printf("psm%d: SET_DEFAULTS return code:%04x\n", unit, i); -+#endif - if (sc->config & PSM_CONFIG_RESOLUTION) { - sc->mode.resolution - = set_mouse_resolution(sc->kbdc, -- (sc->config & PSM_CONFIG_RESOLUTION) - 1); -+ (sc->config & PSM_CONFIG_RESOLUTION) - 1); -+ } else if (sc->mode.resolution >= 0) { -+ sc->mode.resolution -+ = set_mouse_resolution(sc->kbdc, sc->dflt_mode.resolution); -+ } -+ if (sc->mode.rate > 0) { -+ sc->mode.rate = set_mouse_sampling_rate(sc->kbdc, sc->dflt_mode.rate); - } -+ set_mouse_scaling(sc->kbdc, 1); - - /* request a data packet and extract sync. bits */ - if (get_mouse_status(sc->kbdc, stat, 1, 3) < 3) { - - Em versões posteriores à 3.2, o suporte - deve funcionar. - - - - - - Como eu uso o mouse/bolinha-de-rolagem/touchpad no meu - laptop? - - - - Por gentileza, leia a - pergunta anterior. Verifique também a - página - de Computação Móvel do - Projeto. - - - - - - Que tipos de dispositivos de fitas são - suportados pelo FreeBSD? - - - - O FreeBSD suporta dispositivos de fitas do tipo SCSI e - QIC-36 (com interface QIC-02). Tal suporte inclui drives - 8-mm (também conhecidos como Exabyte) e unidades de - fita DAT. - - Alguns dispositivos 8-mm mais antigos não - são compatíveis com o padrão SCSI-2 e - por isso podem não funcionar bem no FreeBSD. - - - - - - O FreeBSD suporta bibliotecas de fitas? - - - - O FreeBSD suporta alternadores (também - conhecidos com carrosséis) SCSI, usando o device - &man.ch.4; e o comando &man.chio.1;. Os detalhes - relativos a como controlar o alternador de fitas podem ser - encontrados na página de manual do - &man.chio.1;. - - Caso você não esteja usando o - AMANDA ou qualquer outro - produto que entenda o funcionamento dos alternadores, - lembre-se que tal equipamento simplesmente alterna a - posição da fita, de um compartimento para - outro, e portanto deve-se saber em qual compartimento a - fita está e para qual ela deve voltar. - - - - - - Quais placas de som são suportadas pelo - FreeBSD? - - - - O FreeBSD suporta as placas SoundBlaster, SoundBlaster - Pro, SoundBlaster 16, Pro Audio Spectrum 16, AdLib e - Gravis UltraSound. Existe ainda um suporte - limitado, - é verdade - para as placas MPU-401 e placas MIDI - compatíveis. Placas de som que estiverem em - conformidade com a especificação MSS - (Microsoft Sound System) também são - suportadas pela controladora pcm do - kernel. - - Esse suporte é específico para apenas - som! Exceto no caso das placas SoundBlaster, o suporte - não inclui controle de joysticks, CDROMs ou SCSI. - A interface SCSI da SoundBlaster e alguns CDROMs - não-SCSI são suportados, mas o sistema - não pode iniciar(booting) a partir desses - dispositivos. + Os problemas de LOR tendem a ser consertados rapidamente, então verifique a lista de discussão do FreeBSD-CURRENT antes de postar sobre um. - - Qual a solução para falta de som da - minha placa es1370 com o controlador pcm? + + O que significa o erro Called ... with the following non-sleepable locks held? - Basta aumentar o volume do seu som ;-) Use os - seguintes comandos, sempre que o sistema iniciar: + Isso significa que uma função que pode dormir foi chamada enquanto um lock mutex (ou outro unsleepable) era mantido. - &prompt.root; mixer pcm 100 vol 100 cd 100 - - + A razão pela qual isso é um erro é porque os mutexes não devem ser mantidos por longos períodos de tempo; eles deveriam existir apenas para manter curtos períodos de sincronização. Este contrato de programação permite que os drivers de dispositivos usem mutexes para sincronizar com o resto do kernel durante as interrupções. As interrupções (no FreeBSD) podem não dormir. Por isso, é imperativo que nenhum subsistema bloqueie o kernel por um longo período mantendo um mutex ativo. - - - Quais placas de rede o FreeBSD suporta? - + Para capturar tais erros, asserções podem ser adicionadas ao kernel que interage com o subsistema witness4 para emitir um aviso ou erro fatal (dependendo a configuração do sistema) quando uma chamada potencialmente de bloqueio é feita enquanto um mutex estiver sendo mantido. - - Veja a seção de Placas - Ethernet do &a.ptbr.p.handbook; para uma lista - detalhada dos dispostivos suportados. - - + Em resumo, tais avisos não são fatais, no entanto, com um timing infeliz, podem causar efeitos indesejáveis, desde um pequeno erro na capacidade de resposta do sistema até o seu travamento completo. - - - Eu não tenho um co-processador - matemático. Isso é ruim? - - - - - Vale apenas para proprietários de - 386/486SX/486SLC - outras máquinas terão - um co-processador integrado à CPU. - - - No geral, a falta de um co-processador - matemático não traz nenhum problema, mas - existem algumas circunstâncias onde você - encontrará sérias limitações, - seja no desempenho ou na precisão da - emulação dos seus cálculos (veja a - seção de emulação FP). Por - exemplo, a renderização de círculos e - arcos no ambiente gráfico será uma tarefa - muito lenta. É recomendável comprar um - co-processador matemático; vale a pena. - - - Alguns co-processadores matemáticos - são melhores que outros. É estranho ter - que dizer isso, mas ninguém nunca se deu mal ao - comprar co-processadores Intel, portanto tenha certeza - absoluta que o produto vai funcionar com o FreeBSD antes - de comprar um clone. - + Para obter informações adicionais sobre locking no FreeBSD, consulte locking9. - - Que outros dispositivos o FreeBSD suporta? + + Por que o buildworld / installworld morre com a mensagem touch: not found? - Veja o &a.ptbr.p.handbook; - para obter uma listagem dos outros dispostivos - suportados. + Este erro não significa que o utilitário touch1 esteja ausente. O erro é provavelmente devido às datas dos arquivos que estão sendo definidos em algum momento no futuro. Se o relógio do CMOS estiver configurado para a hora local, execute adjkerntz -i para ajustar o relógio do kernel ao inicializar no modo de usuário único. - - - - O FreeBSD suporta gerenciamento de energia no meu - laptop? - - - - O FreeBSD suporta APM em alguns - computadores. Por gentileza, refira-se ao arquivo - LINT de configuração do - kernel; procure pela - palavra APM. Mais - informações na página de manual do - &man.apm.4;. - - - - - - Por que placas Micron travam na - inicialização(boot)? - - - - Algumas placas-mãe Micron não tem - conformidade na implementação de sua BIOS e - por isso confundem o FreeBSD no momento da - inicialização(boot), pois os equipamentos em - questão não foram configurados nos - endereços que a BIOS reportou. - - Procure a opção Plug and Play - Operating System - ou algo parecido - na sua - BIOS e desabilite-a para corrigir o problema. Mais - informações sobre esse problema podem ser - encontradas em http://cesdis.gsfc.nasa.gov/linux/drivers/vortex.html#micron. - - - - - - Por que o FreeBSD não reconhece nenhuma - controladora SCSI Adaptec? - - - - As séries mais novas (AIC789x) dos chips - Adaptec tem suporte no modo CAM SCSI, que será - redefinido na versão 3.0 do FreeBSD. Na - versão 2.2-STABLE, você pode aplicar as - correções disponíveis em ftp://ftp.FreeBSD.org/pub/FreeBSD/development/cam/. - Caso você precise instalar um sistema com essas - controladoras, existe um disquete de - inicialização(boot) com suporta a CAM, - disponível em - http://people.FreeBSD.org/~abial/cam-boot/. Nos - dois casos leia o arquivo README antes de tomar qualquer - ação. - - - - - - Por que o FreeBSD não encontra o meu Modem Plug - & Play interno? - - - - Será necessário adicionar o ID PnP do - modem na lista de drivers seriais do sistema para que ele - reconheça-o normalmente. Isso requer hackear um - pouco o sistema. Pra habilitar o suporte Plug & Play, - compile um novo kernel com - a opção controller pnp0 e - reinicie o seu FreeBSD. O - kernel irá mostrar - os IDs PnP de todos os dispositivos que ele encontrar, no - momento da inicialização(boot). Copie o ID - PnP do modem em questão para a tabela no arquivo - /sys/i386/isa/sio.c, por volta da - linha 2777. Procure a expressão - SUP1310 na estrutura - siopnp_ids[] para encontrar essa - tabela. Recompile o seu - kernel, instale-o e - reinicie o sistema. Seu modem deve ser encontrado. - - Provavelmente será necessário configurar - o dispositivo PnP manualmente, usando o comando - pnp no momento do boot, como a - seguir: - - pnp 1 0 enable os irq0 3 drq0 0 port0 0x2f8 - - para forçar detecção do - modem. - - - - - - O FreeBSD suporta software modems, como os - Winmodems? - - - - O FreeBSD suporta alguns software modems por meio de - programas adicionais. A aplicação comms/ltmdm disponível - na coleção de Ports do - FreeBSD suporta os modems baseados no popular chipset - Lucent LT. A aplicação comms/mwavem suporta o modem - em laptops IBM Thinkpad 600 e 700. - - Não é possível instalar o FreeBSD - via software modem, visto que os programas adicionais para - controlar esse equipamento só podem ser - configurados depois que o sistema operacional já - está instalado. - - - - - - Como eu faço para o interpretador(prompt) de - inicialização(boot): aparecer no console - serial? - - - - - - Construa um kernel - com a opção options - COMCONSOLE. - - - - Crie o arquivo /boot.config e coloque os - caracteres como o único - texto no arquivo. - - - - Desligue o teclado do computador. - - - - Leia o arquivo - /usr/src/sys/i386/boot/biosboot/README.serial - para mais informações. - - - - - - Por que a placa de rede PCI da 3Com não - funciona com motherboards Micron? - - - - Algumas placas-mãe Micron não tem - conformidade na implementação de sua BIOS e - por isso confundem o FreeBSD no momento do boot, pois os - equipamentos em questão não foram - configurados nos endereços que a BIOS - reportou. - - Procure a opção Plug and Play - Operating System - ou algo parecido - na sua - BIOS e desabilite-a para corrigir o problema. - - Mais informações sobre esse problema - podem ser encontradas em http://cesdis.gsfc.nasa.gov/linux/drivers/vortex.html#micron - - - - - - O FreeBSD suporta Multiprocessamento Simétrico - (SMP)? - - - - SMP é suportado a partir do FreeBSD 3.0-STABLE. - O suporte ao SMP (multiprocessamento simétrico) - não está disponível por padrão - no kernel - GENERIC, portanto é - necessário compilar um novo - kernel para habilitar o - suporte SMP. Veja o arquivo - /sys/i386/conf/LINT para descobrir - quais opções são necessárias - adicionar ao seu - kernel. - - - - - - O disquete de inicialização(boot) trava - em um computador cuja placa-mãe é a ASUS - K7V. O que eu faço? - - - - Entre na configuração da BIOS da sua - placa e desligue a opção boot virus - protection. - - - - Resolução de Problemas + + Aplicativos do Usuário - - O que fazer quando meu disco rígido tiver bad - blocks? - + + Onde estão todas as aplicações de usuário? - Com controladoras SCSI, o drive (HD) deveria ser capaz - de remapear blocos ruins e corrigí-los - automaticamente. Porém, muitos desses discos - mantém essa função desabilitada por - alguma razão misteriosa... + Consulte a página de ports para informações sobre os pacotes de software portados para o FreeBSD. A lista atualmente tem 24.000 aplicativos e está crescendo diariamente, então volte sempre para conferir ou assine a lista de discussão de anúncios do FreeBSD para atualizações periódicas com as novidades. - Para habilitar essa função é - necessário editar o primeiro modo de página - do dispositivo, o qual pode ser feito com o comando abaixo - (como root) + A maioria dos ports deve funcionar em todas as versões suportadas do FreeBSD. Aqueles que não funcionam, estão especificamente sinalizados como tal. Cada vez que uma release do FreeBSD é construida, um snapshot da coleção de ports no momento da construção também é incluída no diretório ports/. - &prompt.root; scsi -f /dev/rsd0c -m 1 -e -P 3 - - E mudando os valores de AWRE e ARRE de 0 para - 1:- - - AWRE (Auto Write Reallocation Enbld): 1 -ARRE (Auto Read Reallocation Enbld): 1 - - Os parágrafos seguintes foram enviados por Ted - Mittelstaedt tedm@toybox.placo.com: - - Para os discos IDE, qualquer bad block é - considerado um sinal de dificuldade em potencial. Todos - os discos IDE modernos já vêm com um - remapeador interno que realoca bad blocks por outros - blocos em bom estado, automaticamente. Todos os disco - rígido IDE fabricados hoje em dia oferecem - garantias extensas. - - Se ainda quiser tentar salvar um drive IDE com bad - blocks, pode fazer um download do programa de - diagnóstico e correção do - próprio fabricante do disco rígido. - Às vezes estes programas podem fixar e - forçar eletronicamente o disco a marcar estes - blocos ruins e desativá-los. - - Em discos ESDI, RLL e MFM, a existência de bad - blocks é normal e não representa nenhum - sinal de dificuldade,geralmente. Em um PC, a placa - controladora das unidades de disco e, a BIOS se encarregam - da tarefa de re-mapear os bad blocks. Isso funciona em - sistemas operacionais como DOS que usa código da - BIOS para acessar o disco. Porém, o driver - (software controlador) do FreeBSD não trabalha ou - acessa comandos da BIOS para para interagir com o drive - (HD), então um mecanismo chamado bad144, existente - no FreeBSD, acaba substituindo esta funcionalidade. O - bad144 só trabalha com o drive wd (portanto, - não é suportado no FreeBSD 4.0), e - não pode ser usado com drive SCSI. O bad144 - trabalha marcando e organizando setores ruins encontrados - no HD, em um arquivo especial no disco. - - Uma característica do bad144 - o bloco - danificado é colocado em um arquivo especial - situado na última trilha do disco. Como este - arquivo contém uma lista de setores defeituosos que - pode incluir valores perto do início do disco, onde - o /kernel pode estar alocado, esse arquivo deverá - ser acessível ao bootstrap para que o programa - - por meio da BIOS - leia o - kernel; isso significa que - o disco usado com bad144 não deve exceder 1024 - cilindros, 16 cabeças, e 63 setores, logo, temos um - limite efetivo de 500MB para discos mapeados com o - bad144.. - - Para ativar o uso do bad144, simplesmente defina a - opção de procurar por Bad - Block como ON na tela do fdisk do FreeBSD, - durante a instalação. Essas - instruções funcionam a partir do FreeBSD - 2.2.7, e o disco deve ter menos que 1024 cilindros. - Geralmente recomenda-se que a unidade de disco esteja em - operação durante pelo menos 4 horas antes de - executar o bad144, permitindo assim a expansão - térmica do HD. - - Se o disco tem mais de 1024 cilindros (como um disco - ESDI grande) a controladora ESDI usa um tipo de - tradução especial em modo DOS. A device wd - também entende esses mesmos modos de - tradução e conversão, isso se o - tradutor de geometria for ativado como - geometria fixa, quando particionado pelo - fdisk. Você também não deve usar o - modo dangerously dedicated para criar - partições do FreeBSD, pois isso ignora o - tipo de geometria. Embora o fdisk use a geometria - definida pelo usuário, ele continua reconhecendo o - tamanho verdadeiro do disco, e tentará criar uma - partição maior para o FreeBSD. Se a - geometria de disco for alterada para geometria - traduzida(translated geometry), a partição - DEVE ser criada manualmente, informando os números - de blocos do HD. - - Um truque rápido é usar um disco grande - ESDI com uma controladora ESDI, iniciar(booting) o sistema - com um disco DOS e formatar uma partição - DOS. Depois reiniciar o sistema com um disco de - instalação do FreeBSD, e anotar o - número e tamanho dos blocos que serão - apresentados na tela do fdisk para a - partição DOS. Redefina a geometria do disco - com os valores anotados, apague a partição - DOS e crie uma partição FreeBSD - cooperativa. Defina essa - partição como bootável e habilite o - reconhecimento de bad blocks. Na - instalação, o bad144 é carregado - antes que qualquer outro sistema de arquivos seja criado - (você pode ver isso com um - AltF2). - Se houver problemas na criação do arquivo de - definições de setor danificado (o arquivo de - badsector) é porque a geometria definida é - maior do que o seu valor real - reinicie o sistema e - comece todos os procedimentos novamente, inclusive o - particionamento e formatação da - partição DOS. - - Se o remapeamento já estiver habilitado e os - problemas com bad block continuarem, considere a - substituição imediata do disco, pois os - danos e os bad blocks aumentarão consideravelmente - com o passar do tempo. + O FreeBSD suporta pacotes binários compactados para facilitar a instalação e desinstalação dos ports. Use o comando pkg7 para controlar a instalação de pacotes. - - Por que o FreeBSD não reconhece a minha - controladora SCSI EISA Bustek 742a? + + Como faço para baixar a coleção de ports? Eu deveria estar usando o Subversion? - As informações a seguir são para - o modelo 742a, mas provavelmente também servem para - as placas Buslogic. (Bustek = Buslogic). + Qualquer um dos métodos listados aqui funciona: - Existem duas versões - tradicionais da placa 742a. São os equipamentos de - revisão A-G e de revisão H; as letras de - cada revisão são colocadas depois do - número de fabricação, ao lado das - placas. A placa 742a possui 2 chips ROM acoplados, o - primeiro é o chip da BIOS e o segundo é o do - Firmware. Para o FreeBSD a versão da BIOS é - irrelevante, mas a versão do Firmware é uma - informação fundamental. É - interessante dizer que, se você fizer uma chamada ao - departamento de suporte da Buslogic, eles irão te - enviar um upgrade desses ROMs, e é muito bom sempre - manter a versão mais recente do ROM do seu Firmware - para a versão de revisão do seu - equipamento. - - As placas cuja letra de revisão é A-G - aceitam apenas atualizações da BIOS/Firmware - de versão 2.41/2.21 respectivamente. A - revisão H (REV H) aceita as versões mais - recentes da BIOS/Firmware até a versão - 4.70/3.37. A principal diferença entre as - versões do Firmware é que a versão - 3.37 tem suporte around robin. - - As placas Buslogic também tem um número - serial. Caso seu equipamento seja antigo, tente abrir uma - chamada no departamento de RMA da Buslogic e informe-os o - número de série da sua placa. Se ela - estiver entre os seriais de abrangência, a Buslogic - vai aceitar seu equipamento para revisão. - - O FreeBSD 2.1 aceita apenas as revisões de - Firmware até o 2.21. Caso o seu Firmware seja mais - antigo do que o 2.21 sua placa não será - reconhecida como Buslogic. Contudo, é - possível que o equipamento seja reconhecido como - Adaptec 1540, já que os Firmware mais antigos da - Buslogic possuem um modo de - emulação da AHA1540, o que - não é uma boa coisa, para uma placa - EISA. - - Caso seu Firmware seja antigo e você conseguiu - obter uma revisão para a versão 2.21, - não se esqueça que é - necessário alterar o jumper W1 da - posição A-B (padrão) para - posição B-C ao atualizar a placa. - - - - - - Por que o FreeBSD não detecta a controladora - SCSI do Netserver HP?? - - - - Isso já é um problema conhecido. A - controladora SCSI on-board EISA dos servidores HP - Netserver estão no slot EISA número 11, - portanto todos os verdadeiros slots EISA - estão na sua frente. O endereço definido - para os slots EISA >= 10 ocupa um endereço - compartilhado com o barramento PCI, e portanto entra em - conflito com seus recursos. Essa é uma - situação onde a configuração - automática do FreeBSD não se comporta muito - bem. - - Portanto o que você deve fazer, é fingir - que não existe limitação quanto ao - intervalo de endereços, definindo a - opção option EISA_SLOTS - do kernel para o valor 12. - Configure e compile um novo - kernel, conforme descrito - no capítulo de - configuração do - kernel no - &a.ptbr.p.handbook;. - - Obviamente esse problema é ainda maior quando - se trata de uma nova instalação. Para - corrigir esse problema é necessário uma - pequena alteração no modo - UserConfig. Não use a - interface de configuração - visual do - kernel, use a Interface de - Linha de Comando (CLI), simplesmente digitando: - - eisa 12 -quit - - na tela do modo CLI, e continue a - instalação do FreeBSD como de costume. De - qualquer forma, é recomendável recompilar e - instalar um novo kernel - depois da instalação do sistema.. - - Futuras versões do FreeBSD terão esse - problema corrigido automaticamente. - - - Não use discos em modo dangerously - dedicated com um HP Netserver. Veja essa nota para maiores - informações. - - - - - - - O que está havendo com minha controladora IDE - CMD640? - - - - Está com defeito! Não suporta mais - comandos nos dois canais de forma simultânea. - - Existe uma correção disponível e - automaticamente habilitada, se você usa uma - controladora com esse chip. Para maiores detalhes, - refira-se a página de manual da controladora de - disco (&man.wd.4;). - - Se o FreeBSD em questão é o FreeBSD - 2.2.1 ou 2.2.2 com essa controladora em questão, e - você quer usar o segundo canal, compile um novo - kernel com a - opção options "CMD640" - habilitada. Essa configuração é - padrão para o FreeBSD 2.2.5 e posteriores. - - - - - - Eu sempre vejo mensagens como ed1: - timeout. O que elas significam? - - - - Normalmente esse problema é causado por um - conflito de interrupções (por exemplo, duas - placas usando a mesma IRQ). O FreeBSD até a - versão 2.0.5R costumava ser tolerante quanto a esse - problema e a placa de rede continuava funcionando mesmo - com IRQ conflitantes. Contudo desde a versão - 2.0.5R os conflitos de interrupções - não são mais tolerados. Inicie o sistema - com a opção de boot -c e mude as device - ed0/de0/... para o valor correspondente ao da - placa. - - Caso esteja usando um conector BNC na sua placa de - rede, é provável que existam device timeout - por causa de má terminação do - barramento. Pra tirar isso a limpo coloque um terminador - direto na placa (sem cabos) e veja se as mensagens de erro - param. - - Algumas placas compatíveis NE2000 - apresentarão esse problema caso a porta UTP - não receba sinal de link, ou se o cabo estiver - desconectado. - - - - - - Por que minha placa 3COM 3C509 parou de funcionar sem - motivo aparente? - - - - Esse cartão tem um hábito - horrível de perder suas informações - de configuração. Redefina as - informações da placa usando o programa de - DOS chamado 3c5x9.exe. - - - - - - Minha impressora paralela está ridiculamente - lenta. O que devo fazer? - - - - Se o único problema é a lerdeza - terrível da sua impressora, tente mudar seu modo - da porta de impressão conforme discutido - na seção de Configuração - de Impressoras no &a.ptbr.p.handbook;. - - - - - - Por que alguns programas ocasionalmente morrem com - erro de Signal 11 ? - - - - Erros de sinal 11 são fruto de tentativas de - acesso indevido a memória. Esse acesso normalmente - é controlado pelo sistema operacional, e quando o - sistema não permite acessar determinados - endereços, o processo é morto com signal 11. - Se isso estiver acontecendo em intervalos - aleatórios de tempo, é preciso investigar as - causas com cuidado. - - Esse problema normalmente é atribuído - a: - - + - Se o problema ocorre apenas em um programa - específico que você mesmo esta - desenvolvendo, se trata de um bug no código do - seu programa. + Use o portsnap para a maioria dos casos de uso. Consulte a seção Usando a coleção de ports para obter instruções sobre como usar essa ferramenta . - - Se o problema é com algum programa que faz - parte da base do FreeBSD, é possível que - também seja um problema de bug no código - em questão. Contudo, esses problemas costumam - ser corrigidos antes que os usuários - tradicionais percebam sua existência - e - necessitem ler este FAQ - afinal, - é para isso que o -CURRENT existe. + Use o Subversion se for necessário a aplicação de patches customizados na árvore de ports. Consulte a seção Usando o Subversion para obter detalhes. - - - Em especial, uma indicação que esse - problema não é um bug - do FreeBSD, é um erro repetitivo no mesmo instante - da compilação, mas o problema que o - compilador apresenta muda de linha a cada nova - compilação. - - Por exemplo, suponha que você esteja executando - um make buildworld, e a - compilação falha na hora de compilar o - ls.c em ls.o. Se - você rodar o make buildworld de novo - e a compilação falha exatamente no mesmo - trecho do código, então o problema realmente - é com o fonte da aplicação, nesse - caso atualize os fontes do FreeBSD e tente novamente. - Agora se a compilação falhar em um trecho - diferente do código, é quase certo que o - problema seja físico, ou seja, com o seu - equipamento. - - O que deve ser feito: - - Em primeiro lugar, deve-se usar um debugador, como o - gdb, por exemplo, para encontrar o ponto exato do - código que está tentando acessar um - endereço problemático de memória, e - corrigi-lo. - - Em segundo lugar, verifique se a culpa não - é do seu equipamento. - - As causas mais comuns para o problema incluem:: - - - - Os seus discos rígidos podem estar - superaquecidos: Verifique se o sistema de - ventilação do seu PC está - funcionando. Verifique coolers internos (da fonte) e - externos, e verifique se não existe - superaquecimento de outros componentes do - computador. - - - - O processador está superaquecido: Pode ser - porque foi feito um overclock no processador em - questão, ou no caso mais tradicional, pode ser - que o cooler tenha parado de funcionar ou que esteja - sujo e portanto funcionando em rotação - baixa. Em ambos os casos, o primeiro passo é - garantir que o processador esteja rodando sob as - mesmas condições que ele foi - construído para funcionar - por exemplo, com a - velocidade do clock original e com a - ventilação adequada. - - Caso tenha sido feito overclock no processador, - lembre-se que é mais barato usar um computador - um pouco mais lento, do que trocar o processador da - máquina por causa de um chip fritado ;-) - Além do que a maioria das pessoas não - são simpatizantes de overclock, mesmo que - você considere a ação segura ou - não. - - - - Caso tenha múltiplos pentes de - memória SIMM/DIMM, tente desligá-los e - experimente usar cada pente de uma vez, - indiviualmente. Com isso é possível - descobrir se o problema é com algum chip - DIMM/SIMM ou se o problema é a - combinação entre os pentes. - - - - Configurações super otimistas na - BIOS da sua placa mãe são outra causa - provável. Algumas BIOS tem - opções que permitem alterar a velocidade - e frequência de vários recursos. - Normalmente os valores padrão na BIOS - são os mais conservadores, e portanto devem ser - o bastante para controlar corretamente o equipamento; - contudo algumas opções como por exemplo - RAM Speed: Turbo ou alguma - opção parecida coloca o estado de espera - para o acesso a memória em um valor muito - baixo, e as vezes, por mais otimista que você - seja, sua memória pode não ser - rápida o bastante. O ideal é definir os - valores padrão da sua BIOS, mas é - interessante anotar os valores atuais primeiro! - - - - Alimentação insuficiente de energia - na placa-mãe. Caso exista alguma placa que - não esteja sendo utilizada, algum disco - rígido ou CDROM, é interessante - desliga-los temporariamente do computador, ou - simplesmente remover o cabo de energia desses - equipamentos. Mesmo em sub utilização, - essas placas e discos estão sob constante - alimentação e talvez sua fonte consiga - suprir uma carga menor. Ou tente trocar a fonte do - seu PC, de preferência por uma com maior poder - de alimentação (por exemplo, se a sua - fonte é de 250 Watts troque por uma de 300 - Watts). - - - - - Leia ainda o FAQ SIG11 - (disponível a seguir) que tem outras boas - explicações sobre esses problemas. O - FAQ também discute como alguns - programas de teste de memória podem pensar que um - pente problemático está funcionando - corretamente. - - Finalmente, se nenhum dos casos acima ajudou a - solucionar seu problema, pode ser que exista um bug no - FreeBSD. Você deve seguir as - intruçõoes para enviar um relatório - de problemas para o Projeto FreeBSD. - - Existe um FAQ extenso que cobre - esse assunto, disponível no - FAQ dos problemas com - SIG11. + - - O meu sistema trava com o erro Fatal trap - 12: page fault in kernel mode, ou - panic:, e sai mostrando uma - quantidade enorme de informações. O que eu - faço? + + O FreeBSD suporta o Java? - A equipe de desenvolvimento do FreeBSD tem muito - interesse nesse tipo de erro, mas é - necessário obter algumas informações - suplementares, do que apenas o erro que você - está tendo. Copie sua mensagem de erro inteira, - consulte o FAQ sobre kernel - panics, compile um - kernel em modo de - debugação e tente analisar o problema. - Parece uma tarefa difícil, mas não é - necessário conhecimento de - programação; basta seguir as - instruções. + Sim. Consulte a página web https://www.FreeBSD.org/java/ para mais informações. - - Por que a tela fica preta e perde sincronia quando eu - inicio o sistema? + + Por que não posso compilar esse port na minha máquina 10.X - ou 11.X -STABLE? - Esse é um problema conhecido da placa de - vídeo ATI Mach 64. O problema é que essa - placa usa o endereço 2e8, o - mesmo utilizado pela quarta porta serial dos computadores - pessoais. Devido a um bug (ou uma vantagem?) da - &man.sio.4; ,essa porta será sempre reconhecida, - ainda que não exista a quarta porta serial no seu - computador, ou mesmo se o sio3 (a - quarta porta) estiver desabilitado. - - Até que o bug seja corrigido, você pode - usar essa solução: - - - - Entre no modo de configuração do - kernel com - opção na tela de - inicialização(boot). (Isto colocara o - kernel no modo de - configuração). - - - - Desabilite a sio0, - sio1, - sio2 e - sio3 (todas elas). Dessa - forma será ativada, logo, você não - terá -> problemas. - - - - Digite exit para continuar o boot. - - - - Caso queira usar as portas seriais, será - necessário construir um - kernel customizado, com as - seguintes alterações: no fonte - /usr/src/sys/i386/isa/sio.c encontre - a ocorrência da expressão - 0x2e8 e apague essa expressão e - a vírgula que a antecede (mantenha a outra). - Depois compile o novo - kernel normalmente. - - Mesmo depois dessa correção, é - provável que o X Windows ainda não funcione - como esperado. Se for o caso, garanta que a versão - do Xfree86 em questão seja ao menos o XFree86 3.3.3 - ou uma versão superior. Esse XFree86 e os - posteriores tem suporte nativo às placas de - vídeo Mach64, e tem inclusive um X Server dedicado - para tal equipamento. + Se a versão do FreeBSD instalada estiver significativamente atrás do -CURRENT ou do -STABLE, atualize a coleção de ports usando as instruções disponíveis na seção Usando a coleção de ports. Se o sistema estiver atualizado, alguém pode ter feito uma alteração no port que funciona para -CURRENT mas que quebrou o port para o -STABLE. Envie um relatório de bug, já que a Coleção de Ports deve funcionar tanto para o branch -CURRENT e quanto o -STABLE. - - Por que o FreeBSD só detecta 64MB de - memória RAM se eu tenho 128MB instalados? + + Acabei de tentar compilar o INDEX usando o comando make index, e ele falhou. Por quê? - Devido à maneira que o FreeBSD obtém as - informações quanto ao tamanho da - memória disponível por intermédio da - BIOS, pode acontecer de apenas 16 bits válidos - serem detectados (65535 Kbytes = 64MB) ou até - menos, dependendo da BIOS (em alguns casos, apenas 16MB). - Mesmo nessa situação o FreeBSD tenta - detectar mais que 64MB de memória, mas esse - reconhecimento pode falhar. + Primeiro, certifique-se de que a Coleção de Ports esteja atualizada. Erros que afetam a compilação do INDEX a partir de uma cópia atualizada da coleção de ports são de alta visibilidade e, portanto, quase sempre são corrigidos imediatamente. - Pra corrigir esse problema pode ser usada a - opção do - kernel descrita a seguir. - Existe uma forma de obter informações - completas quanto ao tamanho da memória, a partir da - BIOS, mas devido a algumas limitações isso - nem sempre é possível hoje em dia. - Futuramente será. De qualquer forma, temos ainda a - opção do - kernel para - situações onde toda a memória - não puder ser reconhecida. - - options - "MAXMEM=n" - - Onde n equivale à - memória (em Kilobytes) disponível no - sistema. Para 128 MB de memória, use o valor - 131072. + Existem casos raros em que o INDEX não será compilado devido a casos estranhos envolvendo a variável OPTIONS_SET sendo definida em make.conf. Se você suspeitar que este é o caso, tente fazer o INDEX com estas variáveis desativadas antes de reportar o erro para a Lista de discussão de ports do FreeBSD. - - Por que o FreeBSD 2.0 entre em pânico com a - mensagem kmem_map too - small!? + + Eu atualizei os fontes, agora como faço para atualizar meus ports instalados? - - A mensagem em questão também pode ser - mb_map too small! - - - Essa mensagem de pânico indica que o sistema - ficou sem memória suficiente pros buffers de rede - (especificamente, os mbuf clusters). A quantidade de - memória virtual disponível para os clusters - mbuf pode ser elevada com a opção:: - - options - "NMBCLUSTERS=n" - - no arquivo de configuração do seu - kernel, onde - n equivale ao valor entre - 512-4096, dependendo do número de conexões - TCP simultâneas que você espera poder - suportar. O valor 2048 é recomendável, e - provavelmente será o bastante para sanar o problema - que causa o pânico em questão O número - de clusters mbuf em uso pode ser monitorado com o comando - netstat -m (veja &man.netstat.1;). O - valor padrão para a variável NMBCLUSTERS no - kernel do FreeBSD é - 512 + MAXUSERS * 16. + O FreeBSD não inclui uma ferramenta de atualização de ports, mas possui algumas ferramentas para facilitar o processo de atualização. Ferramentas adicionais estão disponíveis para simplificar o manuseio dos ports e são descritas na seção Atualizando Ports no Handbook do FreeBSD . - - Por que o erro /kernel: proc: table is - fullocorre? + + Preciso recompilar todos os ports sempre que realizo uma atualização de versão principal? - O kernel do FreeBSD - limita o número máximo de processos - simultâneos existentes no sistema. O número - em questão é baseado na opção - MAXUSERS. do sistema. A - opção MAXUSERS afeta - ainda inúmeros outros limites do - kernel do FreeBSD, como por - exemplo os buffers disponíveis para o stack de rede - do sistema (veja esta resposta - anterior). Se o computador estiver sob grande carga, - provavelmente será necessário aumentar o - MAXUSERS. Essa alteração - aumentará os limites do sistema em - adição ao número de processos - permitido. + Sim! Apesar de um sistema recente ser capaz de executar os softwares compilados em uma versão mais antiga, as coisas irão falhar aleatoriamente e deixar de funcionar quando outros ports forem instalados ou atualizados. - Desde a versão 4.4 do FreeBSD, o valor para - MAXUSERS se tornou configurável, - não sendo mais necessário recompilar o - kernel para - alterá-lo, bastando definir a variável - kern.maxusers no arquivo - /boot/loader.conf. Em - versõoes mais recentes do FreeBSD, deve-se ajustar - o MAXUSERS em sua - configuração do - kernel. + Quando o sistema é atualizado, várias bibliotecas compartilhadas, módulos carregáveis ​​e outras partes do sistema serão substituídas por versões mais recentes. Os aplicativos vinculados às versões mais antigas podem não iniciar ou, em outros casos, não funcionar corretamente. - Caso seu sistema não esteja muito carregado, - mas o número de processos simultâneos ainda - assim é alto basta definir a variável - kern.maxproc com o sysctl. Em casos - especiais, onde esses inúmeros processos - estão sendo executados por um único - usuário, será preciso alterar ainda alterar - o valor da variável - kern.maxprocperuid para um a menos do - que o valor de kern.maxproc. (deve ser - ao menos 1 processo a menos, visto que ao menos o - &man.init.8; do sistema vai estar sempre em - execução.) - - Para tornar uma alteração de - variável do sysctl permanente, defina-a no arquivo - /etc/sysctl.conf nas versões - mais recentes do FreeBSD, ou então no arquivo - /etc/rc.local em versões mais - antigas do sistema. + Para obter maiores informações, consulte a seção sobre atualizações no Handbook do FreeBSD. - - Por que acontece o erro CMAP - busy quando eu reinicio com um novo - kernel? + + Preciso recompilar cada port toda vez que faço uma atualização de versão secundária? - A lógica que tenta detectar uma data errada nos - arquivos /var/db/kvm_*.db as vezes - é falha, o que leva o sistema a entrar em - pânico. - - Se for o caso, reinicie seu sistema em modo - monousuário e faça: - - &prompt.root; rm /var/db/kvm_*.db + Em geral, não. Os desenvolvedores do FreeBSD fazem o máximo para garantir compatibilidade binária em todos os releases com o mesmo número de versão principal. Quaisquer exceções serão documentadas nas Release Notes, e os conselhos dados lá devem ser seguidos. - - O que a mensagem ahc0: brkadrint, Illegal - Host Access at seqaddr 0x0 - significa?? + + Por que o /bin/sh é tão pequeno? Por que o FreeBSD não usa o bash ou outro shell? - Trata-se de um conflito com o Ultrastor SCSI Host - Adapter. + Muitas pessoas precisam escrever shell scripts que serão portados para muitos sistemas. É por isso que o POSIX especifica os comandos shell e utilitários em grande detalhe. A maioria dos scripts são escritos em Bourne shell (sh1) e porque várias interfaces de programação importantes (make1, system3, popen3 e análogos em linguagens de script de alto nível como Perl e Tcl) são especificados para usar o Bourne shell para interpretar comandos. Como o Bourne shell é usado com tanta frequência e em larga escala, é importante que ele seja iniciado rapidamente, que seja determinístico em seu comportamento e que ocupe o menor espaço possível na memória. - Durante o processo de - inicialização(boot), entre no menu de - configuração do - kernel e desabilite a - uha0, que esta causando o - problema. + A implementação existente é resultado do nosso melhor esforço para atender simultaneamente o quanto pudermos desses requisitos. Para manter o /bin/sh pequeno, não fornecemos muitos dos recursos de conveniência que os outros shells possuem. É por isso que outras shells com mais recursos, como o bash, o scsh, o tcsh1, e o zsh estão disponíveis. Compare a utilização de memória desses shells observando as colunas VSZ e RSS em uma listagem gerada com o comando ps -u. - - Quando eu inicio o sistema, encontro o erro - ahc0: illegal cable configuration, - mas o meu cabo está certo. O que está - havendo? + + Como faço para criar CDs de áudio dos meus arquivos MIDI? - A placa-mãe em questão não - consegue se dar bem com o suporte a - terminação automática do barramento. - Altere sua BIOS SCSI para a terminação - correta, de acordo com a configuração do - equipamento, ao invés de usar - terminação automática. O driver - AIC7XXX não consegue descobrir se o reconhecimento - externo dos cabos (e conseqüente - auto-terminação) está - disponível, e portanto ele simplesmente assume que - o suporte existe, caso a configuração da - EEPROM serial esteja definida como automatic termination. - Sem o reconhecimento de cabo externo o driver irá - sempre configurar a terminação de forma - incorreta, o que compromete a confiabilidade do barramento - SCSI. - - + Para criar CDs de áudio a partir de arquivos MIDI, primeiro instale o audio/timidity++ a partir dos ports e instale manualmente os patches GUS criados por Eric A. Welsh, disponíveis em http://alleg.sourceforge.net/digmid.html. Depois que o TiMidity++ estiver corretamente instalado, os arquivos MIDI poderão ser convertidos em arquivos WAV com a seguinte linha de comando: - - - Por que o Sendmail retorna um erro que diz - mail loops back to - myself? - + % timidity -Ow -s 44100 -o /tmp/juke/01.wav 01.mid - - Essa pergunta é respondida no - FAQ do próprio Sendmail, e - diz:- - - * Eu estou tendo problemas de configurações local "Local configuration error" como essas: - - 553 relay.domain.net config error: mail loops back to myself - 554 <user@domain.net>... Local configuration error - - Como posso resolver esse problema? - - Você definiu que as mensagens enviadas para o domínio - em questão (domain.net) devem ser repassadas para uma outra - estação específica (nesse caso para - relay.domain.net) usando um registro MX, mas essa máquina de - relay não se reconhece como a estação - responsável pelas mensagens do domínio domain.net. - Adicione domain.net no arquivo /etc/mail/local-host-names - (caso você esteja usando FEATURE(use_cw_file)) ou então - adicione a linha "Cw domain.net" em /etc/mail/sendmail.cf. - - - Atualmente a versão mais recente do FAQ - do sendmail é mantida em sincronia com as - versões mais atuais do MTA, mas ela ainda é - enviada regularmente para os grupos de notícias - comp.mail.sendmail, - comp.mail.misc, - comp.mail.smail, - comp.answers, e - news.answers. - Ainda é possível receber um cópia por - e-mail do FAQ, enviando uma mensagem - para mail-server@rtfm.mit.edu com o comando - send - usenet/news.answers/mail/sendmail-faq no corpo - da mensagem. + Os arquivos WAV podem ser convertidos para outros formatos ou gravados em CDs de áudio, conforme descrito no Handbook do FreeBSD. + + - - - Porque algumas aplicações que usam tela - inteira não se comportam muito bem em - estações remotas? - + + Configuração do Kernel - - A estação remota deve estar definindo o - terminal como algum tipo diferente do - cons25 que é o tipo de terminal - usado pelo console do FreeBSD. - - Existem inúmeras correções para - esse problema: - - - - Depois de logar-se na estação - remota, defina a variável de ambiente TERM como - ansi ou sco caso - a máquina em questão tenha - informações quanto a esse tipo de - terminal. - - - - Use um emulador VT100 como o - screen no console do - FreeBSD. O screen oferece - a possibilidade de usar múltiplas - sessões concorrentes em um mesmo terminal, e - é um grande programa. Cada janela do - screen se comporta como um - terminal VT100, portanto a variável TERM deve - ser definida como vt100. - - - - Instale a base do cons25 na - estação remota. A maneira correta de - faze-lo depende do sistema operacional em - questão na estação remota. - Consulte os manuais de administração do - sistema remoto em questão para descobrir como - faze-lo. - - - - Levante um X server do lado FreeBSD da coisa e - acesse a estação remota usando um - terminal baseado no ambiente X, como o - xterm ou o rxvt. - A variável TERM deve ser definida - comoxterm ou - vt100 no lado remoto. - - - - - + - - Por que meu computador apresenta a mensagem - calcru: negative time...? + + Eu gostaria de customizar meu kernel. É difícil? - Esse comportamento pode ser causado por diversos - motivos relacionados a interrupções de - hardware e/ou software. - Pode ser devido a algum bug, mas também pode - acontecer por causa da natureza de alguns devices. Por - exemplo, usar TCP/IP via porta paralela com uma MTU muito - grande é uma boa forma de provocar esse - comportamento. Aceleradores gráficos também - são eficientes para criar esse tipo de problema, - nesse caso, sendo necessário analisar as - configurações de interrupções - do software. + De modo nenhum! Confira a seção configuração do kernel do Handbook. - Um efeito colateral desse problema são - processos que morremSIGXCPU exceeded cpu time - limit. - - No FreeBSD 3.0 e sistemas posteriores a 29 de Novembro - de 1998, caso o problema não possa ser solucionado - de outra forma, uma correção pode ser - definir a seguinte variável do sysctl: - - &prompt.root; sysctl -w kern.timecounter.method=1 - - Isso causa um impacto de performance, mas dependendo - do problema que causava esse comportamento, é - provável que nem consiga-se notar a mudança - nessa performance. Se o problema continuar, mantenha a - variável do sysctl habilitada e defina a - opção NTIMECOUNTER no - kernel para valores - crescentes. Se chegar a um ponto em que foi - necessário definir - NTIMECOUNTER=20 e o problema ainda - não tiver sido resolvido, as - interrupções são serias demais e seu - comportamento não é confiável. - - - - - - Acontece da pcm não ser encontrada, com a - mensagem pcm0 not found ou - então minha placa de som é encontrada na - pcm1 mas no meu - kernel a entrada se refere - a device pcm0. O que está - havendo? - - - - Isso acontece no FreeBSD 3.X com placas de som PCI. A - pcm0 é reservada - exclusivamente para placas de som ISA e por isso se a - placa em questão é PCI, ela será - reconhecida como pcm1 e a - mensagem em questão pode acontecer. - - - Não é possível evitar a - mensagem de advertência simplesmente alterando o - seu kernel e definindo - device pcm1 pois isso - resultará na pcm1 sendo - reservada para placas ISA, e o seu equipamento PCI - será reconhecido na pcm2 - (e a mensagem de advertência pcm1 not - found continuará). + O novo kernel será instalado no diretório /boot/kernel junto com os seus módulos, enquanto o kernel antigo e seus módulos serão movidos para o diretório /boot/kernel.old. Se um erro for cometido na configuração, basta inicializar utilizando a versão anterior do kernel. - - - Caso sua placa de som seja PCI ainda será preciso - criar a device snd1 ao - invés da snd0: - - &prompt.root; cd /dev -&prompt.root; ./MAKEDEV snd1 - - Esse comportamento não ocorre na série - 4.X do FreeBSD, muito trabalho foi feito para tornar o - sistema mais PnP-centric e a device - pcm0 não é mais - reservada exclusivamente para placas ISA. - - Porque a minha placa PnP não é mais - encontrada (ou é encontrada como - unknown) desde a - atualização para o FreeBSD 4.X? + + Por que meu kernel é tão grande? - O FreeBSD 4.X é muito mais - PnP-centric do que as versões - anteriores, e isso causou alguns efeitos distintos em - algumas placas PnP (como algumas placas de som e alguns - modems interno por exemplo) que não funcionam mais - da forma como funcionavam no FreeBSD 3.X. + Os kernels GENERIC enviados com o FreeBSD são compilados com o modo de depuração habilitado. Kernels compilados no modo de depuração contêm dados de depuração em arquivos separados que são usados ​​para depuração. Versões do FreeBSD anteriores a 11.0 armazenam esses arquivos de depuração no mesmo diretório que o próprio kernel, /boot/kernel/. No FreeBSD 11.0 e posterior, os arquivos de depuração são armazenados em /usr/lib/debug/boot/kernel/. Observe que haverá pouca ou nenhuma perda de desempenho ao executar um kernel com o modo de depuração habilitado, e é útil manter um por perto em caso de panic no sistema. - O motivo para esse comportamento é explicado no - seguinte e-mail, que foi enviada na lista - freebsd-questions pelo Reter Wemm, respondendo uma - pergunta sobre um modem interno que não era mais - reconhecido no FreeBSD depois de atualizar o sistema para - versão 4.X (os comentários entre - []foram adicionados com a - intenção de explicar melhor o contexto da - mensagem). + Quando estiver com pouco espaço em disco, existem diferentes opções para reduzir o tamanho de /boot/kernel/ e /usr/lib/debug/. - - Os índices dessa citação foram - atualizados de seu texto original - + Para não instalar os arquivos de símbolos, certifique-se que a seguinte linha existe em /etc/src.conf: -
- A bios PNP configurou ele [o modem] e o deixou - conectado na porta em questão, por isso o estilo - antigo [no 3.X] reconhece o equipamento - ISA. + WITHOUT_KERNEL_SYMBOLS=yes - No FreeBSD 4 o código ISA é bem mais - PnP-centric. Era possível [no 3.X] encontrar uma - placa ISA que funcionava com determinada - device e depois, o id PNP da mesma device encontrava a - mesma placa novamente, como se fosse uma outra usando os - mesmos recursos do sistema, e por isso ele falhava, como - se fosse um conflito de recursos. Portanto, agora ele - desabilita o suporta às placas - programáveis de forma que essa confusão e - dupla detecção de - hardware não - ocorra. Essa mudança implica também na - necessidade de se saber previamente os ids PnP para cada - tipo de equipamento suportado, aumentando um pouco mais - a lista de TODO do suporte PnP no sistema. -
+ Para mais informações veja src.conf5. - Para fazer o equipamento voltar a funcionar, é - necessário encontrar seu PnP id e - adicioná-lo a lista de devices ISA reconhecidas - como PnP. Essa informação pode ser obtida - usando &man.pnpinfo.8; que detecta a - configuração dos equipamentos. Por exemplo, - veja a saída do &man.pnpinfo.8; de um modem - interno: + Se você quiser evitar completamente a criação de arquivos de depuração, certifique-se de que ambos os itens a seguir sejam verdadeiros: - &prompt.root; pnpinfo -Checking for Plug-n-Play devices... - -Card assigned CSN #1 -Vendor ID PMC2430 (0x3024a341), Serial Number 0xffffffff -PnP Version 1.0, Vendor Version 0 -Device Description: Pace 56 Voice Internal Plug & Play Modem - -Logical Device ID: PMC2430 0x3024a341 #0 - Device supports I/O Range Check -TAG Start DF - I/O Range 0x3f8 .. 0x3f8, alignment 0x8, len 0x8 - [16-bit addr] - IRQ: 4 - only one type (true/edge) - - [algumas linhas com TAG foram eliminadas] - - TAG End DF -End Tag - -Successfully got 31 resources, 1 logical fdevs --- card select # 0x0001 - -CSN PMC2430 (0x3024a341), Serial Number 0xffffffff - -Logical device #0 -IO: 0x03e8 0x03e8 0x03e8 0x03e8 0x03e8 0x03e8 0x03e8 0x03e8 -IRQ 5 0 -DMA 4 0 -IO range check 0x00 activate 0x01 - - A informação que você quer - é a linha Vendor ID no começo - da saída do comando. O valor hexadecimal entre - parênteses (0x3024a341 esse caso) é PnP id e - o conjunto de caracteres que o antecede (PMC2430) é - a identificação ASCII única. - - Alternativamente, se o &man.pnpinfo.8; não - listou sua placa em questão, o &man.pciconf.8; pode - ser usado preferivelmente. Esta é a saída - do comando pciconf -vl de uma placa de - som onboard: - - &prompt.root; pciconf -vl -chip1@pci0:31:5: class=0x040100 card=0x00931028 chip=0x24158086 rev=0x02 hdr=0x00 - vendor = 'Intel Corporation' - device = '82801AA 8xx Chipset AC'97 Audio Controller' - class = multimedia - subclass = audio - - Aqui deve-se usar o valor do chip, - 0x24158086. - - Tais informações (Vendor ID ou valor do - chip) precisam ser adicionadas ao arquivo - /usr/src/sys/isa/sio.c. - - Primeiro faça uma cópia de - segurança do sio.c no caso de - algo dar errado e também para que você possa - fazer um patch para enviar junto com o seu - Relatório de Problemas (você vai enviar um - PR, não vai?) e depois edite o - sio.c e procure a linha - - static struct isa_pnp_id sio_ids[] = { - - Depois analise as linhas logo abaixo para encontrar o - lugar apropriado para sua placa. As entradas na tabela - ficam todas parecidas com essa logo abaixo, e são - ordenadas de acordo com a identificação - ASCII do fabricante do produto a qual deve ser - incluída como comentário na coluna do lado - do código em questão, e junto com a - descrição da placa ou - parte dela, conforme identificada na saída do - &man.pnpinfo.8;: - - {0x0f804f3f, NULL}, /* OZO800f - Zoom 2812 (56k Modem) */ -{0x39804f3f, NULL}, /* OZO8039 - Zoom 56k flex */ -{0x3024a341, NULL}, /* PMC2430 - Pace 56 Voice Internal Modem */ -{0x1000eb49, NULL}, /* ROK0010 - Rockwell ? */ -{0x5002734a, NULL}, /* RSS0250 - 5614Jx3(G) Internal Modem */ - - Adicione o ID hexadecimal do fabricante da placa no - local apropriado, salve o arquivo e recompile o - kernel, depois reinicie o - sistema. Agora a sua placa deve ter sido encontrada como - uma device sio exatamente como era - encontrada no FreeBSD 3.X -
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- - - - Qual a causa do erro nlist - failed quando eu executo, por exemplo, o - top ou o - systat? - - - - O problema é que o programa que você - está tentando executar tenta ler alguma - informação específica do - kernel, baseando-se no - kernel symbol em - questão, mas por algum motivo, essa - informação não pode ser encontrada; - esse erro é causado por um dos seguintes - problemas: - - O kernel e o - userland do sistema não estão em - sincronia (por exemplo, você compilou um - kernel novo e o - instalou sem de dar um - installworld, ou vice-versa), - e por isso a tabela de informações dos - kernel symbols é - diferente do que o programa pensa que é. Se - esse for o caso basta completar os procedimentos de - atualização do sistema (veja o arquivo - /usr/src/UPDATING para a correta - seqüência de ações). + Esta linha não existe no arquivo de configuração do kernel: + + makeoptions DEBUG=-g - O /boot/loader não - está sendo usado para carregar o - kernel dessa - estação, ao invés dele, o boot2 - (veja &man.boot.8;) está sendo usado - diretamente. Apesar de não ter problema algum - deixar de usar o /boot/loader, ele - costuma se comportar melhor na hora de tornar os - kernel symbols - disponíveis para aplicações em - nível de usuário. + Não execute o comando config8 com a opção . - - - - - Porque demora tanto para a conexão se - estabelecer via ssh ou - telnet? - + Qualquer uma das configurações acima fará com que o kernel seja construído com suporte ao modo de depuração. - - O sintoma: existe um atraso muito grande entre o - estabelecimento da conexão TCP e o momento que o - programa cliente pede a senha (ou no caso do - &man.telnet.1;, quando a tela de login aparece). + Para construir e instalar somente os módulos desejados, liste-os em /etc/make.conf: - O problema: o programa servidor dessa - transação leva muito tempo tentando resolver - o nome da estação cliente que está se - conectando. A maioria dos servidores, incluindo os - servidores Telnet e SSH que vem junto com o FreeBSD tentam - resolver o número IP do cliente no nome da - estação, para, entre outras coisas, gravar - essa informação em um arquivo de log para - referências futuras por parte do - administrador. + MODULES_OVERRIDE= accf_http ipfw - A solução: Se o problema acontece apenas - quando você (o cliente) tenta se conectar no - servidor, o problema é com o lado cliente da - transação; se o problema acontece com - qualquer estação que tente se conectar ao - computador (servidor) então o problema é do - lado servidor. + Substitua accf_httpd ipfw com a lista dos módulos que precisa. Apenas os módulos listados serão compilados. Isso reduz o tamanho do diretório do kernel e diminui o tempo necessário para compilar o kernel. Para mais informações, leia /usr/share/examples/etc/make.conf. - Se o problema é com o cliente, a única - maneira de corrigir o problema é configurar - corretamente o servidor DNS que responde autoritativamente - pelo endereço da estação. Se for uma - rede local considere esse comportamento um problema do - servidor, e continue lendo; se a conexão deve ser - estabelecida na rede global (internet) , então - entre em contato com o seu Provedor de Serviços - Internet e solicite que eles corrijam o problema. + Dispositivos desnecessários podem ser removidos do kernel para reduzir ainda mais o tamanho. Veja para mais informações. - Se o problema é do lado servidor, e a rede em - questão, se trata de uma rede local, será - necessário configurar o servidor de forma que ele - consiga resolver os endereços dos clientes em - nomes. Veja as páginas de manual do &man.hosts.5; - e &man.named.8; para obter mais informações. - Se a conexão é na Internet, provavelmente o - resolvedor (lado cliente do serviço de nomes) do - seu servidor não está funcionando - corretamente. Pra fazer o teste, tente descobrir o - endereço IP do site www.yahoo.com - por exemplo. Se não funcionar, esta ai o - problema. + Para colocar qualquer uma dessas opções em vigor, siga as instruções para compilar e instalar um novo kernel. + + Para referência, o kernel amd64 do FreeBSD 11 (/boot/kernel/kernel) é de aproximadamente 25 MB. - - O que a mensagem stray IRQ quer - dizer? + + Por que todo kernel que eu tento construir falha ao compilar, até mesmo o GENERIC? - Stray IRQs são sintomas de - hardware que interrompe o - pedido de interrupção no meio de um ciclo de - autorização de - interrupção. + Há várias causas possíveis para esse problema: - Existem três formas de tratar o problema: - - Aprenda a conviver com as mensagens de - advertência. De qualquer forma, todas as - mensagens exceto as 5 primeiras para cada IRQ - são suprimidas pelo sistema mesmo. + A o código fonte de origem é diferente do usado para construir o sistema atualmente em execução. Ao tentar uma atualização, leia o arquivo /usr/src/UPDATING, prestando atenção especial à seção ITENS COMUNS no final. - Evite o inconveniente alterando de 5 para 0 na - função - isa_strayintr() o número - de mensagens antes de suprimir as - advertências. + The make buildkernel did not + complete successfully. The make + buildkernel target relies on files + generated by the make buildworld + target to complete its job correctly. - Evite as advertências instalando algum - equipamento de porta paralela que use a IRQ 7 e o - driver PPP (é o usual, na maioria dos sistemas) - e instale algum driver IDE ou qualquer outro - dispositivo que use a IRQ 15 e seu respectivo - suporte. + Mesmo quando estiver compilando o FreeBSD-STABLE, é possível que o código fonte tenha sido obtido em um momento em que estava sendo modificado ou em que estava quebrado. Somente os releases possuem a garantia de que podem ser compilados, apesar do FreeBSD-STABLE compilar corretamente na maioria das vezes. Tente atualizar novamente o código fonte e veja se o problema desaparece. Tente usar um servidor de distribuição diferente, caso o anterior esteja com problemas. - - Por que a mensagem file: table is - full aparece repetidas vezes no - dmesg? + + Qual agendador está em uso em um sistema em execução? - - Esse erro indica que você excedeu o número - máximo de descrevedores (descriptors) de arquivos - no sistema. Leia a seção - kern.maxfiles da - capítulo de Ajuste de Limites do - Kernel no - &a.ptbr.p.handbook; do FreeBSD para obter mais - informações sobre o problema. + O nome do agendador que atualmente sendo usado está diretamente disponível como o valor da variavel kern.sched.name do sysctl: + + % sysctl kern.sched.name +kern.sched.name: ULE - - Por que o relógio do meu laptop mantem a hora - incorreta? + + O que é o kern.sched.quantum? - Rode o comando &man.dmesg.8;, e procure algumas linhas - com a expressão Timecounter. A - última linha encontrada será o - relógio que o FreeBSD escolheu, e com certeza ele - será TSC. - - &prompt.root; dmesg | grep Timecounter -Timecounter "i8254" frequency 1193182 Hz -Timecounter "TSC" frequency 595573479 Hz - - Essa informação pode ser confirmada ao - verificar a variável - kern.timecounter.hardware do - &man.sysctl.3;. - - &prompt.root; sysctl kern.timecounter.hardware -kern.timecounter.hardware: TSC - - A BIOS do laptop altera a frequência do - relógio TSC de forma a modificar a velocidade do - processador quando o computador estiver sendo utilizado - com baterias, ou se o mesmo entrar em modo de economia de - energia. O FreeBSD não faz distinção - entre frequência do clock e modos especiais de - trabalho, e por isso pode atrasar ou adiantar a hora do - sistema. - - Esse exemplo, o laptop em questão tem dois - relógios; portanto o i8254 pode - ser definido como padrão na variável - kern.timecounter.hardware do - &man.sysctl.3;. - - &prompt.root; sysctl -w kern.timecounter.hardware=i8254 -kern.timecounter.hardware: TSC -> i8254 - - Agora o seu laptop deve conseguir manter a data e hora - de forma mais precisa. - - Pra tornar essa alteração - automática, adicione a seguinte linha no arquivo - /etc/sysctl.conf. - - kern.timecounter.hardware=i8254 + A variável kern.sched.quantum define o número máximo de pulsos que um processo pode executar sem ser "preempted" no scheduler 4BSD. +
+
+ + Discos, sistemas de arquivos e boot loaders + + - - Por que o meu laptop não funciona muito bem na - hora de identificar cartões PCMCIA? + + Como posso adicionar o meu novo disco rígido ao meu sistema FreeBSD? - Esse problema é comum em laptops que tem mais - de um sistema operacional instalado. Alguns sistemas - não-BSD fazem os cartões PCMCIA ficarem em - um estado inconsistente, causando um reconhecimento - problemático dos dispositivos por parte do - pccardd, como por exemplo, detectando - os cartões como - "(null)""(null)" ao invés da - sua marca e modelo verdadeiros. - - É necessário desligar completamente a - alimentação de energia do equipamento para - garantir que o mesmo seja completamente resetado. - Desligue completamente o laptop (não suspenda seu - funcionamento, não o deixe entrar em modo de - espera, conhecido como standby, a - alimentação deve ser completamente - interrompida), espere alguns - poucos - minutos e reinicie - o laptop. Tudo deve correr bem. - - Alguns laptops são grandes mentirosos quando - afirmam estar desligados. Se o procedimento acima - não funcionar, tire a bateria do laptop, espere - alguns minutos e ligue o sistema novamente. + Veja a seção Adicionando Discos no Handbook do FreeBSD. - - Por que o bootloader do FreeBSD mostra a mensagem - Read error e pára - completamente logo após a tela da BIOS? + + Como faço para mover meu sistema para o meu novo disco enorme? - O inicializador do FreeBSD reconheceu a geometria de - disco de forma incorreta e por isso esse valor deve ser - definido manualmente com o fdisk(8) ao criar ou modificar - uma partição FreeBSD. + A melhor maneira é reinstalar o sistema operacional no novo disco e depois passar os dados do usuário. Isto é altamente recomendado ao seguir o -STABLE por mais de uma release ou ao atualizar uma release ao invés de instalar uma nova. Instale o booteasy em ambos os discos com boot0cfg8 e use a opção de dual boot até que esteja satisfeito com a nova configuração. Pule o próximo parágrafo para descobrir como mover os dados depois de fazer isso. - A geometria correta do disco pode ser verificada na - BIOS do computador. Procure pelo número de - cilindros, cabeças e de setores do disco em - questão. - + Alternativamente, particione e rotule o novo disco utilizando o sade8 ou o gpart8. Se os discos forem formatados com MBR, o booteasy pode ser instalado em ambos os discos utilizando-se o boot0cfg8 para que o computador possa inicializar dualmente com o antigo ou novo sistema após a conclusão da cópia. - No fdisk do &man.sysinstall.8;, aperte a tecla - G para definir a geometria do disco - manualmente. - + Depois que o novo disco estiver configurado, os dados não podem ser simplesmente copiados. Em vez disso, use ferramentas que entendam device files e system flags, tais como o dump8. Embora seja recomendado que você mova os dados com o sistema em modo single user, isto não é necessário. - Irá aparecer uma janela de diálogo - perguntando o número de cilindros, cabeças e - setores do disco. Defina esses valores, conforme anotados - da BIOS do sistema e separados por barras. + Quando os discos estiverem formatados com UFS, nunca use nada além do dump8 e do restore8 para mover o sistema de arquivos raiz. Esses comandos também devem ser usados para mover uma única partição para uma outra partição vazia. A seqüência de etapas para usar o comando dump para mover os dados de uma partição UFS para uma nova partição é: - 5000 cilindros, 250 cabeças e 60 setores, por - exemplo, seria definido como - 5000/250/60. - + + + Execute o newfs na nova partição + - Aperte ENTER para confirmar os valores e depois aperte - a tecla W para escrever as novas - informações na tabela de - partições do disco. - - + + Utilize o mount para disponibilizá-la em um ponto de montagem temporário. + - - - Outro sistema operacional destruiu o meu gerenciador - de inicialização(Boot Manager). Como eu o - recupero? - - + + Vá para o diretório desejado utilizando o comando cd . + - - Entre no &man.sysinstall.8; e escolha o menu - Configure, seguido do Fdisk. Escolha o disco onde o - gerenciador de boot costumava ficar e aperte a barra de - espaços(space). Depois aperte a - tecla W para escrever as novas - informações no disco. Vai aparecer uma - tela, perguntando o que deve ser instalado na MBR do - disco. Escolha o Gerenciador de - inicialização(Boot Manager), e ele - será reinstalado. - - + + Faça o dump da partição antiga e redirecione a saída para a nova. + + - - - O que o erro swap_pager: indefinite wait - buffer: quer dizer? - + Por exemplo, para mover /dev/ada1s1a tendo /mnt como o ponto de montagem temporário, digite: - - Quer dizer que existe um processo tentando paginar uma - área da memória para o disco, e que esse - processo demorou mais de 20 segundos; portanto falhou. - É provável que a causa desse erro sejam - blocos defeituosos no disco, falha nos cabos, ou - até mesmo algum outro erro de I/O relacionado ao - hardware. Se o disco - estiver danificado, serão apresentadas mensagens de - erro referentes ao mesmo em - /var/log/messages e também na - saída do dmesg. Do - contrário, verifique seus cabos e - conectores. - - - - + # newfs /dev/ada1s1a +# mount /dev/ada1s1a /mnt +# cd /mnt +# dump 0af - / | restore rf - - - Aplicações Comerciais + Reorganizar as partições com o comando dump requer um pouco mais de trabalho. Para mesclar uma partição como /var com a partição pai, crie uma nova partição grande o suficiente para conter ambas, mova a partição pai conforme descrito acima e mova a partição filha para o diretório vazio criado pela primeira movimentação: - - Esta seção se encontra ainda muito - escassa, embora esperamos, naturalmente, que as empresas - façam adições a ela! :) Os - desenvolvedores do FreeBSD não tem interesses - financeiros em nenhuma das empresas listadas aqui, mas apenas - as listam como um serviço público (e sente que o - interesse comercial no FreeBSD pode ter muitos efeitos - positivos na viabilidade do uso do sistema a longo prazo). - Nós encorajamos que os vendedores de softwares - comerciais mandem seus softwares para inclusão. - Consulte a - página de Fabricantes para obter uma lista - maior. - + # newfs /dev/ada1s1a +# mount /dev/ada1s1a /mnt +# cd /mnt +# dump 0af - / | restore rf - +# cd var +# dump 0af - /var | restore rf - - - - - Onde eu posso conseguir Office - Suite) para o FreeBSD? - - - - - A FreeBSD - Mall oferece uma versão nativa do - VistaSource - ApplixWare 5 para o FreeBSD. + Para separar um diretório do seu pai, digamos colocar /var em sua própria partição quando não era antes, crie as duas partições, monte a partição filho no diretório apropriado no ponto de montagem temporário e mova a antiga partição única: - O ApplixWare é uma poderosa suíte - comercial de aplicações para - escritório no FreeBSD. Ela contém um - processador de texto, planilha de cálculos, um - programa de apresentação e um pacote - para desenho vetorial e outros aplicativos. + # newfs /dev/ada1s1a +# newfs /dev/ada1s1d +# mount /dev/ada1s1a /mnt +# mkdir /mnt/var +# mount /dev/ada1s1d /mnt/var +# cd /mnt +# dump 0af - / | restore rf - - O ApplixWare é vendido com parte integrante - da edição de Desktops BSD da FreeBSD - Mall. - - - - A versão para Linux do StarOffice - funciona sem problemas no FreeBSD. A maneira mais - fácil de instalar a versão para Linux do - StarOffice é pela Coleção - de Ports do FreeBSD. - Versões futuras da suíte Open-Source de - escritório,OpenOffice - deverão funcionar também. - - + Os utilitários cpio1 e pax1 também estão disponíveis para mover dados do usuário. Estes comandos são conhecidos por perder as flags com as informações dos arquivo, portanto, use-os com cuidado. - - Onde posso conseguir o Motif para o FreeBSD? + + Quais partições podem usar com segurança o Soft Updates? Ouvi dizer que o uso de Soft Updates no / pode causar problemas. E quanto ao Journaled Soft Updates? - O Open Group lançou o código fonte do - Motif 2.1.30, que pode ser instalado como o pacote - open-motif, ou então ser - compilado pelo Ports. Consulte a - seção - sobre o Ports no - &a.ptbr.p.handbook; para obter mais - informações sobre o assunto. + Resposta curta: Soft Updates geralmente podem ser usados ​​com segurança em todas as partições. - - O Open Motif pode ser redistribuído apenas - se sua distribuição estiver sendo usada - em sistemas operacionais open - source. - - + Resposta longa: o Soft Updates possui duas características que podem ser indesejáveis ​​em determinadas partições. Primeiro, uma partição com Soft Updates tem uma pequena chance de perder dados durante uma falha do sistema. A partição não será corrompida, pois os dados serão simplesmente perdidos. Em segundo lugar, o uso de Soft Updates pode causar escassez temporária de espaço. - Em contrapartida, existem distribuições - comerciais do Motif disponíveis. Tais - distribuições contudo não são - gratuitas, mas suas licenças permitem que ele seja - utilizando em softwares de código fechado. Contate - a Apps2go para obter - informações quanto a versão mais - barata do ELF Motif 2.1.20 para FreeBSD (tanto para i386 - quanto para Alpha). + Ao usar o Soft Updates, o kernel pode levar até trinta segundos para gravar alterações no disco físico. Quando um arquivo grande é excluído, o arquivo ainda reside no disco até que o kernel execute a exclusão. Isso pode causar uma "race condition" muito simples. Suponha que um arquivo grande seja excluído e outro arquivo grande seja criado imediatamente. O primeiro arquivo grande ainda não foi removido do disco físico, portanto, o disco pode não ter espaço suficiente para o segundo arquivo grande. Isso produzirá um erro de que a partição não tem espaço suficiente, mesmo que um grande espaço tenha acabado de ser liberado. Alguns segundos depois, a criação do arquivo funciona conforme o esperado. - Existem duas distribuições, a - development edition e a runtime - edition (bem mais barata). Tais - distribuições incluem: + Se um sistema travar depois que o kernel tiver aceito um bloco de dados para gravar no disco, mas antes que os dados sejam realmente gravados, os dados poderão ser perdidos. Esse risco é extremamente pequeno, e geralmente gerenciável. - - - OSF/Motif manager, xmbind, panner, wsm. - + Esses problemas afetam todas as partições usando as Soft Updates. Então, o que isso significa para a partição raiz? - - Kit de Desenvolvimento com uil, mrm, xm, xmcxx, - arquivos include e arquivos. - + Informações vitais sobre a partição raiz mudam muito raramente. Se o sistema travar dentro da janela de 30 segundos depois de uma alteração ter sido feita, é possível que os dados possam ser perdidos. Esse risco é insignificante para a maioria dos aplicativos, mas esteja ciente de que existe. Se o seu sistema não puder tolerar este risco, não use as Soft Updates no sistema de arquivos raiz! - - Bibliotecas ELF estáticas e dinâmicas - (para serem usadas com FreeBSD 3.0 e - superiores). - + O / é tradicionalmente uma das menores partições. Se o /tmp estiver localizado dentro do /, pode haver problemas intermitentes de falta de espaço. A criação de um link simbólico apontando o /tmp para /var/tmp resolverá esse problema. - - Applets de demonstração. - - - - Lembre-se de especificar que você quer a - versão para FreeBSD do Motif quando encomendado - (não esqueça de mencionar a arquitetura que - você quer também)! Versões para - NetBSD e OpenBSD também são vendidas pela - Apps2go. Atualmente o produto - é apenas disponível para download via - FTP. - - - - Mais informações: - - - Página WWW da Apps2go - - - - - ou - - - sales@apps2go.com ou - support@apps2go.com - - - - - - ou - - fone [EUA] (817) 431 8775 ou +1 817 - 431-8775 - - - - - Contate Metro Link para - obter informações quanto a versão ELF - ou a versão a.out do Motif 2.1 para o - FreeBSD. - - Tal distribuição inclui: - - - - Gerenciador OSF/Motif, xmbind, panner, wsm. - - - - Kit de desenvolvimento com uil, mrm, xm, xmcxx, - arquivos include e arquivos Imake. - - - - Bibliotecas estáticas e dinâmicas - (não se esqueça de especificar que - você quer o formato ELF, caso queira usar com o - FreeBSD 3.0 e posteriores; ou o formato a.out para - usar com FreeBSD 2.2.8 e anteriores). - - - - Applets de Demonstração. - - - - Páginas de manual previamente - formatadas. - - - - Certifique-se de especificar que você quer a - versão para FreeBSD do Motif quando - encomendá-lo! Versões para Linux - também são vendidas pela Metro - Link. O produto está - disponível em CDROM ou download via FTP. - - Contate a Xi Graphics para - obter informações quanto a versão - a.out do Motif 2.0 para o FreeBSD. - - A distribuição inclui: - - - - Gerenciador OSF/Motif, xmbind, panner, wsm. - - - - Kit de desenvolvimento com uil, mrm, xm, xmcxx, - arquivos include e arquivos Imake. - - - - Bibliotecas estáticas e dinâmicas - (para o FreeBSD 2.2.8 e anteriores). - - - - Applets de Demonstração. - - - - Páginas de manual previamente - formatadas. - - - - certifique-se de especificar que você quer a - versão para FreeBSD do Motif quando - encomendá-lo! Versões para BSDI e para - Linux também são vendidas pela Xi - Graphics. Atualmente o produto se trata de - um conjunto de 4 disquetes... futuramente se - tornará uma distribuição única - em CD, como o CDE da mesma empresa. + Por fim, o dump8 não funciona no modo live (-L) em um sistema de arquivos, com Journaled Soft Updates (SU + J). - - Onde posso adquirir o CDE para o FreeBSD? + + Posso acessar outros sistemas de arquivos não-nativos do FreeBSD? - A Xi Graphics costumava - vender o CDE para o FreeBSD, mas não o faz - mais. + O FreeBSD suporta uma variedade de outros sistemas de arquivos. - O KDE - é um Desktop de código fonte aberto para X11 - similar ao CDE em muitos aspectos. Talvez você - também aprecie o visual e as características - do xfce. KDE e - xfce estão ambos disponíveis no sistema de - ports do FreeBSD. - - - - - - Existe algum servidor X comercial de - alta-performance? - - - - Sim, a Xi - Graphics e a Metro Link - vendem produtos da Accelerated-X para o FreeBSD e para - outros sistemas baseados em Intel. - - O que a Metro Link oferece é um servidor X de - alta-performance que possui um esquema de - configuração extremamente fácil, - fazendo uso da suíte de ferramentas de - gerenciamento de pacotes do FreeBSD, com suporte a - múltiplas placas de vídeo simultâneas - e é distribuído apenas em forma - binária, por meio conveniente de um download via - FTP. Sem esquecer que, o produto oferecido pela Metro - Link está disponível a um preço muito - razoável, $39 dólares. - - A Metro Link vende também o Motif e formato ELF - e a.out para o FreeBSD (veja pergunta anterior). - - informações: - - - Página WWW da Metro Link - - + UFS - - ou - sales@metrolink.com ou - tech@metrolink.com - + Os CD-ROMs UFS podem ser montados diretamente no FreeBSD. Montar partições de disco do Digital UNIX e de outros sistemas que suportam o UFS pode ser mais complexo, dependendo dos detalhes do particionamento do disco para o sistema operacional em questão. - ou - - fone [EUA] (954) 938-0283 ou +1 954 - 938-0283 - - - + ext2/ext3 - O produto oferecido pela Xi Graphics é um - servidor X de alta performance, que oferece uma interface - fácil de configuração e com suporte a - múltiplas placas de vídeo simultâneas, - e é distribuído apenas de forma - binária em uma distribuição - única para FreeBSD e Linux. A Xi Graphics oferece - ainda um servidor X de alta performance com suporte - desenvolvido especificamente para laptops. - - Existe uma versão - dedemonstração de - compatibilidade disponível na - versão 5.0 do servidor gráfico. - - A Xi Graphics vende ainda o Motif e o CDE para o - FreeBSD (veja acima). - - - - Mais informações: - Página - WWW da Xi Graphics + O FreeBSD suporta partições ext2fs e ext3fs. Veja ext2fs5 para mais informações. - ou - - sales@xig.com ou - support@xig.com - - - + NTFS - - ou - fone [EUA] (800) 946 7433 ou +1 303 - 298-7478. + O suporte ao NTFS baseia-se no FUSE está disponível como um port (sysutils/fusefs-ntfs). Para mais informações, consulte ntfs-3g. - - - - - - Existe algum sistema de Banco de Dados para o - FreeBSD? - - - - Sim! Veja a seção de - Fabricantes Comerciais do Web site do - FreeBSD. - - Dê uma olhada também na - seção de - Databases da Coleção de - Ports do FreeBSD. - - - - - - Posso rodar o Oracle no FreeBSD? - - - - Pode. As páginas a seguir descrevem exatamente - como configurar o Oracle para Linux no FreeBSD: - - - - - http://www.scc.nl/~marcel/howto-oracle.html - - - - - http://www.lf.net/lf/pi/oracle/install-linux-oracle-on-freebsd - - - - - - - - - Aplicações de Usuário - - - - - Então, onde estão todas as - aplicações de usuários? - - - - Por gentileza, dê uma olhada na página do - Ports para - informações sobre pacotes de programas - disponíveis na Coleção de - Ports do FreeBSD. A lista atualmente - ultrapassa &os.numports; aplicações e - está crescendo diariamente, então retorne - à página e verifique freqüentemente as - aplicações, ou entã inscreva-se na - lista de discussão - freebsd-announce mailing list para - atualizações periódicas ou novas - adições. - - A maioria dos ports devem estar - disponíveis para as versões 2.2, 3.x e 4.x, - e muitos deles devem funcionar também em sistemas - 2.1.x. Cada vez que um lançamento do FreeBSD - é produzido, um - snapshot da árvore - do ports do momento da - lançamento também é incluída - no diretório ports/. - - O FreeBSD também suporta o conceito de - pacote, que essencialmente nada mais - é do que uma distribuição - binária compactada com o gzip e com um pouco de - inteligência extra embutido nesse pacote, para fazer - o trabalho que é requerido para uma - instalação customizada. Um pacote pode ser - instalado e desinstalado repetidas vezes de forma - fácil, sem ter que se conhecer os detalhes - horrendos dos arquivos que ele inclui. - - Use o menu de instalação de pacotes em - /stand/sysinstall (sobre a - opção do pos-configuration menu) ou invoque - o comando &man.pkg.add.1; nos arquivos de pacotes - específicos que voc;ê quer instalar. Os - pacotes podem ser identificados normalmente pelo sufixo - .tgz e o pessoal da - distribuição em CDROM tem um - diretório /packages/All no cd - que conté esses arquivos. Eles podem também - ser baixados pela rede para várias versões - do FreeBSD nos seguintes endereços: do (sobre a - opção PostConfiguration do menu) ou invoque - o comando &man.pkg.add.1; - - - para o 2.2.8-RELEASE/2.2.8-STABLE - - - ftp://ftp.FreeBSD.org/pub/FreeBSD/ports/i386/packages-2.2.8/ - - + FAT - - para o 3.X-RELEASE/3.X-STABLE - - ftp://ftp.FreeBSD.org/pub/FreeBSD/ports/i386/packages-3-stable/ + O FreeBSD inclui um driver FAT de leitura-gravação. Para obter mais informações, consulte mount_msdosfs8. - para o 4.X-RELEASE/4-STABLE - - - ftp://ftp.FreeBSD.org/pub/FreeBSD/ports/i386/packages-4-stable/ + ZFS - - - - - para o 5.X-CURRENT - - ftp://ftp.FreeBSD.org/pub/FreeBSD/ports/i386/packages-5-current + O FreeBSD inclui um port do driver ZFS da Sun. A recomendação atual é usá-lo apenas em plataformas amd64 com memória suficiente. Para obter mais informações, consulte zfs8. - ou em um sítio espelho mais perto de - você. - - Note que nem todos os Ports podem - estar disponíveis em formato de pacotes, visto que - a atualização da Coleção de - Ports do FreeBSD é muito - freqüente, e novos programas são - constantemente adicionados, e outros são - atualizados. É sempre bom verificar periodicamente - quais pacotes estão disponíveis no servidor - FTP mestre do projeto FreeBSD, o ftp.FreeBSD.org. - + O FreeBSD inclui o sistema de arquivos de rede NFS e a Coleção de Ports do FreeBSD fornece vários aplicativos FUSE para suportar muitos outros sistemas de arquivos. - - Onde eu encontro a libc.so.3.0? + + Como faço para montar uma partição secundária do DOS? - Você está tentando usar um pacote - construído para o FreeBSD 2.2 ou para - versões posteriores, em um sistema 2.1.X. Por - gentileza, dê uma olhada na seção - anterior e pegue o port/pacote correto - para o seu sistema. - - + As partições secundárias do DOS são encontradas depois de todas as partições primárias. Por exemplo, se E for a segunda partição DOS na segunda unidade SCSI, haverá um arquivo de dispositivo para a slice 5 em /dev. Para montá-lo: - - - Por que eu estou tendo problemas cuja mensagem de - erro mostra Error: can't find - libc.so.4.0?. - - - - Acidentalmente você pegou um pacote - construído para FreeBSD 4.X ou para o 5.X e - está tentando instala-lo no seu FreeBSD 2.X ou 3.X. - Por favor, pegue a versão correta dos - pacotes. + # mount -t msdosfs /dev/da1s5 /dos/e - - Por que o ghostscript gera um monte de erros no meu - 386/486SX? + + Existe um sistema de arquivos criptográficos para o FreeBSD? - Deixe-me adivinhar. Você não tem um - co-processador matemático, certo? Será - necessário adicionar um co-processador - matemático alternativo ao seu - kernel; você pode - fazer isso adicionando a seguinte linha no arquivo de - configuração do seu - kernel, e depois - recompilá-lo: - - options GPL_MATH_EMULATE - - - Quando você fizer isto, será - necessário remover a opção - MATH_EMULATE - + Sim, o gbde8 e o geli8. Consulte a seção Partições de Disco com Criptografia do Handbook do FreeBSD. - - Por que aplicações do SCO/iBCS2 - bombardeiam o ``socksys''? (FreeBSD 3.0 e anteriores, - apenas). + + Como inicializo o FreeBSD e o Linux utilizando o GRUB? - Primeiro, é necessário editar o arquivo - /etc/sysconfig (ou - /etc/rc.conf, veja o &man.rc.conf.5;) - e modificar a última seção, alterando - para YES a seguinte - variável: + Para inicializar o FreeBSD usando o GRUB, adicione o seguinte ao /boot/grub/menu.lst ou ao /boot/grub/grub.conf, dependendo de qual é usado pela sua distribuição Linux . - # Set to YES if you want ibcs2 (SCO) emulation loaded at startup -ibcs2=NO + title FreeBSD 9.1 + root (hd0,a) + kernel /boot/loader - Essa alteração fará o sistema - carregar os módulos de - kernel do ibcs2 na - inicialização. - - Depois, será necessário alterar o - /compat/ibcs2/dev para parecer com: - - lrwxr-xr-x 1 root wheel 9 Oct 15 22:20 X0R@ -> /dev/null -lrwxr-xr-x 1 root wheel 7 Oct 15 22:20 nfsd@ -> socksys --rw-rw-r-- 1 root wheel 0 Oct 28 12:02 null -lrwxr-xr-x 1 root wheel 9 Oct 15 22:20 socksys@ -> /dev/null -crw-rw-rw- 1 root wheel 41, 1 Oct 15 22:14 spx - - É necessário que o socksys aponte para - /dev/null (veja &man.null.4;) para - fingir o processo de abertura e fechamento do device. O - código mais recente (-CURRENT) - se encarregará dos outros detalhes. Essa maneira - de trabalhar o socksys é bem mais limpa do que a - forma que era usada anteriormente. Se você quer que - o driver spx fique - disponível para um socket X local, defina a - opção SPX_HACK no - kernel do FreeBSD quando - você o recompilar. + No qual hd0,a aponta para a partição raiz no primeiro disco. Para especificar o número da slice, use algo como isto (hd0,2,a). Por padrão, se o número da slice for omitido, o GRUB pesquisará a primeira slice que tiver a partição a. - - Como eu configuro um sistema de INN (Internet News) - na minha estação? - + + Como inicializo o FreeBSD e o Linux usando o BootEasy? - Depois de instalar o pacote news/inn ou o - port, um excelente lugar para iniciar - é Dave - Barr's INN Page onde voçe - encontrará o FAQ do INN. - - - + Instale o LILO no início da partição de inicialização Linux em vez de no Master Boot Record. Você poderá então inicializar o LILO a partir do BootEasy. - - - Qual versão do Microsoft FrontPage eu devo - usar? - - - - Use os Ports, Luke! Uma - versão previamente corrigida do Apache,apache13-fp, está - disponível na árvore do - Ports. + Isto é recomendado ao executar o Windows e o Linux, pois torna mais fácil fazer o Linux inicializar novamente se o Windows for reinstalado. - - O FreeBSD suporta Java? + + Como faço para alterar o prompt de inicialização de ??? para algo mais significativo? - Veja a página - http://www.FreeBSD.org/java/. + Isso não pode ser feito com o gerenciador de inicialização padrão sem reescrevê-lo. Há vários outros gerenciadores de inicialização na categoria sysutils da coleção de ports. - - Por que eu não consigo compilar determinado - port na minha estação - 3.X-STABLE? + + Como faço para usar uma nova unidade removível? - Caso esteja usando uma versão do FreeBSD - significativamente mais velha do que o -CURRENT ou o - -STABLE, será necessário usar o kit de - atualização dos Ports, - disponível em http://www.FreeBSD.org/ports/. - Caso esteja atualizado mas ainda assim você tem - dificuldades, é provável que alguém - disponibilizou uma versão do programa que funciona - perfeitamente no -CURRENT mas que não compila - corretamente no -STABLE. Por gentileza, envie um - Relatório de Problemas com o comando &man.send-pr.1; - porque a coleção de Ports - deve funcionar tanto no -STABLE quanto no -CURRENT. - - + Se a unidade já tiver um sistema de arquivos, use um comando como este: - - - Onde posso encontrar o arquivo ld.so? - + # mount -t msdosfs /dev/da0s1 /mnt - - Algumas aplicações cujo formato - binário é o a.out, como o Netscape - Navigator, necessitam das bibliotecas a.out. Uma - versão do FreeBSD nativamente construído com - bibliotecas ELF não instala as bibliotecas a.out - por padrão. Você terá problemas por - não ter o /usr/libexec/ld.so, - se esse for o caso do seu sistema. Estas bibliotecas - estão disponíveis embutidas na - distribuição compat22. Utilize o - &man.sysinstall.8; para instalá-los. Pode-se - instalá-lo apartir do código fonte do - FreeBSD: + Se a unidade só for usada com sistemas FreeBSD, particione-a com UFS ou ZFS. Isso fornecerá suporte a nomes longos de arquivo, melhoria no desempenho e na estabilidade. Se a unidade for usada por outros sistemas operacionais, uma escolha mais portátil, como por exemplo o msdosfs, será mais apropriada. - &prompt.root; cd /usr/src/lib/compat/compat22 -&prompt.root; make install clean + # dd if=/dev/zero of=/dev/da0 count=2 +# gpart create -s GPT /dev/da0 +# gpart add -t freebsd-ufs /dev/da0 - Se quiser instalar as bibliotecas mais recentes do - compat22 sempre que executar o make - world, edite - /etc/make.conf para incluir - COMPAT22=YES. Bibliotecas de - compatibilidade antigas raramente sofrem mudanças , - as vezes nunca, então geralmente não - é necessário. - Também veja as páginas de ERRATAS para - o 3.1-RELEASE e 3.2-RELEASE. - - + Finalmente, crie um novo sistema de arquivos: - - - Eu atualizei meus fontes. E agora, como eu atualizo - meus Ports instalados? - + # newfs /dev/da0p1 - - FreeBSD não inclui uma ferramenta de - atualização do ports, mas - existem algumas ferramentas que tornam o processo de - atualização dos Ports uma - tarefa, digamos, fácil. É possível - ainda instalar algumas ferramentas adicionais que - facilitam o gerenciamento dos Ports - instalados + e monte-o: - O comando &man.pkg.version.1; pode gerar um script que - atualizará os ports instalados - para as últimas versões da árvore de - Ports. + # mount /dev/da0s1 /mnt - &prompt.root; pkg_version -c > /tmp/myscript + É uma boa ideia adicionar uma linha ao /etc/fstab (veja fstab5) para que você possa digitar apenas mount /mntno futuro: - O script de saída deve ser - editado manualmente antes de ser usado. As versões - mais recentes do &man.pkg.version.1; forçam a - edição do arquivo, colocando um &man.exit.1; - no começo do script. - - A saída do script deve ser salva pois ela gera - informações sobre os pacotes que são - dependências dos que estão sendo atualizados. - Tais dependências podem precisar ser atualizadas ou - não, dependendo de cada uma delas. Os casos comuns - onde as dependências precisam ser atualizadas - é quando a versão das bibliotecas - compartilhadas foram alteradas, portanto o - port que usava aquela biblioteca - precisa ser atualizado para que a nova versão seja - usada. - - Caso tenha espaço o bastante em disco , pode - ser interessante usar a ferramenta - portupgrade para automatizar o processo - de atualização das aplicações - instalados por meio de ports ou - pacotes. Posto que ele foi programado em Ruby, o - portupgrade é um candidato - improvável à se tornar parte da - árvore principal do FreeBSD. Mas isso não - evita que qualquer pessoa use o programa. Alias, ele - é uma ótima ferramenta. Ele está - disponível em sysutils/portupgrade. - - Se a estação fica constantemente - conectada, é interessante usar o sistema - &man.periodic.8; para gerar um relatório semanal - sobre as versões do Ports que - podem ser atualizadas. Pra configurar o sistema para - isso, insira a linha - weekly_status_pkg_enable="YES" no - /etc/periodic.conf. + /dev/da0p1 /mnt ufs rw,noauto 0 0 - - Por que o /bin/sh é - tão pequeno? Por que o FreeBSD não usa o - bash ou outro interpretador de comandos - (shell)? + + Por que recebo o erro Incorrect super block ao montar um CD? - Porque o POSIX diz que é assim que deve ser um - interpretador de comandos - (shell)? - - A reposta mais complicada: muitas pessoas precisam - escrever scripts shell que - sejam portáveis através de muitos sistemas. - É por isso que o POSIX especifica o interpretador - de comandos (shell) e - comandos utilitários com tanto detalhe. A maioria - dos scripts são escritos para o interpretador de - comandos Bourne (Bourne - shell), e várias - interfaces importantes de programação - (&man.make.1;, &man.system.3;, &man.popen.3; e - análogos em linguagens de alto-nível como - Perl e Tcl) o usam como interpretador de comandos - (shell) padrão. Por - ser tão amplamente utilizado é importante - que o interpretador de comandos - (shell) Bourne seja - rápido para carregar, seja determinístico em - seu comportamento, e que tenha uma pequena - alocação de memória. - - - A implementação atual é o nosso - melhor esforço para encontrar a maior parte destes - requerimentos simultaneamente. Como forma de manter o - /bin/sh do menor tamanho - possível, não incluímos muitas das - características convenientes que outros - interpretadores de comando - (shell) possuem. É - por isso que a Coleção de - Ports disponibiliza outros - interpretadores de comandos - (shell) com - características mais abrangentes, como o bash, o - csh, o tcsh, e o zsh. (Você pode comparar a - utilização de memória entre todos - esses interpretadores de comandos - (shell), analisando as - colunas VSZ e RSS na - saída do comando ps -u.) + O tipo de dispositivo a ser montado deve ser especificado. Isso está descrito no Handbook na seção Usando CDs de Dados. - - Por que o Netscape e o Opera demoram tanto para - iniciar? + + Por que recebo o erro Device not configured ao montar um CD? - A resposta tradicional é que o DNS no seu - computador está mal configurado. O Netscape e o - Opera fazem verificação de DNS ao iniciar, e - por isso não se tornarão disponíveis - até que obtenham uma resposta do servidor DNS ou - até que eles determinem que a estação - não está conectada na rede. + Isso geralmente significa que não há CD na unidade ou a unidade não está visível no barramento. Consulte a seção Usando CDs de Dados do Handbook para uma discussão detalhada desta questão. - - - - Configuraçãao do - <foreignphrase>Kernel</foreignphrase> - - - - Eu gostaria de configurar meu - kernel. É - difícil? + + Por que todos os caracteres não-ingleses em nomes de arquivos aparecem como ? em meus CDs quando montados no FreeBSD? - De modo algum! Veja a seção - "kernel config" do &a.ptbr.p.handbook;. - - - Recomenda-se que você faça uma - cópia datada do seu kernel - na forma /kernel.AAMMDD e o - diretório /modules para - /modules.AAMMDD depois que estiver - tudo funcionando. Desta forma se você fizer - alguma bobagem quando mexer com a sua - configuração, pode-se iniciar aquele - kernel ao invés de - ter que desfazer tudo novamente no - kernel.GENERIC. Isso é - particularmente importante se você estiver dando - boot em um equipamento não suportado pelo - kernel genérico - (GENERIC). - + O CD provavelmente usa a extensão Joliet para armazenar informações sobre arquivos e diretórios. Isso é discutido na seção Usando CD-ROMs de Dados do Handbook. - - A compilação do meu - kernel falha porque - está faltando o _hw_float. Como - eu resolvo o problema? + + Um CD gravado no FreeBSD não pode ser lido sob nenhum outro sistema operacional. Por quê? - Deixa eu adivinhar. Você removeu o - npx0 (veja &man.npx.4;) do - arquivo de configuração do - kernel porque você - não possui um co-processador aritmético, - certo? Errado! :-) O npx0 - é OBRIGATÓRIO. Mesmo - que você não tenha um co-processador - aritmético, o dispositivo - npx0 deve - ser incluido. + Isso significa que um raw file foi gravado no CD, em vez de criar um sistema de arquivos ISO 9660. Dê uma olhada na seção Usando CDs de Dados. - - Por que meu kernel - é tão grande (cerca de 10MB)? + + Como posso criar uma imagem de um CD de dados? - Provavelmente, seu - kernel foi compilado em - modo de depuração - (debug). Um - kernel construído em - modo de depuração (debug) - contêm muitos símbolos usados para - depuração que aumentam muito o seu tamanho. - Note que se você está executando um FreeBSD - 3.0 ou superior, terá pouca, ou nenhuma, perda de - performance por usar um - kernel em modo de - depuração (debug), sendo - útil ter um para o caso de pane no sistema. - - - Entretanto, se você possui pouco espaço - em disco, ou simplesmente não quer executar um - kernel para - depuração, certifique-se que os dois itens - abaixo sejam verdadeiros: - - - - Não existe a seguinte linha no arquivo de - configuração do - kernel - - makeoptions DEBUG=-g - - - - Você não está executando - &man.config.8; com a opção - . - - - - Ambas as situações acima fazem com que o - kernel seja compilado no - modo de depuração - (debug). Tão logo você - tenha certeza que não se enquadra naqueles itens, o - kernel poderá ser - compilado normalmente e notadamente diminuirá o - tamanho; a maioria dos - kernels tendem a ficar em - torno de 1.5MB a 2MB. + Isso é discutido na seção Handbook sobre como gravar dados em um sistema de arquivos ISO . Para mais informações sobre como trabalhar com CD-ROMs, consulte a Seção Criando CDs no capítulo sobre Armazenamento do Handbook. - - Porque estão ocorrendo conflitos de - interrupção com portas multi-seriais? + + Por que não consigo usar o comando mount com um CD de áudio? - Quando se compila um - kernel com suporte a porta - multi-serial, ele avisa que somente a primeira porta - é testada e as demais são ignoradas devido a - conflitos de interrupção. Como eu conserto - isto? - - O problema, neste caso, é que o FreeBSD possui - código para evitar que o - kernel fique com lixo - (trashed kernel) por causa - de conflitos de hardware ou software. A maneira de - corrigir isto é excluindo as - definiçõs de IRQ em todas as portas exceto - uma. Veja o exemplo: - - # -# Multiport high-speed serial line - 16550 UARTS -# -device sio2 at isa? port 0x2a0 tty irq 5 flags 0x501 vector siointr -device sio3 at isa? port 0x2a8 tty flags 0x501 vector siointr -device sio4 at isa? port 0x2b0 tty flags 0x501 vector siointr -device sio5 at isa? port 0x2b8 tty flags 0x501 vector siointr + Tentar montar um CD de áudio produzirá um erro do tipo cd9660: /dev/cd0: Invalid argument. Isso ocorre porque o comando mount só funciona em sistemas de arquivos. CDs de áudio não possuem sistemas de arquivos; eles têm apenas dados. Em vez disso, use um programa que leia CDs de áudio, como o pacote ou port audio/xmcd. - - Porque todo kernel que - eu tento construir falha na compilação, - mesmo o GENERIC? + + Como eu faço para usar o comando mount com um CD multi-sessão? - Existem várias causas possíveis para - esse problema. Elas são, sem uma ordem particular: - - - - - Você não está usando os - comandos make buildkernel e - make installkernel, e seus fontes - estão estruturados de forma diferente daqueles - usados para construir o sistema atual (por exemplo, - está sendo um 4.3-RELEASE em um sistema - 4.0-RELEASE). Se estiver sendo feita uma - atualização, leia o arquivo - /usr/src/UPDATING, prestando - atenção ao final da seção - COMMON ITEMS. - - - - Você está usando os comandos - make buildkernel e make - installkernel, mas não garantiu a - correta finalização do comando - make buildworld. O make - buildkernel depende de arquivos gerados - pelo make buildworld para fazer seu - trabalho corretamente. - - - - Mesmo que você esteja tentando construir um - FreeBSD-STABLE, é - possível que os fontes tenham sido pegos quando - estavam sendo modificados, ou inconsistentes por - alguma outra razão; somente os releases - são absolutamente garantidos de serem - compilados, embora o FreeBSD-STABLE possa ser - compilado com sucesso na grande maioria das vezes. - Caso já não tenha conseguido, tente - buscar os fontes novamente e veja se o problema - já não foi resolvido. Tente um servidor - diferente, para o caso daquele que está sendo - usado estar com problemas. - - + Por padrão, o mount8 tentará montar a última trilha de dados (sessão) de um CD. Para carregar uma sessão anterior, use o argumento de linha de comando . Consulte mount_cd96608 para exemplos específicos. - - - - Discos, Sistemas de Arquivos e Carregadores de - Inicialização (<foreignphrase>Boot - Loaders</foreignphrase>) - - - - Como eu mudo todo o meu sistema operacional para um - disco novo? + + Como posso permitir que usuários não privilegiados montem CD-ROMs, DVDs, unidades USB e outras mídias removíveis? - A melhor maneira de migrar seu sistema de um disco - para o outro é reinstalar completamente o SO na - nova unidade de armazenamento e depois migrar os dados dos - usuários do disco antigo para nova - instalação. Essa forma é a mais - recomendada, caso o sistema tenha sido -STABLE por mais de - uma versão, ou caso tenha atualizado um Release ao - invés de ter instalado um novo sistema. O booteasy - pode ser facilmente instalado com o comando - &man.boot0cfg.8;, de forma a permitir que o sistema possa - iniciar dois sistemas distintos, até que você - esteja satisfeito com o novo sistema. Pule o - próximo parágrafo para saber algumas formas - seguras de migrar os dados dos usuários para o novo - disco. + Como root, defina a variável vfs.usermount do sysctl como 1. - Você pode ter decidido por não refazer - uma nova instalação; nesse caso será - necessário reparticionar o novo disco com o - /stand/sysinstall, ou &man.fdisk.8; - ou &man.disklabel.8;. Também é - necessário instalar o booteasy em ambas as unidades - com o comando &man.boot0cfg.8;, de forma que você - possa alternar a inicialização entre o novo - sistema e a configuração atual do mesmo, - até que a cópia dos dados tenha sido - efetuada. + # sysctl vfs.usermount=1 - Agora, com um novo disco configurado, você - está pronto para começar a mover os dados da - antiga para nova unidade de armazenamento. Infelizmente - os dados não podem simplesmente ser copiados ao - acaso. Existem alguns arquivos especiais (como os - arquivos de dispositivos /dev), - flags, e links que tendem a não funcionar no novo - sistema, visto que esses arquivos ocupam inodes ou tem - informações específicas da unidade, e - por isso não podem ser copiados como um arquivo - comum. É necessário usar ferramentas que - entendam esse comportamento. Isso significa que - você terá que usar o &man.dump.8;. É - sempre uma boa idéia realizar esse processo de - cópia de dados em modo mono-usuário, contudo - tal precaução não é - obrigatória - é apenas sinal de - cuidado. + Para tornar o ajuste permanente, adicione a linha vfs.usermount=1 ao arquivo /etc/sysctl.conf para que a variável seja redefinids no momento da inicialização do sistema. - Não é aconselhável usar nenhuma - outra ferramenta a não ser o &man.dump.8; e - &man.restore.8; para copiar o sistema de arquivos da - partição raiz ("/"). O - &man.tar.1; pode funcionar de forma satisfatória, - mas pode ser que não. Também é - ótima idéia usar o &man.dump.8; e - &man.restore.8; para copiar (ou mover completamente) os - dados em uma partição para uma outra - partição vazia. Os passos - necessários para usar o dump para copiar os dados - de uma partição existente para uma nova - partição são: + Os usuários só podem montar dispositivos para os quais tenham permissões de leitura. Para permitir que os usuários montem um dispositivo, as permissões devem ser definidas em /etc/devfs.conf. - - - Crie um novo sistema de arquivos com o - &man.newfs.8; na nova partição. - + Por exemplo, para permitir que os usuários montem a primeira unidade USB, adicione: - - Monte a partição em um ponto de - montagem temporário. - + # Allow all users to mount a USB drive. + own /dev/da0 root:operator + perm /dev/da0 0666 - - Entre (cd) no ponto de montagem em - questão. - + Todos os usuários agora podem montar dispositivos que eles podem ler em um diretório que eles possuem: - - Finalmente mova os dados da partição - existente para a nova partição com o - &man.dump.8;. - - + % mkdir ~/my-mount-point +% mount -t msdosfs /dev/da0 ~/my-mount-point - Por exemplo, se a intenção é - copiar os dados da partição raiz para a - partição - /dev/ad1s1a, cujo ponto de - montagem temporário é o - /mnt, faça o seguinte: + Desmontar o dispositivo é simples: - &prompt.root; newfs /dev/ad1s1a -&prompt.root; mount /dev/ad1s1a /mnt -&prompt.root; cd /mnt -&prompt.root; dump 0af - / | restore xf - + % umount ~/my-mount-point - Redefinir a estrutura das partições com - o &man.dump.8; é um processo um pouco mais - trabalhoso. Caso você queira, por exemplo, unir o - conteúdo da partição - /var com as partições - de nível acima, crie uma partição que - seja grande o bastante para alocar o conteúdo de - ambas, copie a partição principal como no - exemplo descrito acima e depois copie as - sub-partições para os diretórios - vazios que o primeiro comando deve ter criado: + Ativar a variável vfs.usermount, no entanto, tem implicações negativas de segurança. Uma maneira melhor de acessar uma mídia formatada para o MS-DOS é usar o pacote emulators/mtools da Coleção de Ports. - &prompt.root; newfs /dev/ad1s1a -&prompt.root; mount /dev/ad1s1a /mnt -&prompt.root; cd /mnt -&prompt.root; dump 0af - / | restore xf - -&prompt.root; cd var -&prompt.root; dump 0af - /var | restore xf - - - Para separar um diretório de sua estrutura - atual, ou seja, no mesmo exemplo ainda, alocar os dados de - /var em uma partição - própria quando na definição atual o - /var é apenas um diretório comum, é - necessário montar a sub partição no - diretório apropriado do ponto de montagem - temporário, simulando assim o sistema de arquivos a - ser criado a partir da raiz (montada no diretório - temporário), depois basta copiar os dados do - diretório antigo para nova - partição: - - &prompt.root; newfs /dev/ad1s1a -&prompt.root; newfs /dev/ad1s1d -&prompt.root; mount /dev/ad1s1a /mnt -&prompt.root; mkdir /mnt/var -&prompt.root; mount /dev/ad1s1d /mnt/var -&prompt.root; cd /mnt -&prompt.root; dump 0af - / | restore xf - - - Talvez você prefira usar &man.cpio.1;, - &man.pax.1;, &man.tar.1; ao invés de &man.dump.8; - na hora de copiar os dados de usuários. Quando - este FAQ foi escrito, esses comandos - costumavam perder atributos especiais dos arquivos ou - mesmo alterar algumas permissões ou autoridade - (dono dos arquivos), portanto use esses comandos com - cuidado. + + O nome do dispositivo usado nos exemplos anteriores deve ser alterado de acordo com a configuração. + - - Um disco no modo dangerously dedicated - pode ser prejudicial a minha saúde? + + Os comandos du e df mostram informações diferentes sobre a quantia disponível de espaço em disco. O que está acontecendo? - O processo de - instalação permite a escolha entre dois - modos distintos de particionar o(s) disco(s) - rígido. A maneira tradicional permite que outros - sistemas operacionais na mesma estação - possam acessar essas partições, criando - entradas na tabela do fdisk (entradas chamadas de - slices no FreeBSD) sob uma - partição FreeBSD própria. Uma - característica desse particionamento é - permitir múltiplos sistemas operacionais e permitir - a instalação de um gerenciador de - inicialização - (boot) para alternar entre - esses sistemas. A segunda maneira, a alternativa ao modo - tradicional faz uso do disco todo para o FreeBSD e - não faz esforços para se tornar - compatível com outros sistemas operacionais. + Isso se deve ao modo como esses comandos realmente funcionam. O du passa pela árvore de diretórios, ele mede o tamanho de cada arquivo e apresenta os totais. O df apenas pergunta ao sistema de arquivos quanto espaço ainda resta. Eles parecem ser a mesma coisa, mas um arquivo sem uma entrada de diretório afetará df mas não du. - Então, por que esse modo é chamado de - modo perigosamente dedicado? Um disco - particionado dessa forma não tem algumas - características tradicionais que os PCs poderiam - considerar entradas válidas do fdisk. Dependendo - das circunstâncias o PC pode reclamar e gerar - advertências sobre o disco em questão, assim - que o primeiro contato com essa unidade seja feito, ou - pior, o PC pode ainda danificar o processo de - inicialização - (boot) do BSD - (bootstrap) sem pedir - confirmação da alteração ou - até mesmo sem avisar o usuário dessa - mudança. O modo perigosamente - dedicado ainda costuma confundir várias - BIOS, inclusive as BIOS AWARD (encontradas, por exemplo no - HP Netserver e em sistemas Micronics assim como em muitos - outros) e as BIOS Symbios/NCR (da popular série - 53C8xx de controladoras SCSI). Não são - apenas esses dois modelos que podem apresentar - dificuldades com esse modo de particionamento de disco, a - lista completa é ainda maior. O principal sintoma - desse tipo de confusão é a presença - de mensagens de read error - apresentada pelo bootstrap - do FreeBSD quando ele tem dificuldades de encontrar-se; - outro sintoma é a falta de sistema operacional no - momento da inicialização do PC. + Quando um programa está usando um arquivo e o arquivo é excluído, o arquivo não é realmente removido do sistema de arquivos até que o programa pare de usá-lo. O arquivo é imediatamente excluído da listagem do diretório, no entanto. Como exemplo, considere um arquivo grande o suficiente para afetar a saída de du e df. Um arquivo sendo visualizado com more pode ser excluído sem causar um erro. A entrada é removida do diretório para que nenhum outro programa ou usuário possa acessá-la. No entanto, o du mostra que ele desapareceu, já que percorreu a árvore de diretórios e o arquivo não está mais listado. Já o df mostra que ele ainda está lá, pois o sistema de arquivos sabe que o comando more ainda está usando esse espaço. Quando a sessão do more terminar, o du e df apresentarão o mesmo resultado. - Então porque esse modo de particionamento de - disco existe? Esse modo economiza o uso de alguns poucos - kbytes de espaço em disco, e pode, em contrapartida - gerar grandes problemas em uma nova - instalação do sistema. O modo - perigosamente dedicado em sua origem - é um desejo antigo dos usuários do FreeBSD, - especialmente durante a instalação, que - é simplesmente poder ignorar a - geometria de disco reconhecida pela BIOS e - usar o disco todo de forma independente, sem prestar - satisfação ao sistema básico de - entrada/saída do PC. + Essa situação é comum em servidores web. Muitas pessoas configuram um servidor web no FreeBSD e esquecem de rotacionar os arquivos de log. O log de acesso enche o /var. O administrador novato exclui o arquivo, mas o sistema ainda reclama que a partição está cheia. Parar e reiniciar o programa do servidor Web liberaria o arquivo, permitindo que o sistema liberasse o espaço em disco. Para evitar que isso aconteça, configure o newsyslog8. - O conceito de Geometria é - ultrapassado, mas infelizmente ainda faz parte do - coração da BIOS dos Computadores Pessoais, - sendo extremamente necessário para a - interação do computador com seus discos. - Quando o FreeBSD cria as partições, ele tem - que gravar sua localização de forma - correspondente a maneira que a BIOS irá - procurá-la. Se essa informação - não é acessível à BIOS, pode - ser que o sistema não consiga iniciar-se. - - O modo Dangerously dedicated tenta - evitar esse desconforto fazendo a operação - se tornar mais simples. Em muitos casos essa forma de - particionamento funciona, mas ela foi criada para ser - usada como última alternativa à necessidade - de definir a geometria do disco - em 99% dos casos existem - formas mais vantajosas de resolver problemas com - geometria. - - Mas então, como evitar a necessidade do modo - DD na instalação do sistema? - Comece anotando os valores pra geometria que a BIOS diz - estar usando pros discos locais. Esses valores podem ser - apresentados pelo kernel do FreeBSD, especificando a - opção no prompt de - boot: usando boot - -v nas configurações do loader - do sistema operacional. Antes do programa de - instalação ser carregado o kernel apresenta - a listagem dos valores para a Geometria de discos - reconhecida pela BIOS do computador; não se - precipite nem se preocupe, essas informações - podem ser visualizadas paginando a tela para as - notações anteriores, sendo possível - assim verificar esses valores. Normalmente as unidades de - disco da BIOS são apresentadas na mesma ordem que o - FreeBSD as encontra, sendo primeiro as unidades IDE - seguido das SCSI. - - No momento do particionamento do disco, verifique se a - geometria apresentada pelo FDISK corresponde ao valor - apresentado pela BIOS; caso não corresponda use a - tecla g para redefinir esses valores. - Também pode ser necessário definir a - geometria manualmente em casos onde o disco em - questão está vazio e sem nenhum outro tipo - de partição criada, ou se o disco foi - instalado em um outro computador e foi colocado na - estação atual recentemente. Note que esse - tipo de complicação não é - comum, e quando acontece, acontece apenas com o disco onde - o FreeBSD está iniciando; Qualquer outro disco - existente no computador será controlado - perfeitamente pelo FreeBSD em qualquer - situação. - - Uma vez existindo a concordância de Geometria - entre a BIOS e o FreeBSD, com certeza seus problemas - terão acabado, e não existia a necessidade - de usar o modo DD. Contudo, se em casos - extremos ainda ocorrerem erros de read - error então pode cruzar os dedos e - usar o modo dedicado (DD), afinal não há - nada a perder, visto que das formas tradicionais sua BIOS - insiste em não cooperar de forma correta. - - Para voltar um disco particionado em modo - dangerously dedicated para uso normal em um - PC existem duas alternativas. A primeira é alocar - dados nulos (NULL bytes) o bastante na MBR do disco, de - forma que qualquer instalação posterior - acredite que o disco está vazio. Isso pode ser - feito, por exemplo, da seguinte maneira: - - &prompt.root; dd if=/dev/zero of=/dev/rda0 count=15 - - E a segunda forma, a - opção não documentada - do DOS: - - C:\> fdisk /mbr - - instalará um novo registro mestre de - inicialização no disco em questão, - sobrepondo inclusive o - bootstrap do BSD. + Observe que o Soft Updates pode atrasar a liberação de espaço em disco e pode levar até 30 segundos para que a alteração fique visível. - - Em quais partições podemos seguramente - usar o softupdates? Eu tenho ouvido falar de problemas em - se usar o softupdates na partição - /? + + Como posso adicionar mais espaço de swap? - A resposta breve: o softupdates pode ser usado com - segurança em todas as - partições. - - A resposta mais completa: existiam algumas - restrições quanto ao uso do softupdates na - partição raiz do sistema. Tais - restrições se deviam a duas - características causadas pelo softupdates, que eram - a pouquíssima chance de perder alguns dados da - partição raiz se acontecesse algum system - crash; apesar das probabilidades de perda de dados serem - mínimas, elas existem; não existe uma - danificação ou corrosão do sistema de - arquivos, apenas alguns arquivos podem ser simplesmente - perdidos. E a segunda característica é a - diminuição temporária de - espaço em disco. - - Quando o softupdates está ativado o kernel pode - levar até trinta segundos para realmente escrever - alguns dados fisicamente em disco. Caso algum arquivo - grande seja apagado, ela permanece temporariamente em - disco até que o kernel realmente o apague, o que - pode causar uma condição de corrida - simples(simple race condition). Imagine, apenas para - ilustrar, que você apague um arquivo enorme do - disco, e logo em seguida crie um outro arquivo tão - grande quanto o primeiro; a gravação de - metadados no disco pode não ter sido realizada - ainda quando o segundo arquivo é criado, ou seja o - primeiro não foi realmente definido como um arquivo - apagado. Nesse caso é provável que - você receba uma mensagem dizendo que não - existe espaço o bastante em disco para o segundo - arquivo, quando você tem certeza absoluta que o - espaço que acabou de ser liberado ao apagar o - primeiro arquivo é o suficiente para alocar o - segundo! Aí você tenta gravar o segundo - arquivo mais uma vez, alguns meros segundos depois, e o - processo de criação do mesmo, simplesmente - funciona como esperado. Esse tipo de comportamento - já levou mais de um usuário a - balançar sua cabeça e duvidar de sua - própria sanidade, ou mesmo da sanidade do sistema - de arquivos do FreeBSD; em caso extremos, de - dúvidas do bom estado de ambos, a sanidade do - sistema de arquivos e do próprio usuário - ;-) - - Se o sistema falhar antes do kernel aceitar um - conjunto de dados que tem que ser escrito no disco antes - do mesmo ser gravado, é provável que exista - perda dos dados em questão. Esse risco é - extremamente baixo, e geralmente é - contornável. O uso, por exemplo, das - opções de cache de gravação - das unidades de disco IDE é um fator que causa a - possibilidade desse tipo de desconforto, portanto é - altamente recomendável que essa opção - seja desativada nos discos IDE quando for usar o - softupdates. - - Esse comportamento afeta todas as - partições que estiverem com softupdates. - Portanto, o que isso implica para a partição - raiz? - - A maioria das informações vitais da - partição raiz mudam com pouquíssima - freqüência. Arquivos como o - /kernel e o conteúdo do - /etc são alterados apenas - durante a manutenção do sistema operacional, - ou quando os usuários alteram suas senhas. Caso o - sistema falhe durante essa janela de trinta segundos, - depois que uma dessas alterações foi feita, - é possível que alguns dados sejam perdidos. - Esse risco é baixíssimo e praticamente - indiferente para maioria das aplicações, mas - deve-se atentar que o risco existe. Caso seu sistema - não tolere nem uma possibilidade tão baixa - de riscos, não use o softupdates na - partição raiz! - - A / normalmente é uma das - menores partições do sistema. Por - padrão o FreeBSD coloca o diretório - /tmp na partição - /, comportamento este que pode ser - modificado por administradores de sistemas mais - experientes. Caso seu /tmp costume - ocupar muito espaço, pode ser criado um link - simbólico para o /var/tmp, o - comportamento inverso também é válido - e bastante seguro, caso o /tmp seja uma - partição grande o bastante para alocar os - dados do /var/tmp também. + Esta seção do Handbook descreve como fazer isso. - - O que é inapropriado no meu ccd? + + Por que o FreeBSD vê meu disco como sendo menor do que o fabricante diz que ele é? - Os sintomas desse tipo de dúvida: + Os fabricantes de discos calculam gigabytes como um bilhão de bytes cada, enquanto o FreeBSD os calcula como 1.073.741.824 bytes cada. Isso explica por que, por exemplo, as mensagens de boot do FreeBSD reportarão um disco que supostamente tem 80 GB como contendo 76.319 MB. - &prompt.root; ccdconfig -C -ccdconfig: ioctl (CCDIOCSET): /dev/ccd0c: Inappropriate file type or format - - Esse problema normalmente ocorre quando se tenta - concatenar as partições c - cujo tipo padrão é - unused. O ccd requer que a - partição que ele esteja usando seja do tipo - FS_BSDFFS. Edite o disklabel dos discos em questão - e altere o tipo das partições para - 4.2BSD. + Observe também que o FreeBSD irá (por padrão) reservar cerca de 8% do espaço em disco. - - Porque eu não posso editar o disklabel do meu - ccd? + + Como é possível que uma partição esteja com mais de 100% de ocupação? - Os sintomas desse tipo de dúvida: + Uma parte de cada partição UFS (8%, por padrão) é reservada para uso pelo sistema operacional e pelo usuário root. O df1 não contabiliza esse espaço ao calcular a coluna Capacity, portanto, ela pode exceder 100%. Observe que a coluna Blocks é sempre maior que a soma das colunas Used e Avail, geralmente por um fator de 8%. - &prompt.root; disklabel ccd0 -(it prints something sensible here, so let us try to edit it) -&prompt.root; disklabel -e ccd0 -(edit, save, quit) -disklabel: ioctl DIOCWDINFO: No disk label on disk; -use "disklabel -r" to install initial label - - Isso acontece por que o disklabel que o ccd retorna - é na verdade um valor falso, que - não está realmente gravado no disco. Esse - problema pode ser resolvido ao reescrever explicitamente - esse dado, da seguinte forma: - - &prompt.root; disklabel ccd0 > /tmp/disklabel.tmp -&prompt.root; disklabel -Rr ccd0 /tmp/disklabel.tmp -&prompt.root; disklabel -e ccd0 -(agora irá funcionar) + Para mais detalhes, procure prls opção em tunefs8. - - - Posso montar outros tipos de partições - externas sobre FreeBSD? - + + - - - - Digital UNIX + + ZFS - - CDROMs do tipo UFS podem ser montados - diretamente no FreeBSD, já a montagem de - partições de disco do Digital UNIX que - usam o UFS pode ser um pouco mais complexa, - dependendo dos detalhes do particionamento de disco - para o sistema operacional em questão. - - - - - Linux - - - A partir do 2.2, o FreeBSD suporta - partições do tipo - ext2fs. Veja o - &man.mount.ext2fs.8; para obter mais - informações. - - - - - NT - - - Existe suporte somente-leitura as - partições NTFS no FreeBSD. Para obter - mais informações leia esse tutorial, - escrito por Mark Ovens em http://ukug.uk.FreeBSD.org/~mark/ntfs_install.html. - - - - - Mais informações sobre esse assunto - seriam bem vindas :-) - - - + - - Como montar uma partição DOS - secundária? + + Qual é a quantidade mínima de RAM que um usuário deve ter para utilizar o ZFS? - As partições secundárias do DOS - são encontradas depois que TODAS as - partições primárias foram definidas. - Por exemplo, se você tem a partição - E como a segunda partição - DOS no segundo disco SCSI, será necessário - criar um arquivo especial para essa quinta - partição (slice 5) no /dev, depois - montar /dev/da1s5: - - &prompt.root; cd /dev -&prompt.root; sh MAKEDEV da1s5 -&prompt.root; mount -t msdos /dev/da1s5 /dos/e + É necessário um mínimo de 4 GB de RAM para uso confortável, mas as cargas de trabalho individuais podem variar muito. - - Existe um sistema de arquivos criptografado para o - FreeBSD? + + O que é o ZIL e quando ele é usado? - Sim, veja o port security/cfs. + O ZIL (log de intenção do ZFS ) é um log de gravação usado para implementar semânticas de compromisso de escrita posix entre travamentos. Normalmente, as gravações são agrupadas em grupos de transações e gravadas no disco quando preenchidas (Transaction Group Commit ). No entanto, syscalls como fsync2 requerem um compromisso de que os dados são gravados no armazenamento estável antes de retornar. O ZIL é necessário para gravações que foram reconhecidas como gravadas, mas que ainda não estão no disco como parte de uma transação. Os grupos de transações contam com registro de data e hora. No caso de uma falha, o último registro de data e hora válido é encontrado e os dados ausentes são mesclados a partir do ZIL. - - Como posso usar o carregador do NT para iniciar o - FreeBSD? + + Preciso de um SSD para o ZIL? - Esse procedimento é um pouco diferente entre o - FreeBSD 2.2.X e o 3.X (que tem um sistema de inicío - (boot) de 3 fases). - - A idéia geral se consiste em copiar os - primeiros setores da partição raiz nativa do - FreeBSD e transforma-los em um arquivo, para ser colocado - dentro da partição DOS/NT. Se assumir-mos - que você vai chamar esse arquivo de - c:\bootsect.bsd (inspirado por - c:\bootsect.dos), pode-se - então editar o arquivo - c:\boot.ini de forma a - carregá, mais ou menos assim: - - [boot loader] -timeout=30 -default=multi(0)disk(0)rdisk(0)partition(1)\WINDOWS -[operating systems] -multi(0)disk(0)rdisk(0)partition(1)\WINDOWS="Windows NT" -C:\BOOTSECT.BSD="FreeBSD" -C:\="DOS" - - No 2.2.X esse procedimento assume que o DOS, o NT, o - FreeBSD, ou o que quer que seja, tenha sido instalado em - suas partições respectivas do fdisk no - mesmo disco. Esse exemplo foi - testado em um sistema onde o DOS & NT estavam - instalados na primeira partição do fdisk, e - o FreeBSD na segunda. O FreeBSD havia sido configurado - para iniciar a partir de sua partição - nativa, e não pela MBR do disco. - - Monte um disquete formatado em DOS (caso ele tenha - sido convertido para NTFS) ou em FAT, por exemplo, sob o - ponto de montagem /mnt. - - &prompt.root; dd if=/dev/rda0a of=/mnt/bootsect.bsd bs=512 count=1 - - Reinicie o computador no DOS ou NT. Sobre o NTFS, - copie o arquivo bootsect.bsd e/ou - arquivo bootsect.lnx do disquete para - C:\. Modifique os atributos - originais(permissões) do - boot.ini com: - - C:\> attrib -s -r c:\boot.ini - - Edite e adicione as entradas apropriadas no - boot.ini seguindo o exemplo anterior - e volte os atributos originais: - - C:\> attrib +s +r c:\boot.ini - - Se o FreeBSD estiver inicializando pela MBR, - reconstrua-a com o comando fdisk do DOS - depois de configurar os sistemas para iniciar a partir de - suas partições nativas. - - No FreeBSD 3.X esse procedimento é mais - simples. - - Se o FreeBSD estiver instalado no mesmo disco que a - partição de inicialização - (boot) do NT está - instalada, copie o /boot/boot1 para - C:\BOOTSECT.BSD. Contundo, se o - FreeBSD estiver em uma partição distinta, o - /boot/boot1 não irá - funcionar, nesse caso, o /boot/boot0 - será necessário. - - - NÃO COPIE SIMPLESMENTE O - /boot/boot0 NO LUGAR DO - /boot/boot1, POIS A TABELA DE - PARTIÇÃO SERÁ REESCRITA, E O - COMPUTADOR SE TORNARÁ NÃO - INICIALIZÁVEL!! - O /boot/boot0 precisa ser - instalado com o sysinstall, selecionando o gerenciador de - inicialização - (boot) do FreeBSD na tela - que o programa pergunta se você deseja usar um - gerenciador de inicialização(boot manager). - Isso se deve ao fato que o - /boot/boot0 contém - informações sobre a área da tabela de - partições definidas como caracteres nulos, - mas o sysinstall copia a tabela de partições - antes de copiar o /boot/boot0 para a - MBR. - - Quando o gerenciador de inicialização - (boot) do FreeBSD é - executado, ele grava qual último sistema - operacional foi carregado, definindo uma flag de sistema - ativo na tabela de partição referente aquele - sistema, e depois ele escreve todos os 512 bytes do - próprio gerenciador de inicialização - (boot) de volta na MBR, - portanto se o /boot/boot0 - simplesmente for copiado para - C:\BOOTSECT.BSD será definida - uma tabela de partição vazia com a flag de - partição ativa, na MBR. + Por padrão, o ZFS armazena o ZIL no pool com todos os demais dados. Se um aplicativo tiver uma carga de gravação pesada, o armazenamento do ZIL em um dispositivo separado e que tenha um desempenho de gravação sequencial síncrono muito rápido pode melhorar a performance do sistema de uma forma geral. Para outras cargas de trabalho, é improvável que um SSD consiga uma melhoria significativa. - - Como posso iniciar o FreeBSD e o Linux com o - LILO? + + O que é o L2ARC? - Caso o FreeBSD e o Linux estejam no mesmo disco, basta - seguir as instruções de - instalação do LILO para carregar sistemas - operacionais não-Linux. De forma breve, tais - instruções são + O L2ARC é um cache de leitura armazenado em um dispositivo rápido, como um SSD. Esse cache não é persistente nas reinicializações. Observe que a RAM é usada como a primeira camada de cache e o L2ARC só é necessário se a quantidade de memória RAM for insuficiente. - Carregue o Linux e adicione as seguintes linhas no - /etc/lilo.conf: - - other=/dev/hda2 - table=/dev/hda - label=FreeBSD - - (A definição acima assume que a sua - partição FreeBSD é conhecida pelo - Linux como /dev/hda2; altere esse - valor para sua necessidade). Depois basta executar o - comando lilo como usuário - root e deve estar pronto. - - Caso o FreeBSD esteja em um outro disco, será - preciso criar uma entrada - loader=/boot/chain.b no LILO. Por - exemplo: - - other=/dev/dab4 - table=/dev/dab - loader=/boot/chain.b - label=FreeBSD - - Em alguns casos é necessário especificar - o número da unidade da BIOS para que o loader do - FreeBSD consiga carregar o sistema com sucesso, a partir - do segundo disco. Por exemplo, caso o disco SCSI com o - FreeBSD seja reconhecido pela BIOS como o disco 1, na tela - do carregadir de inicialização - (boot loader) do FreeBSD - será necessário definir: - - Boot: 1:da(0,a)/kernel - - No FreeBSD 2.2.5 e posteriores, o &man.boot.8; pode - ser configurado para que ele automaticamente defina essa - informação na hora da - inicialização - (boot). - - The - Linux+FreeBSD mini-HOWTO é uma boa - referência sobre a utilização do - FreeBSD com o Linux. + O L2ARC precisa de espaço no ARC para indexá-lo. Então, perversamente, um conjunto de trabalho que se encaixa perfeitamente no ARC não se encaixará mais perfeitamente se um L2ARC for usado porque parte do ARC estará mantendo o índice L2ARC, empurrando parte do conjunto de trabalho para o L2ARC que é mais lento que a RAM. - - Como eu inicio o FreeBSD e o Linux usando o - BootEasy? + + A ativação da funcionalidade de desduplicação é recomendável? - Instale o LILO no começo da sua - partição de inicialização - (boot) do Linux ao - invés de instala-lo na MBR. Agora o LILO pode ser - carregado a partir do BootEasy. + De um modo geral, não. - Com Windows 9x e Linux essa é uma - ação recomendada sempre, para garantir que o - Linux possa ser iniciado de forma mais fácil caso - seja necessário reinstalar o Windows (que é - um sistema operacional que não espera nenhum outro - sistema na MBR). - - + A deduplicação ocupa uma quantidade significativa de RAM e pode tornar mais lento os tempos de acesso ao disco para leitura e gravação. A menos que um esteja armazenando dados muito duplicados, como imagens de máquinas virtuais ou backups de usuários, é possível que a deduplicação faça mais mal do que bem. Outra consideração é a incapacidade de reverter o status da deduplicação. Se os dados forem gravados quando a deduplicação estiver ativada, desabilitar a deduplicação não fará com que os blocos deduplicados sejam replicados até que sejam modificados em novamente. - - - Como eu altero a tela de inicialização - (boot) de - ??? para algo mais - significativo? - - - - Você não pode alterar esse comportamento - no gerenciador de inicialização - (boot) padrão sem - reescreve-lo. Existem inúmeros outros - gerenciadores de inicialização - (boot) na categoria - sysutils da da coleção - de ports, que oferecem esse - recurso. + A deduplicação também pode levar há algumas situações inesperadas. Em particular, a exclusão de arquivos pode se tornar muito mais lenta. - - Possuo uma nova unidade de disco removível, - como posso usa-la? + + Não consigo excluir ou criar arquivos no meu pool do ZFS. Como posso consertar isso? - Ainda que seja uma unidade removível como um - ZIP Drive, um EZ Drive (ou até um disquete, caso - queira usa-lo dessa maneira), ou um novo disco, uma vez - instalado e reconhecido pelo sistema e assim que o - cartucho/disquete/outra-coisa esteja ligado a unidade em - questão, as coisas passam a funcionar da mesma - forma para qualquer tipo de dispositivo. + Isso pode acontecer porque o pool está 100% cheio. O ZFS requer espaço no disco para gravar metadados de transação. Para restaurar o pool para um estado utilizável, primeiro faça o truncate do arquivo que irá excluir: - (essa seção - é baseada no ZIP - FAQ de Mark Mayo) + % truncate -s 0 unimportant-file - Caso o dispositivo seja um ZIP Drive ou um disquete - cujo sistema de arquivos já tenha sido criado como - sendo do tipo DOS, o seguinte comando é o bastante - para montá-lo: + O truncamento de arquivo funciona porque uma nova transação não é iniciada, novos blocos de reserva são criados. - &prompt.root; mount -t msdos /dev/fd0c /floppy - - caso seja um disquete, ou então: - - &prompt.root; mount -t msdos /dev/da2s4 /zip - - caso seja um disco ZIP com as - configurações de fábrica. - - Para outros tipos de disco, veja como eles são - tratados, usando o &man.fdisk.8; ou - &man.sysinstall.8;. - - Os próximos exemplos serão para um ZIP - Drive controlado pela device da2, ou seja, correspondente - ao terceiro disco SCSI. - - A não ser que se trate de um disquete ou de um - disco removível que se planeje compartilhar com - outras pessoas, provavelmente é mais sensata a - idéia de colocar um sistema de arquivos do tipo BSD - nesse disco. Um sistema de arquivos desse tipo - possibilita usar o suporte a nomes longos de arquivos, ter - uma performance de, pelo menos 2x, e oferece muito mais - estabilidade e confiança. O primeiro passo - é redefinir a partição DOS da unidade - removível de forma que a mesma passe a ser do tipo - BSD; o &man.fdisk.8; ou - /stand/sysinstall podem ser usados - para esse fim, em um disco pequeno onde não se - queira preocupações quanto a possibilidade - de manter suporte a múltiplos sistemas - operacionais. Nesse caso simplesmente elimine toda a - partição FAT do disco e use o particionador - do BSD: - - &prompt.root; dd if=/dev/zero of=/dev/rda2 count=2 -&prompt.root; disklabel -Brw da2 auto - - O disklabel ou /stand/sysinstall - podem ser usados para criar múltiplas - partições do tipo BSD. Certamente o - usuário vai querer criar mais de uma - partição BSD se a intenção for - criar espaço de Swap. De qualquer forma, esse tipo - de ação é irrelevante em um disco - removível do tipo ZIP. - - Finalmente, crie um novo sistema de arquivos como - esse, que usa todo o disco em um ZIP Drive: - - &prompt.root; newfs /dev/rda2c - - e monte-o: - - &prompt.root; mount /dev/da2c /zip - - provavelmente é uma boa idéia adicionar - uma entrada no /etc/fstab para - facilitar o processo de montagem dessa unidade(veja - &man.fstab.5;)de forma que seja apenas necessário - digitar o comando mount /zip no - futuro: - - /dev/da2c /zip ffs rw,noauto 0 0 + + Em sistemas que utilizam o ZFS com um dataset customizado, por exemplo com a funcionalidade de deduplicação ativada, o espaço pode não ficar disponível imediatamente. + - - Por que eu tive o erro Incorrect super - block na hora de montar um CDROM? + + O ZFS suporta TRIM para unidades de estado sólido? - É necessário avisar ao &man.mount.8; que - tipo de unidade está sendo montada. Essa - definição é tratada com mais detalhes - em na - seção de mídias ópticas do - &a.ptbr.p.handbook; , mais precisamente na - seção Usando - CDs de Dados. - - + O suporte ao ZFS TRIM foi adicionado ao FreeBSD 10-CURRENT com revisão r240868. O suporte ao ZFS TRIM foi adicionado a todas as branchs do FreeBSD-STABLE na revisão r252162 e r251419, respectivamente. - - - Device not configured ocorre na - hora de montar o CDROM? - + O ZFS TRIM é ativado por padrão e pode ser desativado adicionando-se esta linha ao arquivo /etc/sysctl.conf: - - Geralmente esse tipo de comportamento indica que - não existe nenhum CD na unidade de CDROM, ou - então, que o CD em questão não - é visível ao barramento de dados do seu PC, - comum quando um CD-RW não pode ser lido por um - drive tradicional. Por gentileza, queira referir-se a - Usando - CDs de Dados da seção do - &a.ptbr.p.handbook; para uma discussão mais - detalhada sobre esse assunto. - - + vfs.zfs.trim_disable=1 - - - Porque todos caracteres não-Inglês - são apresentados como ? no sistema - de arquivos do CD que acabou de ser montado no - FreeBSD? - - - - Provavelmente seu CDROM usa extensões - Joliet para armazenar - informações sobre tipos de arquivos e - diretórios. Esse assunto é discutido no - capítulo de - Criação e Uso de CDROMs do - &a.ptbr.p.handbook;, mais precisamente na - seção de Uso - de CDs de Dados. + + O ZFS TRIM pode não funcionar com todas as configurações, tal como um sistema de arquivos ZFS em um dispositivo com suporte a GELI. + - - - - Eu queimei um CD no FreeBSD e agora esse disco - não pode ser lido em nenhum outro sistema - operacional. Por que? - - - - Provavelmente você queimou um CD de forma crua - (usando raw mode) no seu sistema, ao invés de criar - um sistema de arquivos do tipo ISO 9660. Dê uma - olhada no - Capítulo de Criação de CDROMs do - &a.ptbr.p.handbook;, em específico na - seção criando - CDS de dados puros. - - - - - - Como posso criar uma imagem de um CD de dados? - - - - A criação de imagens de CDs de dados - é discutida na seção duplicando - CDs de dados do &a.ptbr.p.handbook;. Para mais - informações sobre unidades ópticas, - por gentileza, queira referir-se a seção - - Criação de CDs no capítulo - de Armazenamento do &a.ptbr.p.handbook;. - - - - - - Por que um CD de áudio não pode ser - montado com o comando mount? - - - - Ao tentar montar um CD de áudio, o mais - provável é que ocorra um erro do tipo - cd9660: /dev/acd0c: Invalid - argument. Isso se deve ao fato que o - comando mount trabalha exclusivamente - com sistema de arquivos, o que não é o caso - de CDs de áudio. CDs de áudio contém - apenas dados, e por isso é necessário alguma - aplicação capaz de ler tais CDs. Use algum - programa como o audio/xmcdna - coleção de Ports do - FreeBSD para ler dados em CDs desse tipo. - - - - - - Como eu monto um CD com múltiplas - sessões de gravação? - - - - Por padrão, o &man.mount.8; tenta montar a - última trilha de dados (sessão) de um CD. - Caso queira montar uma sessão anterior pode-se usar - o argumento na linha de comando em - questão. Por gentileza, refira-se a página - de manual do comando &man.mount.cd9660.8; para obter - exemplos específicos do uso dessa e de outras - opções. - - - - - - Como posso permitir que usuários comuns montem - disquetes, CDROMs e outros tipos de mídia - removível? - - - - Usuários comuns podem ter a permissão de - montar dispositivos. Veja como: - - - - Como root defina a - variável vfs.usermount do - sysctl para 1. - - &prompt.root; sysctl -w vfs.usermount=1 - - - - Como root defina as - permissões apropriadas nos dispositivos - associados ao controle da mídia - removível. - - Por exemplo, para permitir que os usuários - possam montar a primeira unidade de disquete, - use: - - &prompt.root; chmod 666 /dev/fd0 - - Para permitir que os usuários do grupo - operator montem a unidade de - CDROM, use: - - &prompt.root; chgrp operator /dev/cd0c -&prompt.root; chmod 640 /dev/cd0c - - - - Finalmente, para tornar essa - alteração permanente, adicione a linha - vfs.usermount=1 - no arquivo - /etc/sysctl.conf. - - - - Agora todos os usuários podem montar qualquer - disquete no /dev/fd0 em algum - ponto de montagem que lhes pertença: - - &prompt.user; mkdir ~/my-mount-point -&prompt.user; mount -t msdos /dev/fd0 ~/my-mount-point - - Os usuários no grupo - operator agora tem permissão - para montar os CDs no /dev/cd0c - em qualquer ponto de montagem que lhes - pertença: - - &prompt.user; mkdir ~/my-mount-point -&prompt.user; mount -t msdos /dev/cd0c ~/my-mount-point - - Desmontar o dispositivo é extremamente - simples: - - &prompt.user; umount ~/my-mount-point - - Contudo, habilitar a opção - vfs.usermount, contudo, causa algumas - implicâncias quanto ao quesito segurança;. A - forma mais racional de acessar mídia do tipo MSDOS - no FreeBSD é usando a aplicação - mtools - , disponível na Coleção de - Ports. - - - - - - Os comandos du e - df apresentam quantias distintas de - espaço em disco disponível. O que - está havendo? - - - - É necessário entender o que os comandos - du e df realmente - fazem. O du percorre a árvore - de diretórios medindo o tamanho de cada arquivo e - apresentando o total da soma de todos os arquivos - encontrados em um dado diretório, e posteriormente - apresentando a soma de ambos subdiretórios no - diretório de nível seguinte, - df simplesmente pergunta ao sistema de - arquivos quanto espaço ainda lhe resta. Parece o - mesmo comportamento, mas um arquivo alocado fora de um - diretório, por exemplo, afeta os dados apresentados - pelo df, mas não afeta o - du. - - Quando um programa está usando algum arquivo, e - este é apagado, o arquivo não é - retirado do sistema de arquivos até que o programa - em questão pare de usá-lo. Contudo, esse - arquivo é imediatamente deletado da listagem de - diretórios; isso pode ser mais bem observado com - algum paginador como o more. Por - exemplo, assuma que existe um arquivo grande o bastante - que sua presença seja perceptível claramente - na saída dos comandos du e - df. (Considerando que hoje em dia os - discos são bem grandes, o arquivo em questão - deve ser um arquivo de tamanho extremamente - considerável!) Caso o arquivo seja - apagado em quanto ele esteja sendo paginado com o - more, pode-se perceber que o - more não passa a reclamar que o - arquivo não pode mais ser visualizado no mesmo - instante. Contudo, a listagem, do diretório em - questão não apresentará mais esse - arquivo, de forma que nenhum usuário ou outro - programa possa acessá-lo. A entrada do arquivo no - diretório é simplesmente removida. O - du vai mostrar que esse arquivo - não existe mais — -- afinal, o du percorreu - todo o diretório e não encontrou esse - arquivo listado -- contudo o df mostra - que o arquivo continua no disco, pois o sistema de - arquivos sabe que o more continua - usando aquele espaço de dados que se encontram no - disco. Uma vez terminada a sessão do - more,du e - df concordarão entre si. - - Note que em sistemas de arquivos com softupdates, a - liberação de espaço em disco - também pode ser atrasada em até 30 segundos - dependendo da situação; apenas depois desse - tempo, a alteração em disco será - visível! - - Esse comportamento é comum e fácil de - ser observado em Servidores Web. Muitos usuários - configuram algum Servidor Web no FreeBSD e se esquecem de - rotacionar os arquivos de log da aplicação, - os quais entopem o /var. O novo - administrador do sistema deleta os arquivos de log em - questão, mas o sistema operacional continua - reclamando que a partição está cheia, - até que o Servidor Web seja desligado e religado, - de forma que a aplicação libera o arquivo e - permite que o sistema apague o arquivo, recuperando o - espaço em disco em questão. Para prevenir - que isso ocorra, configure o &man.newsyslog.8;. - - - - - - Como eu posso adicionar mais espaço para - swap? - - - - No capítulo Configuração - e Ajuste Fino - (Tuning) do - &a.ptbr.p.handbook;, pode ser encontrada uma seção - descrevendo como fazer isto. - -
- Administração do Sistema + Administração do Sistema - Onde estão os arquivos que configuram a - inicialização do sistema ? + Onde estão os arquivos de configuração de inicialização do sistema? - Do FreeBSD 2.0.5R até o 2.2.1R, o arquivo de - configurações primário é o - /etc/sysconfig. Todas as - opções devem ser definidas nesse arquivo ou - então em outros, como o - /etc/rc (veja o manual para o - &man.rc.8;) e o /etc/netstart + O arquivo de configuração principal é o /etc/defaults/rc.conf, o qual está descrito em rc.conf5. Os scripts de inicialização do sistema, tais como /etc/rc e /etc/rc.d, que são descritos em rc8, incluem este arquivo. Não edite este arquivo! Em vez disso, para editar uma entrada do /etc/default/rc.conf, copie a linha para o arquivo /etc/rc.conf e altere-a lá. - Dê uma olhada no - /etc/sysconfig e altere as - variáveis de acordo com o que você quer - configurar no seu sistema. O arquivo é repleto de - comentários que auxiliam a correta - definição dos valores a serem - definidos. + Por exemplo, se para iniciar named8, o servidor DNS incluído: - A partir do 2.2.1 até o 3.0, o - /etc/sysconfig foi renomeado para - &man.rc.conf.5;, que é auto-descritivo, e cuja - sintaxe foi melhorada no processo de - substituição. O - /etc/netstart agora se chama - /etc/rc.network, de forma que todos - os arquivos possam ser copiados com um simples comando - como um cp /usr/src/etc/rc* /etc + # echo 'named_enable="YES"' >> /etc/rc.conf - E depois, a partir do FreeBSD 3.1, o - /etc/rc.conf foi alterado para o - /etc/defaults/rc.conf. - Não edite esse arquivo! Ao - invés disso, para todas as entradas que você - queira alterar no - /etc/defaults/rc.conf, basta apenas - copiar a linha relativa à essa entrada para o - /etc/rc.conf e depois modificar seu - valor. - - Por exemplo, caso deseje iniciar o named, o servidor - DNS disponível no FreeBSD, a partir do FreeBSD 3.1 - basta fazer isso: - - &prompt.root; echo named_enable="YES" >> /etc/rc.conf - - Para iniciar serviços locais no FreeBSD 3.1 e - posteriores, basta colocar os scripts shell de - inicialização desses serviços no - diretório /usr/local/etc/rc.d. - Tais shell scripts devem ser executáveis e - terminarem com a extensão .sh. No FreeBSD 3.0 ou - anteriores, o arquivo /etc/rc.local - era a única opção para iniciar - serviços/processos locais automaticamente. - - O arquivo /etc/rc.serial é - usado para a inicialização de portas seriais - (por exemplo, para definir as características das - portas, e assim por diante). - - O arquivo /etc/rc.i386 é - usado para configurações específicas - de sistemas Intel e compatíveis, como por exemplo, - emulação iBCS2 ou definições - do sistema de console dos PC. + Para iniciar serviços locais, coloque seus shell scripts no diretório /usr/local/etc/rc.d. Estes shell scripts devem estar definidos como executáveis, o modo de arquivo padrão é 555. - Como posso adicionar um usuário de forma - simples? + Como eu adiciono um usuário facilmente? - Use o comando &man.adduser.8;. Caso prefira uma forma - mais complexa (e mais completa), use o comando - &man.pw.8;. + Use o comando adduser 8 , para as situações mais complexas utilize o comando pw 8 . - Para remover o usuário do sistema, use o - comando &man.rmuser.8;. Mais uma vez, o &man.pw.8; - também funciona muito bem nesse caso. + Para remover o usuário, use o comando rmuser8 ou, se necessário, o comando pw8. - Depois de editar o crontab, mensagens como - root: not found ficam aparecendo - sempre. Por que? + Por que eu continuo recebendo mensagens como root: not found depois de editar o arquivo /etc/crontab? - Normalmente esse é um problema causado ao se - editar o crontab do sistema - (/etc/crontab) e depois usar o - &man.crontab.1; para instala-lo: + Isto normalmente é causado pela edição do crontab do sistema. Esta não é a maneira correta de fazer as coisas, pois o crontab do sistema tem um formato diferente dos crontabs por usuário. O crontab do sistema possui um campo extra, especificando qual usuário irá executar o comando. O cron 8 assume que este usuário é a primeira palavra do comando a ser executado. Como esse comando não existe, essa mensagem de erro é exibida. - &prompt.root; crontab /etc/crontab + Para excluir o crontab extra incorreto: - Essa não é a forma correta de fazer as - coisas. O crontab do sistema tem um formato distinto do - crontab dos usuários, o qual o &man.crontab.1; - atualiza (o manual do &man.crontab.5; explica tais - diferenças de forma mais detalhada). - - Caso você tenha cometido esse engano, o novo - crontab é uma simples cópia do - /etc/crontab, ou seja, com um formato - errado. Apague-o com o comando: - - &prompt.root; crontab -r - - Da próxima vez que editar o - /etc/crontab, nenhuma - ação precisa ser tomada para avisar o - &man.cron.8; das alterações. Ele vai - perceber as mudanças automaticamente. - - Caso queira executar alguma tarefa diária, - semanal ou mensal, é mais indicado adicionar alguns - scripts de shell sob o - /usr/local/etc/periodic e deixar o - programa &man.periodic.8;, chamado a partir da tabela cron - do sistema, cuidar das suas tarefas assim como ele faz com - as outras tarefas pertinentes ao sistema. - - A única razão para esse erro é - que a tabela de cron do sistema tem um campo a mais, que - especifica o usuário que deve executar o comando. - No crontab do sistema padrão do FreeBSD, esse - usuário é o root, em - todas as entradas. Quando essa crontab é usada - como a tabela de cron do root (que - é diferente da tabela de cron do sistema), o - &man.cron.8; assume que a string root - fosse um primeiro comando, mas esse comando não - existe, por isso ocorre o erro. + # crontab -r - Porque o erro you are not in the correct - group to su root ocorre, quando eu tento - virar root com o su ? + Por que eu recebo o erro, you are not in the correct group to su root quando tento executar o comando su para o usuário root ? - Essa é uma característica de - segurança do FreeBSD. Para se tornar - root com o su (ou qualquer outro - usuário com privilégios de super - usuário), é preciso fazer parte do grupo - wheel. Sem essa - característica, qualquer usuário com uma - conta válida no sistema que soubesse a senha de - root poderia obter privilégios - de super usuário. Por causa do comportamento - atual, essa afirmação não é - verdadeira, uma vez que o su não vai nem permitir - que o usuário dê a senha de - root, caso ele não esteja no - grupo wheel. + Este é um recurso de segurança. Para executar su para root, ou qualquer outra conta com privilégios de superusuário, a conta do usuário deve ser um membro do grupo wheel. Se este recurso não estivesse lá, qualquer pessoa com uma conta em um sistema e que também descobrisse a senha do root seria capaz de obter acesso de nível de superusuário ao sistema. - Para permitir que algum usuário se torne - root, basta que ele faça parte - do grupo wheel. + Para permitir que alguém execute o comando su root , coloque-os no grupo wheel usando o comando pw: + + # pw groupmod wheel -m lisa + + O exemplo acima adicionará o usuário lisa ao grupo wheel . - Cometi um erro no rc.conf, ou em - algum outro arquivo de inicialização, e - agora não posso corrigir essa - alteração porque o sistema de arquivos - é apenas-leitura. O que devo fazer? + Cometi um erro no rc.conf, ou outro arquivo de inicialização, e agora não posso editá-lo porque o sistema de arquivos está montado somente leitura. O que devo fazer? - Nessa situação, o comportamento esperado - é que o sistema entre em modo monousuário e - peça o caminho completo para o seu interpretador de - comandos (sua shell). Basta confirmar a shell - padrão, que ele oferece, com um simples - ENTER, e depois executar um - mount / para remontar o sistema de - arquivos raiz ( / ) em modo leitura/escrita (rw). - Também pode ser necessário executar um - mount -a -t ufs para montar o sistema - de arquivos onde o seu editor de texto preferido vai estar - disponível. Caso seu editor esteja em um sistema - de arquivos da rede, será necessário - configurar a rede manualmente, ou usar um editor - disponível localmente, como o &man.ed.1;. + Reinicie o sistema usando boot -s no prompt do loader para entrar no modo single user. Quando o sistema solicitar o caminho do shell, apenas pressione Enter e execute mount -urw / para remontar novamente o sistema de arquivos raiz no modo de leitura e gravação. Você também pode precisar executar o comando mount -a -t ufs para montar o sistema de arquivos no qual seu editor favorito é mantido. Se esse editor estiver em um sistema de arquivos de rede, configure a rede manualmente antes de montar os sistemas de arquivos de rede ou use um editor que resida em um sistema de arquivos local, tal como o ed1. - Caso queira usar um editor de tela inteira como o - &man.vi.1; ou &man.emacs.1;, será necessário - definir a variável de ambiente TERM como do tipo - cons25, bastando um simples export TERM=cons25, de forma - que tais editores possam carregar as - informações corretas da base de dados do - &man.termcap.5;. + Para usar um editor de tela inteira, tal como o vi1 ou emacs1, execute export TERM=xterm para que esses editores possam carregar os dados corretos do banco de dados do termcap5. - Depois disso, o /etc/rc.conf pode - ser editado normalmente, e a sintaxe problemática, - corrigida. A mensagem de erro apresentada imediatamente - após o carregamento do - kernel indica o - número da linha e o arquivo onde o erro - aconteceu. + Depois de executar estas etapas, edite o arquivo /etc/rc.conf para corrigir o erro de sintaxe. A mensagem de erro exibida imediatamente após as mensagens de inicialização do kernel deve indicar o número da linha no arquivo que está com erro. - Porque estou tendo problemas ao configurar minha - impressora? + Por que estou tendo problemas para configurar minha impressora? - Por gentileza, dê uma olhada nas páginas - sobre impressão do &a.ptbr.p.handbook;. O - documento deve responder a maioria de suas dúvidas. - Veja a entrada sobre Impressão no - &a.ptbr.p.handbook;. - - Algumas impressoras precisam de um driver local, - baseado em estações, para prover qualquer - tipo de impressão. Essas impressoras são - chamadas de WinPrinters e não - são suportadas nativamente pelo FreeBSD. Se sua - impressora não funciona sob DOS ou com Windows NT - 4.0, provavelmente ela é uma WinPrinter. A - única esperança de se obter uma impressora - desse tipo funcionando, é verificar se o - port print/pnm2ppa tem suporte para - ela. + Consulte a seção sobre impressão no Handbook do FreeBSD para dicas de soluções de problemas. - Como posso corrigir o mapeamento de teclados do meu - sistema? + Como posso corrigir os mapeamentos de teclado para o meu sistema? - Por gentileza, refira-se à seção - usando localização - do &a.ptbr.p.handbook;, mais precisamente na - parte sobre a configuração - do console. + Consulte a seção usando localização do Handbook, mais especificamente a seção sobre a configuração do console . - - O que causa mensagens como: unknown: - <PNP0303> can't assign resources na - inicialização do sistema? + + Por que não consigo colocar as quotas de usuários para funcionar corretamente? - O trecho a seguir é citação de - uma mensagem enviada na lista freebsd-current. + + + É possível que o kernel não esteja configurado para usar quotas. Neste caso, adicione a seguinte linha ao arquivo de configuração do kernel e recompile o kernel: -
- &a.wollman;, 24 Abril 2001 + options QUOTA - A mensagem can't assign resources - indica que os equipamentos em questão são - do tipo ISA, e que não existem entradas indicando - drivers não-PnP compiladas no - kernel. Esses - equipamentos podem ser controladoras de teclados, - controladora de interrupção - programável e várias outras peças - da infra-estrutura padrão do sistema. Os - recursos não podem ser atribuídos por - já existirem drivers usando tais - endereços. -
-
-
+ Consulte a seção do Handbook sobre quotas para obter detalhes completos. + - - - Porque eu não consigo fazer as quotas de - usuários funcionarem de forma correta? - - - - - Não habilite quotas na - /, + Não ative o uso de quotas na partição /. - Coloque o arquivo de quotas indicando o sistema de - arquivos onde se deseja estabelecer as quotas, por - exemplo: + Coloque o arquivo de quotas no sistema de arquivos para o qual quotas precisam ser aplicadas: - + - Sistemas de arquivos + Sistema de arquivo - Arquivos de quotas + Arquivo de quota /usr /usr/admin/quotas /home /home/admin/quotas - … + … - … + … - O FreeBSD suporta as primitivas de IPC do System - V? + O FreeBSD suporta System V IPC primitives? - Sim, o FreeBSD suporta IPC ao estilo do System V. - Esse suporte inclui compartilhamento de memória, - mensagens e semáforos. É necessário - adicionar as seguintes linhas no arquivo de - configurações do seu - kernel, para ativar o - suporte: + Sim, o FreeBSD suporta o IPC no estilo do System V, incluindo memória compartilhada, mensagens e semáforos, no kernel GENERIC. Em um kernel personalizado, o suporte pode ser por meio do carregamento dos módulos de kernel sysvshm.ko, sysvsem.ko e sysvmsg.ko, ou habilitado de forma estática no kernel personalizado adicionando as seguintes linhas ao arquivo de configuração do mesmo: - options SYSVSHM # habilita memória compartilhada -options SYSVSEM # habilita semáforos -options SYSVMSG # habilita mensagens + options SYSVSHM # enable shared memory +options SYSVSEM # enable for semaphores +options SYSVMSG # enable for messaging - - No FreeBSD 3.2 e posteriores, tais - opções já fazem parte do - kernel - GENERIC, o que significa que tal - suporte já deve estar compilado no seu - sistema. - - - Recompile e instale o novo - kernel. + Recompile e instale o kernel. - - Como posso usar o sendmail para entregar mensagens com - UUCP? + + Qual outro software de servidor de correio posso usar em substituição ao Sendmail? - A configuração do sendmail - disponível por padrão no FreeBSD é - direcionada para sites que estejam conectados à - Internet. Servidores que pretendem entregar suas - mensagens via UUCP devem instalar um novo arquivo de - configurações do sendmail. - - Alterar o /etc/mail/sendmail.cf - manualmente é considerado tarefa para os mais - puristas. A versão 8 do sendmail tem uma nova - abordagem de arquivos de configuração por - meio de pré processamento com o &man.m4.1;, onde os - modelos de configuração são - manipulados em um nível mais alto de - abstração. Use os arquivos de - configuração disponíveis sob - /usr/src/usr.sbin/sendmail/cf. - - Caso seu sistema não tenha sido instalado com - os fontes, os arquivos de configuração do - sendmail foram divididos em pacotes separados. Assumindo - que você tenha o CDROM do FreeBSD montado, - faça o seguinte: - - &prompt.root; cd /cdrom/src -&prompt.root; cat scontrib.?? | tar xzf - -C /usr/src contrib/sendmail - - Não se desespere, são apenas algumas - centenas de Kilobytes em tamanho. O arquivo README no - diretório cf serve de introdução - básica ao uso do m4. - - Para entregar mensagens via UUCP, o melhor conselho - é usar o mailtertable. Trata-se - de uma base de dados que o sendmail usa para basear suas - decisões de roteamento de mensagens. - - Primeiro, é necessário criar seu arquivo - .mc. O diretório - /usr/src/usr.sbin/sendmail/cf/cf - é o diretório home para esse tipo de - arquivo. Dê uma olhada, já existem alguns - exemplos disponíveis por lá. Se assumirmos - que você chamou o arquivo de - foo.mc, para converte-lo para um - arquivo sendmail.cf válido - basta: - - &prompt.root; cd /usr/src/usr.sbin/sendmail/cf/cf -&prompt.root; make foo.cf -&prompt.root; cp foo.cf /etc/mail/sendmail.cf - - Um arquivo .mc típico, se - parece com algo mais ou menos assim: - - VERSIONID(`Número da sua versão') -OSTYPE(bsd4.4) - -FEATURE(accept_unresolvable_domains) -FEATURE(nocanonify) -FEATURE(mailertable, `hash -o /etc/mail/mailertable') - -define(`UUCP_RELAY', your.uucp.relay) -define(`UUCP_MAX_SIZE', 200000) -define(`confDONT_PROBE_INTERFACES') - -MAILER(local) -MAILER(smtp) -MAILER(uucp) - -Cw your.alias.host.name -Cw youruucpnodename.UUCP - - As linhas contendo as entradas - accept_unresolvable_domains, - nocanonify, e - confDONT_PROBE_INTERFACES previnem o - uso do DNS durante a entrega das mensagens. A - cláusula UUCP_RELAY é - necessária por razões bizarras, nem pergunte - quais. Apenas coloque o nome de uma estação - que possa manipular endereços com - pseudo-domínio .UUCP; normalmente o - endereço de relay de e-mail do seu Provedor de - Serviço Internet deve servir. - - Depois disso, é necessário usar o - arquivo /etc/mail/mailertable. Caso - exista apenas um link para fora, por onde todos os e-mails - são roteados, as seguintes definições - são o bastante: - - # -# makemap hash /etc/mail/mailertable.db < /etc/mail/mailertable -. uucp-dom:your.uucp.relay - - Um exemplo mais complexo, se pareceria com: - - # -# makemap hash /etc/mail/mailertable.db < /etc/mail/mailertable -# -horus.interface-business.de uucp-dom:horus -.interface-business.de uucp-dom:if-bus -interface-business.de uucp-dom:if-bus -.heep.sax.de smtp8:%1 -horus.UUCP uucp-dom:horus -if-bus.UUCP uucp-dom:if-bus -. uucp-dom: - - Como pode-se perceber, se trata de um arquivo usado na - vida real. As primeiras três linhas tratam - situações especiais onde as mensagens - endereçadas aquele domínio não devem - ser roteadas pela saída padrão, mas ao - invés disso, ser entregues para algum servidor UUCP - vizinho, de forma a encurtar o caminho para entrega dos - e-mails. A linha seguinte trata mensagens para rede - Ethernet local, para domínios onde os mails possam - ser entregues via SMTP. Finalmente, os vizinhos UUCP - são mencionados na notação do - pseudo-domínio .UUCP, que permite um - uucp-neighbor!recipient - sobrescrever as regras padrão. A última - linha é sempre um ponto, que indica que todos os - e-mails que não foram tratados pelas entradas - anteriores cuja entrega seja do tipo UUCP, devem ser - tratados por um dos vizinhos UUCP que sirva como gateway - universal com o resto do mundo. Todas as - estações antecedendo a entrada - uucp-dom: devem ser nomes de vizinhos - UUCP válidos, que podem ser checados com o comando - uuname. - - Para lembrar que esse arquivo precisa ser convertido - em base de dados do tipo DBM, o comando necessário - para tomar essa ação está comentado - no início do arquivo mailertable. Esse comando - deve ser executado sempre que o mailertable for - alterado. - - Dica final: caso tenha dúvidas se uma rota de - e-mail em particular irá funcionar, lembre-se que a - opção do sendmail - permite que ele seja iniciado em modo de testes de - endereço; simplesmente digite - 3,0 seguido do endereço que - você quer testar o roteamento de mensagens. A - última linha irá indicar o agente de - transferência interno que foi usado, a - estação de destino com a qual esse agente de - entrega irá se comunicar, e o seu endereço. - Para sair desse modo, digite Control-D. - - &prompt.user; sendmail -bt -ADDRESS TEST MODE (ruleset 3 NOT automatically invoked) -Enter <ruleset> <address> -> 3,0 foo@example.com -canonify input: foo @ example . com -... -parse returns: $# uucp-dom $@ your.uucp.relay $: foo < @ example . com . > -> ^D + O servidor Sendmail é o software de servidor de email padrão do FreeBSD, mas pode ser substituído por outro MTA instalado a partir da coleção de ports. Os ports disponíveis incluem o mail/exim, o mail/postfix e o mail/qmail. Procure informações nas listas de discussão sobre as vantagens e desvantagens dos MTAs disponíveis. - - Como eu configuro e-mail em uma conexão dialup - com a rede? + + Esqueci a senha do root! O que eu faço? - Se a sua conexão discada lhe atribui um - endereço IP estático, não é - necessário configurar nenhuma opção - extra. Ajuste o nome da sua estação para o - nome que a identifica na Internet, e o sendmail - fará o resto. + Não entre em pânico! Reinicie o sistema, digite boot -s no prompt Boot: para entrar no modo single user. Na pergunta sobre o shell a ser usado, pressione Enter, que será exibido um prompt #. Insira o comando mount -urw / para remontar o sistema de arquivos raiz no modo de leitura e gravação e, em seguida, execute o comando mount -a para remontar todos os sistemas de arquivos. Execute o comando passwd root para alterar a senha do usuário root e então execute o comando exit1 para continuar a inicialização. - Mas se a conexão PPP lhe atribui - endereços dinâmicos, provavelmente o seu - Provedor de Serviço Internet oferece uma conta de - correio eletrônico em seus servidores. Vamos - assumir que o nome do domínio do seu provedor - é example.net, e - que o nome do seu usuário é - user. Vamos assumir também - que o nome da sua estação seja bsd.home e que o Provedor de - Serviço Internet defina que o endereço - relay.example.net deva ser - usado para relay de mensagens eletrônicas. + + Se você ainda for solicitado a entrar com a senha do usuário root ao entrar no modo single user único, isso significa que o console foi configurado como inseguro no arquivo /etc/ttys. Neste caso, será necessário inicializar a partir de um disco de instalação do FreeBSD, escolher o Live CD ou Shell no início do processo de instalação e executar os comandos mencionados acima. Monte a partição específica neste caso e, em seguida, execute o chroot para ela. Por exemplo, substitua mount -urw / por mount /dev/ada0p1 /mnt; chroot /mnt para um sistema em instalado em ada0p1. + - Para acessar as mensagens da sua caixa de correio, - é necessário usar um agente de busca. O - Fetchmail é uma boa - escolha, já que ele suporta vários - protocolos distintos. Normalmente o provedor em - questão oferece serviço de POP3. Caso sua - conexão PPP seja estabelecida à nível - de usuário (user-PPP), para acessar suas mensagens - automaticamente ao estabelecer-se uma conexão com a - rede, basta adicionar a seguinte entrada no arquivo - /etc/ppp/ppp/linkup: - - MYADDR: - !bg su user -c fetchmail - - Caso esteja usando o - sendmail (como foi descrito - anteriormente) para entregar suas mensagens para - endereços não-locais, insira o - comando: - - !bg su user -c "sendmail -q" - - depois da entrada apresentada anteriormente. Esse - comando irá forçar o - sendmail a processar sua fila - de e-mail tão logo uma conexão com a  - rede seja estabelecida. - - Assumindo que exista uma conta para o - user na máquina bsd.home. No diretório home - do user na estação - bsd.home, crie um arquivo - .fetchmailrc com o seguinte - conteúdo: - - poll example.net protocol pop3 fetchall pass MySecret - - Esse arquivo não deve ter permissão de - leitura para nenhum outro usuário, a não ser - o user já que ele - contém a sua senha. - - Para garantir que o cabeçalho - from: esteja sempre correto, é - necessário indicar ao - sendmail que o endereço - user@example.net deve ser usado ao - invés de user@bsd.home. - Também é interessante configurar o - sendmail para entregar suas - mensagens via relay.example.net, permitindo - transmissão de mensagens de forma mais - rápida. - - O seguinte arquivo .mc deve ser o - bastante: - - VERSIONID(`bsd.home.mc version 1.0') -OSTYPE(bsd4.4)dnl -FEATURE(nouucp)dnl -MAILER(local)dnl -MAILER(smtp)dnl -Cwlocalhost -Cwbsd.home -MASQUERADE_AS(`example.net')dnl -FEATURE(allmasquerade)dnl -FEATURE(masquerade_envelope)dnl -FEATURE(nocanonify)dnl -FEATURE(nodns)dnl -define(`SMART_HOST', `relay.example.net') -Dmbsd.home -define(`confDOMAIN_NAME',`bsd.home')dnl -define(`confDELIVERY_MODE',`deferred')dnl - - Por gentileza, refira-se à seção - anterior para obter detalhes sobre como transformar esse - arquivo .mc em um arquivo - sendmail.cf. Não se - esqueça também de reiniciar o - sendmail depois de alterar o - sendmail.cf. + + Se a partição raiz não puder ser montada a partir do modo de usuário único, é possível que as partições estejam criptografadas e será impossível montá-las sem as chaves de acesso. Para obter mais informações, consulte a seção sobre discos criptografados no Handbook do FreeBSD. + - - Que outros servidores de correio eletrônico - posso usar no lugar do Sendmail? + + Como evito que a combinação de teclas ControlAltDelete reinicialize o sistema? - O Sendmail é - o programa servidor de correio eletrônico - padrão no FreeBSD, mas ele pode ser facilmente - substituído por qualquer outro MTA (por - instância, um MTA instalado a partir do - ports). + Se estiver utilizando o syscons4 que é o driver padrão de console, compile e instale um novo kernel que contenha esta linha no arquivo de configuração: - Existem vários MTA's que servem de alternativa - ao Sendmail na Coleção de - Ports do FreeBSD, sendo o mail/exim, mail/postfix, mail/qmail, mail/zmailer, os mais - populares. + options SC_DISABLE_REBOOT - A diversidade é sempre uma boa - indicação, e o fato de ter vários - servidores de e-mail disponíveis é - ótimo. Conteúdo, evite perguntas como - O Sendmail é melhor que o Qmail? nas - listas de discussão. Se você realmente quer - saber, procure no histórico das listas. As - vantagens e desvantagens de cada MTA já foram - discutidas inúmeras vezes. - - + Isto também pode ser feito definindo a variável abaixo do sysctl8, este processo não requer uma reinicialização ou recompilação do kernel: - - - Esqueci a senha de root! O que eu faço? - + # sysctl hw.syscons.kbd_reboot=0 - - Em primeiro lugar, não entre em pânico! - Reinicie o seu FreeBSD, digite boot - -s na tela do Boot: (ou apenas - -s para as versões - anteriores à 3.2 do FreeBSD) para entrar e modo - monousuário. Quando o sistema perguntar sobre que - shell usar, aperte ENTER. Você estará em uma - prompt de comandos; digite mount -u / - para montar o sistema de arquivos raiz com - leitura/escrita, e depois mount -a para - remontar todos os seus sistemas de arquivos. Execute o - comando passwd root para modificar a - senha de root do sistema, e depois digite &man.exit.1; - para continuar  a inicialização em modo - multiusuário. + + Os dois métodos acima são exclusivos: Esta variável do sysctl8 não existirá se o kernel tiver sido compilado com a opção SC_DISABLE_REBOOT. + - - Como posso evitar que a seqüência de teclas - ControlAltDelete - reinicie o sistema? - - - - Caso esteja usando o syscons (o driver padrão - para o console) em um sistema FreeBSD 2.2.7 ou posterior, - construa e instale um novo - kernel com a - opção: - - options SC_DISABLE_REBOOT - - Caso use o driver de console PCVT em um FreeBSD 2.2.5 - ou posterior, use a seguinte linha: - - options PCVT_CTRL_ALT_DEL - - Em versões anteriores às citadas, edite - o mapeamento do seu teclado, usado para o console, e - substitua a palavra boot por - nop. O mapeamento de teclado - padrão está em - /usr/share/syscons/keymaps/us.iso.kbd. - O /etc/rc.conf deve ser - instruído de forma que esse arquivo seja lido. Se - você estiver usando um outro mapa específico - para o seu país, edite esse mapa ao invés do - padrão. - - - - - Como posso converter arquivos de texto do DOS para o - formato do Unix? - + Como faço para converter arquivos de texto do DOS para UNIX? + - Use esse comando do perl: + Use este comando perl1: - &prompt.user; perl -i.bak -npe 's/\r\n/\n/g' file... + % perl -i.bak -npe 's/\r\n/\n/g' file(s) - onde file indica o arquivo ou - arquivos a serem processados. As - modificações são feitas no - próprio arquivo e o original é salvo com a - extensão .bak. + no qual files(s) trata-se de um ou mais arquivos que desejamos processar. A modificação é feita in-place, o arquivo original é preservado com uma extensão .bak. - O comando &man.tr.1; também pode ser - usado: + Alternativamente, use o tr1: - &prompt.user; tr -d '\r' < dos-text-file > unix-file + % tr -d '\r' < dos-text-file > unix-file - Onde dos-text-file é - o arquivo com o texto em formato DOS, enquanto o - unix-file armazenará a - saída convertida. Usar o &man.tr.1; é um - pouco mais rápido do que usar o perl. + O dos-text-file é o arquivo que contém o texto no formato DOS, enquanto o unix-file contém a saída convertida. Esta opção pode ser um pouco mais rápida do que usar o perl. + + Uma outra maneira de reformatar arquivos de texto do DOS é usar o port converters/dosunix da Coleção de Ports. Consulte a sua documentação para maiores detalhes. - - Como eu mato processos pelo seu nome? + + Como faço para reler o arquivo /etc/rc.conf e reiniciar o /etc/rc sem dar boot? - Use o comando &man.killall.1;. + Entre no modo single user e retorne ao modo multi usuário: + + # shutdown now +# return +# exit - - Por que motivos o su está me atazanando pelo - fato de não pertencer à ACL do - root? + + Tentei atualizar o meu sistema para a versão -STABLE mais recente, mas obtive a -BETAx, -RC ou -PRERELEASE! O que está acontecendo? - Esse erro é proveniente do sistema de - autenticação da distrição do - Kerberos. O problema não é uma - perturbação fatal. Basta executar o su com - a opção -K ou então desinstalar o - Kerberos, como será descrito na próxima - questão. + Resposta curta: é apenas um nome. RC significa Release Candidate. Isso significa que uma nova release é iminente. No FreeBSD, -PRERELEASE é tipicamente sinônimo do congelamento de código antes de uma release. (Para algumas versões, o rótulo -BETA foi usado da mesma forma que o -PRERELEASE.) + + Resposta longa: o FreeBSD deriva suas releases de um de dois lugares. Releases principais (major) ponto-zero, como a 9.0-RELEASE são derivadas a partir do branch principal de desenvolvimento, comumente referida como -CURRENT. Releases secundárias (minor), como a 6.3-RELEASE ou a 5.2-RELEASE, foram snapshots da branch -STABLE ativa. A partir do 4.3-RELEASE, cada release também tem sua própria branch, a qual pode ser seguida por pessoas que exigem uma taxa extremamente conservadora de desenvolvimento (geralmente apenas avisos de segurança). + + Quando um release está prestes a ser feito, o branch do qual ele será derivado tem que passar por um determinado processo. Parte desse processo é um congelamento de código. Quando um congelamento de código é iniciado, o nome da branch é alterado para refletir que está prestes a se tornar uma release. Por exemplo, se a ramificação costumava ser chamada de 6.2-STABLE, seu nome será alterado para 6.3-PRERELEASE para indicar o congelamento de código e indicar que testes extras de pré-release devem estar acontecendo. Correções de bugs ainda podem ser adicionadas ao repositório de código fonte para fazer parte da release. Quando o código-fonte estiver estabilizado para a release, o nome será alterado para 6.3-RC para indicar que uma release está prestes a ser feita a partir dele. Uma vez no estágio RC, somente os bugs mais críticos que forem encontrados podem ser corrigidos. Uma vez que o release (6.3-RELEASE neste exemplo) e o branch de release foram feitos, o branch será renomeado para 6.3-STABLE. + + Para mais informações sobre números de versão e as várias branches do Subversion, consulte o artigo Release Engineering. - - Como eu desinstalo o Kerberos? + + Tentei instalar um novo kernel, e o chflags1 falhou. Como faço para contornar isso? - Para remover o Kerberos do sistema, reinstale a - distribuição bin da - versão que está sendo usada. Caso tenha o - CDROM do FreeBSD, monte-o (vamos assumir, em /cdrom) e - execute os comandos: + Resposta curta: o nível de segurança é maior que 0. Reinicialize diretamente para o modo de single user para instalar o kernel. - &prompt.root; cd /cdrom/bin -&prompt.root; ./install.sh + Resposta longa: O FreeBSD não permite alterar os flags do sistema em níveis de segurança superiores a 0. Para verificar o nível de segurança atual: - Ou então, apague todas as opções - MAKE_KERBEROS do - /etc/make.conf e recompile todo o - sistema com um build world. + # sysctl kern.securelevel + + O nível de segurança não pode ser diminuído no modo multiusuário, portanto, inicialize no modo single user para instalar o kernel ou altere o nível de segurança em /etc/rc.conf e reinicialize. Veja a página de manual init8 para detalhes sobre o securelevel, e veja /etc/defaults/rc .conf e a página de manual rc.conf5 para mais informações sobre o rc.conf . - - Como posso adicionar pseudo-terminais ao - sistema? + + Não consigo alterar a hora no meu sistema em mais de um segundo! Como faço para contornar isso? - Caso tenha inúmeras conexões telnet, - ssh, X, ou tela de usuário, é - provável que você atingirá o limite - dos seus pseudo-terminais. Aqui estão as - instruções de como adicionar mais - pseudo-terminais: + Resposta curta: o sistema está em um nível de segurança maior que 1. Reinicialize diretamente para o modo de single user para alterar a data. - - - Construa e instale um novo - kernel com a - linha - pseudo-device pty 256 - em seu arquivo de - configurações. - + Resposta longa: O FreeBSD proíbe a alteração do tempo em mais de um segundo em níveis de segurança superiores a 1. Para verificar o nível de segurança: - - Execute os comandos - &prompt.root; cd /dev -&prompt.root; sh MAKEDEV pty{1,2,3,4,5,6,7} - de forma a criar 256 novos devices para os novos - terminais. - + # sysctl kern.securelevel - - Edite o /etc/ttys e adicione - uma linha para cada um dos 256 terminais. Tais - entradas devem ter o formato correspondente às - entradas já existentes, por exemplo: - ttyqc none network - A ordem de definição das letras - é expressa como - tty[pqrsPQRS][0-9a-v], ao - ilustrarmos em expressões regulares. - - - - Reinicie o sistema com o novo - kernel, e - pronto. - - + O nível de segurança não pode ser diminuído no modo multiusuário. Inicialize no modo single user para alterar a data ou altere o nível de segurança no arquivo /etc/rc.conf e reinicialize. Veja a página de manual init8 para detalhes sobre o securelevel, e veja /etc/defaults/rc .conf e a página de manual rc.conf5 para mais informações sobre o rc.conf . - - Por que motivo não consigo criar a device - snd0? + + Por que o rpc.statd está usando 256 MB de memória? - Simples, porque não existe a device - snd. Esse nome é usado - para identificar o conjunto de devices que compõem - os drivers de som do FreeBSD, como as devices - mixer, - sequencer, e - dsp. + Não, não há vazamento de memória e ele não está usando 256 MB de memória. Por conveniência, o rpc.statd mapeia uma quantidade obscena de memória em seu espaço de endereço. Não há nada terrivelmente errado com isso do ponto de vista técnico; mas isso confunde o top1 e o ps1. - Para criar tais devices, basta executar: - - &prompt.root; cd /dev -&prompt.root; sh MAKEDEV snd0 + O rpc.statd8 mapeia seu arquivo de status (residente no /var) em seu espaço de endereçamento; para evitar se preocupar com o remapeamento do arquivo de status mais tarde quando ele precisar crescer, ele mapeia o arquivo de status com um tamanho generoso. Isso é muito evidente no código-fonte, onde é possível ver que o argumento length para o mmap2 é 0x10000000 , ou décima sexta parte do espaço de endereço em um IA32, ou seja, exatamente 256 MB. - - Como posso reler o /etc/rc.conf e - reiniciar o /etc/rc sem rebootar o - sistema? + + Por que não posso dar unset na flag schg de um arquivo? - Vá para o modo monousuário e volte para - o modo multiusuário. - - É simples; no console, faça: - - &prompt.root; shutdown now -(Note: without -r or -h) - -&prompt.root; return -&prompt.root; exit + O sistema está sendo executado em um nível de segurança maior que 0. Reduza o nível de segurança e tente novamente. Para obter mais informações, consulte a entrada do FAQ referente ao securelevel e a página de manual do init8. - - O que é uma sandbox? + + O que é vnlru? - Sandbox é um jargão usado - em discussões pertinentes à segurança - de sistemas. Pode significar duas coisas: - - - - Um processo enquadrado em um conjunto de paredes - virtuais que são criadas para prevenir que - algum usuário, ao explorar alguma - inconformidade do processo, possa também - explorar e obter privilégios no sistema - operacional como um todo. - - O processo deve conseguir rodar - dentro dessas paredes, ou seja, nada que o processo - possa fazer ao executar seu código, pode ser - capaz de violar tais paredes. Dessa forma não - é necessária uma auditoria detalhada do - código e das ações do processo - para que se possa realizar algumas - afirmações pertinentes à - segurança de tal sistema. - - Tais paredes podem ser a - identificação de um usuário - (userid), por exemplo. Essa é a - definição de sandbox usada nas - páginas de manuais do named e de - security. - - Observe o serviço ntalk, - como exemplo (veja o /etc/inetd.conf). Esse - serviço costumava ser executado com userid do - root. Hoje em dia o processo - roda com o userid do tty. O - usuário tty, portanto, - é uma sandbox criada para dificultar qualquer - atividade de um usuário malicioso que por - ventura consiga acesso ao sistema por meio do ntalk. - Com essa sandbox, uma violação de - segurança bem sucedida via - ntalk dificultaria qualquer - ação tomada além das - possíveis com o userid do - tty. - - - - Um processo criado dentro de um ambiente de - simulação. Essa é uma - situação mais complexa. Basicamente - implica que qualquer pessoa má intencionada que - consiga explorar tal processo, acreditará que - pode obter acesso à todo o ambiente, nas na - verdade, estará apenas acessando um sistema de - simulação, não alterando nenhum - dado real. - - A forma mais comum de conseguir criar um ambiente - simulado como esse, é criando um - subdiretório à partir de onde o processo - consiga acessar (uma cópia de) qualquer arquivo - do sistema que por ventura ele precise, e executar - esse processo simulando um diretório raiz (ou - seja, para o processo, o / - será o subdiretório determinado, e - não o verdadeiro / do - sistema). - - Outra situação comum é montar - um sistema de arquivos base com apenas - permissão de leitura, e depois criar um outro - sistema de arquivos em uma camada superior, com acesso - de escrita/leitura, dando ao processo a - impressão de poder ler/escrever em todo o - sistema de arquivos. Apenas o processo em - questão percebe esse ambiente, enquanto os - outros não são necessariamente - ludibriados. - - A intenção é que tais sandbox - sejam tão transparentes que qualquer - usuário (ou hacker) não consiga perceber - que está dentro de uma. - - - - Os sistemas Unix costumam implementar esses dois - principais tipos de sandbox, um em nível de - processo e o outro, muito comum, em nível de - userid. - - Cada processo Unix é completamente separado dos - outros, por meio de algum tipo de parede de - segurança. Um processo nunca modifica o - espaço de endereçamento de outro, diferente - do ambiente Windows onde cada processo pode facilmente - sobrescrever endereços de outros processos, fazendo - o sistema travar. - - Cada processo Unix é de propriedade de um - userid em particular. Caso o userid não seja do - root, ele serve de parede de - segurança em relação aos processos - pertencentes a outros usuários. Os userid - também são usados para proteger dados - armazenados em disco. + O vnlru descarrega e libera vnodes quando o sistema atinge o limite de kern.maxvnodes. Essa thread do kernel fica ociosa na maior parte do tempo e só é ativada quando existe uma quantidade enorme de RAM e os usuários estiverem acessando dezenas de milhares de arquivos minúsculos. - - O que é securelevel - (nível de segurança do sistema)? + + O que os vários estados de memória exibidos pelo top significam? + - securelevel (nível de - segurança do sistema) é um mecanismo de - segurança implementado no - kernel do FreeBSD. - Basicamente, quando o securelevel - é positivo, o kernel - restringe algumas tarefas do sistema; nem mesmo o - superusuário (por exemplo, o - root) tem permissão de - realizar tais tarefas. Na data que este - FAQ foi escrito, o mecanismo de - securelevel do FreeBSD era capaz de, - entre outras coisas, limitar as habilidades de: - - retirar algumas flags de arquivos, como a - schg (flag de imutabilidade do - sistema), + Active: são páginas usadas recentemente - escrever na memória do - kernel por meio do - /dev/mem e - /dev/kmem, + Inactive: são páginas que não foram utilizadas recentemente. - carregar módulos do - kernel, e + Cache: (na maioria das vezes) são páginas que foram filtradas de inativas para um status no qual elas mantêm seus dados, mas que podem ser reutilizadas imediatamente (com sua associação antiga ou reutilizadas com uma nova associação). Podem ocorrer certas transições imediatas do estado de ativa para o estado de cache se a página for conhecida por estar limpa (não modificada), mas essa transição é uma questão de política, dependendo da escolha do algoritmo do mantenedor do sistema de VM. - alterar regras de Firewall do - &man.ipfirewall.4;. + Free: são páginas sem conteúdo de dados e que podem ser usadas imediatamente em determinadas circunstâncias, nas quais as páginas de cache podem estar inelegíveis. As páginas livres podem ser reutilizadas no estado de interrupção ou de processo. + + + Wired : são páginas que estão fixadas na memória, geralmente para propósitos do kernel, mas também para uso especial em processos. + - Para verificar o estado do - securelevel (nível de - segurança do sistema) em um sistema em funcionando, - simplesmente execute o seguinte comando: + As páginas geralmente são gravadas em disco (um tipo de sincronização de VM) quando elas estão no estado inativo, mas as páginas ativas também podem ser sincronizadas. Isso depende do rastreamento da CPU do bit modificado estar disponível e, em determinadas situações pode haver uma vantagem para um bloco de páginas da VM serem sincronizadas, estejam elas ativas ou inativas. Na maioria dos casos comuns, é melhor pensar na fila inativa como uma fila de páginas relativamente não usadas que podem ou não estar no processo de serem gravadas no disco. As páginas em cache já estão sincronizadas, não mapeadas, mas disponíveis para uso imediato do processo com sua associação antiga ou com uma nova associação. As páginas livres estão disponíveis no nível de interrupção, mas as páginas em cache ou livres podem ser usadas no estado do processo para reutilização. As páginas de cache não estão adequadamente bloqueadas para estarem disponíveis no nível de interrupção. - &prompt.root; sysctl kern.securelevel - - A saída apresentará o nome da - variável do &man.sysctl.8; (nesse caso, - kern.securelevel) e um número. - Esse último será o valor atual do - nível de segurança do - kernel do FreeBSD. Caso - esse valor seja positivo (maior que 0), ao menos algumas - das características dos níveis de - segurança estarão habilitadas. - - Os níveis de segurança não podem - ser diminuídos em um sistema que está - funcionando se isso fosse possível o - securelevel (nível de - segurança do sistema) perderia sua funcionalidade. - Caso seja necessário executar alguma tarefa que - necessite que o nível de segurança seja - não-positivo (por exemplo, um - installworld ou alterar a data do - sistema) será preciso alterar as - definições de securelevel - (nível de segurança do sistema) no - /etc/rc.conf (mais precisamente, as - variáveis kern_securelevel e - kern_securelevel_enable) e reiniciar o - sistema. - - Para obter mais informações quanto aos - níveis de segurança e sobre as - funções específicas de cada - nível, por gentileza, consulte a página de - manual do &man.init.8;. - - - O securelevel (nível de - segurança do sistema) não é uma - bala de prata; ele tem várias deficiências - óbvias. A mais frequênte é provocar - uma falsa sensação de - segurança. - - Um dos maiores problemas, e portanto que deve ser - bem observada pelo administrador do sistema, é - que, para que o securelevel - (nível de segurança do sistema) se torne - efetivo, todos os arquivos usados pelo processo de - inicialização até que os - níveis de segurança se tornem positivos, - devem estar seguros. Se um usuário que deseja - atacar o sistema, conseguir que seu código seja - executado antes que o nível de segurança - seja definido (o que ocorre pouco depois do processo de - inicialização, visto que algumas - funções que o sistema precisa realizar, - não podem ser iniciadas com um nível - elevado de segurança), a proteção - do securelevel (nível de - segurança do sistema) será invalidada. - Por outro lado, a tarefa de assegurar que todos os - arquivos necessários pelo processo de - inicialização estejam em conformidade, - não é tecnicamente impossível, mas, - O processo de manutenção de um ambiente em - tais condições se tornaria um pesadelo, - visto que seria necessário baixar o sistema, no - mínimo para modo monousuário sempre que - fosse necessário modificar os arquivos de - configuração do mesmo. - - Esse e outros pontos são freqüentemente - discutidos nas listas do FreeBSD, em especial na - freebsd-security. Por gentileza, queira fazer uma busca - no histórico da lista, clicando - aqui, para uma discussão extensa sobre - o assunto. Algumas pessoas estão - esperançosas de que o securelevel logo - será afastado, em favor de um mecanismo de - segurança mais refinado, mas as coisas ainda - estão confusas a este respeito. - - Considere-se advertido. - + Existem alguns outros flags (por exemplo, flag de ocupado ou de contagem ocupada) que podem modificar algumas das regras descritas. - - Tentei atualizar meu sistema para o último - -STABLE, mas ele se tornou -RC ou -PRERELEASE! O que - está havendo? + + Quanta memória livre está disponível? + - A resposta mais curta: É só um nome, RC - é um acrônimo para Release - Candidate. Significa que uma nova versão - está eminente. No FreeBSD, -PRERELEASE é - tipicamente um sinonimo de código congelado antes - de uma nova versão. (Em algumas versões, o - título -BETA foi usado sob as mesmas - circunstâncias em que o -PRERELEASE seria). - - A resposta longa: O FreeBSD normalmente deriva suas - versões de duas fontes de origem. As - versões principais, ponto-zero, como o 3.0-RELEASE - e o 4.0-RELEASE que são marcadas inicialmente como - o topo da cadeia de desenvolvimento, normalmente chamados - de -CURRENT. As - versões menores (como 3.1-RELEASE ou 4.2-RELEASE), - são criados a partir do - snapshot mais recente da - ramificação ativa marcada como -STABLE. A partir do - 4.3-RELEASE, cada versão conta também com - sua própria ramificação, que pode ser - acessada por usuários que queiram apenas um - nível extremamente conservador de desenvolvimento - (tipicamente, apenas consultores de - segurança). - - Quando uma versão está para ser criada, - a ramificação de onde ela se derivará - deve passar por um certo processo. Parte desse processo - é o congelamento do código. Quando o - processo de congelamento do código se inicia, o - nome desta ramificação é alterado - para indicar que ela está para se tornar uma - versão. Por exemplo, se a - ramificação usada chamava-se 4.5-STABLE, ela - passa a se chamar 4.6-PRERELEASE para indicar que o - código está congelado, e indicar que testes - extras, pré versão, estão - acontecendo. Durante esse período - alterações pertinentes a - correções de problemas são - realizadas. Quando o novo código está - pronto para ser lançado, ele passa a ser chamado de - -RC (nesse exemplo, 4.6-RC), indicando que provavelmente a - nova versão será criada a partir do - código atual. Nesse estágio, apenas os - problemas mais sérios são corrigidos. - Depois que a versão é finalmente - lançado (4.6-RELEASE nesse exemplo) e a nova - ramificação com o nome dessa versão - foi criada, ela passa a se chamar -STABLE; 4.6-STABLE no - nosso exemplo. - - Para obter mais informações sobre a - numeração das versões e sobre as - várias ramificações CVS, por - gentileza, refira-se ao artigo sobre a Engenharia de - Releases. + Existem alguns tipos de memória livre. Um tipo é a quantidade de memória imediatamente disponível sem fazer a paginação de mais nada para a VM. Isso é aproximadamente o tamanho da fila de cache + tamanho da fila livre (com um fator de redução de capacidade, dependendo do ajuste do sistema). Outro tipo de memória livre é a quantidade total de espaço VM. Isto pode ser complexo, mas depende da quantidade de espaço de swap e memória. Outros tipos de descrições de memória livre também são possíveis, mas é relativamente inútil defini-los, mas por outro lado é importante certificar-se de que a taxa de paginação está mantida baixa para evitar a falta de espaço de swap. - - Tentei instalar um novo - kernel, mas a rotina de - chflags falhou. O que posso fazer? + + O que é o /var/empty? - A resposta curta: provavelmente você está - com o securelevel (nível de - segurança do sistema) acima do 0. Reinicie o - sistema em modo mono usuário e instale o - kernel. - - A resposta mais completa: O FreeBSD não permite - que as flags do sistema sejam alteradas caso o - securelevel (nível de - segurança do sistema) seja maior que 0. O - nível atual do securelevel - (nível de segurança do sistema) pode ser - verificado com o comando: - - &prompt.root; sysctl kern.securelevel - - O securelevel (nível de - segurança do sistema) não pode ser - diminuído; é necessário iniciar o - sistema em modo mono usuário, ou alterar o - nível de segurança em - /etc/rc.conf, depois reiniciar. Veja - a página de manual do &man.init.8; para obter - informações mais detalhadas sobre o - securelevel (nível de - segurança do sistema), e veja também o - /etc/defaults/rc.conf e a - página de manual do &man.rc.conf.5; para obter mais - informações quanto ao rc.conf. + O /var/empty é um diretório que o programa sshd8 utiliza ao executar a separação de privilégios. O diretório /var/empty está vazio, pertence ao usuário root e possui as flags schg definidas. Este diretório não deve ser excluído. - - Não consigo alterar mais de um segundo na hora - no meu sistema. O que posso fazer? + + Acabei de alterar o /etc/newsyslog.conf . Como posso verificar se ele faz o que eu espero? - A resposta curta: provavelmente o sistema está - com securelevel (nível de - segurança do sistema) acima do 1. Reinicie o - sistema em modo mono usuário e altere a - data. + Para ver o que newsyslog8 vai fazer, use o seguinte: - A resposta mais completa: O FreeBSD não permite - que a hora do sistema seja alterada por mais de um segundo - quando o securelevel (nível de - segurança do sistema) do - kernel é maior que - 1. O nível atual do securelevel - (nível de segurança do sistema) pode ser - verificado com o comando: - - &prompt.root; sysctl kern.securelevel - - O securelevel (nível de - segurança do sistema) não pode ser - diminuído; é necessário iniciar o - sistema em modo mono usuário, ou alterar o - nível de segurança em - /etc/rc.conf, depois reiniciar. Veja - a página de manual do &man.init.8; para obter - informações mais detalhadas sobre o - securelevel (nível de - segurança do sistema), e veja também o - /etc/defaults/rc.conf e a - página de manual do &man.rc.conf.5; para obter mais - informações quanto ao rc.conf. + % newsyslog -nrvv - - Por que motivo o rpc.statd - está usando 256 megabytes de memória? + + Minha hora está errada, como posso mudar o fuso horário? - Não, mão existe nenhuma falha no uso da - memória, e ele nã é usando 256MB de - RAM. Ele simplesmente gosta de (ele sempre faz isso) - mapear uma quantia obscena de memória em seu - endereçamento, simplesmente por conveniência. - Não existe nada terrivelmente errado com esse - comportamento, de um ponto de vista técnico; a - única questão é que assim o - &man.top.1; e o &man.ps.1; ficam completamente - perdidos. - - O &man.rpc.statd.8; mapeia seu arquivo de status - (localizado sob o /var) no seu - endereçamento para economiza - preocupações sobre esse remapeamento em um - segundo momento, quando o arquivo precisa crescer. O - mapeamento é feito a um valor enorme. Analisando o - código fonte, podemos evidenciar que o tamanho do - argumento do &man.mmap.2; é - 0x10000000, ou exatos 256MB em sistemas - de arquitetura IA32. + Use o tzsetup8. +
+
- - - Por que eu não posso retirar a flag - schg dos arquivos? - + + O sistema X Window e consoles virtuais - - O sistema está sendo executado em um - nível de segurança elevado (maior que 0). - Diminua o nível de segurança e tente - novamente. Para obter mais informações, por - gentileza, refira-se à seção sobre - securelevel - (nível de segurança do sistema) do - FAQ, e à página de manual - do &man.init.8; - - - + - - Por que a autenticação do SSH via - .shosts não funciona por - padrão nas versões recentes do - FreeBSD? + + O que é o sistema X Window? - O motivo é simples. A - autenticação via - .shosts não funciona mais por - padrão porque o &man.ssh.1; não está - instalado com suid de root por padrão. - Razões óbvias de segurança. Para - corrigir isto, pode-se fazer o - seguinte: + O sistema de janelas X (comumente chamado de X11) é o sistema de janelas mais amplamente disponível capaz de executar em Sistemas UNIX e sistemas UNIX-Like, incluindo o FreeBSD. A Fundação X.Org administra os padrões de protocolo X, sendo que a implementação de referência atual é a versão 11 release 7.7, então as referências são frequentemente encurtadas para X11. - - - Para uma alteração permanente, - defina ENABLE_SUID_SSH como - true no arquivo - /etc/make.conf e recompile o ssh - (ou execute um make world). - - - - Uma correção temporária pode - ser mudar os modos de permissão do  - /usr/bin/ssh para - 4555 simplesmente executando o - comando chmod 4555 /usr/bin/ssh - logado como root. Depois, defina - ENABLE_SUID_SSH= true no - /etc/make.conf para que as - alterações tenham efeito todas as vezes - que um make world for feito. - - + Muitas implementações estão disponíveis para diferentes arquiteturas e sistemas operacionais. Uma implementação do código do lado do servidor é conhecida como um Servidor X. - - O que é o vnlru? + + Eu quero rodar o Xorg, como faço para isso? - O vnlru limpa e libera os vnodes - quando o sistema atinge o limite do - kern.maxvnodes. Essa thread do - kernel se mantém - inativa a maior parte do tempo, e só se inicia caso - exista uma grande quantidade de memória RAM, e o - sistema esteja acessando dezenas de milhares de arquivos - pequenos. - - - - + Para instalar o Xorg, siga um destes procedimentos: - - O sistema X, sistema de interface gráfica e os - Consoles Virtuais + Use o meta-port x11/xorg, que constrói e instala todos os componentes do Xorg. - - - - Quero rodar a interface gráfica X, como - procedo? - + Use x11/xorg-minimal, que constrói e instala apenas os componentes Xorg necessários. - - A maneira mais fácil é simplesmente - especificar o desejo de usar o X durante o processo de - instalação do FreeBSD. + Instale o Xorg a partir de pacotes do FreeBSD: - Depois disso, leia e siga as instruções - documentadas na ferramenta xf86config, - que auxilia o usuário a configurar o XFree86 para - os diversos monitores, placas de vídeo, mouse e - etc, suportados pelo X, sistema de interface - gráfica. + # pkg install xorg - Também pode ser interessante dar uma olhada no - servidor Xaccel. Confira a seção do - FAQ pertinente à Xi Graphics ou Metro Link para obter mais - detalhes. + Após a instalação do Xorg, siga as instruções da seção Configuração X11 do Handbook do FreeBSD. - Tentei rodar o X, mas o erro - KDENABIO failed (Operation not - permitted) sempre aparece, quando eu digito - o comando startx. O que posso - fazer? + Eu tentei executar o X, mas eu recebo um erro No devices detected. quando eu digito startx. O que eu faço agora? - Seu sistema está rodando com um - securelevel (nível de - segurança do sistema) elevado, não - está? É impossível iniciar o X com um - secureleve elevado. Para saber exatamente os motivos - dessa inviabilidade, por gentileza, de uma olhada na - página de manual do &man.init.8;. + O sistema provavelmente está sendo executado em um securelevel alto. Não é possível iniciar o X em securelevel alto porque o X requer acesso de ao io4. Para obter mais informações, consulte a página de manual do init8. - Então, a pergunta pode ser sobre o que - você deve fazer nesse caso; basicamente, existem - duas escolhas: diminua seu securelevel - (nível de segurança do sistema), colocando-o - de volta para zero (normalente via - /etc/rc.conf), ou então inicie - o &man.xdm.1; durante o processo de - inicialização do sistema (antes que o - securelevel (nível de - segurança do sistema) seja elevado). + Existem duas soluções para o problema: definir o securelevel novamente a zero ou executar xdm1 (ou um gerenciador de exibição alternativo) no momento da inicialização antes que o securelevel seja elevado. - Veja a pergunta , para obter - mais informações sobre como iniciar o - &man.xdm.1; durante o boot. + Veja para mais informações sobre como executar o xdm1 no momento da inicialização. - Por que meu mouse não funciona com o X? + Por que meu mouse não funciona com o X? - Caso esteja usando o syscons (o driver padrão - do console), o FreeBSD pode ser configurado para suportar - um cursor de mouse em cada tela virtual. Com o - intúito de evitar conflitos com o X, o syscons - suporta um dispositivo virtual, chamado - /dev/sysmouse. Todos os eventos - relacionados ao mouse, que o sistema recebe, são - antes enviados para o device sysmouse, por meio do moused. - Se a intenção é usar o mouse em um ou - mais consoles virtuais, e também usar o X, leia - e - configure o moused. + Ao usar syscons4, o driver de console padrão, o FreeBSD pode ser configurado para suportar um ponteiro de mouse em cada tela virtual. Para evitar conflito com o X, o syscons4 suporta um dispositivo virtual chamado /dev/sysmouse. Todos os eventos de mouse recebidos do dispositivo de mouse real são gravados no dispositivo via sysmouse4 moused 8. Para usar o mouse em um ou mais consoles virtuais, e usar X, veja e configure o moused8. - Depois, edite o /etc/XF86Config e - garanta que existam as seguintes linhas no arquivo: + Em seguida, edite o arquivo /etc/X11/xorg.conf e verifique se as seguintes linhas existem: - Section Pointer -Protocol "SysMouse" -Device "/dev/sysmouse" + Section "InputDevice" + Option "Protocol" "SysMouse" + Option "Device" "/dev/sysmouse" ..... - O exemplo acima refere-se ao XFree86 3.3.2 e - posteriores. Para versões anteriores, a - cláusula Protocol deve ser - substituída por - MouseSystems. + Começando com a versão 7.4 do Xorg, as seções InputDevice no xorg.conf são ignoradas em favor dos dispositivos autodetectados. Para restaurar o comportamento antigo, adicione a seguinte linha à seção ServerLayout ou ServerFlags: - Alguns preferem usar a device - /dev/mouse sob o X. Para que - isso funcione, faça um link de - /dev/mouse para - /dev/sysmouse (veja a - página de manual do &man.sysmouse.4;). + Option "AutoAddDevices" "false" - &prompt.root; cd /dev -&prompt.root; rm -f mouse -&prompt.root; ln -s sysmouse mouse + Algumas pessoas preferem usar o /dev/mouse com o X. Para fazer esse trabalho, /dev/mouse deve estar vinculado a /dev/sysmouse (veja sysmouse4) adicionando a seguinte linha ao /etc/devfs.conf (veja devfs.conf5): + + link sysmouse mouse + + Este link pode ser criado reiniciando o devfs5 com o seguinte comando (executado como root ): + + # service devfs restart - Meu mouse possui aquela bolinha (esfera) - simpática de scroll. Posso usa-lo no X? + Meu mouse tem uma fancy wheel. Posso usá-lo no X? - Pode, mas é necessário customizar os - programas do X. Veja a página do Colas Nahaboo - sobre o assunto ( - http://www.inria.fr/koala/colas/mouse-wheel-scroll/. + Sim, se o X estiver configurado para um mouse de 5 botões. Para fazer isso, adicione as linhas Buttons 5 e ZAxisMapping 4 5 na seção InputDevice do arquivo /etc/X11/xorg.conf, como visto neste exemplo: - Caso queira usar o programa - imwheel, simplesmente siga os - seguintes passos: - - - - Traduza os eventos da esfera de scroll: - O programa imwheel - funciona assim: ele traduz os botões 4 e 5 do - mouse em eventos do teclado do computador. Dessa - forma é necessário assegurar que o - driver do mouse esteja traduzindo os eventos da esfera - de scroll para os eventos dos botões 4 e 5, ou - seja assimilar suas funções. Existem - duas formas de fazer isso, a primeira é usando - o &man.moused.8; para fazer essas - assimilações, e a segunda, é usar - o próprio X para traduzir os eventos. - - - - Usando o &man.moused.8; para traduzir os - eventos da bolinha de scroll. - - Para que o &man.moused.8; faça as - assimilações de eventos, basta - adicionar as opções nas opções de linhas de - comando, usadas para iniciar o &man.moused.8;. - Por exemplo, se normalmente você inicia o - &man.moused.8; via moused -p - /dev/psm0 basta substituir o comando - por moused -p /dev/psm0 -z 4. - Se o &man.moused.8; é executado - automaticamente durante o processo de - inicialização do FreeBSD, por meio - das entradas definidas no - /etc/rc.conf, basta adicionar - na variável - moused_flags do - /etc/rc.conf. - - Você precisa agora dizer para o X que - você tem o botão 5 no mouse. Para - fazer isto, simplesmente adicione a linha - Buttons 5 para a - seção Pointer do - /etc/XF86Config. Por - exemplo, você pode seguir a - seção Pointer em - /etc/XF86Config. - - - Seção <quote>Pointer</quote> - no XF86Config para o mouse com bolinha de - scroll, da série 3.3.x do XFree86, usando - a tradução se;rie 3.3.x do - XFree86, usando a tradução por - meio do moused - - Section "Pointer" -Protocol "SysMouse" -Device "/dev/sysmouse" -Buttons 5 + Section "InputDevice" + Identifier "Mouse1" + Driver "mouse" + Option "Protocol" "auto" + Option "Device" "/dev/sysmouse" + Option "Buttons" "5" + Option "ZAxisMapping" "4 5" EndSection - - - Seção - <quote>InputDevice</quote> do XF86Config para - usar a tradução do X Server na - série 4.X do XFree86. + O mouse pode ser habilitado no Emacs adicionando estas linhas ao ~/.emacs: - Section "InputDevice" -Identifier "Mouse1" -Driver "mouse" -Option "Protocol" "auto" -Option "Device" "/dev/sysmouse" -Option "Buttons" "5" -EndSection - - - - Exemplo de <quote>.emacs</quote> para usar - paginamento em mouse com bolinha de - scroll. - - ;; wheel mouse + ;; wheel mouse (global-set-key [mouse-4] 'scroll-down) (global-set-key [mouse-5] 'scroll-up) - - + + - - Usando o X Server para traduzir os eventos da - esfera de scroll. + + + Meu laptop tem um touchpad Synaptics. Posso usá-lo no X? + - Se você não usa o &man.moused.8; - ou simplesmente não quer que ele - faça a tradução de eventos, - é possível que o servidor X - faça o trabalho, no lugar do - &man.moused.8;. Essa ação requer - algumas alterações no seu arquivo - /etc/XF86Config. Primeiro, - é necessário definir o protocolo - apropriado para o mouse. A maioria dos mouses com - esferas de scroll usam o protocolo - IntelliMouse. De qualquer forma, o - XFree86 não suporta outros protocolos como - o MouseManPlusPS/2 dos MouseMan+ - Logitechfor. Uma vez definido o protocolo, - é necessário criar uma entrada - apropriada na seção - Pointer. + + Sim, depois de configurar algumas coisas para que funcione. - Depois, é preciso definir que o - servidor X deve remapear os eventos 4 e 5 do - mouse. A opção - ZAxisMapping é usada - para essa finalidade. + Para usar o driver synaptics do Xorg, primeiro remova moused_enable do rc.conf . - Por exemplo, caso não estejas usando o - &man.moused.8; e exista um IntelliMouse ligado na - PS/2 do seu computador, use o seguinte, no - /etc/XF86Config. + Para habilitar a synaptics, adicione a seguinte linha ao /boot/loader.conf : - - Seção <quote>Pointer</quote> - do <filename>XF86Config</filename> com um mouse - com scroll na série 3.3.x do - XFree86. + hw.psm.synaptics_support="1" - Section "Pointer" -Protocol "IntelliMouse" -Device "/dev/psm0" -ZAxisMapping 4 5 -EndSection - + Adicione o seguinte ao /etc/X11/xorg.conf : - - Seção - <quote>InputDevice</quote> do - <filename>XF86Config</filename> com um mouse com - scroll na série 4.x do XFree86. - - Section "InputDevice" -Identifier "Mouse1" -Driver "mouse" -Option "Protocol" "auto" -Option "Device" "/dev/psm0" -Option "ZAxisMapping" "4 5" + Section "InputDevice" +Identifier "Touchpad0" +Driver "synaptics" +Option "Protocol" "psm" +Option "Device" "/dev/psm0" EndSection - - - Arquivo <quote>.emacs</quote> para usar - paginamento em mouse com bolinha de - scroll. + E não se esqueça de adicionar o seguinte na seção ServerLayout : - ;; wheel mouse -(global-set-key [mouse-4] 'scroll-down) -(global-set-key [mouse-5] 'scroll-up) - - - - - - - Instale o - imwheel - - Depois, instale o - imwheel à partir da - coleção de ports do - FreeBSD; ele pode ser encontrado sob a categoria - x11. A finalidade desse programa - é assimilar os eventos dos botões 4 e 5 - do mouse, com os eventos de alguma tecla do teclado. - Por exemplo, o programa deve enviar o evento da tecla - Page Up quando a esfera for deslocada - para frente. O imwheel usa - um arquivo de configurações para - assimilar esses eventos à uma tecla, de forma - que possam ser configuradas ações - diferentes (teclas diferentes) para - aplicações diferentes. O arquivo de - configuração padrão do - imwheel é instalado - em /usr/X11R6/etc/imwheelrc. Ele - pode ser copiado para - ~/.imwheelrc e editado, caso se - deseja customizar o arquivo de - configuração. O formato esperado para o - arquivo é documentado na página de - manual do &man.imwheel.1;. - - - - Configure o Emacs para - trabalhar em conjunto com o - Imwheel - (optional) - - Se você usa o - emacs ou o - Xemacs, será - necessário adicionar uma breve - seção ao arquivo - ~/.emacs. No - emacs, adicione o - seguinte: - - - Configuração do - <application>Emacs</application> para - <application>Imwheel</application> - - ;;; For imwheel -(setq imwheel-scroll-interval 3) -(defun imwheel-scroll-down-some-lines () - (interactive) - (scroll-down imwheel-scroll-interval)) -(defun imwheel-scroll-up-some-lines () - (interactive) - (scroll-up imwheel-scroll-interval)) -(global-set-key [?\M-\C-\)] 'imwheel-scroll-up-some-lines) -(global-set-key [?\M-\C-\(] 'imwheel-scroll-down-some-lines) -;;; end imwheel section - - - Pro Xemacs, adicione o - seguinte, no seu arquivo - ~/.emacs: - - - Configuração do - <application>Xemacs</application> para - <application>Imwheel</application> - - ;;; For imwheel -(setq imwheel-scroll-interval 3) -(defun imwheel-scroll-down-some-lines () - (interactive) - (scroll-down imwheel-scroll-interval)) -(defun imwheel-scroll-up-some-lines () - (interactive) - (scroll-up imwheel-scroll-interval)) -(define-key global-map [(control meta \))] 'imwheel-scroll-up-some-lines) -(define-key global-map [(control meta \()] 'imwheel-scroll-down-some-lines) -;;; end imwheel section - - - - - Execute o - Imwheel - - Basta digitar imwheel em algum - terminal X (xterm) para inicia-lo, uma vez que tudo - esteja pronto. Imediatamente o programa vai estar - efetivo e vai se tornar um processo em segundo plano. - Caso queira sempre iniciar o - imwheel, basta adicionar o - comando no seu arquivo .xinitrc - ou no .xsession. É - possível que o - imwheel mostre algumas - mensagens de advertência sobre arquivos PID; - elas podem ser seguramente ignoradas, visto que - são mensagens que se aplicam à - versão para Linux. - - + InputDevice "Touchpad0" "SendCoreEvents" - - Por quê os menus e caixas de diálogo do - X, sistema de interface gráfica não - funcionam direito? + + Como eu uso displays X remotos? - Tente desativar a tecla Num - Lock. + Por motivos de segurança, a configuração padrão é não permitir que uma máquina abra remotamente uma janela. - Se por padrão seu Num Lock - é ativo na hora do processo de - inicialização, adicione a seguinte linha a - seção Keyboard do seu - arquivo XF86Config. + Para ativar esse recurso, inicie o X com o argumento opcional : - # Deixar o servidor fazer o trabalho do NumLock. Deve ser usado apenas em versoes anteriores a R6 - ServerNumLock + % startx -listen_tcp - O que é um console virtual, e como eu crio mais - consoles? + O que é um console virtual e como faço outros? - Consoles virtuais simplesmente permitem que se tenha - várias sessões simultâneas em uma - mesma máquina, sem a necessidade de fazer nada - complicado como configurar uma rede ou usar um servidor - X. + Os consoles virtuais fornecem várias sessões simultâneas na mesma máquina sem fazer nada complicado, como configurar uma rede ou executar o X. - Quando o sistema é iniciado, a primeira - ação é apresentar um prompt de login - na tela do usuário, tão logo todas as - mensagens do processo de inicialização sejam - apresentadas. Nesse momento é possível - entrar com seu nome de usuário e senha para - começar trabalhar (ou brincar!) no primeiro console - virtual. + Quando o sistema iniciar, ele exibirá um prompt de login no monitor depois de exibir todas as mensagens de inicialização. Digite seu nome de login e senha para começar a trabalhar no primeiro console virtual. - Em algum momento, é provável que se - deseje iniciar uma outra sessão, talvez para ler a - documentação de alguma - aplicação que está sendo usada, ou - para ler e-mail enquanto a transferência FTP se - conclúi, enfim, qualquer ação - (a)típica de um sistema multitarefa. Nesse caso, - basta pressionar AltF2 - (segure a tecla Alt e depois aperte a - tecla F2), e outro prompt de login - estará esperando você no segundo - console virtual! Quando quizer alternar de - volta à sessão original, digite AltF1. + Para iniciar outra sessão, talvez para examinar a documentação de um programa ou para ler mensagens enquanto aguarda a conclusão de uma transferência por FTP, pressione Alt e pressione F2. Isso exibirá o prompt de login do segundo console virtual. Para voltar à sessão original, pressione AltF1. - A instalação padrão do FreeBSD - oferece três consoles virtuais já habilitados - (8 a partir do 3.3-RELEASE), e as teclas AltF1, + A instalação padrão do FreeBSD possui oito consoles virtuais habilitados. A combinação de teclas Alt F1 , Alt F2 , Alt F3 , e assim por diante alternará entre esses consoles virtuais. - AltF2, - e AltF3 - irá alternar entre esses consoles. + Para habilitar mais consoles virtuais, edite /etc/ttys (veja ttys5) e adicione entradas do ttyv8 até o ttyvc , após os comentários na seção Virtual terminals: - Para habilitar mais consoles, edite o - /etc/ttys (veja a página de - manual do &man.ttys.5;) e adicione as entradas da - ttyv4 à - ttyvc depois do comentário - sobre Virtual terminals: + # Edit the existing entry for ttyv8 in /etc/ttys and change +# "off" to "on". +ttyv8 "/usr/libexec/getty Pc" xterm on secure +ttyv9 "/usr/libexec/getty Pc" xterm on secure +ttyva "/usr/libexec/getty Pc" xterm on secure +ttyvb "/usr/libexec/getty Pc" xterm on secure - # Edite as entradas existentes para ttyv3 e mude de "off" para "on" -ttyv3 "/usr/libexec/getty Pc" cons25 on secure -ttyv4 "/usr/libexec/getty Pc" cons25 on secure -ttyv5 "/usr/libexec/getty Pc" cons25 on secure -ttyv6 "/usr/libexec/getty Pc" cons25 on secure -ttyv7 "/usr/libexec/getty Pc" cons25 on secure -ttyv8 "/usr/libexec/getty Pc" cons25 on secure -ttyv9 "/usr/libexec/getty Pc" cons25 on secure -ttyva "/usr/libexec/getty Pc" cons25 on secure -ttyvb "/usr/libexec/getty Pc" cons25 on secure + Quanto mais terminais virtuais estiverem ativos, mais recursos serão usados. Isso pode ser um problema em sistemas com 8 MB de RAM ou menos. Considere mudar a opção secure para insecure. - Use quantos consoles desejar. Quanto mais, maior o - uso de recursos; essa é uma - consideração relevante quando se tem 8MB de - RAM ou menos. Também pode ser interessante mudar o - terminal de secure para - insecure. - - Caso se deseje usar um servidor X, é - necessário garantir que exista ao menos um - terminal virtual fora de uso (ou desligado). Com isso, - entenda que, se sua inteção for usar - consoles virtuais nas suas doze teclas de - funções, nada feito; apenas onze - poderão ser usadas caso deseje-se usar o X na - mesma máquina. + Para executar um servidor X, pelo menos um terminal virtual deverá ser deixado como off para ele usar. Isso significa que apenas onze das teclas de função Alt podem ser usadas como consoles virtuais, de modo que uma deverá ser deixada livre para uso do servidor X. - A maneira mais simples de desabilitar um console, - é desligando-o. Por exemplo, caso existam 12 - terminais definidos, como mencionado na - situação acima, e se queira usar o servidor - X, o mais interessante é mudar as - configurações do terminal 12 de: + Por exemplo, para executar o X e onze consoles virtuais, a configuração para o terminal virtual 12 deve ser: - ttyvb "/usr/libexec/getty Pc" cons25 on secure + ttyvb "/usr/libexec/getty Pc" xterm off secure - para: - - ttyvb "/usr/libexec/getty Pc" cons25 off secure - - Caso seu teclado tenha apenas dez teclas de - funções, basta encerrar as - definições com: - -ttyv9 "/usr/libexec/getty Pc" cons25 off secure -ttyva "/usr/libexec/getty Pc" cons25 off secure -ttyvb "/usr/libexec/getty Pc" cons25 off secure - - (Claro que as linhas poderiam simplesmente ser - apagadas.) - - Uma vez editado o /etc/ttys, o - passo seguinte é garantir que existam devices o - bastante pros terminais virtuais. A forma mais - fácil de fazer isso é: - - &prompt.root; cd /dev -&prompt.root; sh MAKEDEV vty12 - - Em seguida, a maneira mais fácil (e mais limpa) - de ativar cada um dos consoles virtuais é reiniciar - o sistema. Mas se reiniciar o FreeBSD não é - a intenção, basta desligar o servidor X, - sistema de interface gráfica e executar (logado - como root): - - &prompt.root; kill -HUP 1 - - É obrigatório tirar por completo o X, - sistema de interface gráfica do ar antes de dar - esse comando, caso o X esteja sendo usado. Se isso - não for feito, o sistema vai parecer que - travou. + A maneira mais fácil de ativar os consoles virtuais é reinicializar. - Como posso acessar os consoles virtuais quando eu - estiver no X? + Como eu acesso os consoles virtuais a partir do X? - Use - Ctrl - Alt - Fn - para alternar de volta para algum console - virtual. Por exemplo, - - Ctrl - Alt - F1 - retornaria ao primeiro console virtual. + Utilize CtrlAltFn para voltar a um console virtual. Pressione Ctrl Alt F1 para retornar ao primeiro console virtual. - Uma vez de volta ao console textual, pode-se usar - - Alt - Fn - normalmente, para alternar entre os consoles - virtuais. + Uma vez em um console de texto, use Alt F n para mover-se entre eles. - Pra voltar para sessão X basta alternar para o - console virtual onde o X está sendo executado. - Caso o X tenha sido iniciado por linha de comando (por - exemplo, com o comando startx) a - sessão terá sido assimilada ao - próximo console virtual fora de uso, e não - ao console onde o comando foi digitado. Caso existam oito - terminais virtuais ativos, o X estará sendo - executado no nono. Nesse caso as teclas - - Alt - F9 - retornarão ao sistema - gráfico. + Para retornar à sessão X, mude para o console virtual que está executando o X. Se o X foi iniciado a partir da linha de comando usando startx , a sessão X será anexada ao próximo console virtual não utilizado, e não ao console de texto no qual foi invocado. Para oito terminais virtuais ativos, o X será executado no nono, portanto use Alt F9 . - Como eu inicio o XDM no processo de - inicialização? - + Como faço para carregar o XDM na inicialização? + - Existem duas formas clássicas de iniciar o - xdm. - A primeira consiste em inciá-lo a partir do - /etc/ttys (veja a página de - manual do &man.ttys.5;) usando o exemplo disponível - no arquivo; a segunda forma é simplesmente executar - o xdm a partir do rc.local (veja a - página de manual do &man.rc.8;) ou então por - um script X.sh em - /usr/local/etc/rc.d. As duas - maneiras são igualmente válidas, mas algumas - podem ser mais eficientes em algumas - situações, onde a outra forma não - seria ideal. Nos dois casos, o resultado será o - mesmo: o X iniciará o mostrando uma tela de login: - gráfica. + + Existem duas escolas de pensamento sobre como iniciar o xdm1. Uma escola inicia o xdm a partir do /etc/ttys (veja ttys5) usando o exemplo fornecido, enquanto o outro executa o xdm a partir do rc.local (veja rc8) ou de um script X localizado em /usr/local/etc/rc.d. Ambos são igualmente válidos, e um pode funcionar em situações em que o outro não funciona. Em ambos os casos, o resultado é o mesmo: O X mostrará um prompt de login gráfico. - O método de inicialização via - ttys oferece a vantagem de definir explicitamente em qual - vtyX o servidor gráfico vai ser carregado, passando - a responsabilidade da reinicialização do X - para o init, no momento do logout. O método via - rc.local oferece facilidades caso seja necessário - encerrar o processo xdm, no caso, por exemplo, de - ocorrerem problemas ao carregar o servidor - gráfico. + O método ttys5 tem a vantagem de documentar qual vty X iniciará e passando a responsabilidade de reiniciar o servidor X no logout para o init8. O método rc8 facilita o kill xdm se houver um problema ao iniciar o servidor X. - Ao usar o rc.local para carregar o - xdm, ele não deve ser - acompanhado de nenhum argumento (deve ser iniciado como um - daemon e deve ser iniciado DEPOIS que o getty já - estiver em execussão, senão é - provável que ocorram conflitos entre ambos, podendo - travar o console. A melhor forma de assegurar o correto - funcionamento desse método é fazer com que o - script espere 10 segundos (por exemplo, com um sleep 10;) - antes de iniciar o xdm. + Se carregado pelo rc8, o xdm deve ser iniciado sem nenhum argumento. xdm deve iniciar após o getty8 ser executado, ou então getty e xdm entrarão em conflito, bloqueando o console. A melhor maneira de contornar isso é fazer com que o script espere 10 segundos ou mais e, em seguida, iniciar o xdm. - Se a inteção é iniciar o - xdm a partir do - /etc/ttys, ainda existe a - probabilidade de conflitos entre o xdm - e o &man.getty.8;. Uma forma interessante de evitar esse - tipo de desconforto, é definir, no arquivo - /usr/X11R6/lib/X11/xdm/Xservers, o - número do vt onde o X deve ser - iniciado, da seguinte forma: + Ao iniciar o xdm pelo /etc/ttys, ainda há uma chance de conflito entre xdm e getty8. Uma maneira de evitar isso é adicionar o número vt no arquivo /usr/local/lib/X11/xdm/Xservers: - :0 local /usr/X11R6/bin/X vt4 + :0 local /usr/local/bin/X vt4 - O exemplo acima indica que o servidor X será - ativado no /dev/ttyv3. Note que - existe um offset de um vt, já que o X começa - a contar os terminais (vty) a partir do um, enquando o - kernel do FreeBSD os conta - a partir do zero. + O exemplo acima irá direcionar o servidor X para ser executado em /dev/ttyv3. Observe que o número é compensado por um. O servidor X conta a vty a partir de 1, enquanto o kernel do FreeBSD numera a vty a partir de zero. - Por que eu enfrento um Couldn't open - console ao executar o xconsole? + Por que eu obtenho o erro Couldn't open console quando executo o xconsole? - Se o X for iniciado com um - startx, as permissões do - /dev/console não - serão redefinidas, resultando em - situações onde um xterm - -C ou mesmo o xconsole - não funcionarão corretamente. + Quando o X é iniciado com o comando startx, as permissões em /dev/console não serão alteradas, o que resultará um comportamento errático de algumas coisas tais como o não funcionamento do xterm -C e do xconsole. - O motivo disso é a forma como as - permissões são definidas por padrão. - Em sistemas multiusuário, normalmente não se - espera que qualquer pessoa possa escrever no console do - sistema. Para os usuários que estão se - logando diretamente na máquina, em algum VTY, - existe o arquivo &man.fbtab.5; que resolve esse tipo de - problema. + Isso ocorre devido à maneira como as permissões do console são definidas por padrão. Em um sistema multiusuário, não é necessário que qualquer usuário possa escrever no console do sistema. Para os usuários que estão logando diretamente em uma máquina com um VTY, existe o arquivo fbtab para resolver tais problemas. - Se for apropriado, garanta que exista uma linha - assim + Em poucas palavras, certifique-se de que uma linha não comentada do formulário esteja no /etc/fbtab (veja fbtab5): /dev/ttyv0 0600 /dev/console - No arquivo /etc/fbtab (veja a - página de manual do &man.fbtab.5;). Essa linha - garantirá que qualquer usuário que se logar - no /dev/ttyv0 será - também proprietário do console. + Ele irá garantir que quem fizer o login em /dev/ttyv0 será o dono do console. - - Antes eu conseguia usar o XFree86 com um - usuário sem privilégios. Porque agora o - servidor diz que eu tenho que ser - root? - - - - Todo servidor gráfico precisa ser executado - como root para que o sistema permita - acesso direto aos equipamentos de vídeo. Acontece - que nas versões mais antigas, o XFree86 - (versões <= 3.3.6) instalava o servidor de forma - que ele era automaticamente executado como - root (setuid de - root). Óbviamente esse - comportamente implica em riscos de segurança em - qualquer caso onde o programa em questão seja - complexo e grande; esse é o caso dos servidores X. - As versões mais atuais do XFree86 não - instalam os servidores gráficos com todo esse - poder, exatamente por esse motivo. - - É claro que rodar o X como usuário - root não é uma - idéia muito aceitável, especialmente em - relação à segurança. Existem - duas formas de usar o X como usuário comum. A - primeira é usar o xdm ou - qualquer outro gerenciador de display (como o - kdm); a segunda é usar o - Xwrapper. - - O xdm é um daemon que - controla logins gráficos. Normalmente ele é - iniciado no processo de inicialização e - é responsável pela - autenticação dos usuários, e por - inciar suas sessões; essencialmente é a - união gráfica do &man.getty.8; como o - &man.login.1;. Para mais informações sobre - o xdm, por gentileza, refira-se - à documentação - do XFree86 e à questão do FAQ sobre - xdm. - - O Xwrapper é um - intermediador do servidor gráfico; é um - programa bem pequeno que possibilita a - inicialização manual do servidor - gráfico por qualquer usuário, garantindo - razoável segurança à - operação. O programa ainda faz algumas - verificações na linha de comando definida - pelo usuário, para garantir a sanidade das - intenções do mesmo. Se todas as - intenções forem aprovadas, ele executa o X. - Se por qualquer razão, a idéia de usar um - gerenciador de displays não te agrada, o - Xwrapper é feito para - você. Caso a coleção de - Ports esteja instalada, o programa pode - ser encontrado em - /usr/ports/x11/wrapper. - - - - - Por que meu mouse PS/2 não se comporta - corretamente no X? + Por que meu mouse PS/2 não funciona direito no X? - O seu mouse e a device que o controla devem ter - desincronizado. + O mouse e o driver do mouse podem estar fora de sincronização. Em casos raros, o driver também pode relatar erroneamente erros de sincronização: - Nas versões 2.2.5 e anteriores, a simples - alternância entre o X e o terminal, e voltar para o - X, força a resincronização do mouse. - Se o problema se tornar frequênte, adicione a - seguinte opção ao arquivo de - configuração do seu - kernel, e o - recompile: - - options PSM_CHECKSYNC - - Veja a seção sobre a compilação do - kernel, caso - você não tenha experiência com - isso. - - Com essa opção as chances de ter - problemas com a sincronia do mouse são bem - pequenas. Contudo, se ainda assim o problema persistir, - clique em qualquer botão durante o movimento do - mouse. É o bastante para resincroniza-lo. - - Infelizmente essa opção pode não - funcionar em alguns sistemas, dependendo de qual driver - controle o seu mouse PS/2; especialmente se a device de - controle for do tipo ALPS GlidePoint. - - Na versão 2.2.6 e posteriores, a - verificação de sincronia se tornou - razoávelmente melhor, e é padrão nos - mouses PS/2. Deve funcionar corretamente com GlidePoint, - inclusive (como o código de - verificação de sincronia ter se tornado - padrão, a opção PSM_CHECKSYNC - não existe mais). Contudo, em - situações muito raras, o driver de controle - do mouse pode, errôneamente reportar problemas de - sincronização, mostrando a seguinte mensagem - do kernel: - psmintr: out of sync (xxxx != yyyy) - Pensando que seu mouse não está - funcionando corretamente. - - Se for o caso, desligue o código de - verificação de sincronia do mouse PS/2, - definindo a flag 0x100 na device de controle do mesmo. - Entre no modo UserConfig definindo a - opção na tela do - processo de inicialização: - - boot: -c - - Depois, na linha de comando do - UserConfig, digite: - - UserConfig> flags psm0 0x100 -UserConfig> quit + Se isso acontecer, desative o código de verificação de sincronização definindo as flags de driver para o driver de mouse PS/2 como 0x100. Isto pode ser mais facilmente alcançado adicionando hint.psm.0.flags="0x100" ao arquivo /boot/loader.conf e reiniciando. - - Por que meu mouse PS/2 da MouseSystems não - funciona? + + Como eu inverto os botões do mouse? - Existem notícias que alguns modelos de mouse - PS/2 da MouseSystems funcionam corretamente apenas em modo - de alta resolução. Do contrário, o - cursor do mouse costuma pular para diagonal superior - esquerda da tela com certa frequência. - - Infelizmente não existe solução - à esse problema, nas versões 2.0.X e 2.1.X. - Contudo, das versões 2.2 à 2.2.5, basta - aplicar o seguinte patch, no - /sys/i386/isa/psm.c e recompilar o - kernel. Veja a - seção sobre - compilação do - kernel caso - não tenha experiência com o assunto. - - @@ -766,6 +766,8 @@ - if (verbose >= 2) - log(LOG_DEBUG, "psm%d: SET_DEFAULTS return code:%04x\n", - unit, i); -+ set_mouse_resolution(sc->kbdc, PSMD_RES_HIGH); -+ - #if 0 - set_mouse_scaling(sc->kbdc); /* 1:1 scaling */ - set_mouse_mode(sc->kbdc); /* stream mode */ - - Na versão 2.2.6 e versões posteriores, - basta especificar a flag 0x04 para device de controle do - mouse PS/2, colocando-o em modo de alta - resolução. Entre no modo - UserConfig com a opçãp - na tela do processo de - inicialização: - - boot: -c - - Depois, na linha de comando do - UserConfig digite: - - UserConfig> flags psm0 0x04 -UserConfig> quit - - Veja a pergunta anterior, sobre outra causa - possível de problemas com o mouse. + Digite xmodmap -e "pointer = 3 2 1". Adicione este comando ao ~/.xinitrc ou ~/.xsession para que isso aconteça automaticamente. - - Ao compilar uma aplicação X, o - imake não consegue encontrar o - Imake.tmpl. Onde ele - está? - - - - O Imake.tmpl é parte do - pacote Imake, uma aplicação padrão - para construção de aplicações - gráficas. O Imake.tmpl, assim - como vários outros arquivos de cabeçalhos - necessários para compilar aplicações - gráficas, é parte da - distribuição do X. Eles podem ser - instalados pelo sysinstall ou manualmente a partir dos - arquivos da distribuição. - - - - - - Estou construindo uma aplicação - gráfica que depende do XFree86 3.3.X, mas eu estou - com o XFree86 4.X instalado. O que fazer? - - - - Pra definir que a construção do - Port deve ser linkada às - bibliotecas do XFree86 4.X, adicione o seguinte, no seu - /etc/make.conf, (se o arquivo - não existir, crie-o): - - XFREE86_VERSION= 4 - - - - - - Como posso inverter as funções dos - botões do mouse? - - - Execute o comando xmodmap -e "pointer = 3 2 - 1" à partir do - .xinitrc ou do - .xsession. - - - - - Como instalar uma Splash Screen e onde posso - encontra-las? + Como faço para instalar uma splash screen e onde posso encontrá-las? - A partir da lançamento do FreeBSD 3.1, uma nova - característica foi adicionada ao sistema, - permitindo que alguns arquivos de imagens sejam usados - como Splash Screens durante as mensagens do - processo de inicialização. Tais imagens - devem ser arquivos do tipo bitmap com 256 cores - (*.BMP) ou então ZSoft PCX - (*.PCX). Devem ainda ter - resolução de 320x200 pixels (ou menos), para - funcionarem corretamente em adaptadores de vídeo - VGA tradicionais. Caso o - kernel tenha sido compilado - com suporte à VESA, então podem ser usados - bitmaps maiores, até 1024.768 px. O suporte - à VESA pode ser diretamente compilado no - kernel, com a - opção VESA no arquivo de - configuração, ou carregado como - módulo, com o kld, durante o processo de - inicialização do sistema. - - Para definir a Splash Screens, basta - modificar alguns arquivos de inicialização - que controlam o processo de inicialização do - FreeBSD. Tais arquivos foram alterados na versão - 3.2 do FreeBSD, existindo portanto duas formas de carregar - uma Splash Screens: - - - - No FreeBSD 3.1 - - O primeiro passo é escolher o seu bitmap, e - sua versão. Até o FreeBSD 3.1, apenas - os bitmaps do tipo Windows eram suportados. Assim que - escolher (ou criar) sua Splash Screens, - copie-a para /boot/splash.bmp. - Depois, basta editar (ou criar, caso não - exista) o arquivo /boot/loader.rc - e adicionar as seguintes linhas: - - load kernel -load -t splash_image_data /boot/splash.bmp -load splash_bmp -autoboot - - - - No FreeBSD 3.2 e posteriores - - Além de adicionar suporte a Splash - Screens de formato PCX, o FreeBSD 3.2 passou - a oferecer uma maneira mais interessante de configurar - o processo de inicialização. Caso - prefira, o método descrito acima, para o - FreeBSD 3.1 também funciona. Nesse caso, se a - imagem for do tipo PCX basta substituir a entrada - splash_bmp por - splash_pcx. Caso queira usar a - nova configuração do processo de - inicialização, basta criar um arquivo - /boot/loader.rc com o seguinte - conteúdo: - - include /boot/loader.4th -start - - e depois, um - /boot/loader.conf com o - seguinte: - - splash_bmp_load="YES" -bitmap_load="YES" - - Essa configuração assume que o - /boot/splash.bmp deve ser usado - como sua Splash Screens. Caso prefira - usar um arquivo PCX, copie para o - /boot/splash.pcx, e crie um - /boot/loader.rc, da forma como - foi indicado anteriormente; depois crie um - /boot/loader.conf com o - seguinte: - - splash_pcx_load="YES" -bitmap_load="YES" -bitmap_name="/boot/splash.pcx" - - - - Agora você só precisa de uma imagem, para - servir de Splash Screens. Pra isso, - dê uma navegada na galeria disponível em - http://www.baldwin.cx/splash/. + A resposta detalhada para essa pergunta pode ser encontrada na seção Telas de inicialização do tempo de inicialização do FreeBSD Handbook. - Posso usar as teclas do Windows® que meu teclado - possui, sob o X? + Posso usar as teclas do Windows do meu teclado no X? - Pode. Basta usar o &man.xmodmap.1; para redefinir a - função das teclas. + Sim. Use o xmodmap1 para definir quais funções as teclas devem executar. - Assumindo que todos os teclados Windows sejam - padrão, os códigos de mapeamento pras 3 - teclas são: + Supondo que todos os teclados Windows sigam um padrão, os códigos de teclas para essas três teclas são os seguintes: - 115 - Windows, entre a - tecla Ctr e a Alt do lado esquerdo. + 115 - tecla Windows , entre as teclas Ctrl e Alt do lado esquerdo - 116 - Windows, à - direita a tecla AltGr. + 116 - tecla Windows , à direita de AltGr - 117 - Menu, do lado esquerdo da - tecla Ctrl esquerda + 117 - Menu , à esquerda da tecla Ctrl da direita - Por exemplo, para fazer com que a tecla Windows® - esquerda imprima uma vírgula, faça o - seguinte: + Para que a tecla Windows da esquerda imprima uma vírgula, tente isto. - &prompt.root; xmodmap -e "keycode 115 = comma" + # xmodmap -e "keycode 115 = comma" - É provável que seu gerenciador de - janelas tenha que ser reiniciado, para visualizar o - resultado. + Para que os mapeamentos de teclas Windows sejam ativados automaticamente toda vez que X for iniciado, coloque os comandos xmodmap em ~/.xinitrc ou, preferencialmente, crie um ~/.xmodmaprc e inclua as opções xmodmap, uma por linha, e adicione a seguinte linha ao ~/.xinitrc: - Pra forçar o carregamento automático do - mapeamento das teclas Windows, coloque os - comandos do xmodmap no arquivo - ~/.xinitrc ou de preferência, - crie um arquivo ~/.xmodmaprc e inclua - as opções do xmodmap uma - por linha, nesse arquivo. Depois adicione: - xmodmap $HOME/.xmodmaprc - No seu ~/.xinitrc. + Por exemplo, para mapear as 3 chaves para serem F13, F14 e F15, respectivamente. Isso facilitaria mapeá-los para funções úteis em aplicativos ou no gerenciador de janelas. - Por exemplo, pode-se mapear as 3 teclas em - questão para fazer o papel das teclas - F13, F14, e - F15, respectivamente. Dessa forma, seria - fácil mapear as aplicações de forma - que as teclas tivessem ações no seu sistema, - como veremos agora. + Para fazer isto, coloque o seguinte em ~/.xmodmaprc. - Adicione o seguinte conteúdo, no arquivo - ~/.xmodmaprc. - keycode 115 = F13 keycode 116 = F14 keycode 117 = F15 - Se o gerenciador de janelas em questão for o - fvwm2, por exemplo, pode-se mapear as - teclas de forma que o F13 minimize (ou - maximize) a janela que o cursor está apontando, a - tecla F14 de forma que ela traga a janela - marcada pelo cursor para frente (ou volte para - trás, caso já esteja à frente), e o - F15 pode alternar o menu da área - detrabalho principal, o que é bem útil - quando a tela não é visível. + Para o gerenciador da área de trabalho x11-wm/fvwm2, pode-se mapear as chaves para que F13 seja minimizada a janela em que o cursor está ou a maximize, F14 traz a janela em que o cursor está para a frente ou, se já estiver na frente, a coloca em background F15 aparece no menu principal do Workplace mesmo que o cursor não esteja a área de trabalho, o que é útil quando nenhuma parte da área de trabalho está visível. - As seguintes definições no - ~/.fvwmrc implementam a - configuração acima descrita: + As seguintes entradas em ~/.fvwmrc implementam a configuração acima mencionada: - Key F13 FTIWS A Iconify + Key F13 FTIWS A Iconify Key F14 FTIWS A RaiseLower Key F15 A A Menu Workplace Nop - + - Como posso obter a aceleração de - equipamentos 3D para o OpenGL? + Como posso obter aceleração de hardware 3D para o OpenGL ? - A disponibilidade da aceleração 3D - depende da versão do XFree86 e da placa de - vídeo. Caso a placa seja NVIDIA, verifique a - página da Iniciativa de - Driver NVIDIA para o FreeBSD, que discute a - aceleração 3D em chips NVIDIA com XFree86-4. - Pra outras placas em conjunto com o XFree86-4, incluindo a - Matrox G200/G400, a ATI Rage 128/Radeon, as 3dfx Voodoo 3, - 4, 5, e Banshee, refira-se à página sobre - Renderização - Direta do XFree86-4 no FreeBSD. Usuários - do XFree86 na versão 3.3 podem usar o - port do Utah-GLX que pode ser - encontrado em graphics/utah-glx para - conseguir alguma (limitada) aceleração 3D - para o OpenGL em placas Matrox Gx00, ATI Rage Pro, SiS - 6326, i810, Savage, e algumas NVIDIA antigas. - - + A disponibilidade da aceleração 3D depende da versão do Xorg e do tipo de chip de vídeo. Para um chip da nVidia, use os drivers binários fornecidos para o FreeBSD instalando um dos seguintes ports: + + As versões mais recentes das placas nVidia são suportadas pelo port x11/nvidia-driver . + + Drivers mais antigos estão disponíveis como x11/nvidia-driver- ### + + A nVidia fornece informações detalhadas sobre qual placa é suportada por qual driver em seu site: http://www.nvidia.com /object/IO_32667.html. + + Para a Matrox G200/G400, verifique o port x11-drivers/xf86-video-mga. + + Para a ATI Rage 128 e Radeon, consulte ati4, r1284 and radeon4. + + - Redes + Networking - Onde obter informações a respeito do - processo de processo de inicialização sem - disco rígido (diskless - booting)? + Onde posso obter informações sobre a inicialização sem disco? - O processo de processo de inicialização - sem disco implica na possibilidade de uma máquina - FreeBSD ser inicializada através da rede, lendo os - arquivos necessários à partir de um - servidor, ao invés de um disco rígido. Para - maiores detalhes, por favor, consulte o ítem diskless - booting no - &a.ptbr.p.handbook;. + Inicialização sem disco significa que o sistema FreeBSD é inicializado através de uma rede e lê os arquivos necessários de um servidor ao invés de seu disco rígido. Para maiores detalhes, consulte a entrada do Handbook Inicialização sem disco. - Um sistema FreeBSD pode ser utilizado como roteador - dedicado para uma rede? + Uma maquina FreeBSD pode ser usada como um roteador de rede dedicado? - Pode. Por gentileza, refira-se à documentação - do &a.ptbr.p.handbook; sobre configurações - avançadas de rede, mais especificamente, - a seção sobre roteamento - e gateways. + Sim. Consulte a entrada do Manual em rede avançada, especificamente a seção sobre roteamento e gateways. - Posso conectar minha máquina com Win95 à - Internet, através do meu FreeBSD? + Posso conectar minha maquina Windows à Internet via FreeBSD? - Normalmente, as pessoas que propõem esse tipo - de questão possuem dois computadores em casa, um - com FreeBSD e outro com Win95. A idéia é - utilizar a maquina com FreeBSD para se conectar à - Internet, e então oferecer acesso Internet a - máquina Win95 através do FreeBSD. Essa - é apenas uma extensão especial da - questão anterior. + Normalmente, as pessoas que fazem essa pergunta têm dois PCs em casa, um com o FreeBSD e outro com alguma versão do Windows, a idéia é usar o sistema FreeBSD para conectar-se à Internet e depois ser capaz de acessar a Internet a partir do sistema Windows através do sistema FreeBSD. Este é realmente apenas um caso especial da pergunta anterior e funciona perfeitamente bem. - ... e a resposta é sim! No FreeBSD 3.x, o - &man.ppp.8; em modo usuário oferece a - opção . Se o - &man.ppp.8; for executado com essa opção, - basta definir a variável - gateway_enable para - YES no arquivo - /etc/rc.conf, e configurar - corretamente a máquina Windows. Isso é o - bastante. + Usuários de rede discada devem usar e definir gateway_enable para YES no arquivo /etc/rc.conf. Para obter mais informações, consulte ppp8 ou o manual no usuário PPP. - Para obter mais informações, por - gentileza, refira-se a página de manual do - &man.ppp.8; - - Se o &man.ppp.8; estiver sendo usado em modo - kernel - (kernel-mode) ou a - conexão com a Internet for via Ethernet, a - opção mais viável será - utilizar o &man.natd.8;. Por favor, consulte a - seção natd dessa - documentação. + Se a conexão com a Internet for pela Ethernet, use natd8 . Um tutorial pode ser encontrado na seção natd do manual. - O FreeBSD suporta SLIP e PPP? + O FreeBSD suporta PPP? - Claro. Veja as páginas de manual do - &man.slattach.8;, &man.sliplogin.8;, &man.ppp.8;, e - &man.pppd.8;. O &man.ppp.8; e o &man.pppd.8; oferecem - suporte à conexões entrantes e de - saída (conexões incoming/outgoing), enquanto - o &man.slattach.8; à conexões de - saída (outgoing). + Sim. O ppp8 fornece suporte para conexões de entrada e saída. - Para obter mais informações sobre a - correta utilização desses recursos, por - gentileza, refira-se ao Capítulo sobre PPP e SLIP do - &a.ptbr.p.handbook;. - - Se o seu acesso à Internet for apenas por meio - de uma conta Shell, pode ser interessante dar uma olhada - no port da aplicação - net/slirp. Esse - port oferece acesso (limitado) à - serviços como FTP e HTTP direto da máquina - local. + Para obter mais informações sobre como usar isso, consulte o capítulo sobre o PPP no Handbook. - O FreeBSD suporta NAT ou Masquerading? + O FreeBSD suporta NAT ou Mascaramento de IPs? - Se no seu caso, existe uma subrede (uma ou mais - máquinas locais interconectadas em rede), mas o seu - Provedor de Internet disponibiliza apenas um IP (ou se o - endereço IP em questão é - dinâmico), com certeza é interessante dar uma - olhada no &man.natd.8;. O &man.natd.8; possibilita que - uma subrede inteira acesse a Internet através de um - único endereço IP. - - O &man.ppp.8; oferece suporte interno à essa - mesma funcionalidade, através da - opção do programa. A - biblioteca &man.libalias.3; é usada tanto pelo - &man.ppp.8; quanto pelo &man.natd.8;. + Sim. Para obter instruções sobre como usar o NAT em uma conexão PPP, consulte a seção do PPP no manual. Para usar o NAT em algum outro tipo de conexão de rede, consulte a seção natd do manual. - - Como posso conectar duas estações - FreeBSD por linha paralela, usando o PLIP? + + Como posso configurar aliases de Ethernet? - Por gentileza, refira-se à seção - sobre PLIP do - &a.ptbr.p.handbook;. + Se o alias estiver na mesma sub-rede que um endereço já configurado na interface, adicione netmask 0xffffffff a este comando: + + # ifconfig ed0 alias 192.0.2.2 netmask 0xffffffff + + Caso contrário, especifique o endereço de rede e a máscara de rede como de costume: + + # ifconfig ed0 alias 172.16.141.5 netmask 0xffffff00 + + Mais informações podem ser encontradas Handbook do FreeBSD. - - Por que eu não posso criar um dispositivo - /dev/ed0? + + Por que não posso montar o NFS de uma máquina Linux? - Porque não é preciso! Na estrutura de - redes de Berkeley, as interfaces de rede são - acessadas somente (e diretamente) pelo código do - kernel. Por favor - verifique o arquivo /etc/rc.network e - as páginas do manual para os diversos programas de - rede ali mencionados, para maiores - informações. Se isto deixá-lo - completamente confuso, consulte um livro que descreva a - administração de rede em um outro sistema - operacional baseado no modelo BSD. Com poucas - exceções significativas, a - administração de rede em sistemas FreeBSD - é basicamente a mesma da utilizada em sistemas como - o SunOS 4.0 ou o Ultrix. + Algumas versões do código NFS do Linux aceitam somente solicitações de montagem vindas de uma porta privilegiada; tente executar o seguinte comando: + + # mount -o -P linuxbox:/blah /mnt - - Como eu configuro aliases (apelidos) de - Ethernet? + + Por que o comando mountd continua me dizendo que ele can't change attributes (não pode alterar os atributos) e que eu tenho uma bad exports list (lista de exports ruins) no meu servidor NFS do FreeBSD? - Se a intenção é definir um - apelido IP para uma subrede previamente configurada, basta - adicionar a máscara 0xffffffff - junto à sintaxe usual para definição - de alias no &man.ifconfig.8;: - - &prompt.root; ifconfig ed0 alias 192.0.2.2 netmask 0xffffffff - - Do contrário, basta definir o endereço - de rede e a netmask em questão, da forma - tradicional: - - &prompt.root; ifconfig ed0 alias 172.16.141.5 netmask 0xffffff00 + O problema mais freqüente é não entender o formato correto de /etc/exports. Revise exports5 e o NFS no manual, especialmente na seção configurando o NFS. - - Como eu configuro minha placa 3Com 3C503 para utilizar - outra interface de conexão ? + + Como faço para ativar o suporte a multicast IP? - Se você deseja utilizar uma outra interface de - conexão, deverá especificar alguns - parâmetros adicionais na linha de comando do - &man.ifconfig.8;. A porta padrão é a - link0. Para usar a porta AUI ao - invés da porta BNC utilize a flag - link2. Tais flags devem ser definidas - através das variáveis ifconfig_* no arquivo - /etc/rc.conf. (consulte o - &man.rc.conf.5;). + Instale o pacote ou port net/mrouted e adicione mrouted_enable="YES" ao /etc/rc.conf para que o FreeBSD inicie este serviço no momento da inicialização. - - Por que eu tenho problemas com NFS no FreeBSD? + + Por que preciso usar o FQDN para hosts na minha rede? - Certas interfaces de rede para PC são melhores - do que outras (para adotarmos um eufemismo) e as vezes - podem causar problemas em aplicações que - utilizam a rede de modo intensivo, como o NFS. - - Consulte o item NFS do - &a.ptbr.p.handbook; para obter mais - informações sobre o assunto. + Veja a resposta no Handbook do FreeBSD. - - Por que não é possível montar - sistemas de arquivos NFS de máquinas Linux? + + Por que recebo oerro, Permission denied, para todas as operações de rede? - Algumas versões do código NFS do Linux - aceitam requisições de montagem provenientes - apenas de portas privilegiadas, experimente o - comando: + Se o kernel é compilado com a opção IPFIREWALL, esteja ciente de que a política padrão é negar todos os pacotes que não são explicitamente permitidos. - &prompt.root; mount -o -P linuxbox:/blah /mnt + Se o firewall foi inadvertidamente configurado de forma errada, restaure a operacionalidade da rede digitando o seguinte comando como root: + + # ipfw add 65534 allow all from any to any + + Considere configurar a opção firewall_type="open" no /etc/rc.conf. + + Para obter mais informações sobre como configurar seu firewall, consulte o Handbook. - - Por que não é possível montar - sistemas de arquivos NFS de máquinas Sun? + + Por que minha regra ipfw fwd para redirecionar um serviço para outra máquina que não está funcionando? - Estações de trabalho Sun rodando SunOS - 4.X aceitam requisições de montagem - provenientes apenas de portas privilegiadas, experimente o - comando: + Possivelmente porque você precisa utilizar a conversão de endereços de rede (NAT) em vez de apenas encaminhar os pacotes. Uma regra fwd apenas encaminha os pacotes, ela não altera os dados dentro do pacote. Considere esta regra: - &prompt.root; mount -o -P sunbox:/blah /mnt + 01000 fwd 10.0.0.1 from any to foo 21 + + Quando um pacote com um endereço de destino foo chega à máquina com esta regra, o pacote é encaminhado para 10.0.0.1, mas ainda tem o endereço de destino foo. O endereço de destino do pacote não é alterado para 10.0.0.1. A maioria das máquinas provavelmente descartaria um pacote que recebesse com um endereço de destino que não fosse o seu. Portanto, usar uma regra fwd geralmente não funciona da maneira esperada pelo usuário. Esse comportamento é um recurso e não um bug. + + Veja o FAQ sobre redirecionamento de serviços, o manual do natd8, ou um dos vários utilitários de redirecionamento de porta na Coleção de Portas para uma maneira correta de fazer isso. - - Por que o mountd informa - repetidamente que can't change - attributes e bad exports - list utilizando o servidor de NFS do - FreeBSD? + + Como posso redirecionar as solicitações de serviço de uma máquina para outra? - O problema mais freqüente é o não - entendimento correto do formato do arquivo - /etc/exports. Por gentileza, leia - com atenção a página de manual do - &man.exports.5; e a documentação sobre - NFS no - &a.ptbr.p.handbook;, especialmente a seção - sobre a configuração - do NFS. + FTP e outras solicitações de serviço podem ser redirecionadas com o pacote ou port sysutils/socket. Substitua a entrada para o serviço em /etc/inetd.conf para chamar socket, conforme visto neste exemplo para ftpd: + + ftp stream tcp nowait nobody /usr/local/bin/socket socket ftp.example.com ftp + + na qual ftp.example.com e ftp são o host e a porta de destino do redirecionamento, respectivamente. - - Por que existem problemas na comunicação - (via protocolo PPP) com máquinas NeXTStep? + + Onde posso obter uma ferramenta de gerenciamento de largura de banda? - - Experimente desabilitar a variável TCP - extensions no arquivo /etc/rc.conf - (consulte &man.rc.conf.5;) alterando a variável - abaixo para NO: - tcp_extensions=NO - - Máquinas Annex da Xylogic também - apresentam um problema similar neste aspecto, e você - deve adotar a mesma solução para conectar-se - a estes sistemas. + + Existem três ferramentas de gerenciamento de largura de banda disponíveis para o FreeBSD. dummynet4 é integrado ao FreeBSD como parte do ipfw4. ALTQ foi integrado ao FreeBSD como parte do pf4. O Bandwidth Manager das Tecnologias Emergentes é um produto comercial. - - Como habilitar o suporte a IP multicast? + + Por que estou recebendo o erro /dev/bpf0: device not configured? - Desde o FreeBSD 2.0 que operações - Multicast são completamente suportadas por - padrão. Se a itenção é fazer - o sistema FreeBSD atuar como um roteador multicast, - será necessário que o - kernel do sistema seja - recompilado com a opção - MROUTING e que o &man.mrouted.8; seja - executado. O FreeBSD, à partir da versão - 2.2, pode iniciar o &man.mrouted.8; durante o processo de - inicialização se a variável - mrouted_enable estiver configurada com - o parâmetro "YES" no arquivo - /etc/rc.conf. + O aplicativo em execução requer o Packet Filter da Berkeley (bpf4), mas ele foi removido de um kernel personalizado. Adicione isto ao arquivo de configuração do kernel e construa um novo kernel: - As ferramentas MBONE estão disponíveis - em sua própria categoria na coleção - de ports, mbone. - Se você está procurando as ferramentas de - conferência vic e - vat, procure neste - diretório! + device bpf # Berkeley Packet Filter - - Quais interfaces de rede são baseadas no - chipset DEC PCI? + + Como faço para montar um disco de uma máquina Windows que esteja na minha rede, tal como o smbmount no Linux? - Esta é uma lista compilada por Glen Foster - gfoster@driver.nsta.org, com algumas - adições recentes: - - - Interfaces de rede baseadas no chipset DEC - PCI - - - - Vendedor - - Modelo - - - - - - ASUS - - PCI-L101-TB - - - - Accton - - ENI1203 - - - - Cogent - - EM960PCI - - - - Compex - - ENET32-PCI - - - - D-Link - - DE-530 - - - - Dayna - - DP1203, DP2100 - - - - DEC - - DE435, DE450 - - - - Danpex - - EN-9400P3 - - - - JCIS - - Condor JC1260 - - - - Linksys - - EtherPCI - - - - Mylex - - LNP101 - - - - SMC - - EtherPower 10/100 (Model 9332) - - - - SMC - - EtherPower (Model 8432) - - - - TopWare - - TE-3500P - - - - Znyx (2.2.x) - - ZX312, ZX314, ZX342, ZX345, ZX346, - ZX348 - - - - Znyx (3.x) - - ZX345Q, ZX346Q, ZX348Q, ZX412Q, ZX414, ZX442, - ZX444, ZX474, ZX478, ZX212, ZX214 - (10mbps/hd) - - - -
+ Use o conjunto de ferramentas SMBFS. Ele inclui um conjunto de modificações do kernel e um conjunto de programas da área de usuário. Os programas e as informações necessárias estão disponíveis como mount_smbfs8 no sistema base.
- - Por que preciso utilizar um FQDN (Nomes de - domínio completamente qualificados) pras - estações da minha rede? + + O que são essas mensagens sobre: ​​Limiting icmp/open port/closed port response em meus arquivos de log? - Provavelmente você vai estar trabalhando com - estações em domínios diferentes. Por - exemplo, se você esta em foo.bar.edu e deseja - alcançar uma estação chamada - mumble no domínio foo.bar.edu, deverá - referir-se à essa esse host através do seu - nome de domínio qualificado, mumble.foo.bar.edu, ao invés - de apenas mumble. + Esta mensagem do kernel indica que alguma atividade está provocando o envio de uma grande quantidade de respostas de reset de ICMP ou TCP (RST). As respostas ICMP são frequentemente geradas como resultado de tentativas de conexão a portas UDP não utilizadas. Os resets TCP são geradas como resultado de tentativas de conexão a portas TCP não abertas. Entre outros, esses são os tipos de atividades que podem causar essas mensagens: - Normalmente era possível alcançar a - estação apenas por seu nome. Essa - função era realizada pelos resolvedores BIND - do ISC. Contudo, as versões atuais do - BIND (veja o &man.named.8;) que - acompanham o FreeBSD não oferecem mais - abreviações padrão para - domínios que não sejam FQDN, com a - única exceção do domínio que - sua própria estação faz parte. Dessa - forma, o host mumble, se não for - localizado como mumble.foo.bar.edu, será - localizado através de uma busca direta à - partir da raiz dos servidores de - resolução. + + + Ataques de negação de serviço (DoS) de força bruta (em oposição a ataques de pacote único que exploram uma vulnerabilidade específica). + - Este comportamento é diferente do verificado - anteriormente onde a pesquisa continuaria através - de mumble.bar.edu e - mumble.edu. Consulte a - RFC 1535 para descobrir porque isso é considerado - uma prática ruím, e até mesmo uma - brecha de segurança. + + Varreduras de porta que tentam se conectar a um grande número de portas (em oposição a apenas tentar algumas portas conhecidas). + + - Uma alternativa é adicionar a linha - abaixo: + O primeiro número na mensagem indica quantos pacotes o kernel teria enviado se o limite não estivesse no lugar e o segundo indica o limite. Este limite é controlado usando net.inet.icmp.icmplim. Este exemplo define o limite para 300 pacotes por segundo: - search foo.bar.edu bar.edu + # sysctl net.inet.icmp.icmplim=300 - ao invés da linha previamente existente + Para desativar essas mensagens sem desativar a limitação de resposta, use o net.inet.icmp.icmplim_output para desativar a saída: - domain foo.bar.edu + # sysctl net.inet.icmp.icmplim_output=0 - em seu arquivo /etc/resolv.conf - (consulte &man.resolv.conf.5;). Contudo verifique se a - ordem de pesquisa não vai além da fronteira - entre a administração pública e a - local, conforme definido na RFC 1535. + Finalmente, para desabilitar completamente a limitação de resposta, configure net.inet.icmp.icmplim para 0. Desabilitar a limitação de resposta é desencorajado pelos motivos listados acima. - - Por que obtenho o erro, Permission - denied, para todas as - operações de rede? + + O que são essas mensagens de erro arp: unknown hardware address format? - Se o kernel do seu - FreeBSD foi compilado com a opção - IPFIREWALL, você deve compreender - que a política padrão, à partir da - versão 2.1.7 (atualmente alterada durante o - desenvolvimento da versão 2.1-STABLE) é - negar todos os pacotes que não forem explicitamente - permitidos. - - A seu firewall foi erroneamente configurado, de forma - não intencional, a operacionalidade do sistema pode - ser restaurada, simplesmente digitando o seguinte - (conectado como root): - - &prompt.root; ipfw add 65534 allow all from any to any - - A variável - firewall_type="open" também pode - ser definida, no arquivo - /etc/rc.conf. - - Para maiores informações sobre a - configuração de firewall, por gentileza, - consulte a seção correspondente no &a.ptbr.p.handbook;. + Isso significa que algum dispositivo na Ethernet local está usando um endereço MAC em um formato que o FreeBSD não reconhece. Isso provavelmente é causado por alguém que está experimentando uma placa Ethernet em algum outro lugar da rede. Isso é mais comumente visto em redes de modem a cabo. É inofensivo e não deve afetar o desempenho do sistema FreeBSD. - - Qual o acréscimo de sobrecarga ocasionado pelo - IPFW? + + Por que eu continuo vendo mensagens como: 192.168.0.10 is on fxp1 but got reply from 00:15:17:67:cf:82 on rl0, e como desabilitá-lo? - Por gentileza, refira-se ao capítulo sobre - Firewalls - do &a.ptbr.p.handbook; mais específicamente, a - seção sobre Overhead - & Otimização do IPFW. + Porque um pacote está vindo de fora da rede inesperadamente. Para desativá-los, defina net.link.ether.inet.log_arp_wrong_iface como 0. - - Minha regra de fwd do IPFW, que deveria redirecionar - um serviço para outra estação, - não está funcionando. Por que? + + Como faço para compilar um kernel com suporte somente ao IPv6? - Provavelmente porque a verdadeira - intenção é traduzir os pacotes que - chegam na sua estação, e rescrevê-los - para renviar para a outra máquina, e não - simplesmente redirecionar o pacote. Normalmente o ideal - é fazer NAT (tradução de - endereços de rede). Uma regra de reenvio de - pacotes, faz exatamente o que ela deve fazer: reenviar - pacotes. As regras não alteram (rescrevem) o - conteúdo ou cabeçalhos dos dados presentes - no pacote. Por exemplo, digamos que a questão seja - a seguinte regra: - - 01000 fwd 10.0.0.1 from any to foo 21 - - Quando um pacote destinado à - estação foo - chegar no FreeBSD que filtra essa regra, ele será - encaminhado para a máquina cujo endereço IP - é 10.0.0.1, mas o - endereço de destino original do pacote será - mantido, ou seja, os pacotes chegando em - 10.0.0.1 ainda terão a - estação foo como - destino final, marcado em seu cabeçalho TCP. O - endereço de destino não é alterado - (reescrito) para a máquina - 10.0.0.1, o que propicia um - comportamento de verificação de checksum do - cabeçalho IP. O comportamento normal é que - a máquina 10.0.0.1 - descarte o pacote, já que o endereço de - destino do mesmo não é o endereço da - estação em questão. Esse - comportamento costuma confundir alguns usuários - menos experientes, não correspondendo a - ação com suas expectativas. Essa é - uma característica do IPFW, e não um - problema. - - Consulte o FAQ sobre Redirecionamento de - Serviços, a página de manual do - &man.natd.8;, ou uma das diversas ferramentas de - redirecionamento disponíveis na - Coleção de Ports, para - verificar a forma correta de obter o comportamento - desejado. + Configure seu kernel com estas configurações: include GENERIC +ident GENERIC-IPV6ONLY +makeoptions MKMODULESENV+="WITHOUT_INET_SUPPORT=" +nooptions INET +nodevice gre +
+
+ + Segurança + + - - Como redirecionar requisições de - serviço de uma máquina para outra? + + O que é uma caixa de areia (sandbox)? - - Serviços como FTP (e outros) podem ser - redirecionados com o pacote socket, - disponível na árvore de - Coleção do Ports, sob a - categoria sysutils. Simplesmente substitua - a linha de comando do serviço a ser redirecionado - para executar a ferramenta socket, como - no exemplo abaixo: + Sandbox é um termo de segurança. Isso pode significar duas coisas: - ftp stream tcp nowait nobody /usr/local/bin/socket socket ftp.example.com ftp + + + Um processo que é colocado dentro de um conjunto de paredes virtuais que são projetadas para impedir que alguém que interrompa o processo seja capaz de invadir o sistema mais amplo. - Onde ftp.foo.com e ftp são a máquina - (host) e a porta de conexão que será - utilizada para o redirecionamento, respectivamente. - - + O processo só é capaz de correr dentro das barreiras. Desde que nada que o processo faça em relação à execução de código seja capaz de violar as barreiras, uma auditoria detalhada de seu código não é necessária para poder dizer certas coisas sobre sua segurança. - - - Onde obtenho uma ferramenta de gerenciamento de - banda? - + As barreiras podem ser um ID do usuário, por exemplo. Esta é a definição usada nas páginas de manual de security7 e named8. - - Existem três ferramentas de gerenciamento de - banda disponíveis para o FreeBSD. O - &man.dummynet.4;, integrada ao FreeBSD (ou mais - especificamente ao &man.ipfw.4;);, o ALTQ, - disponível gratuitamente, e o Bandwidth Manager da - Emerging Technologies, um produto - comercial. - - + Veja o serviço ntalk, por exemplo (veja inetd8). Este serviço costumava rodar como ID de usuário root. Agora ele é executado como ID do usuário tty. O usuário tty é um sandbox projetado para tornar mais difícil para alguém que invadiu o sistema com sucesso através do ntalk ser capaz de hackear além do seu ID de usuário. + - - - O que causa o erro /dev/bpf0: device not - configured? - + + Um processo que é colocado dentro de uma simulação da máquina. Isso significa que alguém que é capaz de entrar no processo pode acreditar que ele pode invadir a máquina mais ampla, mas está, na verdade, apenas invadindo uma simulação dessa máquina e não modificando nenhum dado real. - - Você está tentando usar um programa que - precisa do Berkeley Packet Filter (veja a página de - manual do &man.bpf.4; para obter maiores - informações), mas ele não está - compilado no kernel. - Adicione a seguinte linha no arquivo de - configuração do seu - kernel e - recompile-o: + A maneira mais comum de fazer isso é construir um ambiente simulado em um subdiretório e então executar os processos nesse diretório chrooted para que o diretório / para esse processo seja este, não o diretório / real do sistema). - pseudo-device bpf # Berkeley Packet Filter + Outro uso comum é montar um sistema de arquivos subjacente somente leitura e, em seguida, criar uma camada do sistema de arquivos sobre ele, o que dá a um processo uma visualização aparentemente gravável nesse sistema de arquivos. O processo pode acreditar que é capaz de escrever nesses arquivos, mas o processo apenas vê os efeitos - outros processos no sistema não, necessariamente. - Depois que reiniciar o sistema com o novo - kernel, basta criar a - interface do dispositivo, o que pode ser feito ao executar - o seguinte comando, no diretório - /dev: + Foi feita uma tentativa de tornar esse tipo de sandbox tão transparente que o usuário (ou hacker) não percebe que está dentro dele. + + - &prompt.root; sh MAKEDEV bpf0 + O UNIX implementa dois sandboxes principais. Um está no nível do processo e o outro está no nível do usuário. - Por gentileza, refira-se à seção - sobre Criação - de interface de Dispositivos do - &a.ptbr.p.handbook;, para obter mais - informações sobre o assunto. - - + Todo processo UNIX é completamente protegido contra qualquer outro processo UNIX. Um processo não pode modificar o espaço de endereço de outro. - - - Como montar o disco de uma estação - Windows na minha rede, de forma semelhante ao smbmount em - sistemas Linux? - - - - Use o conjunto de ferramentas - SMBFS. Se trata de um conjunto - de modificações no - kernel, e uma série - de aplicações específicas. O - programa e outras informações podem ser - obtidos na Coleção de - Ports do FreeBSD, em net/smbfs, ou no sistema base - do FreeBSD a partir da versão 4.5-RELEASE. + Um processo UNIX é de propriedade de um determinado ID de usuário. Se o ID de usuário não for o usuário root, ele servirá para proteger o processo contra processos pertencentes a outros usuários. O ID do usuário também é usado para proteger os dados no disco. - - O que são as mensagens sobre - icmp-response bandwidth limit 300/200 pps - em meus registros de logs? + + O que é securelevel? - É o resultado de seu - kernel informando-o que - alguma atividade esta provocando o envio de um - número de respostas ICMP ou TCP reset (RST) - superior ao número que o - kernel julga adequado. - Respostas ICMP são, geralmente, comportamento - ocasionado pela tentativa de conexão em portas UDP - não utilizadas. As respostas TCP reset são - o resultado gerado pelas tentativas de conexão em - portas TCP não poníveis. Entre outras - causas, algumas das atividades que podem ocasionar esse - tipo de mensage, são: + securelevel é um mecanismo de segurança implementado no kernel. Quando o nível de segurança é positivo, o kernel restringe certas tarefas; nem mesmo o superusuário (root) pode executá-los. O mecanismo de securelevel limita a capacidade de: - Ataques de negação de serviço - (DoS) por força bruta (em - oposição a ataques baseados em um - único pacote que visa explorar uma - vulnerabilidade específica). + Desativar determinados flags de arquivo, tais como schg (o flag de sistema imutável). - Varreduras de porta (port - scans) que visam rastrear um elevado - número de portas (em oposição a - ataques que tentam varrer apenas um pequeno - número de portas conhecidas). + Escrever na memória do kernel através de /dev/mem e /dev/kmem. + + + Carregar módulos do kernel. + + + + Alterar as regras do firewall. + - O primeiro número (valor) na mensagem indica - quantos pacotes foram enviados pelo - kernel antes do limite - passar a vigorar e o segundo valor indica o limite - estabelecido no kernel. - Você pode controlar este limite através da - variável net.inet.icmp.icmplim - do sysctl com instruções como esta abaixo, - onde estabelecemos um limite de 300 pacotes por - segundo: + Para verificar o status do securelevel em um sistema em execução: - &prompt.root; sysctl -w net.inet.icmp.icmplim=300 + # sysctl -n kern.securelevel - Se a intenção é não - registrar essas mensagens nos arquivos de registros, mas - ainda assim manter a capacidade do - kernel limitar as - respostas, a variável - net.inet.icmp.icmplim_output do sysctl - pode ser usada para desabilitar o registro: + A saída contém o valor atual do nível de segurança. Se for maior que 0, pelo menos algumas das proteções do securelevel são ativadas. - &prompt.root; sysctl -w net.inet.icmp.icmplim_output=0 + O securelevel de um sistema em execução não pode ser reduzido, pois isso invalidaria seu propósito. Se uma tarefa exigir que o securelevel seja não-positivo, altere as variáveis ​​kern_securelevel e kern_securelevel_enable em /etc/rc.conf e reinicialize. - Finalmente se a inteção é - desabilitar esse comportamento por completo, basta definir - a variável net.inet.icmp.icmplim - do sysctl (conforme o exemplo acima) como 0. Desabilitar - o recurso de limite de resposta é desencorajado - pelas razões acima expostas. - - + Para obter mais informações sobre o securelevel e as coisas específicas que todos os níveis fazem, consulte init8. - - - Do que se trata estas mensagens de erro - arp: unknown hardware address - format? - + + O securelevel não é uma bala de prata; tem muitas deficiências conhecidas. Mais frequentemente do que não, fornece uma falsa sensação de segurança. - - Significa que alguma interface de rede no mesmo - barramento Ethernet que você, está usando um - endereço de MAC cujo formato não é - reconhecido pelo FreeBSD. Provavelmente isso deve estar - sendo causado por algum outro usuário, fazendo - experiências com placas Ethernet em algum lugar na - sua mesma rede. Em redes com Cable Modens esse - comportamento é ainda mais comum; não - é prejudicial e não atrapalha a performance - do seu FreeBSD. + Um dos seus maiores problemas é que, para que seja eficaz, todos os arquivos usados ​​no processo de inicialização até que o nível de segurança seja definido devem ser protegidos. Se um invasor puder fazer o sistema executar seu código antes do nível de segurança que está sendo definido (o que acontece muito tarde no processo de inicialização, pois algumas coisas que o sistema deve fazer na inicialização não podem ser feitas em um nível elevado), suas proteções são invalidadas . Embora essa tarefa de proteger todos os arquivos usados ​​no processo de inicialização não seja tecnicamente impossível, se for obtida, a manutenção do sistema se tornará um pesadelo, já que seria necessário desativar o sistema, pelo menos no modo de usuário único, para modificar um arquivo de configuração. + + Este ponto e outros são frequentemente discutidos nas listas de discussão, particularmente na lista de discussão de segurança do FreeBSD. Pesquise nos arquivos aqui para uma discussão extensa. Um mecanismo mais refinado é o preferido. + - - - Acabei de instalar o CVSup, mas ao tentar usá-lo, - aparecem erros. O que está havendo? - - - - Primeiro, verifique se as mensagens de erro em - questão são como essas: - - /usr/libexec/ld-elf.so.1: Shared object "libXaw.so.6" not found - - Esse tipo de erro se deve à - instalação do port - net/cvsup em - estações sem o XFree86. Se a - inteção é usar a interface - gráfica oferecida pelo - CVSup, então instale o - XFree86 imediatamente. Do - contrário, se a intenção é - usar o CVSup apenas por linha - de comando, basta desinstalar a aplicação - anterior e instalar o port net/cvsup-without-gui. A - seção sobre CVSup - do &a.ptbr.p.handbook; cobre essas questões de - forma mais detalhada. - - - - - - - Segurança - - O BIND (named) está - escutando na porta 53 e em outras portas elevadas. O que - está havendo? + O BIND9 (named) está escutando em algumas portas de numeração alta. O que está acontecendo? - O FreeBSD, a partir da versão 3.0, utiliza - portas não privilegiadas e elevadas, - aleatoriamente, para responder à - requisições de DNS. Se a - intenção é usar a porta 53 para - responder a estas requisições, para adequar - o comportamento do BIND à um - firewall ou apenas para - sentir-se melhor, experimente acrescentar a - instruçõo abaixo no arquivo - /etc/namedb/named.conf: + O BIND usa uma porta aleatória de numeração alta para consultas de saída. Versões recentes dele escolhem uma nova porta UDP aleatória para cada consulta. Isso pode causar problemas para algumas configurações de rede, especialmente se um firewall bloquear pacotes UDP de entrada em portas específicas. Para passar por esse firewall, tente as opções avoid-v4-udp-ports e avoid-v6-udp-ports para evitar a seleção de números de porta aleatórios dentro de um intervalo bloqueado. - options { - query-source address * port 53; - }; + + Se um número de porta (como 53) for especificado através das opções query-source ou query-source-v6 em /usr/local/etc/namedb/named .conf, a seleção de portas aleatórias não será usada. É altamente recomendável que essas opções não sejam usadas para especificar números de porta fixos. + - O * deve ser substituído por - um endereço IP único, caso se deseje - restringir ainda mais este comportamento. - - De qualquer forma, parabéns. É uma - pratica saudável verificar registros não - usuais no conteúdo de saída do - &man.sockstat.1; + Parabéns, a propósito. É uma boa prática ler a saída sockstat1 e observar coisas estranhas! - O Sendmail está ouvindo na porta 587 - além da tradicional porta 25! O que está - havendo? + O daemon Sendmail está escutando na porta 587, assim como na porta padrão 25! O que está acontecendo? - As versões mais novas do Sendmail tem suporte - à uma característica que se chama - Mail Submission, que ouve - na porta 587. Esse serviço não é - completamente suportado ainda, mas sua popularidade vem - crescendo. + Versões recentes do Sendmail suportam um recurso de envio de mensagens que é executado pela porta 587. Isso ainda não é amplamente suportado, mas está crescendo em popularidade. - O que é a conta do usuário - toor que tem UID 0? Meu sistema foi - comprometido? + O que é essa conta UID 0 toor? Eu fui comprometido? - Não se preocupe. O usuário - toor é uma conta - alternativa com poderes de super - usuário (toor é root escrito ao - contrário). Normalmente esse usuário era - criado quando o interpretador de comandos &man.bash.1; era - instalado, mas agora o usuário existe por - padrão no sistema. A intenção - é que o usuário seja usado com um - interpretador de comandos fora do padrão, de forma - que o ambiente de linha de comando do usuário - root não tenha que ser - alterada. Essa é uma situação - importante quando nos referimos à interpretadores - de comandos que não fazem parte da base do sistema - operacional (por exemplo, que foram instaladas do - Ports ou como pacotes, já que - normalmente, elas são instaladas sob o - /usr/local/bin que por padrão - está em um sistema de arquivos diferente da raiz do - sistema. Em uma situação onde o - interpretador de comandos do usuário estiver sob - /usr/local/bin ou sob - /usr (ou onde quer que seja) e esse - sistema de arquivos não puder ser montado por - alguma razão, o usuário - root estará impossibilitado de - se logar no sistema para corrigir o problema (contudo, ao - entrar em modo mono tarefa, o sistema pede o caminho - completo para algum interpretador de comandos. - + Não se preocupe. toor é uma conta de superusuário alternativa, onde toor é root soletrada para ao contrário. Ele deve ser usado com um shell não padrão, portanto, o shell padrão para root não precisa ser alterado. Isto é importante porque os shells que não fazem parte da distribuição base, mas que são instalados a partir de ports ou packages, são instalados em /usr/local/bin que, por padrão, reside em um sistema de arquivos diferente . Se o shell do root estiver localizado em /usr/local/bin e o sistema de arquivos contendo /usr/local/bin) não está montado, root não poderá efetuar login para corrigir um problema e terá que reinicializar no modo de usuário único para inserir o caminho para um shell. - Alguns administradores costumam usar o - toor para tarefas do dia-a-dia, com - um interpretador de comandos - (shell) não comum, e - deixando o root com seu interpretador - de comandos (shell) - padrão para realizar tarefas de emergência ou - de modo mono usuário. Por padrão, o - usuário toor não pode - ser usado, já que ele não tem uma senha - definida. Para habilitar a conta, logue-se como - root no sistema e defina uma senha - para o toor. - + Algumas pessoas usam toor para tarefas do dia-a-dia do root com um shell não padrão, deixando o root, com um shell padrão, para o modo de usuário único ou emergências. Por padrão, um usuário não pode logar usando toor porque ele não tem uma senha, então efetue login como root e defina um senha para toor antes de usá-lo para efetuar login. - - - - Por que o suidperl não - está funcionando corretamente? - - - - Por motivos de segurança, a - instalação padrão do - suidperl não tem o bit suid - definido. Os administradores de sistemas podem reaver o - comportamento esperado com o seguinte comando: - - &prompt.root; chmod u+s /usr/bin/suidperl - - Se a intenção é que o - suidperl seja compilado com suid - durante as atualizações do sistema, edite o - /etc/make.conf e adicione a linha - ENABLE_SUIDPERL=true no arquivo, antes - de começar um make - buildworld. - - PPP - Não consigo fazer meu &man.ppp.8; funcionar. O - que estou fazendo de errado? + Não consigo fazer o ppp8 funcionar. O que estou fazendo de errado? - Deve-se primeiro ler a man page do &man.ppp.8; e - seção PPP do &a.ptbr.p.handbook;. - Habilite os logs com o comando + Primeiro, leia o ppp8 e o seção sobre PPP do Handbook. Para ajudar na solução de problemas, ative os logs com o seguinte comando: set log Phase Chat Connect Carrier lcp ipcp ccp command - Este comando pode ser digitado no prompt do &man.ppp.8; - ou pode ser colocado no - /etc/ppp/ppp.conf (A - seção default no - início do arquivo é o melhor lugar para - colocar isso). Tenha certeza de que - seu/etc/syslog.conf (veja - &man.syslog.conf.5;) tenha as linhas + Este comando pode ser digitado no prompt de comando ppp8 ou pode ser inserido no início da seção default do arquivo /etc/ppp/ppp.conf. Certifique-se de que o arquivo /etc/syslog.conf contenha as linhas abaixo e de que o arquivo /var/log/ppp.log exista: - !ppp *.*/var/log/ppp.log + !ppp +*.* /var/log/ppp.log - e que o arquivo /var/log/ppp.log - exista. Agora pode-se ver o que está acontecendo - analisando seu arquivo de log. Não se preocupe se - isso não faz sentido mas se precisar de ajuda, esta - informação fará sentido a - eles. - - Se a sua versão do &man.ppp.8; não - suporta o comando set log ,deve-se fazer o download da - - versão mais recente. O FreeBSD 2.1.5 (e - posteriores) suporta a compilação do - código mais recente. + Muito sobre o que está acontecendo pode ser aprendido no arquivo de log. Não se preocupe se isso não faz sentido, pois pode fazer sentido para outra pessoa. - Por que o &man.ppp.8; fica pendurado quando eu o - inicializo? + Por que o ppp8 é interrompido quando eu o executo? - Isso normalmente acontece porque seu hostname - não esta sendo resolvido. A melhor maneira de - corrigir isso é certificar-se de que o - /etc/hosts está sendo - consultado pelo resolvedor; editando primeiro o - /etc/host.conf e colocando - hosts na primeira linha. Para isso, - simplesmente adicione no /etc/hosts/ - uma entrada para sua máquina local. Se não - tem nenhuma rede local, mude a linha do - localhost: + Geralmente, isso ocorre porque o nome do host não será resolvido. A melhor maneira de corrigir isso é certificar-se de que /etc/hosts seja lido primeiro, garantindo que a linha hosts seja listada primeiro em /etc/host.conf. Em seguida, insira uma entrada em /etc/hosts para a máquina local. Se não houver nenhuma rede local, altere a linha localhost: 127.0.0.1 foo.example.com foo localhost - Senão, adicione uma outra entrada para seu - host. Consulte as man pages relevantes para maiores - detalhes. + Caso contrário, adicione outra entrada para o host. Consulte as páginas de manual relevantes para mais detalhes. - Ao terminar, deve ser possível dar um - ping -c1 `nomedohost` com sucesso. - + Quando terminar, verifique se este comando foi bem sucedido: ping -c1 `hostname`. - Porque o &man.ppp.8; não disca em - modo-auto - + Por que o ppp8 não disca no modo -auto? - Primeiro verifique se há uma rota - padrão. Ao executar um netstat - -rn (veja &man.netstat.1;), devem aparecer duas - entradas como essas: + Primeiro, verifique se existe uma rota padrão. Este comando deve exibir duas entradas: Destination Gateway Flags Refs Use Netif Expire default 10.0.0.2 UGSc 0 0 tun0 10.0.0.2 10.0.0.1 UH 0 0 tun0 - Assume-se o uso do endereço recomendado pelo - &a.ptbr.p.handbook;, páginas de manual ou no - arquivo ppp.conf.sample. Se a rota padrão - não foi definida, é possível que a - versão do &man.ppp.8; seja antiga, uma vez que - não entendem a palavra HISADDR - no arquivo ppp.conf. Se a versão do seu FreeBSD - for anterior a 2.2.5, mude a linha + Se uma rota padrão não estiver listada, certifique-se de que a linha HISADDR foi adicionada ao /etc/ppp/ppp.conf. - add 0 0 HISADDR + Outro motivo para a falta da linha de rota padrão é que uma rota padrão foi adicionada ao /etc/rc.conf e esta linha está faltando no arquivo /etc/ppp/ppp.conf: - para - - add 0 0 10.0.0.2 - - Outra razão para a rota padrão estar - ausente, pode ser porquê você equivocadamente - definiu uma rota default em seu arquivo - /etc/rc.conf (veja &man.rc.conf.5;) - (este arquivo era chamado - /etc/sysconfig nas versões - anteriores a 2.2.2) e omitiu a linha - delete ALL - no ppp.conf. Se este for o - problema, volte para - seção de configurações - Finais do &a.ptbr.p.handbook;. + Se esse for o caso, volte para seção Configuração final do sistema no Handbook. - O que No route to host - significa? + O que o erro No route to host significa? - Este erro é causado pela falta das linhas + Este erro geralmente ocorre porque a seguinte seção está faltando no arquivo /etc/ppp/ppp.linkup: MYADDR: delete ALL add 0 0 HISADDR - no seu arquivo - /etc/ppp/ppp.linkup. Isso somente - é necessário se você tem um IP - dinâmico ou não sabe o endereço do seu - gateway. Se você esta usando o modo interativo, - pode-se digitar o seguinte, depois de ter entrado no - modo packet (O modo packet é - indicado pelo PPP maiísculo no - prompt): - + Isso é necessário apenas para um endereço IP dinâmico ou quando o endereço do gateway padrão é desconhecido. Ao usar o modo interativo, o seguinte pode ser digitado depois de entrar no modo de pacote. O modo de pacote é indicado pelo PPP em letras maiúsculas no prompt: delete ALL add 0 0 HISADDR - Consulte a - seção PPP e Endereços IPs - dinâmicos do &a.ptbr.p.handbook; para - maiores detalhes - + Consulte a seção Endereços IP dinâmicos e PPP do manual para mais detalhes. - Porque minha conexão cai depois de (em média) - 3 minutos? + Por que minha conexão cai depois de 3 minutos? - O default timeout do PPP é de 3 minutos. Isso pode - ser ajustado com a linha + O tempo limite padrão do PPP é de 3 minutos. Isso pode ser ajustado com a seguinte linha: set timeout NNN - Onde NNN é o número em - segundos de inatividade antes da conexão ser - fechada. Se NNN é zero a conexão - nunca será fechada devido a um timeout. É - possível colocar esse comando no - ppp.conf ou digitá-lo no modo - interativo. Também é - possível que isso seja ajustado enquanto sua - conexão esta ativa conectando - pelo socket do servidor ppp usando - &man.telnet.1; ou &man.pppctl.8;. Consulte a man - page do &man.ppp.8; para maiores detalhes. - + onde NNN é o número de segundos de inatividade antes que a conexão seja fechada. Se NNN for zero, a conexão nunca será fechada devido a um tempo limite. É possível colocar este comando em ppp.conf, ou digitá-lo no prompt no modo interativo. Também é possível ajustá-lo rapidamente enquanto a linha está ativa conectando-se ao socket de servidor do ppp usando telnet1 ou pppctl8. Consulte a página do manual ppp8 para obter mais detalhes. - Por que minha conexão cai quando está - sobrecarregada? + Por que minha conexão cai sob carga pesada? - Se você tem o relatório da qualidade da - ligação (opção LPR) - configurado é possível que muitos pacotes - LQR entre sua máquina e a origem estejam sendo - perdidos. O ppp deduz que sua linha deve ser ruim e - desconecta. Antes da versão 2.2.5 do FreeBSD, o - LQR era habilitado por default. Agora ele é - desabilitado por default. O LQR pode ser desabilitado com - a linha + Se o relatório de qualidade de link (LQR) estiver configurado, é possível que muitos pacotes LQR sejam perdidos entre o sistema FreeBSD e o peer. ppp8 deduz que a linha deve ser ruim e desconectada. O LQR vem desativado por padrão e pode ser ativado com a seguinte linha: - disable lqr + enable lqr - Por que minha conexão cai após um - período aleatório de tempo? + Por que minha conexão cai depois de um período de tempo aleatório? - Às vezes, em uma linha telefônica com - ruídos, ou quando a linha tem espera de - ligações, seu modem pode desligar, pensando - (incorretamente) que perdeu o sinal de linha. + Às vezes, em uma linha telefônica barulhenta ou mesmo em uma linha com a chamada em espera ativada, o modem pode desligar porque acha incorretamente que perdeu conexão com a operadora. - Existem ajustes em grande parte dos modems - determinando o quão tolerante ele deve ser a - respeito de perdas de sinal de linha. No USR Sportster, - por exemplo, isso é medido pelo registrador S10 em - décimos de segundo. Para fazer com que seu modem - não caia, poderia-se adicionar a seguinte string - dial up para envio/espera: - - set dial "...... ATS10=10OK......" - - - Consulte o manual do seu modem para detalhes. + Há uma configuração na maioria dos modems para determinar quão tolerante deve ser a perda temporária de conexão com portadora. Consulte o manual do modem para detalhes. - Por que minha conexão fica pendurada depois de - um período aleatório de tempo? - + Por que minha conexão cai após um período aleatório de tempo? + - Muitas pessoas experimentam conexões presas sem - aparentemente nenhuma explicação. + + Muitas pessoas experimentam conexões pendentes sem explicação aparente. A primeira coisa a estabelecer é de que lado do link está pendurado. - Se você usa um modem externo, você - simplesmente pode tentar um &man.ping.8; para ver se a luz - TD fica piscando quando você - transmite dados. Se piscar (e a luz do - RD não), o problema é com - a extremidade remota. Se o TD - não piscar, o problema é local. Com um - modem interno você precisará usar o comando - set server no seu arquivo ppp.conf. - Quando ocorrer de cair, conecte com o &man.ppp.8; usando o - &man.pppctl.8;. Se a conexão de sua rede voltar de - repente (o ppp voltou devido a atividade no - diagnóstico do socket) ou se você não - consegue conectar (assumindo que o comando set - socket foi iniciado com sucesso) o problema - é local. Se você puder conectar e ainda as - coisas estiverem "penduradas" habilite os logs do async - local com o comando set log local async - e use o &man.ping.8; de outra janela ou terminal para - forçar a atividade da conexão. Os logs - async irão mostrar os dados que estão sendo - transmitidos e recebidos durante a ligação. - Se os dados estão indo e não estão - voltando, o problema é remoto. + Ao usar um modem externo, tente usar ping8 para ver se a luz de TD está piscando quando os dados são transmitidos . Se piscar, mas a luz de RD não, o problema é com a extremidade remota. Se TD não piscar, o problema é local. Com um modem interno, use o comando set server em ppp.conf. Quando o problema ocorrer, conecte-se ao ppp8 usando pppctl8. Se a conexão de rede reviver repentinamente devido à atividade no socket de diagnóstico ou se não se conectar, mas o comando set socket for bem-sucedido na inicialização, o problema é local. Se ele puder se conectar, mas as coisas ainda estiverem travadas, ative o log local com set log local async e use ping8 de outra janela ou terminal para fazer uso do link. O registro assíncrono mostrará os dados sendo transmitidos e recebidos no link. Se os dados estão saindo e não voltando, o problema é remoto. - Tendo estabelecido que o problema é local ou - remoto, você tem agora duas possibilidades: + Tendo estabelecido se o problema é local ou remoto, existem agora duas possibilidades: - + - Se o problema é remoto, leia a - secção . + Se o problema for remoto, leia a entrada . - Se o problema for remoto, leia a - secção . + Se o problema é local, leia a entrada . - A extremidade remota não está - respondendo. O que eu posso fazer? + A ponta remota não está respondendo. O que eu posso fazer? - Há muito pouco que pode ser feito em - relação a isso. A maioria dos provedores - irão recusar ajuda-lo se você não usar - o Windows. Você pode habilitar a - lqr no seu arquivo - ppp.conf, permitindo ao &man.ppp.8; - detectar a falha remota e desligar-se, mas essa - detecção é relativamente lenta e - consequentemente inútil. Pode-se querer evitar - dizer ao seu provedor que você está rodando o - user-ppp.... + Há muito pouco que pode ser feito sobre isso. Muitos ISPs recusam-se a ajudar usuários que não estejam executando um SO da Microsoft. Adicione enable lqr ao /etc/ppp/ppp.conf, permitindo ppp8 para detectar a falha remota e desligar. Essa detecção é relativamente lenta e, portanto, não é tão útil. - Primeiro tente desabilitar toda compressão - local adicionando o seguinte em sua - configuração: + Primeiro, tente desativar toda a compactação local adicionando o seguinte à configuração: disable pred1 deflate deflate24 protocomp acfcomp shortseq vj deny pred1 deflate deflate24 protocomp acfcomp shortseq vj - Então reconecte para assegurar de que isso - não fez diferença. Se as coisas melhoraram - ou se o problema foi resolvido completamente, determine - quais ajustes fizeram a diferença através de - tentativas e erros. Isto fornecerá uma boa cartada - quando você contactar seu provedor (embora possa - parecer que você não esteja rodando um - produto Microsoft). + Em seguida, reconecte para garantir que isso não faz diferença. Se as coisas melhorarem ou se o problema for resolvido completamente, determine qual configuração faz a diferença através de tentativa e erro. Esta é uma boa informação para o ISP, embora possa tornar aparente que não é um sistema Microsoft. - Antes de contactar seu provedor, habilite o log async - localmente e aguarde até que sua conexão - caia novamente. Isto pode usar um bocado de espaço - em disco. A última leitura de dados da porta pode - ser de seu interesse. São geramente dados em - ascii, e podem mesmo descrever o problema (Memory - fault, core dumped?). + Antes de entrar em contato com o ISP, ative o registro assíncrono localmente e aguarde até que a conexão seja interrompida novamente. Isso pode usar um pouco de espaço em disco. Os últimos dados lidos da porta podem ser de interesse. Geralmente são dados ASCII e podem até descrever o problema (Memory fault, Core dumped). - Se seu provedor for prestativo, ele deve ser capaz de - habilitar o log da extremidade da conexão dele, - então quando a proxima queda de link ocorrer, eles - podem ser capazes de dizer porque o seu lado esta tendo - problemas. Sinta-se livre para enviar os detalhes para - &a.brian; ou peça para seu provedor - contactá-lo diretamente. + Se o ISP for útil, eles devem ser capazes de habilitar o log em sua finalização, então quando o próximo link falhar, eles poderão dizer por que seu lado está tendo um problema. - O &man.ppp.8; está travado. O que eu posso - fazer? + ppp8 foi desativado. O que eu posso fazer? - A melhor coisa a fazer aqui é recompilar o - &man.ppp.8; adicionando CFLAGS+=-g e - STRIP= no final do Makefile, depois - faça make clean && make && - make install. Quando o &man.ppp.8; ficar - travado, procure o id do processo com um ps ajxww - | fgrep ppp e execute gdb ppp - PID. No prompt do gdb você pode - então usar o bt para obter um - rastreamento da pilha. + Nesse caso, reconstrua o ppp8 com informações de depuração e, em seguida, use gdb1 para pegar um rastrear uma pilha do processo ppp que está travado. Para reconstruir o utilitário ppp com informações de depuração, digite: - Envie os resultados para: - brian@Awfulhak.org. - - + # cd /usr/src/usr.sbin/ppp +# env DEBUG_FLAGS='-g' make clean +# env DEBUG_FLAGS='-g' make install - - - Por que não acontece nada depois da mensagem - Login OK!? - + Em seguida, reinicie o ppp e espere até que ele seja interrompido novamente. Quando a compilação de depuração do ppp é interrompida, inicie o gdb no processo travado digitando: - - Antes da versão 2.2.5 do FreeBSD, uma vez que a - conexão foi estabelecida, o &man.ppp.8; espera que o - modem remoto inicie o protocolo do controle de linha - (LCP), Muitos provedores não iniciarão a - negociação e esperarção que o - cliente a faça. Para forçar o &man.ppp.8; - para iniciar o LCP, use a seguinte linha: + # gdb ppp `pgrep ppp` - set openmode active - - - Nota: isto geralmente não prejudica em nada - se a negociação for iniciada por ambos os - lados, assim, a opção openmode é - agora ativada por padrão. Entretanto, na - próxima seção será explicado - quando isso realmente proporciona - algum problema. - + No prompt gdb, use os comandos bt ou where para obter um rastreamento de pilha. Salve a saída da sessão gdb e desconecte do processo em execução, digitando quit . - Eu vejo os mesmos erros sobre magic is the - same. O que significa? + Eu continuo vendo erros sobre a magia sendo a mesma. O que isso significa? - Ocasionalmente, depois da conexão, você - pode ver mensagens no log dizendo "magic is the - same". Às vezes essas mensagens - são sem importância e as vezes um lado ou o - outro sai. A maioria das implementações do - ppp não consegue continuar com esse problema, e - mesmo se a conexão estiver para ser estabelecida, - você verá repetidas requisições - de configuração e reconhecimentos de - configuração no arquivo de log até - que o &man.ppp.8; eventualmente desista e feche a - conexão. + Ocasionalmente, logo após a conexão, pode haver mensagens no log que digam que Magic é o mesmo. Às vezes, essas mensagens são inofensivas e, às vezes, um lado ou outro termina. A maioria das implementações do PPP não pode sobreviver a esse problema, e mesmo se o link aparecer, haverá solicitações de configuração repetidas e configuração de reconhecimentos no arquivo de log até que o ppp8 eventualmente desiste e fecha a conexão. - Isto normalmente acontece em máquinas com - discos lentos que estão dando spawning getty na - porta e executam o &man.ppp.8; através de um login - script ou programa depois do login. Eu também ouvi - relatórios disso estar acontecendo consistentemente - ao usar slirp. A razão é que no tempo entre - saída do &man.getty.8; e a - inicialização do &man.ppp.8;, o &man.ppp.8; do - lado cliente começa a emitir pacotes do protocolo - do controle da linha LCP). Porque o ECHO ainda esta - ligado na porta do servidor, o cliente então - vê esses pacotes serem refletidos de - volta. + Isso normalmente acontece em máquinas servidor com discos lentos que estão gerando um getty8 na porta e executando ppp8 a partir de um script de login ou programa após o login. Houve relatos de que isso acontecia de forma consistente ao usar slirp. A razão é que no tempo entre getty8 terminar e o ppp8 iniciar, o cliente ppp8 inicia o envio de pacotes do protocolo de controle de linha (LCP). Como o ECHO ainda está ligado à porta do servidor, o cliente ppp8 vê esses pacotes sendo refletidos de volta. - Uma parte da negociação LCP deve - estabelecer um número mágico para cada lado - da ligação de modo que as - reflexões possam ser detectadas. O - protocolo diz que quando um ponto tenta negociar o mesmo - número mágico, um NAK deve ser emitido e um - novo número mágico deve ser escolhido. - Durante o período que a porta do server tem o ECHO - ligado, o &man.ppp.8; cliente manda pacotes LCP, vê o - mesmo número mágico nos pacotes refletidos e - manda NAKs a ele. Ve-se também o NAK que foi - refletido (que significa que o &man.ppp.8; deve mudar o seu - número mágico). Isto produz um - número potencialmente enorme de mudanças de - números mágicos que estão sendo - empilhados no buffer do tty do servidor. Tão logo - o &man.ppp.8; se inicia no servidor, ele é inundado - com mudanças de números mágicos - imediatamente ao negociar o LCP, e desiste. Enquanto - isso, o cliente não vê por muito tempo as - reflexões e fica feliz apenas por algum tempo, - até receber a desconexão do servidor. + Uma parte da negociação do LCP é estabelecer um número mágico para cada lado do link para que as reflexões possam ser detectadas. O protocolo diz que quando o parceiro tenta negociar o mesmo número mágico, um NAK deve ser enviado e um novo número mágico deve ser escolhido. Durante o período em que a porta do servidor tem o ECHO ligado, o cliente ppp8 envia pacotes LCP, vê o mesmo numero mágica no pacote refletido e reflete o NAK. Ele também vê a reflexão NAK (que também significa que o ppp8 deve mudar seu numero magico). Isso produz um número potencialmente enorme de mudanças no número mágico, todas as quais estão se acumulando alegremente no buffer tty do servidor. Assim que ppp8 é iniciado no servidor, ele é inundado com alterações de numeros mágicos e quase imediatamente decide que tentou o suficiente para negociar LCP e desiste. Enquanto isso, o cliente, que não vê mais as reflexões, fica feliz a tempo de ver um desligamento do servidor. - Isto pode ser evitado permitindo que a - negociação seja iniciada pelo servidor - (peer), adicionando a seguinte linha no seu arquivo - ppp.conf: + Isto pode ser evitado permitindo que o par comece a negociar com a seguinte linha em ppp.conf: set openmode passive - Isso diz ao &man.ppp.8; para esperar que o servidor - inicie as negociações LCP. Alguns - servidores, entretanto, podem nunca iniciar as - negociações. Se este for o caso, você - deve fazer algo como: + Isto diz ao ppp8 para esperar que o servidor inicie as negociações do LCP. Alguns servidores, no entanto, nunca podem iniciar negociações. Nesse caso, tente algo como: set openmode active 3 - Isto diz ao &man.ppp.8; para ser passivo durante 3 - segundos, e então começar a enviar - requisições LCP. Se o servidor (peer) - começar a enviar requisições durante - esse período, o &man.ppp.8; irá responder - imediatamente, ao invés de aguardar pelo - período completo de 3 segundos. + Isso informa ao ppp8 para ser passivo por 3 segundos e, em seguida, para iniciar o envio de solicitações de LCP. Se o peer começar a enviar pedidos durante este período, ppp8 responderá imediatamente, em vez de esperar pelo período completo de 3 segundos. - As negociações LCP continuam até - que a conexão seja fechada. O que está - errado? + As negociações LCP continuam até que a conexão seja encerrada. O que está errado? - Há atualmente uma característica - faltando no ppp onde ele não associa respostas LCP - , CCP & IPCP com suas requisições - originais. Como consequência, se uma - implementação ppp é 6 segundos mais - lenta do que o outro lado, esse lado emitirá duas - requisões adicionais de configuração - LCP. Isto é fatal. + Há atualmente uma implementação incorreta no ppp8 onde ele não associa LCP, CCP & Respostas IPCP com seus pedidos originais. Como resultado, se uma implementação de PPP for mais de 6 segundos mais lenta do que o outro lado, o outro lado enviará duas solicitações adicionais de configuração de LCP. Isso é fatal. - Considere duas implementações, - A e B. - A emite requisições LCP - imediatamente após a conexão e - B leva 7 segundos para iniciar. Quando - B inicia, A emitiu 3 LCP - REQs. Nós estamos supondo que a linha ECHO esteja - desabilitada, senão nós veríamos - problemas com número mágico como descritos - na seção anterior. B emite - um REQ, entao um ACK para o primeiro dos REQs de - A. Isto resulta em A - entrando no estado OPENED e enviando um - ACK (o primeiro) de volta a B. Enquanto - isso, B envia de volta mais dois ACKs em - resposta aos dois REQs adicionais enviados por - A antes de B ter - iniciado. B então recebe o - primeiro ACK de A e também entra - no estado de OPENED. - A recebe o segundo ACK de - B e retorna ao estado de - REQ-SENT, enviando um outro (seguinte) - REQ conforme a RFC ordena. Então, recebe o - terceiro ACK e entra no estado OPENED. Enquanto isso, - B recebe REQ (posterior) de - A, tendo como resultado uma - reversão para o estado ACK-SENT - e enviando um outro (segundo) REQ e (depois) ACK conforme - a RFC. Conseguindo o REQ, A entra em - REQ-SENT e envia outro REQ. - Imediatamente recebe o ACK seguinte e entra em - OPENED. + Considere duas implementações, A e B. A começa a enviar solicitações LCP imediatamente após a conexão e B leva 7 segundos para iniciar. Quando B é iniciado, A enviou 3 LCP REQs. Estamos supondo que a linha esteja com ECHO desligado, caso contrário, veríamos problemas com números mágicos conforme descrito na seção anterior. B envia um REQ e, em seguida, um ACK para o primeiro dos REQs de A. Isso resulta em A inserindo o estado OPENED e enviando e ACK (o primeiro) de volta para B. Enquanto isso, B envia de volta mais dois ACKs em resposta aos dois REQs adicionais enviados por A antes de B ser iniciado. B recebe o primeiro ACK de A e entra no estado OPENED. A recebe o segundo ACK de B e retorna ao estado de REQ-SENT, enviando outro (adiante) REQ de acordo com o RFC. Em seguida, recebe o terceiro ACK e entra no estado OPENED. Enquanto isso, B recebe o quarto REQ de A, resultando na sua reversão para o estado ACK-SENT e enviando outro (segundo) REQ e (adiante) ACK de acordo com o RFC. A obtém o REQ, entra em REQ-SENT e envia outro REQ. Ele recebe imediatamente o seguinte ACK e insere OPENED. - Isto continuará até que um dos lados - descubra que eles não estão indo a lugar - algum e desista. + Isso continua até que um lado conclui que eles estão chegando a lugar nenhum e desiste. - A melhor maneira de evitar isso é configurar um - lado para ser passivo - isso faz com - que um lado espere pelo outro para iniciar uma - negociação. Isto pode ser feito com o - comando + A melhor maneira de evitar isso é configurar um lado para ser passivo - isto é, fazer um lado esperar que o outro comece a negociar. Isso pode ser feito com o seguinte comando: set openmode passive - Deve-se ter cuidado com esta opção. - Você também deve usar o comando + Deve ser tomado cuidado com esta opção. Este comando também pode ser usado para limitar a quantidade de tempo que o ppp8 aguarda que o par inicie as negociações: - set stopped N + set stopped N - para limitar a quantidade de tempo que o &man.ppp.8; - esperará pelo outro lado iniciar a - negociação. Alternativamente o - comando + Alternativamente, o seguinte comando (onde N é o número de segundos a aguardar antes de iniciar as negociações) pode ser usado: - set openmode active N + set openmode active N - (onde N é o - número de segundos para esperar antes de iniciar as - negociações) pode ser usado. Consulte as - páginas de manual para detalhes. + Verifique a página de manual para detalhes. - - Por que o &man.ppp.8; trava logo apó a - conexão? - - - - Antes da versão 2.2.5 do FreeBSD, era - possível que sua ligação fosse - desabilitada logo após a conexão, devido a - incapacidade de negociação da - compressão Predictor1 do &man.ppp.8;. Isto - aconteceria somente se ambos os lados tentassem negociar - protocolos diferentes do controle da compressão - (CCP). Este problema atualmente esta corrigido, mas se - você ainda roda uma versão antiga do - &man.ppp.8;, o problema pode ser resolvido com a - linha: - - disable pred1 - - - - - Por que o &man.ppp.8; trava quando executo - comandos shell pelo &man.ppp.8;? + Por que ppp8 bloqueia quando eu me deponho a testá-lo? - Quando executa-se o shell com o - comando ! , o &man.ppp.8; executa um - shell (ou se você passar quaisquer argumentos, o - &man.ppp.8; executará aqueles argumentos). Ppp - aguardará o comando terminar antes de continuar. - Se você tentar usar a sua ligaço ppp enquanto - é executado o comando, a ligação - aparacerá congelada. Isto porque o ppp - estará esperando pelo finalização da - comando. + Ao usar shell ou !, ppp8 executa um shell ou os argumentos passados. O programa ppp aguardará a conclusão do comando antes de continuar. Qualquer tentativa de usar o link PPP durante a execução do comando aparecerá como um link congelado. Isso ocorre porque ppp8 está aguardando a conclusão do comando. - Se você desejar executar comandos assim, use o - comando !bg. Ele executará o - comando em background e o &man.ppp.8; poderá - continuar a servir a conexão normalmente. + Para executar comandos como este, use !bg. Isso executará o comando fornecido em segundo plano e ppp8 pode continuar a fornecer o link. - - Como uma conexão por &man.ppp.8; usando um nunca - termina? + + Por que ppp8 sobre um cabo de modem nulo nunca finaliza? - Não há nenhuma maneira para que o - &man.ppp.8; determine automaticamente que uma - conexão direta caiu. Isto é devido - às linhas que são usadas na série de - cable null modems. Ao usar esse tipo de conexão o - LQR deve sempre ser habilitado com a linha: + Não há nenhuma maneira do ppp 8 determinar automaticamente que uma conexão direta foi eliminada. Isso se deve às linhas usadas em um cabo serial de modem nulo. Ao usar esse tipo de conexão, o LQR deve estar sempre ativado com a seguinte linha: enable lqr - A LQR é aceita por padrão, se negociada - com o outro lado. + O LQR é aceito por padrão se negociado pelo par. - Por que o &man.ppp.8; disca sem nenhuma razão no - modo -auto? + Por que o ppp8 disca sem motivo no modo ? - Se o &man.ppp.8; esta discando inesperadamente, - você deve determinar a causa, e setar os filtros de - discagem (dfilters) para evitar esse comportamento. + Se o ppp8 estiver discando inesperadamente, determine a causa e configure os filtros de discagem para evitar que isso ocorra. Para determinar a causa, use a seguinte linha: set log +tcp/ip - Isto registrará todo o tráfego - através da conexão. A próxima vez - que a linha acima for ativada, você verá a - razão logada. + Isso registrará todo o tráfego através da conexão. Na próxima vez que a linha conectar inesperadamente, o motivo será registrado e terá um carimbo conveniente com a data e hora ao lado dele. - Você pode agora desabilitar a discagem sob estas - circunstâncias. Geralmente, este tipo de problema - ocorre devido aos lookups do DNS. Para evitar que os - lookups do DNS estabeleçam uma conexão (isto - não impedirá que o - &man.ppp.8; passe os pacotes através de uma - conexão já estabelecida) use o - seguinte: + Em seguida, desative a discagem nessas circunstâncias. Geralmente, esse tipo de problema surge devido a pesquisas de DNS. Para impedir que as pesquisas de DNS estabeleçam uma conexão (isso não impedirá que o ppp8 passe os pacotes através de um diretório estabelecido) conexão), use o seguinte: set dfilter 1 deny udp src eq 53 set dfilter 2 deny udp dst eq 53 set dfilter 3 permit 0/0 0/0 - Nem sempre isso é apropriado, porque irá - interromper suas capacidades de discagem por demanda - a - maioria dos programas precisarão de lookup do DNS - antes de fazer alguma outra coisa relacionada a - rede. + Isso nem sempre é adequado, já que efetivamente quebra os recursos de discagem por demanda. A maioria dos programas precisará de uma pesquisa de DNS antes de fazer qualquer outra coisa relacionada à rede. - No caso do DNS, você deve tentar determinar o - que esta realmente tentando resolver um hostname. Na - maioria das vezes o &man.sendmail.8; é o culpado. - Você deve certificar-se que o sendmail não - deve fazer nenhum DNS lookup em seu arquivo de - configuração. Veja na seção - Configuração de - Mail para detalhes de como criar seu - próprio arquivo de configuração e o - que deve conter nele. Você pode também - adicionar a seguinte linha ao seu arquivo - .mc: + No caso do DNS, tente determinar o que realmente está tentando resolver um nome de host. A maior parte do tempo, o Sendmail é o culpado. Certifique-se de configurar o Sendmail para não fazer nenhuma pesquisa de DNS em seu arquivo de configuração. Veja a seção sobre usando e-mail com uma conexão discada no manual do FreeBSD para detalhes. Você também pode adicionar a seguinte linha ao .mc: - define(`confDELIVERY_MODE', `d')dnl - + define(`confDELIVERY_MODE', `d')dnl - Isto fará o sendmail enfileirar tudo, - até que a fila esteja funcionando (normalmente o - sendmail é invocado com , - dizendo a ele para rodar a fila (queue) a cada 30minutos) - ou até que o sendmail -q seja - feito (talvez do arquivo ppp.linkup) + Isso fará com que o Sendmail enfileire tudo até que a fila seja executada, normalmente, a cada 30 minutos, ou até que um sendmail -q seja feito, talvez do /etc/ppp/ppp.linkup. - O que estes erros de CCP significam? + O que esses erros de CCP significam? - Eu estou vendo os seguintes erros em - meus logs: + Eu continuo vendo os seguintes erros no meu arquivo de log: CCP: CcpSendConfigReq CCP: Received Terminate Ack (1) state = Req-Sent (6) - Isto é porque o &man.ppp.8; esta tentando - negociar a compressão Predictor1, e o outro ponto - não quer negociar nenhuma compressão. As - mensagens são inofensivas, mas se você - desejar remove-las, poderá desabilitar a - compressão Predictor1 também - localmente: + Isso ocorre porque o ppp8 está tentando negociar a compactação Predictor1, mas o par não deseja negociar nenhuma compactação. As mensagens são inofensivas, mas podem ser silenciadas desativando a compactação: disable pred1 - - Por que o &man.ppp.8; trava durante a - transferência de arquivo com erros de - IO(Input/Output)? - - - - No FreeBSD 2.2.2 e anteriores, havia um bug no driver - tun, que impedia pacotes de entrada de um tamanho maior do - que o MTU da interface. O O recebimento de pacotes - maiores que o MTU da interface resulta em erro de IO que - é logado através do syslogd. - - A especificação do ppp diz que um MTU de - 1500 deve ser sempre aceito como - mínimo. Apesar de todas as - negociações de LCP, é possível - diminuir o MTU para menos de 1500, independentemente - disso, seu provedor irá transmitir pacotes de 1500 - para você, e isso travará sua - conexão. - - O problema pode ser contornado por nunca ajustar um - MTU menor que 1500 sobre o FreeBSD 2.2.2 ou - anteriores. - - - - - Por que o &man.ppp.8; não loga minha velocidade - de conexão? + Por que o ppp8 não registra minha velocidade de conexão? - A fim de logar todas as linhas de - conversação de seu modem - você deve habilitar o seguinte: + Para registrar todas as linhas da conversação do modem, ative o seguinte: set log +connect - Isto irá fazer o &man.ppp.8; logar tudo, - até a ultima requisição - expect. + Isso fará com que o ppp8 registre tudo até a última string expect seja solicitada. - Se você desejar ver sua velocidade de - conexão e estiver usando PAP ou CHAP (e - consequentemente não tenha qualquer coisa para o - chat depois do CONNECT no script de - discagem - no set login script), - você deve certificar-se que instruiu o &man.ppp.8; a - ``a esperar" a linha inteira CONNECT, algo como: + Para ver a velocidade de conexão ao usar o PAP ou o CHAP, certifique-se de configurar ppp8 para esperar toda a linha CONNECT, usando algo assim: set dial "ABORT BUSY ABORT NO\\sCARRIER TIMEOUT 4 \ \"\" ATZ OK-ATZ-OK ATDT\\T TIMEOUT 60 CONNECT \\c \\n" - Aqui nosso CONNECT, não envia nada, ele espera - então um line-feed, forçando o &man.ppp.8; a - ler toda a resposta do CONNECT. + Isso obtém o CONNECT, não envia nada, então espera um avanço de linha, forçando o ppp8 a ler toda a resposta CONNECT. - Por que o &man.ppp.8; ignora o caracter - \ no meu script de - conversação? + Por que o ppp8 ignora o caractere \ no meu script de bate-papo? - O Ppp analiza cada linha no seu arquivo de - configuração, então isso pode ser - interpretado como string tal como set phone "123 - 456 789" corretamente e compreende de fato que - o número é um - único argumento. A fim de - especificar um caracter", - você deve escapar desse comportamento, usando um a - barra invertida \. + O utilitário ppp analisa cada linha em seus arquivos de configuração para que ela possa interpretar corretamente seqüências de caracteres como set phone "123 456 789" e perceber que o número é realmente apenas um argumento . Para especificar um caractere ", escape-o usando uma barra invertida (\). - Quando o script de conversação analizar - cada argumento, ele reinterpretará o argumento a - fim de encontrar quaisquer sequências especiais como - \P ou \T (veja a man - page). Como resultado desta dupla análise, - você deve conseguir usar o número correto de - espaços. + Quando o interpretador de conversas analisa cada argumento, ele reinterpreta o argumento para encontrar qualquer sequência especiais escapadas, como \P ou \T. Como resultado dessa análise dupla, lembre-se de usar o número correto de escapes. - Se você deseja enviar um caracter - \ para dizer a seu modem, você - precisará de algo assim: + Para realmente enviar um caractere \ , faça algo como: set dial "\"\" ATZ OK-ATZ-OK AT\\\\X OK" - resultando a seguinte sequência: + Isso resultará na seguinte seqüência: ATZ OK AT\X OK - ou + Ou: set phone 1234567 set dial "\"\" ATZ OK ATDT\\T" - resultando na seguindo sequência: + Isso resultará na seguinte seqüência: ATZ OK ATDT1234567 - - Por que o &man.ppp.8; dá um seg-fault, mas eu - não vejo nenhum arquivo - ppp.core? - - - - O Ppp (ou qualquer programa desta natureza) nunca - dever dar core dump. Porque o &man.ppp.8; roda com um - e-userid (effective user id) 0, o sistema operacional - não irá escrever a imagem do core do - &man.ppp.8; em disco antes de terminá-lo. Mas se - acontecer de o &man.ppp.8; terminar devido a uma falha de - segmentação ou algum outro sinal que - normalmente causaria um core dumped, - e você tem certeza de que esta - usando uma versão mais recente do ppp (veja o - começo desta seção), você deve - fazer o seguinte: - - &prompt.user; tar xfz ppp-*.src.tar.gz -&prompt.user; cd ppp*/ppp -&prompt.user; echo STRIP= >>Makefile -&prompt.user; echo CFLAGS+=-g >>Makefile -&prompt.user; make clean all -&prompt.user; su -&prompt.root; make install -&prompt.root; chmod 555 /usr/sbin/ppp - - Você agora tem uma versão - debugável do &man.ppp.8; instalada. Você - precisará ser root para rodar - o ppp porque todos os seus privilégios foram - revogados. Quando você iniciar o &man.ppp.8;, tome - nota com cuidado de qual era o seu diretório - corrente naquele instante. - - Agora, quando o &man.ppp.8; receber uma - violação de segmento (seg-fault), você - terá um arquivo chamado ppp.core. Você deve - então fazer o seguinte: - - &prompt.user; su -&prompt.root; gdb /usr/sbin/ppp ppp.core -(gdb) bt -....... -(gdb) f 0 -...... -(gdb) i args -...... -(gdb) l -....... - - Toda essa informação deve ser dada com a - sua pergunta, sendo possível agora diagnosticar o - problema. - - Se você é familiarizado com o gdb, - você pode desejar encontrar alguns outros bits e - partes como as que causaram o dump e também os - endereços e valores das variáveis - revelantes. - - - - - - Por que o processo que força a discagem em auto - mode nunca conecta? - - - - Este era um problema conhecido na - configuração &man.ppp.8; para negociar um IP - local dinâmico com o outro ponto no auto mode. Isto - foi corrigido na versão mais recente. Procure na - man page do &man.ppp.8; por - iface. - - O problema era que quando este programa inicial chamava - o &man.connect.2;, o número IP da interface tun - estava atribuído ao endpoint do soquete. O - kernel cria o primeiro - pacote de saída e escreve-o no dispositivo tun. O - &man.ppp.8; então lê o pacote e estabelece a - conexão. Se em consequência da - atribuição dinâmica do IP do - &man.ppp.8; o endereço da interface for mudado, o - endpoint do soquete original será inválido. - Todos os pacotes subsequentes emitidos ao outro ponto - serão geralmente descartados. Mesmo se não - forem descartados, nenhuma das respostas irá voltar - pela rota da máquina de origem, isto porque o - número IP já não pertence a essa - máquina. - - Há diversas maneiras teóricas para - abordargem desse problema. Seria mais agradável se - o ponto reatribuísse, se possível o mesmo - número IP :-) A versão - atual do &man.ppp.8; faz isso, mas a maioria das outras - implementações não. - - O método mais fácil do nosso lado, seria - nunca mudar o número IP da interface tun, mas ao - invés disso, mudar todos os pacotes de saída - de modo que a origem do número IP é mudada - da interface IP para o IP negociado dinâmicamente. - Isto é essencialmente o que a opção - iface-alias na versão mais - recente do ppp faz (com a ajuda da &man.libalias.3; e da - opção do &man.ppp.8;) - - esta mantendo endereços anteriores da interface e - fazendo NAT do último endereço - negociado. - - Uma outra alternativa (e provavelmente a mais - confiável) seria implementar uma chamada de sistema - que mudasse todos os soquetes ligados de um IP para outro. - O &man.ppp.8; usaria essa chamada para modificar os - soquetes de todos os programas em execução - quando um novo endereço IP é negociado. O - mesmo sistema de chamadas poderia ser usado por clientes - dhcp quando são forçados a religar seus - soquetes. - - Ainda, outra possibilidade é permitir a - interface para ser ativada sem um número IP. Os - pacotes de saída seriam dados um número IP - 255.255.255.255 até que a primeira SIOCAIFADDR - ioctl esteja pronta. Isto resultaria na completa - ligação com o soquete. Seria até o - &man.ppp.8; mudar o número IP de origem, mas somente - se foi setado para 255.255.255.255, e somente o - número IP e o IP checksum deveriam ser mudados. - Isto porém, é um pequeno hack do - kernel que deve estar - enviando maus pacotes para uma interface configurada, na - suposição de que algum outro mecanismo - é capaz de corrigir as coisas de forma - restrospectiva. - - - - - - Por que a maioria dos jogos não funciona com a - opção -nat? - - - - A razão para os jogos e outros programas - não funcionarem quando a libalias esta em uso - é porque a máquina de fora irá tentar - abrir uma conexão ou enviar pacotes UDP (não - solicitados) para a máquina de dentro. O software - NAT não sabe que deve enviar esses pacotes para a - máquina interna. - - Para que as coisas funcionem, certifique-se de que a - única coisa que esta rodando é o software - que você esta tendo problemas, a seguir rode o - tcpdump na interface tun do gateway ou habilite &man.ppp.8; - tcp/ip logging (set log+tcp/ip) na - gateway. - - Quando você iniciar o software, você deve - ver pacotes passando através da máquina - gateway. Quando alguma coisa volta vindo de fora, - será descartado (este é o problema). Tome - nota do número da porta desses pacotes e a seguir - feche o software. Faça isso algumas vezes para ver - se os números da porta são consistentes. Se - eles forem, a seguinte linha no - /etc/ppp/ppp.conf fará o - software funcional: - - nat port protomáquinainterna: -portaporta - - Onde proto é ou - tcp ou udp, - máquinainterna é - a máquina de onde você quer que os pacotes - sejam enviados e porta é - número da porta de destino dos pacotes. - - Você não poderá usar o software em - outras máquinas sem mudar o comando acima, e rodar - o software em duas máquinas internas ao mesmo tempo - é fora de questão - Apesar de tudo, o lado - de fora esta vendo toda sua rede interna como sendo - somente uma máquina. - - Se os números da porta não são - consistentes, há ainda mais 3 - opções. - - - - Enviar o suporte na libalias. Exemplos de 'casos - especiais' podem ser encontrados em - /usr/src/lib/libalias/alias_*.c - (alias_ftp.c eh um bom tipo de - protocolo). Isto geralmente envolve ler determinados - pacotes reconhecidos na saída, identificando a - instrução que chama a máquina - externa para iniciar a conexão de volta para a - máquina interna em uma porta (aleatória) - específica e setar a rota na - tabela de aliases de modo que os pacotes subsequentes - saibam para onde ir. - - Esta solução é a mais - difícil, mas é a melhor e irá - fazer o software trabalhar com múltipla - máquinas. - - - - Use um proxy. A aplicação - poderá suportar sock5 por exemplo, ou (como no - caso do cvsup) pode ter uma - opção passive que evita - sempre requisições feitas pelo outro - ponto de volta para a máquina local. - - - - Redirecione tudo para a máquina interna - usando nat addr. Pode-se dizer que - essa seja a apelação. - - - - - - - - Alguém fez uma lista de número de portas - úteis? - - - - Não ainda, mas a intensão é - produzir tal lista (se algum interesse for mostrado). Em - cada exemplo, internal deve ser - substítuido pelo IP da máquina que esta - jogando o jogo. - - - - Asheron's Call - - nat port udp - internal:65000 - 65000 - - Mude manualmente o número da porta dentro - do jogo para 65000. Se você começar com - um determinado número de máquinas que - você deseja jogar atribua uma porta para cada - (por ex 65001, 65002, etc) e adicione uma - porta nat para cada uma. - - - - Half Life - - nat port udp - internal:27005 - 27015 - - - - PCAnywhere - 8.0 - - nat port udp - internal:5632 5632 - - - nat port tcp - internal:5631 5631 - - - - - Quake - - nat port udp - internal:6112 - 6112 - - Alternativamente, você pode querer ir em - www.batle.net - para dar uma olhada no suporte de proxy do - quake. - - - - Quake 2 - - nat port udp - internal:27901 - 27901 - - nat port udp - internal:60021 - 60021 - - nat port udp - internal:60040 - 60040 - - - - Red Alert - - nat port udp - internal:8675 - 8675 - - nat port udp - internal:5009 5009 - - - - - - - - O que são erros FCS? + Quais são os erros do FCS? - FCS significa Frame - Check Sequence. - Cada pacote do ppp tem um checksum anexado para - assegurar-se de que os dados que estão sendo - recebidos sejam os dados que estão sendo emitidos. - Se o FCS de um pacote de entrada estiver incorreto, o - pacote sera perdido e a contagem do HDLC FCS é - aumentada. Os valores de erro HDLC podem ser mostrados - usando o comando show hdlc. + FCS significa Sequência de Verificação de Quadro. Cada pacote PPP tem uma soma de verificação anexada para garantir que os dados sendo recebidos sejam os dados que estão sendo enviados. Se o FCS de um pacote de entrada estiver incorreto, o pacote será descartado e a contagem HDLC FCS será aumentada. Os valores de erro HDLC podem ser exibidos usando o comando show hdlc. - Se a sua ligação é ruim ou se o - driver serial esta perdendo pacotes), você - irá ver ocasionalmente erros FCS. Isto geralmente - não é motivo para se preocupar, embora - diminua substancialmente os protocolos de - compressão. Se você tem um modem externo, - certifique-se que seu cabo esteja protegido corretamente - de interferências - Isso pode erradicar o - problema. + Se o link for ruim ou se o driver serial estiver descartando pacotes, ele produzirá o erro ocasional de FCS. Isso geralmente não vale a pena se preocupar, embora deixe substancialmente lento os protocolos de compactação. - Se sua ligação congelar assim que - você conectar e vier um grande número de - erros FCS, pode ser porque seu link não esta com o - bit 8 limpo. Certifique-se que seu modem não - esteja usando o controle de fluxo do software (XON/XOFF). - Se o seu datalink deve usar software de controle de fluxo, - use o comando set accmap 0x000a0000 - para dizer ao ppp para ignorar os caracteres - ^Q e ^S. + Se o link congelar assim que se conectar e produzir um grande número de erros de FCS, verifique se o modem não está usando o controle de fluxo de software (XON/XOFF). Se o link precisar usar o controle de fluxo de software, use set accmap 0x000a0000 para informar o ppp8 para escapar o ^Q e caracteres ^S. - Uma outra razão para estar vendo muitos erros - FCS pode ser que a extremidade remota parou de comunicar - com o PPP. Você pode querer - habilitar registros async neste ponto - para determinar se os dados entrantes são realmente - um alerta de início de sessão do prompt da - shell. Se você tiver um prompt shell na extremidade - remota, é possível terminar o &man.ppp.8; sem - deixar cair a linha usando o comando close - lcp (o comando term - irá reconectar você shell da máquina - remota). Se nada em seus logs indicar o porque de sua - ligação ter sido terminada, você pode - perguntar ao administrador remoto (do seu provedor?) - porque a sessão foi terminada. - - + Outra razão para muitos erros de FCS, pode ser que o terminal remoto parou de falar com PPP. Nesse caso, ative o log do async para determinar se os dados recebidos são realmente um login ou prompt de shell. Se for um prompt de shell no final remoto, é possível terminar o ppp8 sem eliminar a linha usando close lcp seguido de term) para reconectar ao shell na máquina remota. - - - Por que a conexão do MacOS e Windows98 travam - ao rodar o PPPoE no gateway? - - - - Agradecimentos a Michael Wozniak - mwozniak@netcom.ca por descobrir o - problema, e a Dan Flemming - danflemming@mac.com pela - solução do Mac: - - Isto é devido ao que é chamado de - roteador Buraco Negro (Black - Hole). MacOS e Windows98 (e talvez - outros SO's da Microsoft) envia m pacotes TCP com um - tamanho de segmento requisitado muito grande para ser - contido em um frame do PPPoE (MTU por default na ethernet - é de 1500) e tenha o - não fragmento do bit ajustado - (default do TCP) e o roteador Telco não esta - enviando ICMP deve ser fragmentado de volta - ao sitio www que você esta tentando carregar. - (Alternativamente o roteador está enviando pacotes - ICMP corretamente, mas o firewall no sitio www esta - deixando perdê-los). Quando o servidor www esta - enviando seus frames que não cabem no pipe do PPPoE - o roteador Telco deixa-os perder e sua página - não é carregada (algumas páginas - gráficas carregam porque são menores que um - MSS). Esta parece ser a configuração - default da maioria dos Telco PPPoE (somente eles sabem - como programar o roteador). - - Um maneira de fixar isso é usando o regedit em - sua seu Windows 95/98 e adicionar a seguinte entrada de - registro: - - HKEY_LOCAL_MACHINE\System\CurrentControlSet\Services\Class\NetTrans\0000\MaxMTU - - Deve ser uma string com um valor 1436, - porque há relatos de que alguns roteadores ADSL - são incapazes de tratar os pacotes maiores que - esse. Esta chave de registro foi mudada para - Tcpip\Parameters\Interfaces\ID-para-o-adptador\MTU - no windows 2000 e tornou-se um DWORD. - - Consulte os documentos da Microsoft - Q158474 - Windows TCPIP Entradas de registroi e - - Q120642 - TCPIP & NBT Parametros de - configuração para Windows NT para - maiores informacoes sobre alterações de MTU - no Windows para funcionar com um roteador NAT. - - Uma outra possibilidade do regedit sob o Windows 2000 - é setar - Tcpip\Parameters\Interfaces\ID-para-o-adaptador\EnablePMTUBHDetect - DWORD para 1 como mencionado no documento original da - Microsoft 120642 comentado acima. - - Infelizmente o MacOS não oferece uma - mudança TCP/IP nas configurações da - interface. Entretanto, há um software comercial - disponível, o OTAdvancedTuner (OT para - OpenTransport, a pilha TCP/IP do MacOS) feito pela Sustainable - Softworks, ele permite aos usuários - customizar as configurações TCP/IP. Os - usuários de NAT do MacOS devem selecionar o - ip_interface_MTU no menu drop-down, - colocar 1450 em vez de - 1500, clique na caixa próximo ao - Save as Auto Configure, e clique em - Make Active. - - Versões mais recentes do &man.ppp.8; (2.3 ou - mais recente) tem o comando enable - tcpmssfixup que irá automaticamente - ajustar um valor apropriado ao MSS. Esta facilidade - é habilitada por default. Se você for - apaixonado pela versão mais antiga do &man.ppp.8; - você pode querer dar uma olhada no - port do - tcpmssd. + Se nada no arquivo de log indicar por que o link foi encerrado, pergunte ao administrador remoto ou ISP por que a sessão foi encerrada. - Nada disso me ajudou - Eu estou desesperado! O que eu - posso fazer? + Nada disso ajudou - estou desesperado! O que eu posso fazer? - Se tudo falhar, envie o máximo de - informacões que você puder, incluindo seus - arquivos de configuração, a forma como - está iniciando o &man.ppp.8;, os trechos relevantes - de seu arquivo de log e a saída do comando - netstat -rn (antes e depois de - conectado) para a lista &a.questions; ou para o grupo de - notícias comp.unix.bsd.freebsd.misc. - Alguém deve ajudar a solucionar seu - problema. + Se tudo mais falhar, envie os detalhes do erro, os arquivos de configuração, como ppp8 está sendo iniciado, as partes relevantes no arquivo de log , e a saída de netstat -rn, antes e depois de conectar, para a Lista de discussão de questões gerais do FreeBSD. - Comunicações Seriais + Comunicações Seriais - Essa seção cobre as perguntas mais comuns - sobre comunicação serial com o FreeBSD. PPP e - SLIP são abordados na seção - . + Esta seção responde a perguntas comuns sobre comunicação serial com o FreeBSD. O PPP é abordado na seção Networking. - - Como eu posso dizer se o FreeBSD encontrou minhas - portas seriais? + + Quais placas multi-seriais são suportadas pelo FreeBSD? - Assim que o kernel do FreeBSD é carregado, ele - irá varrer as portas seriais do seu sistema - procurando dispositivos nas portas configuradas no kernel. - Pode-se observar atentamente as mensagens que o sistema - exibe, ou então executar o seguinte comando: + Há uma lista destas no capítulo Comunicações Seriais do Handbook. - &prompt.user; dmesg | grep sio + A maioria das placas PCI multi-portas baseadas em 16550 ou nos seus clones são suportadas sem esforço extra. - assim que o sistema estiver em funcionamento e - execução. + Alguns cartões clone não-nomeados também são conhecidos por funcionar, especialmente aqueles que afirmam ser compatíveis com AST. - Aqui estão alguns exemplos dos resultados do - comando executado acima: - - sio0 at 0x3f8-0x3ff irq 4 on isa -sio0: type 16550A -sio1 at 0x2f8-0x2ff irq 3 on isa -sio1: type 16550A - - Eles mostram duas portas seriais. A primeira - está na irq 4, está usando o endereço - de porta 0x3f8, e tem um chip modelo - UART 16550A. O segundo utiliza o mesmo tipo de chip mas - está na irq 3 e seu endereço de porta - é 0x2f8. Modems internos - são tratados como se fossem portas seriais -- - exceto que sempre tem um modem conectado - à porta. - - O kernel - GENERIC tem suporte para duas portas - seriais utilizando os mesmos irqs e - configurações de endereços de portas - do exemplo acima. Se tais configurações - não estão certas para seu sistema, ou se - você adicionou placas de modem ou tem mais portas - seriais para o qual o - kernel foi configurado, - apenas recompile seu - kernel. Veja a a - seção de compilação do - kernel para obter - mais detalhes. + Verifique uart4 e sio4 para obter mais informações sobre como configurar esses cartões. - - Como eu posso dizer se o FreeBSD encontrou minha placa - de fax modem? + + Como obtenho o prompt de boot: em um console serial? - Refira-se à resposta da pergunta - anterior. + Veja esta seção do Handbook. - - Eu acabei de atualizar para a versão 2.0.5 e as - minhas - tty0X - desapareceram! Como eu resolvo esse problema? + + Como sei se o FreeBSD encontrou minhas portas seriais ou placas de modem? - Não se preocupe, eles foram incluídos - com os dispositivos - ttydX. - No entanto, você deve mudar todos os arquivos da - configuração antiga que você - tiver. + Quando o kernel do FreeBSD for inicializado, ele irá sondar as portas seriais para as quais o kernel está configurado. Observe atentamente as mensagens de inicialização ou execute este comando após o sistema estar ativo e em execução: + + % grep -E '^(sio|uart)[0-9]' < /var/run/dmesg.boot +sio0: <16550A-compatible COM port> port 0x3f8-0x3ff irq 4 flags 0x10 on acpi0 +sio0: type 16550A +sio1: <16550A-compatible COM port> port 0x2f8-0x2ff irq 3 on acpi0 +sio1: type 16550A + + Este exemplo mostra duas portas seriais. O primeiro está no IRQ4, endereço de porta 0x3f8, e possui um chip UART tipo 16550A. O segundo usa o mesmo tipo de chip, mas está no IRQ3 e está no endereço de porta 0x2f8. As placas de modem internas são tratadas como portas seriais, exceto pelo fato de sempre terem um modem conectado à porta. + + O kernel GENERIC inclui suporte para duas portas seriais usando as mesmas configurações de IRQ e endereço de porta no exemplo acima. Se estas configurações não forem adequadas para o sistema, ou se houver mais placas de modem ou portas seriais do que o kernel está configurado, reconfigure usando as instruções em construindo um kernel para mais detalhes. Como eu acesso as portas seriais no FreeBSD? - A terceira porta serial, sio2 - (veja &man.sio.4;, conhecida como COM3 no DOS), - está na /dev/cuaa2 para os - dispositivos dial-out, e na - /dev/ttyd2 para os dispositivos - dial-in. Qual é a diferença entre essas - duas classes de dispositivos? + A terceira porta serial, sio2, ou COM3, está em /dev/cuad2 para dispositivos dial-out e em /dev/ttyd2 para dispositivos dial-in. Qual é a diferença entre essas duas classes de dispositivos? - Você utiliza - ttydX - para dial-ins. Quando o - /dev/ttydX - se abre no modo de bloqueio, um processo irá - aguardar que o dispositivo - cuaaX - correspondente torne-se inativo, e aguarda a - detecção do carrier - detect da linha para ativar-se. Quando - a - cuaaX - se abre, ela deixa claro que a porta não esta ainda - em uso pelo dispositivo - ttydX. - Se a porta estiver disponível, ela é - roubada do dispositivo - ttydX. - Além disso, o dispositivo - cuaaX - não se importa com o carrier detect. Com esse - esquema de auto-resposta do modem, você pode ter - usuários remotos conectando e você pode ainda - discar para fora com o mesmo modem, que o sistema - irá cuidar de todos os conflitos. + Ao abrir /dev/ttydX no modo de bloqueio, um processo aguardará o dispositivo cuadX correspondente ficar inativo e, em seguida, aguardar a ativação da linha de detecção. Quando o dispositivo cuadX é aberto, ele garante que a porta serial não esteja em uso pelo dispositivo ttydX. Se a porta estiver disponível, ela a rouba do dispositivo ttydX. Além disso, o dispositivo cuadX não se importa com a detecção da portadora. Com este esquema e um modem de resposta automática, os usuários remotos podem efetuar login e os usuários locais ainda podem discar com o mesmo modem e o sistema cuidará de todos os conflitos. - Como eu habilito suporte para uma placa serial de - múltiplas portas? + Como habilitar o suporte para uma placa serial com várias portas? - Novamente, a seção de - configuração do - kernel provê - informações sobre a - configuração de seu - kernel. Para uma placa - serial de múltiplas portas, coloque uma linha - &man.sio.4; para cada porta serial da placa, no arquivo de - configuração do - kernel. Mas coloque o irq - e as espeficicações do vetor apenas em uma - das entradas. Todas as portas da placa devem compartilhar - uma irq. Para consistência, utilize a última - porta serial para especificar a irq. Além disso, - especifique a opção - COM_MULTIPORT. + A seção sobre configuração do kernel fornece informações sobre como configurar o kernel. Para uma placa serial com várias portas, coloque uma linha sio4 para cada porta serial na placa no device.hints5. Mas coloque os especificadores de IRQ em apenas uma das entradas. Todas as portas no cartão devem compartilhar um IRQ. Para consistência, use a última porta serial para especificar o IRQ. Além disso, especifique a seguinte opção no arquivo de configuração do kernel: - O exemplo seguinte é para uma placa serial AST - 4-portas na irq 7: + options COM_MULTIPORT - options "COM_MULTIPORT" -device sio4 at isa? port 0x2a0 tty flags 0x781 -device sio5 at isa? port 0x2a8 tty flags 0x781 -device sio6 at isa? port 0x2b0 tty flags 0x781 -device sio7 at isa? port 0x2b8 tty flags 0x781 irq 7 vector siointr + O exemplo a seguir /boot/device.hints é para uma placa serial AST de 4 portas no IRQ 12: - As flags indicam que a porta master tem um - minor number 7 (0x700), - diagnósticos habilitados durante o escaneamento - (0x080), e todas as portas compartilham - uma irq (0x001). - - + hint.sio.4.at="isa" +hint.sio.4.port="0x2a0" +hint.sio.4.flags="0x701" +hint.sio.5.at="isa" +hint.sio.5.port="0x2a8" +hint.sio.5.flags="0x701" +hint.sio.6.at="isa" +hint.sio.6.port="0x2b0" +hint.sio.6.flags="0x701" +hint.sio.7.at="isa" +hint.sio.7.port="0x2b8" +hint.sio.7.flags="0x701" +hint.sio.7.irq="12" - - - O FreeBSD pode trabalhar com placas seriais de - múltiplas portas compartilhando irqs? - - - - Ainda não. Você deverá utilizar - uma irq diferente para cada placa. + Os flags indicam que a porta principal possui um número menor 7 ( 0x700 ) e todas as portas compartilham um IRQ ( 0x001 ). - Posso definir os parâmetros seriais - padrão para uma porta? + Posso definir os parâmetros seriais padrões para uma porta? - O - ttydX - (cuaaX) - é um dispositivo regular que você vai querer - abrir para suas aplicações. Quando um - processo abre um dispositivo, ele tem um conjunto - padrão de configurações de terminais - de E/S. Você pode ver essas - configurações com o comando - - &prompt.root; stty -a -f /dev/ttyd1 - - Ao alterar as configurações para esse - dispositivo, elas se manterão em efeito até - que o dispositivo seja fechado. Quando ele for reaberto, - vai para o estado padrão. Para fazer - mudanças nos ajustes padrão, pode-se abrir e - ajustar as configurações do estado - inicial do dispositivo. Por exemplo, para ligar - o modo CLOCAL, 8 bits, e o controle de - fluxo XON/XOFF padrão para a - ttyd5, faça: - - &prompt.root; stty -f /dev/ttyid5 clocal cs8 ixon ixoff - - Um bom lugar para fazer isso é no - /etc/rc.serial. Agora, uma - aplicação terá estas - configurações por padrão quando abrir - o ttyd5. No entanto, pode-se ainda - modificar estas configurações a seu - gosto. - - Você pode prevenir certas - configurações de serem modificadas por uma - aplicação fazendo ajustes no dispositivo de - lock state. Por exemplo, para travar a - velocidade do ttyd5 em 57600 bps, - faça: - - &prompt.root; stty -f /dev/ttyld5 57600 - - Agora, uma aplicação, ao abrir o - ttyd5, se tentar modificar a - velocidade da porta, ficará travada a 57600 - bps. - - Naturalmente você deve garantir que os - dispositivos de estado inicial e o estado de trava - (lock) tenham permissão de - escrita apenas para o root. O script - &man.MAKEDEV.8; NÃO faz isso - quando ele cria as entradas de dispositivos. + Veja a seção Comunicações Seriais no Handbook do FreeBSD . - Como eu habilito logins dial-up no meu modem? + Como posso ativar logins de discagem no meu modem? - Então você quer tornar-se um provedor de - serviços internet, não é? Primeiro, - você precisa de um ou mais modems que auto-respondam - às chamadas. Seu modem precisa confirmar o - carrier detect quando ele for detectado e - não fazê-lo todo o tempo. Ele - precisará desligar o telefone e resetar a si mesmo - quando a linha DTR (Data Terminal - Ready) alternar de ligado para desligado. Ele - provavelmente deve utilizar o controle de fluxo - RTS/CTS ou nenhum controle local de - fluxo. Finalmente, ele deve utilizar uma velocidade - constante entre o computador e si mesmo, mas (para ser - simpático com seus usuários) ele deve - negociar uma velocidade entre si mesmo e o modem - remoto. - - Para muitos modems compatíveis com o conjunto - de comandos do Hayes este comando criará estas - configurações e as armazenará na - memória não volátil: - - AT &C1 &D3 &K3 &Q6 S0=1 &W - - Veja a seção - enviando comandos AT abaixo para mais - informações sobre como fazer estas - configurações sem o auxílio de um - programa de terminal MS-DOS. - - Depois, faça uma entrada em - /etc/ttys (veja &man.ttys.5;) para o - modem. Este arquivo lista todas as portas nas quais o - sistema irá aguardar pelos logins. Adicione uma - parecida com essa: - - ttyd1 "/usr/libexec/getty std.57600" dialup on insecure - - Esta linha indica que a segunda porta serial - (/dev/ttyd1) tem um modem - conectado e rodando a 57600 bps e sem paridade - (std.57600, que vem do arquivo - /etc/gettytab, veja - &man.gettytab.5;). O tipo de terminal para esta porta - é dialup. A porta esta - ligada e é - insegura - quer dizer que o login do - usuário root não - é permitido. Para portas dialin como esta, - utiliza-se a entrada - ttydX - - É uma prática comum utilizar - dialup como o tipo do terminal. Muitos - usuários configuram um - prompt para seus arquivos - .profile ou - .login para o tipo de terminal - existente se o tipo iniciante é dialup. O exemplo - mostra a porta como insegura. Para tornar-se - root nesta porta, você tem que - logar-se como um usuário regular, e então - &man.su.1; para tornar-se root. Se - você usar seguro, então o - root vai poder efetuar o login - diretamente. - - Após efetuar as operações no - /etc/ttys, você precisa enviar - um sinal de hangup ou - HUP para o processo - &man.init.8;: - - &prompt.root; kill -HUP 1 - - Esse comando forçará a releitura do - arquivo /etc/ttys. O processo init - iniciará os processos getty em todas as portas - configuradas em on (ligadas). - Você pode descobrir se seus logins estão - disponíveis para sua porta digitando: - - &prompt.user; ps -ax | grep '[t]tyd1' - - Você deve ver algo como: - - 747 ?? I 0:00.04 /usr/libexec/getty std.57600 ttyd1 + Consulte a seção sobre Serviços de Discagem no Handbook do FreeBSD. - Como eu conecto um terminal burro ao meu - FreeBSD? + Como posso conectar um terminal burro na minha máquina FreeBSD? - Se você esta usando outro computador como um - terminal de seu sistema FreeBSD, consiga um cabo - null modem para ser usado entre as duas - portas seriais. Se você esta utilizando um terminal - próprio, veja as instruções que o - acompanham. - - Então, modifique o - /etc/ttys (veja &man.ttys.5;), como - acima. Por exemplo, se você esta ligando um - terminal WYSE 50 à quinta porta serial, utilize uma - entrada como esta:: - - ttyd4 "/usr/libexec/getty std.38400" wyse50 on secure - - Esse exemplo mostra que a porta em - /dev/ttyd4 tem um terminal wyse50 - conectado a 38400 bps (bits por segundo) sem nenhuma - paridade (std.38400 de - /etc/gettytab, veja - &man.gettytab.5;)) e o login do root - é permitido (seguro). + Esta informação está na seção Terminais do Handbook do FreeBSD. - Por que eu não posso executar o - tip ou o cu? + Por que não consigo executar o comando tip ou o cu? - Em seu sistema, os programas &man.tip.1; e &man.cu.1; - são provavelmente executáveis somente pro - uucp e para o grupo - dialer. Você pode utilizar o - grupo dialer para controlar quem - acessa o seu modem ou sistemas remotos. Basta adicionar - você mesmo ao grupo dialer. + Os utilitários tip1 and cu1 só podem acessar o diretório /var/spool/lock via usuário uucp e grupo dialer . Use o grupo dialer para controlar quem tem acesso ao modem ou sistemas remotos adicionando contas de usuário ao dialer. - Alternativamente, você pode permitir a todos no - seu sistema executarem o &man.tip.1; e o &man.cu.1; - digitando: + Como alternativa, todos podem ser configurados para executar tip1 e cu1 digitando: - &prompt.root; chmod 4511 /usr/bin/cu -&prompt.root; chmod 4511 /usr/bin/tip + # chmod 4511 /usr/bin/cu +# chmod 4511 /usr/bin/tip - - - - Meu modem modelo Hayes não é suportado - - o que eu posso fazer? - - - - De fato a manpage para o &man.tip.1; esta - desatualizada. Há um discador generico do Hayes - já incorporado. Apenas insira - at=hayes em seu arquivo - /etc/remote (veja - &man.remote.5;). - - O drive do Hayes não é inteligente o - bastante para reconhecer algumas das avançadas - características dos modems mais novos - mensagens - como BUSY, NO - DIALTONE, ou CONNECT 115200 - estarão apenas confundindo-o. Você deve - desabilitar estas mensagens quando utilizar o &man.tip.1; - (com o comando ATX0&W). - - Além disso, o timeout para discagem com o - &man.tip.1; é de 60 segundos. Seu modem deve - utilizar um valor menor, senão o tip pensará - que existe um problema de comunicação. - Tente ATS7=45&W. - - De fato, como o &man.tip.1; não foi compilado - para suportar HAYES, essa funcionalidade não - é completamente suportada. A solução - é editar o arquivo tipconf.h - no diretório - /usr/src/usr.bin/tip/tip. Obviamente - você precisa da distribuição fonte - para fazer isso. - - Edite a linha #define HAYES 0 - alterando-a para #define HAYES 1. - Depois digite make e make - install. Tudo funcionará bem depois - disso. - - - - - - Como posso entrar nestes comandos AT? - - - - Faça o que é chamado de uma entrada - direta no seu - /etc/remote (veja &man.remote.5;). - Por exemplo, se o seu modem está definido na - primeira porta serial, - /dev/cuaa0, coloque a seguinte - linha: - - cuaa0:dv=/dev/cuaa0:br#19200:pa=none - - Utilize a taxa de velocidade mais alta que seu modem - suportar na capacidade br. Então digite - tip cuaa0 - (veja &man.tip.1;) e você estará conectado ao - seu modem. - - Se não existir nenhum - /dev/cuaa0 no sistema, - faça isso: - - &prompt.root; cd /dev -&prompt.root; sh MAKEDEV cuaa0 - - Ou utilize cu como root com o - seguinte comando: - - &prompt.root; cu -lline -sspeed - - com a line sendo a porta - serial (por exemplo, /dev/cuaa0) - e speed sendo a velocidade (por - exemplo, 57600). Quando terminar com - os comandos AT, digite ~. para - sair. - - - - - - Porque o sinal <@> para a - capacidade pn não - funciona? - - - - O sinal <@> no número - de telefone diz ao tip para procurar em - /etc/phones por um número de - telefone. Mas o sinal <@> - é também um caracter especial em arquivos - como o /etc/remote. Escape dele com - um \ (barra invertida): - - pn=\@ - - - - - - Como eu posso discar um número de telefone pela - linha de comando? - - - Coloque o que é chamado de uma entrada - genérica no arquivo - /etc/remote (veja &man.remote.5;). - Por exemplo: - - tip115200|Disque para qualquer número em 115200 bps:\ - :dv=/dev/cuaa0:br#115200:at=hayes:pa=none:du: -tip57600|Disque para qualquer número em 57600 bps:\ - :dv=/dev/cuaa0:br#57600:at=hayes:pa=none:du: - - Depois você pode fazer algo como tip - -115200 5551234. Se preferir o &man.cu.1; ao - invés do &man.tip.1;, utilize uma entrada - genérica: - - cu115200|Use o cu para discar qualquer número em 115200bps:\ - :dv=/dev/cuaa1:br#57600:at=hayes:pa=none:du: - - e digite cu 5551234 -s - 115200. - - - - - - Tenho que definir a taxa de bits por segundo sempre - que fazer isso? - - - - Coloque uma entrada para tip1200 ou - para cu1200, mas vá em frente e - utilize quaisquer taxas de bps (bits por segundo) que - sejam apropriadas para a capacidade br. O &man.tip.1; diz - que um bom padrão é 1200 bps porquê - ele procura uma entrada tip1200. De - qualquer forma, você não precisa utilizar - 1200 bps. - - - - - - Como posso facilmente acessar vários hosts - através de um terminal - server? - - - - Ao invés de esperar até a - conexão, digitando CONNECT - host sempre, use a - opção cm do tip. Por - exemplo, estas entradas em - /etc/remote (veja - &man.remote.5;): - - pain|pain.deep13.com|Forrester's machine:\ - :cm=CONNECT pain\n:tc=deep13: -muffin|muffin.deep13.com|Frank's machine:\ - :cm=CONNECT muffin\n:tc=deep13: -deep13:Gizmonics Institute terminal server:\ - :dv=/dev/cuaa2:br#38400:at=hayes:du:pa=none:pn=5551234: - - permitirá a você digitar tip - pain ou tip muffin para se - conectar aos hosts pain ou - muffin; e tip deep13 - para se conectar ao terminal - server. - - - - - - O tip pode tentar discar mais de uma - linha por vez? - - - - Normalmente esse é um problema tradicional onde - uma universidade possue várias linhas de modems e - vários milhares de estudantes tentando - usá-las... - - Faça uma entrada para sua universidade - em/etc/remote (veja &man.remote.5;) e - utilize a <\@> para a - característica pn: - - big-university:\ - :pn=\@:tc=dialout -dialout:\ - :dv=/dev/cuaa3:br#9600:at=courier:du:pa=none: - - Então, liste os números de telefones - para a universidade em /etc/phones - (veja &man.phones.5;): - - big-university 5551111 -big-university 5551112 -big-university 5551113 -big-university 5551114 - - O &man.tip.1; tentará usar cada um na ordem - listada, e depois desistirá. Se você quer - manter-se tentando, execute o &man.tip.1; em um loop - while. - - - - - - Por que eu tenho que pressionar duas vezes o - CTRLP - para enviar CTRLP - uma única vez? - - - - CTRLP - é o padrão para force - character, utilizado para dizer ao &man.tip.1; - que o próximo caracter é um dado literal. - Você pode definir o force character para qualquer - outro caracter com o escape ~s, que - quer dizer defina uma variável. - - Digite ~sforce=single-char - seguido de uma - newline. - single-charcaracter é - qualquer caracter único. Se você deixar - single-char, então o - force character será o caracter - nulo, que você pode ao digitar CTRL2 - ou CTRLSPACE. - Um valor muito bom para o - single-char é SHIFTCTRL6, - o qual eu vi sendo usado em alguns servidores de - terminais. - - Você pode ter o force character - que você quiser especificando o seguinte em seu - arquivo $HOME/.tiprc o - seguinte: - - force=single-char - - - - - - Por que tudo o que eu digito inesperadamente - está em CAIXA ALTA? - - - - Você deve ter pressionado CTRLA, - o raise character do &man.tip.1;, - especialmente projetado para pessoas com teclas - Caps Lock que não funcionam. Use - o ~s como acima, e defina a - variável raisechar para algo - razoável. De fato, você pode definir isso - para o force character também, - se você nunca espera utilizar ambas as - características. - - Aqui está um exemplo de arquivo - .tiprc perfeito para os - usuários de Emacs que precisam digitar muitos - CTRL2 - e CTRLA: - - force=^^ -raisechar=^^ - - O ^^ é obtido com SHIFTCTRL6. - - - - - - Como eu posso transferir arquivos com o - tip? - - - - Se você está conversando com outro - sistema Unix, você pode enviar e receber arquivos - com ~p (put) e com - ~t (take). Estes comandos executam o - &man.cat.1; e o &man.echo.1; no sistema remoto para - aceitar e enviar arquivos. Sua sintaxe é: - - ~p <local-file> [<remote-file>] -~t <remote-file> [<local-file>] - - Não há nenhuma checagem de erro, - então você provavelmente deve usar um outro - protocolo, como o zmodem - - - - - - Como eu posso executar o zmodem com o - tip? - - - - Primeiro, instale um dos programas zmodem da - coleção de ports (tais - como lrzsz ou o - rzsz). - - Para receber arquivos, inicie o programa de envio no - destino remoto. Então, pressione ENTER e digite - ~C rz (ou ~C lrz - caso tenha instalado o lrzsz) - para iniciar o recebimento local - - Para enviar arquivos, inicie o programa do lado - remoto. Depois, aperte ENTER e digite ~C sz - arquivos (ou - ~C lsz - arquivos) para - envia-los ao sistema remoto. - - - - - - O FreeBSD pode vir a não encontrar minhas - portas seriais, mesmo quando as - configurações estão corretas? - - - - Sim, se sua placa-mãe for Acer UARTS. Elas - não escaneiam corretamente o barramento serial, - não permitindo que o FreeBSD encontre as Serial - Input/Output (sio) da placa. O patch disponível em - www.lemis.com - pode corrigir esse problema. - - - Perguntas Variadas + Perguntas Diversas - O FreeBSD usa bem mais espaço de swap do que o - Linux. Por quê? + O FreeBSD usa muito espaço de swap mesmo quando o computador tem memória livre sobrando. Por quê? - Só parece que o FreeBSD usa mais swap do que o - Linux. Na verdade não usa. A principal - diferença entre o FreeBSD e o Linux nesse quesito - é que o FreeBSD vai sempre remanejar - de forma - pró-ativa - toda memória que estiver - completamente inativa e subutilizada, para o swap, dessa - forma garantindo sempre mais memória principal - disponível para utilização. O Linux - tende a remanejar páginas de memória para o - swap apenas como última alternativa. A - utilização mais acentuada do swap é - balanceada pela utilização mais eficiente da - memória principal. + O FreeBSD irá proativamente mover páginas ociosas e não usadas da memória principal para swap, a fim de disponibilizar mais memória principal para uso ativo. Esse uso pesado de swap é balanceado usando a memória extra livre para armazenamento em cache. - Note que, pelo fato do FreeBSD ser próativo - nesse quesito, ele não decide arbitrariamente fazer - swap das páginas quando o sistema está de - fato inativo. Portanto você não corre o - risco de encontrar todo seu sistema despaginado pela - manhã, depois de uma noite inteira de - inatividade. + Note que enquanto o FreeBSD é proativo a esse respeito, ele não decide arbitrariamente trocar páginas quando o sistema está realmente inativo. Assim, o sistema não será todo paginado depois de deixá-lo ocioso durante a noite. - Por que o top me mostra - pouquíssima memória livre, mesmo quando eu - não tenho muitos programas rodando? + Por que top mostra pouca memória livre mesmo quando tenho poucos programas em execução? - A resposta simples é que memória - principal livre é memória - desperdiçada. Toda memória que não - estiver ativamente alocada pelos seus programas são - utilizadas pelo Kernel do FreeBSD como cache de disco. Os - valores que o &man.top.1; mostra como - Inact, Cache, e - Buf são dados referentes ao - cache de disco, em estágios distintos de - utilização. Esses dados cacheados garantem - que o sistema não tenha que fazer acesso em um - disco local (muito mais lento que a memória) para - utilizar os dados que foram acessados recentemente, - garantindo assim melhora significativa na performance - geral. Na maioria dos casos, se o &man.top.1; mostrar que - existe pouca memória disponível, isso - é uma boa indicação, a não ser - que seja uma quantidade extremamente - baixa. + The simple answer is that free memory is wasted + memory. Any memory that programs do not actively + allocate is used within the FreeBSD kernel as disk cache. + The values shown by top1 labeled as + Inact and Laundry + are cached data at different + aging levels. This cached data means the system does not + have to access a slow disk again for data it has accessed + recently, thus increasing overall performance. In + general, a low value shown for Free + memory in top1 is good, provided it is not + very low. - - Por que usar (alias, o que são) os formatos - executáveis a.out e ELF? - - - - Para entender porque o FreeBSD usa o formato - ELF, você deve primeiro saber - um pouco sobre os 3 formatos de executáveis Unix - dominantes atualmente: - - - Até a versão 3.x o FreeBSD usava o - formato a.out. - - - - - &man.a.out.5; - - O mais antigo e classicoformato de - objetos Unix. Ele usa um cabeçalho curto e - compacto, com um magic number no - início que é frequentemente utilizado - para identificar seu formato (mais detalhes veja - &man.a.out.5;). Ele contém três segmentos - a serem carregados: .text, .data, e .bss acrescidos de - uma tabela de símbolos e uma tabela de - caractereres adicionais. - - - - COFF - - O formato de objetos SVR3. Seu cabeçalho - se consiste agora em uma tabela de - seções, dessa forma garantindo que - você tenha outras seções - além de .text, .data, e .bss. - - - - ELF - - O sucessor do COFF, - atribuído de Múltiplas - seções e valores de 32-bit ou 64-bit. - Um de seus principais inconvenientes: O formato - ELF foi originalmente desenvolvido - presumindo-se que existiria apenas um único ABI - por arquitetura. A presunção é - incorreta, e nem mesmo em relação ao - mundo comercial do SYSV (onde encontramos ao menos - três ABIs distintas: SVR4, Solaris, SCO) isso - acontece. - - O FreeBSD tenta se virar com esse problema com um - utilitário que identifica - um executável ELF - relacionando-o ao ABI com o qual ele é - compatível. Veja a página de manual do - &man.brandelf.1; para maiores - informações. - - - - O FreeBSD vem de tradição - clássica e por isso sempre usou o - formado &man.a.out.5; que é uma tecnologia que foi - experimentada e aprovada por várias - gerações de sistemas BSD. Apesar de, - há algum tempo também ser possível - para o FreeBSD trabalhar nativamente com binários - ELF (e também - kernels), o FreeBSD - inicialmente resistiu à - pressão em assumir o - ELF como formato padrão. Por - quê? Bem, quando o campo do Linux resolveu fazer - sua dolorosa transição para o formato - ELF, não sobrou muito para ser - aproveitado dos formatos a.out - especialmente por causa das limitações de - tabelas que podiam ser utilizadas em seus - cabeçalhos, e isso tornou o desenvolvimento de - bibliotecas compartilhadas extremamente árduo para - fabricantes e desenvolvedores em geral. Depois disso, as - ferramentas ELF começaram - à oferecer soluções para o - compartilhamento de bibliotecas, soluções - que fossem extremamente satisfatórias, e a - migração, apesar dos custos - necessários que a envolvia, foi aceita, e a - transição para ELF passou - a ser o caminho à ser - seguido. - - No caso do FreeBSD, o nosso mecanismo de bibliotecas - compartilhadas tem uma base mais próxima do estilo - do SunOS, da Sun, e é - extremamente fácil de ser utilizado. Contudo, - à partir da série 3.0, o FreeBSD - oficialmente adotou o formato de binários - ELF como padrão. Apesar do - formato a.out sempre ter servido - muito bem às nossas necessidades, o pessoal da GNU, - autores de algumas das ferramentas de - compilação que nós usamos, - simplesmente deixaram de suportar o formato - a.out. Tal fato nos forçou - à manter versões distintas do compilador e - do linkador, e nos permitiriam usufruir dos - esforços que nós achássemos - interessantes nos desenvolvimentos GNU. Finalmente, a - demanda pelo ISO-C++, notáveis compiladores e - descompiladores, também contribuiram para uma - adoção nativa dos binários - ELF nas versões futuras do - FreeBSD. - - - - - - Certo, mas por que existem tantos formatos - diferentes? - - - - De volta às origens, em um passado obscuro, - existiam apenas hardwares mais simples. Esse hardware - simples, suportava sistemas simples e pequenos. A a.out - era completamente adequada para o serviço de - representar o formato binário nesses sistemas (os - PDP-11). Conforme as pessoas iam portando o Unix desse - sistema mais simples, eles mantinham o formato a.out - porque era bom o bastante para portar para arquiteturas - como o Motorola 68k, VAXen, etc. - - Então, algum engenheiro de hardware brilhante, - decidiu que se ele pudesse forçar o software - à dar conta de algumas coisinhas, alguns - truquezinhos, ele poderia então passar por cima de - algumas restrições de design, e permitir que - a base de sua CPU tivesse um desempenho melhor. Para - poder trabalhar como esse novo tipo de hardware (que hoje - é conhecido como RISC), a - a.out não se encaixava muito - bem em suas funções, e então muitos - formatos foram desenvolvidos afim de obter melhor - performance desse hardware, que a simples - a.out não podia comportar. - Coisas como COFF, - ECOFF e outras ainda mais obscuras - foram inventadas, e todas suas limitações - foram exploradas, até que se resultasse o formato - ELF. - - Em adição, o tamanho dos programas - passou a crescer, e os discos (assim como a memória - física) ainda eram relativamente pequenos, - então nasceu o conceito de compartilhamento de - bibliotecas. O sistema de Memória Virtual (VM) - também se tornou mais sofisticado. Cada um desses - avanços eram feitos utilizando-se o formato - a.out, e o seu uso crescia mais e - mais com cada nova característica. Depois, as - pessoas começaram a querer que as coisas fossem - dinâmicamente carregadas em tempo de - execussão, ou então queriam poder descartar - algum trecho de seus programas depois que seu - código de inicialização tivesse sido - executado, de modo à economizar memória - principal ou mesmo Swap. As linguagens de - programação se tornaram mais sofisticadas, - então as pessoas queriam códigos com - chamadas automáticas antes do programa principal - (main). Começou-se então a hackear a - a.out de forma que ela pudesse suprir - essas necessidades. E de fato por algum tempo ela as - supriu. Depois a a.out passou a - não suportar mais determinados problemas sem - resultar em uma sobrecarga ou complexidade exagerada de - código. Por outro lado, o formato - ELF resolvia a maioria desses - problemas, mas seria doloroso demais simplesmente - abandonar um formato e sistema que, basicamente - funcionavam bem. Então o formato - ELF teve que esperar até que - fosse ainda mais doloroso continuar com o formato - a.out do que migrar para - ELF. - - Contudo, com o passar do tempo, as ferramentas de - desenvolvimento às quais o FreeBSD derivava suas - próprias ferramentas de desenvolvimento - (especialmente o assembler e o carregador - loader) se - envolveram em duas árvores paralelas. A - árvore do FreeBSD adicionou inúmeras - bibliotecas compartilhadas, e arrumou inúmeros - bugs. E a rapaziada do GNU, que originalmente escreviam - algumas dessas ferramentas, passaram a rescreve-las e - adicionaram suporte para compilação - derivada, adoções de formatos diferentes, - etc. Depois pensou-se em desenvolver um formato derivado, - visando o FreeBSD, mas não obteve-se sorte o - bastante, especialmente porque os fontes antigos do - "ld" do FreeBSD não davam conta da - tarefa. A corrente de novas ferramentas GNU (as chamadas - binutils) agora suportam compilação - derivada, formato ELF, bibliotecas - compartilhadas, extensões de C++, etc, etc. Em - adição ainda, muitos fabricantes passaram - à lançar binários - ELF, e então, por que continuar - nos chateando com o formato a.out? A - a.out é um cavalo velho e - muito cansado, que já provou ser extremamente - útil no passado, mas agora está na hora de - tira-lo do pasto, como recompensa por seus longos e - fiéis anos de serviço. - - O formato ELF é mais - expressivo do que o a.out, e vai - permitir muito mais extensibilidade à base do - sistema. As ferramentas ELF são - mantidas de forma mais confiável, e oferecem - suporte à compilação derivada, o que - é importante para muita gente. O formato - ELF é um pouco mais lento do que - o formato a.out, mas é quase - impossível comparar ambos, existem inúmeros - detalhes que os fazem diferentes, desde o mapeamento de - páginas de memória, até a forma como - eles tratam o código de inicialização - de um binário (init code). Nenhuma dessas - questões é importante, mas existem - diferenças. Com o tempo, o suporte para o formato - a.out vai ser retirado do - kernel GENERIC, e - eventualmente será retirado em definitivo do - kernel, uma vez que a - necessidade de rodar programas a.out - tenham se tornado passado. - - - - - Por que o chmod não modifica as - permissões dos links simbólicos? + Por que o chmod não altera as permissões nos links simbólicos? - Links simbólicos não tem - permissões, e por padrão, o &man.chmod.1; - não vai seguir os links afim de mudar as - permissões do arquivo original. Portanto, se - você tem um arquivo qualquer, e um link - simbólico para esse arquivo, o seguinte comando vai - lhe servir. + Os links simbólicos não têm permissões e, por padrão, chmod1 seguirá links simbólicos para alterar as permissões no arquivo de origem, se possível. Para o arquivo, foo com um link simbólico chamado bar, este comando será sempre bem-sucedido. - &prompt.user; chmod g-w <link simbólico> + % chmod g-w bar - Contudo, as permissões para o arquivo original - não serão alteradas. Mas se você usar - a opção ou - em conjunto com , - você vai poder alterá-la. Veja as - páginas de manuais do &man.chmod.1; e do - &man.symlink.7; para mais informações. + No entanto, as permissões no arquivo bar não serão alteradas. + Ao alterar os modos das hierarquias de arquivos do usuario root em vez dos próprios arquivos, use ou junto com para este trabalho. Veja chmod1 e symlink7 para mais em formação. + - A opção resulta em - um &man.chmod.1; RECURSIVO. Tome - muito cuidado quando for definir diretórios ou - links simbólicos com &man.chmod.1;. Se você - quer alterar as permissões dentro do - diretório referenciado pelo symlink, então - basta usar o &man.chmod.1; sem qualquer outra - opção, mas com uma barra - /. Por exemplo, se - A for um link simbólico para - o arquivo original B, então - para alterar sua permissão basta um - simples: + faz um chmod1 recursivo. Tenha cuidado ao especificar diretórios ou links simbólicos para diretórios para o chmod1. Para alterar as permissões de um diretório referenciado por um link simbólico, use chmod1 sem nenhuma opção e siga o link simbólico com uma barra à direita (/). Por exemplo, se foo for um link simbólico para o diretório bar, para alterar as permissões de foo (na verdade bar) faça algo como: - &prompt.user; chmod 555 A/ + % chmod 555 foo/ - Com essa barra, o &man.chmod.1; vai seguir o link - simbólico para mudar as permissões do - arquivo original. + Com a barra final, chmod1 seguirá o link simbólico, foo, para alterar as permissões do diretório, bar. - - Por que os nomes de login (ou username) são - restritos à 8 caracteres no FreeBSD 2.2.X e - anteriores? + + Posso executar binários do DOS no FreeBSD? - Você pode pensar que seria bem - confortável simplesmente mudar o - UT_NAMESIZE e depois recompilar todo o - sistema operacional, ai tudo iria funcionar - maravilhosamente bem. Infelizmente não é - assim que as coisas funcionam, existem estruturas de - aplicações e utilitários (incluindo - ferramentas do sistema) que foram codificadas utilizando - números pequenos (nem sempre 8 - ou 9, mas alguns valores mais - arbitrários como 15 e - 20) em estruturas e buffers. Você - não vai ter problemas apenas com arquivos de logs, - que serão inutilizados (devido ao tamanho - variável dos dados gravados, quando apenas um - tamanho constante era esperado), mas vai também ter - problemas com clientes NIS de máquinas Sun, e - potencialmente provocar outros problemas ao interagir com - outros sistemas Unix. + Sim. Um programa de emulação DOS, emulators/doscmd, está disponível na Coleção de Ports do FreeBSD. - No FreeBSD 3.0 e posteriores, o tamanho máximo - do nome de usuário foi elevado para 16 caracteres, - e todas as ferramentas e trechos do código - principal do sistema que poderiam apresentar problemas em - relação à isso, foram encontradas e - corrigidas. O fato dessa alteração mudar - tantos fatores importantes no sistema é que, - nenhuma mudança tinha sido feita até a - versão 3.0. + Se o doscmd não for suficiente, o emulators/pcemu emulará um 8088 e serviços de BIOS suficientes para executar muitos aplicativos em modo texto do DOS. Requer o sistema de janelas X. - Se você confia completamente em suas habilitades - para procurar e corrigir esses prováveis problemas - sozinho, então basta aumentar o tamanho do nome de - usuário no arquivo - /usr/include/utmp.h e mudar a - UT_NAMESIZE para o valor desejado. Você - também vai ter que atualizar o MAXLOGNAME no - /usr/include/sys/param.h para ficar - de acordo com a mudança no UT_NAMESIZE. - Finalmente, se você vai recompilar os fontes, - não se esqueça que o /usr/include é - atualizado sempre. Mude então os arquivos - apropriados em /usr/src(...) para garantir que você - vai estar alterando sempre a fonte do problema, e - não apenas a instância instalada, no - sistema. + A coleção de ports também tem o emulators/dosbox. O foco principal deste aplicativo é emular antigos jogos do DOS usando o sistema de arquivos local para os arquivos. - - Posso rodar binários do DOS sob FreeBSD? - - - - Sim, à partir da versão 3.0, você - pode utilizar o emulador doscmd - da BSDI. A emulação DOS desse aplicativo - foi totalmente redefinida depois da sua - integração do FreeBSD. Entre na - &a.emulation; se você tem interesse em se juntar ao - grupo que se esforça nessa jornada. - - Em sistemas anteriores ao 3.0, existe um - utilitário não muito interessante, chamado - pcemu no - Ports. O - pcemu emula um 8088 e algumas - função de BIOS que são o bastante - para rodar aplicações DOS que sejam - textuais. Ele requer o X, sistema de interface grafica - (XFree86). - - - - - O que eu preciso para traduzir um documento do FreeBSD - para a minha língua nativa? + O que eu preciso fazer para traduzir um documento do FreeBSD para minha língua nativa? - Veja o FAQ - de Tradução no - FreeBSD Documentation Project - Primer. + Veja a FAQ de traduções na Documentação do Primer Project do FreeBSD. - Por que meu e-mail para qualquer endereço em - FreeBSD.org sempre falha? + Por que os meus emails destinados a qualquer endereço no dominio FreeBSD.org são sempre rejeitados? - O sistema de correio eletrônico do site - FreeBSD.org implementa algumas das - restrições do Postfix, verificando nas - mensagens que estão chegando, se elas estão - sendo entregues por algum servidor mal configurado, ou se - representa algum tipo de SPAM em - potencial. As suas mensagens podem estar voltando por - algum dos seguintes motivos: + O sistema de mensagens do FreeBSD.org implementa algumas verificações do Postfix nos e-mails recebidos e rejeita e-mails que são de retransmissões mal configurados ou que parecem ser spam. Alguns dos requisitos específicos são: - A mensagem está sendo enviada de um - domínio ou bloco de endereços IP - reconhecidamente utilizados para - SPAM. - - Os servidores de correio eletrônico do - projeto FreeBSD rejeitam mensagens de qualquer fonte - de SPAM conhecida. Se você - utiliza os serviços de uma empresa que costuma - fazer SPAM ou permitir que seus - clientes o façam, por gentileza, mude o seu - provedor de serviços, para um que não - permite tal prática. + O endereço IP do cliente SMTP deve possuir um registro de DNS reverso para encaminhar hostnames confirmados. - O corpo da mensagem contém apenas - HTML. - - Mensagens de correio eletrônico devem ser - enviadas apenas como texto puro. Mensagens de e-mail - não são web sites. Configure o seu - cliente de correio eletrônico de modo que ele - apenas envie mensagens de texto puro. + O nome completo do host fornecido na conversação SMTP (HELO ou EHLO) deve ser resolvido para o endereço IP do cliente. + - - Os servidores da FreeBSD.org não conseguem - resolver o seu endereço IP para o nome da - estação que está entregando a - mensagem eletrônica. + Outros conselhos para ajudar suas mensagens a chegar ao seu destino incluem: - Por padrão, ter registros de DNS reverso - é um dos requisitos para que nossos servidores - recebam sua mensagem. Configure o DNS reverso para o - IP do seu servidor de e-mail. Lembre-se que, alguns - serviços residênciais (como ADSL, dialup, - cable, etc) não permitem que você mesmo - configure o seu reverso. Nesse caso, envie sua - mensagem pelo servidor de e-mail do seu provedor de - serviços, ou peça ao provedor que ajuste - o reverso do seu IP. - - + - O nome da estação enviada no - cabeçalho inicial EHLO/HELO, parte do protocolo - de envio SMTP não pode ser resolvido em um - endereço IP correspondente. - - O servidor que está tentando entregar a - mensagem deve ter o registro de nomes configurado - corretamente, de forma que o nome da - estação possa ser resolvido em um - endereço IP. Caso sua estação - não tenha um registro DNS configurado, utilize - o servidor de correio eletrônico do seu provedor - de serviços. + O email deve ser enviado em texto simples, e as mensagens enviadas para as listas de discussão geralmente não devem ter mais de 200 KB. - Sua mensagem teve uma identificação - que terminava com o conjunto de caracteres - localhost. - - Alguns clientes de correio eletrônico geram - ID - identificações - das mensagens de - forma imprópria. Nesse caso, o seu servidor de - correio deve redefinir o ID da mensagem, ou você - deve reconfigura-lo de modo que ele gere tal - identificação de forma - aceitável. + Evite postagem cruzadas excessivas. Escolha uma lista de discussão que pareça mais relevante e envie-a para lá. + + Se você ainda tiver problemas com a infra-estrutura de e-mail no FreeBSD.org, envie uma observação com os detalhes para postmaster@freebsd.org; Inclua um intervalo de data/hora para que os registros possam ser revisados ​​-- e observe que apenas mantemos uma semana de registros de e-mail. (Certifique-se de especificar o fuso horário ou o deslocamento de UTC.) - Onde eu consigo uma conta gratuíta em um - FreeBSD? + Onde posso conseguir uma conta gratuita FreeBSD? - O Projeto FreeBSD não permite acesso - público a nenhum dos seus servidores, contudo - algumas empresas oferecem acesso irrestrito à - sistemas Unix. Os preços variam, e alguns - serviços limitados podem ser - disponibilizados. + Embora o FreeBSD não forneça acesso aberto a nenhum de seus servidores, outros fornecem sistemas UNIX de acesso aberto. A taxa varia e serviços limitados podem estar disponíveis. - A Arbornet, - Inc, também conhecida como M-Net, - provê acesso à sistemas Unix desde 1983. - Inicialmente rodando sob um System III em arquitetura - Altos, o site mudou seu sistema para BSD/OS em 1991. Em - junho de 2000 o site mudou novamente seu sistema para - FreeBSD. A M-Net pode ser acessada via telnet e SSH, e - proporciona acesso básico a uma gama completa de - softwares do FreeBSD. Contudo, o acesso à rede - é limitado aos membros e patronos da - instituição, que fazem doações - à empresa, uma vez que a mesma é uma - organização sem fins lucrativos. A M-Net - também oferece um Boletim periódico e Chat - interativo. - - A Grex - também oferece um acesso parecido com o da M-Net, - inclusive com os mesmos serviços, contudo a - máquina é uma Sun 4M e seu sistema Unix - é o SunOS. Vale pela curiosidade, e para - comparação entre os sistemas. + A Arbornet, Inc , também conhecida como M-Net , oferece acesso livre a sistemas UNIX desde 1983. Começando num Altos rodando o System III, o site mudou para o BSD/OS em 1991. Em junho de 2000, o site mudou novamente para o FreeBSD. M-Net pode ser acessado via telnet e SSH e fornece acesso básico a todo o pacote de software FreeBSD. No entanto, o acesso à rede é limitado a membros e usuários que doam para o sistema, que é executado como uma organização sem fins lucrativos. O M-Net também oferece um sistema de quadro de avisos e um bate-papo interativo. - - O que é sup, e como eu uso - isso? + + Qual é o nome do mascotinho vermelho? - SUP - significa Protocolo de Atualização de - Programa (Software Update Protocol ), e foi desenvolvido - pela CMU para manter suas árvores de - desenvolvimento sempre sincronizadas. Nós - utilizamos esse protocolo para manter alguns sites remotos - em sincronia com os nossos servidores centrais de - desenvolvimento. + Ele não tem um, e é chamado apenas de o daemon BSD. Se você insistir em usar um nome, chame-o de beastie. Note que beastie é pronunciado BSD. - SUP náo é amigável com a banda de - tramissão (consome muita banda) , e por isso foi - aposentado. Atualmente recomendados que você - faça uso do CVSup para - manter seus fontes atualizados. + Mais informações sobre o daemon BSD estão disponíveis em sua home page. - - Qual o nome daquele capetinha vermelho - simpático? - - - - Ele não tem um nome, é simplesmente - chamado de the BSD daemon. Se você - insiste em dar um nome à ele, por gentileza, - chame-o de beastie ;-) Note que - beastie se pronuncia - BSD. - - Você pode saber mais sobre o BSD daemon na sua - home - page. - - - - - Posso usar a imagem do BSD daemon? + Posso usar a imagem do daemon do BSD? - Talvez. O BSD daemon é de direitos autorais de - Marshall Kirk McKusick. Você deve pedir a - permissão do McKusick para usar a imagem do BSD - Daemon, e pedir para saber os termos - de utilização da figura - pública do nosso querido capetinha - ;-) + Possivelmente. O daemon BSD tem copyright de Marshall Kirk McKusick. Verifique sua Declaração sobre o Uso da Figura do Daemon do BSD para termos de uso detalhados. - Resumindo, você pode fazer uso da imagem dele, - dependendo da maneira, para uso pessoal, por exemplo. Se - os créditos apropriados forem dados, tudo bem. - Para fazer uso comercial da imagem, ai sim você deve - falar com o McKusick, e dar uma olhada na home page do - - BSD Daemon para mais detalhes.. + Em resumo, a imagem pode ser usada com bom gosto, para uso pessoal, desde que seja dado o crédito apropriado. Antes de usar o logotipo comercialmente, entre em contato com Kirk McKusick mckusick@FreeBSD.org para obter permissão. Mais detalhes estão disponíveis na Home page do BSD Daemon. - Vocês tem algumas imagens do BSD daemon que eu - poderia usar? + Vocês tem alguma imagem BSD daemon que eu poderia usar? - Você vai encontrar algumas figuras em eps e Xfig - sob o diretório - /usr/share/examples/BSD_daemon/. + Desenhos Xfig e eps estão disponíveis em /usr/share/examples/BSD_daemon/. - - O que significa MFC? + + Eu vi um acrônimo ou outro termo nas listas de discussão e não entendo o que isso significa. Onde devo procurar? - MFC é um acrônimo para obtido a - partir do ramo -CURRENT (Merged - From -CURRENT). É usado nos logs - do CVS para identificar uma mudança que seja - originada e migrada da série de desenvolvimento - (-CURRENT) para série estável - (-STABLE). + Consulte o Glossário do FreeBSD. - - O que significa BSD? - - - - O significado da sigla BSD é algo, em uma - língua secreta que apenas os membros podem saber. - Literalmente não seria possível traduzir BSD - para uma língua que você pudesse entender, - mas poderíamos tentar explicar seu significado como - algo bem próximo de Equipe de - Fórmula-1, Penguins são - aperitivos saborosos, e também - Nós temos mais senso de humor do que o - Linux. :-) - - A versão séria é que BSD é - um acrônimo para Berkeley Software - Distribution, que é o nome que o Grupo de - Pesquisa de Ciência da Computação da - Universidade de Berkeley - Berkeley - CSRG (Computer Systems Research Group) - - escolheu para sua própria - distribuição do Unix. - - - - - - - O que significa POLA? - - - - É o Princípio de Menor - Alteração. Significa que durante o processo - de desenvolvimento do FreeBSD, toda e qualquer - modificação que seja visível para o - usuário, deve ser menos surpreendente - possível, mantendo assim uma compatibilidade - prévia com a forma de utilização do - sistema. Por exemplo, não se pode alterar - arbitráriamente as variáveis dos scripts de - configuração do sistema, em - /etc/defaults/rc.conf, pois esse tipo - de ação violaria a POLA. O desenvolvimento - do FreeBSD apenas considera POLA quando as - alterações são visíveis pelo - usuário. - - - - - - O que é um repo-copy? - - - - Um repo-copy (que é uma forma breve de chamar - um repository copy) é simplesmente a - cópia direta de arquivos em um repositório - CVS. - - Sem um repo-copy, uma alteração por - parte de algum mantenedor, se tornaria uma cópia - comum, originada via cvs, seguida de um - rm para deletar o arquivo original que - tivesse sido modificado. - - Esse processo contudo, resulta em uma não - constatação histórica do arquivo - antigo, nos novos registros de log. O Projeto FreeBSD - considera extremamente importante a - manutenção desse histórico, e por - isso as cópias de repositório são - frequentemente utilizadas. Nesse processo, um dos - repositórios centrais vai copiar os arquivos - diretamente para outro repositório, e não - simplesmente fazer uma sincronia com o programa - &man.cvs.1;. - - - - - Porque eu devo me preocupar com a cor do quartinho de - bicicletas (bikeshed)? + Por que eu deveria me importar com a cor da bikeshed? - A resposta mais curta, é que você - não deve. A resposta longa é que, só - porque você é capaz de fazer quarto para - guardar sua própria bicicleta, você - não pode fazer as outras pessoas pararem de - construir seus próprios quartinhos também, - simplesmente porque você não gosta da cor que - as pessoas os pintam. Essa metáfora indica que - você não tem que argumentar nem reclamar - sobre cada coisinha, só porque tem conhecimento o - bastante para critica-la. Algumas pessoas dizem que a - quantidade de barulho provocada por uma - alteração é inversamente proporcional - à complexidade da mudança. + A resposta realmente curta é que você não deveria. A resposta um pouco mais longa é que só porque você é capaz de construir um bikeshed não significa que você deve impedir os outros de construir um só porque você não gosta da cor na qual eles planejam pintá-lo. Esta é uma metáfora indicando que você não precisa discutir sobre cada pequena característica apenas porque você sabe o suficiente para fazê-lo. Algumas pessoas comentaram que a quantidade de ruído gerada por uma mudança é inversamente proporcional à complexidade da mudança. - A resposta ainda mais completa, e maior, é que, - depois de muita discussão sobre quando o - &man.sleep.1; deveria trabalhar com argumentos de segundos - fracionados, &a.phk; enviou uma mensagem, longa, chamada - de Um - quarto de bicicleta (qualquer cor serve) em um gramado - mais verde.... As partes devidas da - mensagem estão citadas abaixo. + A resposta mais longa e completa é que depois de uma longa discussão sobre se sleep1 deve receber argumentos secundários fracionários, Poul-Henning Kamp phk@FreeBSD.org publicou uma longa mensagem intitulada Um galpão de bicicleta (qualquer cor serve) na grama mais verde... As partes apropriadas dessa mensagem são citadas abaixo.
- &a.phk; na freebsd-hackers, em 2 de Outubro - de 1999 + Poul-Henning Kamp phk@FreeBSD.org em freebsd-hackers 2 de outubro de 1999 - O que é isso sobre a cor do quartinho - da bicicleta? Alguns de vocês me - perguntaram. + O que acontece com esse bicicletário? Alguns de vocês me perguntaram. - É uma longa história, ou melhor, - é uma antiga história, mas pode ser meio - curta na verdade. Um cara chamado C. Northcote - Parkinson escreveu um livro em meados de 1960 chamado de - A Lei de Parkinson, que continha - vários insights sobre as dinâmicas da - administração. + É uma longa história, ou melhor, é uma história antiga, mas na verdade é bem curta. C. Northcote Parkinson escreveu um livro no início dos anos 1960, chamado Lei de Parkinson, que contém muitas informações sobre a dinâmica da administração. - [trechos irrelevantes foram cortados] + [recorte um pouco o comentário sobre o livro] - Vamos deixar de falar sobre o livro em sí, - mas vamos tratar apenas um exemplo. O exemplo - específico, do caso do quartinho da bicileta, tem - outro componente de vital importância, que - é uma usina nuclear. Isso ilustra a época - que o livro foi escrito. + No exemplo específico envolvendo o bicicletário, o outro componente vital é uma usina atômica, acho que isso ilustra a idade do livro. - Parkinson mostra como você pode fazer para - chegar em um corpo de diretores de uma empresa e - convencê-los a construir uma usina atômica - multi-milhionária ou até mesmo - bilhionária, mas diz que se você abordar os - diretores da mesma forma, tentando aprovar a - construção de um quartinho de bicicleta, - você vai cair em uma discussão profunda, e - sem fim. + Parkinson mostra como você pode entrar na diretoria e obter aprovação para a construção de uma usina de energia atômica multimilionária ou mesmo bilionária, mas se você quiser construir um galpão de bicicleta, você ficará envolvido em discussões intermináveis. - Parkinson explica que isso acontece porque uma usina - atômica é tão vasta, tão cara - e tão complicada que as pessoas simplesmente - preferem não discutir, e mesmo que tentem - fazê-lo, eles assumem que alguém já - observou todos os detalhes possíveis antes que - tal proposta chegasse à tal ponto. Richard P. - Feunmann dá alguns exemplos interessantes, sobre - o que acontece em Los Alamos em seus livros. + Parkinson explica que isso ocorre porque uma usina atômica é tão vasta, tão cara e tão complicada que as pessoas não conseguem entendê-la e, em vez de tentar, recuam supondo que alguém tenha verificado todos os detalhes antes de chegar tão longe. Richard P. Feynmann dá alguns exemplos interessantes, e muito importantes, relacionados a Los Alamos em seus livros. - Por outro lado, um barracão de bicicleta pode - ser construído por qualquer um, em um fim de - semana qualquer, e ainda sobraria tempo ao seu - desenvolvedor para assistir o jogo na TV. Então, - não importa o quão bem preparado - você esteja, alguém vai sempre querer - aparecer diante de uma situação dessas, e - querer discutir as coisas mais pequenas - possíveis. Na Dinamarca isso se chama - Deixar sua marquinha. Envolve - prestígio e orgulho pessoal, envolve a - possibilidade de apontar para algum lugar (qualquer - lugar que seja) e apontar dizendo - Aquilo! Eu fiz - aquilo (o que quer que aquilo - seja). Isso é comum em políticos, mas - aparece em qualquer pessoa a quem se dê a chance. - Simplesmente pense em pegadas, no cimento - fresco." -
+ Uma bicicletário por outro lado. Qualquer um pode construir um desses em um fim de semana e ainda ter tempo de assistir ao jogo na TV. Portanto, não importa o quão bem preparado, não importa o quão razoável você é com a sua proposta, alguém vai aproveitar a chance de mostrar que ele está fazendo o seu trabalho, que ele está prestando atenção, que ele está aqui. - Na verdade, um "quartinho de bicicletas" ou - "barracão de bicicletas" é uma - tradução literal para a expressão - bikeshed; comumente utilizada na - língua inglesa. Um bikeshed, no - significado definido pelo dicionário norte - americano é um pequeno quarto ou - barração não raramente encontrado no - fundo de uma casa, que é utilizado para guardar - bicicletas e outras coisas pequenas. Normalmente os norte - americanos constroem esses quartinhos eles mesmos, de - madeira, no fundo de suas casas ou próximos - à garagem de automóveis. A expressão - é normalmente utilizada pelos desenvolvedores do - FreeBSD quando se começa uma discussão sobre - algum assunto que não é tão - importante para o bom funcionamento de alguma outra coisa, - como por exemplo, qual a importância da cor de um - quartinho de bicicletas, quando o mesmo já - está construído e servindo bem ao seu - propósito? + Na Dinamarca, chamamos de definindo sua identidade. É sobre orgulho pessoal e prestígio, é sobre poder apontar para algum lugar e dizer Lá! Eu fiz aquilo. É um traço forte nos políticos, mas presente na maioria das pessoas que têm chance. Basta pensar em passos em cimento molhado. +
- As gracinhas do FreeBSD + Coisas legais do FreeBSD - Quão fresco é o FreeBSD? + Quão legal é o FreeBSD? - P. Alguém já fez algum tipo de teste de - temperatura ao rodar o FreeBSD? Eu sei que o Linux - costuma ser mais fresco que o DOS, mas nunca ouvi falar - nada a respeito do FreeBSD. Parece que ele é um - sistema muito - caliente! + Q. Alguém fez algum teste de temperatura durante a execução do FreeBSD? Eu sei que o Linux é mais legal que o DOS, mas nunca vi uma menção ao FreeBSD. Parece ser muito rápido. - R. Não, mas nós já fizemos - vários testes de sabor com usuários vendados - que, além de tudo, haviam tomado 250 microgramas de - LSD-25. 35% dos voluntários disseram que o FreeBSD - tinha um sabor parecido com laranja, enquanto o Linux - tinha sabor de névoa púrpura. Nenhum dos - dois grupos comentou nada significante sobre a - variação de temperatura. Eventualmente, - tivemos que jogar o resultado desses testes fora, - já que descobrimos que vários desses - voluntários estavam vagando fora do quarto, - prejudicando os resultados. Acreditamos que hoje, a - maioria desses voluntários trabalhe na Apple. Eles - devem estar criando novas interfaces gráficas do - tipo arranha e cheira. É um - trabalho divertido e clássico, do qual nós - fazemos parte! + R. Não, mas fizemos numerosos testes de gostos em voluntários vendados que também receberam 250 microgramas de LSD-25 administrados antecipadamente. 35% dos voluntários disseram que o FreeBSD tinha um gosto de um tipo de laranja, enquanto o Linux tinha gosto de névoa roxa. Nenhum dos grupos mencionou variações significativas na temperatura. Eventualmente nós tivemos que lançar os resultados desta pesquisa completamente de qualquer maneira quando descobrimos que muitos voluntários estavam vagando fora da sala durante os testes, assim distorcendo os resultados. Nós achamos que a maioria dos voluntários está na Apple agora, trabalhando em sua nova GUI risca e arrisca. É um negócio antigo e engraçado em que estamos! - Falando sério, o FreeBSD e o Linux usam as - instruções HLT (halt) - quando o sistema está inativo. Isto diminui - consideravelmente o consumo de energia e, - conseqüentemente, o aquecimento que ele proporciona. - Além disso, se seu sistema possui APM (sistema - avançado de gerenciamento de energia) configurado, - o FreeBSD coloca a CPU em modo de consumo menor de - energia. + Sério, o FreeBSD usa a instrução HLT (halt) quando o sistema está ocioso, reduzindo assim seu consumo de energia e, portanto, o calor gerado. Além disso, se você tiver ACPI (Configuração Avançada e Interface de Energia) configurado, então o FreeBSD também pode colocar a CPU em um modo de baixa energia. - Quem está arranhando meus pentes de - memória?? + Quem está coçando nos meus bancos de memória?? - P. Existe alguma bruxaria que o - FreeBSD faz ao compilar o - kernel que, por ventura, - estaria fazendo meus pentes de memória fazer - barulhos estranhos, como se estivessem sendo arranhados? - Durante a compilação do sistema (e um - pouquinho depois, assim que a unidade de disquete é - reconhecida, e após a inicialização - também), um barulho estranho de arranhos - começa a emanar de algum lugar que parece ser os - pentes de memória. + Q. Existe alguma coisa estranha que o FreeBSD faz ao compilar o kernel que faria com que a memória fizesse um som de algo coçando? Ao compilar (e por um breve momento depois de reconhecer o drive de disquete na inicialização também), um estranho som de algo coçando emana do que parecem ser os bancos de memória. - R. Claro! Com muita frequência, você vai - ouvir falar dos daemons na - documentação do BSD. O que a maioria das - pessoas não sabem é que essa é uma - referência genuína às entidades - não-corporais que estão possuindo o seu - computador. O barulho que parece o som de alguma coisa - sendo arranhada, na verdade são sussuros em tons - extremamente agudos que os daemônios - emanam, ao decidir entre si as melhores maneiras de tratar - as várias tarefas referentes à - administração do seu sistema. + Sim! Você verá referências freqüentes a daemons na documentação do BSD, e o que a maioria das pessoas não sabe é que isso se refere a entidades genuínas e não corporais que agora possuem seu computador. O som áspero vindo de sua memória é, na verdade, um sussurro agudo entre os daemons, pois eles decidem como lidar com várias tarefas de administração do sistema. - Se o barulho te dominar, um bom fdisk - /mbr no DOS pode fazer você se livrar - dos sons, mas não se surpreenda se a - reação dos - daemons forem adversas, ao - tentar evitar que você faça isso. Na - verdade, há qualquer momento, é - possível que você ouça a voz - satânica do Bill Gates pelo auto-falante interno do - seu PC. Se isso acontecer, CORRA! Corra sem parar e - não olhe para trás por qualquer que seja o - motivo! Depois de se liberarem das influências - contrastantes dos daemons - BSD, os demônios gêmeos do DOS e do Windows - costumam ter sucesso ao repossuir total controle do seu - computador, e depois disso, o tempo garantirá que - eles consigam a dominação total da sua alma. - Agora que você já conhece a verdade, - esperamos que sua escolha seja conviver com os barulhinos - agudos. Ou não? + Se o ruído chegar até você, um bom fdisk/mbr do DOS irá se livrar deles, mas não fique surpreso se eles reagirem negativamente e tentarem pará-lo. Na verdade, se em algum momento durante o exercício você ouvir a voz satânica de Bill Gates vindo do alto-falante embutido, saia correndo e não olhe para trás! Livres da influência contrabalançadora dos daemons BSD, os demônios gêmeos do DOS e Windows são frequentemente capazes de reafirmar o controle total sobre sua máquina para a danação eterna de sua alma. Agora que você sabe, dada uma escolha, você provavelmente preferiria se acostumar com os ruídos ásperos, não? - Quantos FreeBSD hackers - são necessários para trocar uma - lâmpada? + Quantos hackers do FreeBSD são necessários para trocar uma lâmpada? - Mil cento e sessenta e nove: + Mil, cento e sessenta e nove: - Vinte e três para reclamarem no -CURRENT que - estão sem luz; + Vinte e três para reclamar com -CURRENT sobre as luzes estarem apagadas; - Quatro para dizer que é um problema na - configuração, e que essa pergunta deveria - ser feita na freebsd-questions; + Quatro para afirmar que trata-se de um problema de configuração e que tais questões realmente pertencem a -questions; - Três para enviar Relatório de Problemas - sobre a lâmpada, dos quais ao menos um, não - está completamente concluído, e consiste - apenas de um breve tá escuro; + Três para enviar PRs sobre o assunto, uma das quais está arquivada sob doc e consiste apenas da declaração está escuro; - Um para adicionar uma lâmpada que nunca foi - testada, que danifica todo o buildworld - e depois de 5 minutos tem que ser - retirada; + Um para cometer uma lâmpada não testada que quebra o buildworld, e depois retorna cinco minutos depois; - Oito para reclamarem para os autores dos - Relatórios de Problemas por não ter - incluído correções em seus - relatórios; + Oito para chamar os remetentes de RP por não incluir patches em seus PRs; - Cinco para reclamar que o - buildworld não está - funcionando; + Cinco para reclamar sobre o buildworld sendo quebrado; - Trinta e um para responder que funciona para eles, e - que os problemáticos devem ter feito CVSup na hora - errada; + Trinta e um para responder que funciona para eles, e eles devem ter atualizado em um momento ruim; - Um para enviar uma correção para a nova - lâmpada na freebsd-hackers; + Um para postar um patch para uma nova luz para -hackers; - Um para reclamar que ele tinha correções - para essa lâmpada há 3 anos, mas que quando - elas foram enviadas para o -CURRENT, foram simplesmente - ignoradas, e que sua experiência com o sistema de - Relatório de Problemas não foram as melhores - possíveis; além disso a nova lâmpada - proposta não era reflexiva; + Um para reclamar que ele tinha patches para isso há três anos, mas quando ele os enviou para -CURRENT eles foram ignorados, e ele teve más experiências com o sistema de PRs; além disso, a nova luz proposta não é reflexiva; - Trinta e sete para gritarem em alto e bom som que as - lâmpadas não fazem parte da base do sistema, - e que os desenvolvedores não tem o direito de sair - fazendo esse tipo de coisa sem antes consultar a - comunidade, e O QUE O -CORE ESTA FAZENDO SOBRE - ISSO!? + Trinta e sete para gritar que essa luz não pertencem ao sistema básico, que os committers não têm o direito de fazer coisas assim sem consultar a Comunidade, e O QUE O -CORE ESTÃ� FAZENDO SOBRE ISSO!? - Duzendos para reclamar da cor do quartinho de - bicicletas; + Duzentos para reclamar da cor do bicicletário; - Três para dizer que a correção - enviada não está de acordo com os - padrões que o código do - kernel deve ter, conforme - documentado na página de manual do - &man.style.9;; + Três para salientar que o patch quebra o style9; - Dezessete para reclamar que a nova lâmpada - proposta está licenciada sob a Licença - Pública Geral GNU (GPL); + Dezessete para reclamar que a nova luz proposta está sob a GPL; - Quinhentos e oitenta e seis para entrarem de corpo e - alma em uma discussão sobre as vantagens - comparativas entre a licença Pública Geral - GNU (GPL), a licença BSD, a licença do MIT, - a NPL e a higiene pessoal dos fundadores da - Free Software - Foundation; + Quinhentos e oitenta e seis para iniciar uma guerra contra as vantagens comparativas da GPL, da licença da BSD, da licença do MIT, da NPL e da higiene pessoal dos fundadores da FSF, que não são nomeados; - Sete para copiar vários trechos da - discussão para a lista de discussão - freebsd-chat e para a freebsd-advocacy; + Sete para mover várias partes do segmento para -chat e -vocacy; - Um para trocar a nova lâmpada sugerida, apesar - de a nova brilha bem menos que a antiga; + Um para comitar a luz sugerida, mesmo que ela seja mais escura que a antiga; - Dois para retirarem a lâmpada furiosos, dizendo - que o FreeBSD está melhor no escuro do que com uma - lâmpada tão fraca; + Dois para recuar com uma chama furiosa de uma mensagem de commit, argumentando que o FreeBSD está melhor no escuro do que com uma lâmpada fraca; - Quarenta e seis para contestarem vorazmente sobre a - retirada da lâmpada fraca e escreverem um - relatório para o -core; + Quarenta e seis para argumentar veementemente sobre o apoio da luz fraca e exigir uma declaração do alto desempenho; - Onze para dar a idéia de criar uma - lâmpada menorzinha, que poderia caber no Tamagotchi - deles, se um dia nós decidirmos portar o FreeBSD - para tal plataforma; + Onze para solicitar uma lâmpada menor para que ela caiba em seu Tamagotchi se decidirmos portar o FreeBSD para essa plataforma; - Setenta e três para reclamar da razão - sinal versus ruído na freebsd-chat e na - freebsd-hackers, e se retirarem das listas em - protesto; + Setenta e três para reclamar sobre o SNR em -chackers e -chat e cancelar a inscrição em protesto; - Treze para enviarem mensagens com o conteúdo - "unsubscribe", "Como eu saio da lista?", ou "Por favor, me - tirem da lista", seguidas do rodapé tradicional do - servidor de discussão com as - instruções para sair da lista; + Treze para postar cancelar a inscrição, Como posso cancelar a inscrição? , ou Por favor, remova-me da lista, seguido do rodapé habitual; - Um, para adicionar uma nova lâmpada que funciona - bem, enquanto todos os outros estão ocupados demais - com a discussão para perceber que alguém - já trocou a lâmpada por uma funcional; + Um para comitar uma lâmpada de trabalho enquanto todos estão ocupados demais chamando a atenção de todos os outros para esse commit; - Trinta e um para afirmar que a nova lâmpada - brilha em média 0.364% mais, se comparada com as - lâmpadas TenDRA (contudo, ela terá que ser - refeita em formato de cubo) e que o FreeBSD deveria mudar - para TenDRA ao invés do GCC; + Trinta e um para salientar que a nova lâmpada iria brilhar 0,364% a mais se compilada com TenDRA (embora tenha que ser reformulada em um cubo), e que o FreeBSD deve, portanto, mudar para TenDRA ao invés de GCC; - Um para reclamar que a nova lâmpada não - é honesta; + Um para reclamar que a nova lâmpada não tem carenagem; - Nove (incluindo aqueles que enviaram os - Relatórios de Problemas) para perguntar o - que significa MFC?; + Nove (incluindo os criadores de PRs) para perguntar o que é o MFC?; - Cinquenta e sete para reclamar que ficaram no escuro - por duas semanas até que a lâmpada fosse - trocada. + Cinquenta e sete para se queixar das luzes apagadas duas semanas depois de a lâmpada ter sido trocada. - Um adendo do &a.nik;: + Nik Clayton nik@FreeBSD.org acrescenta: - Eu estava rindo um bocado - aqui. + Eu estava rindo bastante disso. - Aí pensei, "Peraí, não - deveria ter ao menos '1 para documentar a nova - lâmpada' em algum lugar? + E então eu pensei, Espere, não deveria haver '1 para documentar isso.' nessa lista em algum lugar? - Daí eu fui iluminado - :-) + E então eu fui iluminado :-) + + Thomas Abthorpe tabthorpe@FreeBSD.org diz: Nenhum, um hacker real do FreeBSD não têm medo do escuro! - Para onde vão os dados que são escritos - no dispositivo /dev/null ? + Onde os dados gravados em /dev/null vão parar? - Esses dados são enviados para um dissipador - especial da CPU que os converte em calor, para que depois - sejam ventilados pelo cooler do - computador. É por isso que o esfriamento do - processador é cada vez mais importante; quanto mais - rápido os processadores se tornam, menos - importância os usuários dão à - seus dados, por isso cada vez mais lixo é enviado - para o /dev/null, gerando um - superaquecimento das CPUs. Se o - /dev/null for apagado (dessa forma - desabilitando o dissipador de dados da CPU), o sistema vai - rodar a uma temperatura mais amena. Contudo, o computador - vai manter tanto lixo inútil existente, que o - sistema vai logo começar a falhar. Se você - tiver uma conexão de rede bem rápida, - dá para resfriar o computador lendo todos os dados - criados na /dev/random e enviando-os - para algum lugar da rede. Contudo existe o risco de - superaquecer sua rede ou do Provedor de Serviço - Internet ficar meio bravo com você, já que - todo esse calor normalmente é recebido pelo - equipamento do provedor. Mas não se preocupe, os - provedores tem grandes ventiladores para esfriar suas - máquinas, então se você não - insistir nisso com muita frequência, vai ficar tudo - bem. + Ele entra em um coletor de dados especial na CPU, onde é convertido em calor que é ventilado através do conjunto do dissipador de calor / ventilador. É por isso que o resfriamento da CPU é cada vez mais importante; À medida que as pessoas se acostumam com processadores mais rápidos, elas se tornam descuidadas com seus dados e mais e mais delas acabam no /dev/null, superaquecendo suas CPUs. Se você apagar /dev/null (o que efetivamente desativa o dissipador de dados da CPU) sua CPU pode ficar mais fria, mas seu sistema rapidamente ficará constipado com todos esses dados em excesso e começará a se comportar de maneira irregular. Se você tem uma conexão de rede rápida, pode resfriar sua CPU lendo dados de /dev/random e enviá-los para algum lugar; No entanto, você corre o risco de superaquecer sua conexão de rede e / ou irritar seu ISP, pois a maioria dos dados acabará sendo convertida em calor pelo equipamento, mas eles geralmente têm um bom resfriamento, então se você não exagere você deve estar bem. - Adendo de Paul Robinson: + Paul Robinson acrescenta: - Existem outros métodos. Como todo bom - administrador de sistemas sabe, faz parte da - prática comum enviar dados das mais variadas - espécies para a tela. Isto mantêm todos os - pixies - (pixie significa fadinhas - em inglês) de tela felizes. Os - pixies de tela (normalmente - escritos com erro de ortografia, como 'pixels') são - divididos de acordo com o tipo de boné que eles - usam (vermelho, verde ou azul) e costumam aparecer ou - sumir (mostrando a cor de seus bonés) sempre que - eles ganham alguma coisinha para comer. As placas de - vídeo transformam os dados em comida de - pixies, e manda essa comida - para eles. Quanto mais cara for a placa de vídeo, - melhor é a qualidade da comida. Dessa forma, mais - felizes ficam os pixies. - Os pixies também - precisam ser constantemente estimulados – é - para isso que existem as proteções de - telas. + Existem outros métodos. Como todo bom administrador de sistemas sabe, é parte da prática padrão enviar dados para a tela de variedade interessante para manter todos os pixies que compõem sua imagem felizes. Os duendes de tela (comumente com erros de digitação ou renomeados como pixels) são categorizados pelo tipo de chapéu que usam (vermelho, verde ou azul) e serão ocultados ou exibidos (mostrando a cor do chapéu ) sempre que recebem um pequeno pedaço de comida. Placas de vídeo transformam dados em comida de duende, e então os enviam para os duendes - quanto mais cara a carta, melhor a comida, então é melhor que os pixies se comportem melhor. Eles também precisam de estímulo constante - é por isso que existem proteções de tela. - Então, para seguir a sugestão anterior, - é interessante mandar todos os dados que - saírem do /dev/random para a - tela do console, para alimentar os - pixies. Isso não - causa nenhum aquecimento do computador, e em - contrapartida, faz os - pixies viverem mais - felizes, e ainda pode ser que faça você se - livrar rapidamente de todos os dados existentes no - /dev/random, mesmo considerando que a - tela fique um pouco confusa. + Para levar suas sugestões adiante, você poderia simplesmente jogar os dados aleatórios no console, permitindo que os duendes os consumam. Isso faz com que nenhum calor seja produzido, mantém os pixies felizes e se livra de seus dados rapidamente, mesmo que isso faça as coisas parecerem um pouco confusas na sua tela. - Como um ex-administrador de um provedor que teve - algumas más experiências tentando manter a - estabilidade da temperatura da sala dos servidores, eu - recomendo sinceramente que as pessoas não tentem - enviar todos os seus dados para a rede. Existem umas - pequenas fadinhas encantadas que fazem a alternância - dos pacotes de redes, e que fazem o roteamento desses - mesmos pacotes. Algumas vezes essas fadinhas ficam meio - revoltadas com os usuários malvados que ficam - mandando seus dados inúteis para a rede. + Incidentalmente, como um ex-administrador de um grande ISP que teve muitos problemas ao tentar manter uma temperatura estável em uma sala de servidores, eu desencorajaria fortemente as pessoas que enviam os dados que não querem para a rede. As fadas que fazem a troca e o encaminhamento de pacotes também se irritam com isso. + + + + Minha colega fica muito no computador, como eu posso brincar com ela? + + + + Instale o games/sl e espere ela digitar sl para ls. + + - Tópicos Avançados + Tópicos Avançados - Como eu posso aprender mais sobre as - características internas do FreeBSD? + Como posso aprender mais sobre os componentes internos do FreeBSD? - Atualmente não há nenhum livro - específico sobre as características internas - do Sistema Operacional FreeBSD. Contudo, a maior parte do - conhecimento genérico sobre UNIX pode ser aplicado - diretamente a ele. Além disso existem livros - específicos para sistemas BSD cuja leitura é - recomendada. + Veja o Handbook de Arquitetura do FreeBSD . - Para uma lista, verifique a sessão de - bibliografia sobre características internas dos - sistemas operacionais no - &a.ptbr.p.handbook;. + Além disso, muito do conhecimento geral sobre o UNIX é diretamente aplicável ao FreeBSD. - Como posso contribuir com o projeto FreeBSD? + Como posso contribuir para o FreeBSD? O que posso fazer para ajudar? - Por gentileza, consulte o artigo Contribuindo - com o Projeto FreeBSD para obter algumas dicas - sobre o assunto. Toda ajuda é mais que bem - vinda! + We accept all types of contributions: documentation, + code, and even art. See the article on Contributing + to FreeBSD for specific advice on how to do + this. + + E obrigado por considerar nos ajudar! - O que são SNAPs e RELEASEs? + O que são Snapshots e Releases? - Atualmente existem três séries - ativas/semi-ativas no Repositório - CVS do projeto FreeBSD (a RELENG_2 que é - provavelmente alterada somente duas vezes ao ano, sendo - esta a razão de termos somente três - séries em desenvolvimento): + Atualmente existem 3 branchs ativas/semi-ativas no Repositório de Subversion do FreeBSD. (Os branchs anteriores são alterados apenas muito raramente, e é por isso que existem apenas 3 ramificações ativas de desenvolvimento): - RELENG_2_2 ou - 2.2-STABLE + stable/10/ AKA 10-STABLE - RELENG_3 ou - 3.X-STABLE + stable/11/ AKA 11-STABLE - RELENG_4 ou - 4-STABLE + head/ AKA -CURRENT AKA 12-CURRENT - - - HEAD ou - -CURRENT ou - 5.0-CURRENT - - - HEAD não é um nome de - uma tag de série, como os outros dois; é - somente uma constante simbólica para - o atual desenvolvimento corrente, mas - não de série a qual - nós simplesmente nos referimos como - -CURRENT. + HEAD não é uma tag de branch real. É uma constante simbólica para o fluxo de desenvolvimento atual, não ramificado, conhecido como -CURRENT. - Neste momento, a -CURRENT se refere ao - desenvolvimento atual do FreeBSD 5.0. A série - 4-STABLE, RELENG_4 - originou-se da -CURRENT em Março de - 2000. - - A série 2.2-STABLE, - RELENG_2_2, originou-se da - -CURRENT em Novembro de 1996, e foi - praticamente descontinuada. + No momento, o -CURRENT é o fluxo de desenvolvimento 12.X; o branch 11-STABLE, stable/11/, derivou do -CURRENT em abril de 2016 e o branch ​​10-STABLE,stable/10/, derivou do -CURRENT em agosto de 2015. - - Como faço a minha própria - distribuição personalizada? - - - - Por gentileza, consulte o artigo sobre a Engenharia de - Releases.. - - - - - - Por que o make world sobrescreve os - binários já instalados? - - - - Porque essa é a idéia geral sobre como - ele deve funcionar; como seu nome sugere, o make - world reconstrói todo o sistema - binário a partir do zero, garantindo que o - usuário tenha um ambiente limpo e consistente ao - final da operação (é por isso que o - processo demora tanto). - - Se a variável de ambiente - DESTDIR estiver definida enquanto um - make world ou make - installworld estiver sendo executado, os - binários recém criados serão - distribuídos no diretório definido em - ${DESTDIR}, criando no mesmo uma - réplica do conteúdo do / do sistema. - Algumas alterações aleatórias nas - bibliotecas compartilhadas podem ocasionar falhas na hora - de reconstruir o sistema com o make - world. - - - - - - Por que quando meu sistema inicializa, ele diz - (bus speed defaulted)? - - - - Os controladores SCSI Adaptec 1542 permitem que o - usuário defina a velocidade de acesso ao barramento - por meio de software. Algumas versões mais antigas - deste dispositivo tentavam determinar automaticamente a - maior velocidade possível e tentavam ajustar sua - velocidade à esse limite máximo. - Descobriu-se contudo, que esse comportamento as vezes era - prejudicial, e fazia com que algumas máquinas - não funcionassem de forma adequada, por este motivo - essa característica agora vem desabilitada por - default, para ativá-la é necessário - definir a opção TUNE_1542 - no kernel do FreeBSD. Essa - opção, em sistemas onde ela se aplica, - provavelmente assegura que seus discos sejam acessados de - forma mais rápida e eficiente; contudo, em sistemas - onde o uso desse algoritmo é inviável, pode - resultar em perda de dados. - - - - - - Posso acompanhar a série -CURRENT mesmo tendo - acesso limitado à Internet? - - - - Sim, é possível acompanhar a - série de desenvolvimento sem - precisar baixar sempre todo o codigo fonte do - sistema, basta utilizar o recurso de - CTM. - - - - - - Como o FreeBSD foi dividido em arquivos de - 240k? - - - - O comando split que acompanha as novas versões - dos sistemas BSD têm uma opção - que permite dividir os arquivos em - limites arbitrários de bytes. - - Eis um exemplo tirado do - /usr/src/Makefile. - -bin-tarball: -(cd ${DISTDIR}; \ -tar cf - . \ -gzip --no-name -9 -c | \ -split -b 240640 - \ -${RELEASEDIR}/tarballs/bindist/bin_tgz.) - - - - - - Eu escrevi uma extensão para o - kernel; a quem eu - envio? - - - - Por gentileza, consulte o artigo Contribuindo - com o Projeto FreeBSD para obter mais - informações sobre como enviar código - fonte ao projeto. - E obrigado pelo seu interesse! :) - - - - - - Como as placas Plug N Play ISA são detectadas e - inicializadas? - - - - Por: Frank Durda IV - uhclem@nemesis.lonestar.org - - Simplificando, existem poucas portas de E/S que todas - as placas PnP respondem quando o sistema indaga se algum - dispositivo está usando-a. Então, quando a - rotina de procura do PnP começa, ele pergunta se - há alguma placa PnP presente, e todas as placas PnP - respondem com seus respectivos números de modelo - para uma leitura de E/S da mesma porta. A rotina de - procura recebe então um sinal wired-OR - representando um sim à pergunta em - questão. Ao menos um bit positivo constitui essa - resposta. Então o código de procura - é capaz de fazer com que as placas com o modelo de - identificação (atribuído pela - Microsoft/Intel) inferior a X sejam colocados em modo - off-line. Ele então irá - verificar se alguma placa respondeu a consulta. Se a - resposta for 0 o sistema assume que - não há placas com - identificação acima de X. Depois a rotina - de busca verifica se há alguma placa cujo ID - é inferior a X. Se a resposta - for positiva, a rotina de busca sabe que ainda existem - placas identificadas com um valor menor que X. Aí - a busca tenta identificar placas com ID superior à - X (limite / 4) e ordena que entrem em modo off-line. - Repete-se o ciclo de pesquisas e - identificações nessa forma - semi-binária até que um número - necessário de interações seja - concluído. Ao final do processo o sistema - terá identificado todas as placas PnP presentes na - máquina em questão, com o número de - interações necessárias sempre menor - que 2ˆ64. - - Os IDs (códigos de identificação) - são dois campos de 32-bits (portanto, 2ˆ64) - acrescidos de 8 bits que é o checksum - (verificação de consistência de - dados). Os primeiros 32 bits identificam o fabricante da - placa. Nenhum fabricante assume isso, mas podemos - perceber que diferentes tipos de placas do mesmo - fabricante costumam ter diferentes - identificações de 32-bit. O motivo correto, - não se sabe, mas percebe-se que 32 bits exclusivos - para os fabricantes chega a ser um exagero. - - Os últimos 32 bits é um número - serial que torna a identificação dessa placa - única. O fabricante não pode nunca produzir - uma placa que tenha os 32 bits finais iguais, a não - ser que os 32 bits iniciais sejam distintos. Dessa forma - é possível existir várias placas do - mesmo tipo e fabricante, e ainda assim todos os 64 bits - dessas placas serem únicos. - - Os grupos de 32 bits nunca podem ser todos zero. Isso - permite ao wired-OR identificar bits não nulos - durante a procura binária inicial. - - Uma vez que o sistema tenha identificado todas as IDs - presentes, ele vai reativar cada placa, uma por vez (pela - mesma porta de E/S) e achar os recursos que cada uma - necessita, quais opções de - interrupções estão - disponíveis, etc. Uma busca é feita em - todas as placas para obter estas - informações. - - Tal informação é então - combinada com as informações encontradas nos - arquivos ECU, no sistema, ou então da MLB BIOS. O - suporte da BIOS PnP e da ECU costuma ser sintética, - portanto os periféricos não são - exatamente PnP como é dito. Contudo, ao examinar as - informações da da BIOS e da ECU, as rotinas - de busca podem identificar dispositivos ditos PnP e evitar - que eles requeiram recursos também - necessários por outros dispositivos, que por sua - vez não podem realocar tais valores - automaticamente. - - Os dispositivos PnP são visitados mais uma vez - e recebem seus endereços de E/S, DMA, IRQ e - endereçamentos atribuídos na memória. - Os dispositivos permaneceram naquela ordem até a - próxima inicialização do sistema, - apesar de que nada impede que eles sejam movidos quando se - desejar. - - Essa explicação é muito - simplista, mas provavelmente você entendeu a - idéia geral do comportamento PnP. - - A Microsoft fez um exame sobre algumas das portas - primárias de status de impressoras para fazer PnP, - dentro da lógica que nenhuma placa poderia - decodificar aqueles endereços para os ciclos - opostos de E/S. Eu encontrei uma placa genuína de - impressora IBM que enviou dados decodificados da porta de - status durante o começo do período da - proposta de revisão do PnP, mas a Microsoft - ficou brava. Então eles resolveram - fazer um envio para a porta de status da impressora, de - forma a justar o endereço usado (naquele instante + - 0x800) e uma terceira porta de E/S para - a leitura que tecnicamente pode ser localizada em qualquer - lugar entre 0x200 e - 0x3ff. - - - - - - Vocês podem definir um número principal - para um driver de dispositivo que eu escrevi? - - - - - Isso depende se você pretende tornar o driver - disponível para o público. Se sim, - então por favor nos mande uma cópia do - código-fonte do driver, mais as devidas - modificações para o - files.i386, um exemplo do arquivo de - configuração, e os devidos códigos do - &man.MAKEDEV.8; para criar qualquer arquivo especial que - seu dispositivo precise. Se você não pode, - ou está impedido por causa de - restrições de licença, então o - character major number 32 e o block major number 8 - estão reservados especificadamente para este - propósito; por favor, use-os. De qualquer maneira, - nós gostaríamos de obter maiores - informações sobre seu driver na - &a.hackers;. - - - - - - E sobre políticas alternativas de layout de - diretórios? - - - - Em resposta a questão da política de - formatos alternativos para diretórios, o esquema - que está atualmente em uso está - imutável desde quando eu o escrevi em 1983. Eu - escrevi aquela política para o FFS (fast - filesystem) original, e nunca o revisei. Ele funciona bem - em evitar que os os grupos de cilindros sejam - completamente preenchidos. Como muitos de vocês - notaram, ele funciona mediocremente para procura. A - maioria dos sistemas de arquivos são criados - à partir de arquivos que foram criados por uma - primeira procura em profundidade (depth first search, - também conhecido como ftw). Estes - diretórios acabam sendo distribuídos pelo - grupo de cilindros, criando assim um cenário - horrível em relação a futuras - primeiras buscas de profundidade. Se pudéssemos - saber o número total de diretórios a serem - criados, a solução seria criar (total / - fs_ncg) por grupo de cilindros antes de movê-los. - Evidentemente, seria necessário criar um conjunto - de métodos heurísticos para adivinhar esse - número. Mesmo usando um pequeno número - fixo, digamos 10, ele produziria um aumento na ordem de - magnitude. Para diferenciar restaurações de - operações normais (quando o algoritmo atual - é provavelmente mais sensível), você - poderia usar o agrupamento acima de 10 se eles fossem - finalizados dentro de uma janela de dez segundos. De - qualquer maneira, minha conclusão é que isso - é uma área pronta para - experimentações. - - Kirk McKusick, Setembro de 1998 - - - - - O que fazer com os dados que eu vejo quando tenho um - kernel panic? + Como posso aproveitar ao máximo os dados que vejo quando meu kernel entra em panic? - [Esta seção foi - extraída de um e-mail escrito por &a.wpaul; na - freebsd-current por - &a.des;, que arrumou alguns problemas de - impressão e adicionou os comentários entre - chaves] + Aqui está um panic típico do kernel: - From: Bill Paul <wpaul@skynet.ctr.columbia.edu> -Subject: Re: the fs fun never stops -To: Ben Rosengart -Date: Sun, 20 Sep 1998 15:22:50 -0400 (EDT) -Cc: current@FreeBSD.org + Fatal trap 12: page fault while in kernel mode +fault virtual address = 0x40 +fault code = supervisor read, page not present +instruction pointer = 0x8:0xf014a7e5 +stack pointer = 0x10:0xf4ed6f24 +frame pointer = 0x10:0xf4ed6f28 +code segment = base 0x0, limit 0xfffff, type 0x1b + = DPL 0, pres 1, def32 1, gran 1 +processor eflags = interrupt enabled, resume, IOPL = 0 +current process = 80 (mount) +interrupt mask = +trap number = 12 +panic: page fault - Ben Rosengart posted the following panic - message] + Esta mensagem não é suficiente. Embora o valor do ponteiro de instrução seja importante, ele também depende da configuração, pois varia dependendo da imagem do kernel. Se for uma imagem de kernel GENERIC de um dos snapshots, é possível que alguém rastreie a função problemática, mas para um kernel personalizado, somente você pode nos dizer onde a falha ocorreu. - > Fatal trap 12: page fault while in kernel mode -> fault virtual address = 0x40 -> fault code = supervisor read, page not present -> instruction pointer = 0x8:0xf014a7e5 - ^^^^^^^^^^ -> stack pointer = 0x10:0xf4ed6f24 -> frame pointer = 0x10:0xf4ed6f28 -> code segment = base 0x0, limit 0xfffff, type 0x1b -> = DPL 0, pres 1, def32 1, gran 1 -> processor eflags = interrupt enabled, resume, IOPL = 0 -> current process = 80 (mount) -> interrupt mask = -> trap number = 12 -> panic: page fault + Para prosseguir: - [Quando] você vê uma mensagem como essa, - não é suficiente somente reproduzí-la - e enviá-la em um e-mail. O valor do ponteiro de - instrução (instruction pointer) que eu - destaquei acima é muito importante; infelizmente, - ele também depende de configuração. - Em outras palavras, os valores variam de acordo com a - exata imagem do kernel que - você estiver usando. Se você estiver usando - uma imagem GENERIC do - kernel de um dos - snapshots, então - é possível que alguém acompanhe a - função ofensiva, mas se você - está rodando um - kernel customizado - então só você - pode nos dizer aonde a falha ocorreu. - - O que você deve fazer é isso: - - Anote o valor do ponteiro de - instrução. Observe que o 0x8: parte do - começo não é significante. Nesse - caso é o 0xf0xxxxxx que - nós queremos. + Anote o valor do ponteiro de instrução. Note que a parte 0x8: no começo não é relevante neste caso: é a parte 0xf0xxxxxx que nós queremos. - Quando o sistema reinicializar, faça o seguinte: + Quando o sistema for reinicializado, faça o seguinte: - &prompt.user; nm -n /kernel.that.caused.the.panic | grep f0xxxxxx + % nm -n kernel.that.caused.the.panic | grep f0xxxxxx - Onde f0xxxxxx é o valor do - ponteiro de instrução. As chances - são que você não terá um - resultado exato visto que os símbolos na tabela - de símbolos do - kernel são para - os pontos de entrada (entry points) de - funções e o endereço do ponteiro - de instrução estarão em algum - lugar dentro de uma função, não - no começo. Se você não receber um - resultado exato, omita o último dígito - do valor do ponteiro de instrução e - tente novamente, ex: + no qual f0xxxxxx é o valor do ponteiro de instrução. As probabilidades são de que você não obterá uma correspondência exata, pois os símbolos na tabela de símbolos do kernel são para os pontos de entrada das funções e o endereço do ponteiro de instrução estará em algum lugar dentro de uma função, não no início. Se você não obtiver uma correspondência exata, omita o último dígito do valor do ponteiro de instrução e tente novamente: - &prompt.user; nm -n /kernel.that.caused.the.panic | grep f0xxxxx + % nm -n kernel.that.caused.the.panic | grep f0xxxxx - Se isso não produz nenhum resultado, corte - outro dígito. Repita até que você - tenha algum tipo de retorno. O resultado será - uma possível lista de funções que - causaram o panic. Isso é menos do que um - mecanismo exato para rastreamento de um ponto de - falha, mas é melhor que nada. + Se isso não produzir nenhum resultado, corte outro dígito. Repita até que haja algum tipo de saída. O resultado será uma possível lista das funções que causaram o panic. Este é um mecanismo menos do que exato para rastrear o ponto de falha, mas é melhor do que nada. - Eu vejo pessoas constantemente mostrando mensagens de - panic como essa, mas eu raramente vejo alguém - comparar o ponteiro de instrução com uma - função na tabela de símbolos do - kernel. + No entanto, a melhor maneira de rastrear a causa de um panic é capturar um despejo de memória e usar o kgdb1 para gerar um rastreamento de pilha no despejo de memória. - A melhor maneira de rastrear a causa de um panic - é guardar as mensagens de falha (crash dump), e - então usar o &man.gdb.1; para gerar um stack trace - da falha. + Em qualquer caso, o método é este: - Em qualquer caso, o método que eu normalmente - uso é esse: - - + - Definir um arquivo de configuração - do kernel, - opcionalmente adiconando a options - DDB se você acha que precisa do - debugger do kernel para - algo. (Eu uso isso principalmente para ajustar - breakpoints se eu suspeito que há uma - condição de laço infinito - (infinite loop ou algo do tipo). + Certifique-se de que a seguinte linha esteja incluída no arquivo de configuração do kernel: + + makeoptions DEBUG=-g # Build kernel with gdb(1) debug symbols - Use config -g - KERNELCONFIG - configurar o diretório da - construção. + Mude para o diretório /usr/src: + + # cd /usr/src - cd /sys/compile/ - KERNELCONFIG; make - + Compile o kernel: + + # make buildkernel KERNCONF=MYKERNEL - Espere o kernel - acabar de compilar. + Aguarde até o make1 terminar a compilação. - make install + # make installkernel KERNCONF=MYKERNEL - reboot + Reinicie. - + - O processo do &man.make.1; terá - construído dois - kernels. - kernel e - kernel.debug. O - kernel foi instalado como - /kernel, enquanto o - kernel.debug pode ser usado como - fonte símbolos de debug para o &man.gdb.1;. + + Se a variável KERNCONF não for informada na linha de comando, o kernel GENERIC será compilado e instalado. + - Para ter certeza que você irá capturar o - crash dump, você precisa editar o - /etc/rc.conf e ajustar o - dumpdev para apontar para sua - partição swap. Isso fará com que os - scripts &man.rc.8; usem o comando &man.dumpon.8; para - habilitar os crash dumps. Você pode também - executar o &man.dumpon.8; manualmente. Depois de um panic, - o crash dump pode ser recuperado usando o &man.savecore.8;; - se variavel dumpdev estiver definida no - /etc/rc.conf, os scripts &man.rc.8; - irão executar o &man.savecore.8; automaticamente e - colocar o crash dump em - /var/crash. + O processo make1 terá compilado dois kernels. O /usr/obj/usr/src/sys/MYKERNEL/kernel e o /usr/obj/usr/src/sys/MYKERNEL/kernel.debug . O kernel foi instalado como /boot/kernel/kernel, enquanto o kernel.debug pode ser usado como fonte de símbolos de depuração para o kgdb1. + Para capturar um despejo de memória, edite o /etc/rc.conf e defina o dumpdev para apontar para a partição de swap ou para AUTO. Isso fará com que os scripts rc8 usem o comando dumpon8 para ativar os despejos de memória. Este comando também pode ser executado manualmente. Após um panic, o despejo de memória pode ser recuperado usando o savecore8; se o dumpdev estiver configurado em /etc/rc.conf, os scripts rc8 executarão o savecore8 automaticamente e colocarão o despejo de memória em /var/crash. + - Os crash dumps do FreeBSD são geralmente do - mesmo tamanho da memória RAM física da sua - máquina. Isto é, se você tem 64MB - de RAM, você terá um crash dump de 64MB. - Então você deve ter certeza que há - espaço suficiente em - /var/crash para alocar o dump. - Alternativamente, você executa o &man.savecore.8; - manualmente e pode fazê-lo recuperar o crash dump - para onde você tenha mais espaço. É - possível limitar o tamanho do crash dump - utilizando a opção options - MAXMEM=(foo) para ajustar a quantia de - memória que o - kernel irá usar - para algo um pouco mais sensível. Por exemplo, - se você tem 128MB de RAM, você pode limitar - o uso de memória do - kernel para 16MB para que - o tamanho do seu crash dump tenha somente 16MB ao - invés de 128MB. + Os despejos de memória do FreeBSD são geralmente do mesmo tamanho que a RAM física. Portanto, verifique se há espaço suficiente em /var/crash para manter o despejo. Como alternativa, execute savecore8 manualmente e faça com que recupere o despejo de memória para outro diretório com mais espaço. É possível limitar o tamanho do despejo de memória usando options MAXMEM=N onde N é o tamanho da memória utilizada do kernel em KBs. Por exemplo, para 1 GB de RAM, limite o uso de memória pelo kernel a 128 MB, para que o tamanho do despejo de memória seja de 128 MB em vez de 1 GB. - Uma vez que você recuperou o crash dump, - você pode ter um stack trace com o &man.gdb.1; como - segue: + Depois que o despejo de memória for recuperado, obtenha um rastreamento de pilha da seguinte maneira: - &prompt.user; gdb -k /sys/compile/KERNELCONFIG/kernel.debug /var/crash/vmcore.0 -(gdb) where + % kgdb /usr/obj/usr/src/sys/MYKERNEL/kernel.debug /var/crash/vmcore.0 +(kgdb) backtrace - Note que há várias telas com - informações valiosas; seria ideal o uso do - &man.script.1; para capturar todas elas. Usando a imagem - (unstripped) do kernel com - todos os símbolos de debug deve mostrar a linha - exata do código-fonte do - kernel onde o panic - ocorreu. Geralmente é mais interessante ler o - stack trace de baixo para cima a fim de rastrear a exata - seqüência de eventos que levaram ao crash. - Você também pode usar o &man.gdb.1; para - exibir os conteúdos de várias - variáveis ou estruturas a fim de examinar o estado - do sistema no instante do crash. + Note que pode haver várias telas de informação valiosa. Idealmente, use script1 para capturar todas elas. Usar a imagem do kernel unstripped com todos os símbolos de depuração deve mostrar a linha exata do código fonte do kernel onde o panic ocorreu. O rastreamento de pilha geralmente é lido de baixo para cima para rastrear a sequência exata de eventos que levam à falha. O kgdb1 também pode ser usado para imprimir o conteúdo de várias variáveis ​​ou estruturas para examinar o estado do sistema no momento da falha. - Agora, se você é realmente louco e tem um - segundo computador, você também pode - configurar o &man.gdb.1; para executar um debug remoto, - tanto que você pode usar o &man.gdb.1; em um sistema - para debugar o kernel em - outro sistema, incluindo o ajuste de breakpoints, - rastreamento passo-a-passo pelo código do - kernel, do mesmo modo que - você pode fazer com um programa do modo de - usuário normal. Eu ainda não brinquei com - isso pois não tive a chance de configurar duas lado - a lado com o único propósito de - debugging. + + Se um segundo computador estiver disponível, o kgdb1 pode ser configurado para fazer uma depuração remota, incluindo pontos de interrupção de configuração e passos únicos através do código do kernel. + - - [Adendo de Bill: "Eu esqueci de - mencionar uma coisa: se você tem DDB habilitado e - o kernel em modo de - debug, você pode forçar um panic (e um - crash dump) apenas digitando ´panic´ no - prompt do ddb. Ele pode parar no debugger novamente - durante a fase de panic. Se isso acontecer, digite - ´continue´ e ele finalizará o crash - dump."-ed] + + Se o DDB estiver habilitado e o kernel cair no depurador, um panic e um despejo de memória podem ser forçados digitando panic no prompt do ddb. O processo pode parar no depurador novamente durante a fase de panic. Se isso acontecer, digite continue e ele concluirá o despejo de memória. + - Por que a dlsym() não funciona mais nos - executáveis ELF? + Por que dlsym() parou de funcionar para executáveis ​​ELF? - A toolchain (cadeia de ferramentas) ELF não - faz, por padrão, os símbolos definidos em um - executável visível para o linkador - dinâmico (dynamic linker). Conseqüentemente, a - procura em nomes obtidos de chamadas com a - dlsym() para dlopen(NULL, - flags) irá falhar ao buscar tais - símbolos. + A toolchain ELF não faz, por padrão, os símbolos definidos em um executável visíveis para o vinculador dinâmico. Consequentemente, a busca da função dlsym() por identificadores obtidos de chamadas para dlopen(NULL, flags) não conseguirá encontrar tais símbolos. - Se a intenção é usar a - dlsym() para buscar símbolos - que possam existir nos executáveis principais do - processo, é necessário linkar o programa com - a opção com - o linker ELF (&man.ld.1;). + Para pesquisar, usando a função dlsym(), os símbolos presentes no executável principal de um processo, vincule o executável usando a opção ao vinculador ELF (ld1). - Como eu posso aumentar ou reduzir o espaço de - endereçamento disponível para o - kernel? + Como posso aumentar ou reduzir o espaço de endereçamento do kernel em uma máquina i386? - Por padrão, o espaço de - endereçamento (address space) do - kernel é 256 MB no - FreeBSD 3.x e 1 GB no FreeBSD 4.x. Em um servidor de rede - com tráfego intensivo (por exemplo, um servidor FTP - ou HTTP de muito tráfego) pode acontecer de, por - exemplo, 256MB de memória não ser o - suficiente. + Por padrão, o espaço de endereço do kernel é de 1 GB (2 GB para PAE) para a arquitetura i386. Se você estiver executando um servidor com uso intensivo de rede ou utilizando o ZFS, isso provavelmente não será suficiente. - Mas então, como aumentar esse espaço? - Existem duas formas. Primeiro, é necessário - dizer ao kernel que ele - deve reservar uma grande quantidade de espaço em - memória para ele mesmo. Segundo, considerando que - o kernel é carregado - no topo do espaço de endereçamento, é - preciso diminuir o endereço de forma que não - conflite com as páginas anteriores de - memória, e que no lugar disso, ele seja carregado - em seu novo local. + Adicione a seguinte linha ao arquivo de configuração do kernel para aumentar o espaço disponível e recompile o kernel: - O primeiro objetivo é facilmente atingido - aumentando as definições de valores do - NKPDE no arquivo - src/sys/i386/include/pmap.h. Aqui - está o arquivo, como deve ser, para 1GB de - endereço de memória: + options KVA_PAGES=N - #ifndef NKPDE -#ifdef SMP -#define NKPDE 254 /* addressable number of page tables/pde's */ -#else -#define NKPDE 255 /* addressable number of page tables/pde's */ -#endif /* SMP */ -#endif - - Para achar o valor correto de - NKPDE, divida o número desejado - (em megabytes) por quatro, então subtraia um para - máquinas mono processadas e dois para - máquinas com SMP. - - Para atingir o segundo objetivo é - necessário descobrir o endereço correto de - carregamento. Para isso basta subtrair o tamanho do - espaço de endereçamento desejado (em bytes) - de 0x100100000; o resultado é 0xc0100000 para um - endereço de espaço de 1 GB. Ajuste - LOAD_ADDRESS em - src/sys/i386/conf/Makefile.i386 para - esse valor, agora ajuste o contador de - posiçõo listada no inicio do - src/sys/i386/conf/kernel.script para - o mesmo valor, como a seguir: - - OUTPUT_FORMAT("elf32-i386", "elf32-i386", "elf32-i386") -OUTPUT_ARCH(i386) -ENTRY(btext) -SEARCH_DIR(/usr/lib); SEARCH_DIR(/usr/obj/elf/home/src/tmp/usr/i386-unknown-freebsdelf/lib); -SECTIONS -{ - /* Read-only sections, merged into text segment: */ - . = 0xc0100000 + SIZEOF_HEADERS; - .interp : { *(.interp) } - - Agora recompile e reinstale seu - kernel. Provavelmente - aparecerão problemas com o &man.ps.1; e com o - &man.top.1;, executar um make world deve - solucionar tais problemas (ou então, a - recompilação manual da - libkvm, do &man.ps.1; e do &man.top.1;, - depois de incluir o pmap.h alterado - em /usr/include/vm/. - - OBS: o tamanho do espaço em memória do - kernel deve ser um - múltiplo de quatro megabytes. - - [Adendo por &a.dg;: Acho que o - endereço de espaço do - kernel precisa ser uma - potência de dois, mas eu não estou certo - disso. O código do processo de - inicialização antigo costumava mexer com - os bits de endereço de alta ordem, o que - implicava em uma granularidade de - 256MB] + Para encontrar o valor correto de N, divida o tamanho do espaço de endereço desejado (em megabytes) por quatro. (Por exemplo, é 512 para 2 GB.) - Reconhecimentos + Agradecimentos -
- Grupo Central (FreeBSD Core - Team) + Este inocente documento de Perguntas Frequentes foi escrito, reescrito, editado, dobrado, fustigado, mutilado, eviscerado, contemplado, desconcertado, cogitado, regurgitado, reconstruído, castigado e revigorado na última década, por um elenco de centenas, se não milhares de voluntários. Repetidamente. - Se você encontrar algum problema no - FAQ ou se desejar submeter uma nova - entrada, por favor envie um e-mail para o &a.faq;. Nós - apreciamos o seu feedback e não podemos tornar este - FAQ melhor sem a sua ajuda! -
- - - - &a.jkh; - - - Atualizações e ajustes ocasionais na - ordenação das informações do - FAQ. - - - - - &a.dwhite; - - - Pelos serviços prestados acima e além da - chamada do dever em freebsd-questions - - - - - &a.joerg; - - - Pelos serviços prestados acima e além da - chamada do dever na Usenet - - - - - &a.wollman; - - - Rede (networking) e - formatação - - - - - Jim Lowe - - - Informações sobre - Multicast - - - - - &a.pds; - - - Escravo de digitação mecânica do - FAQ FreeBSD - - - - - A Equipe FreeBSD - - - Reclamações, rabujices e envio de - informações - - - - - E a todos os outros que nós nos esquecemos, nossas - desculpas e obrigado do coração! + Gostaríamos de agradecer a cada uma das pessoas responsáveis, e nós o encorajamos a se juntar a eles para tornar este FAQ ainda melhor.
Property changes on: head/pt_BR.ISO8859-1/books/faq/book.xml ___________________________________________________________________ Modified: svn:mime-type ## -1 +1 ## -text/sgml \ No newline at end of property +text/xml; charset=UTF-8 \ No newline at end of property Index: head/pt_BR.ISO8859-1/books/faq/pt_BR.po =================================================================== --- head/pt_BR.ISO8859-1/books/faq/pt_BR.po (nonexistent) +++ head/pt_BR.ISO8859-1/books/faq/pt_BR.po (revision 52209) @@ -0,0 +1,12772 @@ +# $FreeBSD$ +# Danilo G. Baio , 2018. #zanata +# Edson Brandi , 2018. #zanata +# Silvio Ap Silva , 2018. #zanata +msgid "" +msgstr "" +"Project-Id-Version: PACKAGE VERSION\n" +"POT-Creation-Date: 2018-09-05 23:13+0000\n" +"PO-Revision-Date: 2018-08-29 12:57+0000\n" +"Last-Translator: Silvio Ap Silva \n" +"Language-Team: \n" +"Language: pt_BR\n" +"MIME-Version: 1.0\n" +"Content-Type: text/plain; charset=UTF-8\n" +"Content-Transfer-Encoding: 8bit\n" +"X-Generator: Zanata 4.6.2\n" +"Plural-Forms: nplurals=2; plural=(n != 1);\n" + +#. Put one translator per line, in the form NAME , YEAR1, YEAR2 +msgctxt "_" +msgid "translator-credits" +msgstr "" +"Edson Brandi, ebrandi@FreeBSD.org, 2018\n" +"Kanazuchi, contato@kanazuchi.com, 2018\n" +"Danilo G. Baio, dbaio@FreeBSD.org, 2018" + +#. (itstool) path: info/title +#: book.translate.xml:19 +msgid "" +"Frequently Asked Questions for FreeBSD 10.X and " +"11.X" +msgstr "" +"Perguntas freqüentes para o FreeBSD 10.X e 11." +"X" + +#. (itstool) path: info/author +#: book.translate.xml:22 +msgid "The FreeBSD Documentation Project" +msgstr "Projeto de Documentação do FreeBSD" + +#. (itstool) path: info/copyright +#: book.translate.xml:24 +msgid "" +"1995 1996 1997 1998 " +"1999 2000 2001 2002 " +"2003 2004 2005 2006 " +"2007 2008 2009 2010 " +"2011 2012 2013 2014 " +"2015 2016 2017 2018 " +"The FreeBSD Documentation Project" +msgstr "" +"1995 1996 1997 1998 " +"1999 2000 2001 2002 " +"2003 2004 2005 2006 " +"2007 2008 2009 2010 " +"2011 2012 2013 2014 " +"2015 2016 2017 2018 " +"Projeto de Documentação do FreeBSD" + +#. (itstool) path: legalnotice/title +#: book.translate.xml:55 +msgid "Copyright" +msgstr "Copyright" + +#. (itstool) path: legalnotice/para +#: book.translate.xml:57 +msgid "" +"Redistribution and use in source (XML DocBook) and 'compiled' forms (XML, " +"HTML, PDF, PostScript, RTF and so forth) with or without modification, are " +"permitted provided that the following conditions are met:" +msgstr "" +"Redistribution and use in source (XML DocBook) and 'compiled' forms (XML, " +"HTML, PDF, PostScript, RTF and so forth) with or without modification, are " +"permitted provided that the following conditions are met:" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:64 +msgid "" +"Redistributions of source code (XML DocBook) must retain the above copyright " +"notice, this list of conditions and the following disclaimer as the first " +"lines of this file unmodified." +msgstr "" +"Redistributions of source code (XML DocBook) must retain the above copyright " +"notice, this list of conditions and the following disclaimer as the first " +"lines of this file unmodified." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:70 +msgid "" +"Redistributions in compiled form (transformed to other DTDs, converted to " +"PDF, PostScript, RTF and other formats) must reproduce the above copyright " +"notice, this list of conditions and the following disclaimer in the " +"documentation and/or other materials provided with the distribution." +msgstr "" +"Redistributions in compiled form (transformed to other DTDs, converted to " +"PDF, PostScript, RTF and other formats) must reproduce the above copyright " +"notice, this list of conditions and the following disclaimer in the " +"documentation and/or other materials provided with the distribution." + +#. (itstool) path: important/para +#: book.translate.xml:79 +msgid "" +"THIS DOCUMENTATION IS PROVIDED BY THE FREEBSD DOCUMENTATION PROJECT \"AS IS" +"\" AND ANY EXPRESS OR IMPLIED WARRANTIES, INCLUDING, BUT NOT LIMITED TO, THE " +"IMPLIED WARRANTIES OF MERCHANTABILITY AND FITNESS FOR A PARTICULAR PURPOSE " +"ARE DISCLAIMED. IN NO EVENT SHALL THE FREEBSD DOCUMENTATION PROJECT BE " +"LIABLE FOR ANY DIRECT, INDIRECT, INCIDENTAL, SPECIAL, EXEMPLARY, OR " +"CONSEQUENTIAL DAMAGES (INCLUDING, BUT NOT LIMITED TO, PROCUREMENT OF " +"SUBSTITUTE GOODS OR SERVICES; LOSS OF USE, DATA, OR PROFITS; OR BUSINESS " +"INTERRUPTION) HOWEVER CAUSED AND ON ANY THEORY OF LIABILITY, WHETHER IN " +"CONTRACT, STRICT LIABILITY, OR TORT (INCLUDING NEGLIGENCE OR OTHERWISE) " +"ARISING IN ANY WAY OUT OF THE USE OF THIS DOCUMENTATION, EVEN IF ADVISED OF " +"THE POSSIBILITY OF SUCH DAMAGE." +msgstr "" +"THIS DOCUMENTATION IS PROVIDED BY THE FREEBSD DOCUMENTATION PROJECT \"AS IS" +"\" AND ANY EXPRESS OR IMPLIED WARRANTIES, INCLUDING, BUT NOT LIMITED TO, THE " +"IMPLIED WARRANTIES OF MERCHANTABILITY AND FITNESS FOR A PARTICULAR PURPOSE " +"ARE DISCLAIMED. IN NO EVENT SHALL THE FREEBSD DOCUMENTATION PROJECT BE " +"LIABLE FOR ANY DIRECT, INDIRECT, INCIDENTAL, SPECIAL, EXEMPLARY, OR " +"CONSEQUENTIAL DAMAGES (INCLUDING, BUT NOT LIMITED TO, PROCUREMENT OF " +"SUBSTITUTE GOODS OR SERVICES; LOSS OF USE, DATA, OR PROFITS; OR BUSINESS " +"INTERRUPTION) HOWEVER CAUSED AND ON ANY THEORY OF LIABILITY, WHETHER IN " +"CONTRACT, STRICT LIABILITY, OR TORT (INCLUDING NEGLIGENCE OR OTHERWISE) " +"ARISING IN ANY WAY OUT OF THE USE OF THIS DOCUMENTATION, EVEN IF ADVISED OF " +"THE POSSIBILITY OF SUCH DAMAGE." + +#. (itstool) path: legalnotice/para +#: book.translate.xml:96 +msgid "FreeBSD is a registered trademark of the FreeBSD Foundation." +msgstr "FreeBSD is a registered trademark of the FreeBSD Foundation." + +#. (itstool) path: legalnotice/para +#: book.translate.xml:98 +msgid "" +"Adobe, Acrobat, Acrobat Reader, Flash and PostScript are either registered " +"trademarks or trademarks of Adobe Systems Incorporated in the United States " +"and/or other countries." +msgstr "" +"Adobe, Acrobat, Acrobat Reader, Flash and PostScript are either registered " +"trademarks or trademarks of Adobe Systems Incorporated in the United States " +"and/or other countries." + +#. (itstool) path: legalnotice/para +#: book.translate.xml:102 +msgid "" +"IBM, AIX, OS/2, PowerPC, PS/2, S/390, and ThinkPad are trademarks of " +"International Business Machines Corporation in the United States, other " +"countries, or both." +msgstr "" +"IBM, AIX, OS/2, PowerPC, PS/2, S/390, and ThinkPad are trademarks of " +"International Business Machines Corporation in the United States, other " +"countries, or both." + +#. (itstool) path: legalnotice/para +#: book.translate.xml:106 +msgid "" +"IEEE, POSIX, and 802 are registered trademarks of Institute of Electrical " +"and Electronics Engineers, Inc. in the United States." +msgstr "" +"IEEE, POSIX, and 802 are registered trademarks of Institute of Electrical " +"and Electronics Engineers, Inc. in the United States." + +#. (itstool) path: legalnotice/para +#: book.translate.xml:109 +msgid "" +"Intel, Celeron, Centrino, Core, EtherExpress, i386, i486, Itanium, Pentium, " +"and Xeon are trademarks or registered trademarks of Intel Corporation or its " +"subsidiaries in the United States and other countries." +msgstr "" +"Intel, Celeron, Centrino, Core, EtherExpress, i386, i486, Itanium, Pentium, " +"and Xeon are trademarks or registered trademarks of Intel Corporation or its " +"subsidiaries in the United States and other countries." + +#. (itstool) path: legalnotice/para +#: book.translate.xml:113 +msgid "Linux is a registered trademark of Linus Torvalds." +msgstr "Linux is a registered trademark of Linus Torvalds." + +#. (itstool) path: legalnotice/para +#: book.translate.xml:115 +msgid "" +"Microsoft, IntelliMouse, MS-DOS, Outlook, Windows, Windows Media and Windows " +"NT are either registered trademarks or trademarks of Microsoft Corporation " +"in the United States and/or other countries." +msgstr "" +"Microsoft, IntelliMouse, MS-DOS, Outlook, Windows, Windows Media and Windows " +"NT are either registered trademarks or trademarks of Microsoft Corporation " +"in the United States and/or other countries." + +#. (itstool) path: legalnotice/para +#: book.translate.xml:119 +msgid "NetBSD is a registered trademark of the NetBSD Foundation." +msgstr "NetBSD is a registered trademark of the NetBSD Foundation." + +#. (itstool) path: legalnotice/para +#: book.translate.xml:121 +msgid "" +"Motif, OSF/1, and UNIX are registered trademarks and IT DialTone and The " +"Open Group are trademarks of The Open Group in the United States and other " +"countries." +msgstr "" +"Motif, OSF/1, and UNIX are registered trademarks and IT DialTone and The " +"Open Group are trademarks of The Open Group in the United States and other " +"countries." + +#. (itstool) path: legalnotice/para +#: book.translate.xml:125 +msgid "" +"Silicon Graphics, SGI, and OpenGL are registered trademarks of Silicon " +"Graphics, Inc., in the United States and/or other countries worldwide." +msgstr "" +"Silicon Graphics, SGI, and OpenGL are registered trademarks of Silicon " +"Graphics, Inc., in the United States and/or other countries worldwide." + +#. (itstool) path: legalnotice/para +#: book.translate.xml:128 +msgid "" +"Sun, Sun Microsystems, Java, Java Virtual Machine, JDK, JRE, JSP, JVM, " +"Netra, OpenJDK, Solaris, StarOffice, SunOS and VirtualBox are trademarks or " +"registered trademarks of Sun Microsystems, Inc. in the United States and " +"other countries." +msgstr "" +"Sun, Sun Microsystems, Java, Java Virtual Machine, JDK, JRE, JSP, JVM, " +"Netra, OpenJDK, Solaris, StarOffice, SunOS and VirtualBox are trademarks or " +"registered trademarks of Sun Microsystems, Inc. in the United States and " +"other countries." + +#. (itstool) path: legalnotice/para +#: book.translate.xml:133 +msgid "" +"Many of the designations used by manufacturers and sellers to distinguish " +"their products are claimed as trademarks. Where those designations appear in " +"this document, and the FreeBSD Project was aware of the trademark claim, the " +"designations have been followed by the ™ or the ® symbol." +msgstr "" +"Many of the designations used by manufacturers and sellers to distinguish " +"their products are claimed as trademarks. Where those designations appear in " +"this document, and the FreeBSD Project was aware of the trademark claim, the " +"designations have been followed by the ™ or the ® symbol." + +#. (itstool) path: info/releaseinfo +#: book.translate.xml:141 +#, fuzzy +msgid "" +"$FreeBSD: head/en_US.ISO8859-1/books/faq/book.xml 52188 2018-08-28 22:21:05Z " +"ebrandi $" +msgstr "" +"$FreeBSD: head/en_US.ISO8859-1/books/faq/book.xml 52086 2018-08-08 06:04:01Z " +"eadler $" + +#. (itstool) path: abstract/para +#: book.translate.xml:144 +msgid "" +"This is the Frequently Asked Questions (FAQ) for FreeBSD " +"versions 10.X and 11.X. Every effort has been made to make this FAQ " +"as informative as possible; if you have any suggestions as to how it may be " +"improved, send them to the FreeBSD documentation project mailing list." +msgstr "" +"Estas são as Perguntas Mais Frequentes (FAQ) para as " +"versões do FreeBSD 10.X e 11.X. Todos os esforços foram feitos para tornar este FAQ o mais informativo possível; Se você tiver alguma sugestão de como " +"ele pode ser melhorado, envie-a para a lista de discussão do projeto de " +"documentação do FreeBSD." + +#. (itstool) path: abstract/para +#: book.translate.xml:151 +msgid "" +"The latest version of this document is always available from the FreeBSD website. It may also be downloaded as one large HTML file with HTTP or as a variety of other " +"formats from the FreeBSD FTP server." +msgstr "" +"A versão mais recente deste documento está sempre disponível no website do FreeBSD. Ela também pode ser baixada como um grande " +"arquivo HTML por HTTP ou em uma grande " +"variedade de outros formatos a partir do servidor de FTP do projeto FreeBSD." + +#. (itstool) path: chapter/title +#: book.translate.xml:161 +msgid "Introduction" +msgstr "Introdução" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:166 +msgid "What is FreeBSD?" +msgstr "O que é o FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:170 +msgid "" +"FreeBSD is a modern operating system for desktops, laptops, servers, and " +"embedded systems with support for a large number of platforms." +msgstr "" +"O FreeBSD é um sistema operacional moderno para desktops, laptops, " +"servidores e sistemas embarcados, com suporte para um grande número de plataformas." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:174 +msgid "" +"It is based on U.C. Berkeley's 4.4BSD-Lite release, with some " +"4.4BSD-Lite2 enhancements. It is also based indirectly on " +"William Jolitz's port of U.C. Berkeley's Net/2 to the " +"i386, known as 386BSD, though very " +"little of the 386BSD code remains." +msgstr "" +"Ele é baseado no sistema 4.4BSD-Lite da U.C. de Berkeley, com " +"algumas melhorias oriundas do 4.4BSD-Lite2. Ele também se " +"baseia indiretamente no port para i386 feito por " +"William Jolitz do sistema Net/2 da U.C. Berkeley, conhecido " +"como 386BSD, embora muito pouco do código original do 386BSD " +"ainda esteja presente." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:182 +msgid "" +"FreeBSD is used by companies, Internet Service Providers, researchers, " +"computer professionals, students and home users all over the world in their " +"work, education and recreation." +msgstr "" +"O FreeBSD é usado por empresas, provedores de serviços de Internet, " +"pesquisadores, profissionais da computação, estudantes e usuários domésticos " +"em todo o mundo em seu trabalho, educação e recreação." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:187 +msgid "" +"For more detailed information on FreeBSD, refer to the FreeBSD " +"Handbook." +msgstr "" +"Para informações mais detalhadas sobre o FreeBSD, consulte o Manual do FreeBSD." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:195 +msgid "What is the goal of the FreeBSD Project?" +msgstr "Qual é o objetivo do projeto FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:199 +msgid "" +"The goal of the FreeBSD Project is to provide a stable and fast general " +"purpose operating system that may be used for any purpose without strings " +"attached." +msgstr "" +"O objetivo do Projeto FreeBSD é fornecer um sistema operacional de propósito " +"geral estável e rápido que possa ser usado para qualquer propósito sem " +"restrições." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:207 +msgid "Does the FreeBSD license have any restrictions?" +msgstr "A licença do FreeBSD tem alguma restrição?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:211 +msgid "" +"Yes. Those restrictions do not control how the code is used, but how to " +"treat the FreeBSD Project itself. The license itself is available at license and can be summarized like this:" +msgstr "" +"Sim. Essas restrições não controlam como o código é usado, mas como tratar o " +"próprio projeto FreeBSD. A licença em si está disponível em licença e " +"pode ser resumida da seguinte forma:" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:219 +msgid "Do not claim that you wrote this." +msgstr "Não reivindique que você escreveu o sistema." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:223 +msgid "Do not sue us if it breaks." +msgstr "Não nos processe se ele quebrar." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:227 +msgid "Do not remove or modify the license." +msgstr "Não remova ou modifique a licença." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:231 +msgid "" +"Many of us have a significant investment in the project and would certainly " +"not mind a little financial compensation now and then, but we definitely do " +"not insist on it. We believe that our first and foremost mission is to provide code to any and all comers, and for whatever purpose, " +"so that the code gets the widest possible use and provides the widest " +"possible benefit. This, we believe, is one of the most fundamental goals of " +"Free Software and one that we enthusiastically support." +msgstr "" +"Muitos de nós têm um investimento significativo no projeto e certamente não " +"nos importaríamos com uma pequena compensação financeira de vez em quando, " +"mas nós definitivamente não insistimos nisso. Acreditamos que a nossa " +"primeira e principal missão é fornecer código a todos os " +"participantes, e para qualquer finalidade, para que o código obtenha o maior " +"uso possível e forneça o maior benefício possível. Este, acreditamos, é um " +"dos objetivos mais fundamentais do Software Livre e um dos que apoiamos " +"entusiasticamente." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:242 +msgid "" +"Code in our source tree which falls under the GNU General Public License (GPL) or " +"GNU " +"Library General Public License (LGPL) comes with slightly more " +"strings attached, though at least on the side of enforced access rather than " +"the usual opposite. Due to the additional complexities that can evolve in " +"the commercial use of GPL software, we do, however, endeavor to replace such " +"software with submissions under the more relaxed FreeBSD license " +"whenever possible." +msgstr "" +"O código em nosso repositório de código-fonte que se enquadra na Licença Pública Geral GNU " +"(GPL) ou na Licença Pública Geral da Biblioteca GNU (LGPL) vem com " +"algumas restrições adicionais, ainda que sejam no sentido de forçar o " +"acesso, em vez do habitual oposto. Devido às complexidades adicionais que " +"podem surgir no uso comercial de um software GPL, nós nos esforçamos para " +"substituir tais softwares por outros sob a Licença FreeBSD que é " +"menos restritiva, sempre que possível." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:257 +msgid "Can FreeBSD replace my current operating system?" +msgstr "O FreeBSD pode substituir meu sistema operacional atual?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:261 +msgid "" +"For most people, yes. But this question is not quite that cut-and-dried." +msgstr "" +"Para a maioria das pessoas, sim. Mas esta questão não é assim tão simples." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:264 +msgid "" +"Most people do not actually use an operating system. They use applications. " +"The applications are what really use the operating system. FreeBSD is " +"designed to provide a robust and full-featured environment for applications. " +"It supports a wide variety of web browsers, office suites, email readers, " +"graphics programs, programming environments, network servers, and much more. " +"Most of these applications can be managed through the Ports Collection." +msgstr "" +"A maioria das pessoas não usa um sistema operacional. Elas usam aplicativos. " +"São os aplicativos que realmente usam o sistema operacional. O FreeBSD é " +"projetado para fornecer um ambiente robusto e completo para aplicativos. Ele " +"suporta uma grande variedade de navegadores da web, pacotes de escritório, " +"leitores de e-mail, programas gráficos, ambientes de programação, servidores " +"de rede e muito mais. A maioria destes aplicativos pode ser gerenciada " +"através da Coleção de " +"Ports." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:275 +msgid "" +"If an application is only available on one operating system, that operating " +"system cannot just be replaced. Chances are, there is a very similar " +"application on FreeBSD, however. As a solid office or Internet server or a " +"reliable workstation, FreeBSD will almost certainly do everything you need. " +"Many computer users across the world, including both novices and experienced " +"UNIX administrators, use FreeBSD " +"as their only desktop operating system." +msgstr "" +"Se um aplicativo estiver disponível apenas para um determinado sistema " +"operacional, esse sistema operacional não poderá ser substituído. No entanto " +"é provável que exista um aplicativo muito semelhante no FreeBSD. Seja como " +"um sólido servidor corporativo, um servidor de Internet ou ainda uma " +"confiável estação de trabalho, o FreeBSD quase certamente fará tudo o que " +"você precisa. Muitos usuários de computador ao redor do mundo, incluindo " +"novatos e experientes administradores UNIX, usam o FreeBSD como seu único sistema operacional de desktop." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:285 +msgid "" +"Users migrating to FreeBSD from another UNIX-like environment will find FreeBSD to be similar. " +"Windows and Mac OS users may be interested in instead using " +"TrueOS, a FreeBSD-based " +"desktop distribution. Non-UNIX " +"users should expect to invest some additional time learning the UNIX way of doing things. This " +"FAQ and the FreeBSD Handbook are " +"excellent places to start." +msgstr "" +"Os usuários que migrarem para o FreeBSD vindos de outro ambiente UNIX-like irão achar o FreeBSD bastante " +"similar. Os usuários de Windows " +"e do Mac OS podem se interessar " +"em usar o TrueOS, uma " +"distribuição de desktop baseada no FreeBSD. Os usuários que não estão " +"habituados ao uso de sistemas UNIX devem investir algum tempo adicional aprendendo a maneira de " +"fazer as coisas no UNIX. Este " +"FAQ e o Manual do FreeBSD são " +"excelentes lugares para iniciar." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:299 +msgid "Why is it called FreeBSD?" +msgstr "Por que ele é chamado de FreeBSD?" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:305 +msgid "It may be used free of charge, even by commercial users." +msgstr "Pode ser usado gratuitamente, até mesmo por usuários comerciais." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:310 +msgid "" +"Full source for the operating system is freely available, and the minimum " +"possible restrictions have been placed upon its use, distribution and " +"incorporation into other work (commercial or non-commercial)." +msgstr "" +"O código fonte completo do sistema operacional está disponível " +"gratuitamente, e foram colocadas restrições mínimas sobre seu uso, " +"distribuição e incorporação em outro trabalho (comercial ou não comercial)." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:318 +msgid "" +"Anyone who has an improvement or bug fix is free to submit their code and " +"have it added to the source tree (subject to one or two obvious provisions)." +msgstr "" +"Qualquer pessoa que tenha uma melhoria ou correção de bug está livre para " +"enviar seu código e para adicioná-lo ao repositório de código-fonte (sujeito " +"a uma ou duas provisões óbvias)." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:325 +msgid "" +"It is worth pointing out that the word free is being used in " +"two ways here: one meaning at no cost and the other meaning " +"do whatever you like. Apart from one or two things you " +"cannot do with the FreeBSD code, for example pretending " +"you wrote it, you can really do whatever you like with it." +msgstr "" +"Vale ressaltar que a palavra free está sendo usada de duas " +"formas aqui: uma que significa sem custo (grátis) e a outra " +"que significa faça o que quiser (Livre). Fora uma ou duas " +"coisas que você não pode fazer com o código do FreeBSD, " +"por exemplo, fingir que você o escreveu, você pode realmente fazer o que " +"quiser com ele." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:337 +msgid "" +"What are the differences between FreeBSD and NetBSD, OpenBSD, and other open " +"source BSD operating systems?" +msgstr "" +"Quais são as diferenças entre o FreeBSD, o NetBSD, o OpenBSD e os outros " +"sistemas operacionais BSD de código aberto?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:343 +msgid "" +"James Howard wrote a good explanation of the history and differences between " +"the various projects, called The BSD Family Tree which goes a fair " +"way to answering this question. Some of the information is out of date, but " +"the history portion in particular remains accurate." +msgstr "" +"O James Howard escreveu uma boa explicação da história e das diferenças " +"entre os vários projetos BSD, chamada A árvore genealógica do BSD, a qual " +"é uma boa forma de responder a esta pergunta. Algumas das informações estão " +"desatualizadas, mas a parte da história em particular permanece precisa." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:350 +msgid "" +"Most of the BSDs share patches and code, even today. All of the BSDs have " +"common ancestry." +msgstr "" +"A maioria dos BSDs compartilha patches e códigos, até hoje. Todos os BSDs " +"descendem dos mesmos ancestrais." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:353 +msgid "" +"The design goals of FreeBSD are described in , above. The design goals of the other most popular BSDs may be summarized " +"as follows:" +msgstr "" +"Os objetivos de design do FreeBSD estão descritos em , acima. Os objetivos de design dos outros BSDs mais populares " +"podem ser resumidos da seguinte forma:" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:359 +msgid "" +"OpenBSD aims for operating system security above all else. The OpenBSD team " +"wrote ssh1 and pf4, which have both been " +"ported to FreeBSD." +msgstr "" +"O OpenBSD visa a segurança do sistema operacional acima de tudo. A equipe do " +"OpenBSD escreveu o ssh1 e o " +"pf4, os quais foram portados para o FreeBSD." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:366 +msgid "NetBSD aims to be easily ported to other hardware platforms." +msgstr "" +"O NetBSD pretende ser facilmente portado para outras plataformas de hardware." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:371 +msgid "" +"DragonFly BSD is a fork of FreeBSD 4.8 that has since developed many " +"interesting features of its own, including the HAMMER file system and " +"support for user-mode vkernels." +msgstr "" +"O DragonFly BSD é um fork do FreeBSD 4.8 o qual desenvolveu muitas " +"características interessantes ao longo dos anos, incluindo o sistema de " +"arquivos HAMMER e o suporte para vkernels no modo de usuário." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:382 +msgid "What is the latest version of FreeBSD?" +msgstr "Qual é a última versão do FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:386 +msgid "" +"At any point in the development of FreeBSD, there can be multiple parallel " +"branches. 11.X releases are made from the " +"11-STABLE branch, and 10.X " +"releases are made from the 10-STABLE branch." +msgstr "" +"A qualquer momento no desenvolvimento do FreeBSD, podem existir vários " +"branches paralelos. As releases 11.X são geradas " +"a partir da branch 11-STABLE e as releases 10." +"X são geradas a partir do branch 10-" +"STABLE." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:391 +msgid "" +"Up until the release of 9.0, the 10.X series was " +"the one known as -STABLE. However, as of 12." +"X, the 10.X branch " +"will be designated for an extended support status and receive " +"only fixes for major problems, such as security-related fixes." +msgstr "" +"Até o lançamento da versão 9.0, a série 10.X era " +"a conhecida como -STABLE. No entanto, a partir da 12." +"X, a branch 10.X será " +"designada para um status de suporte estendido e passará a " +"receber apenas correções para problemas maiores, como as correções " +"relacionadas à segurança." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:402 +msgid "" +"Version 11.2 is the latest release from the 11-" +"STABLE branch; it was released in June 2018. Version 10.4 is the latest release from the 10-STABLE branch; " +"it was released in October 2017." +msgstr "" +"A versão 11.2 é a última release da branch 11-" +"STABLE; ela foi lançada em junho de 2018. A versão 10.4 é a release mais recente da branch 10-STABLE; e " +"foi lançada em outubro de 2017." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:408 +msgid "" +"Releases are made every few months. " +"While many people stay more up-to-date with the FreeBSD sources (see the " +"questions on FreeBSD-CURRENT and FreeBSD-STABLE) than that, doing so is more of a " +"commitment, as the sources are a moving target." +msgstr "" +"As releases são liberadas a cada poucos " +"meses. Embora muitas pessoas se mantenham mais que isso por meio do " +"código fonte do FreeBSD (veja as perguntas em FreeBSD-CURRENT e FreeBSD-STABLE ), esta periodicidade está mais para um compromisso, já que o código " +"fonte é um alvo em movimento." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:415 +msgid "" +"More information on FreeBSD releases can be found on the Release " +"Engineering page and in release7." +msgstr "" +"Mais informações sobre as releases do FreeBSD podem ser encontradas na página de Engenharia de Releases e em " +"release7." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:423 +msgid "What is FreeBSD-CURRENT?" +msgstr "O que é o FreeBSD-CURRENT?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:427 +msgid "" +"FreeBSD-CURRENT is the development " +"version of the operating system, which will in due course become the new " +"FreeBSD-STABLE branch. As such, it is really only of interest to developers " +"working on the system and die-hard hobbyists. See the relevant section in the Handbook for details on running -CURRENT." +msgstr "" +"O FreeBSD-CURRENT é a versão de " +"desenvolvimento do sistema operacional, que no devido tempo se tornará o " +"novo branch FreeBSD-STABLE. Como tal, ele é recomendado apenas para os " +"desenvolvedores que trabalham no sistema e usuários amadores obstinados. " +"Consulte a seção relevante no Handbook para detalhes sobre como executar o -CURRENT." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:436 +msgid "" +"Users not familiar with FreeBSD should not use FreeBSD-CURRENT. This branch " +"sometimes evolves quite quickly and due to mistake can be un-buildable at " +"times. People that use FreeBSD-CURRENT are expected to be able to analyze, " +"debug, and report problems." +msgstr "" +"Usuários não familiarizados com o FreeBSD não devem usar o FreeBSD-CURRENT. " +"Este branch às vezes evolui muito rapidamente e, devido a um erro, pode ser " +"difícil de compilá-lo às vezes. Espera-se que as pessoas que usam o FreeBSD-" +"CURRENT possam analisar, depurar e reportar problemas." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:442 +msgid "" +"FreeBSD snapshot " +"releases are made based on the current state of the -CURRENT and -STABLE branches. The goals behind each " +"snapshot release are:" +msgstr "" +"As snapshot " +"releases do FreeBSD são disponibilizadas com base no estado atual das " +"branchs -CURRENT e -STABLE. Os " +"objetivos por trás de cada release de snapshot são:" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:450 +msgid "To test the latest version of the installation software." +msgstr "Testar a versão mais recente do software de instalação." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:455 +msgid "" +"To give people who would like to run -CURRENT or " +"-STABLE but who do not have the time or bandwidth to " +"follow it on a day-to-day basis an easy way of bootstrapping it onto their " +"systems." +msgstr "" +"Para que as pessoas que gostariam de executar o -CURRENT ou o -STABLE mas que não têm tempo ou largura " +"de banda para acompanhá-lo no dia-a-dia tenham uma maneira fácil de instalá-" +"las em seus sistemas." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:464 +msgid "" +"To preserve a fixed reference point for the code in question, just in case " +"we break something really badly later. (Although Subversion normally " +"prevents anything horrible like this happening.)" +msgstr "" +"Para preservar um ponto de referência fixo para o código em questão, apenas " +"no caso de quebrarmos algo de forma muito seria depois. (Embora o Subversion " +"normalmente previna que uma coisa horrível como esta ocorra)." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:471 +msgid "" +"To ensure that all new features and fixes in need of testing have the " +"greatest possible number of potential testers." +msgstr "" +"Para garantir que todos os novos recursos e correções que precisam de testes " +"tenham contato o maior número possível de testadores em potencial." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:477 +msgid "" +"No claims are made that any -CURRENT snapshot can be " +"considered production quality for any purpose. If a stable " +"and fully tested system is needed, stick to full releases." +msgstr "" +"Não temos a pretensão de que qualquer snapshot -CURRENT " +"possa ser considerado com qualidade de produção para qualquer " +"finalidade. Se você necessita de um sistema estável e totalmente testado, " +"limite-se ao uso das releases completas." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:483 +msgid "" +"Snapshot releases are directly available from snapshot." +msgstr "" +"As snapshots releases estão disponíveis em snapshot." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:485 +msgid "" +"Official snapshots are generated on a regular basis for all actively " +"developed branches." +msgstr "" +"Os snapshots oficiais são gerados regularmente para todas as branchs " +"ativamente desenvolvidas." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:492 +msgid "What is the FreeBSD-STABLE concept?" +msgstr "Qual é o conceito do FreeBSD-STABLE?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:497 +msgid "" +"Back when FreeBSD 2.0.5 was released, FreeBSD development branched in two. " +"One branch was named -STABLE, one " +"-CURRENT. FreeBSD-STABLE is the development branch from which major releases are made. " +"Changes go into this branch at a slower pace and with the general assumption " +"that they have first been tested in FreeBSD-CURRENT. However, at any given " +"time, the sources for FreeBSD-STABLE may or may not be suitable for general " +"use, as it may uncover bugs and corner cases that were not yet found in " +"FreeBSD-CURRENT. Users who do not have the resources to perform testing " +"should instead run the most recent release of FreeBSD. FreeBSD-" +"CURRENT, on the other hand, has been one unbroken line since 2.0 " +"was released, leading towards 11.2-RELEASE and beyond. For more detailed " +"information on branches see FreeBSD " +"Release Engineering: Creating the Release Branch, the status " +"of the branches and the upcoming release schedule can be found on the Release Engineering " +"Information page." +msgstr "" +"De volta quando o FreeBSD 2.0.5 foi lançado, o desenvolvimento do FreeBSD se " +"ramificou em dois. Um ramo (branch) foi nomeado -STABLE, um -CURRENT. O FreeBSD-STABLE é o branch de desenvolvimento a " +"partir do qual os releases principais são feitos. Mudanças entram nesta " +"branch em um ritmo mais lento e com a suposição geral de que eles foram " +"testados primeiro no FreeBSD-CURRENT. No entanto, a qualquer momento, o " +"código fonte para o FreeBSD-STABLE pode ou não ser adequado para uso geral, " +"devido a descoberta de bugs e/ou outros casos específicos que ainda não " +"foram encontrados no FreeBSD-CURRENT. Usuários que não possuem recursos para " +"realizar testes devem, ao invés disso, executar a release mais recente do " +"FreeBSD. O FreeBSD-CURRENT, por outro lado, tem sido " +"uma linha continua desde que o 2.0 foi lançado, levando em direção ao 11.2-" +"RELEASE e além. Para obter informações mais detalhadas sobre branchs, " +"consulte Engenharia de Releases do " +"FreeBSD: Criando uma Release Branch, o status dos branches e " +"o cronograma para releases futuros podem ser encontrados na página de " +"informações da Engenharia de Release." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:519 +msgid "" +"11.2-STABLE is the actively developed -STABLE branch. " +"The latest release on the 11.2-STABLE branch is 11.2-RELEASE, which was " +"released in June 2018." +msgstr "" +"A 11.2-STABLE é a branch -STABLE desenvolvida " +"ativamente. O último release na branch 11.2-STABLE é a 11.2-RELEASE, lançado " +"em junho de 2018." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:525 +msgid "" +"The 12-CURRENT branch is the actively developed " +"-CURRENT branch toward the next generation of FreeBSD. " +"See What is FreeBSD-CURRENT? for more " +"information on this branch." +msgstr "" +"O 12-CURRENT é a branch -CURRENT " +"desenvolvida ativamente para a próxima geração do FreeBSD. Veja O que é o FreeBSD-CURRENT? para mais informações " +"sobre esta branch." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:535 +msgid "When are FreeBSD releases made?" +msgstr "Quando são realizados os lançamentos de novas versões do FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:539 +msgid "" +"The Release Engineering Team re@FreeBSD.org releases a new " +"major version of FreeBSD about every 18 months and a new minor version about " +"every 8 months, on average. Release dates are announced well in advance, so " +"that the people working on the system know when their projects need to be " +"finished and tested. A testing period precedes each release, to ensure that " +"the addition of new features does not compromise the stability of the " +"release. Many users regard this caution as one of the best things about " +"FreeBSD, even though waiting for all the latest goodies to reach -" +"STABLE can be a little frustrating." +msgstr "" +"A Equipe de Engenharia de Releases (Release Engineering Team) " +"re@FreeBSD.org lança uma nova versão principal do FreeBSD a " +"cada 18 meses e uma nova versão secundária a cada 8 meses, em média. As " +"datas de lançamento são anunciadas com bastante antecedência, para que as " +"pessoas que trabalham no sistema saibam quando seus projetos precisam ser " +"finalizados e testados. Um período de teste precede cada lançamento, para " +"garantir que a adição de novos recursos não comprometa a estabilidade do " +"lançamento. Muitos usuários consideram este cuidado como uma das melhores " +"coisas do FreeBSD, apesar de que a espera para que todas as novidades mais " +"recentes sejam disponibilizadas no -STABLE possa ser um " +"pouco frustrante." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:551 +msgid "" +"More information on the release engineering process (including a schedule of " +"upcoming releases) can be found on the release engineering pages on the " +"FreeBSD Web site." +msgstr "" +"Maiores informações sobre o processo de engenharia de releases (incluindo a " +"programação das releases futuros) podem ser encontradas na página engenharia de " +"release no site do FreeBSD." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:556 +msgid "" +"For people who need or want a little more excitement, binary snapshots are " +"made weekly as discussed above." +msgstr "" +"Para aquelas pessoas que precisam ou querem um pouco mais de emoção, os " +"snapshots binários são disponibilizados semanalmente, como discutido acima." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:564 +msgid "Who is responsible for FreeBSD?" +msgstr "Quem é responsável pelo FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:568 +msgid "" +"The key decisions concerning the FreeBSD project, such as the overall " +"direction of the project and who is allowed to add code to the source tree, " +"are made by a core team of 9 people. There is a much larger team of more than " +"350 committers who are " +"authorized to make changes directly to the FreeBSD source tree." +msgstr "" +"As principais decisões relativas ao projeto FreeBSD, tais como a direção " +"geral do projeto e quem tem permissão para adicionar código ao repositório " +"de código fonte, são feitas por meio de um core team de 9 " +"pessoas. Existe uma equipe muito maior, com mais de 350 committers que estão autorizados a fazer " +"alterações diretamente na árvore de fontes do FreeBSD." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:576 +msgid "" +"However, most non-trivial changes are discussed in advance in the mailing lists, and there are no restrictions on " +"who may take part in the discussion." +msgstr "" +"No entanto, a maioria das alterações não-triviais é discutida com " +"antecedência nas listas de discussão, e não " +"há restrições sobre quem pode participar da discussão." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:585 +msgid "Where can I get FreeBSD?" +msgstr "Onde posso obter o FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:589 +#, fuzzy +msgid "" +"Every significant release of FreeBSD is available via anonymous FTP from the " +"FreeBSD FTP site:" +msgstr "" +"Todas releases importantes do FreeBSD estão disponíveis via FTP anônimo no " +"site FTP do FreeBSD:" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:595 +msgid "" +"The latest 11-STABLE release, 11.2-RELEASE can be found " +"in the 11.2-RELEASE directory." +msgstr "" +"O último release da série 11-STABLE, o 11.2-RELEASE, " +"pode ser encontrado no diretório 11.2-RELEASE." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:601 +msgid "" +"Snapshot releases " +"are made monthly for the -CURRENT and -STABLE branch, these being of service purely to " +"bleeding-edge testers and developers." +msgstr "" +"Mensalmente são produzidos snapshot releases para as branchs -" +"CURRENT e -STABLE, as quais destinam-" +"se primariamente ao uso por parte dos desenvolvedores e testadores." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:608 +msgid "" +"The latest 10-STABLE release, 10.4-RELEASE can be found " +"in the 10.4-RELEASE directory." +msgstr "" +"O último release da série 10-STABLE, o 10.4-RELEASE, " +"pode ser encontrado no diretório 10.4-RELEASE." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:614 +msgid "" +"Information about obtaining FreeBSD on CD, DVD, and other media can be found " +"in the Handbook." +msgstr "" +"Informações sobre como obter o FreeBSD em CD, DVD e outras mídias podem ser " +"encontradas no Handbook." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:622 +msgid "How do I access the Problem Report database?" +msgstr "Como acesso o banco de dados dos Relatórios de Problemas?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:626 +msgid "" +"The Problem Report database of all user change requests may be queried by " +"using our web-based PR query interface." +msgstr "" +"O banco de dados com os Relatórios de Problemas contendo todas as " +"solicitações de mudança enviadas pelos nossos usuários pode ser consultado " +"usando nossa interface web de consulta de PRs." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:630 +msgid "" +"The web-based " +"problem report submission interface can be used to submit problem " +"reports through a web browser." +msgstr "" +"A interface " +"web de envio de relatórios de problemas pode ser usada para enviar " +"relatórios de problemas através de um navegador." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:634 +msgid "" +"Before submitting a problem report, read Writing FreeBSD Problem Reports, an article on how to write good " +"problem reports." +msgstr "" +"Antes de enviar um relatório de problema, leia Escrevendo Relatórios de Problemas do FreeBSD, um artigo sobre " +"como escrever bons relatórios de problemas." + +#. (itstool) path: chapter/title +#: book.translate.xml:643 +msgid "Documentation and Support" +msgstr "Documentação e Suporte" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:648 +msgid "What good books are there about FreeBSD?" +msgstr "Quais os livros existentes sobre o FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:652 +msgid "" +"The project produces a wide range of documentation, available online from " +"this link: https://www." +"FreeBSD.org/docs.html. In addition, the the bibliography in the Handbook reference other recommended books." +msgstr "" +"O projeto produz uma ampla gama de documentação, disponível on-line a partir " +"deste link: https://" +"www.FreeBSD.org/docs.html. Além disso, a referência bibliográfica no Handbook referencia outros livros " +"recomendados." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:662 +msgid "" +"Is the documentation available in other formats, such as plain text (ASCII), " +"or PostScript?" +msgstr "" +"A documentação está disponível em outros formatos, tais como texto simples " +"(ASCII) ou PostScript?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:667 +msgid "" +"Yes. The documentation is available in a number of different formats and " +"compression schemes on the FreeBSD FTP site, in the /pub/FreeBSD/doc/ directory." +msgstr "" +"Sim. A documentação está disponível em vários formatos diferentes e esquemas " +"de compressão no site FTP do FreeBSD, no diretório /pub/FreeBSD/doc/." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:672 +msgid "" +"The documentation is categorized in a number of different ways. These " +"include:" +msgstr "" +"A documentação é categorizada de várias maneiras diferentes. Que incluem:" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:677 +msgid "" +"The document's name, such as faq, or handbook." +msgstr "" +"O nome do documento, tais como como faq ou " +"handbook." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:683 +msgid "" +"The document's language and encoding. These are based on the locale names " +"found under /usr/share/locale on a FreeBSD system. The " +"current languages and encodings are as follows:" +msgstr "" +"A linguagem e codificação do documento. Estes são baseados nos nomes de " +"local encontrados sob o diretório /usr/share/locale em " +"um sistema FreeBSD. Os idiomas e codificações atuais são os seguintes:" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:693 +msgid "Name" +msgstr "Nome" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:695 book.translate.xml:845 +msgid "Meaning" +msgstr "Significado" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:701 +msgid "en_US.ISO8859-1" +msgstr "en_US.ISO8859-1" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:703 +msgid "English (United States)" +msgstr "Inglês (Estados Unidos)" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:707 +msgid "bn_BD.ISO10646-1" +msgstr "bn_BD.ISO10646-1" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:709 +msgid "Bengali or Bangla (Bangladesh)" +msgstr "Bengali ou Bangla (Bangladesh)" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:713 +msgid "da_DK.ISO8859-1" +msgstr "da_DK.ISO8859-1" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:715 +msgid "Danish (Denmark)" +msgstr "Dinamarquês (Dinamarca)" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:719 +msgid "de_DE.ISO8859-1" +msgstr "de_DE.ISO8859-1" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:721 +msgid "German (Germany)" +msgstr "Alemão (Alemanha)" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:725 +msgid "el_GR.ISO8859-7" +msgstr "el_GR.ISO8859-7" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:727 +msgid "Greek (Greece)" +msgstr "Grego (Grécia)" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:731 +msgid "es_ES.ISO8859-1" +msgstr "es_ES.ISO8859-1" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:733 +msgid "Spanish (Spain)" +msgstr "Espanhol (Espanha)" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:737 +msgid "fr_FR.ISO8859-1" +msgstr "fr_FR.ISO8859-1" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:739 +msgid "French (France)" +msgstr "Francês (França)" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:743 +msgid "hu_HU.ISO8859-2" +msgstr "hu_HU.ISO8859-2" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:745 +msgid "Hungarian (Hungary)" +msgstr "Húngaro (Hungria)" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:749 +msgid "it_IT.ISO8859-15" +msgstr "it_IT.ISO8859-15" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:751 +msgid "Italian (Italy)" +msgstr "Italiano (Itália)" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:755 +msgid "ja_JP.eucJP" +msgstr "ja_JP.eucJP" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:757 +msgid "Japanese (Japan, EUC encoding)" +msgstr "Japonês (Japão, codificação EUC)" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:761 +msgid "ko_KR.UTF-8" +msgstr "ko_KR.UTF-8" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:763 +msgid "Korean (Korea, UTF-8 encoding)" +msgstr "Coreano (Coreia, codificação UTF-8)" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:767 +msgid "mn_MN.UTF-8" +msgstr "mn_MN.UTF-8" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:769 +msgid "Mongolian (Mongolia, UTF-8 encoding)" +msgstr "Mongol (Mongólia, codificação UTF-8)" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:774 +msgid "nl_NL.ISO8859-1" +msgstr "nl_NL.ISO8859-1" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:776 +msgid "Dutch (Netherlands)" +msgstr "Holandês (Holanda)" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:780 +msgid "pl_PL.ISO8859-2" +msgstr "pl_PL.ISO8859-2" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:782 +msgid "Polish (Poland)" +msgstr "Polonês (Polônia)" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:786 +msgid "pt_BR.ISO8859-1" +msgstr "pt_BR.ISO8859-1" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:788 +msgid "Portuguese (Brazil)" +msgstr "Português (Brasil)" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:792 +msgid "ru_RU.KOI8-R" +msgstr "ru_RU.KOI8-R" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:794 +msgid "Russian (Russia, KOI8-R encoding)" +msgstr "Russo (Rússia, codificação KOI8-R)" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:798 +msgid "tr_TR.ISO8859-9" +msgstr "tr_TR.ISO8859-9" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:800 +msgid "Turkish (Turkey)" +msgstr "Turco (Turquia)" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:804 +msgid "zh_CN.UTF-8" +msgstr "zh_CN.UTF-8" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:806 +msgid "Simplified Chinese (China, UTF-8 encoding)" +msgstr "Chinês Simplificado (China, codificação UTF-8)" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:811 +msgid "zh_TW.UTF-8" +msgstr "zh_TW.UTF-8" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:813 +msgid "Traditional Chinese (Taiwan, UTF-8 encoding)" +msgstr "Chinês Tradicional (Taiwan, codificação UTF-8)" + +#. (itstool) path: note/para +#: book.translate.xml:821 +msgid "Some documents may not be available in all languages." +msgstr "Alguns documentos podem não estar disponíveis em todos os idiomas." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:827 +msgid "" +"The document's format. We produce the documentation in a number of different " +"output formats. Each format has its own advantages and disadvantages. Some " +"formats are better suited for online reading, while others are meant to be " +"aesthetically pleasing when printed on paper. Having the documentation " +"available in any of these formats ensures that our readers will be able to " +"read the parts they are interested in, either on their monitor, or on paper " +"after printing the documents. The currently available formats are:" +msgstr "" +"O formato do documento. Produzimos a documentação em vários formatos de " +"saída diferentes. Cada formato tem suas próprias vantagens e desvantagens. " +"Alguns formatos são mais adequados para leitura on-line, enquanto outros " +"estão formatados para serem,esteticamente agradáveis ​​quando impressos em " +"papel. A disponibilização da documentação em diversos formatos garante que " +"os nossos leitores possam ler as partes nas quais estão interessados, seja " +"em seu monitor ou em papel após imprimi-los documentos. Os formatos " +"disponíveis atualmente são:" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:843 +msgid "Format" +msgstr "Formato" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:851 +msgid "html-split" +msgstr "html-split" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:853 +msgid "A collection of small, linked, HTML files." +msgstr "Uma coleção de pequenos arquivos HTML vinculados." + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:858 +msgid "html" +msgstr "html" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:860 +msgid "One large HTML file containing the entire document" +msgstr "Um grande arquivo HTML contendo o documento inteiro" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:865 +msgid "pdf" +msgstr "pdf" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:867 +msgid "Adobe's Portable Document Format" +msgstr "Formato de documento portátil da Adobe" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:871 +msgid "ps" +msgstr "ps" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:873 +msgid "PostScript" +msgstr "PostScript" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:877 +msgid "rtf" +msgstr "rtf" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:879 +msgid "" +"Microsoft's Rich Text Format" +msgstr "" +"Rich Text Format da Microsoft" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:883 +msgid "txt" +msgstr "txt" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:885 +msgid "Plain text" +msgstr "Texto simples" + +#. (itstool) path: note/para +#: book.translate.xml:892 +msgid "" +"Page numbers are not automatically updated when loading Rich Text Format " +"into Word. Press CtrlA, CtrlEnd, F9 after loading " +"the document, to update the page numbers." +msgstr "" +"Números de página não são atualizados automaticamente ao carregar o formato " +"Rich Text no Word. Pressione CtrlA, CtrlEnd , F9 após carregar o documento, para atualizar os números das páginas." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:901 +msgid "The compression and packaging scheme." +msgstr "O esquema de compactação e empacotamento." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:905 +#, fuzzy +msgid "" +"Where the format is html-split, the files are bundled up " +"using tar1. The resulting .tar is then " +"compressed using the compression schemes detailed in the next point." +msgstr "" +"Onde o formato é html-split, os arquivos são agrupados " +"usando tar1. O arquivo resultante .tar é " +"então compactado usando os esquemas de compactação detalhados no próximo " +"ponto." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:914 +msgid "" +"All the other formats generate one file. For example, article.pdf, book.html, and so on." +msgstr "" +"Todos os outros formatos geram um único arquivo. Por exemplo, " +"article.pdf, book.html e assim por " +"diante." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:919 +msgid "" +"These files are then compressed using either the zip or " +"bz2 compression schemes. " +"tar1 can be used to uncompress these files." +msgstr "" +"Esses arquivos são então compactados usando os esquemas de compactação " +"zip ou bz2. O comando " +"tar1 " +"pode ser usado para descompactar esses arquivos." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:925 +msgid "" +"So the PostScript version of the " +"Handbook, compressed using bzip2 will be stored in a file " +"called book.ps.bz2 in the handbook/ directory." +msgstr "" +"Portanto, a versão PostScript do " +"Handbook, compactada usando bzip2 será armazenada em um " +"arquivo chamado book.ps.bz2 no diretório " +"handbook/." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:935 +msgid "" +"After choosing the format and compression mechanism, download the compressed " +"files, uncompress them, and then copy the appropriate documents into place." +msgstr "" +"Depois de escolher o formato e o mecanismo de compactação, baixe os arquivos " +"compactados, descompacte-os e copie os documentos para um lugar apropriado." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:940 +msgid "" +"For example, the split HTML version of the FAQ, " +"compressed using bzip21, can be found in " +"doc/en_US.ISO8859-1/books/faq/book.html-split.tar.bz2 " +"To download and uncompress that file, type:" +msgstr "" +"Por exemplo, a versão split HTML do FAQ, compactada " +"usando bzip2 1, pode ser encontrada em doc/en_US." +"ISO8859-1/books/faq/book.html-split.tar.bz2 Para baixar e " +"descompactar esse arquivo, digite:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:946 +#, no-wrap +msgid "" +"# fetch https://download.freebsd.org/ftp/doc/en_US.ISO8859-1/books/faq/book.html-split.tar.bz2\n" +"# tar xvf book.html-split.tar.bz2" +msgstr "" +"# fetch https://download.freebsd.org/ftp/doc/en_US.ISO8859-1/books/faq/book.html-split.tar.bz2\n" +"# tar xvf book.html-split.tar.bz2" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:949 +msgid "" +"If the file is compressed, tar will automatically " +"detect the appropriate format and decompress it correctly, resulting in a " +"collection of .html files. The main one is called " +"index.html, which will contain the table of contents, " +"introductory material, and links to the other parts of the document." +msgstr "" +"Se o arquivo estiver compactado, o tar detectará " +"automaticamente o formato apropriado e o descompactará corretamente, " +"resultando em uma coleção de arquivos .html. O " +"principal deles é chamado index.html, que conterá o " +"sumário, o material introdutório e os links para as outras partes do " +"documento." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:962 +msgid "" +"Where do I find info on the FreeBSD mailing lists? What FreeBSD news groups " +"are available?" +msgstr "" +"Onde encontro informações sobre as listas de discussão do FreeBSD? Quais " +"grupos de notícias do FreeBSD estão disponíveis?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:967 +msgid "" +"Refer to the Handbook entry on mailing-lists and the Handbook entry on newsgroups." +msgstr "" +"Consulte as seções do Handbook sobre as listas " +"de discussão e sobre os grupos de notícias." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:975 +msgid "Are there FreeBSD IRC (Internet Relay Chat) channels?" +msgstr "Existem canais de IRC (Internet Relay Chat) sobre o FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:980 +msgid "Yes, most major IRC networks host a FreeBSD chat channel:" +msgstr "Sim, a maioria das redes de IRC hospedam um canal de chat do FreeBSD:" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:985 +msgid "" +"Channel #FreeBSDhelp on EFNet is a channel dedicated to helping FreeBSD " +"users." +msgstr "" +"Canal #FreeBSDhelp na EFNet é um canal dedicado a ajudar usuários do " +"FreeBSD." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:990 +msgid "" +"Channel #FreeBSD on Freenode is a general help channel with many users at any " +"time. The conversations have been known to run off-topic for a while, but " +"priority is given to users with FreeBSD questions. Other users can help with " +"the basics, referring to the Handbook whenever possible and providing links " +"for learning more about a particular topic. This is primarily an English " +"speaking channel, though it does have users from all over the world. Non-" +"native English speakers should try to ask the question in English first and " +"then relocate to ##freebsd-lang as appropriate." +msgstr "" +"Canal #FreeBSD na Freenode é um canal de ajuda geral com muitos usuários a qualquer " +"horário. É de conhecimento que conversas off-topic acontecem em alguns " +"momentos, mas a prioridade é dada aos usuários com perguntas sobre o " +"FreeBSD. Outros usuários podem ajudar com o básico, consultando o Handbook " +"sempre que possível e fornecendo links para ajudá-lo a aprender mais sobre " +"um determinado tópico. Este é um canal em que a comunicação ocorre " +"primariamente em inglês, embora seja frequentado por usuários de todo o " +"mundo. As pessoas que não são falantes nativas do inglês devem tentar fazer " +"as suas perguntas primeiro em inglês e, em seguida, tentar nos canais " +"## freebsd-lang conforme apropriado." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:1006 +msgid "" +"Channel #FreeBSD on DALNET is available at irc.dal.net in the " +"US and irc.eu.dal.net in Europe." +msgstr "" +"Canal #FreeBSD na DALNET está disponível em irc.dal.net nos " +"EUA e irc.eu.dal.net na Europa." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:1013 +msgid "" +"Channel #FreeBSD on UNDERNET is available at us.undernet.org in the US and eu.undernet.org in " +"Europe. Since it is a help channel, be prepared to read the documents you " +"are referred to." +msgstr "" +"O canal #FreeBSD na UNDERNET está disponível em us.undernet." +"org nos EUA e eu.undernet.org na " +"Europa. Como é um canal de ajuda, prepare-se para ler os documentos aos " +"quais você for direcionado." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:1022 +msgid "" +"Channel #FreeBSD on RUSNET is a Russian language channel dedicated to helping " +"FreeBSD users. This is also good place for non-technical discussions." +msgstr "" +"O canal #FreeBSD na RUSNET é um canal de língua russa dedicado a ajudar os " +"usuários do FreeBSD. Este também é um bom lugar para discussões não técnicas." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:1029 +msgid "" +"Channel #bsdchat on Freenode is a Traditional Chinese (UTF-8 encoding) language " +"channel dedicated to helping FreeBSD users. This is also good place for non-" +"technical discussions." +msgstr "" +"O canal #bsdchat na Freenode é um canal de idioma chinês tradicional (codificação " +"UTF-8) dedicado a ajudar os usuários do FreeBSD. Este também é um bom lugar " +"para discussões não técnicas." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1037 +msgid "" +"The FreeBSD wiki has a good list of IRC channels." +msgstr "" +"A wiki do FreeBSD tem uma boa lista dos canais de IRC." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1040 +msgid "" +"Each of these channels are distinct and are not connected to each other. " +"Since their chat styles differ, try each to find one suited to your chat " +"style." +msgstr "" +"Cada um destes canais são distintos e não estão conectados entre si. Como os " +"estilos de bate-papo diferem, experimente cada um deles para encontrar um " +"adequado ao seu estilo de bate-papo." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1049 +msgid "Are there any web based forums to discuss FreeBSD?" +msgstr "Existem fóruns na web para discutir o FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1052 +msgid "" +"The official FreeBSD forums are located at https://forums.FreeBSD.org/." +msgstr "" +"Os fóruns oficiais do FreeBSD estão localizados em https://forums.FreeBSD.org/." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1058 +msgid "Where can I get commercial FreeBSD training and support?" +msgstr "Onde posso obter treinamento e suporte comercial para o FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1063 +msgid "" +"iXsystems, Inc., parent " +"company of the FreeBSD " +"Mall, provides commercial FreeBSD and TrueOS software support, in addition to " +"FreeBSD development and tuning solutions." +msgstr "" +"A iXsystems, Inc. , " +"empresa controladora do FreeBSD Mall, fornece supporte comercial para o FreeBSD e TrueOS, e também " +"soluções de desenvolvimento e customização para o FreeBSD." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1070 +msgid "" +"BSD Certification Group, Inc. provides system administration certifications " +"for DragonFly BSD, FreeBSD, NetBSD, and OpenBSD. Refer to their site for more information." +msgstr "" +"A BSD Certification Group, Inc. fornece certificações de administração do " +"sistema para o DragonFly BSD, FreeBSD, NetBSD e OpenBSD. Consulte seu site para maiores " +"informações." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1075 +msgid "" +"Any other organizations providing training and support should contact the " +"Project to be listed here." +msgstr "" +"Quaisquer outras organizações que forneçam treinamento e suporte devem " +"entrar em contato com o Projeto FreeBSD para serem listadas aqui." + +#. (itstool) path: info/title +#: book.translate.xml:1084 +msgid "Installation" +msgstr "Instalação" + +#. (itstool) path: affiliation/address +#: book.translate.xml:1092 +#, no-wrap +msgid "" +"\n" +"\t nik@FreeBSD.org\n" +"\t " +msgstr "" +"\n" +"\t nik@FreeBSD.org\n" +"\t " + +#. (itstool) path: info/author +#: book.translate.xml:1086 +msgid "" +" Nik Clayton <_:address-1/> " +msgstr "" +" Nik Clayton <_:address-1/> " + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1103 +msgid "" +"Which platform should I download? I have a 64 bit capable Intel CPU, but I only see amd64." +msgstr "" +"Qual plataforma devo baixar? Eu tenho uma CPU compatível com 64 bits " +"Intel, mas eu só encontro " +"amd64." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1109 +msgid "" +"amd64 is the term FreeBSD uses for 64-bit compatible x86 architectures (also " +"known as \"x86-64\" or \"x64\"). Most modern computers should use amd64. " +"Older hardware should use i386. When installing on a non-x86-compatible " +"architecture, select the platform which best matches the hardware." +msgstr "" +"amd64 é o termo que o FreeBSD usa para arquiteturas x86 compatíveis com 64 " +"bits (também conhecidas como \"x86-64\" ou \"x64\"). Para a maioria dos " +"computadores modernos você deve usar a opção amd64. Para hardware mais " +"antigo você deve usar o i386. Ao instalar em uma arquitetura não compatível " +"com x86, selecione a plataforma que melhor corresponda ao hardware." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1120 +msgid "Which file do I download to get FreeBSD?" +msgstr "Qual arquivo eu baixo para ter o FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1124 +msgid "" +"On the Getting " +"FreeBSD page, select [iso] next to the " +"architecture that matches the hardware." +msgstr "" +"Na página Como obter " +"o FreeBSD, selecione [iso] ao lado da arquitetura " +"que corresponde ao seu hardware." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1128 +msgid "Any of the following can be used:" +msgstr "Qualquer um dos itens a seguir pode ser usado:" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:1134 +msgid "file" +msgstr "arquivo" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:1135 +msgid "description" +msgstr "descrição" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:1141 +msgid "disc1.iso" +msgstr "disc1.iso" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:1142 +msgid "Contains enough to install FreeBSD and a minimal set of packages." +msgstr "" +"Contém o suficiente para instalar o FreeBSD e um conjunto mínimo de pacotes." + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:1147 +msgid "dvd1.iso" +msgstr "dvd1.iso" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:1148 +msgid "Similar to disc1.iso but with additional packages." +msgstr "" +"Semelhante ao disc1.iso, mas com pacotes adicionais." + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:1153 +msgid "memstick.img" +msgstr "memstick.img" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:1154 +msgid "A bootable image sufficient for writing to a USB stick." +msgstr "Uma imagem inicializável para se gravar em um pendrive." + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:1159 +msgid "bootonly.iso" +msgstr "bootonly.iso" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:1160 +msgid "" +"A minimal image that requires network access during installation to " +"completely install FreeBSD." +msgstr "" +"Uma imagem mínima e que requer acesso à rede durante a instalação para que " +"possa instalar completamente o FreeBSD." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1168 +msgid "" +"Full instructions on this procedure and a little bit more about installation " +"issues in general can be found in the Handbook entry on " +"installing FreeBSD." +msgstr "" +"Instruções completas sobre este procedimento e um pouco mais sobre problemas " +"de instalação em geral podem ser encontradas na seção do Handbook sobre instalação do FreeBSD." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1177 +msgid "What do I do if the install image does not boot?" +msgstr "O que eu faço se a imagem de instalação não inicializar?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1182 +msgid "" +"This can be caused by not downloading the image in binary mode when using FTP." +msgstr "" +"Isso pode ocorrer caso você não tenha baixado a imagem no modo " +"binário ao usar o FTP." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1186 +msgid "" +"Some FTP clients default their transfer mode to ascii " +"and attempt to change any end-of-line characters received to match the " +"conventions used by the client's system. This will almost invariably corrupt " +"the boot image. Check the SHA-256 checksum of the downloaded boot image: if " +"it is not exactly that on the server, then the download " +"process is suspect." +msgstr "" +"Alguns clientes FTP padronizam seu modo de transferência para " +"ascii e tentam alterar quaisquer caracteres de end-of-" +"line recebidos para corresponder às convenções usadas pelo sistema do " +"cliente. Isso quase invariavelmente corromperá a imagem de inicialização. " +"Verifique checksum SHA-256 da imagem de inicialização baixada: se não " +"estiverexatamente como no servidor, o processo de " +"download pode ter corrompido o arquivo." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1195 +msgid "" +"When using a command line FTP client, type binary at " +"the FTP command prompt after getting connected to the server and before " +"starting the download of the image." +msgstr "" +"Ao usar um cliente FTP de linha de comando, digite binary no prompt de comando FTP depois de se conectar ao servidor e antes " +"de iniciar o download da imagem." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1204 +msgid "Where are the instructions for installing FreeBSD?" +msgstr "Onde estão as instruções para instalar o FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1208 +msgid "" +"Installation instructions can be found at Handbook entry on installing FreeBSD." +msgstr "" +"As instruções para instalação podem ser encontradas na seção do Handbook " +"sobre instalação do FreeBSD." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1216 +msgid "What are the minimum requirements to run FreeBSD?" +msgstr "Quais são os requisitos mínimos para executar o FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1220 +msgid "" +"FreeBSD requires a 486 or better PC, 64 MB or more of RAM, and at least 1.1 " +"GB of hard disk space." +msgstr "" +"O FreeBSD requer um PC 486 ou melhor, 64 MB ou mais de RAM e pelo menos 1.1 " +"GB de espaço em disco." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1228 +msgid "How can I make my own custom release or install disk?" +msgstr "" +"Como posso criar minha própria versão personalizada ou disco de instalação?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1233 +msgid "" +"Customized FreeBSD installation media can be created by building a custom " +"release. Follow the instructions in the Release Engineering article." +msgstr "" +"Uma mídia customizada de instalação do FreeBSD pode ser criada através da " +"construção de uma release personalizada. Siga as instruções do artigo Release Engineering." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1242 +msgid "" +"Can Windows co-exist with " +"FreeBSD?" +msgstr "" +"O Windows pode coexistir com o " +"FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1246 +msgid "" +"If Windows is installed first, " +"then yes. FreeBSD's boot manager will then manage to boot Windows and FreeBSD. If Windows is installed afterwards, it will " +"overwrite the boot manager. If that happens, see the next section." +msgstr "" +"Se o Windows for instalado " +"primeiro, então sim. O gerenciador de boot do FreeBSD irá então inicializar " +"o Windows e o FreeBSD. Se o " +"Windows for instalado " +"posteriormente, ela sobrescreverá o gerenciador de inicialização. Se isso " +"acontecer, veja a próxima seção." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1256 +msgid "" +"Another operating system destroyed my Boot Manager. How do I get it back?" +msgstr "" +"Outro sistema operacional destruiu meu gerenciador de inicialização. Como " +"faço para recuperá-lo?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1261 +msgid "" +"This depends upon the boot manager. The FreeBSD boot selection menu can be " +"reinstalled using boot0cfg8. For example, to " +"restore the boot menu onto the disk ada0:" +msgstr "" +"Isso depende do gerenciador de inicialização. O menu de seleção de " +"inicialização do FreeBSD pode ser reinstalado usando " +"boot0cfg8 . Por exemplo, para restaurar o menu de inicialização no disco " +"ada0:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:1266 +#, no-wrap +msgid "# boot0cfg -B ada0" +msgstr "# boot0cfg -B ada0" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1268 +msgid "" +"The non-interactive MBR bootloader can be installed using " +"gpart8:" +msgstr "" +"O gerenciador de inicialização MBR não interativo pode ser instalado usando " +"gpart8:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:1271 +#, no-wrap +msgid "# gpart bootcode -b /boot/mbr ada0" +msgstr "# gpart bootcode -b /boot/mbr ada0" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1273 +msgid "" +"For more complex situations, including GPT disks, see " +"gpart8." +msgstr "" +"Para situações mais complexas, incluindo discos GPT, consulte " +"gpart8." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1280 +msgid "Do I need to install the source?" +msgstr "Preciso instalar o código fonte?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1284 +msgid "" +"In general, no. There is nothing in the base system which requires the " +"presence of the source to operate. Some ports, like sysutils/lsof, will not build unless the source is installed. In particular, if " +"the port builds a kernel module or directly operates on kernel structures, " +"the source must be installed." +msgstr "" +"Em geral, não. Não há nada no sistema base que exija a presença do código " +"fonte para operar. Alguns ports, como o sysutils/lsof, " +"não serão compilados a menos que o código fonte esteja instalado. Em " +"particular, se o port compila um módulo de kernel ou opera diretamente em " +"estruturas de kernel, o código fonte deve ser instalado." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1295 +msgid "Do I need to build a kernel?" +msgstr "Eu preciso compilar um kernel?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1299 +msgid "" +"Usually not. The supplied GENERIC kernel contains the " +"drivers an ordinary computer will need. freebsd-" +"update8, the FreeBSD " +"binary upgrade tool, cannot upgrade custom kernels, another reason to stick " +"with the GENERIC kernel when possible. For computers with " +"very limited RAM, such as embedded systems, it may be worthwhile to build a " +"smaller custom kernel containing just the required drivers." +msgstr "" +"Geralmente não. O kernel GENERIC fornecido contém todos " +"os drivers que um computador comum precisará. O " +"freebsd-update8, a ferramenta de atualização binária do FreeBSD, " +"não pode atualizar kernels customizados, o que é uma outra razão para se " +"manter com o kernel GENERIC sempre que possível. Para " +"computadores com uma quantidade de memória RAM muito limitada, como sistemas " +"embarcados, pode valer a pena compilar um kernel customizado menor contendo " +"apenas os drivers necessários." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1312 +msgid "" +"Should I use DES, Blowfish, or MD5 passwords and how do I specify which form " +"my users receive?" +msgstr "" +"Devo usar senhas DES, Blowfish ou MD5 e como eu específico qual tipo meus " +"usuários irão receber?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1317 +msgid "" +"FreeBSD uses SHA512 by default. DES passwords are still " +"available for backwards compatibility with operating systems that still use " +"the less secure password format. FreeBSD also supports the Blowfish and MD5 " +"password formats. Which password format to use for new passwords is " +"controlled by the passwd_format login capability in " +"/etc/login.conf, which takes values of des, blf (if these are available) or md5. See the login.conf5 manual page for more " +"information about login capabilities." +msgstr "" +"O FreeBSD usa SHA512 por padrão. Senhas DES ainda estão " +"disponíveis para compatibilidade com sistemas operacionais que ainda usam um " +"formato de senha menos seguro. O FreeBSD também suporta os formatos de senha " +"Blowfish e MD5. O formato de senha que será usado para novas senhas é " +"controlado pelo recurso de login passwd_format no " +"arquivo /etc/login.conf, que recebe valores de " +"des, blf (se estiverem disponíveis) ou " +"md5. Veja a página de manual " +"login.conf5 para maiores informações sobre as capacidades de " +"login." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1336 +msgid "What are the limits for FFS file systems?" +msgstr "Quais são os limites para sistemas de arquivos FFS?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1340 +msgid "" +"For FFS file systems, the largest file system is practically limited by the " +"amount of memory required to fsck8 the file system. " +"fsck8 requires one bit per fragment, which with the default fragment " +"size of 4 KB equates to 32 MB of memory per TB of disk. This does mean that " +"on architectures which limit userland processes to 2 GB (e.g., " +"i386), the maximum fsck8'able filesystem is " +"~60 TB." +msgstr "" +"Para os sistemas de arquivos FFS, o tamanho máximo é praticamente limitado " +"pela quantidade de memória necessária para executar o " +"fsck8 no sistema de arquivo. O fsck8 requer um bit por " +"fragmento, que com o tamanho de fragmento padrão de 4 KB equivale a 32 MB de " +"memória por TB de disco. Isso significa que nas arquiteturas que limitam os " +"processos userland a 2 GB (por exemplo, i386), o " +"tamanho máximo do sistema de arquivos que o " +"fsck8 permite operar é " +"de ~ 60 TB." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1349 +msgid "" +"If there was not a fsck8 memory limit the " +"maximum filesystem size would be 2 ^ 64 (blocks) * 32 KB => 16 Exa * " +"32 KB => 512 ZettaBytes." +msgstr "" +"Se não houvesse um limite de memória para o " +"fsck8, o tamanho máximo do sistema de arquivos seria 2 ^ 64 " +"(blocks) * 32 KB => 16 Exa * 32 KB => 512 ZettaBytes." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1354 +msgid "" +"The maximum size of a single FFS file is approximately 2 PB with the default " +"block size of 32 KB. Each 32 KB block can point to 4096 blocks. With triple " +"indirect blocks, the calculation is 32 KB * 12 + 32 KB * 4096 + 32 KB * " +"4096^2 + 32 KB * 4096^3. Increasing the block size to 64 KB will increase " +"the max file size by a factor of 16." +msgstr "" +"O tamanho máximo de um único arquivo FFS é de aproximadamente 2 PB com o " +"tamanho de bloco padrão de 32 KB. Cada bloco de 32 KB pode apontar para 4096 " +"blocos. Com blocos triplo indiretos, o cálculo é 32 KB * 12 + 32 KB * 4096 + " +"32 KB * 4096 ^ 2 + 32 KB * 4096 ^ 3. Aumentar o tamanho do bloco para 64 KB " +"aumentará o tamanho máximo do arquivo por um fator de 16." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1366 +msgid "" +"Why do I get an error message, readin failed after " +"compiling and booting a new kernel?" +msgstr "" +"Por que recebo uma mensagem de erro, readin failed " +"depois de compilar e inicializar um novo kernel?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1372 +msgid "" +"The world and kernel are out of sync. This is not supported. Be sure to use " +"make buildworld and make buildkernel " +"to update the kernel." +msgstr "" +"O world (aplicativos e bicliotecas do userland)e o kernel estão fora de " +"sincronia. Isso não é suportado. Certifique-se de usar make " +"buildworld e make build-kernel para atualizar o " +"kernel." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1377 +msgid "" +"Boot the system by specifying the kernel directly at the second stage, " +"pressing any key when the | shows up before loader is " +"started." +msgstr "" +"Inicialize o sistema especificando o kernel diretamente no segundo estágio, " +"pressionando qualquer tecla quando o | aparecer antes que " +"o utilitário de carga (loader) seja iniciado." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1386 +msgid "Is there a tool to perform post-installation configuration tasks?" +msgstr "" +"Existe uma ferramenta para realizar tarefas de configuração pós-instalação?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1391 +msgid "" +"Yes. bsdconfig provides a nice interface to " +"configure FreeBSD post-installation." +msgstr "" +"Sim. O bsdconfig fornece uma boa interface para " +"configurar o FreeBSD na pós-instalação." + +#. (itstool) path: chapter/title +#: book.translate.xml:1399 +msgid "Hardware Compatibility" +msgstr "Compatibilidade de Hardware" + +#. (itstool) path: sect1/title +#: book.translate.xml:1402 +msgid "General" +msgstr "Geral" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1407 +msgid "" +"I want to get a piece of hardware for my FreeBSD system. Which model/brand/" +"type is best?" +msgstr "" +"Eu quero obter um componente de hardware para o meu sistema FreeBSD. Qual " +"modelo/marca/tipo é o melhor?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1412 +msgid "" +"This is discussed continually on the FreeBSD mailing lists but is to be " +"expected since hardware changes so quickly. Read through the Hardware Notes " +"for FreeBSD 11.2 or 10.4 and search the mailing list archives " +"before asking about the latest and greatest hardware. Chances are a " +"discussion about that type of hardware took place just last week." +msgstr "" +"Isso é discutido continuamente nas listas de discussão do FreeBSD, mas isto " +"é de se esperar, já que o hardware muda tão rapidamente. Leia as Notas de " +"Hardware do FreeBSD 11.2 ou 10.4 e pesquise os arquivos " +"da lista de discussão antes de perguntar sobre o hardware mais recente e " +"melhor. As chances são de que uma discussão sobre esse tipo de hardware " +"tenha acontecido na semana passada." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1422 +msgid "" +"Before purchasing a laptop, check the archives for FreeBSD laptop computer " +"mailing list and FreeBSD general questions mailing list, " +"or possibly a specific mailing list for a particular hardware type." +msgstr "" +"Antes de comprar um laptop, verifique os arquivos da lista de " +"discussão sobre computadores portáteis FreeBSD e da lista de " +"discussão de questões gerais do FreeBSD, ou possivelmente uma lista " +"de discussão específica para um tipo específico de hardware." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1430 +msgid "" +"What are the limits for memory? Does FreeBSD support more than 4 GB of " +"memory (RAM)? More than 16 GB? More than 48 GB?" +msgstr "" +"Quais são os limites para a memória? O FreeBSD suporta mais de 4 GB de " +"memória (RAM)? Mais de 16 GB? Mais de 48 GB?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1437 +msgid "" +"FreeBSD as an operating system generally supports as much physical memory " +"(RAM) as the platform it is running on does. Keep in mind that different " +"platforms have different limits for memory; for example i386 without PAE supports at most 4 GB of memory " +"(and usually less than that because of PCI address space) and " +"i386 with PAE supports at most 64 GB memory. As of " +"FreeBSD 10, AMD64 platforms support up to 4 TB of physical memory." +msgstr "" +"O FreeBSD como sistema operacional geralmente suporta tanta memória física " +"(RAM) quanto a disponível na plataforma em que está rodando. Tenha em mente " +"que plataformas diferentes têm limites diferentes para a memória; por " +"exemplo i386 sem PAE suporta no " +"máximo 4 GB de memória (e geralmente menos que isso por causa do espaço de " +"endereçamento PCI) e i386 com PAE suporta no máximo " +"64 GB de memória. A partir do FreeBSD 10, as plataformas AMD64 suportam até " +"4 TB de memória física." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1452 +msgid "" +"Why does FreeBSD report less than 4 GB memory when installed on an " +"i386 machine?" +msgstr "" +"Por que o FreeBSD reporta menos de 4 GB de memória quando instalado em uma " +"máquina i386?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1457 +msgid "" +"The total address space on i386 machines is 32-bit, " +"meaning that at most 4 GB of memory is addressable (can be accessed). " +"Furthermore, some addresses in this range are reserved by hardware for " +"different purposes, for example for using and controlling PCI devices, for " +"accessing video memory, and so on. Therefore, the total amount of memory " +"usable by the operating system for its kernel and applications is limited to " +"significantly less than 4 GB. Usually, 3.2 GB to 3.7 GB is the maximum " +"usable physical memory in this configuration." +msgstr "" +"O espaço total de endereços nas máquinas i386 é de 32 " +"bits, o que significa que no máximo 4 GB de memória são endereçáveis ​​(podem " +"ser acessados). Além disso, alguns endereços nesse intervalo são reservados " +"por hardware para diferentes finalidades, por exemplo, para usar e controlar " +"dispositivos PCI, para acessar a memória de vídeo e assim por diante. " +"Portanto, a quantidade total de memória utilizável pelo sistema operacional " +"para o seu kernel e aplicativos é limitada a significativamente menos de 4 " +"GB. Normalmente, temos de 3,2 GB a 3,7 GB de memória física máxima " +"utilizável nessa configuração." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1469 +msgid "" +"To access more than 3.2 GB to 3.7 GB of installed memory (meaning up to 4 GB " +"but also more than 4 GB), a special tweak called PAE must " +"be used. PAE stands for Physical Address Extension and is a way for 32-bit " +"x86 CPUs to address more than 4 GB of memory. It remaps the memory that " +"would otherwise be overlaid by address reservations for hardware devices " +"above the 4 GB range and uses it as additional physical memory (see " +"pae4). Using PAE has some drawbacks; this mode of memory access is " +"a little bit slower than the normal (without PAE) mode and loadable modules " +"(see kld4) are not supported. This means all drivers must be " +"compiled into the kernel." +msgstr "" +"Para acessar mais de 3,2 GB a 3,7 GB de memória instalada (ou seja, até 4 " +"GB, mas também mais de 4 GB), um ajuste especial chamado PAE deve ser usado. PAE significa Physical Address Extension e é uma " +"maneira das CPUs x86 de 32 bits endereçarem mais de 4 GB de memória. Ele " +"remapeia a memória que de outra forma seria sobreposta pelas reservas de " +"endereço para dispositivos de hardware acima do intervalo de 4 GB e a usa " +"como memória física adicional (veja pae4). Usar o PAE tem " +"alguns inconvenientes; este modo de acesso à memória é um pouco mais lento " +"que o modo normal (sem PAE) e módulos carregáveis ​​(veja " +"kld4 ) não são suportados. Isso significa que todos os drivers devem " +"ser compilados estaticamente no kernel." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1484 +msgid "" +"The most common way to enable PAE is to build a new kernel with the special " +"ready-provided kernel configuration file called PAE, " +"which is already configured to build a safe kernel. Note that some entries " +"in this kernel configuration file are too conservative and some drivers " +"marked as unready to be used with PAE are actually usable. A rule of thumb " +"is that if the driver is usable on 64-bit architectures (like AMD64), it is " +"also usable with PAE. When creating a custom kernel configuration file, PAE " +"can be enabled by adding the following line:" +msgstr "" +"A maneira mais comum de ativar o PAE é compilar um novo kernel com o arquivo " +"especial de configuração do kernel, chamado PAE, que já " +"está configurado para compilar um kernel seguro. Observe que algumas " +"entradas neste arquivo de configuração do kernel são muito conservadoras e " +"alguns drivers marcados como não prontos para serem usados ​​com o PAE na " +"verdade são possíveis de serem utilizados. Uma regra básica é que, se o " +"driver for utilizável em arquiteturas de 64 bits (como o AMD64), ele também " +"poderá ser usado com o PAE. Ao criar um arquivo de configuração de kernel " +"personalizado, o suporte ao PAE pode ser ativada adicionando a seguinte " +"linha:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:1497 +#, no-wrap +msgid "options PAE" +msgstr "options PAE" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1499 +msgid "" +"PAE is not much used nowadays because most new x86 hardware also supports " +"running in 64-bit mode, known as AMD64 or Intel 64. It has a much larger address space and does not " +"need such tweaks. FreeBSD supports AMD64 and it is recommended that this " +"version of FreeBSD be used instead of the i386 " +"version if 4 GB or more memory is required." +msgstr "" +"O PAE não é muito usado atualmente porque a maioria dos novos hardwares x86 " +"também suporta a execução no modo de 64 bits, conhecido como AMD64 ou " +"Intel64. Ele tem um espaço de " +"endereçamento muito maior e não precisa tais ajustes. O FreeBSD suporta o " +"AMD64 e é recomendado que esta versão do FreeBSD seja usada no lugar da " +"versão i386 se forem necessários 4 GB ou mais de " +"memória." + +#. (itstool) path: sect1/title +#: book.translate.xml:1512 +msgid "Architectures and Processors" +msgstr "Arquiteturas e Processadores" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1517 +msgid "Does FreeBSD support architectures other than the x86?" +msgstr "O FreeBSD suporta arquiteturas diferentes do x86?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1522 +msgid "" +"Yes. FreeBSD divides support into multiple tiers. Tier 1 architectures, such " +"as i386 or amd64; are fully supported. Tiers 2 and 3 are supported on a best-" +"effort basis. A full explanation of the tier system is available in the " +"Committer's Guide." +msgstr "" +"Sim. O FreeBSD divide o suporte em vários níveis. Arquiteturas de Tier 1, " +"como i386 ou amd64; são totalmente suportados. Tiers 2 e 3 são suportados " +"com base no melhor esforço. Uma explicação completa do sistema de tiers está " +"disponível no Guia dos Committers." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1529 +msgid "" +"A complete list of supported architectures can be found on the platforms page." +msgstr "" +"Uma lista completa de arquiteturas suportadas pode ser encontrada na páginas de plataformas." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1537 +msgid "Does FreeBSD support Symmetric Multiprocessing (SMP)?" +msgstr "O FreeBSD suporta o Multiprocessamento Simétrico (SMP)?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1542 +msgid "" +"FreeBSD supports symmetric multi-processor (SMP) on all non-embedded " +"platforms (e.g, i386, amd64, etc.). SMP is also supported in arm and MIPS " +"kernels, although some CPUs may not support this. FreeBSD's SMP " +"implementation uses fine-grained locking, and performance scales nearly " +"linearly with number of CPUs." +msgstr "" +"O FreeBSD suporta multiprocessadores simétricos (SMP) em todas as " +"plataformas não-embarcadas (por exemplo, i386, amd64, etc.). O SMP também é " +"suportado em kernels arm e MIPS, embora algumas CPUs possam não suportar " +"isso. A implementação do SMP do FreeBSD usa o bloqueio refinado, e o " +"desempenho escala quase linearmente com o número de CPUs." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1550 +msgid "" +"smp4 has more details." +msgstr "" +"A página de manual do smp4 tem maiores detalhes." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1556 +msgid "" +"What is microcode? How do I install Intel CPU microcode updates?" +msgstr "" +"O que é microcódigo? Como eu instalo as atualizações de microcódigo da " +"Intel?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1561 +msgid "" +"Microcode is a method of programmatically implementing hardware level " +"instructions. This allows for CPU bugs to be fixed without replacing the on " +"board chip." +msgstr "" +"Microcódigo é um método de implementar programaticamente instruções de nível " +"de hardware. Isso permite que os bugs da CPU sejam corrigidos sem a " +"necessidade de substituir fisicamente o chip." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1566 +msgid "Install sysutils/devcpu-data, then add:" +msgstr "Instale o sysutils/devcpu-data e adicione:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:1569 +#, no-wrap +msgid "microcode_update_enable=\"YES\"" +msgstr "microcode_update_enable=\"YES\"" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1571 +msgid "to /etc/rc.conf" +msgstr "no /etc/rc.conf" + +#. (itstool) path: sect1/title +#: book.translate.xml:1578 +msgid "Hard Drives, Tape Drives, and CD and DVD Drives" +msgstr "Discos, Unidades de Fita e Unidades de CD e DVD" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1583 +msgid "What kind of hard drives does FreeBSD support?" +msgstr "Que tipo de disco o FreeBSD suporta?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1587 +msgid "" +"FreeBSD supports EIDE, SATA, SCSI, and SAS drives (with a compatible " +"controller; see the next section), and all drives using the original " +"Western Digital interface (MFM, RLL, ESDI, and of course " +"IDE). A few ESDI controllers that use proprietary interfaces may not work: " +"stick to WD1002/3/6/7 interfaces and clones." +msgstr "" +"O FreeBSD suporta unidades EIDE, SATA, SCSI e SAS (com um controlador " +"compatível; veja a próxima seção), e todas as unidades usando a interface " +"original da Western Digital (MFM, RLL, ESDI e, é claro, IDE). " +"Alguns controladores ESDI que usam interfaces proprietárias podem não " +"funcionar: use interfaces e clones WD1002/3/6/7." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1599 +msgid "Which SCSI or SAS controllers are supported?" +msgstr "Quais controladores SCSI ou SAS são suportados?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1603 +msgid "" +"See the complete list in the Hardware Notes for FreeBSD 11.2 or " +"10.4." +msgstr "" +"Veja a lista completa em Notas de Hardware para o FreeBSD 11.2 ou " +"10.4." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1611 +msgid "What types of tape drives are supported?" +msgstr "Quais tipos de unidades de fita são suportados?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1615 +msgid "FreeBSD supports all standard SCSI tape interfaces." +msgstr "O FreeBSD suporta todas as interfaces de fita SCSI padrão." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1622 +msgid "Does FreeBSD support tape changers?" +msgstr "O FreeBSD suporta trocadores de fita (tape changers)?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1626 +msgid "" +"FreeBSD supports SCSI changers using the ch4 device and the " +"chio1 command. The details of how to control the changer can be " +"found in chio1." +msgstr "" +"O FreeBSD suporta trocadores SCSI usando o dispositivo " +"ch4 e o comando chio1. Os detalhes de como " +"controlar o trocador podem ser encontrados em " +"chio1." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1631 +msgid "" +"While AMANDA and some other products already " +"understands changers, other applications only know how to move a tape from " +"one point to another. In this case, keep track of which slot a tape is in " +"and which slot the tape currently in the drive needs to go back to." +msgstr "" +"Embora o AMANDA e alguns outros produtos já " +"entendam os trocadores, outros aplicativos só sabem como mover uma fita de " +"um ponto para outro. Nesse caso, rastreie em qual slot uma fita está e para " +"qual slot a fita que está atualmente na unidade precisa voltar." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1643 +msgid "Which CD-ROM and CD-RW drives are supported by FreeBSD?" +msgstr "Quais drives de CD-ROM e CD-RW são suportados pelo FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1648 +msgid "" +"Any SCSI drive connected to a supported controller is supported. Most ATAPI " +"compatible IDE CD-ROMs are supported." +msgstr "" +"Qualquer unidade SCSI conectada a um controlador suportado é suportada. A " +"maioria dos CD-ROMs IDE compatíveis com ATAPI é suportada." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1652 +msgid "FreeBSD supports any ATAPI-compatible IDE CD-R or CD-RW drive." +msgstr "" +"O FreeBSD suporta qualquer drive IDE CD-R ou CD-RW compatível com ATAPI." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1655 +msgid "" +"FreeBSD also supports any SCSI CD-R or CD-RW drives. Install the " +"sysutils/cdrtools port or package, then use " +"cdrecord." +msgstr "" +"O FreeBSD também suporta qualquer unidade de CD-R ou CD-RW SCSI. Instale o " +"port ou pacote do sysutils/cdrtools e, em seguida, use o " +" cdrecord ." + +#. (itstool) path: sect1/title +#: book.translate.xml:1664 +msgid "Keyboards and Mice" +msgstr "Teclados e Mouses" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1669 +msgid "Is it possible to use a mouse outside the X Window system?" +msgstr "É possível usar um mouse fora do sistema X Window?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1674 +msgid "" +"The default console driver, syscons4, provides the ability " +"to use a mouse pointer in text consoles to cut & paste text. Run the " +"mouse daemon, moused8, and turn on the mouse " +"pointer in the virtual console:" +msgstr "" +"O driver de console padrão, syscons4, fornece a capacidade " +"de usar um ponteiro de mouse em consoles de texto para cortar & colar o " +"texto. Execute o daemon do mouse, moused8 e ative o ponteiro do " +"mouse no console virtual:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:1680 +#, no-wrap +msgid "" +"# moused -p /dev/xxxx -t yyyy\n" +"# vidcontrol -m on" +msgstr "" +"# moused -p /dev/xxxx -t yyyy\n" +"# vidcontrol -m on" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1683 +msgid "" +"Where xxxx is the mouse device name and " +"yyyy is a protocol type for the mouse. The mouse " +"daemon can automatically determine the protocol type of most mice, except " +"old serial mice. Specify the auto protocol to invoke " +"automatic detection. If automatic detection does not work, see the " +"moused8 manual page for a list of supported protocol types." +msgstr "" +"No qual xxxx é o nome do dispositivo de mouse e " +"yyyy é o tipo de protocolo para o mouse. O daemon " +"do mouse pode determinar automaticamente o tipo de protocolo da maioria dos " +"mouses, exceto antigos mouses seriais. Especifique o protocolo " +"auto para invocar a detecção automática. Se a detecção " +"automática não funcionar, consulte a página de manual " +"moused8 para obter uma lista dos tipos de protocolos suportados." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1693 +msgid "" +"For a PS/2 mouse, add moused_enable=\"YES\" to /" +"etc/rc.conf to start the mouse daemon at boot time. Additionally, " +"to use the mouse daemon on all virtual terminals instead of just the " +"console, add allscreens_flags=\"-m on\" to /etc/" +"rc.conf." +msgstr "" +"Para um mouse PS/2, adicione moused_enable=\"YES\" ao " +"arquivo /etc/rc.conf para iniciar o daemon do mouse no " +"momento da inicialização. Além disso, para usar o daemon do mouse em todos " +"os terminais virtuais em vez de apenas no console, adicione " +"allscreens_flags=\"-m on\" ao arquivo /etc/rc." +"conf." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1702 +msgid "" +"When the mouse daemon is running, access to the mouse must be coordinated " +"between the mouse daemon and other programs such as X Windows. Refer to the " +"FAQ Why does my mouse not " +"work with X? for more details on this issue." +msgstr "" +"Quando o daemon do mouse está em execução, o acesso ao mouse deve ser " +"coordenado entre o daemon do mouse e outros programas, tais como o X " +"Windows. Consulte o FAQ " +"Por que meu mouse não funciona com o X? para obter mais detalhes " +"sobre esse problema." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1713 +msgid "How do I cut and paste text with a mouse in the text console?" +msgstr "Como faço para cortar e colar texto com um mouse no console de texto?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1718 +msgid "" +"It is not possible to remove data using the mouse. However, it is possible " +"to copy and paste. Once the mouse daemon is running as described in the " +"previous question, hold down button 1 (left " +"button) and move the mouse to select a region of text. Then, press button 2 " +"(middle button) to paste it at the text cursor. Pressing button 3 (right " +"button) will extend the selected region of text." +msgstr "" +"Não é possível remover (cortar) dados usando o mouse. No entanto, é possível " +"copiar e colar. Quando o daemon do mouse estiver em execução, conforme " +"descrito na pergunta anterior, mantenha " +"pressionado o botão 1 (botão esquerdo) e mova o mouse para selecionar uma " +"região do texto. Em seguida, pressione o botão 2 (botão do meio) para colar " +"no cursor de texto. Pressionar o botão 3 (botão direito) irá " +"estender a região selecionada do texto." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1727 +msgid "" +"If the mouse does not have a middle button, it is possible to emulate one or " +"remap buttons using mouse daemon options. See the " +"moused8 manual page for details." +msgstr "" +"Se o mouse não tiver um botão do meio, é possível emular um ou remapear os " +"botões usando as opções do daemon do mouse. Consulte a página de manual " +"moused8 para obter detalhes." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1736 +msgid "My mouse has a fancy wheel and buttons. Can I use them in FreeBSD?" +msgstr "" +"Meu mouse tem uma roda e botões extravagantes. Posso usá-los no FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1741 +msgid "" +"The answer is, unfortunately, It depends. These mice with " +"additional features require specialized driver in most cases. Unless the " +"mouse device driver or the user program has specific support for the mouse, " +"it will act just like a standard two, or three button mouse." +msgstr "" +"A resposta é, infelizmente, Depende. Esses mouses com " +"recursos adicionais exigem um driver especializado na maioria dos casos. A " +"menos que o driver do dispositivo do mouse ou o programa do usuário tenha " +"suporte específico para o mouse, ele funcionará exatamente como um mouse " +"padrão de dois ou três botões." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1748 +msgid "" +"For the possible usage of wheels in the X Window environment, refer to that section." +msgstr "" +"Para o possível uso de rodas do mouse no ambiente X Window, consulte essa seção." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1755 +msgid "" +"How do I use my delete key in sh and csh?" +msgstr "" +"Como eu uso a minha tecla de delete no sh e csh?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1760 +msgid "" +"For the Bourne Shell, add the following lines to " +"~/.shrc. See sh1 and " +"editrc5." +msgstr "" +"Para o Bourne Shell, inclua as seguintes linhas " +"no arquivo ~/.shrc. Veja " +"sh1 e editrc5." + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:1764 +#, no-wrap +msgid "" +"bind ^? ed-delete-next-char # for console\n" +"bind ^[[3~ ed-delete-next-char # for xterm" +msgstr "" +"bind ^? ed-delete-next-char # para o console\n" +"bind ^[[3~ ed-delete-next-char # para o xterm" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1767 +msgid "" +"For the C Shell, add the following lines to " +"~/.cshrc. See csh1." +msgstr "" +"Para o C Shell, adicione as seguintes linhas ao " +"~/.cshrc. Veja csh1." + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:1771 +#, no-wrap +msgid "" +"bindkey ^? delete-char # for console\n" +"bindkey ^[[3~ delete-char # for xterm" +msgstr "" +"bindkey ^? delete-char # para o console\n" +"bindkey ^[[3~ delete-char # para o xterm" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1774 +msgid "" +"For more information, see this page." +msgstr "" +"Para maiores informações, consulte esta página ." + +#. (itstool) path: sect1/title +#: book.translate.xml:1782 +msgid "Other Hardware" +msgstr "Outro hardware" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1787 +msgid "" +"Workarounds for no sound from my pcm4 sound card?" +msgstr "" +"Algum workaround para o problema de não sair nenhum som da minha placa de " +"som pcm4?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1792 +msgid "" +"Some sound cards set their output volume to 0 at every boot. Run the " +"following command every time the machine boots:" +msgstr "" +"Algumas placas de som definem seu volume de saída como 0 em cada " +"inicialização. Execute o seguinte comando toda vez que a máquina inicializar:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:1796 +#, no-wrap +msgid "# mixer pcm 100 vol 100 cd 100" +msgstr "# mixer pcm 100 vol 100 cd 100" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1802 +msgid "Does FreeBSD support power management on my laptop?" +msgstr "O FreeBSD suporta o gerenciamento de energia no meu laptop?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1807 +msgid "" +"FreeBSD supports the ACPI features found in modern " +"hardware. Further information can be found in " +"acpi4." +msgstr "" +"O FreeBSD suporta os recursos ACPI encontrados em " +"componentes modernos de hardware. Maiores informações podem ser encontradas " +"em acpi4." + +#. (itstool) path: chapter/title +#: book.translate.xml:1817 +msgid "Troubleshooting" +msgstr "Solução de problemas" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1822 +msgid "" +"Why is FreeBSD finding the wrong amount of memory on i386 hardware?" +msgstr "" +"Por que o FreeBSD está encontrando a quantidade errada de memória no " +"hardware i386?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1827 +msgid "" +"The most likely reason is the difference between physical memory addresses " +"and virtual addresses." +msgstr "" +"O motivo mais provável é a diferença entre endereços de memória física e " +"endereços virtuais." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1830 +msgid "" +"The convention for most PC hardware is to use the memory area between 3.5 GB " +"and 4 GB for a special purpose (usually for PCI). This address space is used " +"to access PCI hardware. As a result real, physical memory cannot be accessed " +"by that address space." +msgstr "" +"A convenção para a maioria dos hardwares de PC é usar a área de memória " +"entre 3,5 GB e 4 GB para uma finalidade especial (geralmente para PCI). Este " +"espaço de endereço é usado para acessar o hardware PCI. Como resultado real, " +"a memória física não pode ser acessada por esse espaço de endereço." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1836 +msgid "" +"What happens to the memory that should appear in that location is hardware " +"dependent. Unfortunately, some hardware does nothing and the ability to use " +"that last 500 MB of RAM is entirely lost." +msgstr "" +"O que acontece com a memória que deveria aparecer nesse local depende do " +"hardware. Infelizmente, alguns hardwares não fazem nada e a capacidade de " +"usar estes últimos 500 MB de RAM é totalmente perdida." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1841 +msgid "" +"Luckily, most hardware remaps the memory to a higher location so that it can " +"still be used. However, this can cause some confusion when watching the boot " +"messages." +msgstr "" +"Felizmente, a maioria dos hardwares faz o remapeamento da memória para um " +"local mais alto, para que ela ainda possa ser usada. No entanto, isso pode " +"causar alguma confusão ao observar as mensagens de inicialização." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1846 +msgid "" +"On a 32-bit version of FreeBSD, the memory appears lost, since it will be " +"remapped above 4 GB, which a 32-bit kernel is unable to access. In this " +"case, the solution is to build a PAE enabled kernel. See the entry on memory " +"limits for more information." +msgstr "" +"Em uma versão de 32 bits do FreeBSD, a memória parece perdida, uma vez que " +"ela será remapeada acima de 4 GB, uma área a qual um kernel de 32 bits não " +"consegue acessar. Neste caso, a solução é construir um kernel habilitado " +"para PAE. Veja a seção sobre os limites de memória para mais informações." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1852 +msgid "" +"On a 64-bit version of FreeBSD, or when running a PAE-enabled kernel, " +"FreeBSD will correctly detect and remap the memory so it is usable. During " +"boot, however, it may seem as if FreeBSD is detecting more memory than the " +"system really has, due to the described remapping. This is normal and the " +"available memory will be corrected as the boot process completes." +msgstr "" +"Em uma versão de 64 bits do FreeBSD, ou quando o kernel estiver habilitado " +"para PAE, o FreeBSD irá corretamente detectar e remapear a memória para que " +"ela seja utilizável. Durante a inicialização, no entanto, pode parecer que o " +"FreeBSD está detectando mais memória do que o sistema realmente possui, " +"devido ao remapeamento descrito. Isso é normal e a memória disponível será " +"corrigida conforme o processo de inicialização for concluído." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1864 +msgid "" +"Why do my programs occasionally die with Signal 11 " +"errors?" +msgstr "" +"Por que meus programas morrem ocasionalmente com erros Signal 11 " +"?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1869 +msgid "" +"Signal 11 errors are caused when a process has attempted to access memory " +"which the operating system has not granted it access to. If something like " +"this is happening at seemingly random intervals, start investigating the " +"cause." +msgstr "" +"Os erros de sinal 11 são causados ​​quando um processo tentou acessar a " +"memória à qual o sistema operacional não concedeu acesso. Se algo assim está " +"acontecendo em intervalos aparentemente aleatórios, comece a investigar a " +"causa." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1875 +msgid "These problems can usually be attributed to either:" +msgstr "Esses problemas geralmente podem ser atribuídos a:" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:1880 +msgid "" +"If the problem is occurring only in a specific custom application, it is " +"probably a bug in the code." +msgstr "" +"Se o problema está ocorrendo apenas em um aplicativo customizado específico, " +"é provavelmente um bug no código." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:1886 +msgid "" +"If it is a problem with part of the base FreeBSD system, it may also be " +"buggy code, but more often than not these problems are found and fixed long " +"before us general FAQ readers get to use these bits of " +"code (that is what -CURRENT is for)." +msgstr "" +"Se é um problema com parte do sistema base do FreeBSD, também pode ser " +"resultado de um código com bugs, mas na maioria das vezes esses problemas " +"são encontrados e corrigidos muito antes que o publico em geral e que " +"normalmente lê o FAQ usem essas partes do código (é " +"para isso que -CURRENT existe)." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1895 +msgid "" +"It is probably not a FreeBSD bug if the problem occurs compiling a program, " +"but the activity that the compiler is carrying out changes each time." +msgstr "" +"Provavelmente não é um erro do FreeBSD se o problema ocorrer na compilação " +"de um programa, mas sim da atividade que o compilador está realizando e que " +"muda a cada vez." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1901 +msgid "" +"For example, if make buildworld fails while trying to " +"compile ls.c into ls.o and, when " +"run again, it fails in the same place, this is a broken build. Try updating " +"source and try again. If the compile fails elsewhere, it is almost certainly " +"due to hardware." +msgstr "" +"Por exemplo, se make buildworld falhar ao tentar compilar " +"ls.c para ls.o e, quando executado " +"novamente, ele falhar no mesmo lugar, significa que o código está quebrado. " +"Tente atualizar o código fonte e tente compilar novamente. Se a compilação " +"falhar em outro lugar, é quase certo que a causa é um problema de hardware." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1909 +msgid "" +"In the first case, use a debugger such as gdb1 to find the point in " +"the program which is attempting to access a bogus address and fix it." +msgstr "" +"No primeiro caso, use um depurador como o gdb1 para localizar o ponto " +"no programa que está tentando acessar um endereço falso e corrija-o." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1914 +msgid "In the second case, verify which piece of hardware is at fault." +msgstr "No segundo caso, verifique qual peça de hardware está com defeito." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1917 +msgid "Common causes of this include:" +msgstr "As causas comuns disso incluem:" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:1921 +msgid "" +"The hard disks might be overheating: Check that the fans are still working, " +"as the disk and other hardware might be overheating." +msgstr "" +"Os discos rígidos podem estar superaquecidos: Verifique se os ventiladores " +"ainda estão funcionando, pois o disco e outros componentes de hardware podem " +"estar superaquecendo." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:1927 +msgid "" +"The processor running is overheating: This might be because the processor " +"has been overclocked, or the fan on the processor might have died. In either " +"case, ensure that the hardware is running at what it is specified to run at, " +"at least while trying to solve this problem. If it is not, clock it back to " +"the default settings.)" +msgstr "" +"O processador está superaquecendo: pode ser porque o processador sofreu " +"overclock ou o ventilador do processador pode ter parado de funcionar. Em " +"ambos os casos, certifique-se de que o hardware esteja sendo utilizado de " +"acordo com as condições especificadas pelo fabricante, pelo menos ao tentar " +"resolver esse problema. Se não estiver, volte o clock para as configurações " +"padrão.)" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:1935 +msgid "" +"Regarding overclocking, it is far cheaper to have a slow system than a fried " +"system that needs replacing! Also the community is not sympathetic to " +"problems on overclocked systems." +msgstr "" +"Em relação ao overclocking, é muito mais barato ter um sistema lento do que " +"um sistema frito que precisa ser substituído! Além disso, a comunidade não é " +"simpática a problemas em sistemas com overclock." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:1942 +msgid "" +"Dodgy memory: if multiple memory SIMMS/DIMMS are installed, pull them all " +"out and try running the machine with each SIMM or DIMM individually to " +"narrow the problem down to either the problematic DIMM/SIMM or perhaps even " +"a combination." +msgstr "" +"Memória Errática: se vários módulos de memórias SIMMS/DIMMS estiverem " +"instalados, retire-os e tente executar a máquina instalando cada SIMM ou " +"DIMM individualmente para encontrar o modulo DIMM/SIMM problemático ou até " +"mesmo encontrar uma combinação de módulos com problema." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:1951 +msgid "" +"Over-optimistic motherboard settings: the BIOS settings, and some " +"motherboard jumpers, provide options to set various timings. The defaults " +"are often sufficient, but sometimes setting the wait states on RAM too low, " +"or setting the RAM Speed: Turbo option will cause strange " +"behavior. A possible idea is to set to BIOS defaults, after noting the " +"current settings first." +msgstr "" +"Configurações over-otimizadas da placa-mãe: as configurações da BIOS e " +"alguns jumpers da placa-mãe oferecem opções para definir vários intervalos " +"de tempo. Os valores padrões geralmente são suficientes, mas, às vezes, a " +"configuração dos estados de espera na RAM para valores muito baixos, ou a " +"configuração da opção RAM Speed: Turbo causará um " +"comportamento estranho. Uma ideia válida é restaurar a configuração padrão " +"da BIOS, depois é claro de anotar as configurações atuais." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:1963 +msgid "" +"Unclean or insufficient power to the motherboard. Remove any unused I/O " +"boards, hard disks, or CD-ROMs, or disconnect the power cable from them, to " +"see if the power supply can manage a smaller load. Or try another power " +"supply, preferably one with a little more power. For instance, if the " +"current power supply is rated at 250 Watts, try one rated at 300 Watts." +msgstr "" +"Fonte com potência insuficiente para energizar a placa-mãe: Remova qualquer " +"placa de I/O não utilizada, discos rígidos ou CD-ROMs, desconectando o cabo " +"de alimentação deles para ver se a fonte de alimentação pode gerenciar uma " +"carga menor. Ou utilize outra fonte de alimentação, de preferência uma com " +"um pouco mais de potência. Por exemplo, se a fonte de alimentação atual é " +"recomendada para uma carga de 250 Watts, tente uma que seja recomendada para " +"uma carga de 300 Watts." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1975 +msgid "" +"Read the section on Signal 11 for a " +"further explanation and a discussion on how memory testing software or " +"hardware can still pass faulty memory. There is an extensive FAQ on this at the " +"SIG11 problem FAQ." +msgstr "" +"Leia a seção sobre o Signal 11 para obter " +"maiores explicações e a discussão sobre como um software ou hardware de " +"teste de memória ainda pode deixar passar uma memória defeituosa. Existe uma " +"extensa FAQ sobre o problema do SIG11 disponível neste link." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1982 +msgid "" +"Finally, if none of this has helped, it is possibly a bug in FreeBSD. Follow " +"these instructions to send a problem " +"report." +msgstr "" +"Por fim, se nada disso ajudou, trata-se possivelmente de um bug no FreeBSD. " +"Siga estas instruções para enviar um " +"relatório de problemas." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:1991 +msgid "" +"My system crashes with either Fatal trap 12: page fault in kernel " +"mode, or panic:, and spits out a bunch of " +"information. What should I do?" +msgstr "" +"Meu sistema trava com Fatal trap 12: page fault in kernel mode ou panic:, e mostra um monte de " +"informações. O que devo fazer?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:1998 +msgid "" +"The FreeBSD developers are interested in these errors, but need more " +"information than just the error message. Copy the full crash message. Then " +"consult the FAQ section on kernel panics, build a debugging kernel, and get a " +"backtrace. This might sound difficult, but does not require any programming " +"skills. Just follow the instructions." +msgstr "" +"Os desenvolvedores do FreeBSD estão interessados ​​nesses erros, mas precisam " +"de mais informações do que apenas a mensagem de erro. Copie a mensagem " +"completa da falha. Em seguida, consulte a seção FAQ em " +"kernel panics, compile " +"um kernel de depuração e obtenha um backtrace. Isso pode parecer difícil, " +"mas não requer nenhuma habilidade de programação. Apenas siga as instruções." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2011 +msgid "" +"What is the meaning of the error maxproc limit exceeded by uid " +"%i, please see tuning(7) and login.conf(5)?" +msgstr "" +"Qual é o significado do erro maxproc limit exceeded by uid %i, " +"please see tuning(7) and login.conf(5)?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2017 +msgid "" +"The FreeBSD kernel will only allow a certain number of processes to exist at " +"one time. The number is based on the kern.maxusers " +"sysctl8 variable. kern.maxusers also affects " +"various other in-kernel limits, such as network buffers. If the machine is " +"heavily loaded, increase kern.maxusers. This will " +"increase these other system limits in addition to the maximum number of " +"processes." +msgstr "" +"O kernel do FreeBSD permitirá que apenas um certo número de processos exista " +"ao mesmo tempo. O número é baseado na variável kern.maxusers do sysctl8. O valor da variável kern.maxusers também afeta vários outros limites dentro do kernel, como por " +"exemplo os buffers de rede. Se a máquina estiver muito carregada, aumente o " +"kern.maxusers. Isso aumentará esses outros limites do " +"sistema além do número máximo de processos." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2027 +msgid "" +"To adjust the kern.maxusers value, see the File/Process Limits section of the " +"Handbook. While that section refers to open files, the same limits apply to " +"processes." +msgstr "" +"Para ajustar o valor da variável kern.maxusers , consulte " +"a seção Limites de " +"Arquivos / Processos do Handbook. Apesar desta seção se referir a " +"arquivos abertos, os mesmos limites se aplicam aos processos." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2033 +msgid "" +"If the machine is lightly loaded but running a very large number of " +"processes, adjust the kern.maxproc tunable by defining it " +"in /boot/loader.conf. The tunable will not get adjusted " +"until the system is rebooted. For more information about tuning tunables, " +"see loader.conf5. If these processes are being run by a single " +"user, adjust kern.maxprocperuid to be one less than the " +"new kern.maxproc value. It must be at least one less " +"because one system program, init8, must always be " +"running." +msgstr "" +"Se a máquina estiver levemente carregada, mas executando um número muito " +"grande de processos, ajuste o valor do kern.maxproc " +"definindo-o no arquivo /boot/loader.conf. O ajuste não " +"terá efeito até que o sistema seja reinicializado. Para mais informações " +"sobre o tuning de variáveis, consulte o manual do " +"loader.conf5. Se esses processos estiverem sendo executados por " +"um único usuário, ajuste o kern.maxprocperuid para que " +"fique menor em 1 unidade do novo valor do kern.maxproc. " +"Ele deve ser pelo menos uma unidade menor porque o programa do sistema, " +"init8, deve estar sempre em execução." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2050 +msgid "Why do full screen applications on remote machines misbehave?" +msgstr "" +"Por que aplicativos de tela cheia em máquinas remotas se comportam de forma " +"errática?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2055 +msgid "" +"The remote machine may be setting the terminal type to something other than " +"xterm which is required by the FreeBSD console. " +"Alternatively the kernel may have the wrong values for the width and height " +"of the terminal." +msgstr "" +"A máquina remota pode estar configurando o tipo de terminal para algo " +"diferente de xterm , que é o tipo requerido pelo console " +"do FreeBSD. Alternativamente, o kernel pode ter valores errados para a " +"largura e a altura do terminal." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2061 +msgid "" +"Check the value of the TERM environment variable is " +"xterm. If the remote machine does not support that try " +"vt100." +msgstr "" +"Verifique se o valor da variável de ambiente TERM é " +"xterm. Se a máquina remota não suportar isso, " +"tentevt100." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2066 +msgid "" +"Run stty -a to check what the kernel thinks the terminal " +"dimensions are. If they are incorrect, they can be changed by running " +"stty rows RR cols CC." +msgstr "" +"Execute o stty -a para verificar o que o kernel acha que " +"são as dimensões do terminal. Se estiverem incorretos, eles podem ser " +"alterados executando stty rowsRRcolsCC." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2072 +msgid "" +"Alternatively, if the client machine has x11/xterm " +"installed, then running resize will query the terminal " +"for the correct dimensions and set them." +msgstr "" +"Alternativamente, se a máquina do cliente tiver o x11/xterm instalado, a execução do resize consultará o " +"terminal para as dimensões corretas e as definirá." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2081 +msgid "" +"Why does it take so long to connect to my computer via ssh or telnet?" +msgstr "" +"Por que demora tanto para conectar ao meu computador via ssh ou telnet?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2087 +msgid "" +"The symptom: there is a long delay between the time the TCP connection is " +"established and the time when the client software asks for a password (or, " +"in telnet1's case, when a login prompt appears)." +msgstr "" +"O sintoma: há um longo atraso entre o momento em que a conexão TCP é " +"estabelecida e a hora em que o software cliente solicita uma senha (ou, no " +"caso do telnet1, quando um prompt de login aparece)." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2093 +msgid "" +"The problem: more likely than not, the delay is caused by the server " +"software trying to resolve the client's IP address into a hostname. Many " +"servers, including the Telnet and " +"SSH servers that come with FreeBSD, do this to " +"store the hostname in a log file for future reference by the administrator." +msgstr "" +"O problema: mais provável do que não, o atraso é causado pelo software do " +"servidor tentando resolver o endereço IP do cliente em um nome de host. " +"Muitos servidores, incluindo os servidores Telnet " +"e SSH que vêm com o FreeBSD, fazem isso para " +"armazenar o nome do host em um arquivo de log para referência futura pelo " +"administrador." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2101 +msgid "" +"The remedy: if the problem occurs whenever connecting the client computer to " +"any server, the problem is with the client. If the problem only occurs when " +"someone connects to the server computer, the problem is with the server." +msgstr "" +"A solução: se o problema ocorrer sempre, independente do servidor ao que o " +"computador cliente se conecta, o problema está no cliente. Se o problema " +"ocorrer apenas quando o computador cliente se conecta a um determinado " +"servidor, o problema está no servidor." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2107 +msgid "" +"If the problem is with the client, the only remedy is to fix the DNS so the " +"server can resolve it. If this is on a local network, consider it a server " +"problem and keep reading. If this is on the Internet, contact your ISP." +msgstr "" +"Se o problema for com o cliente, a única solução é corrigir o DNS para que o " +"servidor possa resolvê-lo. Se isso estiver ocorrendo em uma rede local, " +"considere um problema no servidor e continue lendo. Se isso estiver " +"ocorrendo na Internet, entre em contato com seu ISP." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2113 +msgid "" +"If the problem is with the server on a local network, configure the server " +"to resolve address-to-hostname queries for the local address range. See " +"hosts5 and named8 for more information. " +"If this is on the Internet, the problem may be that the local server's " +"resolver is not functioning correctly. To check, try to look up another host " +"such as www.yahoo.com. If it does not work, that is " +"the problem." +msgstr "" +"Se o problema for com um servidor em uma rede local, configure o servidor " +"para resolver as consultas de endereço para nome de host para o intervalo de " +"endereços da rede local. Veja as páginas de manual para o " +"hosts5 e o named8 para maiores " +"informações. Se o problema for com um servidor na Internet, o problema pode " +"ser que o resolver local do servidor não está funcionando corretamente. Para " +"verificar se é isto, tente procurar outro host, como www.yahoo." +"com. Se isso não funcionar, este é o problema." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2124 +msgid "" +"Following a fresh install of FreeBSD, it is also possible that domain and " +"name server information is missing from /etc/resolv.conf. This will often cause a delay in SSH, " +"as the option UseDNS is set to yes by " +"default in /etc/ssh/sshd_config. If this is causing the " +"problem, either fill in the missing information in /etc/resolv." +"conf or set UseDNS to no in " +"sshd_config as a temporary workaround." +msgstr "" +"Após uma nova instalação do FreeBSD, também é possível que as informações do " +"domínio e do servidor de nomes estejam faltando no /etc/resolv." +"conf. Isso geralmente causará um atraso no SSH, já que a opção UseDNS é definida como " +"yes por padrão no /etc/ssh/sshd_config. Se isso estiver causando o problema, preencha as informações " +"ausentes no arquivo /etc/resolv.conf ou configure a " +"opção UseDNS para no no arquivo " +"sshd_config como uma solução temporária." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2142 +msgid "" +"Why does file: table is full show up repeatedly in " +"dmesg8?" +msgstr "" +"Por que a mensagem file: table is full aparece " +"repetidamente no dmesg8?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2147 +msgid "" +"This error message indicates that the number of available file descriptors " +"have been exhausted on the system. Refer to the kern.maxfiles section of the Tuning Kernel Limits section of the Handbook for " +"a discussion and solution." +msgstr "" +"Essa mensagem de erro indica que o número de file descriptors disponíveis no " +"sistema esgotaram. Consulte a informação sobre a variável kern.maxfiles na seção Ajustando os Limites do Kernel do Handbook para uma " +"discussão e solução." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2158 +msgid "Why does the clock on my computer keep incorrect time?" +msgstr "Por que o relógio do meu computador mantém-se com o horário incorreto?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2163 +msgid "" +"The computer has two or more clocks, and FreeBSD has chosen to use the wrong " +"one." +msgstr "" +"O computador tem dois ou mais relógios e o FreeBSD escolheu usar o errado." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2166 +msgid "" +"Run dmesg8, and check for lines that contain " +"Timecounter. The one with the highest quality value that " +"FreeBSD chose." +msgstr "" +"Execute o comando dmesg8 e verifique as linhas " +"que contêm a palavra Timecounter. Aquele com o maior " +"valor de quality é o que o FreeBSD escolheu." + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:2170 +#, no-wrap +msgid "" +"# dmesg | grep Timecounter\n" +"Timecounter \"i8254\" frequency 1193182 Hz quality 0\n" +"Timecounter \"ACPI-fast\" frequency 3579545 Hz quality 1000\n" +"Timecounter \"TSC\" frequency 2998570050 Hz quality 800\n" +"Timecounters tick every 1.000 msec" +msgstr "" +"# dmesg | grep Timecounter\n" +"Timecounter \"i8254\" frequency 1193182 Hz quality 0\n" +"Timecounter \"ACPI-fast\" frequency 3579545 Hz quality 1000\n" +"Timecounter \"TSC\" frequency 2998570050 Hz quality 800\n" +"Timecounters tick every 1.000 msec" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2176 +msgid "" +"Confirm this by checking the kern.timecounter.hardware " +"sysctl3." +msgstr "" +"Confirme isso verificando o valor da variável kern.timecounter." +"hardware no sysctl3." + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:2180 +#, no-wrap +msgid "" +"# sysctl kern.timecounter.hardware\n" +"kern.timecounter.hardware: ACPI-fast" +msgstr "" +"# sysctl kern.timecounter.hardware\n" +"kern.timecounter.hardware: ACPI-fast" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2183 +msgid "" +"It may be a broken ACPI timer. The simplest solution is to disable the ACPI " +"timer in /boot/loader.conf:" +msgstr "" +"Pode ser um timer ACPI quebrado. A solução mais simples é desabilitar o " +"timer ACPI no arquivo /boot/loader.conf:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:2187 +#, no-wrap +msgid "debug.acpi.disabled=\"timer\"" +msgstr "debug.acpi.disabled=\"timer\"" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2189 +msgid "" +"Or the BIOS may modify the TSC clock—perhaps to change the speed of the " +"processor when running from batteries, or going into a power saving mode, " +"but FreeBSD is unaware of these adjustments, and appears to gain or lose " +"time." +msgstr "" +"Ou a BIOS poderá modificar o relógio TSC - talvez para mudar a velocidade do " +"processador quando estiver funcionando a partir de baterias, ou quando " +"estiver entrando em modo de economia de energia, mas o FreeBSD não tem " +"conhecimento desses ajustes e parece ganhar ou perder tempo." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2195 +msgid "" +"In this example, the i8254 clock is also available, and " +"can be selected by writing its name to the kern.timecounter." +"hardware sysctl3." +msgstr "" +"Neste exemplo, o relógio i8254 também está disponível e " +"pode ser selecionado alterando-se a variável kern.timecounter." +"hardware do sysctl3." + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:2200 +#, no-wrap +msgid "" +"# sysctl kern.timecounter.hardware=i8254\n" +"kern.timecounter.hardware: TSC -> i8254" +msgstr "" +"# sysctl kern.timecounter.hardware=i8254\n" +"kern.timecounter.hardware: TSC -> i8254" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2203 +msgid "The computer should now start keeping more accurate time." +msgstr "O computador agora deve começar a manter seu relógio mais preciso." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2206 +msgid "" +"To have this change automatically run at boot time, add the following line " +"to /etc/sysctl.conf:" +msgstr "" +"Para que essa mudança seja executada automaticamente no momento da " +"inicialização, adicione a seguinte linha ao arquivo /etc/sysctl." +"conf:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:2210 +#, no-wrap +msgid "kern.timecounter.hardware=i8254" +msgstr "kern.timecounter.hardware=i8254" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2216 +msgid "" +"What does the error swap_pager: indefinite wait buffer: mean?" +msgstr "" +"O que significa o erro swap_pager: indefinite wait buffer:?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2221 +msgid "" +"This means that a process is trying to page memory from disk, and the page " +"attempt has hung trying to access the disk for more than 20 seconds. It " +"might be caused by bad blocks on the disk drive, disk wiring, cables, or any " +"other disk I/O-related hardware. If the drive itself is bad, disk errors " +"will appear in /var/log/messages and in the output of " +"dmesg. Otherwise, check the cables and connections." +msgstr "" +"Isso significa que um processo está tentando armazenar em memória RAM a " +"memória do disco (swap), e que o processo foi interrompido depois de tentar " +"sem sucesso acessar o disco por mais de 20 segundos. Isso pode ser causado " +"por blocos defeituosos na unidade de disco, fiação de disco defeituosa, " +"cabos ou qualquer outro hardware relacionado a I/O de disco. Se a própria " +"unidade estiver com problemas, erros de disco aparecerão em /var/" +"log/messages e na saída do comando dmesg. Caso " +"contrário, verifique os cabos e conexões." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2236 +msgid "What is a lock order reversal?" +msgstr "" +"O que é um lock order reversal (inversão de ordem de " +"bloqueio)?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2241 +msgid "" +"The FreeBSD kernel uses a number of resource locks to arbitrate contention " +"for certain resources. When multiple kernel threads try to obtain multiple " +"resource locks, there's always the potential for a deadlock, where two " +"threads have each obtained one of the locks and blocks forever waiting for " +"the other thread to release one of the other locks. This sort of locking " +"problem can be avoided if all threads obtain the locks in the same order." +msgstr "" +"O kernel do FreeBSD usa vários locks de recursos para arbitrar a contenção " +"de certos recursos. Quando várias threads do kernel tentam obter vários " +"locks de recursos, há sempre o potencial para um impasse (deadlock), em que " +"duas threads obtiveram cada uma um dos locks e trava para sempre esperando " +"que a outra thread libere um dos outros locks. Esse tipo de problema de " +"locking pode ser evitado se todas as threads obtiverem os locks na mesma " +"ordem." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2250 +msgid "" +"A run-time lock diagnostic system called " +"witness4, enabled in FreeBSD-CURRENT and disabled by " +"default for stable branches and releases, detects the potential for " +"deadlocks due to locking errors, including errors caused by obtaining " +"multiple resource locks with a different order from different parts of the " +"kernel. The witness4 framework tries to " +"detect this problem as it happens, and reports it by printing a message to " +"the system console about a lock order reversal (often " +"referred to also as LOR)." +msgstr "" +"Um sistema de diagnóstico lock em tempo de execução chamado " +"witness4, ativado no FreeBSD-CURRENT e desabilitado por " +"padrão para a branch stable e releases, detecta o potencial para deadlocks " +"devido a erros de locking, incluindo erros causados ​​pela obtenção de vários " +"locks de recursos com uma ordem diferente de partes diferentes do kernel. O " +"framework witness4 tenta detectar esse problema quando ele ocorre e " +"relata isso imprimindo uma mensagem no console do sistema sobre um " +"lock order reversal (geralmente também chamado de " +"LOR)." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2262 +msgid "" +"It is possible to get false positives, as " +"witness4 is conservative. A true positive report " +"does not mean that a system is dead-locked; instead it " +"should be understood as a warning that a deadlock could have happened here." +msgstr "" +"É possível obter falsos positivos, uma vez que o " +"witness4 é conservador. Um relatório positivo verdadeiro " +"não significa que um sistema está travado; em vez " +"disso, deve ser entendido como um aviso de que um deadlock poderia ter " +"acontecido." + +#. (itstool) path: note/para +#: book.translate.xml:2269 +msgid "" +"Problematic LORs tend to get fixed quickly, so check the " +"FreeBSD-CURRENT mailing list before posting to it." +msgstr "" +"Os problemas de LOR tendem a ser consertados rapidamente, " +"então verifique a lista de discussão do FreeBSD-CURRENT antes " +"de postar sobre um." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2278 +msgid "" +"What does Called ... with the following non-sleepable locks held mean?" +msgstr "" +"O que significa o erro Called ... with the following non-" +"sleepable locks held?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2283 +msgid "" +"This means that a function that may sleep was called while a mutex (or other " +"unsleepable) lock was held." +msgstr "" +"Isso significa que uma função que pode dormir foi chamada enquanto um lock " +"mutex (ou outro unsleepable) era mantido." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2286 +msgid "" +"The reason this is an error is because mutexes are not intended to be held " +"for long periods of time; they are supposed to only be held to maintain " +"short periods of synchronization. This programming contract allows device " +"drivers to use mutexes to synchronize with the rest of the kernel during " +"interrupts. Interrupts (under FreeBSD) may not sleep. Hence it is imperative " +"that no subsystem in the kernel block for an extended period while holding a " +"mutex." +msgstr "" +"A razão pela qual isso é um erro é porque os mutexes não devem ser mantidos " +"por longos períodos de tempo; eles deveriam existir apenas para manter " +"curtos períodos de sincronização. Este contrato de programação permite que " +"os drivers de dispositivos usem mutexes para sincronizar com o resto do " +"kernel durante as interrupções. As interrupções (no FreeBSD) podem não " +"dormir. Por isso, é imperativo que nenhum subsistema bloqueie o kernel por " +"um longo período mantendo um mutex ativo." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2296 +msgid "" +"To catch such errors, assertions may be added to the kernel that interact " +"with the witness4 subsystem to emit a warning or fatal error " +"(depending on the system configuration) when a potentially blocking call is " +"made while holding a mutex." +msgstr "" +"Para capturar tais erros, asserções podem ser adicionadas ao kernel que " +"interage com o subsistema witness4 para emitir um aviso " +"ou erro fatal (dependendo a configuração do sistema) quando uma chamada " +"potencialmente de bloqueio é feita enquanto um mutex estiver sendo mantido." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2302 +msgid "" +"In summary, such warnings are non-fatal, however with unfortunate timing " +"they could cause undesirable effects ranging from a minor blip in the " +"system's responsiveness to a complete system lockup." +msgstr "" +"Em resumo, tais avisos não são fatais, no entanto, com um timing infeliz, " +"podem causar efeitos indesejáveis, desde um pequeno erro na capacidade de " +"resposta do sistema até o seu travamento completo." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2307 +msgid "" +"For additional information about locking in FreeBSD see " +"locking9." +msgstr "" +"Para obter informações adicionais sobre locking no FreeBSD, consulte " +"locking9." + +#. (itstool) path: para/buildtarget +#: book.translate.xml:2315 +msgid "buildworld" +msgstr "buildworld" + +#. (itstool) path: para/buildtarget +#: book.translate.xml:2315 +msgid "installworld" +msgstr "installworld" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2314 +msgid "" +"Why does <_:buildtarget-1/>/<_:buildtarget-2/> die with the message " +"touch: not found?" +msgstr "" +"Por que o <_:buildtarget-1/> / <_:buildtarget-2/> morre com a mensagem " +"touch: not found?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2321 +msgid "" +"This error does not mean that the touch1 utility is missing. " +"The error is instead probably due to the dates of the files being set " +"sometime in the future. If the CMOS clock is set to local time, run " +"adjkerntz -i to adjust the kernel clock when booting into " +"single-user mode." +msgstr "" +"Este erro não significa que o utilitário touch1 esteja ausente. O erro " +"é provavelmente devido às datas dos arquivos que estão sendo definidos em " +"algum momento no futuro. Se o relógio do CMOS estiver configurado para a " +"hora local, execute adjkerntz -i para ajustar o relógio " +"do kernel ao inicializar no modo de usuário único." + +#. (itstool) path: chapter/title +#: book.translate.xml:2334 +msgid "User Applications" +msgstr "Aplicativos do Usuário" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2339 +msgid "Where are all the user applications?" +msgstr "Onde estão todas as aplicações de usuário?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2343 +msgid "" +"Refer to the ports " +"page for info on software packages ported to FreeBSD. The list " +"currently tops 24,000 and is growing daily, so come back to check often or " +"subscribe to the FreeBSD announcements mailing list for " +"periodic updates on new entries." +msgstr "" +"Consulte a página " +"de ports para informações sobre os pacotes de software portados para " +"o FreeBSD. A lista atualmente tem 24.000 aplicativos e está crescendo " +"diariamente, então volte sempre para conferir ou assine a lista de " +"discussão de anúncios do FreeBSD para atualizações periódicas com as " +"novidades." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2350 +msgid "" +"Most ports should work on all supported versions of FreeBSD. Those that do " +"not are specifically marked as such. Each time a FreeBSD release is made, a " +"snapshot of the ports tree at the time of release in also included in the " +"ports/ directory." +msgstr "" +"A maioria dos ports deve funcionar em todas as versões suportadas do " +"FreeBSD. Aqueles que não funcionam, estão especificamente sinalizados como " +"tal. Cada vez que uma release do FreeBSD é construida, um snapshot da " +"coleção de ports no momento da construção também é incluída no diretório " +"ports/." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2356 +msgid "" +"FreeBSD supports compressed binary packages to easily install and uninstall " +"ports. Use pkg7 to control the installation of packages." +msgstr "" +"O FreeBSD suporta pacotes binários compactados para facilitar a instalação e " +"desinstalação dos ports. Use o comando pkg7 para controlar a " +"instalação de pacotes." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2364 +msgid "How do I download the Ports tree? Should I be using Subversion?" +msgstr "" +"Como faço para baixar a coleção de ports? Eu deveria estar usando o " +"Subversion?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2369 +msgid "Any of the methods listed here work:" +msgstr "Qualquer um dos métodos listados aqui funciona:" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:2373 +msgid "" +"Use portsnap for most use cases. Refer to Using the Ports Collection for instructions on how to use this " +"tool." +msgstr "" +"Use o portsnap para a maioria dos casos de uso. Consulte a seção Usando a coleção de ports para obter instruções sobre como usar " +"essa ferramenta ." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:2378 +msgid "" +"Use Subversion if custom patches to the ports tree are needed. Refer to " +"Using Subversion for details." +msgstr "" +"Use o Subversion se for necessário a aplicação de patches customizados na " +"árvore de ports. Consulte a seção Usando o Subversion para " +"obter detalhes." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2388 +msgid "Does FreeBSD support Java?" +msgstr "O FreeBSD suporta o Java?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2392 +msgid "" +"Yes. Refer to https://" +"www.FreeBSD.org/java/ for more information." +msgstr "" +"Sim. Consulte a página web https://www.FreeBSD.org/java/ para mais informações." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2399 +msgid "" +"Why can I not build this port on my 10.X -, or 11." +"X -STABLE machine?" +msgstr "" +"Por que não posso compilar esse port na minha máquina 10.X - ou 11.X -STABLE?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2405 +msgid "" +"If the installed FreeBSD version lags significantly behind -" +"CURRENT or -STABLE, update the Ports " +"Collection using the instructions in Using the Ports " +"Collection. If the system is up-to-date, someone might have committed " +"a change to the port which works for -CURRENT but which " +"broke the port for -STABLE. Submit a bug report, since the Ports " +"Collection is supposed to work for both the -CURRENT " +"and -STABLE branches." +msgstr "" +"Se a versão do FreeBSD instalada estiver significativamente atrás do " +"-CURRENT ou do -STABLE, atualize " +"a coleção de ports usando as instruções disponíveis na seção Usando a coleção de ports. Se o sistema estiver atualizado, alguém " +"pode ter feito uma alteração no port que funciona para -CURRENT mas que quebrou o port para o -STABLE. Envie um relatório de " +"bug, já que a Coleção de Ports deve funcionar tanto para o branch -" +"CURRENT e quanto o -STABLE." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2422 +msgid "" +"I just tried to build INDEX using make index, and it failed. Why?" +msgstr "" +"Acabei de tentar compilar o INDEX usando o comando " +"make index, e ele falhou. Por quê?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2427 +msgid "" +"First, make sure that the Ports Collection is up-to-date. Errors that affect " +"building INDEX from an up-to-date copy of the Ports " +"Collection are high-visibility and are thus almost always fixed immediately." +msgstr "" +"Primeiro, certifique-se de que a Coleção de Ports esteja atualizada. Erros " +"que afetam a compilação do INDEX a partir de uma cópia " +"atualizada da coleção de ports são de alta visibilidade e, portanto, quase " +"sempre são corrigidos imediatamente." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2433 +msgid "" +"There are rare cases where INDEX will not build due to " +"odd cases involving OPTIONS_SET being set in " +"make.conf. If you suspect that this is the case, try to " +"make INDEX with those variables turned off before " +"reporting it to FreeBSD ports mailing list." +msgstr "" +"Existem casos raros em que o INDEX não será compilado " +"devido a casos estranhos envolvendo a variável OPTIONS_SET sendo definida em make.conf. Se você suspeitar " +"que este é o caso, tente fazer o INDEX com estas " +"variáveis desativadas antes de reportar o erro para a Lista de " +"discussão de ports do FreeBSD." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2445 +msgid "I updated the sources, now how do I update my installed ports?" +msgstr "" +"Eu atualizei os fontes, agora como faço para atualizar meus ports instalados?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2450 +msgid "" +"FreeBSD does not include a port upgrading tool, but it does have some tools " +"to make the upgrade process somewhat easier. Additional tools are available " +"to simplify port handling and are described the Upgrading Ports section in the FreeBSD Handbook." +msgstr "" +"O FreeBSD não inclui uma ferramenta de atualização de ports, mas possui " +"algumas ferramentas para facilitar o processo de atualização. Ferramentas " +"adicionais estão disponíveis para simplificar o manuseio dos ports e são " +"descritas na seção Atualizando Ports no Handbook do " +"FreeBSD ." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2460 +msgid "" +"Do I need to recompile every port each time I perform a major version update?" +msgstr "" +"Preciso recompilar todos os ports sempre que realizo uma atualização de " +"versão principal?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2465 +msgid "" +"Yes! While a recent system will run with software compiled under an older " +"release, things will randomly crash and fail to work once other ports are " +"installed or updated." +msgstr "" +"Sim! Apesar de um sistema recente ser capaz de executar os softwares " +"compilados em uma versão mais antiga, as coisas irão falhar aleatoriamente e " +"deixar de funcionar quando outros ports forem instalados ou atualizados." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2470 +msgid "" +"When the system is upgraded, various shared libraries, loadable modules, and " +"other parts of the system will be replaced with newer versions. Applications " +"linked against the older versions may fail to start or, in other cases, fail " +"to function properly." +msgstr "" +"Quando o sistema é atualizado, várias bibliotecas compartilhadas, módulos " +"carregáveis ​​e outras partes do sistema serão substituídas por versões mais " +"recentes. Os aplicativos vinculados às versões mais antigas podem não " +"iniciar ou, em outros casos, não funcionar corretamente." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2476 +msgid "" +"For more information, see the section on upgrades in the FreeBSD Handbook." +msgstr "" +"Para obter maiores informações, consulte a seção sobre atualizações " +"no Handbook do FreeBSD." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2483 +msgid "" +"Do I need to recompile every port each time I perform a minor version update?" +msgstr "" +"Preciso recompilar cada port toda vez que faço uma atualização de versão " +"secundária?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2488 +msgid "" +"In general, no. FreeBSD developers do their utmost to guarantee binary " +"compatibility across all releases with the same major version number. Any " +"exceptions will be documented in the Release Notes, and advice given there " +"should be followed." +msgstr "" +"Em geral, não. Os desenvolvedores do FreeBSD fazem o máximo para garantir " +"compatibilidade binária em todos os releases com o mesmo número de versão " +"principal. Quaisquer exceções serão documentadas nas Release Notes, e os " +"conselhos dados lá devem ser seguidos." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2498 +msgid "" +"Why is /bin/sh so minimal? Why does FreeBSD not use " +"bash or another shell?" +msgstr "" +"Por que o /bin/sh é tão pequeno? Por que o FreeBSD não " +"usa o bash ou outro shell?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2504 +msgid "" +"Many people need to write shell scripts which will be portable across many " +"systems. That is why POSIX " +"specifies the shell and utility commands in great detail. Most scripts are " +"written in Bourne shell (sh1), and because several " +"important programming interfaces (make1, " +"system3, popen3, and analogues in " +"higher-level scripting languages like Perl and Tcl) are specified to use the " +"Bourne shell to interpret commands. Because the Bourne shell is so often and " +"widely used, it is important for it to be quick to start, be deterministic " +"in its behavior, and have a small memory footprint." +msgstr "" +"Muitas pessoas precisam escrever shell scripts que serão portados para " +"muitos sistemas. É por isso que o POSIX especifica os comandos shell e utilitários em grande detalhe. A " +"maioria dos scripts são escritos em Bourne shell " +"(sh1) e porque várias interfaces de programação importantes " +"(make1, system3, " +"popen3 e análogos em linguagens de script de alto nível como Perl e " +"Tcl) são especificados para usar o Bourne shell para interpretar comandos. " +"Como o Bourne shell é usado com tanta frequência e em larga escala, é " +"importante que ele seja iniciado rapidamente, que seja determinístico em seu " +"comportamento e que ocupe o menor espaço possível na memória." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2517 +msgid "" +"The existing implementation is our best effort at meeting as many of these " +"requirements simultaneously as we can. To keep /bin/sh " +"small, we have not provided many of the convenience features that other " +"shells have. That is why other more featureful shells like bash, scsh, tcsh1, and zsh are available. Compare the memory utilization of these shells by " +"looking at the VSZ and RSS columns in a " +"ps -u listing." +msgstr "" +"A implementação existente é resultado do nosso melhor esforço para atender " +"simultaneamente o quanto pudermos desses requisitos. Para manter o " +"/bin/sh pequeno, não fornecemos muitos dos recursos de " +"conveniência que os outros shells possuem. É por isso que outras shells com " +"mais recursos, como o bash, o scsh, o " +"tcsh1, e o zsh estão disponíveis. Compare a " +"utilização de memória desses shells observando as colunas VSZ e RSS em uma listagem gerada com o comando " +"ps -u." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2533 +msgid "How do I create audio CDs from my MIDI files?" +msgstr "Como faço para criar CDs de áudio dos meus arquivos MIDI?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2537 +msgid "" +"To create audio CDs from MIDI files, first install audio/timidity+" +"+ from ports then install manually the GUS patches set by Eric A. " +"Welsh, available at http://alleg.sourceforge.net/digmid.html. After " +"TiMidity++ has been installed properly, MIDI " +"files may be converted to WAV files with the following command line:" +msgstr "" +"Para criar CDs de áudio a partir de arquivos MIDI, primeiro instale o " +" audio/timidity++ a partir dos ports e instale " +"manualmente os patches GUS criados por Eric A. Welsh, disponíveis em http://alleg." +"sourceforge.net/digmid.html. Depois que o TiMidity++ estiver corretamente instalado, os arquivos MIDI poderão ser " +"convertidos em arquivos WAV com a seguinte linha de comando:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:2545 +#, no-wrap +msgid "% timidity -Ow -s 44100 -o /tmp/juke/01.wav 01.mid" +msgstr "% timidity -Ow -s 44100 -o /tmp/juke/01.wav 01.mid" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2547 +msgid "" +"The WAV files can then be converted to other formats or burned onto audio " +"CDs, as described in the FreeBSD Handbook." +msgstr "" +"Os arquivos WAV podem ser convertidos para outros formatos ou gravados em " +"CDs de áudio, conforme descrito no Handbook do FreeBSD." + +#. (itstool) path: chapter/title +#: book.translate.xml:2556 +msgid "Kernel Configuration" +msgstr "Configuração do Kernel" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2561 +msgid "I would like to customize my kernel. Is it difficult?" +msgstr "Eu gostaria de customizar meu kernel. É difícil?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2566 +msgid "" +"Not at all! Check out the kernel config section of the " +"Handbook." +msgstr "" +"De modo nenhum! Confira a seção configuração do kernel do " +"Handbook." + +#. (itstool) path: note/para +#: book.translate.xml:2570 +msgid "" +"The new kernel will be installed to the /boot/" +"kernel directory along with its modules, while the old kernel and " +"its modules will be moved to the /boot/kernel.old " +"directory. If a mistake is made in the configuration, simply boot the " +"previous version of the kernel." +msgstr "" +"O novo kernel será instalado no diretório /" +"boot/kernel junto com os seus módulos, enquanto o kernel antigo e " +"seus módulos serão movidos para o diretório /boot/kernel.old. Se um erro for cometido na configuração, basta inicializar " +"utilizando a versão anterior do kernel." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2584 +msgid "Why is my kernel so big?" +msgstr "Por que meu kernel é tão grande?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2588 +msgid "" +"GENERIC kernels shipped with FreeBSD are compiled in " +"debug mode. Kernels built in debug mode contain debug " +"data in separate files that are used for debugging. FreeBSD releases prior " +"to 11.0 store these debug files in the same directory as the kernel itself, " +"/boot/kernel/. In FreeBSD 11.0 and later the debug " +"files are stored in /usr/lib/debug/boot/kernel/. Note " +"that there will be little or no performance loss from running a debug " +"kernel, and it is useful to keep one around in case of a system panic." +msgstr "" +"Os kernels GENERIC enviados com o FreeBSD são compilados " +"com o modo de depuração habilitado. Kernels compilados " +"no modo de depuração contêm dados de depuração em arquivos separados que são " +"usados ​​para depuração. Versões do FreeBSD anteriores a 11.0 armazenam esses " +"arquivos de depuração no mesmo diretório que o próprio kernel, /" +"boot/kernel/. No FreeBSD 11.0 e posterior, os arquivos de " +"depuração são armazenados em /usr/lib/debug/boot/kernel/. Observe que haverá pouca ou nenhuma perda de desempenho ao " +"executar um kernel com o modo de depuração habilitado, e é útil manter um " +"por perto em caso de panic no sistema." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2601 +msgid "" +"When running low on disk space, there are different options to reduce the " +"size of /boot/kernel/ and /usr/lib/debug/." +msgstr "" +"Quando estiver com pouco espaço em disco, existem diferentes opções para " +"reduzir o tamanho de /boot/kernel/ e /usr/lib/" +"debug/." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2606 +msgid "" +"To not install the symbol files, make sure the following line exists in " +"/etc/src.conf:" +msgstr "" +"Para não instalar os arquivos de símbolos, certifique-se que a seguinte " +"linha existe em /etc/src.conf:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:2610 +#, no-wrap +msgid "WITHOUT_KERNEL_SYMBOLS=yes" +msgstr "WITHOUT_KERNEL_SYMBOLS=yes" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2612 +msgid "" +"For more information see src.conf5." +msgstr "" +"Para mais informações veja src.conf5." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2614 +msgid "" +"If you want to avoid building debug files altogether, make sure that both of " +"the following are true:" +msgstr "" +"Se você quiser evitar completamente a criação de arquivos de depuração, " +"certifique-se de que ambos os itens a seguir sejam verdadeiros:" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:2619 +msgid "This line does not exist in the kernel configuration file:" +msgstr "Esta linha não existe no arquivo de configuração do kernel:" + +#. (itstool) path: listitem/programlisting +#: book.translate.xml:2622 +#, no-wrap +msgid "makeoptions DEBUG=-g" +msgstr "makeoptions DEBUG=-g" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:2626 +msgid "" +"Do not run config8 with ." +msgstr "" +"Não execute o comando config8 com a opção ." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2631 +msgid "" +"Either of the above settings will cause the kernel to be built in debug mode." +msgstr "" +"Qualquer uma das configurações acima fará com que o kernel seja construído " +"com suporte ao modo de depuração." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2634 +msgid "" +"To build and install only the specified modules, list them in /etc/" +"make.conf:" +msgstr "" +"Para construir e instalar somente os módulos desejados, liste-os em " +"/etc/make.conf:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:2638 +#, no-wrap +msgid "MODULES_OVERRIDE= accf_http ipfw" +msgstr "MODULES_OVERRIDE= accf_http ipfw" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2640 +msgid "" +"Replace accf_httpd ipfw with a list of needed modules. " +"Only the listed modules will be built. This reduces the size of the kernel " +"directory and decreases the amount of time needed to build the kernel. For " +"more information, read /usr/share/examples/etc/make.conf." +msgstr "" +"Substitua accf_httpd ipfw com a lista dos módulos que " +"precisa. Apenas os módulos listados serão compilados. Isso reduz o tamanho " +"do diretório do kernel e diminui o tempo necessário para compilar o kernel. " +"Para mais informações, leia /usr/share/examples/etc/make.conf." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2647 +msgid "" +"Unneeded devices can be removed from the kernel to further reduce the size. " +"See for more information." +msgstr "" +"Dispositivos desnecessários podem ser removidos do kernel para reduzir ainda " +"mais o tamanho. Veja para mais informações." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2650 +msgid "" +"To put any of these options into effect, follow the instructions to build and install the new kernel." +msgstr "" +"Para colocar qualquer uma dessas opções em vigor, siga as instruções para " +"compilar e instalar um novo kernel." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2654 +msgid "" +"For reference, the FreeBSD 11 amd64 kernel (/boot/kernel/kernel) is approximately 25 MB." +msgstr "" +"Para referência, o kernel amd64 do FreeBSD 11 (/boot/kernel/" +"kernel) é de aproximadamente 25 MB." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2662 +msgid "" +"Why does every kernel I try to build fail to compile, even " +"GENERIC?" +msgstr "" +"Por que todo kernel que eu tento construir falha ao compilar, até mesmo o " +"GENERIC?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2667 +msgid "There are a number of possible causes for this problem:" +msgstr "Há várias causas possíveis para esse problema:" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:2672 +msgid "" +"The source tree is different from the one used to build the currently " +"running system. When attempting an upgrade, read /usr/src/" +"UPDATING, paying particular attention to the COMMON ITEMS section at the end." +msgstr "" +"A o código fonte de origem é diferente do usado para construir o sistema " +"atualmente em execução. Ao tentar uma atualização, leia o arquivo /" +"usr/src/UPDATING, prestando atenção especial à seção ITENS " +"COMUNS no final." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:2681 +#, fuzzy +msgid "" +"The make buildkernel did not complete successfully. The " +"make buildkernel target relies on files generated by the " +"make buildworld target to complete its job correctly." +msgstr "" +"O comando make buildkernel não foi concluído com sucesso. " +"O comando make buildkernel depende dos arquivos gerados " +"pelo comando make buildworld para concluir seu trabalho " +"corretamente." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:2689 +msgid "" +"Even when building FreeBSD-STABLE, it is " +"possible that the source tree was fetched at a time when it was either being " +"modified or it was broken. Only releases are guaranteed to be buildable, " +"although FreeBSD-STABLE builds fine the " +"majority of the time. Try re-fetching the source tree and see if the problem " +"goes away. Try using a different mirror in case the previous one is having " +"problems." +msgstr "" +"Mesmo quando estiver compilando o FreeBSD-STABLE, é possível que o código fonte tenha sido obtido em um momento em que " +"estava sendo modificado ou em que estava quebrado. Somente os releases " +"possuem a garantia de que podem ser compilados, apesar do FreeBSD-STABLE compilar corretamente na maioria das vezes. " +"Tente atualizar novamente o código fonte e veja se o problema desaparece. " +"Tente usar um servidor de distribuição diferente, caso o anterior esteja com " +"problemas." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2705 +msgid "Which scheduler is in use on a running system?" +msgstr "Qual agendador está em uso em um sistema em execução?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2710 +msgid "" +"The name of the scheduler currently being used is directly available as the " +"value of the kern.sched.name sysctl:" +msgstr "" +"O nome do agendador que atualmente sendo usado está diretamente disponível " +"como o valor da variavel kern.sched.name do sysctl:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:2714 +#, no-wrap +msgid "" +"% sysctl kern.sched.name\n" +"kern.sched.name: ULE" +msgstr "" +"% sysctl kern.sched.name\n" +"kern.sched.name: ULE" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2721 +msgid "What is kern.sched.quantum?" +msgstr "O que é o kern.sched.quantum?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2725 +msgid "" +"kern.sched.quantum is the maximum number of ticks a " +"process can run without being preempted in the 4BSD scheduler." +msgstr "" +"A variável kern.sched.quantum define o número máximo de " +"pulsos que um processo pode executar sem ser \"preempted\" no scheduler 4BSD." + +#. (itstool) path: chapter/title +#: book.translate.xml:2734 +msgid "Disks, File Systems, and Boot Loaders" +msgstr "Discos, sistemas de arquivos e boot loaders" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2739 +msgid "How can I add my new hard disk to my FreeBSD system?" +msgstr "Como posso adicionar o meu novo disco rígido ao meu sistema FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2744 +msgid "" +"See the Adding Disks section in the FreeBSD " +"Handbook." +msgstr "" +"Veja a seção Adicionando Discos no Handbook do " +"FreeBSD." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2751 +msgid "How do I move my system over to my huge new disk?" +msgstr "Como faço para mover meu sistema para o meu novo disco enorme?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2756 +msgid "" +"The best way is to reinstall the operating system on the new disk, then move " +"the user data over. This is highly recommended when tracking -" +"STABLE for more than one release or when updating a release " +"instead of installing a new one. Install booteasy on both disks with " +"boot0cfg8 and dual boot until you are happy with the new " +"configuration. Skip the next paragraph to find out how to move the data " +"after doing this." +msgstr "" +"A melhor maneira é reinstalar o sistema operacional no novo disco e depois " +"passar os dados do usuário. Isto é altamente recomendado ao seguir o " +"-STABLE por mais de uma release ou ao atualizar uma " +"release ao invés de instalar uma nova. Instale o booteasy em ambos os discos " +"com boot0cfg8 e use a opção de dual boot até que esteja " +"satisfeito com a nova configuração. Pule o próximo parágrafo para descobrir " +"como mover os dados depois de fazer isso." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2766 +msgid "" +"Alternatively, partition and label the new disk with either " +"sade8 or gpart8. If the disks are MBR-" +"formatted, booteasy can be installed on both disks with " +"boot0cfg8 so that the computer can dual boot to the old or " +"new system after the copying is done." +msgstr "" +"Alternativamente, particione e rotule o novo disco utilizando o " +"sade8 ou o gpart8. Se os discos forem " +"formatados com MBR, o booteasy pode ser instalado em ambos os discos " +"utilizando-se o boot0cfg8 para que o computador " +"possa inicializar dualmente com o antigo ou novo sistema após a conclusão da " +"cópia." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2772 +msgid "" +"Once the new disk set up, the data cannot just be copied. Instead, use tools " +"that understand device files and system flags, such as " +"dump8. Although it is recommended to move the data while in single-" +"user mode, it is not required." +msgstr "" +"Depois que o novo disco estiver configurado, os dados não podem ser " +"simplesmente copiados. Em vez disso, use ferramentas que entendam device " +"files e system flags, tais como o dump8. Embora seja " +"recomendado que você mova os dados com o sistema em modo single user, isto " +"não é necessário." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2779 +msgid "" +"When the disks are formatted with UFS, never use anything " +"but dump8 and restore8 to move the root file " +"system. These commands should also be used when moving a single partition to " +"another empty partition. The sequence of steps to use dump to move the data from one UFS partitions to a " +"new partition is:" +msgstr "" +"Quando os discos estiverem formatados com UFS, nunca use " +"nada além do dump8 e do restore8 para mover o sistema " +"de arquivos raiz. Esses comandos também devem ser usados para mover uma " +"única partição para uma outra partição vazia. A seqüência de etapas para " +"usar o comando dump para mover os dados de uma partição " +"UFS para uma nova partição é:" + +#. (itstool) path: step/para +#: book.translate.xml:2790 +msgid "newfs the new partition." +msgstr "Execute o newfs na nova partição" + +#. (itstool) path: step/para +#: book.translate.xml:2794 +msgid "mount it on a temporary mount point." +msgstr "" +"Utilize o mount para disponibilizá-la em um ponto de " +"montagem temporário." + +#. (itstool) path: step/para +#: book.translate.xml:2799 +msgid "cd to that directory." +msgstr "" +"Vá para o diretório desejado utilizando o comando cd ." + +#. (itstool) path: step/para +#: book.translate.xml:2803 +msgid "" +"dump the old partition, piping output to the new one." +msgstr "" +"Faça o dump da partição antiga e redirecione a saída " +"para a nova." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2808 +msgid "" +"For example, to move /dev/ada1s1a with /mnt as the temporary mount point, type:" +msgstr "" +"Por exemplo, para mover /dev/ada1s1a tendo /" +"mnt como o ponto de montagem temporário, digite:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:2813 +#, no-wrap +msgid "" +"# newfs /dev/ada1s1a\n" +"# mount /dev/ada1s1a /mnt\n" +"# cd /mnt\n" +"# dump 0af - / | restore rf -" +msgstr "" +"# newfs /dev/ada1s1a\n" +"# mount /dev/ada1s1a /mnt\n" +"# cd /mnt\n" +"# dump 0af - / | restore rf -" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2818 +msgid "" +"Rearranging partitions with dump takes a bit more work. " +"To merge a partition like /var into its parent, create " +"the new partition large enough for both, move the parent partition as " +"described above, then move the child partition into the empty directory that " +"the first move created:" +msgstr "" +"Reorganizar as partições com o comando dump requer um " +"pouco mais de trabalho. Para mesclar uma partição como /var com a partição pai, crie uma nova partição grande o suficiente " +"para conter ambas, mova a partição pai conforme descrito acima e mova a " +"partição filha para o diretório vazio criado pela primeira movimentação:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:2826 +#, no-wrap +msgid "" +"# newfs /dev/ada1s1a\n" +"# mount /dev/ada1s1a /mnt\n" +"# cd /mnt\n" +"# dump 0af - / | restore rf -\n" +"# cd var\n" +"# dump 0af - /var | restore rf -" +msgstr "" +"# newfs /dev/ada1s1a\n" +"# mount /dev/ada1s1a /mnt\n" +"# cd /mnt\n" +"# dump 0af - / | restore rf -\n" +"# cd var\n" +"# dump 0af - /var | restore rf -" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2833 +msgid "" +"To split a directory from its parent, say putting /var " +"on its own partition when it was not before, create both partitions, then " +"mount the child partition on the appropriate directory in the temporary " +"mount point, then move the old single partition:" +msgstr "" +"Para separar um diretório do seu pai, digamos colocar /var em sua própria partição quando não era antes, crie as duas " +"partições, monte a partição filho no diretório apropriado no ponto de " +"montagem temporário e mova a antiga partição única:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:2839 +#, no-wrap +msgid "" +"# newfs /dev/ada1s1a\n" +"# newfs /dev/ada1s1d\n" +"# mount /dev/ada1s1a /mnt\n" +"# mkdir /mnt/var\n" +"# mount /dev/ada1s1d /mnt/var\n" +"# cd /mnt\n" +"# dump 0af - / | restore rf -" +msgstr "" +"# newfs /dev/ada1s1a\n" +"# newfs /dev/ada1s1d\n" +"# mount /dev/ada1s1a /mnt\n" +"# mkdir /mnt/var\n" +"# mount /dev/ada1s1d /mnt/var\n" +"# cd /mnt\n" +"# dump 0af - / | restore rf -" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2847 +msgid "" +"The cpio1 and pax1 utilities are also " +"available for moving user data. These are known to lose file flag " +"information, so use them with caution." +msgstr "" +"Os utilitários cpio1 e " +"pax1 também estão disponíveis para mover dados do usuário. Estes " +"comandos são conhecidos por perder as flags com as informações dos arquivo, " +"portanto, use-os com cuidado." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2855 +msgid "" +"Which partitions can safely use Soft Updates? I have heard that Soft Updates " +"on / can cause problems. What about Journaled Soft " +"Updates?" +msgstr "" +"Quais partições podem usar com segurança o Soft Updates? Ouvi dizer que o " +"uso de Soft Updates no / pode causar problemas. E " +"quanto ao Journaled Soft Updates?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2861 +msgid "" +"Short answer: Soft Updates can usually be safely used on all partitions." +msgstr "" +"Resposta curta: Soft Updates geralmente podem ser usados ​​com segurança em " +"todas as partições." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2864 +msgid "" +"Long answer: Soft Updates has two characteristics that may be undesirable on " +"certain partitions. First, a Soft Updates partition has a small chance of " +"losing data during a system crash. The partition will not be corrupted as " +"the data will simply be lost. Second, Soft Updates can cause temporary space " +"shortages." +msgstr "" +"Resposta longa: o Soft Updates possui duas características que podem ser " +"indesejáveis ​​em determinadas partições. Primeiro, uma partição com Soft " +"Updates tem uma pequena chance de perder dados durante uma falha do sistema. " +"A partição não será corrompida, pois os dados serão simplesmente perdidos. " +"Em segundo lugar, o uso de Soft Updates pode causar escassez temporária de " +"espaço." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2871 +msgid "" +"When using Soft Updates, the kernel can take up to thirty seconds to write " +"changes to the physical disk. When a large file is deleted the file still " +"resides on disk until the kernel actually performs the deletion. This can " +"cause a very simple race condition. Suppose one large file is deleted and " +"another large file is immediately created. The first large file is not yet " +"actually removed from the physical disk, so the disk might not have enough " +"room for the second large file. This will produce an error that the " +"partition does not have enough space, even though a large chunk of space has " +"just been released. A few seconds later, the file creation works as expected." +msgstr "" +"Ao usar o Soft Updates, o kernel pode levar até trinta segundos para gravar " +"alterações no disco físico. Quando um arquivo grande é excluído, o arquivo " +"ainda reside no disco até que o kernel execute a exclusão. Isso pode causar " +"uma \"race condition\" muito simples. Suponha que um arquivo grande seja " +"excluído e outro arquivo grande seja criado imediatamente. O primeiro " +"arquivo grande ainda não foi removido do disco físico, portanto, o disco " +"pode não ter espaço suficiente para o segundo arquivo grande. Isso produzirá " +"um erro de que a partição não tem espaço suficiente, mesmo que um grande " +"espaço tenha acabado de ser liberado. Alguns segundos depois, a criação do " +"arquivo funciona conforme o esperado." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2885 +msgid "" +"If a system should crash after the kernel accepts a chunk of data for " +"writing to disk, but before that data is actually written out, data could be " +"lost. This risk is extremely small, but generally manageable." +msgstr "" +"Se um sistema travar depois que o kernel tiver aceito um bloco de dados para " +"gravar no disco, mas antes que os dados sejam realmente gravados, os dados " +"poderão ser perdidos. Esse risco é extremamente pequeno, e geralmente " +"gerenciável." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2890 +msgid "" +"These issues affect all partitions using Soft Updates. So, what does this " +"mean for the root partition?" +msgstr "" +"Esses problemas afetam todas as partições usando as Soft Updates. Então, o " +"que isso significa para a partição raiz?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2893 +msgid "" +"Vital information on the root partition changes very rarely. If the system " +"crashed during the thirty-second window after such a change is made, it is " +"possible that data could be lost. This risk is negligible for most " +"applications, but be aware that it exists. If the system cannot tolerate " +"this much risk, do not use Soft Updates on the root file system!" +msgstr "" +"Informações vitais sobre a partição raiz mudam muito raramente. Se o sistema " +"travar dentro da janela de 30 segundos depois de uma alteração ter sido " +"feita, é possível que os dados possam ser perdidos. Esse risco é " +"insignificante para a maioria dos aplicativos, mas esteja ciente de que " +"existe. Se o seu sistema não puder tolerar este risco, não use as Soft " +"Updates no sistema de arquivos raiz!" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2901 +msgid "" +"/ is traditionally one of the smallest partitions. If " +"/tmp is on /, there may be " +"intermittent space problems. Symlinking /tmp to " +"/var/tmp will solve this problem." +msgstr "" +"O / é tradicionalmente uma das menores partições. Se o " +"/tmp estiver localizado dentro do /, pode haver problemas intermitentes de falta de espaço. A criação " +"de um link simbólico apontando o /tmp para /" +"var/tmp resolverá esse problema." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2909 +msgid "" +"Finally, dump8 does not work in live mode (-L) on a filesystem, " +"with Journaled Soft Updates (SU+J)." +msgstr "" +"Por fim, o dump8 não funciona no modo live (-L) em um sistema de " +"arquivos, com Journaled Soft Updates (SU + J)." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2917 +msgid "Can I mount other foreign file systems under FreeBSD?" +msgstr "Posso acessar outros sistemas de arquivos não-nativos do FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2922 +msgid "FreeBSD supports a variety of other file systems." +msgstr "O FreeBSD suporta uma variedade de outros sistemas de arquivos." + +#. (itstool) path: varlistentry/term +#: book.translate.xml:2926 +msgid "UFS" +msgstr "UFS" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:2929 +msgid "" +"UFS CD-ROMs can be mounted directly on FreeBSD. Mounting disk partitions " +"from Digital UNIX and other systems that support UFS may be more complex, " +"depending on the details of the disk partitioning for the operating system " +"in question." +msgstr "" +"Os CD-ROMs UFS podem ser montados diretamente no FreeBSD. Montar partições " +"de disco do Digital UNIX e de outros sistemas que suportam o UFS pode ser " +"mais complexo, dependendo dos detalhes do particionamento do disco para o " +"sistema operacional em questão." + +#. (itstool) path: varlistentry/term +#: book.translate.xml:2938 +msgid "ext2/ext3" +msgstr "ext2/ext3" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:2941 +msgid "" +"FreeBSD supports ext2fs and ext3fs " +"partitions. See ext2fs5 for more information." +msgstr "" +"O FreeBSD suporta partições ext2fs e ext3fs. Veja ext2fs5 para mais informações." + +#. (itstool) path: varlistentry/term +#: book.translate.xml:2948 +msgid "NTFS" +msgstr "NTFS" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:2951 +msgid "" +"FUSE based NTFS support is available as a port (sysutils/fusefs-" +"ntfs). For more information see ntfs-3g." +msgstr "" +"O suporte ao NTFS baseia-se no FUSE está disponível como um port " +"(sysutils/fusefs-ntfs). Para mais informações, consulte " +"ntfs-3g." + +#. (itstool) path: varlistentry/term +#: book.translate.xml:2958 +msgid "FAT" +msgstr "FAT" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:2961 +msgid "" +"FreeBSD includes a read-write FAT driver. For more information, see " +"mount_msdosfs8." +msgstr "" +"O FreeBSD inclui um driver FAT de leitura-gravação. Para obter mais " +"informações, consulte mount_msdosfs8." + +#. (itstool) path: varlistentry/term +#. (itstool) path: chapter/title +#: book.translate.xml:2967 book.translate.xml:3378 +msgid "ZFS" +msgstr "ZFS" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:2970 +msgid "" +"FreeBSD includes a port of Sun's ZFS driver. The " +"current recommendation is to use it only on amd64 platforms with sufficient " +"memory. For more information, see zfs8." +msgstr "" +"O FreeBSD inclui um port do driver ZFS da Sun. A " +"recomendação atual é usá-lo apenas em plataformas amd64 com memória " +"suficiente. Para obter mais informações, consulte " +"zfs8." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2978 +msgid "" +"FreeBSD includes the Network File System NFS and the " +"FreeBSD Ports Collection provides several FUSE applications to support many " +"other file systems." +msgstr "" +"O FreeBSD inclui o sistema de arquivos de rede NFS e a " +"Coleção de Ports do FreeBSD fornece vários aplicativos FUSE para suportar " +"muitos outros sistemas de arquivos." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:2987 +msgid "How do I mount a secondary DOS partition?" +msgstr "Como faço para montar uma partição secundária do DOS?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:2991 +msgid "" +"The secondary DOS partitions are found after all the " +"primary partitions. For example, if E is the second DOS " +"partition on the second SCSI drive, there will be a device file for " +"slice 5 in /dev. To mount it:" +msgstr "" +"As partições secundárias do DOS são encontradas depois de todas as partições primárias. Por exemplo, se E for a " +"segunda partição DOS na segunda unidade SCSI, haverá um arquivo de " +"dispositivo para a slice 5 em /dev. Para " +"montá-lo:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:2998 +#, no-wrap +msgid "# mount -t msdosfs /dev/da1s5 /dos/e" +msgstr "# mount -t msdosfs /dev/da1s5 /dos/e" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3004 +msgid "Is there a cryptographic file system for FreeBSD?" +msgstr "Existe um sistema de arquivos criptográficos para o FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3008 +msgid "" +"Yes, gbde8 and geli8. See the Encrypting Disk Partitions section of the FreeBSD Handbook." +msgstr "" +"Sim, o gbde8 e o geli8. Consulte a seção " +"Partições de Disco com Criptografia do " +"Handbook do FreeBSD." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3017 +msgid "" +"How do I boot FreeBSD and Linux " +"using GRUB?" +msgstr "" +"Como inicializo o FreeBSD e o Linux utilizando o GRUB?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3022 +msgid "" +"To boot FreeBSD using GRUB, add the following to " +"either /boot/grub/menu.lst or /boot/grub/grub." +"conf, depending upon which is used by the Linux distribution." +msgstr "" +"Para inicializar o FreeBSD usando o GRUB, " +"adicione o seguinte ao /boot/grub/menu.lst ou ao " +" /boot/grub/grub.conf, dependendo de qual é usado pela " +"sua distribuição Linux ." + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:3028 +#, no-wrap +msgid "" +"title FreeBSD 9.1\n" +"\troot (hd0,a)\n" +"\tkernel /boot/loader" +msgstr "" +"title FreeBSD 9.1\n" +"\troot (hd0,a)\n" +"\tkernel /boot/loader" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3032 +msgid "" +"Where hd0,a points to the root partition on the " +"first disk. To specify the slice number, use something like this " +"(hd0,2,a). By default, if the slice number is " +"omitted, GRUB searches the first slice which has " +"the a partition." +msgstr "" +"No qual hd0,a aponta para a partição raiz no " +"primeiro disco. Para especificar o número da slice, use algo como isto " +"(hd0,2,a). Por padrão, se o número da slice for " +"omitido, o GRUB pesquisará a primeira slice que " +"tiver a partição a." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3044 +msgid "" +"How do I boot FreeBSD and Linux " +"using BootEasy?" +msgstr "" +"Como inicializo o FreeBSD e o Linux usando o BootEasy?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3049 +msgid "" +"Install LILO at the start of the Linux boot partition instead of in the Master Boot Record. You can then " +"boot LILO from BootEasy." +msgstr "" +"Instale o LILO no início da partição de inicialização Linux em vez de no Master Boot Record. Você " +"poderá então inicializar o LILO a partir do BootEasy." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3054 +msgid "" +"This is recommended when running Windows and Linux as it makes " +"it simpler to get Linux booting " +"again if Windows is reinstalled." +msgstr "" +"Isto é recomendado ao executar o Windows e o Linux, pois torna " +"mais fácil fazer o Linux " +"inicializar novamente se o Windows for reinstalado." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3062 +msgid "" +"How do I change the boot prompt from ??? to something " +"more meaningful?" +msgstr "" +"Como faço para alterar o prompt de inicialização de ??? " +"para algo mais significativo?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3068 +msgid "" +"This cannot be accomplished with the standard boot manager without rewriting " +"it. There are a number of other boot managers in the sysutils category of the Ports Collection." +msgstr "" +"Isso não pode ser feito com o gerenciador de inicialização padrão sem " +"reescrevê-lo. Há vários outros gerenciadores de inicialização na categoria " +"sysutils da coleção de ports." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3077 +msgid "How do I use a new removable drive?" +msgstr "Como faço para usar uma nova unidade removível?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3081 +msgid "If the drive already has a file system on it, use a command like this:" +msgstr "" +"Se a unidade já tiver um sistema de arquivos, use um comando como este:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:3084 +#, no-wrap +msgid "# mount -t msdosfs /dev/da0s1 /mnt" +msgstr "# mount -t msdosfs /dev/da0s1 /mnt" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3086 +msgid "" +"If the drive will only be used with FreeBSD systems, partition it with " +"UFS or ZFS. This will provide long " +"filename support, improvement in performance, and stability. If the drive " +"will be used by other operating systems, a more portable choice, such as " +"msdosfs, is better." +msgstr "" +"Se a unidade só for usada com sistemas FreeBSD, particione-a com " +"UFS ou ZFS. Isso fornecerá suporte a " +"nomes longos de arquivo, melhoria no desempenho e na estabilidade. Se a " +"unidade for usada por outros sistemas operacionais, uma escolha mais " +"portátil, como por exemplo o msdosfs, será mais apropriada." + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:3093 +#, no-wrap +msgid "" +"# dd if=/dev/zero of=/dev/da0 count=2\n" +"# gpart create -s GPT /dev/da0\n" +"# gpart add -t freebsd-ufs /dev/da0" +msgstr "" +"# dd if=/dev/zero of=/dev/da0 count=2\n" +"# gpart create -s GPT /dev/da0\n" +"# gpart add -t freebsd-ufs /dev/da0" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3097 +msgid "Finally, create a new file system:" +msgstr "Finalmente, crie um novo sistema de arquivos:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:3099 +#, no-wrap +msgid "# newfs /dev/da0p1" +msgstr "# newfs /dev/da0p1" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3101 +msgid "and mount it:" +msgstr "e monte-o:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:3103 +#, no-wrap +msgid "# mount /dev/da0s1 /mnt" +msgstr "# mount /dev/da0s1 /mnt" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3105 +msgid "" +"It is a good idea to add a line to /etc/fstab (see " +"fstab5) so you can just type mount /mnt in the " +"future:" +msgstr "" +"É uma boa ideia adicionar uma linha ao /etc/fstab (veja " +"fstab5) para que você possa digitar apenas mount /mntno futuro:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:3110 +#, no-wrap +msgid "/dev/da0p1 /mnt ufs rw,noauto 0 0" +msgstr "/dev/da0p1 /mnt ufs rw,noauto 0 0" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3116 +msgid "" +"Why do I get Incorrect super block when mounting a CD?" +msgstr "" +"Por que recebo o erro Incorrect super block ao montar " +"um CD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3121 +msgid "" +"The type of device to mount must be specified. This is described in the " +"Handbook section on Using Data CDs." +msgstr "" +"O tipo de dispositivo a ser montado deve ser especificado. Isso está " +"descrito no Handbook na seção Usando CDs de " +"Dados." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3129 +msgid "" +"Why do I get Device not configured when mounting a CD?" +msgstr "" +"Por que recebo o erro Device not configured ao montar " +"um CD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3134 +msgid "" +"This generally means that there is no CD in the drive, or the drive is not " +"visible on the bus. Refer to the Using Data " +"CDs section of the Handbook for a detailed discussion of this issue." +msgstr "" +"Isso geralmente significa que não há CD na unidade ou a unidade não está " +"visível no barramento. Consulte a seção Usando " +"CDs de Dados do Handbook para uma discussão detalhada desta questão." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3144 +msgid "" +"Why do all non-English characters in filenames show up as ? " +"on my CDs when mounted in FreeBSD?" +msgstr "" +"Por que todos os caracteres não-ingleses em nomes de arquivos aparecem como " +"? em meus CDs quando montados no FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3149 +msgid "" +"The CD probably uses the Joliet extension for storing " +"information about files and directories. This is discussed in the Handbook " +"section on Using Data CD-ROMs." +msgstr "" +"O CD provavelmente usa a extensão Joliet para armazenar " +"informações sobre arquivos e diretórios. Isso é discutido na seção Usando CD-ROMs de Dados do Handbook." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3159 +msgid "" +"A CD burned under FreeBSD cannot be read under any other operating system. " +"Why?" +msgstr "" +"Um CD gravado no FreeBSD não pode ser lido sob nenhum outro sistema " +"operacional. Por quê?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3164 +msgid "" +"This means a raw file was burned to the CD, rather than creating an ISO 9660 " +"file system. Take a look at the Handbook section on Using Data CDs." +msgstr "" +"Isso significa que um raw file foi gravado no CD, em vez de criar um sistema " +"de arquivos ISO 9660. Dê uma olhada na seção Usando CDs de Dados." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3173 +msgid "How can I create an image of a data CD?" +msgstr "Como posso criar uma imagem de um CD de dados?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3177 +msgid "" +"This is discussed in the Handbook section on Writing Data to an ISO File System. " +"For more on working with CD-ROMs, see the Creating CDs Section in the Storage chapter in the Handbook." +msgstr "" +"Isso é discutido na seção Handbook sobre como gravar dados em um sistema de arquivos ISO . Para mais informações sobre como trabalhar com CD-ROMs, " +"consulte a Seção Criando CDs no capítulo sobre " +"Armazenamento do Handbook." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3187 +msgid "Why can I not mount an audio CD?" +msgstr "" +"Por que não consigo usar o comando mount com um CD de " +"áudio?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3192 +msgid "" +"Trying to mount an audio CD will produce an error like cd9660: /" +"dev/cd0: Invalid argument. This is because mount only works on file systems. Audio CDs do not have file systems; " +"they just have data. Instead, use a program that reads audio CDs, such as " +"the audio/xmcd package or port." +msgstr "" +"Tentar montar um CD de áudio produzirá um erro do tipo cd9660: /" +"dev/cd0: Invalid argument. Isso ocorre porque o comando " +"mount só funciona em sistemas de arquivos. CDs de áudio " +"não possuem sistemas de arquivos; eles têm apenas dados. Em vez disso, use " +"um programa que leia CDs de áudio, como o pacote ou port audio/" +"xmcd." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3204 +msgid "How do I mount a multi-session CD?" +msgstr "" +"Como eu faço para usar o comando mount com um CD multi-" +"sessão?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3209 +msgid "" +"By default, mount8 will attempt to mount the last data track " +"(session) of a CD. To load an earlier session, use the " +"command line argument. Refer to mount_cd96608 for specific examples." +msgstr "" +"Por padrão, o mount8 tentará montar a " +"última trilha de dados (sessão) de um CD. Para carregar uma sessão anterior, " +"use o argumento de linha de comando . Consulte " +"mount_cd96608 para exemplos específicos." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3219 +msgid "" +"How do I let ordinary users mount CD-ROMs, DVDs, USB drives, and other " +"removable media?" +msgstr "" +"Como posso permitir que usuários não privilegiados montem CD-ROMs, DVDs, " +"unidades USB e outras mídias removíveis?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3224 +msgid "" +"As root set the sysctl variable " +"vfs.usermount to 1." +msgstr "" +"Como root, defina a variável " +"vfs.usermount do sysctl como 1." + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:3228 +#, no-wrap +msgid "# sysctl vfs.usermount=1" +msgstr "# sysctl vfs.usermount=1" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3230 +msgid "" +"To make this persist across reboots, add the line vfs.usermount=1 to /etc/sysctl.conf so that it is reset at " +"system boot time." +msgstr "" +"Para tornar o ajuste permanente, adicione a linha vfs.usermount=1 ao arquivo /etc/sysctl.conf para que a " +"variável seja redefinids no momento da inicialização do sistema." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3235 +msgid "" +"Users can only mount devices they have read permissions to. To allow users " +"to mount a device permissions must be set in /etc/devfs.conf." +msgstr "" +"Os usuários só podem montar dispositivos para os quais tenham permissões de " +"leitura. Para permitir que os usuários montem um dispositivo, as permissões " +"devem ser definidas em /etc/devfs.conf." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3240 +msgid "For example, to allow users to mount the first USB drive add:" +msgstr "" +"Por exemplo, para permitir que os usuários montem a primeira unidade USB, " +"adicione:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:3243 +#, no-wrap +msgid "" +"# Allow all users to mount a USB drive.\n" +"\t own /dev/da0 root:operator\n" +"\t perm /dev/da0 0666" +msgstr "" +"# Allow all users to mount a USB drive.\n" +"\t own /dev/da0 root:operator\n" +"\t perm /dev/da0 0666" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3247 +msgid "" +"All users can now mount devices they could read onto a directory that they " +"own:" +msgstr "" +"Todos os usuários agora podem montar dispositivos que eles podem ler em um " +"diretório que eles possuem:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:3250 +#, no-wrap +msgid "" +"% mkdir ~/my-mount-point\n" +"% mount -t msdosfs /dev/da0 ~/my-mount-point" +msgstr "" +"% mkdir ~/my-mount-point\n" +"% mount -t msdosfs /dev/da0 ~/my-mount-point" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3253 +msgid "Unmounting the device is simple:" +msgstr "Desmontar o dispositivo é simples:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:3255 +#, no-wrap +msgid "% umount ~/my-mount-point" +msgstr "% umount ~/my-mount-point" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3257 +msgid "" +"Enabling vfs.usermount, however, has negative security " +"implications. A better way to access MS-DOS formatted media is to use the emulators/mtools " +"package in the Ports Collection." +msgstr "" +"Ativar a variável vfs.usermount, no entanto, tem " +"implicações negativas de segurança. Uma maneira melhor de acessar uma mídia " +"formatada para o MS-DOS é usar o " +"pacote emulators/mtools da Coleção de Ports." + +#. (itstool) path: note/para +#: book.translate.xml:3264 +msgid "" +"The device name used in the previous examples must be changed according to " +"the configuration." +msgstr "" +"O nome do dispositivo usado nos exemplos anteriores deve ser alterado de " +"acordo com a configuração." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3272 +msgid "" +"The du and df commands show different " +"amounts of disk space available. What is going on?" +msgstr "" +"Os comandos du e df mostram " +"informações diferentes sobre a quantia disponível de espaço em disco. O que " +"está acontecendo?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3278 +msgid "" +"This is due to how these commands actually work. du goes " +"through the directory tree, measures how large each file is, and presents " +"the totals. df just asks the file system how much space " +"it has left. They seem to be the same thing, but a file without a directory " +"entry will affect df but not du." +msgstr "" +"Isso se deve ao modo como esses comandos realmente funcionam. O du passa pela árvore de diretórios, ele mede o tamanho de cada arquivo " +"e apresenta os totais. O df apenas pergunta ao sistema " +"de arquivos quanto espaço ainda resta. Eles parecem ser a mesma coisa, mas " +"um arquivo sem uma entrada de diretório afetará df mas " +"não du." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3287 +msgid "" +"When a program is using a file, and the file is deleted, the file is not " +"really removed from the file system until the program stops using it. The " +"file is immediately deleted from the directory listing, however. As an " +"example, consider a file large enough to affect the output of du and df. A file being viewed with more can be deleted wihout causing an error. The entry is removed from " +"the directory so no other program or user can access it. However, " +"du shows that it is gone as it has walked the directory " +"tree and the file is not listed. df shows that it is " +"still there, as the file system knows that more is still " +"using that space. Once the more session ends, " +"du and df will agree." +msgstr "" +"Quando um programa está usando um arquivo e o arquivo é excluído, o arquivo " +"não é realmente removido do sistema de arquivos até que o programa pare de " +"usá-lo. O arquivo é imediatamente excluído da listagem do diretório, no " +"entanto. Como exemplo, considere um arquivo grande o suficiente para afetar " +"a saída de du e df. Um arquivo sendo " +"visualizado com more pode ser excluído sem causar um " +"erro. A entrada é removida do diretório para que nenhum outro programa ou " +"usuário possa acessá-la. No entanto, o du mostra que ele " +"desapareceu, já que percorreu a árvore de diretórios e o arquivo não está " +"mais listado. Já o df mostra que ele ainda está lá, pois " +"o sistema de arquivos sabe que o comando more ainda está " +"usando esse espaço. Quando a sessão do more terminar, o " +"du e df apresentarão o mesmo resultado." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3307 +msgid "" +"This situation is common on web servers. Many people set up a FreeBSD web " +"server and forget to rotate the log files. The access log fills up " +"/var. The new administrator deletes the file, but the " +"system still complains that the partition is full. Stopping and restarting " +"the web server program would free the file, allowing the system to release " +"the disk space. To prevent this from happening, set up " +"newsyslog8." +msgstr "" +"Essa situação é comum em servidores web. Muitas pessoas configuram um " +"servidor web no FreeBSD e esquecem de rotacionar os arquivos de log. O log " +"de acesso enche o /var. O administrador novato exclui o " +"arquivo, mas o sistema ainda reclama que a partição está cheia. Parar e " +"reiniciar o programa do servidor Web liberaria o arquivo, permitindo que o " +"sistema liberasse o espaço em disco. Para evitar que isso aconteça, " +"configure o newsyslog8." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3316 +msgid "" +"Note that Soft Updates can delay the freeing of disk space and it can take " +"up to 30 seconds for the change to be visible." +msgstr "" +"Observe que o Soft Updates pode atrasar a liberação de espaço em disco e " +"pode levar até 30 segundos para que a alteração fique visível." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3324 +msgid "How can I add more swap space?" +msgstr "Como posso adicionar mais espaço de swap?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3328 +msgid "" +"This section of the Handbook describes how to do " +"this." +msgstr "" +"Esta seção do Handbook descreve como fazer " +"isso." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3335 +msgid "" +"Why does FreeBSD see my disk as smaller than the manufacturer says it is?" +msgstr "" +"Por que o FreeBSD vê meu disco como sendo menor do que o fabricante diz que " +"ele é?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3340 +msgid "" +"Disk manufacturers calculate gigabytes as a billion bytes each, whereas " +"FreeBSD calculates them as 1,073,741,824 bytes each. This explains why, for " +"example, FreeBSD's boot messages will report a disk that supposedly has " +"80 GB as holding 76,319 MB." +msgstr "" +"Os fabricantes de discos calculam gigabytes como um bilhão de bytes cada, " +"enquanto o FreeBSD os calcula como 1.073.741.824 bytes cada. Isso explica " +"por que, por exemplo, as mensagens de boot do FreeBSD reportarão um disco " +"que supostamente tem 80 GB como contendo 76.319 MB." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3347 +msgid "" +"Also note that FreeBSD will (by default) reserve 8% of the disk space." +msgstr "" +"Observe também que o FreeBSD irá (por padrão) reservar cerca de 8% do espaço em disco." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3354 +msgid "How is it possible for a partition to be more than 100% full?" +msgstr "Como é possível que uma partição esteja com mais de 100% de ocupação?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3359 +msgid "" +"A portion of each UFS partition (8%, by default) is reserved for use by the " +"operating system and the root " +"user. df1 does not count that space when calculating the " +"Capacity column, so it can exceed 100%. Notice that the " +"Blocks column is always greater than the sum of the " +"Used and Avail columns, usually by a " +"factor of 8%." +msgstr "" +"Uma parte de cada partição UFS (8%, por padrão) é reservada para uso pelo " +"sistema operacional e pelo usuário root. O df1 não contabiliza esse espaço ao calcular a coluna " +"Capacity, portanto, ela pode exceder 100%. Observe que a " +"coluna Blocks é sempre maior que a soma das colunas " +"Used e Avail, geralmente por um fator " +"de 8%." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3369 +msgid "" +"For more details, look up in " +"tunefs8." +msgstr "" +"Para mais detalhes, procure prls opção em " +"tunefs8." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3383 +msgid "What is the minimum amount of RAM one should have to run ZFS?" +msgstr "" +"Qual é a quantidade mínima de RAM que um usuário deve ter para utilizar o " +"ZFS?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3388 +msgid "" +"A minimum of 4GB of RAM is required for comfortable usage, but individual " +"workloads can vary widely." +msgstr "" +"É necessário um mínimo de 4 GB de RAM para uso confortável, mas as cargas de " +"trabalho individuais podem variar muito." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3395 +msgid "What is the ZIL and when does it get used?" +msgstr "O que é o ZIL e quando ele é usado?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3399 +msgid "" +"The ZIL (ZFS intent log) is a write " +"log used to implement posix write commitment semantics across crashes. " +"Normally writes are bundled up into transaction groups and written to disk " +"when filled (Transaction Group Commit). However syscalls like " +"fsync2 require a commitment that the data is written to stable " +"storage before returning. The ZIL is needed for writes that have been " +"acknowledged as written but which are not yet on disk as part of a " +"transaction. The transaction groups are timestamped. In the event of a crash " +"the last valid timestamp is found and missing data is merged in from the ZIL." +msgstr "" +"O ZIL (log de intenção do ZFS ) é um " +"log de gravação usado para implementar semânticas de compromisso de escrita " +"posix entre travamentos. Normalmente, as gravações são agrupadas em grupos " +"de transações e gravadas no disco quando preenchidas (Transaction " +"Group Commit ). No entanto, syscalls como " +"fsync2 requerem um compromisso de que os dados são gravados no " +"armazenamento estável antes de retornar. O ZIL é necessário para gravações " +"que foram reconhecidas como gravadas, mas que ainda não estão no disco como " +"parte de uma transação. Os grupos de transações contam com registro de data " +"e hora. No caso de uma falha, o último registro de data e hora válido é " +"encontrado e os dados ausentes são mesclados a partir do ZIL." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3417 +msgid "Do I need a SSD for ZIL?" +msgstr "Preciso de um SSD para o ZIL?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3421 +msgid "" +"By default, ZFS stores the ZIL in the pool with all the data. If an " +"application has a heavy write load, storing the ZIL in a separate device " +"that has very fast synchronous, sequential write performance can improve " +"overall system. For other workloads, a SSD is unlikely to make much of an " +"improvement." +msgstr "" +"Por padrão, o ZFS armazena o ZIL no pool com todos os demais dados. Se um " +"aplicativo tiver uma carga de gravação pesada, o armazenamento do ZIL em um " +"dispositivo separado e que tenha um desempenho de gravação sequencial " +"síncrono muito rápido pode melhorar a performance do sistema de uma forma " +"geral. Para outras cargas de trabalho, é improvável que um SSD consiga uma " +"melhoria significativa." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3432 +msgid "What is the L2ARC?" +msgstr "O que é o L2ARC?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3436 +msgid "" +"The L2ARC is a read cache stored on a fast device such as " +"an SSD. This cache is not persistent across reboots. Note " +"that RAM is used as the first layer of cache and the L2ARC is only needed if " +"there is insufficient RAM." +msgstr "" +"O L2ARC é um cache de leitura armazenado em um " +"dispositivo rápido, como um SSD. Esse cache não é " +"persistente nas reinicializações. Observe que a RAM é usada como a primeira " +"camada de cache e o L2ARC só é necessário se a quantidade de memória RAM for " +"insuficiente." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3442 +msgid "" +"L2ARC needs space in the ARC to index it. So, perversely, a working set that " +"fits perfectly in the ARC will not fit perfectly any more if a L2ARC is used " +"because part of the ARC is holding the L2ARC index, pushing part of the " +"working set into the L2ARC which is slower than RAM." +msgstr "" +"O L2ARC precisa de espaço no ARC para indexá-lo. Então, perversamente, um " +"conjunto de trabalho que se encaixa perfeitamente no ARC não se encaixará " +"mais perfeitamente se um L2ARC for usado porque parte do ARC estará " +"mantendo o índice L2ARC, empurrando parte do conjunto de trabalho para o " +"L2ARC que é mais lento que a RAM." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3453 +msgid "Is enabling deduplication advisable?" +msgstr "A ativação da funcionalidade de desduplicação é recomendável?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3457 +msgid "Generally speaking, no." +msgstr "De um modo geral, não." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3459 +msgid "" +"Deduplication takes up a significant amount of RAM and may slow down read " +"and write disk access times. Unless one is storing data that is very heavily " +"duplicated, such as virtual machine images or user backups, it is possible " +"that deduplication will do more harm than good. Another consideration is the " +"inability to revert deduplication status. If data is written when " +"deduplication is enabled, disabling dedup will not cause those blocks which " +"were deduplicated to be replicated until they are next modified." +msgstr "" +"A deduplicação ocupa uma quantidade significativa de RAM e pode tornar mais " +"lento os tempos de acesso ao disco para leitura e gravação. A menos que um " +"esteja armazenando dados muito duplicados, como imagens de máquinas virtuais " +"ou backups de usuários, é possível que a deduplicação faça mais mal do que " +"bem. Outra consideração é a incapacidade de reverter o status da " +"deduplicação. Se os dados forem gravados quando a deduplicação estiver " +"ativada, desabilitar a deduplicação não fará com que os blocos deduplicados " +"sejam replicados até que sejam modificados em novamente." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3470 +msgid "" +"Deduplication can also lead to some unexpected situations. In particular, " +"deleting files may become much slower." +msgstr "" +"A deduplicação também pode levar há algumas situações inesperadas. Em " +"particular, a exclusão de arquivos pode se tornar muito mais lenta." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3478 +msgid "I cannot delete or create files on my ZFS pool. How can I fix this?" +msgstr "" +"Não consigo excluir ou criar arquivos no meu pool do ZFS. Como posso " +"consertar isso?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3483 +msgid "" +"This could happen because the pool is 100% full. ZFS requires space on the " +"disk to write transaction metadata. To restore the pool to a usable state, " +"truncate the file to delete:" +msgstr "" +"Isso pode acontecer porque o pool está 100% cheio. O ZFS requer espaço no " +"disco para gravar metadados de transação. Para restaurar o pool para um " +"estado utilizável, primeiro faça o truncate do arquivo que irá excluir:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:3488 +#, no-wrap +msgid "% truncate -s 0 unimportant-file" +msgstr "% truncate -s 0 unimportant-file" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3490 +msgid "" +"File truncation works because a new transaction is not started, new spare " +"blocks are created instead." +msgstr "" +"O truncamento de arquivo funciona porque uma nova transação não é iniciada, " +"novos blocos de reserva são criados." + +#. (itstool) path: note/para +#: book.translate.xml:3494 +msgid "" +"On systems with additional ZFS dataset tuning, such as deduplication, the " +"space may not be immediately available" +msgstr "" +"Em sistemas que utilizam o ZFS com um dataset customizado, por exemplo com a " +"funcionalidade de deduplicação ativada, o espaço pode não ficar disponível " +"imediatamente." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3503 +msgid "Does ZFS support TRIM for Solid State Drives?" +msgstr "O ZFS suporta TRIM para unidades de estado sólido?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3507 +msgid "" +"ZFS TRIM support was added to FreeBSD 10-CURRENT with revision " +"r240868. ZFS TRIM support was added to all FreeBSD-" +"STABLE branches in r252162 and r251419, respectively." +msgstr "" +"O suporte ao ZFS TRIM foi adicionado ao FreeBSD 10-CURRENT com revisão " +"r240868. O suporte ao ZFS TRIM foi adicionado a todas " +"as branchs do FreeBSD-STABLE na revisão r252162 e " +"r251419, respectivamente." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3513 +msgid "" +"ZFS TRIM is enabled by default, and can be turned off by adding this line to " +"/etc/sysctl.conf:" +msgstr "" +"O ZFS TRIM é ativado por padrão e pode ser desativado adicionando-se esta " +"linha ao arquivo /etc/sysctl.conf:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:3517 +#, no-wrap +msgid "vfs.zfs.trim_disable=1" +msgstr "vfs.zfs.trim_disable=1" + +#. (itstool) path: note/para +#: book.translate.xml:3520 +msgid "" +"ZFS TRIM may not work with all configurations, such as a ZFS filesystem on a " +"GELI-backed device." +msgstr "" +"O ZFS TRIM pode não funcionar com todas as configurações, tal como um " +"sistema de arquivos ZFS em um dispositivo com suporte a GELI." + +#. (itstool) path: chapter/title +#: book.translate.xml:3529 +msgid "System Administration" +msgstr "Administração do Sistema" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3534 +msgid "Where are the system start-up configuration files?" +msgstr "Onde estão os arquivos de configuração de inicialização do sistema?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3539 +msgid "" +"The primary configuration file is /etc/defaults/rc.conf " +"which is described in rc.conf5. System startup " +"scripts such as /etc/rc and /etc/rc.d, which are described in rc8, include this file. " +"Do not edit this file! Instead, to edit an entry in " +"/etc/defaults/rc.conf, copy the line into /" +"etc/rc.conf and change it there." +msgstr "" +"O arquivo de configuração principal é o /etc/defaults/rc.conf, o qual está descrito em rc.conf5. Os scripts de " +"inicialização do sistema, tais como /etc/rc e " +"/etc/rc.d, que são descritos em " +"rc8, incluem este arquivo. Não edite este arquivo! Em vez disso, para editar uma entrada do /etc/default/rc." +"conf, copie a linha para o arquivo /etc/rc.conf e altere-a lá." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3550 +msgid "" +"For example, if to start named8, the included DNS " +"server:" +msgstr "" +"Por exemplo, se para iniciar named8, o servidor DNS " +"incluído:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:3553 +#, no-wrap +msgid "# echo 'named_enable=\"YES\"' >> /etc/rc.conf" +msgstr "# echo 'named_enable=\"YES\"' >> /etc/rc.conf" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3555 +msgid "" +"To start up local services, place shell scripts in the /usr/local/" +"etc/rc.d directory. These shell scripts should be set executable, " +"the default file mode is 555." +msgstr "" +"Para iniciar serviços locais, coloque seus shell scripts no diretório " +"/usr/local/etc/rc.d. Estes shell scripts devem estar " +"definidos como executáveis, o modo de arquivo padrão é 555." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3564 +msgid "How do I add a user easily?" +msgstr "Como eu adiciono um usuário facilmente?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3568 +msgid "" +"Use the adduser8 command, or the pw8 command for more " +"complicated situations." +msgstr "" +"Use o comando adduser " +" 8 , para as situações mais " +"complexas utilize o comando pw 8 ." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3571 +msgid "" +"To remove the user, use the rmuser8 command or, if " +"necessary, pw8." +msgstr "" +"Para remover o usuário, use o comando rmuser8 ou, se necessário, o " +"comando pw8." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3578 +msgid "" +"Why do I keep getting messages like root: not found " +"after editing /etc/crontab?" +msgstr "" +"Por que eu continuo recebendo mensagens como root: not found depois de editar o arquivo /etc/crontab?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3584 +msgid "" +"This is normally caused by editing the system crontab. This is not the " +"correct way to do things as the system crontab has a different format to the " +"per-user crontabs. The system crontab has an extra field, specifying which " +"user to run the command as. cron8 assumes this user is " +"the first word of the command to execute. Since no such command exists, this " +"error message is displayed." +msgstr "" +"Isto normalmente é causado pela edição do crontab do sistema. Esta não é a " +"maneira correta de fazer as coisas, pois o crontab do sistema tem um formato " +"diferente dos crontabs por usuário. O crontab do sistema possui um campo " +"extra, especificando qual usuário irá executar o comando. O " +"cron 8 assume que este usuário é a primeira palavra do comando a ser " +"executado. Como esse comando não existe, essa mensagem de erro é exibida." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3593 +msgid "To delete the extra, incorrect crontab:" +msgstr "Para excluir o crontab extra incorreto:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:3595 +#, no-wrap +msgid "# crontab -r" +msgstr "# crontab -r" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3601 +msgid "" +"Why do I get the error, you are not in the correct group to su " +"root when I try to su to root?" +msgstr "" +"Por que eu recebo o erro, you are not in the correct group to su " +"root quando tento executar o comando su para " +"o usuário root ?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3607 +msgid "" +"This is a security feature. In order to su to root, or any other account with superuser " +"privileges, the user account must be a member of the wheel group. If this feature were not there, " +"anybody with an account on a system who also found out root's password would be able to gain superuser " +"level access to the system." +msgstr "" +"Este é um recurso de segurança. Para executar su para " +"root, ou qualquer outra conta " +"com privilégios de superusuário, a conta do usuário deve ser um membro do " +"grupo wheel. Se este recurso " +"não estivesse lá, qualquer pessoa com uma conta em um sistema e que também " +"descobrisse a senha do root " +"seria capaz de obter acesso de nível de superusuário ao sistema." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3617 +msgid "" +"To allow someone to su to root, put them in the wheel group using pw:" +msgstr "" +"Para permitir que alguém execute o comando su root , coloque-os no grupo wheel usando o comando pw:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:3622 +#, no-wrap +msgid "# pw groupmod wheel -m lisa" +msgstr "# pw groupmod wheel -m lisa" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3624 +msgid "" +"The above example will add user lisa to the group wheel." +msgstr "" +"O exemplo acima adicionará o usuário lisa ao grupo wheel ." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3631 +msgid "" +"I made a mistake in rc.conf, or another startup file, " +"and now I cannot edit it because the file system is read-only. What should I " +"do?" +msgstr "" +"Cometi um erro no rc.conf, ou outro arquivo de " +"inicialização, e agora não posso editá-lo porque o sistema de arquivos está " +"montado somente leitura. O que devo fazer?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3637 +msgid "" +"Restart the system using boot -s at the loader prompt " +"to enter single-user mode. When prompted for a shell pathname, press " +"Enter and run mount -urw / to re-mount " +"the root file system in read/write mode. You may also need to run " +"mount -a -t ufs to mount the file system where your " +"favorite editor is defined. If that editor is on a network file system, " +"either configure the network manually before mounting the network file " +"systems, or use an editor which resides on a local file system, such as " +"ed1." +msgstr "" +"Reinicie o sistema usando boot -s no prompt do loader " +"para entrar no modo single user. Quando o sistema solicitar o caminho do " +"shell, apenas pressione Enter e execute mount -" +"urw / para remontar novamente o sistema de arquivos raiz no modo " +"de leitura e gravação. Você também pode precisar executar o comando " +"mount -a -t ufs para montar o sistema de arquivos no qual " +"seu editor favorito é mantido. Se esse editor estiver em um sistema de " +"arquivos de rede, configure a rede manualmente antes de montar os sistemas " +"de arquivos de rede ou use um editor que resida em um sistema de arquivos " +"local, tal como o ed1." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3650 +msgid "" +"In order to use a full screen editor such as " +"vi1 or emacs1, run export " +"TERM=xterm so that these editors can load the correct data from " +"the termcap5 database." +msgstr "" +"Para usar um editor de tela inteira, tal como o " +"vi1 ou emacs1, execute " +"export TERM=xterm para que esses editores possam carregar " +"os dados corretos do banco de dados do termcap5." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3656 +msgid "" +"After performing these steps, edit /etc/rc.conf to fix " +"the syntax error. The error message displayed immediately after the kernel " +"boot messages should indicate the number of the line in the file which is at " +"fault." +msgstr "" +"Depois de executar estas etapas, edite o arquivo /etc/rc.conf para corrigir o erro de sintaxe. A mensagem de erro exibida " +"imediatamente após as mensagens de inicialização do kernel deve indicar o " +"número da linha no arquivo que está com erro." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3667 +msgid "Why am I having trouble setting up my printer?" +msgstr "Por que estou tendo problemas para configurar minha impressora?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3671 +msgid "" +"See the Handbook entry on printing for " +"troubleshooting tips." +msgstr "" +"Consulte a seção sobre impressão no Handbook do " +"FreeBSD para dicas de soluções de problemas." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3679 +msgid "How can I correct the keyboard mappings for my system?" +msgstr "Como posso corrigir os mapeamentos de teclado para o meu sistema?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3684 +msgid "" +"Refer to the Handbook section on using localization, specifically the section on console setup." +msgstr "" +"Consulte a seção usando localização do " +"Handbook, mais especificamente a seção sobre a configuração do console ." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3692 +msgid "Why can I not get user quotas to work properly?" +msgstr "" +"Por que não consigo colocar as quotas de usuários para funcionar " +"corretamente?" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:3698 +msgid "" +"It is possible that the kernel is not configured to use quotas. In this " +"case, add the following line to the kernel configuration file and recompile " +"the kernel:" +msgstr "" +"É possível que o kernel não esteja configurado para usar quotas. Neste caso, " +"adicione a seguinte linha ao arquivo de configuração do kernel e recompile o " +"kernel:" + +#. (itstool) path: listitem/programlisting +#: book.translate.xml:3703 +#, no-wrap +msgid "options QUOTA" +msgstr "options QUOTA" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:3705 +msgid "" +"Refer to the Handbook entry on quotas for full details." +msgstr "" +"Consulte a seção do Handbook sobre quotas para obter " +"detalhes completos." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:3710 +msgid "Do not turn on quotas on /." +msgstr "Não ative o uso de quotas na partição /." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:3715 +msgid "" +"Put the quota file on the file system that the quotas are to be enforced on:" +msgstr "" +"Coloque o arquivo de quotas no sistema de arquivos para o qual quotas " +"precisam ser aplicadas:" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:3722 +msgid "File System" +msgstr "Sistema de arquivo" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:3724 +msgid "Quota file" +msgstr "Arquivo de quota" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:3730 +msgid "/usr" +msgstr "/usr" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:3732 +msgid "/usr/admin/quotas" +msgstr "/usr/admin/quotas" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:3736 +msgid "/home" +msgstr "/home" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:3738 +msgid "/home/admin/quotas" +msgstr "/home/admin/quotas" + +#. (itstool) path: row/entry +#: book.translate.xml:3742 book.translate.xml:3744 +msgid "…" +msgstr "…" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3756 +msgid "Does FreeBSD support System V IPC primitives?" +msgstr "O FreeBSD suporta System V IPC primitives?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3760 +msgid "" +"Yes, FreeBSD supports System V-style IPC, including shared memory, messages " +"and semaphores, in the GENERIC kernel. With a custom " +"kernel, support may be loaded with the sysvshm.ko, " +"sysvsem.ko and sysvmsg.ko kernel " +"modules, or enabled in the custom kernel by adding the following lines to " +"the kernel configuration file:" +msgstr "" +"Sim, o FreeBSD suporta o IPC no estilo do System V, incluindo memória " +"compartilhada, mensagens e semáforos, no kernel GENERIC. Em um kernel personalizado, o suporte pode ser por meio do " +"carregamento dos módulos de kernel sysvshm.ko, " +"sysvsem.ko e sysvmsg.ko, ou " +"habilitado de forma estática no kernel personalizado adicionando as " +"seguintes linhas ao arquivo de configuração do mesmo:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:3770 +#, no-wrap +msgid "" +"options SYSVSHM # enable shared memory\n" +"options SYSVSEM # enable for semaphores\n" +"options SYSVMSG # enable for messaging" +msgstr "" +"options SYSVSHM # enable shared memory\n" +"options SYSVSEM # enable for semaphores\n" +"options SYSVMSG # enable for messaging" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3774 +msgid "Recompile and install the kernel." +msgstr "Recompile e instale o kernel." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3780 +msgid "" +"What other mail-server software can I use instead of Sendmail?" +msgstr "" +"Qual outro software de servidor de correio posso usar em substituição ao " +"Sendmail?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3785 +msgid "" +"The Sendmail server is the default mail-server software for FreeBSD, " +"but it can be replaced with another MTA installed from the Ports Collection. " +"Available ports include mail/exim, mail/postfix, and mail/qmail. Search the mailing lists for " +"discussions regarding the advantages and disadvantages of the available MTAs." +msgstr "" +"O servidor Sendmail é o software de servidor de " +"email padrão do FreeBSD, mas pode ser substituído por outro MTA instalado a " +"partir da coleção de ports. Os ports disponíveis incluem o mail/" +"exim, o mail/postfix e o mail/qmail. Procure informações nas listas de discussão sobre as vantagens e " +"desvantagens dos MTAs disponíveis." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3799 +msgid "" +"I have forgotten the root " +"password! What do I do?" +msgstr "" +"Esqueci a senha do root! O que " +"eu faço?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3804 +msgid "" +"Do not panic! Restart the system, type boot -s at the " +"Boot: prompt to enter single-user mode. At the question " +"about the shell to use, hit Enter which will display a " +"# prompt. Enter mount -urw / to remount " +"the root file system read/write, then run mount -a to " +"remount all the file systems. Run passwd root to change " +"the root password then run " +"exit1 to continue booting." +msgstr "" +"Não entre em pânico! Reinicie o sistema, digite boot -s no prompt Boot: para entrar no modo single " +"user. Na pergunta sobre o shell a ser usado, pressione Enter, que será exibido um prompt #. Insira o comando " +"mount -urw / para remontar o sistema de arquivos raiz no " +"modo de leitura e gravação e, em seguida, execute o comando mount -" +"a para remontar todos os sistemas de arquivos. Execute o comando " +"passwd root para alterar a senha do usuário root e então execute o comando " +"exit1 para continuar a inicialização." + +#. (itstool) path: note/para +#: book.translate.xml:3817 +msgid "" +"If you are still prompted to give the root password when entering the single-user mode, it means that the " +"console has been marked as insecure in /etc/" +"ttys. In this case, it will be required to boot from a FreeBSD " +"installation disk, choose the Live CD or " +"Shell at the beginning of the install process and " +"issue the commands mentioned above. Mount the specific partition in this " +"case and then chroot to it. For example, replace mount -urw / with mount /dev/ada0p1 /mnt; chroot /mnt for a " +"system on ada0p1." +msgstr "" +"Se você ainda for solicitado a entrar com a senha do usuário root ao entrar no modo single user único, " +"isso significa que o console foi configurado como inseguro no arquivo /etc/ttys. Neste caso, será " +"necessário inicializar a partir de um disco de instalação do FreeBSD, " +"escolher o Live CD ou Shell no início do processo de instalação e executar os comandos " +"mencionados acima. Monte a partição específica neste caso e, em seguida, " +"execute o chroot para ela. Por exemplo, substitua mount -urw / por mount /dev/ada0p1 /mnt; chroot /mnt para um " +"sistema em instalado em ada0p1." + +#. (itstool) path: note/para +#: book.translate.xml:3834 +msgid "" +"If the root partition cannot be mounted from single-user mode, it is " +"possible that the partitions are encrypted and it is impossible to mount " +"them without the access keys. For more information see the section about " +"encrypted disks in the FreeBSD Handbook." +msgstr "" +"Se a partição raiz não puder ser montada a partir do modo de usuário único, " +"é possível que as partições estejam criptografadas e será impossível montá-" +"las sem as chaves de acesso. Para obter mais informações, consulte a seção " +"sobre discos criptografados no Handbook do " +"FreeBSD." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3845 +msgid "" +"How do I keep ControlAltDelete from rebooting " +"the system?" +msgstr "" +"Como evito que a combinação de teclas ControlAltDelete reinicialize o sistema?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3850 +msgid "" +"When using syscons4, the default console driver, build and install a " +"new kernel with this line in the configuration file:" +msgstr "" +"Se estiver utilizando o syscons4 que é o driver padrão " +"de console, compile e instale um novo kernel que contenha esta linha no " +"arquivo de configuração:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:3854 +#, no-wrap +msgid "options SC_DISABLE_REBOOT" +msgstr "options SC_DISABLE_REBOOT" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3856 +msgid "" +"This can also be done by setting the following " +"sysctl8 which does not require a reboot or kernel recompile:" +msgstr "" +"Isto também pode ser feito definindo a variável abaixo do " +"sysctl8, este processo não requer uma reinicialização ou recompilação " +"do kernel:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:3860 +#, no-wrap +msgid "# sysctl hw.syscons.kbd_reboot=0" +msgstr "# sysctl hw.syscons.kbd_reboot=0" + +#. (itstool) path: note/para +#: book.translate.xml:3863 +msgid "" +"The above two methods are exclusive: The " +"sysctl8 does not exist if the kernel is compiled with " +"SC_DISABLE_REBOOT." +msgstr "" +"Os dois métodos acima são exclusivos: Esta variável do " +"sysctl8 não existirá se o kernel tiver sido compilado com a opção " +"SC_DISABLE_REBOOT." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3872 +msgid "" +"How do I reformat DOS text files to UNIX ones?" +msgstr "" +"Como faço para converter arquivos de texto do DOS para UNIX?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3877 +msgid "" +"Use this perl1 command:" +msgstr "" +"Use este comando perl1:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:3879 +#, no-wrap +msgid "% perl -i.bak -npe 's/\\r\\n/\\n/g' file(s)" +msgstr "% perl -i.bak -npe 's/\\r\\n/\\n/g' file(s)" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3881 +msgid "" +"where file(s) is one or more files to process. " +"The modification is done in-place, with the original file stored with a " +".bak extension." +msgstr "" +"no qual files(s) trata-se de um ou mais arquivos " +"que desejamos processar. A modificação é feita in-place, o arquivo original " +"é preservado com uma extensão .bak." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3886 +msgid "" +"Alternatively, use tr1:" +msgstr "" +"Alternativamente, use o tr1:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:3888 +#, no-wrap +msgid "% tr -d '\\r' < dos-text-file > unix-file" +msgstr "% tr -d '\\r' < dos-text-file > unix-file" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3890 +msgid "" +"dos-text-file is the file containing DOS text " +"while unix-file will contain the converted " +"output. This can be quite a bit faster than using perl." +msgstr "" +"O dos-text-file é o arquivo que contém o texto no " +"formato DOS, enquanto o unix-file contém a saída " +"convertida. Esta opção pode ser um pouco mais rápida do que usar o " +"perl." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3896 +msgid "" +"Yet another way to reformat DOS text files is to use the converters/" +"dosunix port from the Ports Collection. Consult its documentation " +"about the details." +msgstr "" +"Uma outra maneira de reformatar arquivos de texto do DOS é usar o port " +"converters/dosunix da Coleção de Ports. Consulte a sua " +"documentação para maiores detalhes." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3905 +msgid "" +"How do I re-read /etc/rc.conf and re-start /" +"etc/rc without a reboot?" +msgstr "" +"Como faço para reler o arquivo /etc/rc.conf e reiniciar " +"o /etc/rc sem dar boot?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3911 +msgid "Go into single-user mode and then back to multi-user mode:" +msgstr "Entre no modo single user e retorne ao modo multi usuário:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:3914 +#, no-wrap +msgid "" +"# shutdown now\n" +"# return\n" +"# exit" +msgstr "" +"# shutdown now\n" +"# return\n" +"# exit" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3922 +msgid "" +"I tried to update my system to the latest -STABLE, but " +"got -BETAx, -RC or -PRERELEASE! What is going on?" +msgstr "" +"Tentei atualizar o meu sistema para a versão -STABLE " +"mais recente, mas obtive a -BETAx, -RC ou -PRERELEASE! O " +"que está acontecendo?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3931 +msgid "" +"Short answer: it is just a name. RC stands for " +"Release Candidate. It signifies that a release is imminent. " +"In FreeBSD, -PRERELEASE is typically synonymous with " +"the code freeze before a release. (For some releases, the -BETA label was used in the same way as -PRERELEASE.)" +msgstr "" +"Resposta curta: é apenas um nome. RC significa " +"Release Candidate. Isso significa que uma nova release é " +"iminente. No FreeBSD, -PRERELEASE é tipicamente " +"sinônimo do congelamento de código antes de uma release. (Para algumas " +"versões, o rótulo -BETA foi usado da mesma forma que o " +"-PRERELEASE.)" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3940 +msgid "" +"Long answer: FreeBSD derives its releases from one of two places. Major, dot-" +"zero, releases, such as 9.0-RELEASE are branched from the head of the " +"development stream, commonly referred to as -" +"CURRENT. Minor releases, such as 6.3-RELEASE or 5.2-RELEASE, have " +"been snapshots of the active -STABLE branch. " +"Starting with 4.3-RELEASE, each release also now has its own branch which " +"can be tracked by people requiring an extremely conservative rate of " +"development (typically only security advisories)." +msgstr "" +"Resposta longa: o FreeBSD deriva suas releases de um de dois lugares. " +"Releases principais (major) ponto-zero, como a 9.0-RELEASE são derivadas a " +"partir do branch principal de desenvolvimento, comumente referida como -CURRENT. Releases secundárias (minor), como a " +"6.3-RELEASE ou a 5.2-RELEASE, foram snapshots da branch -STABLE ativa. A partir do 4.3-RELEASE, cada release " +"também tem sua própria branch, a qual pode ser seguida por pessoas que " +"exigem uma taxa extremamente conservadora de desenvolvimento (geralmente " +"apenas avisos de segurança)." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3951 +msgid "" +"When a release is about to be made, the branch from which it will be derived " +"from has to undergo a certain process. Part of this process is a code " +"freeze. When a code freeze is initiated, the name of the branch is changed " +"to reflect that it is about to become a release. For example, if the branch " +"used to be called 6.2-STABLE, its name will be changed to 6.3-PRERELEASE to " +"signify the code freeze and signify that extra pre-release testing should be " +"happening. Bug fixes can still be committed to be part of the release. When " +"the source code is in shape for the release the name will be changed to 6.3-" +"RC to signify that a release is about to be made from it. Once in the RC " +"stage, only the most critical bugs found can be fixed. Once the release (6.3-" +"RELEASE in this example) and release branch have been made, the branch will " +"be renamed to 6.3-STABLE." +msgstr "" +"Quando um release está prestes a ser feito, o branch do qual ele será " +"derivado tem que passar por um determinado processo. Parte desse processo é " +"um congelamento de código. Quando um congelamento de código é iniciado, o " +"nome da branch é alterado para refletir que está prestes a se tornar uma " +"release. Por exemplo, se a ramificação costumava ser chamada de 6.2-STABLE, " +"seu nome será alterado para 6.3-PRERELEASE para indicar o congelamento de " +"código e indicar que testes extras de pré-release devem estar acontecendo. " +"Correções de bugs ainda podem ser adicionadas ao repositório de código fonte " +"para fazer parte da release. Quando o código-fonte estiver estabilizado para " +"a release, o nome será alterado para 6.3-RC para indicar que uma release " +"está prestes a ser feita a partir dele. Uma vez no estágio RC, somente os " +"bugs mais críticos que forem encontrados podem ser corrigidos. Uma vez que o " +"release (6.3-RELEASE neste exemplo) e o branch de release foram feitos, o " +"branch será renomeado para 6.3-STABLE." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3968 +msgid "" +"For more information on version numbers and the various Subversion branches, " +"refer to the Release Engineering article." +msgstr "" +"Para mais informações sobre números de versão e as várias branches do " +"Subversion, consulte o artigo Release Engineering." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:3976 +msgid "" +"I tried to install a new kernel, and the " +"chflags1 failed. How do I get around this?" +msgstr "" +"Tentei instalar um novo kernel, e o chflags1 falhou. Como faço para " +"contornar isso?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3981 +msgid "" +"Short answer: the security level is greater than 0. Reboot directly to " +"single-user mode to install the kernel." +msgstr "" +"Resposta curta: o nível de segurança é maior que 0. Reinicialize diretamente " +"para o modo de single user para instalar o kernel." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3985 +msgid "" +"Long answer: FreeBSD disallows changing system flags at security levels " +"greater than 0. To check the current security level:" +msgstr "" +"Resposta longa: O FreeBSD não permite alterar os flags do sistema em níveis " +"de segurança superiores a 0. Para verificar o nível de segurança atual:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:3989 book.translate.xml:4018 +#, no-wrap +msgid "# sysctl kern.securelevel" +msgstr "# sysctl kern.securelevel" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:3991 +msgid "" +"The security level cannot be lowered in multi-user mode, so boot to single-" +"user mode to install the kernel, or change the security level in /" +"etc/rc.conf then reboot. See the " +"init8 manual page for details on securelevel, and " +"see /etc/defaults/rc.conf and the " +"rc.conf5 manual page for more information on rc." +"conf." +msgstr "" +"O nível de segurança não pode ser diminuído no modo multiusuário, portanto, " +"inicialize no modo single user para instalar o kernel ou altere o nível de " +"segurança em /etc/rc.conf e reinicialize. Veja a " +"página de manual init8 para detalhes sobre o " +"securelevel, e veja /etc/defaults/rc .conf e a página de manual rc.conf5 para mais informações " +"sobre o rc.conf ." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4005 +msgid "" +"I cannot change the time on my system by more than one second! How do I get " +"around this?" +msgstr "" +"Não consigo alterar a hora no meu sistema em mais de um segundo! Como faço " +"para contornar isso?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4010 +msgid "" +"Short answer: the system is at a security level greater than 1. Reboot " +"directly to single-user mode to change the date." +msgstr "" +"Resposta curta: o sistema está em um nível de segurança maior que 1. " +"Reinicialize diretamente para o modo de single user para alterar a data." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4014 +msgid "" +"Long answer: FreeBSD disallows changing the time by more that one second at " +"security levels greater than 1. To check the security level:" +msgstr "" +"Resposta longa: O FreeBSD proíbe a alteração do tempo em mais de um segundo " +"em níveis de segurança superiores a 1. Para verificar o nível de segurança:" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4020 +msgid "" +"The security level cannot be lowered in multi-user mode. Either boot to " +"single-user mode to change the date or change the security level in " +"/etc/rc.conf and reboot. See the " +"init8 manual page for details on securelevel, and " +"see /etc/defaults/rc.conf and the " +"rc.conf5 manual page for more information on rc." +"conf." +msgstr "" +"O nível de segurança não pode ser diminuído no modo multiusuário. Inicialize " +"no modo single user para alterar a data ou altere o nível de segurança no " +"arquivo /etc/rc.conf e reinicialize. Veja a página de " +"manual init8 para detalhes sobre o securelevel, e veja /etc/defaults/rc .conf e a página de " +"manual rc.conf5 para mais informações sobre o rc.conf ." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4034 +msgid "Why is rpc.statd using 256 MB of memory?" +msgstr "Por que o rpc.statd está usando 256 MB de memória?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4039 +msgid "" +"No, there is no memory leak, and it is not using 256 MB of memory. For " +"convenience, rpc.statd maps an obscene amount of memory " +"into its address space. There is nothing terribly wrong with this from a " +"technical standpoint; it just throws off things like " +"top1 and ps1." +msgstr "" +"Não, não há vazamento de memória e ele não está usando 256 MB de memória. " +"Por conveniência, o rpc.statd mapeia uma quantidade " +"obscena de memória em seu espaço de endereço. Não há nada terrivelmente " +"errado com isso do ponto de vista técnico; mas isso confunde o " +"top1 e o ps1." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4046 +msgid "" +"rpc.statd8 maps its status file (resident on /var) into its address space; to save worrying about remapping the " +"status file later when it needs to grow, it maps the status file with a " +"generous size. This is very evident from the source code, where one can see " +"that the length argument to mmap2 is " +"0x10000000, or one sixteenth of the address space on an " +"IA32, or exactly 256 MB." +msgstr "" +"O rpc.statd8 mapeia seu arquivo de status (residente no " +"/var) em seu espaço de endereçamento; para evitar se " +"preocupar com o remapeamento do arquivo de status mais tarde quando ele " +"precisar crescer, ele mapeia o arquivo de status com um tamanho generoso. " +"Isso é muito evidente no código-fonte, onde é possível ver que o argumento " +"length para o mmap2 é 0x10000000 , ou décima " +"sexta parte do espaço de endereço em um IA32, ou seja, exatamente 256 MB." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4059 +msgid "Why can I not unset the schg file flag?" +msgstr "" +"Por que não posso dar unset na flag schg de um arquivo?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4064 +msgid "" +"The system is running at securelevel greater than 0. Lower the securelevel " +"and try again. For more information, see the " +"FAQ entry on securelevel and the " +"init8 manual page." +msgstr "" +"O sistema está sendo executado em um nível de segurança maior que 0. Reduza " +"o nível de segurança e tente novamente. Para obter mais informações, " +"consulte a entrada do FAQ " +"referente ao securelevel e a página de manual do " +"init8." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4074 +msgid "What is vnlru?" +msgstr "O que é vnlru?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4078 +msgid "" +"vnlru flushes and frees vnodes when the system hits the " +"kern.maxvnodes limit. This kernel thread sits mostly " +"idle, and only activates when there is a huge amount of RAM and users are " +"accessing tens of thousands of tiny files." +msgstr "" +"O vnlru descarrega e libera vnodes quando o sistema " +"atinge o limite de kern.maxvnodes. Essa thread do kernel " +"fica ociosa na maior parte do tempo e só é ativada quando existe uma " +"quantidade enorme de RAM e os usuários estiverem acessando dezenas de " +"milhares de arquivos minúsculos." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4088 +msgid "" +"What do the various memory states displayed by top mean?" +msgstr "" +"O que os vários estados de memória exibidos pelo top " +"significam?" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:4096 +msgid "Active: pages recently statistically used." +msgstr "Active: são páginas usadas recentemente " + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:4101 +msgid "Inactive: pages recently statistically unused." +msgstr "" +"Inactive: são páginas que não foram utilizadas " +"recentemente." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:4106 +msgid "" +"Cache: (most often) pages that have percolated from " +"inactive to a status where they maintain their data, but can often be " +"immediately reused (either with their old association, or reused with a new " +"association). There can be certain immediate transitions from " +"active to cache state if the page is " +"known to be clean (unmodified), but that transition is a matter of policy, " +"depending upon the algorithm choice of the VM system maintainer." +msgstr "" +"Cache: (na maioria das vezes) são páginas que foram " +"filtradas de inativas para um status no qual elas mantêm seus dados, mas que " +"podem ser reutilizadas imediatamente (com sua associação antiga ou " +"reutilizadas com uma nova associação). Podem ocorrer certas transições " +"imediatas do estado de ativa para o estado de " +"cache se a página for conhecida por estar limpa (não " +"modificada), mas essa transição é uma questão de política, dependendo da " +"escolha do algoritmo do mantenedor do sistema de VM." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:4119 +msgid "" +"Free: pages without data content, and can be immediately " +"used in certain circumstances where cache pages might be ineligible. Free " +"pages can be reused at interrupt or process state." +msgstr "" +"Free: são páginas sem conteúdo de dados e que podem ser " +"usadas imediatamente em determinadas circunstâncias, nas quais as páginas de " +"cache podem estar inelegíveis. As páginas livres podem ser reutilizadas no " +"estado de interrupção ou de processo." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:4127 +msgid "" +"Wired: pages that are fixed into memory, usually for " +"kernel purposes, but also sometimes for special use in processes." +msgstr "" +" Wired : são páginas que estão fixadas na memória, " +"geralmente para propósitos do kernel, mas também para uso especial em " +"processos." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4133 +msgid "" +"Pages are most often written to disk (sort of a VM sync) when they are in " +"the inactive state, but active pages can also be synced. This depends upon " +"the CPU tracking of the modified bit being available, and in certain " +"situations there can be an advantage for a block of VM pages to be synced, " +"whether they are active or inactive. In most common cases, it is best to " +"think of the inactive queue to be a queue of relatively unused pages that " +"might or might not be in the process of being written to disk. Cached pages " +"are already synced, not mapped, but available for immediate process use with " +"their old association or with a new association. Free pages are available at " +"interrupt level, but cached or free pages can be used at process state for " +"reuse. Cache pages are not adequately locked to be available at interrupt " +"level." +msgstr "" +"As páginas geralmente são gravadas em disco (um tipo de sincronização de VM) " +"quando elas estão no estado inativo, mas as páginas ativas também podem ser " +"sincronizadas. Isso depende do rastreamento da CPU do bit modificado estar " +"disponível e, em determinadas situações pode haver uma vantagem para um " +"bloco de páginas da VM serem sincronizadas, estejam elas ativas ou inativas. " +"Na maioria dos casos comuns, é melhor pensar na fila inativa como uma fila " +"de páginas relativamente não usadas que podem ou não estar no processo de " +"serem gravadas no disco. As páginas em cache já estão sincronizadas, não " +"mapeadas, mas disponíveis para uso imediato do processo com sua associação " +"antiga ou com uma nova associação. As páginas livres estão disponíveis no " +"nível de interrupção, mas as páginas em cache ou livres podem ser usadas no " +"estado do processo para reutilização. As páginas de cache não estão " +"adequadamente bloqueadas para estarem disponíveis no nível de interrupção." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4150 +msgid "" +"There are some other flags (e.g., busy flag or busy count) that might modify " +"some of the described rules." +msgstr "" +"Existem alguns outros flags (por exemplo, flag de ocupado ou de contagem " +"ocupada) que podem modificar algumas das regras descritas." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4158 +msgid "How much free memory is available?" +msgstr "Quanta memória livre está disponível?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4163 +msgid "" +"There are a couple of kinds of free memory. One kind is the " +"amount of memory immediately available without paging anything else out. " +"That is approximately the size of cache queue + size of free queue (with a " +"derating factor, depending upon system tuning). Another kind of free " +"memory is the total amount of VM space. That can " +"be complex, but is dependent upon the amount of swap space and memory. Other " +"kinds of free memory descriptions are also possible, but it " +"is relatively useless to define these, but rather it is important to make " +"sure that the paging rate is kept low, and to avoid running out of swap " +"space." +msgstr "" +"Existem alguns tipos de memória livre. Um tipo é a quantidade " +"de memória imediatamente disponível sem fazer a paginação de mais nada para " +"a VM. Isso é aproximadamente o tamanho da fila de cache + tamanho da fila " +"livre (com um fator de redução de capacidade, dependendo do ajuste do " +"sistema). Outro tipo de memória livre é a quantidade total de " +"espaço VM. Isto pode ser complexo, mas depende da " +"quantidade de espaço de swap e memória. Outros tipos de descrições de " +"memória livre também são possíveis, mas é relativamente " +"inútil defini-los, mas por outro lado é importante certificar-se de que a " +"taxa de paginação está mantida baixa para evitar a falta de espaço de swap." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4181 +msgid "What is /var/empty?" +msgstr "O que é o /var/empty?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4185 +msgid "" +"/var/empty is a directory that the " +"sshd8 program uses when performing privilege separation. The " +"/var/empty directory is empty, owned by root and has the schg " +"flag set. This directory should not be deleted." +msgstr "" +"O /var/empty é um diretório que o programa " +"sshd8 utiliza ao executar a separação de privilégios. O diretório " +"/var/empty está vazio, pertence ao usuário root e possui as flags schg definidas. Este diretório não deve ser excluído." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4196 +msgid "" +"I just changed /etc/newsyslog.conf. How can I check if " +"it does what I expect?" +msgstr "" +"Acabei de alterar o /etc/newsyslog.conf . Como posso " +"verificar se ele faz o que eu espero?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4202 +msgid "" +"To see what newsyslog8 will do, use the " +"following:" +msgstr "" +"Para ver o que newsyslog8 vai fazer, use o " +"seguinte:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:4205 +#, no-wrap +msgid "% newsyslog -nrvv" +msgstr "% newsyslog -nrvv" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4211 +msgid "My time is wrong, how can I change the timezone?" +msgstr "Minha hora está errada, como posso mudar o fuso horário?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4216 +msgid "" +"Use tzsetup8." +msgstr "" +"Use o tzsetup8." + +#. (itstool) path: chapter/title +#: book.translate.xml:4223 +msgid "The X Window System and Virtual Consoles" +msgstr "O sistema X Window e consoles virtuais" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4228 +msgid "What is the X Window System?" +msgstr "O que é o sistema X Window?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4232 +msgid "" +"The X Window System (commonly X11) is the most widely " +"available windowing system capable of running on UNIX or UNIX like systems, including FreeBSD. The X.Org Foundation administers the X protocol " +"standards, with the current reference implementation, version 11 " +"release 7.7, so references are often shortened to X11." +msgstr "" +"O sistema de janelas X (comumente chamado de X11) é o " +"sistema de janelas mais amplamente disponível capaz de executar em Sistemas " +"UNIX e sistemas UNIX-Like, incluindo o FreeBSD. A Fundação X.Org administra os " +"padrões de protocolo X, sendo que a implementação de referência atual " +"é a versão 11 release 7.7, então as referências são frequentemente " +"encurtadas para X11." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4242 +msgid "" +"Many implementations are available for different architectures and operating " +"systems. An implementation of the server-side code is properly known as an " +"X server." +msgstr "" +"Muitas implementações estão disponíveis para diferentes arquiteturas e " +"sistemas operacionais. Uma implementação do código do lado do servidor é " +"conhecida como um Servidor X." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4251 +msgid "I want to run Xorg, how do I go about it?" +msgstr "Eu quero rodar o Xorg, como faço para isso?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4255 +msgid "To install Xorg do one of the following:" +msgstr "Para instalar o Xorg, siga um destes procedimentos:" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4257 +msgid "" +"Use the x11/xorg meta-port, which builds and installs " +"every Xorg component." +msgstr "" +"Use o meta-port x11/xorg, que constrói e instala todos os " +"componentes do Xorg." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4261 +msgid "" +"Use x11/xorg-minimal, which builds and installs only the " +"necessary Xorg components." +msgstr "" +"Use x11/xorg-minimal, que constrói e instala apenas os " +"componentes Xorg necessários." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4264 +msgid "Install Xorg from FreeBSD packages:" +msgstr "Instale o Xorg a partir de pacotes do FreeBSD:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:4266 +#, no-wrap +msgid "# pkg install xorg" +msgstr "# pkg install xorg" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4268 +msgid "" +"After the installation of Xorg, follow the instructions from the X11 Configuration section of the FreeBSD Handbook." +msgstr "" +"Após a instalação do Xorg, siga as instruções da seção Configuração X11 do Handbook do FreeBSD." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4277 +msgid "" +"I tried to run X, but I get a No devices " +"detected. error when I type startx. What do I " +"do now?" +msgstr "" +"Eu tentei executar o X, mas eu recebo um erro " +"No devices detected. quando eu digito " +"startx. O que eu faço agora?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4283 +msgid "" +"The system is probably running at a raised securelevel. " +"It is not possible to start X at a raised securelevel " +"because X requires write access to io4. For more information, " +"see at the init8 manual page." +msgstr "" +"O sistema provavelmente está sendo executado em um securelevel alto. Não é possível iniciar o X em securelevel " +"alto porque o X requer acesso de ao io4. Para obter mais " +"informações, consulte a página de manual do " +"init8." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4289 +msgid "" +"There are two solutions to the problem: set the securelevel back down to zero or run xdm1 (or an alternative display manager) at boot time before the " +"securelevel is raised." +msgstr "" +"Existem duas soluções para o problema: definir o securelevel novamente a zero ou executar xdm1 (ou um gerenciador de exibição alternativo) no momento da " +"inicialização antes que o securelevel seja elevado." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4295 +msgid "" +"See for more information about running " +"xdm1 at boot time." +msgstr "" +"Veja para mais informações sobre como executar " +"o xdm1 no momento da " +"inicialização." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4302 +msgid "Why does my mouse not work with X?" +msgstr "Por que meu mouse não funciona com o X?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4306 +msgid "" +"When using syscons4, the default console driver, FreeBSD can be " +"configured to support a mouse pointer on each virtual screen. To avoid " +"conflicting with X, syscons4 supports a virtual " +"device called /dev/sysmouse. All mouse events received " +"from the real mouse device are written to the " +"sysmouse4 device via moused8. To use the mouse on " +"one or more virtual consoles, and use X, see and set up " +"moused8." +msgstr "" +"Ao usar syscons4, o driver de console padrão, o FreeBSD pode ser " +"configurado para suportar um ponteiro de mouse em cada tela virtual. Para " +"evitar conflito com o X, o syscons4 suporta um dispositivo " +"virtual chamado /dev/sysmouse. Todos os eventos de " +"mouse recebidos do dispositivo de mouse real são gravados no dispositivo via " +"sysmouse4 moused 8. Para usar o mouse em " +"um ou mais consoles virtuais, e usar X, veja e configure o " +"moused8." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4317 +msgid "" +"Then edit /etc/X11/xorg.conf and make sure the " +"following lines exist:" +msgstr "" +"Em seguida, edite o arquivo /etc/X11/xorg.conf e " +"verifique se as seguintes linhas existem:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:4320 +#, no-wrap +msgid "" +"Section \"InputDevice\"\n" +" Option \"Protocol\" \"SysMouse\"\n" +" Option \"Device\" \"/dev/sysmouse\"\n" +"....." +msgstr "" +"Section \"InputDevice\"\n" +" Option \"Protocol\" \"SysMouse\"\n" +" Option \"Device\" \"/dev/sysmouse\"\n" +"....." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4325 +msgid "" +"Starting with Xorg version 7.4, the InputDevice sections " +"in xorg.conf are ignored in favor of autodetected " +"devices. To restore the old behavior, add the following line to the " +"ServerLayout or ServerFlags section:" +msgstr "" +"Começando com a versão 7.4 do Xorg, as seções InputDevice " +"no xorg.conf são ignoradas em favor dos dispositivos " +"autodetectados. Para restaurar o comportamento antigo, adicione a seguinte " +"linha à seção ServerLayout ou ServerFlags:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:4332 +#, no-wrap +msgid "Option \"AutoAddDevices\" \"false\"" +msgstr "Option \"AutoAddDevices\" \"false\"" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4334 +msgid "" +"Some people prefer to use /dev/mouse under X. To make " +"this work, /dev/mouse should be linked to /" +"dev/sysmouse (see sysmouse4) by adding the " +"following line to /etc/devfs.conf (see " +"devfs.conf5):" +msgstr "" +"Algumas pessoas preferem usar o /dev/mouse com o X. " +"Para fazer esse trabalho, /dev/mouse deve estar " +"vinculado a /dev/sysmouse (veja " +"sysmouse4) adicionando a seguinte linha ao /etc/devfs.conf (veja devfs.conf5):" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:4342 +#, no-wrap +msgid "link sysmouse mouse" +msgstr "link sysmouse mouse" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4344 +msgid "" +"This link can be created by restarting devfs5 with the following command (as root):" +msgstr "" +"Este link pode ser criado reiniciando o devfs5 com o seguinte comando (executado como root ):" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:4347 +#, no-wrap +msgid "# service devfs restart" +msgstr "# service devfs restart" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4353 +msgid "My mouse has a fancy wheel. Can I use it in X?" +msgstr "Meu mouse tem uma fancy wheel. Posso usá-lo no X?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4357 +msgid "" +"Yes, if X is configured for a 5 button mouse. To do this, add the lines " +"Buttons 5 and ZAxisMapping 4 5 to the " +"InputDevice section of /etc/X11/xorg.conf, as seen in this example:" +msgstr "" +"Sim, se o X estiver configurado para um mouse de 5 botões. Para fazer isso, " +"adicione as linhas Buttons 5 e ZAxisMapping 4 5 na seção InputDevice do arquivo /etc/X11/" +"xorg.conf, como visto neste exemplo:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:4364 +#, no-wrap +msgid "" +"Section \"InputDevice\"\n" +" Identifier \"Mouse1\"\n" +" Driver \"mouse\"\n" +" Option \"Protocol\" \"auto\"\n" +" Option \"Device\" \"/dev/sysmouse\"\n" +" Option \"Buttons\" \"5\"\n" +" Option \"ZAxisMapping\" \"4 5\"\n" +"EndSection" +msgstr "" +"Section \"InputDevice\"\n" +" Identifier \"Mouse1\"\n" +" Driver \"mouse\"\n" +" Option \"Protocol\" \"auto\"\n" +" Option \"Device\" \"/dev/sysmouse\"\n" +" Option \"Buttons\" \"5\"\n" +" Option \"ZAxisMapping\" \"4 5\"\n" +"EndSection" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4373 +msgid "" +"The mouse can be enabled in Emacsby adding these " +"lines to ~/.emacs:" +msgstr "" +"O mouse pode ser habilitado no Emacs adicionando " +"estas linhas ao ~/.emacs:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:4377 +#, no-wrap +msgid "" +";; wheel mouse\n" +"(global-set-key [mouse-4] 'scroll-down)\n" +"(global-set-key [mouse-5] 'scroll-up)" +msgstr "" +";; wheel mouse\n" +"(global-set-key [mouse-4] 'scroll-down)\n" +"(global-set-key [mouse-5] 'scroll-up)" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4385 +msgid "My laptop has a Synaptics touchpad. Can I use it in X?" +msgstr "Meu laptop tem um touchpad Synaptics. Posso usá-lo no X?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4390 +msgid "Yes, after configuring a few things to make it work." +msgstr "Sim, depois de configurar algumas coisas para que funcione." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4393 +msgid "" +"In order to use the Xorg synaptics driver, first remove " +"moused_enable from rc.conf." +msgstr "" +"Para usar o driver synaptics do Xorg, primeiro remova " +"moused_enable do rc.conf ." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4397 +msgid "" +"To enable synaptics, add the following line to /boot/loader.conf:" +msgstr "" +"Para habilitar a synaptics, adicione a seguinte linha ao /boot/" +"loader.conf :" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:4400 +#, no-wrap +msgid "hw.psm.synaptics_support=\"1\"" +msgstr "hw.psm.synaptics_support=\"1\"" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4402 +msgid "Add the following to /etc/X11/xorg.conf:" +msgstr "Adicione o seguinte ao /etc/X11/xorg.conf :" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:4405 +#, no-wrap +msgid "" +"Section \"InputDevice\"\n" +"Identifier \"Touchpad0\"\n" +"Driver \"synaptics\"\n" +"Option \"Protocol\" \"psm\"\n" +"Option \"Device\" \"/dev/psm0\"\n" +"EndSection" +msgstr "" +"Section \"InputDevice\"\n" +"Identifier \"Touchpad0\"\n" +"Driver \"synaptics\"\n" +"Option \"Protocol\" \"psm\"\n" +"Option \"Device\" \"/dev/psm0\"\n" +"EndSection" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4412 +msgid "" +"And be sure to add the following into the ServerLayout " +"section:" +msgstr "" +"E não se esqueça de adicionar o seguinte na seção ServerLayout :" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:4415 +#, no-wrap +msgid "InputDevice \"Touchpad0\" \"SendCoreEvents\"" +msgstr "InputDevice \"Touchpad0\" \"SendCoreEvents\"" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4421 +msgid "How do I use remote X displays?" +msgstr "Como eu uso displays X remotos?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4425 +msgid "" +"For security reasons, the default setting is to not allow a machine to " +"remotely open a window." +msgstr "" +"Por motivos de segurança, a configuração padrão é não permitir que uma " +"máquina abra remotamente uma janela." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4428 +msgid "" +"To enable this feature, start X with the optional " +" argument:" +msgstr "" +"Para ativar esse recurso, inicie o X com o " +"argumento opcional :" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:4432 +#, no-wrap +msgid "% startx -listen_tcp" +msgstr "% startx -listen_tcp" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4438 +msgid "What is a virtual console and how do I make more?" +msgstr "O que é um console virtual e como faço outros?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4443 +msgid "" +"Virtual consoles provide several simultaneous sessions on the same machine " +"without doing anything complicated like setting up a network or running X." +msgstr "" +"Os consoles virtuais fornecem várias sessões simultâneas na mesma máquina " +"sem fazer nada complicado, como configurar uma rede ou executar o X." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4448 +msgid "" +"When the system starts, it will display a login prompt on the monitor after " +"displaying all the boot messages. Type in your login name and password to " +"start working on the first virtual console." +msgstr "" +"Quando o sistema iniciar, ele exibirá um prompt de login no monitor depois " +"de exibir todas as mensagens de inicialização. Digite seu nome de login e " +"senha para começar a trabalhar no primeiro console virtual." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4454 +msgid "" +"To start another session, perhaps to look at documentation for a program or " +"to read mail while waiting for an FTP transfer to finish, hold down " +"Alt and press F2. This will display the " +"login prompt for the second virtual console. To go back to the original " +"session, press AltF1." +msgstr "" +"Para iniciar outra sessão, talvez para examinar a documentação de um " +"programa ou para ler mensagens enquanto aguarda a conclusão de uma " +"transferência por FTP, pressione Alt e pressione " +"F2. Isso exibirá o prompt de login do segundo console " +"virtual. Para voltar à sessão original, pressione AltF1." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4464 +msgid "" +"The default FreeBSD installation has eight virtual consoles enabled. " +"AltF1, AltF2, AltF3, and so on will switch between these " +"virtual consoles." +msgstr "" +"A instalação padrão do FreeBSD possui oito consoles virtuais habilitados. A " +"combinação de teclas Alt " +" F1 , Alt " +" F2 , " +" Alt F3 , e assim por diante " +"alternará entre esses consoles virtuais." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4471 +msgid "" +"To enable more of virtual consoles, edit /etc/ttys (see " +"ttys5) and add entries for ttyv8 to " +"ttyvc, after the comment on Virtual terminals:" +msgstr "" +"Para habilitar mais consoles virtuais, edite /etc/ttys " +"(veja ttys5) e adicione entradas do ttyv8 até o ttyvc , após os comentários na seção " +"Virtual terminals:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:4477 +#, no-wrap +msgid "" +"# Edit the existing entry for ttyv8 in /etc/ttys and change\n" +"# \"off\" to \"on\".\n" +"ttyv8 \"/usr/libexec/getty Pc\" xterm on secure\n" +"ttyv9 \"/usr/libexec/getty Pc\" xterm on secure\n" +"ttyva \"/usr/libexec/getty Pc\" xterm on secure\n" +"ttyvb \"/usr/libexec/getty Pc\" xterm on secure" +msgstr "" +"# Edit the existing entry for ttyv8 in /etc/ttys and change\n" +"# \"off\" to \"on\".\n" +"ttyv8 \"/usr/libexec/getty Pc\" xterm on secure\n" +"ttyv9 \"/usr/libexec/getty Pc\" xterm on secure\n" +"ttyva \"/usr/libexec/getty Pc\" xterm on secure\n" +"ttyvb \"/usr/libexec/getty Pc\" xterm on secure" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4484 +msgid "" +"The more virtual terminals, the more resources that are used. This can be " +"problematic on systems with 8 MB RAM or less. Consider changing " +"secure to insecure." +msgstr "" +"Quanto mais terminais virtuais estiverem ativos, mais recursos serão usados. " +"Isso pode ser um problema em sistemas com 8 MB de RAM ou menos. Considere " +"mudar a opção secure para insecure." + +#. (itstool) path: important/para +#: book.translate.xml:4491 +msgid "" +"In order to run an X server, at least one virtual terminal must be left to " +"off for it to use. This means that only eleven of the Alt-" +"function keys can be used as virtual consoles so that one is left for the X " +"server." +msgstr "" +"Para executar um servidor X, pelo menos um terminal virtual deverá ser " +"deixado como off para ele usar. Isso significa que apenas " +"onze das teclas de função Alt podem ser usadas como consoles virtuais, de " +"modo que uma deverá ser deixada livre para uso do servidor X." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4498 +msgid "" +"For example, to run X and eleven virtual consoles, the setting for virtual " +"terminal 12 should be:" +msgstr "" +"Por exemplo, para executar o X e onze consoles virtuais, a configuração para " +"o terminal virtual 12 deve ser:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:4501 +#, no-wrap +msgid "ttyvb \"/usr/libexec/getty Pc\" xterm off secure" +msgstr "ttyvb \"/usr/libexec/getty Pc\" xterm off secure" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4503 +msgid "The easiest way to activate the virtual consoles is to reboot." +msgstr "A maneira mais fácil de ativar os consoles virtuais é reinicializar." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4510 +msgid "How do I access the virtual consoles from X?" +msgstr "Como eu acesso os consoles virtuais a partir do X?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4514 +msgid "" +"Use CtrlAltFn to switch " +"back to a virtual console. Press CtrlAltF1 to return to the " +"first virtual console." +msgstr "" +"Utilize CtrlAltFn para voltar " +"a um console virtual. Pressione Ctrl Alt F1 para " +"retornar ao primeiro console virtual." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4518 +msgid "" +"Once at a text console, use AltFn to move " +"between them." +msgstr "" +"Uma vez em um console de texto, use Alt " +" F n " +"para mover-se entre eles." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4522 +msgid "" +"To return to the X session, switch to the virtual console running X. If X " +"was started from the command line using startx, the X " +"session will attach to the next unused virtual console, not the text console " +"from which it was invoked. For eight active virtual terminals, X will run on " +"the ninth, so use AltF9." +msgstr "" +"Para retornar à sessão X, mude para o console virtual que está executando o " +"X. Se o X foi iniciado a partir da linha de comando usando startx " +", a sessão X será anexada ao próximo console virtual não " +"utilizado, e não ao console de texto no qual foi invocado. Para oito " +"terminais virtuais ativos, o X será executado no nono, portanto use " +" Alt F9 ." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4534 +msgid "How do I start XDM on boot?" +msgstr "" +"Como faço para carregar o XDM na inicialização?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4539 +msgid "" +"There are two schools of thought on how to start xdm1. One school starts xdm from /etc/" +"ttys (see ttys5) using the supplied " +"example, while the other runs xdm from rc." +"local (see rc8) or from an " +"X script in /usr/local/etc/rc.d. " +"Both are equally valid, and one may work in situations where the other does " +"not. In both cases the result is the same: X will pop up a graphical login " +"prompt." +msgstr "" +"Existem duas escolas de pensamento sobre como iniciar o xdm1. Uma escola inicia o xdm a partir do " +"/etc/ttys (veja ttys5) usando o exemplo " +"fornecido, enquanto o outro executa o xdm a partir do " +"rc.local (veja rc8) ou de um script " +"X localizado em /usr/local/etc/rc.d. Ambos são igualmente válidos, e um pode funcionar em situações em " +"que o outro não funciona. Em ambos os casos, o resultado é o mesmo: O X " +"mostrará um prompt de login gráfico." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4551 +msgid "" +"The ttys5 method has the advantage of documenting which vty " +"X will start on and passing the responsibility of restarting the X server on " +"logout to init8. The rc8 method makes it easy " +"to kill xdm if there is a problem " +"starting the X server." +msgstr "" +"O método ttys5 tem a vantagem de documentar qual vty X iniciará e " +"passando a responsabilidade de reiniciar o servidor X no logout para o " +"init8. O método rc8 facilita o " +"kill xdm se houver um problema ao " +"iniciar o servidor X." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4558 +msgid "" +"If loaded from rc8, xdm should be started without " +"any arguments. xdm must start after " +"getty8 runs, or else getty and xdm will conflict, locking out the console. The best way around this is " +"to have the script sleep 10 seconds or so then launch xdm." +msgstr "" +"Se carregado pelo rc8, o xdm deve ser iniciado sem nenhum argumento. xdm deve " +"iniciar após o getty8 ser executado, ou " +"então getty e xdm entrarão em " +"conflito, bloqueando o console. A melhor maneira de contornar isso é fazer " +"com que o script espere 10 segundos ou mais e, em seguida, iniciar o " +"xdm." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4567 +msgid "" +"When starting xdm from /etc/ttys, " +"there still is a chance of conflict between xdm and " +"getty8. One way to avoid this is to add the vt " +"number in /usr/local/lib/X11/xdm/Xservers:" +msgstr "" +"Ao iniciar o xdm pelo /etc/ttys, " +"ainda há uma chance de conflito entre xdm e " +"getty8. Uma maneira de evitar isso é adicionar o número vt " +" no arquivo /usr/local/lib/X11/xdm/Xservers:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:4574 +#, no-wrap +msgid ":0 local /usr/local/bin/X vt4" +msgstr ":0 local /usr/local/bin/X vt4" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4576 +msgid "" +"The above example will direct the X server to run in /dev/ttyv3. Note the number is offset by one. The X server counts the vty " +"from one, whereas the FreeBSD kernel numbers the vty from zero." +msgstr "" +"O exemplo acima irá direcionar o servidor X para ser executado em /" +"dev/ttyv3. Observe que o número é compensado por um. O servidor X " +"conta a vty a partir de 1, enquanto o kernel do FreeBSD numera a vty a " +"partir de zero." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4585 +msgid "" +"Why do I get Couldn't open console when I run " +"xconsole?" +msgstr "" +"Por que eu obtenho o erro Couldn't open console " +"quando executo o xconsole?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4591 +msgid "" +"When X is started with startx, " +"the permissions on /dev/console will not get changed, resulting in things like xterm -C " +"and xconsole not working." +msgstr "" +"Quando o X é iniciado com o comando " +"startx, as permissões em /dev/console não serão alteradas, o que resultará um " +"comportamento errático de algumas coisas tais como o não funcionamento do " +"xterm -C e do xconsole." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4598 +msgid "" +"This is because of the way console permissions are set by default. On a " +"multi-user system, one does not necessarily want just any user to be able to " +"write on the system console. For users who are logging directly onto a " +"machine with a VTY, the fbtab5 file exists to solve " +"such problems." +msgstr "" +"Isso ocorre devido à maneira como as permissões do console são definidas por " +"padrão. Em um sistema multiusuário, não é necessário que qualquer usuário " +"possa escrever no console do sistema. Para os usuários que estão logando " +"diretamente em uma máquina com um VTY, existe o arquivo " +"fbtab para resolver tais problemas." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4605 +msgid "" +"In a nutshell, make sure an uncommented line of the form is in /" +"etc/fbtab (see fbtab5):" +msgstr "" +"Em poucas palavras, certifique-se de que uma linha não comentada do " +"formulário esteja no /etc/fbtab (veja " +"fbtab5):" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:4609 +#, no-wrap +msgid "/dev/ttyv0 0600 /dev/console" +msgstr "/dev/ttyv0 0600 /dev/console" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4611 +msgid "" +"It will ensure that whomever logs in on /dev/ttyv0 will " +"own the console." +msgstr "" +"Ele irá garantir que quem fizer o login em /dev/ttyv0 " +"será o dono do console." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4619 +msgid "Why does my PS/2 mouse misbehave under X?" +msgstr "Por que meu mouse PS/2 não funciona direito no X?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4623 +msgid "" +"The mouse and the mouse driver may have become out of synchronization. In " +"rare cases, the driver may also erroneously report synchronization errors:" +msgstr "" +"O mouse e o driver do mouse podem estar fora de sincronização. Em casos " +"raros, o driver também pode relatar erroneamente erros de sincronização:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:4627 +#, no-wrap +msgid "psmintr: out of sync (xxxx != yyyy)" +msgstr "psmintr: out of sync (xxxx != yyyy)" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4629 +msgid "" +"If this happens, disable the synchronization check code by setting the " +"driver flags for the PS/2 mouse driver to 0x100. This can " +"be easiest achieved by adding hint.psm.0.flags=\"0x100\" " +"to /boot/loader.conf and rebooting." +msgstr "" +"Se isso acontecer, desative o código de verificação de sincronização " +"definindo as flags de driver para o driver de mouse PS/2 como " +"0x100. Isto pode ser mais facilmente alcançado " +"adicionando hint.psm.0.flags=\"0x100\" ao arquivo " +"/boot/loader.conf e reiniciando." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4640 +msgid "How do I reverse the mouse buttons?" +msgstr "Como eu inverto os botões do mouse?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4644 +msgid "" +"Type xmodmap -e \"pointer = 3 2 1\". Add this command to " +"~/.xinitrc or ~/.xsession to make " +"it happen automatically." +msgstr "" +"Digite xmodmap -e \"pointer = 3 2 1\". Adicione este " +"comando ao ~/.xinitrc ou ~/.xsession para que isso aconteça automaticamente." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4654 +msgid "How do I install a splash screen and where do I find them?" +msgstr "Como faço para instalar uma splash screen e onde posso encontrá-las?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4659 +msgid "" +"The detailed answer for this question can be found in the Boot Time Splash Screens section of the FreeBSD Handbook." +msgstr "" +"A resposta detalhada para essa pergunta pode ser encontrada na seção Telas de inicialização do tempo de inicialização do " +"FreeBSD Handbook." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4668 +msgid "Can I use the Windows keys on my keyboard in X?" +msgstr "Posso usar as teclas do Windows do meu teclado no X?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4673 +msgid "" +"Yes. Use xmodmap1 to define which " +"functions the keys should perform." +msgstr "" +"Sim. Use o xmodmap1 para definir quais " +"funções as teclas devem executar." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4676 +msgid "" +"Assuming all Windows keyboards are standard, the keycodes for these three " +"keys are the following:" +msgstr "" +"Supondo que todos os teclados Windows sigam um padrão, os códigos de teclas " +"para essas três teclas são os seguintes:" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:4682 +msgid "" +"115 — Windows key, between the left-hand " +"Ctrl and Alt keys" +msgstr "" +" 115 - tecla Windows , entre as teclas " +" Ctrl e Alt do lado esquerdo" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:4689 +msgid "" +"116 — Windows key, to the right of " +"AltGr" +msgstr "" +" 116 - tecla Windows , à direita de " +" AltGr " + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:4695 +msgid "" +"117 — Menu, to the left of the right-" +"hand Ctrl" +msgstr "" +" 117 - Menu , à esquerda da tecla " +"Ctrl da direita" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4701 +msgid "To have the left Windows key print a comma, try this." +msgstr "" +"Para que a tecla Windows da esquerda imprima uma vírgula, " +"tente isto." + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:4704 +#, no-wrap +msgid "# xmodmap -e \"keycode 115 = comma\"" +msgstr "# xmodmap -e \"keycode 115 = comma\"" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4706 +msgid "" +"To have the Windows key-mappings enabled automatically " +"every time X is started, either put the xmodmap commands " +"in ~/.xinitrc or, preferably, create a ~/." +"xmodmaprc and include the xmodmap options, one " +"per line, then add the following line to ~/.xinitrc:" +msgstr "" +"Para que os mapeamentos de teclas Windows sejam ativados " +"automaticamente toda vez que X for iniciado, coloque os comandos " +"xmodmap em ~/.xinitrc ou, " +"preferencialmente, crie um ~/.xmodmaprc e inclua as " +"opções xmodmap, uma por linha, e adicione a seguinte " +"linha ao ~/.xinitrc:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:4715 +#, no-wrap +msgid "xmodmap $HOME/.xmodmaprc" +msgstr "xmodmap $HOME/.xmodmaprc" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4717 +msgid "" +"For example, to map the 3 keys to be F13, F14, and F15, respectively. This would make it easy to " +"map them to useful functions within applications or the window manager." +msgstr "" +"Por exemplo, para mapear as 3 chaves para serem F13, " +"F14 e F15, respectivamente. Isso " +"facilitaria mapeá-los para funções úteis em aplicativos ou no gerenciador de " +"janelas." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4723 +msgid "To do this, put the following in ~/.xmodmaprc." +msgstr "" +"Para fazer isto, coloque o seguinte em ~/.xmodmaprc." + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:4726 +#, no-wrap +msgid "" +"keycode 115 = F13\n" +"keycode 116 = F14\n" +"keycode 117 = F15" +msgstr "" +"keycode 115 = F13\n" +"keycode 116 = F14\n" +"keycode 117 = F15" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4730 +msgid "" +"For the x11-wm/fvwm2 desktop manager, one could map the " +"keys so that F13 iconifies or de-iconifies the window the " +"cursor is in, F14 brings the window the cursor is in to the " +"front or, if it is already at the front, pushes it to the back, and " +"F15 pops up the main Workplace menu even if the cursor is " +"not on the desktop, which is useful when no part of the desktop is visible." +msgstr "" +"Para o gerenciador da área de trabalho x11-wm/fvwm2, pode-" +"se mapear as chaves para que F13 seja minimizada a janela " +"em que o cursor está ou a maximize, F14 traz a janela em " +"que o cursor está para a frente ou, se já estiver na frente, a coloca em " +"background F15 aparece no menu principal do Workplace mesmo " +"que o cursor não esteja a área de trabalho, o que é útil quando nenhuma " +"parte da área de trabalho está visível." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4741 +msgid "" +"The following entries in ~/.fvwmrc implement the " +"aforementioned setup:" +msgstr "" +"As seguintes entradas em ~/.fvwmrc implementam a " +"configuração acima mencionada:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:4745 +#, no-wrap +msgid "" +"Key F13 FTIWS A Iconify\n" +"Key F14 FTIWS A RaiseLower\n" +"Key F15 A A Menu Workplace Nop" +msgstr "" +"Key F13 FTIWS A Iconify\n" +"Key F14 FTIWS A RaiseLower\n" +"Key F15 A A Menu Workplace Nop" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4753 +msgid "" +"How can I get 3D hardware acceleration for OpenGL?" +msgstr "" +"Como posso obter aceleração de hardware 3D para o OpenGL ?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4758 +msgid "" +"The availability of 3D acceleration depends on the version of Xorg and the " +"type of video chip. For an nVidia chip, use the binary drivers provided for " +"FreeBSD by installing one of the following ports:" +msgstr "" +"A disponibilidade da aceleração 3D depende da versão do Xorg e do tipo de " +"chip de vídeo. Para um chip da nVidia, use os drivers binários fornecidos " +"para o FreeBSD instalando um dos seguintes ports:" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4764 +msgid "" +"The latest versions of nVidia cards are supported by the x11/nvidia-" +"driver port." +msgstr "" +"As versões mais recentes das placas nVidia são suportadas pelo port " +" x11/nvidia-driver ." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4768 +msgid "" +"Older drivers are available as x11/nvidia-driver-###" +msgstr "" +"Drivers mais antigos estão disponíveis como x11/nvidia-driver-" +" ### " + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4771 +msgid "" +"nVidia provides detailed information on which card is supported by which " +"driver on their web site: http://www.nvidia.com/object/IO_32667.html." +msgstr "" +"A nVidia fornece informações detalhadas sobre qual placa é suportada por " +"qual driver em seu site: http://www.nvidia.com /object/IO_32667.html." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4774 +msgid "" +"For Matrox G200/G400, check the x11-drivers/xf86-video-mga port." +msgstr "" +"Para a Matrox G200/G400, verifique o port x11-drivers/xf86-video-" +"mga." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4778 +msgid "" +"For ATI Rage 128 and Radeon see ati4, r1284 and radeon4." +msgstr "" +"Para a ATI Rage 128 e Radeon, consulte ati4, r1284 and radeon4." + +#. (itstool) path: chapter/title +#: book.translate.xml:4786 +msgid "Networking" +msgstr "Networking" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4791 +msgid "Where can I get information on diskless booting?" +msgstr "" +"Onde posso obter informações sobre a inicialização sem disco?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4796 +msgid "" +"Diskless booting means that the FreeBSD box is booted over a " +"network, and reads the necessary files from a server instead of its hard " +"disk. For full details, see the Handbook entry on " +"diskless booting." +msgstr "" +"Inicialização sem disco significa que o sistema FreeBSD é " +"inicializado através de uma rede e lê os arquivos necessários de um servidor " +"ao invés de seu disco rígido. Para maiores detalhes, consulte a entrada do " +"Handbook Inicialização sem disco." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4806 +msgid "Can a FreeBSD box be used as a dedicated network router?" +msgstr "Uma maquina FreeBSD pode ser usada como um roteador de rede dedicado?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4811 +msgid "" +"Yes. Refer to the Handbook entry on advanced " +"networking, specifically the section on routing and gateways." +msgstr "" +"Sim. Consulte a entrada do Manual em rede avançada, especificamente a seção sobre roteamento e " +"gateways." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4819 +msgid "" +"Can I connect my Windows box to " +"the Internet via FreeBSD?" +msgstr "" +"Posso conectar minha maquina Windows à Internet via FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4824 +msgid "" +"Typically, people who ask this question have two PCs at home, one with " +"FreeBSD and one with some version of Windows the idea is to use the FreeBSD box to connect to the " +"Internet and then be able to access the Internet from the Windows box through the FreeBSD box. This is " +"really just a special case of the previous question and works perfectly well." +msgstr "" +"Normalmente, as pessoas que fazem essa pergunta têm dois PCs em casa, um com " +"o FreeBSD e outro com alguma versão do Windows, a idéia é usar o sistema FreeBSD para conectar-se à " +"Internet e depois ser capaz de acessar a Internet a partir do sistema " +"Windows através do sistema " +"FreeBSD. Este é realmente apenas um caso especial da pergunta anterior e " +"funciona perfeitamente bem." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4832 +msgid "" +"Dialup users must use and set gateway_enable to YES in /etc/rc.conf. " +"For more information, refer to ppp8 or the Handbook entry on user PPP." +msgstr "" +"Usuários de rede discada devem usar e definir " +"gateway_enable para YES no arquivo " +"/etc/rc.conf. Para obter mais informações, consulte " +"ppp8 ou o manual no usuário PPP." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4839 +msgid "" +"If the connection to the Internet is over Ethernet, use " +"natd8. A tutorial can be found in the natd section of the Handbook." +msgstr "" +"Se a conexão com a Internet for pela Ethernet, use " +"natd8 . Um tutorial pode ser encontrado na seção natd do manual." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4847 +msgid "Does FreeBSD support PPP?" +msgstr "O FreeBSD suporta PPP?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4851 +msgid "" +"Yes. ppp8 provides support for both incoming and outgoing " +"connections." +msgstr "" +"Sim. O ppp8 fornece suporte para conexões de entrada e saída." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4854 +msgid "" +"For more information on how to use this, refer to the Handbook chapter on PPP." +msgstr "" +"Para obter mais informações sobre como usar isso, consulte o capítulo sobre o PPP no Handbook." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4862 +msgid "Does FreeBSD support NAT or Masquerading?" +msgstr "O FreeBSD suporta NAT ou Mascaramento de IPs?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4866 +msgid "" +"Yes. For instructions on how to use NAT over a PPP connection, see the Handbook entry on PPP. To use NAT over some other sort of " +"network connection, look at the natd section of the Handbook." +msgstr "" +"Sim. Para obter instruções sobre como usar o NAT em uma conexão PPP, " +"consulte a seção do PPP no manual. Para usar o NAT em algum " +"outro tipo de conexão de rede, consulte a seção natd do manual." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4877 +msgid "How can I set up Ethernet aliases?" +msgstr "Como posso configurar aliases de Ethernet?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4881 +msgid "" +"If the alias is on the same subnet as an address already configured on the " +"interface, add netmask 0xffffffff to this command:" +msgstr "" +"Se o alias estiver na mesma sub-rede que um endereço já configurado na " +"interface, adicione netmask 0xffffffff a este comando:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:4886 +#, no-wrap +msgid "# ifconfig ed0 alias 192.0.2.2 netmask 0xffffffff" +msgstr "# ifconfig ed0 alias 192.0.2.2 netmask 0xffffffff" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4888 +msgid "Otherwise, specify the network address and netmask as usual:" +msgstr "" +"Caso contrário, especifique o endereço de rede e a máscara de rede como de " +"costume:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:4891 +#, no-wrap +msgid "# ifconfig ed0 alias 172.16.141.5 netmask 0xffffff00" +msgstr "# ifconfig ed0 alias 172.16.141.5 netmask 0xffffff00" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4893 +msgid "" +"More information can be found in the FreeBSD Handbook." +msgstr "" +"Mais informações podem ser encontradas Handbook do FreeBSD." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4899 +msgid "" +"Why can I not NFS-mount from a Linux box?" +msgstr "" +"Por que não posso montar o NFS de uma máquina Linux?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4903 +msgid "" +"Some versions of the Linux NFS " +"code only accept mount requests from a privileged port; try to issue the " +"following command:" +msgstr "" +"Algumas versões do código NFS do Linux aceitam somente solicitações de montagem vindas de uma porta " +"privilegiada; tente executar o seguinte comando:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:4907 +#, no-wrap +msgid "# mount -o -P linuxbox:/blah /mnt" +msgstr "# mount -o -P linuxbox:/blah /mnt" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4913 +msgid "" +"Why does mountd keep telling me it can't " +"change attributes and that I have a bad exports list on my FreeBSD NFS server?" +msgstr "" +"Por que o comando mountd continua me dizendo que ele " +"can't change attributes (não pode alterar os " +"atributos) e que eu tenho uma bad exports list (lista " +"de exports ruins) no meu servidor NFS do FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4920 +msgid "" +"The most frequent problem is not understanding the correct format of " +"/etc/exports. Review " +"exports5 and the NFS entry in the " +"Handbook, especially the section on configuring NFS." +msgstr "" +"O problema mais freqüente é não entender o formato correto de /etc/" +"exports. Revise exports5 e o NFS no manual, especialmente na seção configurando o NFS." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4930 +msgid "How do I enable IP multicast support?" +msgstr "Como faço para ativar o suporte a multicast IP?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4934 +msgid "" +"Install the net/mrouted package or port and add " +"mrouted_enable=\"YES\" to /etc/rc.conf start this service at boot time." +msgstr "" +"Instale o pacote ou port net/mrouted e adicione " +"mrouted_enable=\"YES\" ao /etc/rc.conf para que o FreeBSD inicie este serviço no momento da inicialização." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4944 +msgid "Why do I have to use the FQDN for hosts on my site?" +msgstr "Por que preciso usar o FQDN para hosts na minha rede?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4949 +msgid "" +"See the answer in the FreeBSD Handbook." +msgstr "" +"Veja a resposta no Handbook do FreeBSD." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4955 +msgid "" +"Why do I get an error, Permission denied, for all " +"networking operations?" +msgstr "" +"Por que recebo oerro, Permission denied, para todas " +"as operações de rede?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4961 +msgid "" +"If the kernel is compiled with the IPFIREWALL option, be " +"aware that the default policy is to deny all packets that are not explicitly " +"allowed." +msgstr "" +"Se o kernel é compilado com a opção IPFIREWALL, esteja " +"ciente de que a política padrão é negar todos os pacotes que não são " +"explicitamente permitidos." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4966 +msgid "" +"If the firewall is unintentionally misconfigured, restore network " +"operability by typing the following as root:" +msgstr "" +"Se o firewall foi inadvertidamente configurado de forma errada, restaure a " +"operacionalidade da rede digitando o seguinte comando como root:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:4970 +#, no-wrap +msgid "# ipfw add 65534 allow all from any to any" +msgstr "# ipfw add 65534 allow all from any to any" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4972 +msgid "" +"Consider setting firewall_type=\"open\" in /etc/" +"rc.conf." +msgstr "" +"Considere configurar a opção firewall_type=\"open\" no " +"/etc/rc.conf." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4976 +msgid "" +"For further information on configuring this firewall, see the Handbook chapter." +msgstr "" +"Para obter mais informações sobre como configurar seu firewall, consulte o " +"Handbook." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:4984 +msgid "" +"Why is my ipfw fwd rule to redirect a " +"service to another machine not working?" +msgstr "" +"Por que minha regra ipfw fwd para " +"redirecionar um serviço para outra máquina que não está funcionando?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4990 +msgid "" +"Possibly because network address translation (NAT) is needed instead of just " +"forwarding packets. A fwd rule only forwards packets, it does " +"not actually change the data inside the packet. Consider this rule:" +msgstr "" +"Possivelmente porque você precisa utilizar a conversão de endereços de rede " +"(NAT) em vez de apenas encaminhar os pacotes. Uma regra fwd " +"apenas encaminha os pacotes, ela não altera os dados dentro do pacote. " +"Considere esta regra:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:4996 +#, no-wrap +msgid "01000 fwd 10.0.0.1 from any to foo 21" +msgstr "01000 fwd 10.0.0.1 from any to foo 21" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:4998 +msgid "" +"When a packet with a destination address of foo " +"arrives at the machine with this rule, the packet is forwarded to " +"10.0.0.1, but it still has the destination " +"address of foo. The destination address of the " +"packet is not changed to 10.0.0.1. Most machines " +"would probably drop a packet that they receive with a destination address " +"that is not their own. Therefore, using a fwd rule does not " +"often work the way the user expects. This behavior is a feature and not a " +"bug." +msgstr "" +"Quando um pacote com um endereço de destino foo " +"chega à máquina com esta regra, o pacote é encaminhado para " +"10.0.0.1, mas ainda tem o endereço de destino " +"foo. O endereço de destino do pacote não é " +"alterado para 10.0.0.1. A maioria das máquinas " +"provavelmente descartaria um pacote que recebesse com um endereço de destino " +"que não fosse o seu. Portanto, usar uma regra fwd geralmente " +"não funciona da maneira esperada pelo usuário. Esse comportamento é um " +"recurso e não um bug." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5012 +msgid "" +"See the FAQ about " +"redirecting services, the natd8 manual, or one of the " +"several port redirecting utilities in the Ports Collection for a correct " +"way to do this." +msgstr "" +"Veja o FAQ sobre " +"redirecionamento de serviços, o manual do " +"natd8, ou um dos vários utilitários de redirecionamento de porta na " +"Coleção de Portas para uma maneira correta de fazer isso." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5021 +msgid "How can I redirect service requests from one machine to another?" +msgstr "" +"Como posso redirecionar as solicitações de serviço de uma máquina para outra?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5026 +msgid "" +"FTP and other service requests can be redirected with the sysutils/" +"socket package or port. Replace the entry for the service in " +"/etc/inetd.conf to call socket, as " +"seen in this example for ftpd:" +msgstr "" +"FTP e outras solicitações de serviço podem ser redirecionadas com o pacote " +"ou port sysutils/socket. Substitua a entrada para o " +"serviço em /etc/inetd.conf para chamar socket, conforme visto neste exemplo para ftpd:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:5033 +#, no-wrap +msgid "ftp stream tcp nowait nobody /usr/local/bin/socket socket ftp.example.com ftp" +msgstr "ftp stream tcp nowait nobody /usr/local/bin/socket socket ftp.example.com ftp" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5035 +msgid "" +"where ftp.example.com and ftp are the host and port to redirect to, respectively." +msgstr "" +"na qual ftp.example.com e ftp são o host e a porta de destino do redirecionamento, " +"respectivamente." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5043 +msgid "Where can I get a bandwidth management tool?" +msgstr "Onde posso obter uma ferramenta de gerenciamento de largura de banda?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5047 +msgid "" +"There are three bandwidth management tools available for FreeBSD. " +"dummynet4 is integrated into FreeBSD as part of " +"ipfw4. ALTQ has been integrated into FreeBSD as part of " +"pf4. Bandwidth Manager from Emerging Technologies is a commercial product." +msgstr "" +"Existem três ferramentas de gerenciamento de largura de banda disponíveis " +"para o FreeBSD. dummynet4 é integrado ao FreeBSD " +"como parte do ipfw4. ALTQ foi integrado ao FreeBSD como parte " +"do pf4. O Bandwidth Manager das Tecnologias Emergentes é um produto comercial." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5058 +msgid "Why do I get /dev/bpf0: device not configured?" +msgstr "" +"Por que estou recebendo o erro /dev/bpf0: device not configured?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5063 +msgid "" +"The running application requires the Berkeley Packet Filter " +"(bpf4), but it was removed from a custom kernel. Add this to the " +"kernel config file and build a new kernel:" +msgstr "" +"O aplicativo em execução requer o Packet Filter da Berkeley " +"(bpf4), mas ele foi removido de um kernel personalizado. Adicione " +"isto ao arquivo de configuração do kernel e construa um novo kernel:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:5068 +#, no-wrap +msgid "device bpf # Berkeley Packet Filter" +msgstr "device bpf # Berkeley Packet Filter" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5074 +msgid "" +"How do I mount a disk from a Windows machine that is on my network, like smbmount in Linux?" +msgstr "" +"Como faço para montar um disco de uma máquina Windows que esteja na minha rede, tal como o smbmount no " +"Linux?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5079 +msgid "" +"Use the SMBFS toolset. It includes a set of " +"kernel modifications and a set of userland programs. The programs and " +"information are available as mount_smbfs8 in the base system." +msgstr "" +"Use o conjunto de ferramentas SMBFS. Ele inclui " +"um conjunto de modificações do kernel e um conjunto de programas da área de " +"usuário. Os programas e as informações necessárias estão disponíveis como " +"mount_smbfs8 no sistema base." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5089 +msgid "" +"What are these messages about: Limiting icmp/open port/closed " +"port response in my log files?" +msgstr "" +"O que são essas mensagens sobre: ​​Limiting icmp/open port/closed " +"port response em meus arquivos de log?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5095 +msgid "" +"This kernel message indicates that some activity is provoking it to send a " +"large amount of ICMP or TCP reset (RST) responses. ICMP responses are often " +"generated as a result of attempted connections to unused UDP ports. TCP " +"resets are generated as a result of attempted connections to unopened TCP " +"ports. Among others, these are the kinds of activities which may cause these " +"messages:" +msgstr "" +"Esta mensagem do kernel indica que alguma atividade está provocando o envio " +"de uma grande quantidade de respostas de reset de ICMP ou TCP (RST). As " +"respostas ICMP são frequentemente geradas como resultado de tentativas de " +"conexão a portas UDP não utilizadas. Os resets TCP são geradas como " +"resultado de tentativas de conexão a portas TCP não abertas. Entre outros, " +"esses são os tipos de atividades que podem causar essas mensagens:" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:5106 +msgid "" +"Brute-force denial of service (DoS) attacks (as opposed to single-packet " +"attacks which exploit a specific vulnerability)." +msgstr "" +"Ataques de negação de serviço (DoS) de força bruta (em oposição a ataques de " +"pacote único que exploram uma vulnerabilidade específica)." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:5112 +msgid "" +"Port scans which attempt to connect to a large number of ports (as opposed " +"to only trying a few well-known ports)." +msgstr "" +"Varreduras de porta que tentam se conectar a um grande número de portas (em " +"oposição a apenas tentar algumas portas conhecidas)." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5118 +msgid "" +"The first number in the message indicates how many packets the kernel would " +"have sent if the limit was not in place, and the second indicates the limit. " +"This limit is controlled using net.inet.icmp.icmplim. " +"This example sets the limit to 300 packets per second:" +msgstr "" +"O primeiro número na mensagem indica quantos pacotes o kernel teria enviado " +"se o limite não estivesse no lugar e o segundo indica o limite. Este limite " +"é controlado usando net.inet.icmp.icmplim. Este exemplo " +"define o limite para 300 pacotes por segundo:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:5126 +#, no-wrap +msgid "# sysctl net.inet.icmp.icmplim=300" +msgstr "# sysctl net.inet.icmp.icmplim=300" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5128 +msgid "" +"To disable these messages without disabling response limiting, use " +"net.inet.icmp.icmplim_output to disable the output:" +msgstr "" +"Para desativar essas mensagens sem desativar a limitação de resposta, use o " +"net.inet.icmp.icmplim_output para desativar a saída:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:5134 +#, no-wrap +msgid "# sysctl net.inet.icmp.icmplim_output=0" +msgstr "# sysctl net.inet.icmp.icmplim_output=0" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5136 +msgid "" +"Finally, to disable response limiting completely, set net.inet.icmp." +"icmplim to 0. Disabling response limiting is " +"discouraged for the reasons listed above." +msgstr "" +"Finalmente, para desabilitar completamente a limitação de resposta, " +"configure net.inet.icmp.icmplim para 0. Desabilitar a limitação de resposta é desencorajado pelos motivos " +"listados acima." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5145 +msgid "" +"What are these arp: unknown hardware address format " +"error messages?" +msgstr "" +"O que são essas mensagens de erro arp: unknown hardware address " +"format?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5150 +msgid "" +"This means that some device on the local Ethernet is using a MAC address in " +"a format that FreeBSD does not recognize. This is probably caused by someone " +"experimenting with an Ethernet card somewhere else on the network. This is " +"most commonly seen on cable modem networks. It is harmless, and should not " +"affect the performance of the FreeBSD system." +msgstr "" +"Isso significa que algum dispositivo na Ethernet local está usando um " +"endereço MAC em um formato que o FreeBSD não reconhece. Isso provavelmente é " +"causado por alguém que está experimentando uma placa Ethernet em algum outro " +"lugar da rede. Isso é mais comumente visto em redes de modem a cabo. É " +"inofensivo e não deve afetar o desempenho do sistema FreeBSD." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5162 +msgid "" +"Why do I keep seeing messages like: 192.168.0.10 is on fxp1 but " +"got reply from 00:15:17:67:cf:82 on rl0, and how do I disable it?" +msgstr "" +"Por que eu continuo vendo mensagens como: 192.168.0.10 is on fxp1 " +"but got reply from 00:15:17:67:cf:82 on rl0, e como desabilitá-" +"lo?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5169 +msgid "" +"Because a packet is coming from outside the network unexpectedly. To disable " +"them, set net.link.ether.inet.log_arp_wrong_iface to " +"0." +msgstr "" +"Porque um pacote está vindo de fora da rede inesperadamente. Para desativá-" +"los, defina net.link.ether.inet.log_arp_wrong_iface como " +"0." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5178 +msgid "How do I compile an IPv6 only kernel?" +msgstr "Como faço para compilar um kernel com suporte somente ao IPv6?" + +#. (itstool) path: para/screen +#: book.translate.xml:5184 +#, fuzzy, no-wrap +msgid "" +"include GENERIC\n" +"ident GENERIC-IPV6ONLY\n" +"makeoptions MKMODULESENV+=\"WITHOUT_INET_SUPPORT=\"\n" +"nooptions INET\n" +"nodevice gre" +msgstr "" +"\n" +"include GENERIC\n" +"ident GENERIC-IPV6ONLY\n" +"makeoptions MKMODULESENV+=\"WITHOUT_INET_SUPPORT=\"\n" +"nooptions INET\n" +"nodevice gre\n" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5182 +msgid "Configure your kernel with these settings: <_:screen-1/>" +msgstr "Configure seu kernel com estas configurações: <_:screen-1/>" + +#. (itstool) path: chapter/title +#: book.translate.xml:5195 +msgid "Security" +msgstr "Segurança" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5200 +msgid "What is a sandbox?" +msgstr "O que é uma caixa de areia (sandbox)?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5203 +msgid "Sandbox is a security term. It can mean two things:" +msgstr "" +"Sandbox é um termo de segurança. Isso pode significar duas " +"coisas:" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:5208 +msgid "" +"A process which is placed inside a set of virtual walls that are designed to " +"prevent someone who breaks into the process from being able to break into " +"the wider system." +msgstr "" +"Um processo que é colocado dentro de um conjunto de paredes virtuais que são " +"projetadas para impedir que alguém que interrompa o processo seja capaz de " +"invadir o sistema mais amplo." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:5213 +msgid "" +"The process is only able to run inside the walls. Since nothing the process " +"does in regards to executing code is supposed to be able to breach the " +"walls, a detailed audit of its code is not needed in order to be able to say " +"certain things about its security." +msgstr "" +"O processo só é capaz de correr dentro das barreiras. Desde que nada que o " +"processo faça em relação à execução de código seja capaz de violar as " +"barreiras, uma auditoria detalhada de seu código não é necessária para poder " +"dizer certas coisas sobre sua segurança." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:5220 +msgid "" +"The walls might be a user ID, for example. This is the definition used in " +"the security7 and named8 man pages." +msgstr "" +"As barreiras podem ser um ID do usuário, por exemplo. Esta é a definição " +"usada nas páginas de manual de security7 e " +"named8." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:5224 +msgid "" +"Take the ntalk service, for example (see " +"inetd8). This service used to run as user ID root. Now it runs as user ID tty. The tty user is a sandbox designed to make it more difficult for someone " +"who has successfully hacked into the system via ntalk " +"from being able to hack beyond that user ID." +msgstr "" +"Veja o serviço ntalk, por exemplo (veja " +"inetd8). Este serviço costumava rodar como ID de usuário root. Agora ele é executado como ID do " +"usuário tty. O usuário " +"tty é um sandbox projetado para " +"tornar mais difícil para alguém que invadiu o sistema com sucesso através do " +"ntalk ser capaz de hackear além do seu ID de usuário." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:5235 +msgid "" +"A process which is placed inside a simulation of the machine. It means that " +"someone who is able to break into the process may believe that he can break " +"into the wider machine but is, in fact, only breaking into a simulation of " +"that machine and not modifying any real data." +msgstr "" +"Um processo que é colocado dentro de uma simulação da máquina. Isso " +"significa que alguém que é capaz de entrar no processo pode acreditar que " +"ele pode invadir a máquina mais ampla, mas está, na verdade, apenas " +"invadindo uma simulação dessa máquina e não modificando nenhum dado real." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:5242 +msgid "" +"The most common way to accomplish this is to build a simulated environment " +"in a subdirectory and then run the processes in that directory chrooted so " +"that / for that process is this directory, not the real " +"/ of the system)." +msgstr "" +"A maneira mais comum de fazer isso é construir um ambiente simulado em um " +"subdiretório e então executar os processos nesse diretório chrooted para que " +"o diretório / para esse processo seja este, não o " +"diretório / real do sistema)." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:5249 +msgid "" +"Another common use is to mount an underlying file system read-only and then " +"create a file system layer on top of it that gives a process a seemingly " +"writeable view into that file system. The process may believe it is able to " +"write to those files, but only the process sees the effects — other " +"processes in the system do not, necessarily." +msgstr "" +"Outro uso comum é montar um sistema de arquivos subjacente somente leitura " +"e, em seguida, criar uma camada do sistema de arquivos sobre ele, o que dá a " +"um processo uma visualização aparentemente gravável nesse sistema de " +"arquivos. O processo pode acreditar que é capaz de escrever nesses arquivos, " +"mas o processo apenas vê os efeitos - outros processos no sistema não, " +"necessariamente." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:5257 +msgid "" +"An attempt is made to make this sort of sandbox so transparent that the user " +"(or hacker) does not realize that he is sitting in it." +msgstr "" +"Foi feita uma tentativa de tornar esse tipo de sandbox tão transparente que " +"o usuário (ou hacker) não percebe que está dentro dele." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5263 +msgid "" +"UNIX implements two core " +"sandboxes. One is at the process level, and one is at the userid level." +msgstr "" +"O UNIX implementa dois sandboxes " +"principais. Um está no nível do processo e o outro está no nível do usuário." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5266 +msgid "" +"Every UNIX process is completely " +"firewalled off from every other UNIX process. One process cannot modify the address space of another." +msgstr "" +"Todo processo UNIX é " +"completamente protegido contra qualquer outro processo UNIX. Um processo não pode modificar o espaço de " +"endereço de outro." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5270 +msgid "" +"A UNIX process is owned by a " +"particular userid. If the user ID is not the root user, it serves to firewall the process off from " +"processes owned by other users. The user ID is also used to firewall off on-" +"disk data." +msgstr "" +"Um processo UNIX é de " +"propriedade de um determinado ID de usuário. Se o ID de usuário não for o " +"usuário root, ele servirá para " +"proteger o processo contra processos pertencentes a outros usuários. O ID do " +"usuário também é usado para proteger os dados no disco." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5280 +msgid "What is securelevel?" +msgstr "O que é securelevel?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5284 +msgid "" +"securelevel is a security mechanism implemented in the " +"kernel. When the securelevel is positive, the kernel restricts certain " +"tasks; not even the superuser (root) is allowed to do them. The securelevel mechanism limits the " +"ability to:" +msgstr "" +"securelevel é um mecanismo de segurança implementado no " +"kernel. Quando o nível de segurança é positivo, o kernel restringe certas " +"tarefas; nem mesmo o superusuário (root) pode executá-los. O mecanismo de securelevel limita a " +"capacidade de:" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:5293 +msgid "" +"Unset certain file flags, such as schg (the system " +"immutable flag)." +msgstr "" +"Desativar determinados flags de arquivo, tais como schg " +"(o flag de sistema imutável)." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:5299 +msgid "" +"Write to kernel memory via /dev/mem and /dev/" +"kmem." +msgstr "" +"Escrever na memória do kernel através de /dev/mem e " +"/dev/kmem." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:5305 +msgid "Load kernel modules." +msgstr "Carregar módulos do kernel." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:5309 +msgid "Alter firewall rules." +msgstr "Alterar as regras do firewall." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5313 +msgid "To check the status of the securelevel on a running system:" +msgstr "Para verificar o status do securelevel em um sistema em execução:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:5316 +#, no-wrap +msgid "# sysctl -n kern.securelevel" +msgstr "# sysctl -n kern.securelevel" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5318 +msgid "" +"The output contains the current value of the securelevel. If it is greater " +"than 0, at least some of the securelevel's protections are enabled." +msgstr "" +"A saída contém o valor atual do nível de segurança. Se for maior que 0, pelo " +"menos algumas das proteções do securelevel são ativadas." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5323 +msgid "" +"The securelevel of a running system cannot be lowered as this would defeat " +"its purpose. If a task requires that the securelevel be non-positive, change " +"the kern_securelevel and " +"kern_securelevel_enable variables in /etc/rc." +"conf and reboot." +msgstr "" +"O securelevel de um sistema em execução não pode ser reduzido, pois isso " +"invalidaria seu propósito. Se uma tarefa exigir que o securelevel seja não-" +"positivo, altere as variáveis ​​kern_securelevel e " +"kern_securelevel_enable em /etc/rc.conf e reinicialize." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5330 +msgid "" +"For more information on securelevel and the specific things all the levels " +"do, consult init8." +msgstr "" +"Para obter mais informações sobre o securelevel e as coisas específicas que " +"todos os níveis fazem, consulte init8." + +#. (itstool) path: warning/para +#: book.translate.xml:5334 +msgid "" +"Securelevel is not a silver bullet; it has many known deficiencies. More " +"often than not, it provides a false sense of security." +msgstr "" +"O securelevel não é uma bala de prata; tem muitas deficiências conhecidas. " +"Mais frequentemente do que não, fornece uma falsa sensação de segurança." + +#. (itstool) path: warning/para +#: book.translate.xml:5338 +msgid "" +"One of its biggest problems is that in order for it to be at all effective, " +"all files used in the boot process up until the securelevel is set must be " +"protected. If an attacker can get the system to execute their code prior to " +"the securelevel being set (which happens quite late in the boot process " +"since some things the system must do at start-up cannot be done at an " +"elevated securelevel), its protections are invalidated. While this task of " +"protecting all files used in the boot process is not technically impossible, " +"if it is achieved, system maintenance will become a nightmare since one " +"would have to take the system down, at least to single-user mode, to modify " +"a configuration file." +msgstr "" +"Um dos seus maiores problemas é que, para que seja eficaz, todos os arquivos " +"usados ​​no processo de inicialização até que o nível de segurança seja " +"definido devem ser protegidos. Se um invasor puder fazer o sistema executar " +"seu código antes do nível de segurança que está sendo definido (o que " +"acontece muito tarde no processo de inicialização, pois algumas coisas que o " +"sistema deve fazer na inicialização não podem ser feitas em um nível " +"elevado), suas proteções são invalidadas . Embora essa tarefa de proteger " +"todos os arquivos usados ​​no processo de inicialização não seja tecnicamente " +"impossível, se for obtida, a manutenção do sistema se tornará um pesadelo, " +"já que seria necessário desativar o sistema, pelo menos no modo de usuário " +"único, para modificar um arquivo de configuração." + +#. (itstool) path: warning/para +#: book.translate.xml:5353 +msgid "" +"This point and others are often discussed on the mailing lists, particularly " +"the FreeBSD security mailing list. Search the archives here for an " +"extensive discussion. A more fine-grained mechanism is preferred." +msgstr "" +"Este ponto e outros são frequentemente discutidos nas listas de discussão, " +"particularmente na lista de discussão de segurança do FreeBSD. Pesquise nos arquivos aqui para uma discussão extensa. Um mecanismo mais " +"refinado é o preferido." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5364 +msgid "" +"BIND9 (named) is listening on " +"some high-numbered ports. What is going on?" +msgstr "" +"O BIND9 (named) está escutando " +"em algumas portas de numeração alta. O que está acontecendo?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5370 +msgid "" +"BIND uses a random high-numbered port for outgoing queries. Recent versions " +"of it choose a new, random UDP port for each query. This may cause problems " +"for some network configurations, especially if a firewall blocks incoming " +"UDP packets on particular ports. To get past that firewall, try the " +"avoid-v4-udp-ports and avoid-v6-udp-ports options to avoid selecting random port numbers within a blocked " +"range." +msgstr "" +"O BIND usa uma porta aleatória de numeração alta para consultas de saída. " +"Versões recentes dele escolhem uma nova porta UDP aleatória para cada " +"consulta. Isso pode causar problemas para algumas configurações de rede, " +"especialmente se um firewall bloquear pacotes UDP de entrada em portas " +"específicas. Para passar por esse firewall, tente as opções avoid-" +"v4-udp-ports e avoid-v6-udp-ports para evitar a " +"seleção de números de porta aleatórios dentro de um intervalo bloqueado." + +#. (itstool) path: warning/para +#: book.translate.xml:5382 +msgid "" +"If a port number (like 53) is specified via the query-source or query-source-v6 options in /usr/" +"local/etc/namedb/named.conf, randomized port selection will not " +"be used. It is strongly recommended that these options not be used to " +"specify fixed port numbers." +msgstr "" +"Se um número de porta (como 53) for especificado através das opções " +"query-source ou query-source-v6 em " +"/usr/local/etc/namedb/named .conf, a seleção de portas " +"aleatórias não será usada. É altamente recomendável que essas opções não " +"sejam usadas para especificar números de porta fixos." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5392 +msgid "" +"Congratulations, by the way. It is good practice to read " +"sockstat1 output and notice odd things!" +msgstr "" +"Parabéns, a propósito. É uma boa prática ler a saída " +"sockstat1 e observar coisas estranhas!" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5400 +msgid "" +"The Sendmail daemon is listening on port 587 as " +"well as the standard port 25! What is going on?" +msgstr "" +"O daemon Sendmail está escutando na porta 587, " +"assim como na porta padrão 25! O que está acontecendo?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5406 +msgid "" +"Recent versions of Sendmail support a mail " +"submission feature that runs over port 587. This is not yet widely " +"supported, but is growing in popularity." +msgstr "" +"Versões recentes do Sendmail suportam um recurso " +"de envio de mensagens que é executado pela porta 587. Isso ainda não é " +"amplamente suportado, mas está crescendo em popularidade." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5415 +msgid "" +"What is this UID 0 toor account? " +"Have I been compromised?" +msgstr "" +"O que é essa conta UID 0 toor? " +"Eu fui comprometido?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5420 +msgid "" +"Do not worry. toor is an " +"alternative superuser account, where toor is root spelled " +"backwards. It is intended to be used with a non-standard shell so the " +"default shell for root does not " +"need to change. This is important as shells which are not part of the base " +"distribution, but are instead installed from ports or packages, are " +"installed in /usr/local/bin which, by default, resides " +"on a different file system. If root's shell is located in /usr/local/bin and " +"the file system containing /usr/local/bin) is not " +"mounted, root will not be able " +"to log in to fix a problem and will have to reboot into single-user mode in " +"order to enter the path to a shell." +msgstr "" +"Não se preocupe. toor é uma " +"conta de superusuário alternativa, onde toor é root soletrada " +"para ao contrário. Ele deve ser usado com um shell não padrão, portanto, o " +"shell padrão para root não " +"precisa ser alterado. Isto é importante porque os shells que não fazem parte " +"da distribuição base, mas que são instalados a partir de ports ou packages, " +"são instalados em /usr/local/bin que, por padrão, " +"reside em um sistema de arquivos diferente . Se o shell do root estiver localizado em /usr/local/" +"bin e o sistema de arquivos contendo /usr/local/bin) não está montado, root não poderá efetuar login para corrigir um problema e terá que " +"reinicializar no modo de usuário único para inserir o caminho para um shell." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5437 +msgid "" +"Some people use toor for day-to-" +"day root tasks with a non-" +"standard shell, leaving root, " +"with a standard shell, for single-user mode or emergencies. By default, a " +"user cannot log in using toor as " +"it does not have a password, so log in as root and set a password for toor before using it to login." +msgstr "" +"Algumas pessoas usam toor para " +"tarefas do dia-a-dia do root com " +"um shell não padrão, deixando o root, com um shell padrão, para o modo de usuário único ou " +"emergências. Por padrão, um usuário não pode logar usando toor porque ele não tem uma senha, então efetue " +"login como root e defina um " +"senha para toor antes de usá-lo " +"para efetuar login." + +#. (itstool) path: chapter/title +#: book.translate.xml:5451 +msgid "PPP" +msgstr "PPP" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5456 +msgid "" +"I cannot make ppp8 work. What am I doing wrong?" +msgstr "" +"Não consigo fazer o ppp8 funcionar. O que estou " +"fazendo de errado?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5461 +msgid "" +"First, read ppp8 and the PPP section of " +"the Handbook. To assist in troubleshooting, enable logging with the " +"following command:" +msgstr "" +"Primeiro, leia o ppp8 e o seção sobre PPP do Handbook. Para ajudar na solução de " +"problemas, ative os logs com o seguinte comando:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:5467 +#, no-wrap +msgid "set log Phase Chat Connect Carrier lcp ipcp ccp command" +msgstr "set log Phase Chat Connect Carrier lcp ipcp ccp command" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5469 +msgid "" +"This command may be typed at the ppp8 command prompt or it " +"may be entered at the start of the default section in " +"/etc/ppp/ppp.conf. Make sure that /etc/syslog." +"conf contains the lines below and the file /var/log/ppp." +"log exists:" +msgstr "" +"Este comando pode ser digitado no prompt de comando " +"ppp8 ou pode ser inserido no início da seção default do arquivo /etc/ppp/ppp.conf. Certifique-se de " +"que o arquivo /etc/syslog.conf contenha as linhas " +"abaixo e de que o arquivo /var/log/ppp.log exista:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:5477 +#, no-wrap +msgid "" +"!ppp\n" +"*.* /var/log/ppp.log" +msgstr "" +"!ppp\n" +"*.* /var/log/ppp.log" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5480 +msgid "" +"A lot about what is going can be learned from the log file. Do not worry if " +"it does not all make sense as it may make sense to someone else." +msgstr "" +"Muito sobre o que está acontecendo pode ser aprendido no arquivo de log. Não " +"se preocupe se isso não faz sentido, pois pode fazer sentido para outra " +"pessoa." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5488 +msgid "" +"Why does ppp8 hang when I run it?" +msgstr "" +"Por que o ppp8 é interrompido quando eu o executo?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5492 +msgid "" +"This is usually because the hostname will not resolve. The best way to fix " +"this is to make sure that /etc/hosts is read first by " +"the by ensuring that the hosts line is listed first in " +"/etc/host.conf. Then, put an entry in /etc/" +"hosts for the local machine. If there is no local network, change " +"the localhost line:" +msgstr "" +"Geralmente, isso ocorre porque o nome do host não será resolvido. A melhor " +"maneira de corrigir isso é certificar-se de que /etc/hosts seja lido primeiro, garantindo que a linha hosts seja listada primeiro em /etc/host.conf. Em " +"seguida, insira uma entrada em /etc/hosts para a " +"máquina local. Se não houver nenhuma rede local, altere a linha " +"localhost:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:5501 +#, no-wrap +msgid "127.0.0.1 foo.example.com foo localhost" +msgstr "127.0.0.1 foo.example.com foo localhost" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5503 +msgid "" +"Otherwise, add another entry for the host. Consult the relevant manual pages " +"for more details." +msgstr "" +"Caso contrário, adicione outra entrada para o host. Consulte as páginas de " +"manual relevantes para mais detalhes." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5506 +msgid "" +"When finished, verify that this command is successful: ping -c1 " +"`hostname`." +msgstr "" +"Quando terminar, verifique se este comando foi bem sucedido: ping -" +"c1 `hostname`." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5513 +msgid "" +"Why will ppp8 not dial in -auto mode?" +msgstr "" +"Por que o ppp8 não disca no modo -auto?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5518 +msgid "" +"First, check that a default route exists. This command should display two " +"entries:" +msgstr "" +"Primeiro, verifique se existe uma rota padrão. Este comando deve exibir duas " +"entradas:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:5521 +#, no-wrap +msgid "" +"Destination Gateway Flags Refs Use Netif Expire\n" +"default 10.0.0.2 UGSc 0 0 tun0\n" +"10.0.0.2 10.0.0.1 UH 0 0 tun0" +msgstr "" +"Destination Gateway Flags Refs Use Netif Expire\n" +"default 10.0.0.2 UGSc 0 0 tun0\n" +"10.0.0.2 10.0.0.1 UH 0 0 tun0" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5525 +msgid "" +"If a default route is not listed, make sure that the HISADDR line has been added to /etc/ppp/ppp.conf." +msgstr "" +"Se uma rota padrão não estiver listada, certifique-se de que a linha " +"HISADDR foi adicionada ao /etc/ppp/ppp.conf." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5530 +msgid "" +"Another reason for the default route line being missing is that a default " +"route has been added to /etc/rc.conf and this line is " +"missing from /etc/ppp/ppp.conf:" +msgstr "" +"Outro motivo para a falta da linha de rota padrão é que uma rota padrão foi " +"adicionada ao /etc/rc.conf e esta linha está faltando " +"no arquivo /etc/ppp/ppp.conf:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:5536 +#, no-wrap +msgid "delete ALL" +msgstr "delete ALL" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5538 +msgid "" +"If this is the case, go back to the Final System " +"Configuration section of the Handbook." +msgstr "" +"Se esse for o caso, volte para seção Configuração " +"final do sistema no Handbook." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5546 +msgid "What does No route to host mean?" +msgstr "O que o erro No route to host significa?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5551 +msgid "" +"This error is usually because the following section is missing in /" +"etc/ppp/ppp.linkup:" +msgstr "" +"Este erro geralmente ocorre porque a seguinte seção está faltando no arquivo " +"/etc/ppp/ppp.linkup:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:5555 +#, no-wrap +msgid "" +"MYADDR:\n" +" delete ALL\n" +" add 0 0 HISADDR" +msgstr "" +"MYADDR:\n" +" delete ALL\n" +" add 0 0 HISADDR" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5559 +msgid "" +"This is only necessary for a dynamic IP address or when the address of the " +"default gateway is unknown. When using interactive mode, the following can " +"be typed in after entering packet mode. Packet mode is indicated by the " +"capitalized PPP in the prompt:" +msgstr "" +"Isso é necessário apenas para um endereço IP dinâmico ou quando o endereço " +"do gateway padrão é desconhecido. Ao usar o modo interativo, o seguinte pode " +"ser digitado depois de entrar no modo de pacote. O modo de pacote é indicado " +"pelo PPP em letras maiúsculas no prompt:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:5566 +#, no-wrap +msgid "" +"delete ALL\n" +"add 0 0 HISADDR" +msgstr "" +"delete ALL\n" +"add 0 0 HISADDR" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5569 +msgid "" +"Refer to the PPP and Dynamic IP addresses section of the Handbook for further details." +msgstr "" +"Consulte a seção Endereços IP dinâmicos e " +"PPP do manual para mais detalhes." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5577 +msgid "Why does my connection drop after about 3 minutes?" +msgstr "Por que minha conexão cai depois de 3 minutos?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5582 +msgid "" +"The default PPP timeout is 3 minutes. This can be adjusted with the " +"following line:" +msgstr "" +"O tempo limite padrão do PPP é de 3 minutos. Isso pode ser ajustado com a " +"seguinte linha:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:5585 +#, no-wrap +msgid "set timeout NNN" +msgstr "set timeout NNN" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5587 +msgid "" +"where NNN is the number of seconds of inactivity " +"before the connection is closed. If NNN is zero, " +"the connection is never closed due to a timeout. It is possible to put this " +"command in ppp.conf, or to type it at the prompt in " +"interactive mode. It is also possible to adjust it on the fly while the line " +"is active by connecting to ppp's server socket " +"using telnet1 or pppctl8. Refer to the " +"ppp8 man page for further details." +msgstr "" +"onde NNN é o número de segundos de inatividade " +"antes que a conexão seja fechada. Se NNN for " +"zero, a conexão nunca será fechada devido a um tempo limite. É possível " +"colocar este comando em ppp.conf, ou digitá-lo no " +"prompt no modo interativo. Também é possível ajustá-lo rapidamente enquanto " +"a linha está ativa conectando-se ao socket de servidor do ppp usando telnet1 ou " +"pppctl8. Consulte a página do manual ppp8 para obter mais " +"detalhes." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5602 +msgid "Why does my connection drop under heavy load?" +msgstr "Por que minha conexão cai sob carga pesada?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5606 +msgid "" +"If Link Quality Reporting (LQR) is configured, it is " +"possible that too many LQR packets are lost between the " +"FreeBSD system and the peer. ppp8 deduces that the line " +"must therefore be bad, and disconnects. LQR is disabled " +"by default and can be enabled with the following line:" +msgstr "" +"Se o relatório de qualidade de link (LQR) estiver " +"configurado, é possível que muitos pacotes LQR sejam " +"perdidos entre o sistema FreeBSD e o peer. ppp8 deduz que a linha deve " +"ser ruim e desconectada. O LQR vem desativado por padrão " +"e pode ser ativado com a seguinte linha:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:5614 book.translate.xml:5940 +#, no-wrap +msgid "enable lqr" +msgstr "enable lqr" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5620 +msgid "Why does my connection drop after a random amount of time?" +msgstr "Por que minha conexão cai depois de um período de tempo aleatório?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5625 +msgid "" +"Sometimes, on a noisy phone line or even on a line with call waiting " +"enabled, the modem may hang up because it incorrectly thinks that it lost " +"carrier." +msgstr "" +"Às vezes, em uma linha telefônica barulhenta ou mesmo em uma linha com a " +"chamada em espera ativada, o modem pode desligar porque acha incorretamente " +"que perdeu conexão com a operadora." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5629 +msgid "" +"There is a setting on most modems for determining how tolerant it should be " +"to temporary losses of carrier. Refer to the modem manual for details." +msgstr "" +"Há uma configuração na maioria dos modems para determinar quão tolerante " +"deve ser a perda temporária de conexão com portadora. Consulte o manual do " +"modem para detalhes." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5637 +msgid "Why does my connection hang after a random amount of time?" +msgstr "Por que minha conexão cai após um período aleatório de tempo?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5642 +msgid "" +"Many people experience hung connections with no apparent explanation. The " +"first thing to establish is which side of the link is hung." +msgstr "" +"Muitas pessoas experimentam conexões pendentes sem explicação aparente. A " +"primeira coisa a estabelecer é de que lado do link está pendurado." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5646 +msgid "" +"When using an external modem, try using ping8 to see if the " +"TD light is flashing when data is transmitted. If it " +"flashes but the RD light does not, the problem is with " +"the remote end. If TD does not flash, the problem is " +"local. With an internal modem, use the set server command " +"in ppp.conf. When the hang occurs, connect to " +"ppp8 using pppctl8. If the network " +"connection suddenly revives due to the activity on the diagnostic socket, or " +"if it will not connect but the set socket command " +"succeeded at startup time, the problem is local. If it can connect but " +"things are still hung, enable local logging with set log local " +"async and use ping8 from another window or " +"terminal to make use of the link. The async logging will show the data being " +"transmitted and received on the link. If data is going out and not coming " +"back, the problem is remote." +msgstr "" +"Ao usar um modem externo, tente usar ping8 para ver se a luz de " +"TD está piscando quando os dados são transmitidos . Se " +"piscar, mas a luz de RD não, o problema é com a " +"extremidade remota. Se TD não piscar, o problema é local. " +"Com um modem interno, use o comando set server em " +"ppp.conf. Quando o problema ocorrer, conecte-se ao " +"ppp8 usando pppctl8. Se a conexão de rede " +"reviver repentinamente devido à atividade no socket de diagnóstico ou se não " +"se conectar, mas o comando set socket for bem-sucedido na " +"inicialização, o problema é local. Se ele puder se conectar, mas as coisas " +"ainda estiverem travadas, ative o log local com set log local " +"async e use ping8 de outra janela ou " +"terminal para fazer uso do link. O registro assíncrono mostrará os dados " +"sendo transmitidos e recebidos no link. Se os dados estão saindo e não " +"voltando, o problema é remoto." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5668 +msgid "" +"Having established whether the problem is local or remote, there are now two " +"possibilities:" +msgstr "" +"Tendo estabelecido se o problema é local ou remoto, existem agora duas " +"possibilidades:" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:5673 +msgid "" +"If the problem is remote, read on entry ." +msgstr "" +"Se o problema for remoto, leia a entrada ." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:5677 +msgid "If the problem is local, read on entry ." +msgstr "Se o problema é local, leia a entrada ." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5685 +msgid "The remote end is not responding. What can I do?" +msgstr "A ponta remota não está respondendo. O que eu posso fazer?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5690 +msgid "" +"There is very little that can be done about this. Many ISPs will refuse to " +"help users not running a Microsoft OS. Add enable lqr to /etc/ppp/ppp." +"conf, allowing ppp8 to detect the remote " +"failure and hang up. This detection is relatively slow and therefore not " +"that useful." +msgstr "" +"Há muito pouco que pode ser feito sobre isso. Muitos ISPs recusam-se a " +"ajudar usuários que não estejam executando um SO da Microsoft. Adicione enable lqr " +"ao /etc/ppp/ppp.conf, permitindo " +"ppp8 para detectar a falha remota e desligar. Essa detecção é " +"relativamente lenta e, portanto, não é tão útil." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5698 +msgid "" +"First, try disabling all local compression by adding the following to the " +"configuration:" +msgstr "" +"Primeiro, tente desativar toda a compactação local adicionando o seguinte à " +"configuração:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:5701 +#, no-wrap +msgid "" +"disable pred1 deflate deflate24 protocomp acfcomp shortseq vj\n" +"deny pred1 deflate deflate24 protocomp acfcomp shortseq vj" +msgstr "" +"disable pred1 deflate deflate24 protocomp acfcomp shortseq vj\n" +"deny pred1 deflate deflate24 protocomp acfcomp shortseq vj" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5704 +msgid "" +"Then reconnect to ensure that this makes no difference. If things improve or " +"if the problem is solved completely, determine which setting makes the " +"difference through trial and error. This is good information for the ISP, " +"although it may make it apparent that it is not a Microsoft system." +msgstr "" +"Em seguida, reconecte para garantir que isso não faz diferença. Se as coisas " +"melhorarem ou se o problema for resolvido completamente, determine qual " +"configuração faz a diferença através de tentativa e erro. Esta é uma boa " +"informação para o ISP, embora possa tornar aparente que não é um sistema " +"Microsoft." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5711 +msgid "" +"Before contacting the ISP, enable async logging locally and wait until the " +"connection hangs again. This may use up quite a bit of disk space. The last " +"data read from the port may be of interest. It is usually ASCII data, and " +"may even describe the problem (Memory fault, " +"Core dumped)." +msgstr "" +"Antes de entrar em contato com o ISP, ative o registro assíncrono localmente " +"e aguarde até que a conexão seja interrompida novamente. Isso pode usar um " +"pouco de espaço em disco. Os últimos dados lidos da porta podem ser de " +"interesse. Geralmente são dados ASCII e podem até descrever o problema " +"(Memory fault, Core dumped)." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5719 +msgid "" +"If the ISP is helpful, they should be able to enable logging on their end, " +"then when the next link drop occurs, they may be able to tell why their side " +"is having a problem." +msgstr "" +"Se o ISP for útil, eles devem ser capazes de habilitar o log em sua " +"finalização, então quando o próximo link falhar, eles poderão dizer por que " +"seu lado está tendo um problema." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5728 +msgid "" +"ppp8 has hung. What can I do?" +msgstr "" +"ppp8 foi desativado. O que eu posso fazer?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5732 +msgid "" +"In this case, rebuild ppp8 with debugging " +"information, and then use gdb1 to grab a stack trace " +"from the ppp process that is stuck. To rebuild " +"the ppp utility with debugging information, type:" +msgstr "" +"Nesse caso, reconstrua o ppp8 com informações de " +"depuração e, em seguida, use gdb1 para pegar um rastrear " +"uma pilha do processo ppp que está travado. Para " +"reconstruir o utilitário ppp com informações de " +"depuração, digite:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:5739 +#, no-wrap +msgid "" +"# cd /usr/src/usr.sbin/ppp\n" +"# env DEBUG_FLAGS='-g' make clean\n" +"# env DEBUG_FLAGS='-g' make install" +msgstr "" +"# cd /usr/src/usr.sbin/ppp\n" +"# env DEBUG_FLAGS='-g' make clean\n" +"# env DEBUG_FLAGS='-g' make install" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5743 +msgid "" +"Then, restart ppp and wait until it hangs again. " +"When the debug build of ppp hangs, start " +"gdb on the stuck process by typing:" +msgstr "" +"Em seguida, reinicie o ppp e espere até que ele " +"seja interrompido novamente. Quando a compilação de depuração do " +"ppp é interrompida, inicie o gdb no processo travado digitando:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:5749 +#, no-wrap +msgid "# gdb ppp `pgrep ppp`" +msgstr "# gdb ppp `pgrep ppp`" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5751 +msgid "" +"At the gdb prompt, use the bt " +"or where commands to get a stack trace. Save the output " +"of the gdb session, and detach " +"from the running process by typing quit." +msgstr "" +"No prompt gdb, use os comandos bt ou where para obter um rastreamento de pilha. " +"Salve a saída da sessão gdb e " +"desconecte do processo em execução, digitando quit ." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5762 +msgid "I keep seeing errors about magic being the same. What does it mean?" +msgstr "" +"Eu continuo vendo erros sobre a magia sendo a mesma. O que isso significa?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5767 +msgid "" +"Occasionally, just after connecting, there may be messages in the log that " +"say Magic is same. Sometimes, these messages are " +"harmless, and sometimes one side or the other exits. Most PPP " +"implementations cannot survive this problem, and even if the link seems to " +"come up, there will be repeated configure requests and configure " +"acknowledgments in the log file until ppp8 eventually gives up " +"and closes the connection." +msgstr "" +"Ocasionalmente, logo após a conexão, pode haver mensagens no log que digam " +"que Magic é o mesmo. Às vezes, essas mensagens são " +"inofensivas e, às vezes, um lado ou outro termina. A maioria das " +"implementações do PPP não pode sobreviver a esse problema, e mesmo se o link " +"aparecer, haverá solicitações de configuração repetidas e configuração de " +"reconhecimentos no arquivo de log até que o " +"ppp8 eventualmente desiste e fecha a conexão." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5777 +msgid "" +"This normally happens on server machines with slow disks that are spawning a " +"getty8 on the port, and executing ppp8 from a login script or " +"program after login. There were reports of it happening consistently when " +"using slirp. The reason is that in the time taken between " +"getty8 exiting and ppp8 starting, the client-" +"side ppp8 starts sending Line Control Protocol (LCP) " +"packets. Because ECHO is still switched on for the port on the server, the " +"client ppp8 sees these packets reflect back." +msgstr "" +"Isso normalmente acontece em máquinas servidor com discos lentos que estão " +"gerando um getty8 na porta e executando " +"ppp8 a partir de um script de login ou programa após o login. Houve " +"relatos de que isso acontecia de forma consistente ao usar slirp. A razão é " +"que no tempo entre getty8 terminar e o " +"ppp8 iniciar, o cliente ppp8 inicia o envio de " +"pacotes do protocolo de controle de linha (LCP). Como o ECHO ainda está " +"ligado à porta do servidor, o cliente ppp8 vê esses pacotes sendo " +" refletidos de volta." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5788 +msgid "" +"One part of the LCP negotiation is to establish a magic number for each side " +"of the link so that reflections can be detected. The protocol " +"says that when the peer tries to negotiate the same magic number, a NAK " +"should be sent and a new magic number should be chosen. During the period " +"that the server port has ECHO turned on, the client " +"ppp8 sends LCP packets, sees the same magic in the reflected packet " +"and NAKs it. It also sees the NAK reflect (which also means " +"ppp8 must change its magic). This produces a potentially enormous " +"number of magic number changes, all of which are happily piling into the " +"server's tty buffer. As soon as ppp8 starts on the server, " +"it is flooded with magic number changes and almost immediately decides it " +"has tried enough to negotiate LCP and gives up. Meanwhile, the client, who " +"no longer sees the reflections, becomes happy just in time to see a hangup " +"from the server." +msgstr "" +"Uma parte da negociação do LCP é estabelecer um número mágico para cada lado " +"do link para que as reflexões possam ser detectadas. O " +"protocolo diz que quando o parceiro tenta negociar o mesmo número mágico, um " +"NAK deve ser enviado e um novo número mágico deve ser escolhido. Durante o " +"período em que a porta do servidor tem o ECHO ligado, o cliente " +"ppp8 envia pacotes LCP, vê o mesmo numero mágica no pacote " +"refletido e reflete o NAK. Ele também vê a reflexão NAK (que também " +"significa que o ppp8 deve mudar seu numero " +"magico). Isso produz um número potencialmente enorme de mudanças no número " +"mágico, todas as quais estão se acumulando alegremente no buffer tty do " +"servidor. Assim que ppp8 é iniciado no " +"servidor, ele é inundado com alterações de numeros mágicos e quase " +"imediatamente decide que tentou o suficiente para negociar LCP e desiste. " +"Enquanto isso, o cliente, que não vê mais as reflexões, fica feliz a tempo " +"de ver um desligamento do servidor." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5806 +msgid "" +"This can be avoided by allowing the peer to start negotiating with the " +"following line in ppp.conf:" +msgstr "" +"Isto pode ser evitado permitindo que o par comece a negociar com a seguinte " +"linha em ppp.conf:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:5810 book.translate.xml:5885 +#, no-wrap +msgid "set openmode passive" +msgstr "set openmode passive" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5812 +msgid "" +"This tells ppp8 to wait for the server to initiate LCP " +"negotiations. Some servers however may never initiate negotiations. In this " +"case, try something like:" +msgstr "" +"Isto diz ao ppp8 para esperar que o servidor inicie as negociações " +"do LCP. Alguns servidores, no entanto, nunca podem iniciar negociações. " +"Nesse caso, tente algo como:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:5817 +#, no-wrap +msgid "set openmode active 3" +msgstr "set openmode active 3" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5819 +msgid "" +"This tells ppp8 to be passive for 3 seconds, and then to start " +"sending LCP requests. If the peer starts sending requests during this " +"period, ppp8 will immediately respond rather than waiting for " +"the full 3 second period." +msgstr "" +"Isso informa ao ppp8 para ser passivo por 3 " +"segundos e, em seguida, para iniciar o envio de solicitações de LCP. Se o " +"peer começar a enviar pedidos durante este período, " +"ppp8 responderá imediatamente, em vez de esperar pelo período " +"completo de 3 segundos." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5829 +msgid "" +"LCP negotiations continue until the connection is closed. What is wrong?" +msgstr "" +"As negociações LCP continuam até que a conexão seja encerrada. O que está " +"errado?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5834 +msgid "" +"There is currently an implementation mis-feature in " +"ppp8 where it does not associate LCP, CCP & IPCP responses with " +"their original requests. As a result, if one PPP implementation is more than " +"6 seconds slower than the other side, the other side will send two " +"additional LCP configuration requests. This is fatal." +msgstr "" +"Há atualmente uma implementação incorreta no " +"ppp8 onde ele não associa LCP, CCP & Respostas IPCP com seus " +"pedidos originais. Como resultado, se uma implementação de PPP for mais de 6 " +"segundos mais lenta do que o outro lado, o outro lado enviará duas " +"solicitações adicionais de configuração de LCP. Isso é fatal." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5842 +msgid "" +"Consider two implementations, A and B. A starts sending LCP requests " +"immediately after connecting and B takes 7 seconds " +"to start. When B starts, A " +"has sent 3 LCP REQs. We are assuming the line has ECHO switched off, " +"otherwise we would see magic number problems as described in the previous " +"section. B sends a REQ, then an ACK to the first of " +"A's REQs. This results in A entering the OPENED state and sending and ACK " +"(the first) back to B. In the meantime, " +"B sends back two more ACKs in response to the two " +"additional REQs sent by A before B started up. B then receives the first " +"ACK from A and enters the OPENED " +"state. A receives the second ACK from " +"B and goes back to the REQ-SENT " +"state, sending another (forth) REQ as per the RFC. It then receives the " +"third ACK and enters the OPENED state. In the meantime, " +"B receives the forth REQ from A, resulting in it reverting to the ACK-SENT " +"state and sending another (second) REQ and (forth) ACK as per the RFC. " +"A gets the REQ, goes into REQ-SENT and sends another REQ. It immediately receives the following ACK " +"and enters OPENED." +msgstr "" +"Considere duas implementações, A e B. A começa a enviar solicitações LCP " +"imediatamente após a conexão e B leva 7 segundos " +"para iniciar. Quando B é iniciado, A enviou 3 LCP REQs. Estamos supondo que a linha esteja com ECHO " +"desligado, caso contrário, veríamos problemas com números mágicos conforme " +"descrito na seção anterior. B envia um REQ e, em " +"seguida, um ACK para o primeiro dos REQs de A. Isso " +"resulta em A inserindo o estado OPENED e enviando e ACK (o primeiro) de volta para B. Enquanto isso, B envia de volta mais " +"dois ACKs em resposta aos dois REQs adicionais enviados por A antes de B ser iniciado. B recebe o primeiro ACK de A e entra no " +"estado OPENED. A recebe o " +"segundo ACK de B e retorna ao estado de " +"REQ-SENT, enviando outro (adiante) REQ de acordo com o " +"RFC. Em seguida, recebe o terceiro ACK e entra no estado OPENED. Enquanto isso, B recebe o quarto REQ de " +"A, resultando na sua reversão para o estado " +"ACK-SENT e enviando outro (segundo) REQ e (adiante) ACK " +"de acordo com o RFC. A obtém o REQ, entra em " +"REQ-SENT e envia outro REQ. Ele recebe imediatamente o " +"seguinte ACK e insere OPENED." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5877 +msgid "" +"This goes on until one side figures out that they are getting nowhere and " +"gives up." +msgstr "" +"Isso continua até que um lado conclui que eles estão chegando a lugar nenhum " +"e desiste." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5880 +msgid "" +"The best way to avoid this is to configure one side to be passive — that is, make one side wait for the other to start negotiating. " +"This can be done with the following command:" +msgstr "" +"A melhor maneira de evitar isso é configurar um lado para ser " +"passivo - isto é, fazer um lado esperar que o outro " +"comece a negociar. Isso pode ser feito com o seguinte comando:" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5887 +msgid "" +"Care should be taken with this option. This command can also be used to " +"limit the amount of time that ppp8 waits for the peer to " +"begin negotiations:" +msgstr "" +"Deve ser tomado cuidado com esta opção. Este comando também pode ser usado " +"para limitar a quantidade de tempo que o ppp8 aguarda que o par " +"inicie as negociações:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:5892 +#, no-wrap +msgid "set stopped N" +msgstr "set stopped N" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5894 +msgid "" +"Alternatively, the following command (where N is " +"the number of seconds to wait before starting negotiations) can be used:" +msgstr "" +"Alternativamente, o seguinte comando (onde N é o " +"número de segundos a aguardar antes de iniciar as negociações) pode ser " +"usado:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:5898 +#, no-wrap +msgid "set openmode active N" +msgstr "set openmode active N" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5900 +msgid "Check the manual page for details." +msgstr "Verifique a página de manual para detalhes." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5906 +msgid "" +"Why does ppp8 lock up when I shell out to test it?" +msgstr "" +"Por que ppp8 bloqueia quando eu me deponho a testá-lo?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5911 +msgid "" +"When using shell or !, " +"ppp8 executes a shell or the passed arguments. The " +"ppp program will wait for the command to complete " +"before continuing. Any attempt to use the PPP link while running the command " +"will appear as a frozen link. This is because " +"ppp8 is waiting for the command to complete." +msgstr "" +"Ao usar shell ou !, " +"ppp8 executa um shell ou os argumentos passados. O programa " +"ppp aguardará a conclusão do comando antes de " +"continuar. Qualquer tentativa de usar o link PPP durante a execução do " +"comando aparecerá como um link congelado. Isso ocorre porque " +"ppp8 está aguardando a conclusão do comando." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5920 +msgid "" +"To execute commands like this, use !bg instead. This will " +"execute the given command in the background, and " +"ppp8 can continue to service the link." +msgstr "" +"Para executar comandos como este, use !bg. Isso executará " +"o comando fornecido em segundo plano e ppp8 pode continuar a " +"fornecer o link." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5929 +msgid "" +"Why does ppp8 over a null-modem cable never exit?" +msgstr "" +"Por que ppp8 sobre um cabo de modem nulo nunca finaliza?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5934 +msgid "" +"There is no way for ppp8 to automatically " +"determine that a direct connection has been dropped. This is due to the " +"lines that are used in a null-modem serial cable. When using this sort of " +"connection, LQR should always be enabled with the following line:" +msgstr "" +"Não há nenhuma maneira do ppp " +"8 determinar automaticamente que uma " +"conexão direta foi eliminada. Isso se deve às linhas usadas em um cabo " +"serial de modem nulo. Ao usar esse tipo de conexão, o LQR deve estar sempre " +"ativado com a seguinte linha:" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5942 +msgid "LQR is accepted by default if negotiated by the peer." +msgstr "O LQR é aceito por padrão se negociado pelo par." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:5949 +msgid "" +"Why does ppp8 dial for no reason in mode?" +msgstr "" +"Por que o ppp8 disca sem motivo no modo ?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5954 +msgid "" +"If ppp8 is dialing unexpectedly, determine the cause, and set up dial " +"filters to prevent such dialing." +msgstr "" +"Se o ppp8 estiver discando inesperadamente, determine a " +"causa e configure os filtros de discagem para evitar que isso ocorra." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5958 +msgid "To determine the cause, use the following line:" +msgstr "Para determinar a causa, use a seguinte linha:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:5960 +#, no-wrap +msgid "set log +tcp/ip" +msgstr "set log +tcp/ip" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5962 +msgid "" +"This will log all traffic through the connection. The next time the line " +"comes up unexpectedly, the reason will be logged with a convenient timestamp " +"next to it." +msgstr "" +"Isso registrará todo o tráfego através da conexão. Na próxima vez que a " +"linha conectar inesperadamente, o motivo será registrado e terá um carimbo " +"conveniente com a data e hora ao lado dele." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5967 +msgid "" +"Next, disable dialing under these circumstances. Usually, this sort of " +"problem arises due to DNS lookups. To prevent DNS lookups from establishing " +"a connection (this will not prevent " +"ppp8 from passing the packets through an established connection), " +"use the following:" +msgstr "" +"Em seguida, desative a discagem nessas circunstâncias. Geralmente, esse tipo " +"de problema surge devido a pesquisas de DNS. Para impedir que as pesquisas " +"de DNS estabeleçam uma conexão (isso não impedirá que o " +"ppp8 passe os pacotes através de um diretório estabelecido) " +"conexão), use o seguinte:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:5974 +#, no-wrap +msgid "" +"set dfilter 1 deny udp src eq 53\n" +"set dfilter 2 deny udp dst eq 53\n" +"set dfilter 3 permit 0/0 0/0" +msgstr "" +"set dfilter 1 deny udp src eq 53\n" +"set dfilter 2 deny udp dst eq 53\n" +"set dfilter 3 permit 0/0 0/0" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5978 +msgid "" +"This is not always suitable, as it will effectively break demand-dial " +"capabilities. Most programs will need a DNS lookup before doing any other " +"network related things." +msgstr "" +"Isso nem sempre é adequado, já que efetivamente quebra os recursos de " +"discagem por demanda. A maioria dos programas precisará de uma pesquisa de " +"DNS antes de fazer qualquer outra coisa relacionada à rede." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5983 +msgid "" +"In the DNS case, try to determine what is actually trying to resolve a host " +"name. A lot of the time, Sendmail is the culprit. " +"Make sure to configure Sendmail not to do any DNS " +"lookups in its configuration file. See the section on using email with a dialup connection in the FreeBSD Handbook for " +"details. You may also want to add the following line to .mc:" +msgstr "" +"No caso do DNS, tente determinar o que realmente está tentando resolver um " +"nome de host. A maior parte do tempo, o Sendmail " +"é o culpado. Certifique-se de configurar o Sendmail para não fazer nenhuma pesquisa de DNS em seu arquivo de " +"configuração. Veja a seção sobre usando e-mail com uma " +"conexão discada no manual do FreeBSD para detalhes. Você também pode " +"adicionar a seguinte linha ao .mc:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:5994 +#, no-wrap +msgid "define(`confDELIVERY_MODE', `d')dnl" +msgstr "define(`confDELIVERY_MODE', `d')dnl" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:5996 +msgid "" +"This will make Sendmail queue everything until " +"the queue is run, usually, every 30 minutes, or until a sendmail -" +"q is done, perhaps from /etc/ppp/ppp.linkup." +msgstr "" +"Isso fará com que o Sendmail enfileire tudo até " +"que a fila seja executada, normalmente, a cada 30 minutos, ou até que um " +"sendmail -q seja feito, talvez do /etc/ppp/ppp." +"linkup." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6006 +msgid "What do these CCP errors mean?" +msgstr "O que esses erros de CCP significam?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6010 +msgid "I keep seeing the following errors in my log file:" +msgstr "Eu continuo vendo os seguintes erros no meu arquivo de log:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:6013 +#, no-wrap +msgid "" +"CCP: CcpSendConfigReq\n" +"CCP: Received Terminate Ack (1) state = Req-Sent (6)" +msgstr "" +"CCP: CcpSendConfigReq\n" +"CCP: Received Terminate Ack (1) state = Req-Sent (6)" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6016 +msgid "" +"This is because ppp8 is trying to negotiate " +"Predictor1 compression, but the peer does not want to negotiate any " +"compression at all. The messages are harmless, but can be silenced by " +"disabling the compression:" +msgstr "" +"Isso ocorre porque o ppp8 está tentando negociar " +"a compactação Predictor1, mas o par não deseja negociar nenhuma compactação. " +"As mensagens são inofensivas, mas podem ser silenciadas desativando a " +"compactação:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:6022 +#, no-wrap +msgid "disable pred1" +msgstr "disable pred1" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6028 +msgid "" +"Why does ppp8 not log my connection speed?" +msgstr "" +"Por que o ppp8 não registra minha velocidade de conexão?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6033 +msgid "To log all lines of the modem conversation, enable the following:" +msgstr "" +"Para registrar todas as linhas da conversação do modem, ative o seguinte:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:6037 +#, no-wrap +msgid "set log +connect" +msgstr "set log +connect" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6039 +msgid "" +"This will make ppp8 log everything up until the last requested " +"expect string." +msgstr "" +"Isso fará com que o ppp8 registre tudo até a " +"última string expect seja solicitada." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6042 +msgid "" +"To see the connect speed when using PAP or CHAP, make sure to configure " +"ppp8 to expect the whole CONNECT line, using something like this:" +msgstr "" +"Para ver a velocidade de conexão ao usar o PAP ou o CHAP, certifique-se de " +"configurar ppp8 para esperar toda a linha CONNECT, usando algo " +"assim:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:6048 +#, no-wrap +msgid "" +"set dial \"ABORT BUSY ABORT NO\\\\sCARRIER TIMEOUT 4 \\\n" +" \\\"\\\" ATZ OK-ATZ-OK ATDT\\\\T TIMEOUT 60 CONNECT \\\\c \\\\n\"" +msgstr "" +"set dial \"ABORT BUSY ABORT NO\\\\sCARRIER TIMEOUT 4 \\\n" +" \\\"\\\" ATZ OK-ATZ-OK ATDT\\\\T TIMEOUT 60 CONNECT \\\\c \\\\n\"" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6051 +msgid "" +"This gets the CONNECT, sends nothing, then expects a line-feed, forcing " +"ppp8 to read the whole CONNECT response." +msgstr "" +"Isso obtém o CONNECT, não envia nada, então espera um avanço de linha, " +"forçando o ppp8 a ler toda a resposta CONNECT." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6059 +msgid "" +"Why does ppp8 ignore the \\ character in my " +"chat script?" +msgstr "" +"Por que o ppp8 ignora o caractere \\ no meu " +"script de bate-papo?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6064 +msgid "" +"The ppp utility parses each line in its " +"configuration files so that it can interpret strings such as set " +"phone \"123 456 789\" correctly and realize that the number is " +"actually only one argument. To specify a \" character, " +"escape it using a backslash (\\)." +msgstr "" +"O utilitário ppp analisa cada linha em seus " +"arquivos de configuração para que ela possa interpretar corretamente " +"seqüências de caracteres como set phone \"123 456 789\" e " +"perceber que o número é realmente apenas um argumento . Para especificar um " +"caractere \", escape-o usando uma barra invertida " +"(\\)." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6072 +msgid "" +"When the chat interpreter parses each argument, it re-interprets the " +"argument to find any special escape sequences such as \\P " +"or \\T. As a result of this double-parsing, remember to " +"use the correct number of escapes." +msgstr "" +"Quando o interpretador de conversas analisa cada argumento, ele reinterpreta " +"o argumento para encontrar qualquer sequência especiais escapadas, como " +"\\P ou \\T. Como resultado dessa " +"análise dupla, lembre-se de usar o número correto de escapes." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6079 +msgid "To actually send a \\ character, do something like:" +msgstr "" +"Para realmente enviar um caractere \\ , faça algo como:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:6083 +#, no-wrap +msgid "set dial \"\\\"\\\" ATZ OK-ATZ-OK AT\\\\\\\\X OK\"" +msgstr "set dial \"\\\"\\\" ATZ OK-ATZ-OK AT\\\\\\\\X OK\"" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6085 book.translate.xml:6097 +msgid "It will result in the following sequence:" +msgstr "Isso resultará na seguinte seqüência:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:6087 +#, no-wrap +msgid "" +"ATZ\n" +"OK\n" +"AT\\X\n" +"OK" +msgstr "" +"ATZ\n" +"OK\n" +"AT\\X\n" +"OK" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6092 +msgid "Or:" +msgstr "Ou:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:6094 +#, no-wrap +msgid "" +"set phone 1234567\n" +"set dial \"\\\"\\\" ATZ OK ATDT\\\\T\"" +msgstr "" +"set phone 1234567\n" +"set dial \"\\\"\\\" ATZ OK ATDT\\\\T\"" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:6099 +#, no-wrap +msgid "" +"ATZ\n" +"OK\n" +"ATDT1234567" +msgstr "" +"ATZ\n" +"OK\n" +"ATDT1234567" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6107 +msgid "What are FCS errors?" +msgstr "Quais são os erros do FCS?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6111 +msgid "" +"FCS stands for Frame Check Sequence. Each PPP packet has a checksum attached " +"to ensure that the data being received is the data being sent. If the FCS of " +"an incoming packet is incorrect, the packet is dropped and the HDLC FCS " +"count is increased. The HDLC error values can be displayed using the " +"show hdlc command." +msgstr "" +"FCS significa Sequência de Verificação de Quadro. Cada pacote PPP tem uma " +"soma de verificação anexada para garantir que os dados sendo recebidos sejam " +"os dados que estão sendo enviados. Se o FCS de um pacote de entrada estiver " +"incorreto, o pacote será descartado e a contagem HDLC FCS será aumentada. Os " +"valores de erro HDLC podem ser exibidos usando o comando show hdlc." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6119 +msgid "" +"If the link is bad or if the serial driver is dropping packets, it will " +"produce the occasional FCS error. This is not usually worth worrying about " +"although it does slow down the compression protocols substantially." +msgstr "" +"Se o link for ruim ou se o driver serial estiver descartando pacotes, ele " +"produzirá o erro ocasional de FCS. Isso geralmente não vale a pena se " +"preocupar, embora deixe substancialmente lento os protocolos de compactação." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6124 +msgid "" +"If the link freezes as soon as it connects and produces a large number of " +"FCS errors, make sure the modem is not using software flow control (XON/" +"XOFF). If the link must use software flow control, use set accmap " +"0x000a0000 to tell ppp8 to escape the " +"^Q and ^S characters." +msgstr "" +"Se o link congelar assim que se conectar e produzir um grande número de " +"erros de FCS, verifique se o modem não está usando o controle de fluxo de " +"software (XON/XOFF). Se o link precisar usar o controle de fluxo de " +"software, use set accmap 0x000a0000 para informar o " +" ppp8 para escapar o ^Q e caracteres " +"^S." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6132 +msgid "" +"Another reason for too many FCS errors may be that the remote end has " +"stopped talking PPP. In this case, enable async logging to determine if the incoming data is actually a login or " +"shell prompt. If it is a shell prompt at the remote end, it is possible to " +"terminate ppp8 without dropping the line by using close " +"lcp followed by term) to reconnect to the shell " +"on the remote machine." +msgstr "" +"Outra razão para muitos erros de FCS, pode ser que o terminal remoto parou " +"de falar com PPP. Nesse caso, ative o log do " +"async para determinar se os dados recebidos são realmente " +"um login ou prompt de shell. Se for um prompt de shell no final remoto, é " +"possível terminar o ppp8 sem eliminar a linha " +"usando close lcp seguido de term) para " +"reconectar ao shell na máquina remota." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6143 +msgid "" +"If nothing in the log file indicates why the link was terminated, ask the " +"remote administrator or ISP why the session was terminated." +msgstr "" +"Se nada no arquivo de log indicar por que o link foi encerrado, pergunte ao " +"administrador remoto ou ISP por que a sessão foi encerrada." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6152 +msgid "None of this helps — I am desperate! What can I do?" +msgstr "Nada disso ajudou - estou desesperado! O que eu posso fazer?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6157 +msgid "" +"If all else fails, send the details of the error, the configuration files, " +"how ppp8 is being started, the relevant parts of the log " +"file, and the output of netstat -rn, before and after " +"connecting, to the FreeBSD general questions mailing list." +msgstr "" +"Se tudo mais falhar, envie os detalhes do erro, os arquivos de configuração, " +"como ppp8 está sendo iniciado, as partes relevantes no " +"arquivo de log , e a saída de netstat -rn, antes e depois " +"de conectar, para a Lista de discussão de questões gerais do " +"FreeBSD." + +#. (itstool) path: chapter/title +#: book.translate.xml:6168 +msgid "Serial Communications" +msgstr "Comunicações Seriais" + +#. (itstool) path: chapter/para +#: book.translate.xml:6170 +msgid "" +"This section answers common questions about serial communications with " +"FreeBSD. PPP is covered in the Networking section." +msgstr "" +"Esta seção responde a perguntas comuns sobre comunicação serial com o " +"FreeBSD. O PPP é abordado na seção Networking." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6176 +msgid "Which multi-port serial cards are supported by FreeBSD?" +msgstr "Quais placas multi-seriais são suportadas pelo FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6181 +msgid "" +"There is a list of these in the Serial Communications " +"chapter of the Handbook." +msgstr "" +"Há uma lista destas no capítulo Comunicações Seriais " +"do Handbook." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6184 +msgid "" +"Most multi-port PCI cards that are based on 16550 or clones are supported " +"with no extra effort." +msgstr "" +"A maioria das placas PCI multi-portas baseadas em 16550 ou nos seus clones " +"são suportadas sem esforço extra." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6187 +msgid "" +"Some unnamed clone cards have also been known to work, especially those that " +"claim to be AST compatible." +msgstr "" +"Alguns cartões clone não-nomeados também são conhecidos por funcionar, " +"especialmente aqueles que afirmam ser compatíveis com AST." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6190 +msgid "" +"Check uart4 and sio4 to get more " +"information on configuring such cards." +msgstr "" +"Verifique uart4 e sio4 para obter mais " +"informações sobre como configurar esses cartões." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6197 +msgid "How do I get the boot: prompt to show on the serial console?" +msgstr "Como obtenho o prompt de boot: em um console serial?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6202 +msgid "" +"See this section of the Handbook." +msgstr "" +"Veja esta seção do Handbook." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6209 +msgid "How do I tell if FreeBSD found my serial ports or modem cards?" +msgstr "" +"Como sei se o FreeBSD encontrou minhas portas seriais ou placas de modem?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6214 +msgid "" +"As the FreeBSD kernel boots, it will probe for the serial ports for which " +"the kernel is configured. Either watch the boot messages closely or run this " +"command after the system is up and running:" +msgstr "" +"Quando o kernel do FreeBSD for inicializado, ele irá sondar as portas " +"seriais para as quais o kernel está configurado. Observe atentamente as " +"mensagens de inicialização ou execute este comando após o sistema estar " +"ativo e em execução:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:6220 +#, no-wrap +msgid "" +"% grep -E '^(sio|uart)[0-9]' < /var/run/dmesg.boot\n" +"sio0: <16550A-compatible COM port> port 0x3f8-0x3ff irq 4 flags 0x10 on acpi0\n" +"sio0: type 16550A\n" +"sio1: <16550A-compatible COM port> port 0x2f8-0x2ff irq 3 on acpi0\n" +"sio1: type 16550A" +msgstr "" +"% grep -E '^(sio|uart)[0-9]' < /var/run/dmesg.boot\n" +"sio0: <16550A-compatible COM port> port 0x3f8-0x3ff irq 4 flags 0x10 on acpi0\n" +"sio0: type 16550A\n" +"sio1: <16550A-compatible COM port> port 0x2f8-0x2ff irq 3 on acpi0\n" +"sio1: type 16550A" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6226 +msgid "" +"This example shows two serial ports. The first is on IRQ4, port address " +"0x3f8, and has a 16550A-type UART chip. The second uses " +"the same kind of chip but is on IRQ3 and is at port address 0x2f8. Internal modem cards are treated just like serial ports, except " +"that they always have a modem attached to the port." +msgstr "" +"Este exemplo mostra duas portas seriais. O primeiro está no IRQ4, endereço " +"de porta 0x3f8, e possui um chip UART tipo 16550A. O " +"segundo usa o mesmo tipo de chip, mas está no IRQ3 e está no endereço de " +"porta 0x2f8. As placas de modem internas são tratadas " +"como portas seriais, exceto pelo fato de sempre terem um modem conectado à " +"porta." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6236 +msgid "" +"The GENERIC kernel includes support for two serial " +"ports using the same IRQ and port address settings in the above example. If " +"these settings are not right for the system, or if there are more modem " +"cards or serial ports than the kernel is configured for, reconfigure using " +"the instructions in building a kernel " +"for more details." +msgstr "" +"O kernel GENERIC inclui suporte para duas portas " +"seriais usando as mesmas configurações de IRQ e endereço de porta no exemplo " +"acima. Se estas configurações não forem adequadas para o sistema, ou se " +"houver mais placas de modem ou portas seriais do que o kernel está " +"configurado, reconfigure usando as instruções em construindo um kernel para mais detalhes." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6249 +msgid "How do I access the serial ports on FreeBSD?" +msgstr "Como eu acesso as portas seriais no FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6253 +msgid "" +"The third serial port, sio2, or COM3, is on /dev/cuad2 for dial-out devices, and " +"on /dev/ttyd2 for dial-in devices. What is the " +"difference between these two classes of devices?" +msgstr "" +"A terceira porta serial, sio2, ou COM3, está em /dev/cuad2 para dispositivos dial-" +"out e em /dev/ttyd2 para dispositivos dial-in. Qual é a " +"diferença entre essas duas classes de dispositivos?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6260 +msgid "" +"When opening /dev/ttydX in blocking mode, a process " +"will wait for the corresponding cuadX device to become " +"inactive, and then wait for the carrier detect line to go active. When the " +"cuadX device is opened, it makes sure the serial port " +"is not already in use by the ttydX device. If the port " +"is available, it steals it from the ttydX device. Also, " +"the cuadX device does not care about carrier detect. " +"With this scheme and an auto-answer modem, remote users can log in and local " +"users can still dial out with the same modem and the system will take care " +"of all the conflicts." +msgstr "" +"Ao abrir /dev/ttydX no modo de bloqueio, um processo " +"aguardará o dispositivo cuadX correspondente ficar " +"inativo e, em seguida, aguardar a ativação da linha de detecção. Quando o " +"dispositivo cuadX é aberto, ele garante que a porta " +"serial não esteja em uso pelo dispositivo ttydX. Se a " +"porta estiver disponível, ela a rouba do dispositivo ttydX. Além disso, o dispositivo cuadX não se " +"importa com a detecção da portadora. Com este esquema e um modem de resposta " +"automática, os usuários remotos podem efetuar login e os usuários locais " +"ainda podem discar com o mesmo modem e o sistema cuidará de todos os " +"conflitos." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6280 +msgid "How do I enable support for a multi-port serial card?" +msgstr "Como habilitar o suporte para uma placa serial com várias portas?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6285 +msgid "" +"The section on kernel configuration provides information about configuring " +"the kernel. For a multi-port serial card, place an " +"sio4 line for each serial port on the card in the device.hints5 file. But place the IRQ specifiers on only one of " +"the entries. All of the ports on the card should share one IRQ. For " +"consistency, use the last serial port to specify the IRQ. Also, specify the " +"following option in the kernel configuration file:" +msgstr "" +"A seção sobre configuração do kernel fornece informações sobre como " +"configurar o kernel. Para uma placa serial com várias portas, coloque uma " +"linha sio4 para cada porta serial na placa no device.hints5. Mas coloque os especificadores de IRQ em apenas " +"uma das entradas. Todas as portas no cartão devem compartilhar um IRQ. Para " +"consistência, use a última porta serial para especificar o IRQ. Além disso, " +"especifique a seguinte opção no arquivo de configuração do kernel:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:6295 +#, no-wrap +msgid "options COM_MULTIPORT" +msgstr "options COM_MULTIPORT" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6297 +msgid "" +"The following /boot/device.hints example is for an AST " +"4-port serial card on IRQ 12:" +msgstr "" +"O exemplo a seguir /boot/device.hints é para uma placa " +"serial AST de 4 portas no IRQ 12:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:6301 +#, no-wrap +msgid "" +"hint.sio.4.at=\"isa\"\n" +"hint.sio.4.port=\"0x2a0\"\n" +"hint.sio.4.flags=\"0x701\"\n" +"hint.sio.5.at=\"isa\"\n" +"hint.sio.5.port=\"0x2a8\"\n" +"hint.sio.5.flags=\"0x701\"\n" +"hint.sio.6.at=\"isa\"\n" +"hint.sio.6.port=\"0x2b0\"\n" +"hint.sio.6.flags=\"0x701\"\n" +"hint.sio.7.at=\"isa\"\n" +"hint.sio.7.port=\"0x2b8\"\n" +"hint.sio.7.flags=\"0x701\"\n" +"hint.sio.7.irq=\"12\"" +msgstr "" +"hint.sio.4.at=\"isa\"\n" +"hint.sio.4.port=\"0x2a0\"\n" +"hint.sio.4.flags=\"0x701\"\n" +"hint.sio.5.at=\"isa\"\n" +"hint.sio.5.port=\"0x2a8\"\n" +"hint.sio.5.flags=\"0x701\"\n" +"hint.sio.6.at=\"isa\"\n" +"hint.sio.6.port=\"0x2b0\"\n" +"hint.sio.6.flags=\"0x701\"\n" +"hint.sio.7.at=\"isa\"\n" +"hint.sio.7.port=\"0x2b8\"\n" +"hint.sio.7.flags=\"0x701\"\n" +"hint.sio.7.irq=\"12\"" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6315 +msgid "" +"The flags indicate that the master port has minor number 7 (0x700), and all the ports share an IRQ " +"(0x001)." +msgstr "" +"Os flags indicam que a porta principal possui um número menor 7 ( 0x700 ) e todas as portas compartilham um IRQ " +"( 0x001 )." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6324 +msgid "Can I set the default serial parameters for a port?" +msgstr "Posso definir os parâmetros seriais padrões para uma porta?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6329 +msgid "" +"See the Serial Communications section " +"in the FreeBSD Handbook." +msgstr "" +"Veja a seção Comunicações Seriais no " +"Handbook do FreeBSD ." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6337 +msgid "How can I enable dialup logins on my modem?" +msgstr "Como posso ativar logins de discagem no meu modem?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6341 +msgid "" +"Refer to the section about Dial-in Services in the " +"FreeBSD Handbook." +msgstr "" +"Consulte a seção sobre Serviços de Discagem no " +"Handbook do FreeBSD." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6348 +msgid "How can I connect a dumb terminal to my FreeBSD box?" +msgstr "Como posso conectar um terminal burro na minha máquina FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6353 +msgid "" +"This information is in the Terminals section of the FreeBSD " +"Handbook." +msgstr "" +"Esta informação está na seção Terminais do Handbook do " +"FreeBSD." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6360 +msgid "Why can I not run tip or cu?" +msgstr "" +"Por que não consigo executar o comando tip ou o " +"cu?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6365 +msgid "" +"The built-in tip1 and cu1 utilities can only " +"access the /var/spool/lock directory via user " +"uucp and group dialer. Use the dialer group to control who has access to the modem or " +"remote systems by adding user accounts to dialer." +msgstr "" +"Os utilitários tip1 and cu1 só podem acessar o " +"diretório /var/spool/lock via usuário uucp e grupo dialer . Use o grupo dialer para controlar quem tem acesso ao modem ou sistemas remotos " +"adicionando contas de usuário ao dialer." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6374 +msgid "" +"Alternatively, everyone can be configured to run " +"tip1 and cu1 by typing:" +msgstr "" +"Como alternativa, todos podem ser configurados para executar " +"tip1 e " +" cu1 digitando:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:6377 +#, no-wrap +msgid "" +"# chmod 4511 /usr/bin/cu\n" +"# chmod 4511 /usr/bin/tip" +msgstr "" +"# chmod 4511 /usr/bin/cu\n" +"# chmod 4511 /usr/bin/tip" + +#. (itstool) path: chapter/title +#: book.translate.xml:6385 +msgid "Miscellaneous Questions" +msgstr "Perguntas Diversas" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6390 +msgid "" +"FreeBSD uses a lot of swap space even when the computer has free memory " +"left. Why?" +msgstr "" +"O FreeBSD usa muito espaço de swap mesmo quando o computador tem memória " +"livre sobrando. Por quê?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6395 +msgid "" +"FreeBSD will proactively move entirely idle, unused pages of main memory " +"into swap in order to make more main memory available for active use. This " +"heavy use of swap is balanced by using the extra free memory for caching." +msgstr "" +"O FreeBSD irá proativamente mover páginas ociosas e não usadas da memória " +"principal para swap, a fim de disponibilizar mais memória principal para uso " +"ativo. Esse uso pesado de swap é balanceado usando a memória extra livre " +"para armazenamento em cache." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6401 +msgid "" +"Note that while FreeBSD is proactive in this regard, it does not arbitrarily " +"decide to swap pages when the system is truly idle. Thus, the system will " +"not be all paged out after leaving it idle overnight." +msgstr "" +"Note que enquanto o FreeBSD é proativo a esse respeito, ele não decide " +"arbitrariamente trocar páginas quando o sistema está realmente inativo. " +"Assim, o sistema não será todo paginado depois de deixá-lo ocioso durante a " +"noite." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6411 +msgid "" +"Why does top show very little free memory even when I " +"have very few programs running?" +msgstr "" +"Por que top mostra pouca memória livre mesmo quando tenho " +"poucos programas em execução?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6416 +#, fuzzy +msgid "" +"The simple answer is that free memory is wasted memory. Any memory that " +"programs do not actively allocate is used within the FreeBSD kernel as disk " +"cache. The values shown by top1 labeled as " +"Inact and Laundry are cached data at " +"different aging levels. This cached data means the system does not have to " +"access a slow disk again for data it has accessed recently, thus increasing " +"overall performance. In general, a low value shown for Free memory in top1 is good, provided it " +"is not very low." +msgstr "" +"A resposta simples é que a memória livre é uma perda de memória. Qualquer " +"memória que os programas não aloquem ativamente é usada pelo kernel do " +"FreeBSD como cache de disco. Os valores mostrados por " +"top1 rotulados como Inact, Cache e Buf são todos os dados armazenados em cache em " +"diferentes níveis de envelhecimento. Esses dados em cache significam que o " +"sistema não precisa acessar um disco lento novamente para os dados que " +"acessou recentemente, aumentando assim o desempenho geral. Em geral, um " +"valor baixo mostrado para a memória Free no " +"top1 é bom, desde que não seja <ênfase>muito baixo." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6433 +msgid "" +"Why will chmod not change the permissions on symlinks?" +msgstr "" +"Por que o chmod não altera as permissões nos links " +"simbólicos?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6438 +msgid "" +"Symlinks do not have permissions, and by default, " +"chmod1 will follow symlinks to change the permissions on the source " +"file, if possible. For the file, foo with a symlink " +"named bar, this command will always succeed." +msgstr "" +"Os links simbólicos não têm permissões e, por padrão, " +"chmod1 " +"seguirá links simbólicos para alterar as permissões no arquivo de origem, se " +"possível. Para o arquivo, foo com um link simbólico " +"chamado bar, este comando será sempre bem-sucedido." + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:6445 +#, no-wrap +msgid "% chmod g-w bar" +msgstr "% chmod g-w bar" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6447 +msgid "" +"However, the permissions on bar will not have changed." +msgstr "" +"No entanto, as permissões no arquivo bar não serão " +"alteradas." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6450 +msgid "" +"When changing modes of the file hierarchies rooted in the files instead of " +"the files themselves, use either or " +"together with to make this work. See " +"chmod1 and symlink7 for more information." +msgstr "" +"Ao alterar os modos das hierarquias de arquivos do usuario root em vez dos " +"próprios arquivos, use ou junto com " +" para este trabalho. Veja " +"chmod1 e symlink7 para mais em formação." + +#. (itstool) path: warning/para +#: book.translate.xml:6458 +msgid "" +" does a recursive " +"chmod1. Be careful about specifying directories or symlinks to " +"directories to chmod1. To change the " +"permissions of a directory referenced by a symlink, use " +"chmod1 without any options and follow the symlink with a trailing " +"slash (/). For example, if foo is " +"a symlink to directory bar, to change the permissions " +"of foo (actually bar), do " +"something like:" +msgstr "" +" faz um chmod1 recursivo. Tenha cuidado ao especificar diretórios " +"ou links simbólicos para diretórios para o " +"chmod1. Para alterar as permissões de um diretório referenciado por " +"um link simbólico, use chmod1 sem nenhuma opção e " +"siga o link simbólico com uma barra à direita (/). Por " +"exemplo, se foo for um link simbólico para o diretório " +"bar, para alterar as permissões de foo (na verdade bar) faça algo como:" + +#. (itstool) path: warning/screen +#: book.translate.xml:6471 +#, no-wrap +msgid "% chmod 555 foo/" +msgstr "% chmod 555 foo/" + +#. (itstool) path: warning/para +#: book.translate.xml:6473 +msgid "" +"With the trailing slash, chmod1 will follow the " +"symlink, foo, to change the permissions of the " +"directory, bar." +msgstr "" +"Com a barra final, chmod1 seguirá o link " +"simbólico, foo, para alterar as permissões do " +"diretório, bar." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6483 +msgid "Can I run DOS binaries under FreeBSD?" +msgstr "Posso executar binários do DOS no FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6487 +msgid "" +"Yes. A DOS emulation program, emulators/doscmd, is " +"available in the FreeBSD Ports Collection." +msgstr "" +"Sim. Um programa de emulação DOS, emulators/doscmd, está " +"disponível na Coleção de Ports do FreeBSD." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6491 +msgid "" +"If doscmd will not suffice, emulators/" +"pcemu emulates an 8088 and enough BIOS services to run many DOS " +"text-mode applications. It requires the X Window System." +msgstr "" +"Se o doscmd não for suficiente, o " +"emulators/pcemu emulará um 8088 e serviços de BIOS " +"suficientes para executar muitos aplicativos em modo texto do DOS. Requer o " +"sistema de janelas X." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6497 +msgid "" +"The Ports Collection also has emulators/dosbox. The main " +"focus of this application is emulating old DOS games using the local file " +"system for files." +msgstr "" +"A coleção de ports também tem o emulators/dosbox. O foco " +"principal deste aplicativo é emular antigos jogos do DOS usando o sistema de " +"arquivos local para os arquivos." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6506 +msgid "" +"What do I need to do to translate a FreeBSD document into my native language?" +msgstr "" +"O que eu preciso fazer para traduzir um documento do FreeBSD para minha " +"língua nativa?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6511 +msgid "" +"See the Translation FAQ in the " +"FreeBSD Documentation Project Primer." +msgstr "" +"Veja a FAQ de traduções na " +"Documentação do Primer Project do FreeBSD." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6519 +msgid "" +"Why does my email to any address at FreeBSD.org bounce?" +msgstr "" +"Por que os meus emails destinados a qualquer endereço no dominio FreeBSD.org são sempre rejeitados?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6524 +msgid "" +"The FreeBSD.org mail system " +"implements some Postfix checks on incoming mail " +"and rejects mail that is either from misconfigured relays or otherwise " +"appears likely to be spam. Some of the specific requirements are:" +msgstr "" +"O sistema de mensagens do FreeBSD.org implementa algumas verificações do Postfix nos e-mails recebidos e rejeita e-mails que são de " +"retransmissões mal configurados ou que parecem ser spam. Alguns dos " +"requisitos específicos são:" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:6532 +msgid "" +"The IP address of the SMTP client must \"reverse-resolve\" to a forward " +"confirmed hostname." +msgstr "" +"O endereço IP do cliente SMTP deve possuir um registro de DNS reverso para " +"encaminhar hostnames confirmados." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:6538 +msgid "" +"The fully-qualified hostname given in the SMTP conversation (either HELO or " +"EHLO) must resolve to the IP address of the client." +msgstr "" +"O nome completo do host fornecido na conversação SMTP (HELO ou EHLO) deve " +"ser resolvido para o endereço IP do cliente." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6544 +msgid "Other advice to help mail reach its destination include:" +msgstr "" +"Outros conselhos para ajudar suas mensagens a chegar ao seu destino incluem:" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:6549 +msgid "" +"Mail should be sent in plain text, and messages sent to mailing lists should " +"generally be no more than 200KB in length." +msgstr "" +"O email deve ser enviado em texto simples, e as mensagens enviadas para as " +"listas de discussão geralmente não devem ter mais de 200 KB." + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:6555 +msgid "" +"Avoid excessive cross posting. Choose one mailing list " +"which seems most relevant and send it there." +msgstr "" +"Evite postagem cruzadas excessivas. Escolha uma lista " +"de discussão que pareça mais relevante e envie-a para lá." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6561 +msgid "" +"If you still have trouble with email infrastructure at FreeBSD.org, send a note with the details to " +"postmaster@freebsd.org; Include a date/time interval so that " +"logs may be reviewed — and note that we only keep one week's worth of mail " +"logs. (Be sure to specify the time zone or offset from UTC.)" +msgstr "" +"Se você ainda tiver problemas com a infra-estrutura de e-mail no FreeBSD.org, envie uma observação com os " +"detalhes para postmaster@freebsd.org; Inclua um intervalo de " +"data/hora para que os registros possam ser revisados ​​-- e observe que apenas " +"mantemos uma semana de registros de e-mail. (Certifique-se de especificar o " +"fuso horário ou o deslocamento de UTC.)" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6574 +msgid "Where can I find a free FreeBSD account?" +msgstr "Onde posso conseguir uma conta gratuita FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6578 +msgid "" +"While FreeBSD does not provide open access to any of their servers, others " +"do provide open access UNIX " +"systems. The charge varies and limited services may be available." +msgstr "" +"Embora o FreeBSD não forneça acesso aberto a nenhum de seus servidores, " +"outros fornecem sistemas UNIX de " +"acesso aberto. A taxa varia e serviços limitados podem estar disponíveis." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6583 +msgid "" +"Arbornet, Inc, also " +"known as M-Net, has been providing open access to " +"UNIX systems since 1983. " +"Starting on an Altos running System III, the site switched to BSD/OS in " +"1991. In June of 2000, the site switched again to FreeBSD. M-Net can be accessed via telnet and " +"SSH and provides basic access to the entire " +"FreeBSD software suite. However, network access is limited to members and " +"patrons who donate to the system, which is run as a non-profit organization. " +"M-Net also provides an bulletin board system and " +"interactive chat." +msgstr "" +" A Arbornet, Inc , " +"também conhecida como M-Net , oferece acesso livre a " +"sistemas UNIX desde 1983. " +"Começando num Altos rodando o System III, o site mudou para o BSD/OS em " +"1991. Em junho de 2000, o site mudou novamente para o FreeBSD. M-" +"Net pode ser acessado via telnet e " +"SSH e fornece acesso básico a todo o pacote de " +"software FreeBSD. No entanto, o acesso à rede é limitado a membros e " +"usuários que doam para o sistema, que é executado como uma organização sem " +"fins lucrativos. O M-Net também oferece um sistema de " +"quadro de avisos e um bate-papo interativo." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6601 +msgid "What is the cute little red guy's name?" +msgstr "Qual é o nome do mascotinho vermelho?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6605 +msgid "" +"He does not have one, and is just called the BSD daemon. If " +"you insist upon using a name, call him beastie. Note that " +"beastie is pronounced BSD." +msgstr "" +"Ele não tem um, e é chamado apenas de o daemon BSD. Se você " +"insistir em usar um nome, chame-o de beastie. Note que " +"beastie é pronunciado BSD." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6611 +msgid "" +"More about the BSD daemon is available on his home page." +msgstr "" +"Mais informações sobre o daemon BSD estão disponíveis em sua home page." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6618 +msgid "Can I use the BSD daemon image?" +msgstr "Posso usar a imagem do daemon do BSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6622 +msgid "" +"Perhaps. The BSD daemon is copyrighted by Marshall Kirk McKusick. Check his " +"Statement on the Use of the BSD Daemon Figure for detailed usage " +"terms." +msgstr "" +"Possivelmente. O daemon BSD tem copyright de Marshall Kirk McKusick. " +"Verifique sua Declaração sobre o Uso da Figura do Daemon do BSD " +"para termos de uso detalhados." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6627 +msgid "" +"In summary, the image can be used in a tasteful manner, for personal use, so " +"long as appropriate credit is given. Before using the logo commercially, " +"contact Kirk McKusick mckusick@FreeBSD.org for permission. " +"More details are available on the BSD Daemon's home page." +msgstr "" +"Em resumo, a imagem pode ser usada com bom gosto, para uso pessoal, desde " +"que seja dado o crédito apropriado. Antes de usar o logotipo comercialmente, " +"entre em contato com Kirk McKusick mckusick@FreeBSD.org para " +"obter permissão. Mais detalhes estão disponíveis na Home page do BSD Daemon." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6638 +msgid "Do you have any BSD daemon images I could use?" +msgstr "Vocês tem alguma imagem BSD daemon que eu poderia usar?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6642 +msgid "" +"Xfig and eps drawings are available under /usr/share/examples/" +"BSD_daemon/." +msgstr "" +"Desenhos Xfig e eps estão disponíveis em /usr/share/examples/" +"BSD_daemon/." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6649 +msgid "" +"I have seen an acronym or other term on the mailing lists and I do not " +"understand what it means. Where should I look?" +msgstr "" +"Eu vi um acrônimo ou outro termo nas listas de discussão e não entendo o que " +"isso significa. Onde devo procurar?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6655 +msgid "" +"Refer to the FreeBSD Glossary." +msgstr "" +"Consulte o Glossário do FreeBSD." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6662 +msgid "Why should I care what color the bikeshed is?" +msgstr "Por que eu deveria me importar com a cor da bikeshed?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6666 +msgid "" +"The really, really short answer is that you should not. The somewhat longer " +"answer is that just because you are capable of building a bikeshed does not " +"mean you should stop others from building one just because you do not like " +"the color they plan to paint it. This is a metaphor indicating that you need " +"not argue about every little feature just because you know enough to do so. " +"Some people have commented that the amount of noise generated by a change is " +"inversely proportional to the complexity of the change." +msgstr "" +"A resposta realmente curta é que você não deveria. A resposta um pouco mais " +"longa é que só porque você é capaz de construir um bikeshed não significa " +"que você deve impedir os outros de construir um só porque você não gosta da " +"cor na qual eles planejam pintá-lo. Esta é uma metáfora indicando que você " +"não precisa discutir sobre cada pequena característica apenas porque você " +"sabe o suficiente para fazê-lo. Algumas pessoas comentaram que a quantidade " +"de ruído gerada por uma mudança é inversamente proporcional à complexidade " +"da mudança." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6677 +msgid "" +"The longer and more complete answer is that after a very long argument about " +"whether sleep1 should take fractional second arguments, Poul-" +"Henning Kamp phk@FreeBSD.org posted a long message entitled " +"A bike shed (any color " +"will do) on greener grass.... The appropriate portions of " +"that message are quoted below." +msgstr "" +"A resposta mais longa e completa é que depois de uma longa discussão sobre " +"se sleep1 deve receber argumentos secundários fracionários, " +"Poul-Henning Kamp phk@FreeBSD.org publicou uma longa mensagem " +"intitulada Um galpão de " +"bicicleta (qualquer cor serve) na grama mais verde... As " +"partes apropriadas dessa mensagem são citadas abaixo." + +#. (itstool) path: blockquote/attribution +#: book.translate.xml:6686 +msgid "" +"Poul-Henning Kamp phk@FreeBSD.org on freebsd-" +"hackers, October 2, 1999" +msgstr "" +"Poul-Henning Kamp phk@FreeBSD.org em freebsd-" +"hackers 2 de outubro de 1999" + +#. (itstool) path: blockquote/para +#: book.translate.xml:6689 +msgid "" +"What is it about this bike shed? Some of you have asked me." +msgstr "" +"O que acontece com esse bicicletário? Alguns de vocês me " +"perguntaram." + +#. (itstool) path: blockquote/para +#: book.translate.xml:6692 +msgid "" +"It is a long story, or rather it is an old story, but it is quite short " +"actually. C. Northcote Parkinson wrote a book in the early 1960s, called " +"Parkinson's Law, which contains a lot of insight into the " +"dynamics of management." +msgstr "" +"É uma longa história, ou melhor, é uma história antiga, mas na verdade é bem " +"curta. C. Northcote Parkinson escreveu um livro no início dos anos 1960, " +"chamado Lei de Parkinson, que contém muitas informações sobre " +"a dinâmica da administração." + +#. (itstool) path: blockquote/para +#: book.translate.xml:6698 +msgid "[snip a bit of commentary on the book]" +msgstr " [recorte um pouco o comentário sobre o livro] " + +#. (itstool) path: blockquote/para +#: book.translate.xml:6701 +msgid "" +"In the specific example involving the bike shed, the other vital component " +"is an atomic power-plant, I guess that illustrates the age of the book." +msgstr "" +"No exemplo específico envolvendo o bicicletário, o outro componente vital é " +"uma usina atômica, acho que isso ilustra a idade do livro." + +#. (itstool) path: blockquote/para +#: book.translate.xml:6705 +msgid "" +"Parkinson shows how you can go into the board of directors and get approval " +"for building a multi-million or even billion dollar atomic power plant, but " +"if you want to build a bike shed you will be tangled up in endless " +"discussions." +msgstr "" +"Parkinson mostra como você pode entrar na diretoria e obter aprovação para a " +"construção de uma usina de energia atômica multimilionária ou mesmo " +"bilionária, mas se você quiser construir um galpão de bicicleta, você ficará " +"envolvido em discussões intermináveis." + +#. (itstool) path: blockquote/para +#: book.translate.xml:6711 +msgid "" +"Parkinson explains that this is because an atomic plant is so vast, so " +"expensive and so complicated that people cannot grasp it, and rather than " +"try, they fall back on the assumption that somebody else checked all the " +"details before it got this far. Richard P. Feynmann gives a couple of " +"interesting, and very much to the point, examples relating to Los Alamos in " +"his books." +msgstr "" +"Parkinson explica que isso ocorre porque uma usina atômica é tão vasta, tão " +"cara e tão complicada que as pessoas não conseguem entendê-la e, em vez de " +"tentar, recuam supondo que alguém tenha verificado todos os detalhes antes " +"de chegar tão longe. Richard P. Feynmann dá alguns exemplos interessantes, e " +"muito importantes, relacionados a Los Alamos em seus livros." + +#. (itstool) path: blockquote/para +#: book.translate.xml:6720 +msgid "" +"A bike shed on the other hand. Anyone can build one of those over a weekend, " +"and still have time to watch the game on TV. So no matter how well prepared, " +"no matter how reasonable you are with your proposal, somebody will seize the " +"chance to show that he is doing his job, that he is paying attention, that " +"he is here." +msgstr "" +"Uma bicicletário por outro lado. Qualquer um pode construir um desses em um " +"fim de semana e ainda ter tempo de assistir ao jogo na TV. Portanto, não " +"importa o quão bem preparado, não importa o quão razoável você é com a sua " +"proposta, alguém vai aproveitar a chance de mostrar que ele está fazendo o " +"seu trabalho, que ele está prestando atenção, que ele está aqui." + +#. (itstool) path: blockquote/para +#: book.translate.xml:6728 +msgid "" +"In Denmark we call it setting your fingerprint. It is about " +"personal pride and prestige, it is about being able to point somewhere and " +"say There! I did that. It is a strong " +"trait in politicians, but present in most people given the chance. Just " +"think about footsteps in wet cement." +msgstr "" +"Na Dinamarca, chamamos de definindo sua identidade. É sobre " +"orgulho pessoal e prestígio, é sobre poder apontar para algum lugar e dizer " +"Lá! Eu fiz aquilo. É um traço forte " +"nos políticos, mas presente na maioria das pessoas que têm chance. Basta " +"pensar em passos em cimento molhado." + +#. (itstool) path: chapter/title +#: book.translate.xml:6742 +msgid "The FreeBSD Funnies" +msgstr "Coisas legais do FreeBSD" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6747 +msgid "How cool is FreeBSD?" +msgstr "Quão legal é o FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6751 +msgid "" +"Q. Has anyone done any temperature testing while running FreeBSD? I know " +"Linux runs cooler than DOS, but " +"have never seen a mention of FreeBSD. It seems to run really hot." +msgstr "" +"Q. Alguém fez algum teste de temperatura durante a execução do FreeBSD? Eu " +"sei que o Linux é mais legal que " +"o DOS, mas nunca vi uma menção ao FreeBSD. Parece ser muito rápido." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6756 +msgid "" +"A. No, but we have done numerous taste tests on blindfolded volunteers who " +"have also had 250 micrograms of LSD-25 administered beforehand. 35% of the " +"volunteers said that FreeBSD tasted sort of orange, whereas Linux tasted like purple haze. Neither group " +"mentioned any significant variances in temperature. We eventually had to " +"throw the results of this survey out entirely anyway when we found that too " +"many volunteers were wandering out of the room during the tests, thus " +"skewing the results. We think most of the volunteers are at Apple now, " +"working on their new scratch and sniff GUI. It is a funny old " +"business we are in!" +msgstr "" +"R. Não, mas fizemos numerosos testes de gostos em voluntários vendados que " +"também receberam 250 microgramas de LSD-25 administrados antecipadamente. " +"35% dos voluntários disseram que o FreeBSD tinha um gosto de um tipo de " +"laranja, enquanto o Linux tinha " +"gosto de névoa roxa. Nenhum dos grupos mencionou variações significativas na " +"temperatura. Eventualmente nós tivemos que lançar os resultados desta " +"pesquisa completamente de qualquer maneira quando descobrimos que muitos " +"voluntários estavam vagando fora da sala durante os testes, assim " +"distorcendo os resultados. Nós achamos que a maioria dos voluntários está na " +"Apple agora, trabalhando em sua nova GUI risca e arrisca. É " +"um negócio antigo e engraçado em que estamos!" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6769 +msgid "" +"Seriously, FreeBSD uses the HLT (halt) instruction when " +"the system is idle thus lowering its energy consumption and therefore the " +"heat it generates. Also if you have ACPI (Advanced " +"Configuration and Power Interface) configured, then FreeBSD can also put the " +"CPU into a low power mode." +msgstr "" +"Sério, o FreeBSD usa a instrução HLT (halt) quando o " +"sistema está ocioso, reduzindo assim seu consumo de energia e, portanto, o " +"calor gerado. Além disso, se você tiver ACPI " +"(Configuração Avançada e Interface de Energia) configurado, então o FreeBSD " +"também pode colocar a CPU em um modo de baixa energia." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6780 +msgid "Who is scratching in my memory banks??" +msgstr "Quem está coçando nos meus bancos de memória??" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6784 +msgid "" +"Q. Is there anything odd that FreeBSD does when compiling the " +"kernel which would cause the memory to make a scratchy sound? When compiling " +"(and for a brief moment after recognizing the floppy drive upon startup, as " +"well), a strange scratchy sound emanates from what appears to be the memory " +"banks." +msgstr "" +"Q. Existe alguma coisa estranha que o FreeBSD faz ao compilar " +"o kernel que faria com que a memória fizesse um som de algo coçando? Ao " +"compilar (e por um breve momento depois de reconhecer o drive de disquete na " +"inicialização também), um estranho som de algo coçando emana do que parecem " +"ser os bancos de memória." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6791 +msgid "" +"A. Yes! You will see frequent references to daemons in the " +"BSD documentation, and what most people do not know is that this refers to " +"genuine, non-corporeal entities that now possess your computer. The scratchy " +"sound coming from your memory is actually high-pitched whispering exchanged " +"among the daemons as they best decide how to deal with various system " +"administration tasks." +msgstr "" +"Sim! Você verá referências freqüentes a daemons na " +"documentação do BSD, e o que a maioria das pessoas não sabe é que isso se " +"refere a entidades genuínas e não corporais que agora possuem seu " +"computador. O som áspero vindo de sua memória é, na verdade, um sussurro " +"agudo entre os daemons, pois eles decidem como lidar com várias tarefas de " +"administração do sistema." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6800 +msgid "" +"If the noise gets to you, a good fdisk /mbr from DOS will " +"get rid of them, but do not be surprised if they react adversely and try to " +"stop you. In fact, if at any point during the exercise you hear the satanic " +"voice of Bill Gates coming from the built-in speaker, take off running and " +"do not ever look back! Freed from the counterbalancing influence of the BSD " +"daemons, the twin demons of DOS and Windows are often able to re-assert total control over your machine to " +"the eternal damnation of your soul. Now that you know, given a choice you " +"would probably prefer to get used to the scratchy noises, no?" +msgstr "" +"Se o ruído chegar até você, um bom fdisk/mbr do DOS irá " +"se livrar deles, mas não fique surpreso se eles reagirem negativamente e " +"tentarem pará-lo. Na verdade, se em algum momento durante o exercício você " +"ouvir a voz satânica de Bill Gates vindo do alto-falante embutido, saia " +"correndo e não olhe para trás! Livres da influência contrabalançadora dos " +"daemons BSD, os demônios gêmeos do DOS e Windows são frequentemente capazes de reafirmar o controle " +"total sobre sua máquina para a danação eterna de sua alma. Agora que você " +"sabe, dada uma escolha, você provavelmente preferiria se acostumar com os " +"ruídos ásperos, não?" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6817 +msgid "How many FreeBSD hackers does it take to change a lightbulb?" +msgstr "Quantos hackers do FreeBSD são necessários para trocar uma lâmpada?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6822 +msgid "One thousand, one hundred and sixty-nine:" +msgstr "Mil, cento e sessenta e nove:" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6824 +msgid "Twenty-three to complain to -CURRENT about the lights being out;" +msgstr "" +"Vinte e três para reclamar com -CURRENT sobre as luzes estarem apagadas;" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6827 +msgid "" +"Four to claim that it is a configuration problem, and that such matters " +"really belong on -questions;" +msgstr "" +"Quatro para afirmar que trata-se de um problema de configuração e que tais " +"questões realmente pertencem a -questions;" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6830 +msgid "" +"Three to submit PRs about it, one of which is misfiled under doc and " +"consists only of it's dark;" +msgstr "" +"Três para enviar PRs sobre o assunto, uma das quais está arquivada sob doc e " +"consiste apenas da declaração está escuro;" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6834 +msgid "" +"One to commit an untested lightbulb which breaks buildworld, then back it " +"out five minutes later;" +msgstr "" +"Um para cometer uma lâmpada não testada que quebra o buildworld, e depois " +"retorna cinco minutos depois;" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6837 +msgid "" +"Eight to flame the PR originators for not including patches in their PRs;" +msgstr "" +"Oito para chamar os remetentes de RP por não incluir patches em seus PRs;" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6840 +msgid "Five to complain about buildworld being broken;" +msgstr "Cinco para reclamar sobre o buildworld sendo quebrado;" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6842 +msgid "" +"Thirty-one to answer that it works for them, and they must have updated at a " +"bad time;" +msgstr "" +"Trinta e um para responder que funciona para eles, e eles devem ter " +"atualizado em um momento ruim;" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6845 +msgid "One to post a patch for a new lightbulb to -hackers;" +msgstr "Um para postar um patch para uma nova luz para -hackers;" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6848 +msgid "" +"One to complain that he had patches for this three years ago, but when he " +"sent them to -CURRENT they were just ignored, and he has had bad experiences " +"with the PR system; besides, the proposed new lightbulb is non-reflexive;" +msgstr "" +"Um para reclamar que ele tinha patches para isso há três anos, mas quando " +"ele os enviou para -CURRENT eles foram ignorados, e ele teve más " +"experiências com o sistema de PRs; além disso, a nova luz proposta não é " +"reflexiva;" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6854 +msgid "" +"Thirty-seven to scream that lightbulbs do not belong in the base system, " +"that committers have no right to do things like this without consulting the " +"Community, and WHAT IS -CORE DOING ABOUT IT!?" +msgstr "" +"Trinta e sete para gritar que essa luz não pertencem ao sistema básico, que " +"os committers não têm o direito de fazer coisas assim sem consultar a " +"Comunidade, e O QUE O -CORE EST� FAZENDO SOBRE ISSO!?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6859 +msgid "Two hundred to complain about the color of the bicycle shed;" +msgstr "Duzentos para reclamar da cor do bicicletário;" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6862 +msgid "" +"Three to point out that the patch breaks style9;" +msgstr "" +"Três para salientar que o patch quebra o style9;" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6865 +msgid "Seventeen to complain that the proposed new lightbulb is under GPL;" +msgstr "Dezessete para reclamar que a nova luz proposta está sob a GPL;" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6868 +msgid "" +"Five hundred and eighty-six to engage in a flame war about the comparative " +"advantages of the GPL, the BSD license, the MIT license, the NPL, and the " +"personal hygiene of unnamed FSF founders;" +msgstr "" +"Quinhentos e oitenta e seis para iniciar uma guerra contra as vantagens " +"comparativas da GPL, da licença da BSD, da licença do MIT, da NPL e da " +"higiene pessoal dos fundadores da FSF, que não são nomeados;" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6873 +msgid "Seven to move various portions of the thread to -chat and -advocacy;" +msgstr "Sete para mover várias partes do segmento para -chat e -vocacy;" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6876 +msgid "" +"One to commit the suggested lightbulb, even though it shines dimmer than the " +"old one;" +msgstr "" +"Um para comitar a luz sugerida, mesmo que ela seja mais escura que a antiga;" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6879 +msgid "" +"Two to back it out with a furious flame of a commit message, arguing that " +"FreeBSD is better off in the dark than with a dim lightbulb;" +msgstr "" +"Dois para recuar com uma chama furiosa de uma mensagem de commit, " +"argumentando que o FreeBSD está melhor no escuro do que com uma lâmpada " +"fraca;" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6883 +msgid "" +"Forty-six to argue vociferously about the backing out of the dim lightbulb " +"and demanding a statement from -core;" +msgstr "" +"Quarenta e seis para argumentar veementemente sobre o apoio da luz fraca e " +"exigir uma declaração do alto desempenho;" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6887 +msgid "" +"Eleven to request a smaller lightbulb so it will fit their Tamagotchi if we " +"ever decide to port FreeBSD to that platform;" +msgstr "" +"Onze para solicitar uma lâmpada menor para que ela caiba em seu Tamagotchi " +"se decidirmos portar o FreeBSD para essa plataforma;" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6891 +msgid "" +"Seventy-three to complain about the SNR on -hackers and -chat and " +"unsubscribe in protest;" +msgstr "" +"Setenta e três para reclamar sobre o SNR em -chackers e -chat e cancelar a " +"inscrição em protesto;" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6894 +msgid "" +"Thirteen to post unsubscribe, How do I unsubscribe?, or Please remove me from the list, followed by the " +"usual footer;" +msgstr "" +"Treze para postar cancelar a inscrição, Como posso " +"cancelar a inscrição? , ou Por favor, remova-me da lista, seguido do rodapé habitual;" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6899 +msgid "" +"One to commit a working lightbulb while everybody is too busy flaming " +"everybody else to notice;" +msgstr "" +"Um para comitar uma lâmpada de trabalho enquanto todos estão ocupados demais " +"chamando a atenção de todos os outros para esse commit;" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6902 +msgid "" +"Thirty-one to point out that the new lightbulb would shine 0.364% brighter " +"if compiled with TenDRA (although it will have to be reshaped into a cube), " +"and that FreeBSD should therefore switch to TenDRA instead of GCC;" +msgstr "" +"Trinta e um para salientar que a nova lâmpada iria brilhar 0,364% a mais se " +"compilada com TenDRA (embora tenha que ser reformulada em um cubo), e que o " +"FreeBSD deve, portanto, mudar para TenDRA ao invés de GCC;" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6907 +msgid "One to complain that the new lightbulb lacks fairings;" +msgstr "Um para reclamar que a nova lâmpada não tem carenagem;" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6910 +msgid "Nine (including the PR originators) to ask what is MFC?;" +msgstr "" +"Nove (incluindo os criadores de PRs) para perguntar o que é o MFC?;" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6913 +msgid "" +"Fifty-seven to complain about the lights being out two weeks after the bulb " +"has been changed." +msgstr "" +"Cinquenta e sete para se queixar das luzes apagadas duas semanas depois de a " +"lâmpada ter sido trocada." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6916 +msgid "Nik Clayton nik@FreeBSD.org adds:" +msgstr "" +"Nik Clayton nik@FreeBSD.org acrescenta: " + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6918 +msgid "I was laughing quite hard at this." +msgstr "Eu estava rindo bastante disso." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6921 +msgid "" +"And then I thought, Hang on, shouldn't there be '1 to " +"document it.' in that list somewhere?" +msgstr "" +"E então eu pensei, Espere, não deveria haver '1 para " +"documentar isso.' nessa lista em algum lugar? " + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6925 +msgid "And then I was enlightened :-)" +msgstr " E então eu fui iluminado :-) " + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6928 +msgid "" +"Thomas Abthorpe tabthorpe@FreeBSD.org " +"says: None, real FreeBSD hackers are not afraid " +"of the dark!" +msgstr "" +" Thomas Abthorpe tabthorpe@FreeBSD.org diz: Nenhum, um hacker real do " +"FreeBSD não têm medo do escuro! " + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6936 +msgid "Where does data written to /dev/null go?" +msgstr "Onde os dados gravados em /dev/null vão parar?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6941 +msgid "" +"It goes into a special data sink in the CPU where it is converted to heat " +"which is vented through the heatsink / fan assembly. This is why CPU cooling " +"is increasingly important; as people get used to faster processors, they " +"become careless with their data and more and more of it ends up in " +"/dev/null, overheating their CPUs. If you delete " +"/dev/null (which effectively disables the CPU data " +"sink) your CPU may run cooler but your system will quickly become " +"constipated with all that excess data and start to behave erratically. If " +"you have a fast network connection you can cool down your CPU by reading " +"data out of /dev/random and sending it off somewhere; " +"however you run the risk of overheating your network connection and " +"/ or angering your ISP, as most of the data will end up " +"getting converted to heat by their equipment, but they generally have good " +"cooling, so if you do not overdo it you should be OK." +msgstr "" +"Ele entra em um coletor de dados especial na CPU, onde é convertido em calor " +"que é ventilado através do conjunto do dissipador de calor / ventilador. É " +"por isso que o resfriamento da CPU é cada vez mais importante; À medida que " +"as pessoas se acostumam com processadores mais rápidos, elas se tornam " +"descuidadas com seus dados e mais e mais delas acabam no /dev/" +"null, superaquecendo suas CPUs. Se você apagar /dev/" +"null (o que efetivamente desativa o dissipador de dados da CPU) " +"sua CPU pode ficar mais fria, mas seu sistema rapidamente ficará constipado " +"com todos esses dados em excesso e começará a se comportar de maneira " +"irregular. Se você tem uma conexão de rede rápida, pode resfriar sua CPU " +"lendo dados de /dev/random e enviá-los para algum " +"lugar; No entanto, você corre o risco de superaquecer sua conexão de rede e " +"/ ou irritar seu ISP, pois a maioria dos dados acabará " +"sendo convertida em calor pelo equipamento, mas eles geralmente têm um bom " +"resfriamento, então se você não exagere você deve estar bem." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6961 +msgid "Paul Robinson adds:" +msgstr "Paul Robinson acrescenta:" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6963 +msgid "" +"There are other methods. As every good sysadmin knows, it is part of " +"standard practice to send data to the screen of interesting variety to keep " +"all the pixies that make up your picture happy. Screen pixies (commonly mis-" +"typed or re-named as pixels) are categorized by the type of " +"hat they wear (red, green or blue) and will hide or appear (thereby showing " +"the color of their hat) whenever they receive a little piece of food. Video " +"cards turn data into pixie-food, and then send them to the pixies — the more " +"expensive the card, the better the food, so the better behaved the pixies " +"are. They also need constant stimulation — this is why screen savers exist." +msgstr "" +"Existem outros métodos. Como todo bom administrador de sistemas sabe, é " +"parte da prática padrão enviar dados para a tela de variedade interessante " +"para manter todos os pixies que compõem sua imagem felizes. Os duendes de " +"tela (comumente com erros de digitação ou renomeados como pixels) são categorizados pelo tipo de chapéu que usam (vermelho, verde ou " +"azul) e serão ocultados ou exibidos (mostrando a cor do chapéu ) sempre que " +"recebem um pequeno pedaço de comida. Placas de vídeo transformam dados em " +"comida de duende, e então os enviam para os duendes - quanto mais cara a " +"carta, melhor a comida, então é melhor que os pixies se comportem melhor. " +"Eles também precisam de estímulo constante - é por isso que existem " +"proteções de tela." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6977 +msgid "" +"To take your suggestions further, you could just throw the random data to " +"console, thereby letting the pixies consume it. This causes no heat to be " +"produced at all, keeps the pixies happy and gets rid of your data quite " +"quickly, even if it does make things look a bit messy on your screen." +msgstr "" +"Para levar suas sugestões adiante, você poderia simplesmente jogar os dados " +"aleatórios no console, permitindo que os duendes os consumam. Isso faz com " +"que nenhum calor seja produzido, mantém os pixies felizes e se livra de seus " +"dados rapidamente, mesmo que isso faça as coisas parecerem um pouco confusas " +"na sua tela." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:6984 +msgid "" +"Incidentally, as an ex-admin of a large ISP who experienced many problems " +"attempting to maintain a stable temperature in a server room, I would " +"strongly discourage people sending the data they do not want out to the " +"network. The fairies who do the packet switching and routing get annoyed by " +"it as well." +msgstr "" +"Incidentalmente, como um ex-administrador de um grande ISP que teve muitos " +"problemas ao tentar manter uma temperatura estável em uma sala de " +"servidores, eu desencorajaria fortemente as pessoas que enviam os dados que " +"não querem para a rede. As fadas que fazem a troca e o encaminhamento de " +"pacotes também se irritam com isso." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:6995 +msgid "My colleague sits at the computer too much, how can I prank her?" +msgstr "Minha colega fica muito no computador, como eu posso brincar com ela?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:7000 +msgid "" +"Install games/sl and wait for her to " +"mistype sl for ls." +msgstr "" +"Instale o games/sl e espere ela digitar " +"sl para ls." + +#. (itstool) path: chapter/title +#: book.translate.xml:7009 +msgid "Advanced Topics" +msgstr "Tópicos Avançados" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:7014 +msgid "How can I learn more about FreeBSD's internals?" +msgstr "Como posso aprender mais sobre os componentes internos do FreeBSD?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:7018 +msgid "" +"See the FreeBSD Architecture Handbook." +msgstr "" +"Veja o Handbook de Arquitetura do FreeBSD ." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:7021 +msgid "" +"Additionally, much general UNIX " +"knowledge is directly applicable to FreeBSD." +msgstr "" +"Além disso, muito do conhecimento geral sobre o UNIX é diretamente aplicável ao FreeBSD." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:7028 +msgid "How can I contribute to FreeBSD? What can I do to help?" +msgstr "Como posso contribuir para o FreeBSD? O que posso fazer para ajudar?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:7033 +#, fuzzy +msgid "" +"We accept all types of contributions: documentation, code, and even art. See " +"the article on Contributing to FreeBSD for " +"specific advice on how to do this." +msgstr "" +"Nós aceitamos todos os tipos de contribuições: documentação, código e até " +"mesmo arte. Veja o artigo Contribuindo com o FreeBSD para obter maiores informações sobre como fazer isso." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:7038 +msgid "And thanks for the thought!" +msgstr "E obrigado por considerar nos ajudar!" + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:7044 +msgid "What are snapshots and releases?" +msgstr "O que são Snapshots e Releases?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:7048 +msgid "" +"There are currently 3 active/semi-active branches in the FreeBSD Subversion Repository. " +"(Earlier branches are only changed very rarely, which is why there are only " +"3 active branches of development):" +msgstr "" +"Atualmente existem 3 branchs ativas/semi-ativas no Repositório de Subversion do FreeBSD. (Os " +"branchs anteriores são alterados apenas muito raramente, e é por isso que " +"existem apenas 3 ramificações ativas de desenvolvimento):" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:7056 +msgid "stable/10/ AKA 10-STABLE" +msgstr "stable/10/ AKA 10-STABLE" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:7061 +msgid "stable/11/ AKA 11-STABLE" +msgstr "stable/11/ AKA 11-STABLE" + +#. (itstool) path: listitem/para +#: book.translate.xml:7066 +msgid "" +"head/ AKA -CURRENT AKA 12-" +"CURRENT" +msgstr "" +"head/ AKA -CURRENT AKA 12-" +"CURRENT" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:7072 +msgid "" +"HEAD is not an actual branch tag. It is a symbolic " +"constant for the current, non-branched development stream known as " +"-CURRENT." +msgstr "" +"HEAD não é uma tag de branch real. É uma constante " +"simbólica para o fluxo de desenvolvimento atual, não ramificado, conhecido " +"como -CURRENT." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:7078 +msgid "" +"Right now, -CURRENT is the 12.X development stream; the 11-STABLE branch, " +"stable/11/, forked off from -CURRENT " +"in April 2016 and the 10-STABLE branch, " +"stable/10/, forked off from -CURRENT " +"in August 2015." +msgstr "" +"No momento, o -CURRENT é o fluxo de desenvolvimento 12." +"X; o branch 11-STABLE, " +"stable/11/, derivou do -CURRENT em " +"abril de 2016 e o branch ​​10-STABLE,stable/10/, derivou do -CURRENT em agosto de 2015." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:7089 +msgid "How can I make the most of the data I see when my kernel panics?" +msgstr "" +"Como posso aproveitar ao máximo os dados que vejo quando meu kernel entra em " +"panic?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:7094 +msgid "Here is typical kernel panic:" +msgstr "Aqui está um panic típico do kernel:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:7096 +#, no-wrap +msgid "" +"Fatal trap 12: page fault while in kernel mode\n" +"fault virtual address = 0x40\n" +"fault code = supervisor read, page not present\n" +"instruction pointer = 0x8:0xf014a7e5\n" +"stack pointer = 0x10:0xf4ed6f24\n" +"frame pointer = 0x10:0xf4ed6f28\n" +"code segment = base 0x0, limit 0xfffff, type 0x1b\n" +" = DPL 0, pres 1, def32 1, gran 1\n" +"processor eflags = interrupt enabled, resume, IOPL = 0\n" +"current process = 80 (mount)\n" +"interrupt mask =\n" +"trap number = 12\n" +"panic: page fault" +msgstr "" +"Fatal trap 12: page fault while in kernel mode\n" +"fault virtual address = 0x40\n" +"fault code = supervisor read, page not present\n" +"instruction pointer = 0x8:0xf014a7e5\n" +"stack pointer = 0x10:0xf4ed6f24\n" +"frame pointer = 0x10:0xf4ed6f28\n" +"code segment = base 0x0, limit 0xfffff, type 0x1b\n" +" = DPL 0, pres 1, def32 1, gran 1\n" +"processor eflags = interrupt enabled, resume, IOPL = 0\n" +"current process = 80 (mount)\n" +"interrupt mask =\n" +"trap number = 12\n" +"panic: page fault" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:7110 +msgid "" +"This message is not enough. While the instruction pointer value is " +"important, it is also configuration dependent as it varies depending on the " +"kernel image. If it is a GENERIC kernel image from one " +"of the snapshots, it is possible for somebody else to track down the " +"offending function, but for a custom kernel, only you can tell us where the " +"fault occurred." +msgstr "" +"Esta mensagem não é suficiente. Embora o valor do ponteiro de instrução seja " +"importante, ele também depende da configuração, pois varia dependendo da " +"imagem do kernel. Se for uma imagem de kernel GENERIC " +"de um dos snapshots, é possível que alguém rastreie a função problemática, " +"mas para um kernel personalizado, somente você pode nos dizer onde a falha " +"ocorreu." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:7119 +msgid "To proceed:" +msgstr "Para prosseguir:" + +#. (itstool) path: step/para +#: book.translate.xml:7123 +msgid "" +"Write down the instruction pointer value. Note that the 0x8: part at the beginning is not significant in this case: it is the " +"0xf0xxxxxx part that we want." +msgstr "" +"Anote o valor do ponteiro de instrução. Note que a parte 0x8: no começo não é relevante neste caso: é a parte " +"0xf0xxxxxx que nós queremos." + +#. (itstool) path: step/para +#: book.translate.xml:7131 +msgid "When the system reboots, do the following:" +msgstr "Quando o sistema for reinicializado, faça o seguinte:" + +#. (itstool) path: step/screen +#: book.translate.xml:7133 +#, no-wrap +msgid "% nm -n kernel.that.caused.the.panic | grep f0xxxxxx" +msgstr "% nm -n kernel.that.caused.the.panic | grep f0xxxxxx" + +#. (itstool) path: step/para +#: book.translate.xml:7135 +msgid "" +"where f0xxxxxx is the instruction pointer value. The odds " +"are you will not get an exact match since the symbols in the kernel symbol " +"table are for the entry points of functions and the instruction pointer " +"address will be somewhere inside a function, not at the start. If you do not " +"get an exact match, omit the last digit from the instruction pointer value " +"and try again:" +msgstr "" +"no qual f0xxxxxx é o valor do ponteiro de instrução. As " +"probabilidades são de que você não obterá uma correspondência exata, pois os " +"símbolos na tabela de símbolos do kernel são para os pontos de entrada das " +"funções e o endereço do ponteiro de instrução estará em algum lugar dentro " +"de uma função, não no início. Se você não obtiver uma correspondência exata, " +"omita o último dígito do valor do ponteiro de instrução e tente novamente:" + +#. (itstool) path: step/screen +#: book.translate.xml:7144 +#, no-wrap +msgid "% nm -n kernel.that.caused.the.panic | grep f0xxxxx" +msgstr "% nm -n kernel.that.caused.the.panic | grep f0xxxxx" + +#. (itstool) path: step/para +#: book.translate.xml:7146 +msgid "" +"If that does not yield any results, chop off another digit. Repeat until " +"there is some sort of output. The result will be a possible list of " +"functions which caused the panic. This is a less than exact mechanism for " +"tracking down the point of failure, but it is better than nothing." +msgstr "" +"Se isso não produzir nenhum resultado, corte outro dígito. Repita até que " +"haja algum tipo de saída. O resultado será uma possível lista das funções " +"que causaram o panic. Este é um mecanismo menos do que exato para rastrear o " +"ponto de falha, mas é melhor do que nada." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:7155 +msgid "" +"However, the best way to track down the cause of a panic is by capturing a " +"crash dump, then using kgdb1 to generate a stack " +"trace on the crash dump." +msgstr "" +"No entanto, a melhor maneira de rastrear a causa de um panic é capturar um " +"despejo de memória e usar o kgdb1 para gerar um " +"rastreamento de pilha no despejo de memória." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:7160 +msgid "In any case, the method is this:" +msgstr "Em qualquer caso, o método é este:" + +#. (itstool) path: step/para +#: book.translate.xml:7164 +msgid "" +"Make sure that the following line is included in the kernel configuration " +"file:" +msgstr "" +"Certifique-se de que a seguinte linha esteja incluída no arquivo de " +"configuração do kernel:" + +#. (itstool) path: step/programlisting +#: book.translate.xml:7167 +#, no-wrap +msgid "makeoptions DEBUG=-g # Build kernel with gdb(1) debug symbols" +msgstr "makeoptions DEBUG=-g # Build kernel with gdb(1) debug symbols" + +#. (itstool) path: step/para +#: book.translate.xml:7171 +msgid "Change to the /usr/src directory:" +msgstr "Mude para o diretório /usr/src:" + +#. (itstool) path: step/screen +#: book.translate.xml:7174 +#, no-wrap +msgid "# cd /usr/src" +msgstr "# cd /usr/src" + +#. (itstool) path: step/para +#: book.translate.xml:7178 +msgid "Compile the kernel:" +msgstr "Compile o kernel:" + +#. (itstool) path: step/screen +#: book.translate.xml:7180 +#, no-wrap +msgid "# make buildkernel KERNCONF=MYKERNEL" +msgstr "# make buildkernel KERNCONF=MYKERNEL" + +#. (itstool) path: step/para +#: book.translate.xml:7184 +msgid "" +"Wait for make1 to finish compiling." +msgstr "" +"Aguarde até o make1 terminar a compilação." + +#. (itstool) path: step/screen +#: book.translate.xml:7188 +#, no-wrap +msgid "# make installkernel KERNCONF=MYKERNEL" +msgstr "# make installkernel KERNCONF=MYKERNEL" + +#. (itstool) path: step/para +#: book.translate.xml:7192 +msgid "Reboot." +msgstr "Reinicie." + +#. (itstool) path: note/para +#: book.translate.xml:7197 +msgid "" +"If KERNCONF is not included, the GENERIC kernel will instead be built and installed." +msgstr "" +"Se a variável KERNCONF não for informada na linha de " +"comando, o kernel GENERIC será compilado e instalado." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:7202 +msgid "" +"The make1 process will have built two kernels. /" +"usr/obj/usr/src/sys/MYKERNEL/kernel and /usr/obj/usr/" +"src/sys/MYKERNEL/kernel.debug. kernel was " +"installed as /boot/kernel/kernel, while " +"kernel.debug can be used as the source of debugging " +"symbols for kgdb1." +msgstr "" +"O processo make1 terá compilado dois kernels. O /usr/obj/" +"usr/src/sys/MYKERNEL/kernel e o /usr/obj/usr/src/sys/" +"MYKERNEL/kernel.debug . O kernel foi " +"instalado como /boot/kernel/kernel, enquanto o " +"kernel.debug pode ser usado como fonte de símbolos de " +"depuração para o kgdb1." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:7211 +msgid "" +"To capture a crash dump, edit /etc/rc.conf and set " +"dumpdev to point to either the swap partition or " +"AUTO. This will cause the " +"rc8 scripts to use the dumpon8 command to enable " +"crash dumps. This command can also be run manually. After a panic, the crash " +"dump can be recovered using savecore8; if dumpdev is set in /etc/rc.conf, the " +"rc8 scripts will run savecore8 automatically and put " +"the crash dump in /var/crash." +msgstr "" +"Para capturar um despejo de memória, edite o /etc/rc.conf e defina o dumpdev para apontar para a partição " +"de swap ou para AUTO. Isso fará com que os scripts " +"rc8 usem o comando dumpon8 para ativar os " +"despejos de memória. Este comando também pode ser executado manualmente. " +"Após um panic, o despejo de memória pode ser recuperado usando o " +"savecore8; se o dumpdev estiver " +"configurado em /etc/rc.conf, os scripts " +"rc8 executarão o savecore8 automaticamente e " +"colocarão o despejo de memória em /var/crash." + +#. (itstool) path: note/para +#: book.translate.xml:7224 +msgid "" +"FreeBSD crash dumps are usually the same size as physical RAM. Therefore, " +"make sure there is enough space in /var/crash to hold " +"the dump. Alternatively, run savecore8 manually and have it " +"recover the crash dump to another directory with more room. It is possible " +"to limit the size of the crash dump by using options MAXMEM=N where N is the size of kernel's memory " +"usage in KBs. For example, for 1 GB of RAM, limit the kernel's memory usage " +"to 128 MB, so that the crash dump size will be 128 MB instead of 1 GB." +msgstr "" +"Os despejos de memória do FreeBSD são geralmente do mesmo tamanho que a RAM " +"física. Portanto, verifique se há espaço suficiente em /var/crash para manter o despejo. Como alternativa, execute " +"savecore8 manualmente e faça com que recupere o despejo de " +"memória para outro diretório com mais espaço. É possível limitar o tamanho " +"do despejo de memória usando options MAXMEM=N onde " +"N é o tamanho da memória utilizada do kernel em " +"KBs. Por exemplo, para 1 GB de RAM, limite o uso de memória pelo kernel a " +"128 MB, para que o tamanho do despejo de memória seja de 128 MB em vez de 1 " +"GB." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:7239 +msgid "Once the crash dump has been recovered , get a stack trace as follows:" +msgstr "" +"Depois que o despejo de memória for recuperado, obtenha um rastreamento de " +"pilha da seguinte maneira:" + +#. (itstool) path: answer/screen +#: book.translate.xml:7242 +#, no-wrap +msgid "" +"% kgdb /usr/obj/usr/src/sys/MYKERNEL/kernel.debug /var/crash/vmcore.0\n" +"(kgdb) backtrace" +msgstr "" +"% kgdb /usr/obj/usr/src/sys/MYKERNEL/kernel.debug /var/crash/vmcore.0\n" +"(kgdb) backtrace" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:7245 +msgid "" +"Note that there may be several screens worth of information. Ideally, use " +"script1 to capture all of them. Using the unstripped kernel image with " +"all the debug symbols should show the exact line of kernel source code where " +"the panic occurred. The stack trace is usually read from the bottom up to " +"trace the exact sequence of events that lead to the crash. " +"kgdb1 can also be used to print out the contents of various " +"variables or structures to examine the system state at the time of the crash." +msgstr "" +"Note que pode haver várias telas de informação valiosa. Idealmente, use " +"script1 para capturar todas elas. Usar a imagem do kernel unstripped " +"com todos os símbolos de depuração deve mostrar a linha exata do código " +"fonte do kernel onde o panic ocorreu. O rastreamento de pilha geralmente é " +"lido de baixo para cima para rastrear a sequência exata de eventos que levam " +"à falha. O kgdb1 também pode ser usado para imprimir o conteúdo de " +"várias variáveis ​​ou estruturas para examinar o estado do sistema no momento " +"da falha." + +#. (itstool) path: tip/para +#: book.translate.xml:7257 +msgid "" +"If a second computer is available, kgdb1 can be configured to " +"do remote debugging, including setting breakpoints and single-stepping " +"through the kernel code." +msgstr "" +"Se um segundo computador estiver disponível, o " +"kgdb1 pode ser configurado para fazer uma depuração remota, " +"incluindo pontos de interrupção de configuração e passos únicos através do " +"código do kernel." + +#. (itstool) path: note/para +#: book.translate.xml:7264 +msgid "" +"If DDB is enabled and the kernel drops into the debugger, " +"a panic and a crash dump can be forced by typing panic at " +"the ddb prompt. It may stop in the debugger again during " +"the panic phase. If it does, type continue and it will " +"finish the crash dump." +msgstr "" +"Se o DDB estiver habilitado e o kernel cair no depurador, " +"um panic e um despejo de memória podem ser forçados digitando " +"panic no prompt do ddb. O processo " +"pode parar no depurador novamente durante a fase de panic. Se isso " +"acontecer, digite continue e ele concluirá o despejo de " +"memória." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:7278 +msgid "" +"Why has dlsym() stopped working for ELF executables?" +msgstr "" +"Por que dlsym() parou de funcionar para executáveis ​​ELF?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:7283 +msgid "" +"The ELF toolchain does not, by default, make the symbols defined in an " +"executable visible to the dynamic linker. Consequently dlsym() searches on handles obtained from calls to dlopen(NULL, " +"flags) will fail to find such symbols." +msgstr "" +"A toolchain ELF não faz, por padrão, os símbolos definidos em um executável " +"visíveis para o vinculador dinâmico. Consequentemente, a busca da função " +"dlsym() por identificadores obtidos de chamadas para " +"dlopen(NULL, flags) não conseguirá encontrar tais " +"símbolos." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:7290 +msgid "" +"To search, using dlsym(), for symbols present in the " +"main executable of a process, link the executable using the option to the ELF linker (ld1)." +msgstr "" +"Para pesquisar, usando a função dlsym(), os símbolos " +"presentes no executável principal de um processo, vincule o executável " +"usando a opção ao vinculador ELF " +"(ld1)." + +#. (itstool) path: question/para +#: book.translate.xml:7300 +msgid "How can I increase or reduce the kernel address space on i386?" +msgstr "" +"Como posso aumentar ou reduzir o espaço de endereçamento do kernel em uma " +"máquina i386?" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:7305 +msgid "" +"By default, the kernel address space is 1 GB (2 GB for PAE) for i386. When " +"running a network-intensive server or using ZFS, this will probably not be " +"enough." +msgstr "" +"Por padrão, o espaço de endereço do kernel é de 1 GB (2 GB para PAE) para a " +"arquitetura i386. Se você estiver executando um servidor com uso intensivo " +"de rede ou utilizando o ZFS, isso provavelmente não será suficiente." + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:7311 +msgid "" +"Add the following line to the kernel configuration file to increase " +"available space and rebuild the kernel:" +msgstr "" +"Adicione a seguinte linha ao arquivo de configuração do kernel para aumentar " +"o espaço disponível e recompile o kernel:" + +#. (itstool) path: answer/programlisting +#: book.translate.xml:7315 +#, no-wrap +msgid "options KVA_PAGES=N" +msgstr "options KVA_PAGES=N" + +#. (itstool) path: answer/para +#: book.translate.xml:7317 +msgid "" +"To find the correct value of N, divide the " +"desired address space size (in megabytes) by four. (For example, it is " +"512 for 2 GB.)" +msgstr "" +"Para encontrar o valor correto de N, divida o " +"tamanho do espaço de endereço desejado (em megabytes) por quatro. (Por " +"exemplo, é 512 para 2 GB.)" + +#. (itstool) path: chapter/title +#: book.translate.xml:7327 +msgid "Acknowledgments" +msgstr "Agradecimentos" + +#. (itstool) path: chapter/para +#: book.translate.xml:7329 +msgid "" +"This innocent little Frequently Asked Questions document has been written, " +"rewritten, edited, folded, spindled, mutilated, eviscerated, contemplated, " +"discombobulated, cogitated, regurgitated, rebuilt, castigated, and " +"reinvigorated over the last decade, by a cast of hundreds if not thousands. " +"Repeatedly." +msgstr "" +"Este inocente documento de Perguntas Frequentes foi escrito, reescrito, " +"editado, dobrado, fustigado, mutilado, eviscerado, contemplado, " +"desconcertado, cogitado, regurgitado, reconstruído, castigado e revigorado " +"na última década, por um elenco de centenas, se não milhares de voluntários. " +"Repetidamente." + +#. (itstool) path: chapter/para +#: book.translate.xml:7336 +msgid "" +"We wish to thank every one of the people responsible, and we encourage you " +"to join them in making this FAQ even better." +msgstr "" +"Gostaríamos de agradecer a cada uma das pessoas responsáveis, e nós o " +"encorajamos a se juntar a eles para tornar " +"este FAQ ainda melhor." 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